# phpMyAdmin SQL Dump # version 2.5.6 # http://www.phpmyadmin.net # # Servidor: localhost # Tempo de Generação: Out 11, 2004 at 04:00 PM # Versão do Servidor: 4.0.20 # Versão do PHP: 4.3.8 # # Banco de Dados : `afroreggae` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `agenda_1_agenda_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `agenda_1_agenda_tb`; CREATE TABLE `agenda_1_agenda_tb` ( `id` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment, `data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00', `show_time` set('0','1') NOT NULL default '0', `evento` varchar(255) NOT NULL default '', `local` varchar(255) NOT NULL default '', `endereco` varchar(255) NOT NULL default '', `cidade` varchar(50) NOT NULL default '', `estado` varchar(50) NOT NULL default '', `url` varchar(255) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=33 ; # # Extraindo dados da tabela `agenda_1_agenda_tb` # INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (1, '2004-08-18 19:00:00', '1', 'Apresentacao', 'qualquer', 'sei la', 'rio', 'rj', 'balblab', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (2, '2004-07-07 19:00:00', '1', 'show', 'qualquer', 'sadd', 'sdas', 'ds', '', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (3, '2004-06-16 15:00:00', '1', 'ddfqjte', 'jryrxc', 'vdsky', 'hte', 'fs', 'fw', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (4, '2004-09-09 12:00:00', '1', 'fwfqrqqw', 'rnmjy', 'ktireytlopyu7', 'sdfsxc', 'fd', 'f31', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (5, '2003-08-15 00:00:00', '0', 'teada', 'teasd', 'tes', 'te', 't', 't', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (8, '2004-07-29 10:00:00', '1', 'JORNADAS CULTURAIS NO CANTAGALO', 'Espaço Benjamin de Oliveira (Espaço Criança Esperança) - 06/07/13 e 14 - AGO/ 2004 - 20 hs', 'Rua Alberto de Campos, número 12, Ipanema', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (9, '2004-08-27 16:00:00', '1', 'CONEXÕES URBANAS XXXI TRAZ CIDADE NEGRA', 'Campo do Vira-Copo, Conjunto Cesarão. Atrações: Shows com Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur’Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra (veja detalhes na seção de notícias do nosso site)', 'Avenida Cesário de Mello, altura do nº 13.855) - Santa Cruz', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'www.afroreggae.org/sec_news_view.php?id=71', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (10, '2004-08-31 21:00:00', '1', 'AFROREGGAE NO BAÚ DO RAUL', 'Fundição Progresso', 'Rua dos Arcos da Lapa, nº 24', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (11, '2004-08-31 10:00:00', '1', 'AFRO MANGUE NA INAUGURAÇÃO DA CIDADE DA CRIANÇA', 'Santa Cruz', 'Aguarde mais detalhes sobre o endereço', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (12, '2004-09-18 16:00:00', '1', 'XXXII EDIÇÃO DO CONEXÕES URBANAS - BATIZADO DO AFRO SAMBA', 'Furquim Mendes - Campo do Gigantão', 'AFRO CIRCO, AFRO SAMBA COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE DORINA E ARLINDO CRUZ, AFROREGGAE E DUDU NOBRE. Entrada Franca - Censura: Livre. Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (13, '2004-10-09 21:00:00', '1', 'PROJETO TALENTOS MPB', 'Morro da Formiga - SHOWS COM AFROREGGAE, MOVIMENTO DE RUA E REVELAÇÃO', 'Entrada Franca - Censura: Livre. Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (14, '2004-09-16 14:00:00', '1', 'PROJETO JUVENTUDE E POLICIA EM BELO HORIZONTE', 'O projeto é uma parceria do Afro Reggae, CESEC, Polícia Militar de Minas Gerais, Fica Vivo e Ford Foundation', 'Até 17 de setembro de 2004. APRESENTAÇÕES DO AFROREGGAE, TONY GARRIDO E AFRO CIRCO. Mais informações na seção Novidades do nosso site', 'Belo Horizonte', 'MG', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (15, '2004-09-08 15:30:00', '1', 'AULA DE DANÇA AFRO COM RAPHAEL RODRIGUEZ', 'SPA João Curvo - Hotel Porto Bello - Mangaratiba', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', 'http://www.spashop.com.br/spas/rj/joaocurvo.htm', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (23, '2004-09-12 18:00:00', '1', 'TRIBO NEGRA NO Iº FESTIVAL ESP. DA COMUNIDADE HIGIENÓPOLIS', 'Associação de Moradores da Comunidade Agrícola de Higienópolis', 'Inf: (0xx21) 3882.6757 ou crechecah@bol.com.br', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (16, '2004-09-08 17:00:00', '1', 'APRESENTAÇÃO DA BANDA AFRO LATA', 'SPA João Curvo - Hotel Portobello', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (17, '2004-09-08 17:30:00', '1', 'OFICINA DE PERCUSSÃO', 'SPA João Curvo', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (18, '2004-09-02 09:00:00', '1', 'AFRO MANGUE TOCA NA CIDADE DAS CRIANÇAS', 'Santa Cruz', 'Rodovia Rio-Santos, Km 01', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (19, '2004-09-03 20:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - SHOW DO AFRO LATA', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (20, '2004-09-04 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', ' Cahoeiras de Macacu', '', 'Cahoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (21, '2004-09-04 14:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (22, '2004-09-05 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (24, '2004-09-17 20:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE TRAZ SHOW DO AFRO LATA', 'Nesta sexta-feira você confere a performance do Afro Lata', 'Entrada Franca - Censura Livre - Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (25, '2004-09-18 09:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Neste sábado o projeto Tempo Livre traz Oficinas de Percussão, Dança e Ambientação de Grafite. Entrada Franca', 'As oficinas acontecem em dois turnos: Das 9 às 12h e das 14 às 15 h - Censura livre', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (26, '2004-09-19 09:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Neste domingo, o projeto Tempo Livre traz Oficinas de Percussão, Dança e Ambientação de Grafite. As oficinas acontecem apenas na parte da manhã.', 'Entrada Franca - Censura livre', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (27, '2004-09-23 09:30:00', '1', 'AFRO LATA TOCA NA SEMANA DE ARTE DE MIGUEL PEREIRA', 'Ao lado da Prefeitura de Miguel Pereira - Shows às 9:30 e 15 horas', 'End. Rua Prefeito Manoel Guilherme Barbosa, nº 375 - Centro', 'Miguel Pereira', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (28, '2004-10-05 21:00:00', '1', 'PROGRAMA BATICUM', 'Rádio Viva Rio AM 1180 KHZ - Das 21 às 23 horas, todas as terças-feiras.', 'Ou ouça pelo site: www.radiovivario.com.br e participe da PROMOÇÃO BATICUM. Veja os detalhes para participar na seção Novidades do nosso site', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (29, '2004-09-24 19:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - SHOW DO AFRO LATA', 'A Banda Afro Lata abre mais uma edição do projeto Tempo Livre', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (30, '2004-09-25 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Oficinas de Dança, percussão e grafite - das 9 às 12h e das 14 às 17h', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (31, '2004-09-26 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Oficinas de Dança, percussão e grafite', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0'); INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (32, '2004-10-17 16:00:00', '1', 'XXXIIIª EDIÇÃO DO CONEXÕES URBANAS', 'AFRO CIRCO, MOVIMENTO NA RUA, MV BILL, AFRO REGGAE E CIDADE NEGRA', 'CAMPO DO TAQUARAL, CONJUNTO DO TAQUARAL, NA ESTRADA DO TAQUARAL, SEM NÚMERO, VILA ALIANÇA (BANGU)', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `avulsos_1_fotos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_fotos_tb`; CREATE TABLE `avulsos_1_fotos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_secao` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(6) NOT NULL default '0', `ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=3 ; # # Extraindo dados da tabela `avulsos_1_fotos_tb` # INSERT INTO `avulsos_1_fotos_tb` VALUES (1, 1, 0, 2, 2, '1'); INSERT INTO `avulsos_1_fotos_tb` VALUES (2, 4, 0, 2, 2, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `avulsos_1_secoes_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_secoes_tb`; CREATE TABLE `avulsos_1_secoes_tb` ( `id` tinyint(3) unsigned NOT NULL auto_increment, `secao` tinytext, PRIMARY KEY (`id`), FULLTEXT KEY `secao` (`secao`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=7 ; # # Extraindo dados da tabela `avulsos_1_secoes_tb` # INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (1, 'conexoes'); INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (2, 'contato'); INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (3, 'quem'); INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (4, 'historia'); INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (5, 'projetos'); INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (6, 'loja'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `avulsos_1_textos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_textos_lang_tb`; CREATE TABLE `avulsos_1_textos_lang_tb` ( `id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `titulo` tinytext NOT NULL, `texto` text NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `avulsos_1_textos_lang_tb` # INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'UM BREVE RESUMO DO QUE JÁ FOI CONECTADO', 'As origens da favela como forma de organização social estão diretamente ligadas à exclusão de grandes contingentes de negros e escravos, expulsos do centro da cidade ainda no começo do século XX. Curiosamente, um dos fatores que mais contribuiu para esse processo foi um ato da prefeitura. Em 1903 o então prefeito Pereira Passos iniciou uma série de obras visando à modernização da cidade, para o quê foi necessária a demolição dos antigos casarões onde viviam os negros. Eram tantos e tão culturalmente ativos que aquela região era denominada Pequena África do Rio de Janeiro. Ali, sob as bênçãos de Tia Ciata e dos primeiros sambistas, criou-se um dos berços mais fecundos da cultura brasileira.\r\n\r\n\r\nDespejada e empurrada para os morros, a comunidade negra não se abateu. Aproveitando a experiência dos recém-chegados negros baianos, que haviam habitado em Canudos – até a derrota de Antônio Conselheiro – o alto dos morros onde predominava o arbusto chamado faveleiro, subiu pelas encostas, abrindo caminho em meio ao matagal, montou os seus barracos, tocou a vida e assim surgiram as primeiras favelas, cujo nome é influência do arbusto mencionado acima.\r\n\r\n\r\nMuitos anos depois, o aumento da população, o declínio da economia e o avanço da tecnologia iriam tornar a favela uma das principais vítimas da exclusão social, incluída apenas na rotina policial de batidas, invasões e operações de guerra contra o crime, sobretudo o narcotráfico. Havia, é claro, o agravante de a polícia raramente distinguir o criminoso do cidadão trabalhador.\r\n\r\n\r\nAo mesmo tempo em que a favela era cada vez mais negligenciada pelo poder público, nos bairros nobres incrementavam-se esquemas de segurança. Muros altos, vigias nos portões, alarmes, cães de guarda foram acrescidos à paisagem de casarões e prédios de luxo. A proliferação dos condomínios fechados só fez agravar a situação, dando origem ao que Zuenir Ventura chamou de Cidade Partida, dado o isolamento de algumas áreas da cidade umas das outras. Mesmo que a cidade não seja partida em dois, e sim multifacetada, a favela continua como um local à parte, como uma ferida aberta.\r\n\r\n\r\nFoi nesse contexto que surgiu o projeto Conexões Urbanas. O Grupo Cultural Afro Reggae pensou em um projeto que pudesse levar entretenimento, lazer, cultura e exemplos artístico-sociais que possam ser utilizados como modelos nos locais onde acontecerão os eventos. Acabou sendo mais que isso: contribuiu para começar a romper as fronteiras invisíveis que mantém a favela apartada do conforto e possibilidades de cultura e lazer que a cidade proporciona.\r\n\r\n\r\nÉ interessante notar que, quase um século depois do Bota-abaixo, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro volta a cumprir um papel importante na história da favela. Desta vez, de maneira simbolicamente inversa: incluindo a favela na pauta de prioridades do governo através da ação decisiva da Assessoria Especial de Eventos. Em virtude disso, surgiu o Conexões Urbanas. Trata-se de um circuito de shows em favelas da cidade do Rio de Janeiro, realizado pelo GCAR e pela citada Assessoria, cuja principal característica é o padrão de qualidade de todos os ítens necessários para a execução de um evento de ponta. Além dos realizadores, são fundamentais para o sucesso desse empreendimento os parceiros sempre presentes, como a CUFA–Central Única das Favelas e a Rádio FM O Dia.\r\n\r\n\r\nO som, luz e palco do Conexões Urbanas são do mesmo naipe dos utilizados, por exemplo, nos mega-eventos realizados nas praias da zona sul carioca. Esse é um viés importante do projeto: o respeito pela favela impõe que a infra-estrutura dos shows feitos em cada comunidade seja idêntica àquela voltada para o público dos bairros nobres.\r\n\r\nO palco Orbit, da , é seguramente um dos melhores, se não for o melhor, do país para apresentações de bandas profissionais. O palco, de tão impressionante, chega a reunir inúmeros moradores, nas comunidades onde já aconteceu uma edição do Conexões, para assistir à sua montagem: Na semana anterior ao evento o palco se torna mais uma atração.\r\n\r\n\r\nA iluminação, a cargo da B. Light, dispõe de material de primeira linha: movie lights, lâmpadas par, canhões seguidores, máquina de Fumaça... tudo controlado por mesa digital. Ela completa o show com beleza e luz sobre os artistas, sobre o público e sobre a paisagem transformada da favela quando é dia de Conexões.\r\n\r\nO som da Vip Sound também é de primeira categoria, tanto no aparato técnico quanto na atuação de pessoal especializado em grandes eventos, trazendo qualidade e eficiência em equipamentos de ponta bem como no trabalho de técnicos altamente capacitados e acostumados a atuarem em mega-shows. \r\n\r\n\r\nE quanto às atrações, estas falam por si. Em todas as edições há a participação da Banda AfroReggae e do rapper MV Bill, que hoje são verdadeiros ícones da cultura contemporânea vindos da favela. No final, uma atração de forte apelo popular, cujo discurso tenha a ver com o critério sociocultural que singulariza o Conexões Urbanas, encerra em grande estilo o evento.\r\n\r\n\r\nUm outro aspecto do Conexões Urbanas que não pode ser esquecido é que o projeto não se restringe ao espetáculo. Em cada comunidade, em função de uma edição do Conexões, a prefeitura se compromete a realizar melhorias estruturais. Assim, na Formiga, a Prefeitura inaugurou oficialmente a quadra construída por ela no projeto Favela Bairro. Na Vila Cruzeiro foi discutido um apoio para o fortalecimento do posto de saúde criado pela associação local. Na Canitá não foi diferente, a Prefeitura gradeou a quadra onde aconteceu o show, limpou a área e a iluminou para atividades noturnas. Na Vila Vintém o processo está em fase de negociação, com avaliações sobre as necessidades da comunidade. Vale ressaltar que todas as comunidades onde aconteceu o Conexões Urbanas, e mais as de Vigário Geral, Parada de Lucas e Grota (Complexo do Alemão), receberam, no início de janeiro de 2002, doações de cestas básicas proporcionadas pela Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAssim, essas mesmas comunidades, que eram relegadas preferencialmente às páginas policiais dos jornais, passam a ser exibidas ostensivamente pelos cadernos de cultura no período de divulgação dos shows.\r\n\r\nA partir da vigésima quinta edição do projeto, o Conexões Urbanas veio com uma novidade. O parceiro do Afro Reggae agora é a Riotur! Ana Maria Maia, ex-assessora Especial de Eventos da Prefeitura, agora é a presidente da Riotur. Ao contrário de todos os seus antecessores, uma das suas prioridades será a de incluir as comunidades de baixa renda e o subúrbio carioca no roteito dos grandes eventos da cidade.\r\n\r\n\r\n\r\nVeja quais os shows que já rolaram e em quais comunidades do Rio:\r\n\r\n1ª Edição - Formiga (Tijuca) - Pé de Pano, Bonde do Vinho, Furacão 2000, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu\r\n\r\n2ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto\r\n\r\n3ª Edição - Canitá (Inhaúma) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Titãs\r\n\r\n4ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Gabriel O Pensador e Cidade Negra\r\n\r\n5ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso, Gabriel O Pensador e Fernanda Abreu \r\n\r\n6ª Edição - Furquim Mendes (Jardim América) - MV Bill, AfroReggae, Gabriel o Pensador e Racionais MC´s\r\n\r\n7ª Edição - Vila Kennedy (Vila Kennedy) - MV Bill, AfroReggae, Cidade Negra, O Rappa\r\n\r\n8ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Skank\r\n\r\n9ª Edição - Vila Moreti (Vila Aliança) - MV Bill, AfroReggae com participação especial de Caetano Veloso e Daniella Mercury\r\n\r\n10ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n11ª Edição - Conjunto Liberdade (Santa Cruz)- GRES Acadêmicos de Santa Cruz, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n12ª Edição - Bateau Mouche (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n13ª Edição - Vila Palmeirinha (Honório Gurgel)- Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n14ª Edição - Jardim Bela Vista (Campo Grande) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lulu Santos\r\n\r\n15ª Edição - Cocotá (Ilha do Governador) - Big Mix com DJ Marlboro, Totonho & Os Cabras, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu \r\n\r\n16ª Edição - Vila dos Pinheiros (Complexo da Maré) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n17ª Edição - Beira-Rio (Jardim América) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto, Frejat e Gilberto Gil\r\n\r\n18ª Edição - Itaquê (Santíssimo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu\r\n\r\n19ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n20ª Edição - Vila Vintém (Realengo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n21ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n22ª Edição - Antares (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lenine\r\n\r\n23ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Nando Reis\r\n\r\n24ª Edição - Furquim Mendes (Vigário Geral) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n25ª Edição - Canitá (Inhaúma) - Apresentador Luciano Huck, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n26ª Edição - Dom Jaime Câmara (Bangu) - Apresentadora Isabel Fillardis, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Paralamas do Sucesso\r\n\r\n27ª Edição - Rubens Vaz (Nova Holanda) - Apresentador Luciano Huck, Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Elba Ramalho\r\n\r\n28ª Edição - Kelson (Penha Circular) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Afro Samba com participação especial de Dorina e Arlindo Cruz, MV Bill e O Rappa\r\n\r\n29ª Edição - Campo do Relâmpago (Acari) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Nega Gizza, AfroReggae e Gabriel O Pensador\r\n\r\n30ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Leoni, MV Bill, AfroReggae e Los Hermanos\r\n\r\n31ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n32ª Edição - Furquim Mendes (Jardim América) - Afro Circo, Nega Gizza, Afro Samba (com a participação especial de Dorina), Arlindo Cruz, AfroReggae e Dudu Nobre\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', ''); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Projetos', 'O Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, surgida em 1993, cujo objetivo é o desvio de jovens do caminho do narcotráfego e do subemprego. Para transformar essa ideologia em prática, o Afro Reggae desenvolve projetos em 3 comunidades do Rio de Janeiro: Cantagalo, Parada de Lucas e Vigário Geral. Através da arte e da cultura, sempre com um acompanhamento social, o GCAR tem conseguido levar mudar a realidade das crianças, jovens e adultos assistidos pela instituição. Ficou curioso? Então navegue pelo nosso site e aproveite para conhecer nossa história, os projetos, SubGrupos, Núcleos, ver nossas galerias de fotos, participar do nosso Fórum de Discussão, saber quem faz o que na instituição, conferir as matérias dos nossos colunistas, nossa agenda de eventos, matérias, nossa loja, enfim... Fique à vontade, o site é seu! Não se esqueça de deixar sua mensagem na seção "Recados". '); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 2, '', ''); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'CONTATO', 'SEDE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO:\r\n\r\nAv. Marechal Câmara, 350 - 7º andar - sala 350 - Castelo - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 20020-080\r\n\r\nTELEFAX: 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534\r\n\r\n COORDENAÇÃO EXECUTIVA: JOSÉ JUNIOR - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Emails: coordenador_afro@uol.com.br e jose.junior@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO SHOWS: ANDRÉ COZTA OU IZABEL ROIZEN - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 - 2532.0180 - CELULAR ANDRE COZTA: (0XX21) 8143.4919\r\n\r\nEmails: andrecozta@uol.com.br e izabel.roizen@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO COMUNICAÇÃO: CHRISTINE KELLER - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Emails: comunicacao@afroreggae.org.br, \r\nchristine_keller2@yahoo.com.br e \r\nchristine_keller@uol.com.br\r\n\r\nVENDA DE CDS E CAMISETAS: TEKKO RASTAFARI - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Email: rastekko@hotmail.com\r\n\r\n\r\nSEDE ADMINISTRATIVA:\r\n\r\nTravessa General Justo, 275 - 2º andar - sala 212 - Castelo - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 20021-130\r\n\r\nTELEFAX: 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 \r\n\r\nCONTATO ADM: MARCIA FLORÊNCIO E ARNALDO FILHO - 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 - Emails: marcia.florencio@afroreggae.org.br e arnaldo.filho@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO PARCERIAS INSTITUCIONAIS: JOÃO MADEIRA E RAQUEL DINIZ - 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 - Emails: joao.madeira@afroreggae.org.br e raquel.diniz@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\n NÚCLEOS (POR ORDEM ALFABÉTICA)\r\n\r\n\r\n * CANTAGALO *\r\n\r\nRua: Alberto de Campos - nº 12 - Ipanema - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 22411-030\r\n\r\nAcesso pela comunidade:\r\nEntrar pela Rua Sá Ferreira, ao lado do Hotel Ducasse, seguir pela Rua Saint Roman, até o final, entrando pela estrada do Cantagalo, até o CIEP João Goulart.\r\n\r\n\r\nTELEFONE: 55 (0XX21) 2227.4763\r\n\r\nCOORDENADORA DO NÚCLEO DO CANTAGALO: MICHELI SOBRAL - 55 (0XX21) 2227.4763 - Email: micheli.sobral@afroreggae.org.br\r\n\r\n\r\n * PARADA DE LUCAS *\r\n\r\nRua: Democracia, nº 17 - Parada de Lucas - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 21010-720\r\n\r\n TELEFONE: 55 (0xx21) 3137.3903\r\nCOORDENADORES DO NÚCLEO DE PARADA DE LUCAS: EVANDRO JOÃO E CIRLEIA MENEZES - 55 (0xx21) 3137.3903 - Emails: evandro.joao@afroreggae.org.br e cirleia.menezes@afroreggae.org.br\r\n\r\n\r\n * VIGÁRIO GERAL *\r\n\r\n\r\nRua: Antônio Mendes, nº 02 - Vigário Geral - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 21010-690\r\n\r\nTELEFONE: 55 (0xx21) 3448.0821\r\n\r\n COORDENADOR DO NÚCLEO DE VIGÁRIO GERAL: VITOR ONOFRE - 55 (0xx21) 3448.0821 - Email: vitor.onofre@afroreggae.org.br'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 2, '', ''); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'História', 'O Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) surgiu em janeiro de 1993, inicialmente em torno do jornal Afro Reggae Notícias - um veículo de informação que visava à valorização e a divulgação da cultura negra, voltado sobretudo para jovens ligados em ritmos como reggae, soul, hip-hop, etc. \r\nComo nossos planos eram de poder ter um tipo de intervenção mais direta junto a população afro-brasileira, inauguramos em 1993 na favela de Vigário Geral o nosso primeiro Núcleo Comunitário de Cultura, iniciando assim o desenvolvimento dos nossos projetos sociais. Em pouco tempo, esse núcleo se consolidou a partir das primeiras oficinas - que foram dança, percussão, reciclagem de lixo, futebol e capoeira - e preparou o terreno para novas empreitadas.\r\n\r\nNessa época já se tinha bem claro o objetivo a ser alcançado, e que pode ser definido pela missão institucional que tem nos pautado até hoje: oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas de modo que eles tivessem meios de construir suas cidadanias e com isto pudessem escapar do caminho do narcotráfico e do subemprego, transformando-se também em multiplicadores para outros jovens.\r\n\r\nCom o passar do tempo os projetos foram se aperfeiçoando, a instituição foi crescendo e os resultados começaram a aparecer. Em 1997, o Afro Reggae inaugurou o Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, um marco na nossa história. Com um espaço físico bem estruturado dentro da comunidade, o trabalho pôde se desenvolver com maior qualidade e planejamento, e com isto foi possível tornar esta iniciativa uma referência de prática sociocultural na cidade do Rio de Janeiro. Desde o início somos uma organização em permanente crescimento e amadurecimento. Por isto não nos prendemos nem a uma única via de projetos,nem apenas à comunidade de Vigário Geral. Atualmente, o GCAR desenvolve diversos programas e projetos em 4 diferentes comunidades.\r\n\r\nEm Vigário, o Programa Social envolve além de diversas oficinas - música, capoeira e dança -, o Criança Legal, que é um programa de apoio às crianças que estão em idade pré-escolar, onde durante 2 anos elas participam de atividades de socialização e alfabetização, com a garantia de matrícula em escolas da rede pública municipal. Os pais também freqüentam reuniões semanais onde são discutidos temas como violência doméstica e cuidados com higiene pessoal, além de receberem cestas básicas de alimentação, o que tem gerado uma melhora geral nas condições de vida de cada família que integra o programa.\r\n\r\nApesar de toda a diversidade de atividades, a música tem sido em Vigário Geral o melhor instrumento para atrair os jovens a participar do GCAR. O sucesso obtido com a Banda Afro Reggae, tanto artístico quanto como modelo de projeto social, fez com que outros jovens quisessem percorrer o mesmo caminho e, hoje, temos em Vigário mais 3 grupos musicais, que estão em fase de amadurecimento, mas que já fazem apresentações \r\npúblicas: Banda Makala (antiga banda AfroReggae II), Afro Lata e Afro Samba.\r\n\r\nCidade Partida\r\n\r\nEm Parada de Lucas, favela vizinha a Vigário, onde as facções rivais do tráfico vivem em guerra desde 1985, iniciamos em outubro de 2001 o projeto Rompendo Fronteiras, que tem o sentido de levar o trabalho social onde quer que ele se faça necessário, independente do fato de Lado A e Lado B estarem em conflito. Na verdade, a guerra que nos mobiliza é contra a pobreza e a violência, e lá em Parada de Lucas nossas armas são os cursos básicos de informática, que estão sendo oferecidos para a comunidade com o apoio da Associação de Moradores e do CDI, que doou 10 computadores. No Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, o GCAR utiliza a linguagem do circo - malabares, trapézio, acrobacias, etc. - para realizar um trabalho que traz alegria e consciência para jovens que viviam na corda bamba em vários sentidos. Desde 1996, funciona no anfiteatro do Ciep de Ipanema, uma oficina de circo aberta a comunidade. Como resultado destas aulas, criamos a Trupe Levantando a Lona para fazer espetáculos públicos e propiciar aos alunos que se profissionalizem como artistas. E a partir de fevereiro de 2002, iniciamos uma oficina de vídeo, que estará capacitando jovens ao longo de um ano para produzir documentários numa linha de comunicação popular. A idéia é que a partir deste curso o GCAR forme um núcleo de audiovisual que possa absorver os próprios alunos em torno de uma equipe de produção profissional. Na Cidade de Deus temos parceria com a Casa de Santa Ana, que presta um atendimento dia para os idosos da comunidade. Aqui o projeto desenvolvido é um Coral de Idosos, que canta ao som da percussão da Banda Makala (antiga Banda Afro Reggae II), integrando jovens da terceira idade e adolescentes ao som do batuque.\r\n\r\nTem ainda o Programa de Comunicação, do qual fazem parte o jornal Afro Reggae Notícias (ARN); os programas de rádio AfroRitmia e Baticum, transmitidos pela rádio Viva Rio AM 1180 KHZ e pelo portal Viva Favela; o site AfroReggae.org que pretende ser um grande portal sobre o GCAR e a cultura afro-brasileira em geral na internet; e, finalmente, a AfroNet, que é um serviço de informes enviados via e-mail para manter a todos os cadastrados ligados nas atividades, eventos e iniciativas do GCAR. \r\n\r\nO Programa de Saúde é composto pela Trupe da Saúde, que é um grupo de teatro, formado por adolescentes de Vigário Geral, que se utiliza de elementos de circo e esquetes teatrais e muito humor para dar dicas importantes de cuidados com a saúde para as comunidades de baixa renda; a Barraca da Saúde, que distribui publicações informativas sobre DST/AIDS, higiene, doenças em geral, aleitamento, cuidados com o bebê e preservativos em 2 pontos da cidade do Rio de Janeiro - Morro do Cantagalo e na Lapa (e também nos eventos do GCAR) e ainda o boletim Kizumba, que é um informativo produzido pelo próprio GCAR para divulgar assuntos relacionados ao programa de saúde.\r\n\r\nUma ONG Empreendedora\r\n\r\nNão bastasse isso tudo, o Afro Reggae criou uma produtora - a ARPA, Afro Reggae Produções Artísticas - para dar sustentação comercial a carreira profissional dos subgrupos criados a partir dos nossos projetos sociais, em especial a Banda AfroReggae, e ainda contribuir com a ONG, já que 30% dos recursos obtidos com os eventos produzidos são revertidos para o GCAR. Ao contrário da trajetória natural do mercado, onde as grandes empresas criam institutos ou fundações para apoiar projetos culturais ou sociais, nós somos uma fundação que criou uma empresa para apoiar o nosso trabalho social. \r\n\r\nDesde a criação do espetáculo Nova Cara, em 1998, a banda AfroReggae vinha percorrendo uma trajetória rumo a sua profissionalização que culminou com a assinatura de um contrato com a gravadora Universal para produção do CD Nova Cara. Um dado importante é o fato dessa ter sido a primeira vez no Brasil que uma banda, oriunda de um projeto social, conseguiu produzir o seu primeiro disco por uma grande gravadora.\r\n\r\nMarca Institucional\r\n\r\nNuma época como a atual, dominada pela mentalidade do liberalismo econômico, em que as autoridades do governo insistem no discurso de que não há recursos suficientes para combater a pobreza, o Afro Reggae vem fazendo um trabalho com poucos recursos de investir no potencial de jovens favelados, levando educação, cultura e arte a territórios marcados pela violência policial e do narcotráfico, com a marca institucional de conseguir criar alternativas de emprego e lazer.Enquanto alguns poucos que podem blindam seus carros e transformam suas casas em fortificações cercadas de sistemas de vigilância, para terem a ilusão de que estão protegidos, o Afro Reggae vem trabalhando ao longo dos anos no sentido de romper com os abismos que separam negros e brancos, ricos e pobres, na certeza de que esta é a única alternativa para que se possa construir uma paz duradoura. \r\nNossa crença é que a maneira mais eficiente de promover o desenvolvimento do país começa por criar oportunidades para aqueles que estão em situação de risco pessoal, a fim de que eles possam deixar de ser mais um número nas estatísticas de pobreza e violência para se tornarem cidadãos que contribuam para a construção de riquezas, e, na justa medida, possam também ter o direito de usufruir das mesmas. \r\n\r\nVigário foi a nossa primeira experiência, e graças ao incentivo a auto-estima dos moradores desta favela, famosa em todo o Brasil pela violência, ela agora é reconhecida como um pólo gerador de arte e cultura. Em breve esperamos poder falar o mesmo de Parada de Lucas, Cidade de Deus, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho.'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 2, '', ''); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Quem Somos', 'COORDENAÇÃO INSTITUCIONAL\r\n\r\nCoordenador Executivo: José Junior\r\nCoordenadora Social: Márcia Florêncio\r\nAdministrador: Arnaldo Filho\r\nCoordenador de Operacionalização: Altair Martins \r\nCoordenador de Comunidades: Anderson Sá\r\nCoordenador Adjunto: Luiz Fernando Lopes (Tekko Rastafari)\r\nCoordenador de Projetos Especiais: Anderson Elias (Dada)\r\n\r\n\r\nAssessora do Coordenador Executivo: Silvana Moreira\r\nSecretária do Coordenador Executivo: Sandra Oliveira\r\n\r\n\r\nCOMUNICAÇÃO\r\n\r\nCoordenadora de Comunicação: Christine Keller\r\nDesigner: Bragga\r\nEstagiário: Júlio Cesar\r\n\r\nEDUCAÇÃO\r\n\r\nCoordenador de Educação: Ecio de Salles\r\n\r\nPARCERIAS INSTITUCIONAIS\r\n\r\nCoordenador de Parcerias Institucionais: Celso Schvartzer\r\n Assessoria: João Madeira\r\nAssessora: Raquel Diniz \r\n\r\n\r\nVIGÁRIO GERAL\r\n\r\nCoordenador do Núcleo: Vitor Onofre\r\nCoordenadora do Projeto Criança Legal: Elisângela Calado\r\nAgentes de Projetos Culturais (Vigário Geral): Paulo César Santos Cruz (Tota), Rosemary Maria dos Santos e Sandro Antonelli\r\nCoordenador do Afro Lata: Altair Martins\r\nCoordenador do Makala: Betho Pacheco\r\nCoordenador do Afro Samba: Ecio de Salles\r\nCoordenador do Afro Mangue: Eduardo Junior\r\nCoordenador do Kitoto: Jairo Cliff\r\nCoordenador da Tribo Negra: Paulo César Santos Cruz (Tota)\r\nCoordenadora da Banda de Meninas: Rosemary Maria dos Santos\r\nCoordenador da Trupe de Teatro do Afro Reggae: Johayne Ildefonso\r\nEquipe Social: Gisela Matassoli e Fabiane Abreu\r\n\r\nCANTAGALO - ANFITEATRO BENJAMIN DE OLIVEIRA\r\n\r\nCoordenadora Social: Micheli Sobral\r\nCoordenadores de Circo: Antonio Carlos (Pap) Almeida, Gilvan Freitas, Carlos Eduardo Nascimento (Ratinho), Maxuel Divino Barbosa (Maxuel) e Anderson de Oliveira dos Santos (Tiquinho)\r\nProdutor: José Carlos (JC)\r\nEquipe Social: Cristiane Assis e Elisângela Veras\r\n\r\nPARADA DE LUCAS\r\n\r\nCoordenador do Núcleo: Evandro João\r\n Assessora: Cirléia Menezes\r\nEquipe Social: Adriane Trierweiler\r\nAgente de Projeto: Herberson Alves\r\n\r\n\r\n\r\nARPA\r\n\r\nDiretor Artístico da ARPA e da Banda AfroReggae: José Junior\r\nCoordenadores da Banda AfroReggae: Altair Martins e Anderson Sá\r\nProdutor dos SubGrupos: André Cozta\r\nAssistentes de Produção: Jairo Cliff, Izabel Roizen e JB\r\n\r\nCONTATO SHOWS: ANDRÉ COZTA OU IZABEL ROIZEN - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 - 2532.0180 - CELULAR ANDRE COZTA: (0XX21) 8143.4919\r\nEmails: andrecozta@uol.com.br e izabel.roizen@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nPRÊMIOS\r\n\r\n\r\n- Prefeitura Municipal da Cidade do RJ - Orgulho Carioca (1998)\r\n- Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro\r\n- Beija Flor de Direitos Humanos (1999)\r\n- Fundação Getulio Vargas - Cultura e Cidadania (1999)\r\n- Ministério de Multicultura do CANADÁ - Stop Racism it (2000)\r\n- UNESCO - Juventude e Cidadania (2000) \r\n- Presidência da República - Ordem do Mérito Cultural (2003)'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 2, '', ''); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'COAR', 'Informações e pedidos:

(0xx21)2517.3265 ou
2517.3270
e falar com Tekko Rastafari.

Enviamos para todo o Brasil. Ligue para saber o valor do frete.'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 2, '', ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `avulsos_1_textos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_textos_tb`; CREATE TABLE `avulsos_1_textos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_secao` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(6) NOT NULL default '0', `autor` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=7 ; # # Extraindo dados da tabela `avulsos_1_textos_tb` # INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (1, 1, 0, '', '1'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (2, 5, 0, '', '1'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (3, 2, 0, '', '1'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (4, 4, 0, '', '1'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (5, 3, 0, '', '1'); INSERT INTO `avulsos_1_textos_tb` VALUES (6, 6, 0, '', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `base_language_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `base_language_tb`; CREATE TABLE `base_language_tb` ( `id` tinyint(3) unsigned NOT NULL auto_increment, `lang_code` varchar(5) NOT NULL default '', `lang_name` varchar(30) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=3 ; # # Extraindo dados da tabela `base_language_tb` # INSERT INTO `base_language_tb` VALUES (1, 'pt_BR', 'Português Brasileiro'); INSERT INTO `base_language_tb` VALUES (2, 'en', 'Inglês'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `base_log_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `base_log_tb`; CREATE TABLE `base_log_tb` ( `id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment, `operation` set('i','u','d') NOT NULL default '', `table_name` varchar(50) NOT NULL default '', `id_relative` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `username` varchar(20) NOT NULL default '', `id_module` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `date_time` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00', `user_ip` varchar(16) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`), KEY `id_relative` (`id_relative`,`id_module`,`date_time`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=95 ; # # Extraindo dados da tabela `base_log_tb` # INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (1, 'i', 'base_users_tb', 3, 'refazenda', 0, '2004-10-08 13:32:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (2, 'd', 'base_users_tb', 3, 'refazenda', 0, '2004-10-08 13:32:52', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (3, 'd', 'base_permissions_tb', 3, 'refazenda', 0, '2004-10-08 13:32:52', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (4, 'i', 'textos_1_textos_tb', 114, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:04:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (5, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 114, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:04:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (6, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 114, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:04:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (7, 'i', 'textos_1_textos_tb', 115, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:35', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (8, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 115, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:35', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (9, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 115, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:35', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (10, 'i', 'textos_1_textos_tb', 116, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:44', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (11, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 116, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:44', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (12, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 116, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:08:44', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (13, 'i', 'textos_1_textos_tb', 117, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:09:28', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (14, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 117, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:09:28', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (15, 'i', 'textos_1_textos_lang_tb', 117, 'refazenda', 6, '2004-10-08 19:09:28', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (16, 'u', 'colunistas_1_colunistas_tb', 14, 'refazenda', 3, '2004-10-11 12:17:46', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (17, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 44, 'refazenda', 3, '2004-10-11 12:18:27', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (18, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 44, 'refazenda', 3, '2004-10-11 12:18:27', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (19, 'i', 'discografia_1_discos_type_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 13:23:00', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (20, 'i', 'discografia_1_selo_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:39:32', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (21, 'u', 'discografia_1_discos_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:41:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (22, 'd', 'discografia_1_rel_discos_pessoa_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:41:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (23, 'u', 'discografia_1_rel_discos_pessoa_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:41:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (24, 'u', 'discografia_1_discos_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:41:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (25, 'u', 'discografia_1_discos_lang_tb', 1, 'refazenda', 4, '2004-10-11 14:41:37', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (26, 'i', 'subgrupos_1_subgrupos_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (27, 'i', 'subgrupos_1_rel_subgrupos_discos_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (28, 'i', 'subgrupos_1_subgrupos_lang_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (29, 'i', 'subgrupos_1_subgrupos_lang_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (30, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:10:42', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (31, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (32, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (33, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (34, 'i', 'avulsos_1_fotos_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:48', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (35, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:20', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (36, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:27', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (37, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:50', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (38, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:06', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (39, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (40, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (41, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (42, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (43, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (44, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (45, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (46, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (47, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (48, 'i', 'avulsos_1_fotos_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:23', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (49, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (50, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (51, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (52, 'u', 'avulsos_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:18:22', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (53, 'u', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:18:22', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (54, 'i', 'base_modules_tb', 12, 'refazenda', 0, '2004-10-11 15:20:30', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (55, 'i', 'loja_1_loja_tb', 1, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:22:19', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (56, 'i', 'loja_1_loja_tb', 2, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:22:55', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (57, 'i', 'loja_1_loja_tb', 3, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:23:26', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (58, 'i', 'loja_1_loja_tb', 4, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:23:52', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (59, 'i', 'loja_1_loja_tb', 5, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:24:15', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (60, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:25:28', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (61, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (62, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (63, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (64, 'u', 'avulsos_1_textos_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:27:17', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (65, 'u', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:27:17', '192.168.0.90'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (66, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 34, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:49:46', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (67, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 34, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:49:46', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (68, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (69, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (70, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (71, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 40, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:54', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (72, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 40, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:54', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (73, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (74, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (75, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (76, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 41, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:24', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (77, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 41, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:24', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (78, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (79, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (80, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (81, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 42, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:55:56', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (82, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 42, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:55:56', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (83, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (84, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (85, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (86, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 45, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:19', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (87, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 45, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:19', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (88, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (89, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (90, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (91, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:58:59', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (92, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:58:59', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (93, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:59:00', '192.168.0.82'); INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (94, 'u', 'colunistas_1_colunistas_tb', 15, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:59:15', '192.168.0.82'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `base_modules_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `base_modules_tb`; CREATE TABLE `base_modules_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `module_name` varchar(12) NOT NULL default '', `version` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=13 ; # # Extraindo dados da tabela `base_modules_tb` # INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (1, 'agenda', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (2, 'avulsos', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (3, 'colunistas', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (4, 'discografia', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (5, 'subgrupos', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (6, 'textos', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (7, 'projetos', 2); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (8, 'forum', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (9, 'fotos', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (10, 'recados', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (11, 'loja', 1); INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (12, 'newsletter', 1); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `base_permissions_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `base_permissions_tb`; CREATE TABLE `base_permissions_tb` ( `id_user` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_module` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id_user`,`id_module`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `base_permissions_tb` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `base_users_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `base_users_tb`; CREATE TABLE `base_users_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `level` set('0','1','2') NOT NULL default '', `username` varchar(20) NOT NULL default '', `password` varchar(16) NOT NULL default '', `name` varchar(50) NOT NULL default '', `blocked` set('0','1') NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id`), UNIQUE KEY `username` (`username`), KEY `type` (`level`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=3 ; # # Extraindo dados da tabela `base_users_tb` # INSERT INTO `base_users_tb` VALUES (1, '0', 'root', 'oq3/AIt8lXw', 'Super Usuário', '0'); INSERT INTO `base_users_tb` VALUES (2, '0', 'refazenda', 'QTWqXP5ClNY', 'Refazenda Produções', '0'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `colunistas_1_colunistas_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_colunistas_tb`; CREATE TABLE `colunistas_1_colunistas_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `colunista` varchar(50) NOT NULL default '', `ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=16 ; # # Extraindo dados da tabela `colunistas_1_colunistas_tb` # INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (1, 'Anderson Sá', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (2, 'José Junior', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (3, 'Ecio de Salles', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (5, 'Christine Keller', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (6, 'Sérgio Henrique', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (7, 'Duda Vasconcellos', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (11, 'Marta Porto', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (14, 'João Madeira', 0, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (15, 'Profª Sílvia Ramos', 0, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `colunistas_1_fotos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_fotos_lang_tb`; CREATE TABLE `colunistas_1_fotos_lang_tb` ( `id_foto` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` varchar(50) NOT NULL default '', `legenda` tinytext NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`), FULLTEXT KEY `legenda` (`legenda`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `colunistas_1_fotos_lang_tb` # INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (11, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (11, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (12, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (12, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (38, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (38, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, '2', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, '1', ''); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, '2', ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `colunistas_1_fotos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_fotos_tb`; CREATE TABLE `colunistas_1_fotos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `data` date NOT NULL default '0000-00-00', `fotografo` varchar(50) NOT NULL default '', `ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`), KEY `id_texto` (`id_texto`), KEY `ordem` (`ordem`), KEY `data` (`data`), KEY `ext_g` (`ext_g`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=50 ; # # Extraindo dados da tabela `colunistas_1_fotos_tb` # INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (1, 1, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (2, 2, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (3, 3, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (4, 4, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (5, 5, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (6, 6, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (7, 7, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (8, 8, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (9, 9, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (10, 10, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (11, 11, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `colunistas_1_fotos_tb` VALUES (12, 12, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); 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CREATE TABLE `colunistas_1_textos_lang_tb` ( `id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `titulo` tinytext NOT NULL, `texto` text NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `colunistas_1_textos_lang_tb` # INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Quando meu filho nascer???', '1. Vermelho é nós, é nós! \r\n \r\n2. Vila Aliança qualquer dia tamô ai!\r\n \r\n3. É nós Sapinho, é nós Sapinho!\r\n \r\n4. Se corre, toma nas costas, se fica, toma na venta, vai ! experimenta, experimenta!\r\n \r\n5. Pague um Spring Love!\r\n \r\nEssas são cinco das mais cantadas músicas em alguns dos bailes funks espalhados pelo Rio. A primeira delas ouvi da boca de um garoto de 6 anos, filho de uma amiga minha. Na hora me veio à cabeça: “será que meu filho cantará proibidão??? Em seguida, meu semblante se tornou mais triste. Fui para casa e confesso que minha noite foi uma das piores. Se eu fosse de beber, beberia muito. Se eu fosse de me drogar, me drogaria muito, pra tentar esquecer. \r\n \r\nIsto me fez relembrar um fato que aconteceu, não faz muito tempo, quando indo pedir à bênção a minha avó, vejo minha prima dançando e cantando a montagem “Catuca” (a música tem um trecho assim: “Então catuca, catuca, catuca lá no fundo, no fundo, no fundo do buraco”). E ainda tem gente que acha bonitinho!! E aí, de quem é a culpa? Da mãe que deixa a filha dançar e ainda acha bonitinho? Do baile funk, que é em frente da casa dela? Do autor da música? De quem é culpa?? Na hora me deu uma revolta muito grande e mandei ela parar e conversei com minha tia!\r\n \r\nMesmo sabendo que existem várias modalidades de funk, cada vez mais o “proibidão” é destacado pela mídia. E muitas pessoas cantam com uma vontade, que só estando no baile para ver como é. Elas se sentem bem, têm um enorme prazer em dançar e cantar estas musicas.\r\n \r\nIsso me faz lembrar do tempo em que eu ia a baile funk e que o tipo de música que rolava era outro. Eram raps falando das comunidades, casos amorosos, etc. A dança era menos sensual. Os passinhos complicados eram a sensação do baile. Que pena esta juventude não ter vivenciado aquela época!! Fora o corredor (local onde rolava as brigas), era muito bom!\r\n \r\n\r\n** Anderson Sá, o Ando, é vocalista da Banda AfroReggae e presidente do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR)\r\n** Atualização da Seção Colunistas: Christine Keller\r\n*** Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Volta do Conexões', 'Quando resolvi colocar o termo (RE) no release na frente da "volta do Conexões", do Complexo do Alemão (*1) (na última sexta-feira), algumas pessoas me perguntaram se era uma revolta da nossa parte pelo interrupção do projeto. Na verdade, se o projeto parar de novo ou se ele não continuar mais por algum motivo, NÓS - do Afro Reggae, da Prefeitura, da CUFA, da Big Mix, os fornecedores (palco, som, luz, etc), todos os artistas que passaram pelo evento mais as comunidades - já cumprimos um grande ciclo na história dessa cidade.\r\n\r\nForam 25 edições de um circuito itinerante pelas chamadas áreas de perigo (se o Bush fosse o presidente do Brasil, talvez chamaria de eixo do mal), mas onde sempre fomos muito bem recebidos, o sorriso sempre foi o preço do ingresso e nunca teve nenhuma confusão por parte do público. Briga?\r\nPorrada? Nunca! Nunca! Nunca! Voltar no Complexo do Alemão é sempre muito bom! Foi lá que iniciamos a nossa parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, foi lá que ficamos amigos da Ana Maria Maia. Uma pessoa indescritível e inenarrável. Esse (*2) e-mail não é um relatório e nem um artigo, mas eu queria registrar o quanto tudo foi tão especial! MV Bill fez pra mim o melhor show dele de todos os Conexões, O Rappa não queria sair mais do palco. Marlboro, como sempre, demonstrou a sua força fenomenal, seja na favela ou na zona sul.\r\n\r\nSempre tenho grandes expectativas em cada Conexões, mas nesse tinha duas questões que eu vinha martelando na minha cabeça. A primeira foi o convite para o Luciano Huck apresentar o evento. Teve gente me perguntando se eu não tinha medo que ele fosse vaiado ou hostilizado. O que posso dizer é que ele é adorado pelas pessoas que lá estiveram das 16:00 às 04 da manhã. Essa é a proposta: juntos integrar, conectar. A ida dele causou uma grande comoção por parte da platéia que não era só formada de pessoas que moravam no Complexo do Alemão.\r\nA cada entrada dele para chamar os artistas da noite (foram 5 aparições) era uma uma gritaria ensurdecedora. Posso dizer que o Luciano se sentiu completamente em casa. Já esta até planejando a sua próxima participação. Teve uma outra figura que me perguntou depois do evento se o Bill tinha tratado bem o Luciano por causa do problema do Skol Hip Hop Manifesta. Pra quem não sabe, o Bill e o Celso são lordes, cavalheiros educadíssimos, além de também serem anfitriões da festa. Nunca vi os dois destratando ninguém. São pessoas que tem uma\r\nideologia própria e ponto final. Posso dizer que quando estávamos juntos a conversa era regada de discussões sérias e sorrisos.\r\n\r\nAquela noite era mais especial do que tudo, pois tinha a verdadeira volta ou, dessa a vez, a verdadeira revolta. No dia 1º de maio de 2003, Anderson Francisco dos Santos Sá, o Ando, sofreu um grave acidente na Praia do Diabo. O diagnóstico era o pior possível: ficar tetraplégico ou paraplégico, voltar a andar dentro de 18 meses (que já seria um avanço), etc. A volta aos palcos nem era cogitada. Na noite do dia 30 de janeiro de 2004, nas duas últimas músicas do AfroReggae, esse cara invade o palco e faz as duas músicas mais pancadas do repertório: Tô Bolado e Capa de Revista. Antes dele entrar, rolou um grito meio estampido saindo dos alto falantes do som: É A VOLTA !!!!!!! Nós havíamos planejado que o retorno dele seria no Carnigie Hall, em Nova York, no dia 14 de abril, mas o destino mais uma vez não quis. Naquela noite algumas pessoas foram fundamentais na volta dele. Por isso, entrar naquele palco no Complexo do Alemão era um misto de homenagem e gratidão por tudo que foi feito em prol da sua recuperação. Poucas pessoas sabem, mas o Hermano Vianna, o Dr. Paulo Niemeyer, Luis Roberto Ferreira, da Rede Globo, Ana Maria Maia, Luciano Huck, Silvia Ramos, Numa e o Nanko do Ibiss se juntaram na primeira hora do choro e das lagrimas. Naturalmente, depois que a noticia vazou, o exército do bem ficou sabendo e entrou no campo de batalha junto com a gente. Esse cara é um privilegiado, um iluminado. Se o Diabo achou que ia se dar bem na praia que tem o seu nome, esqueceu que Deus rege todos os oceanos. A força dos cavaleiros de luz mais uma vez prevaleceu. É óbvio que na festa dos 11 Anos do Afro Reggae ele vai cantar, é óbvio que a partir de agora ele vai voltar ocupar o seu posto de comandante. Anderson simboliza o Afro Reggae dentro da sua essência. Pra ele, tenho um recado: As suas férias de 274 dias chegaram ao fim!\r\n\r\nSem querer sem injusto, agradeço em nome do GCAR as doações feitas por:\r\n- André Midani\r\n- Cacá Diegues\r\n- Cezar Marques\r\n- Cidade Negra\r\n- Chico Junior\r\n- Cleia Silveira\r\n- Denise Dora\r\n- Dudu Marote\r\n- Elizabeth Leeds\r\n- Flora Gil\r\n- Gabriel O Pensador\r\n- Isabella Nunes\r\n- Leninha\r\n- Leonardo (Fundação Gol de Letra)\r\n- Lorenzo Zanetti\r\n- Luke\r\n- Matt Mochary\r\n- Paul Heritage\r\n- Rosana Heringer\r\n- Wendell Leite\r\n\r\nE tantos outros que contribuíram com dinheiro, trabalho e orações\r\n  \r\nJunior\r\n\r\n*1 Esta edição do Conexões Urbanas aconteceu no dia 30 de janeiro de 2004, no Campo do Sargento, Canitá, Rio de Janeiro - RJ.\r\n\r\n*2 Email enviado por José Junior após o Conexões.\r\n\r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller\r\n\r\n \r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Que pena!', 'Durante aquele período tradicional de recesso entre o Natal e o Reveillon, por mais que você tente fazer alguma coisa, fica difícil devido à escassez de programação. Ultimamente até tem melhorado. Nos últimos dois anos, fomos contratados pela Divina Comédia e pela Prefeitura do Rio para tocar num dos palcos e fazer uma produção na recepção da galera que chegava à Praia de Copacabana. Estava tudo certo pra emplacarmos o terceiro ano. Mas acabou não acontecendo. Nós já estávamos com a equipe definida e o time escalado pra entrar em ação. Foi um balde de água fria, mas são coisas que acontecem no meio da produção de eventos.\r\n\r\nPor outro lado, foi bom (pelo menos pra mim), porque consegui rascunhar umas letras para o novo CD da banda AfroReggae e pesquisei muita coisa na área da música. Descobri uns grupos bem bacanas, que eu nunca tinha ouvido falar, e não vou revelar agora, mas tudo bem. No meio dessa pausa, aproveitei pra levar uma das minhas filhas no parque Terra Encantada, na Barra. Eu só tinha ido uma única vez em 1998, quando o Nanko van Buurren (do IBISS) resolveu dar de presente pra todas as pessoas do Afro Reggae que foram para um tour na Europa.\r\n\r\nNaquela época, o Terra Encantada vivia lotado, tudo funcionando e uma fila enorme para cada brinquedo. Rolava até um papo de expansão. Além dos brinquedos tinha gente de circo, teatro e dança intervindo o tempo todo pelas esquinas do parque. Cinco anos depois eu deparo com um parque abandonado, sem ninguém, quase todas as lojas fechadas, banheiros sujos, brinquedos em condição precária, alguns até com o estofamento rasgado. Fiquei deprimido, pois depois que fecharam o Tívoli, o Terra Encantada era o único grande parque que tinha restado (mesmo os dois sendo de épocas diferentes).\r\n\r\nAlém do mais, a impressão que tive era que eu, a minha esposa e a minha filha éramos os únicos que morávamos na cidade, pois os (poucos) demais eram nitidamente de fora do Rio. Não me contive e passei a puxar papo com os funcionários pra saber se iriam reformar os brinquedos e também sobre futuros investimentos. Pelo que eles me falaram, o máximo que pode acontecer é uma manutenção e uma maquiagem ali e acolá, nada mais. Não posso negar que saí daquele parque com uma certa tristeza. \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Esse tal de Viva Rio', 'Eu acompanho esses caras desde 1993. Vi esse baby nascer grande e robusto. Devido a minha proximidade, convivi com muitos rostos, projetos, caminhadas e “pagação de mico” (naturalmente eu do lado deles). Agora, não tem como negar que muita coisa aconteceu nessa cidade por causa desses caras e coroas. Do time dos coroas, lembro-me quando o Betinho era uma espécie de porta-voz do chamado Movimento Viva Rio. Os primeiros craques dessa seleção que me trouxeram pra perto deles foram o Zuenir e o Manoel Ribeiro, depois é que eu conheci o titio*.\r\n\r\nRecentemente passei a conviver com outro coroa, o Dr Jairo Coutinho (coordenador do Espaço Criança Esperança, no Morro do Cantagalo). De todos (pra mim) ele é o mais vaselina e político (nesse caso, trata-se de um elogio). Da parte dos “caras” tem uma nova geração buscando ocupar o seu espaço. Sinto que eles estão a fim de tomar o poder dentro da entidade. Alô titio, abre o olho! Temos no centro o produtor-astrólogo André Porto, que promove eventos de porte internacional na parte inter-religiosa. Do lado direito, um gringo-doido-maravilhoso conhecido como Skywalker (esse apelido é por causa do seu primeiro nome: Luke). Na extrema esquerda, Def Yuri – o ser mais revoltado e genial que a Zona Norte já produziu. E acima do bem e do mal, o herdeiro do titio, “o sobrinho” Pedro Strozenberg (segundo as fofocas da casa nova na Rua do Russel, o apelido dele é Rubem Junior – que inveja!).\r\n\r\nEles também têm a desertora do Afro Reggae, Mônica Cavalcanti, que joga em todos os lados, mas já perdoamos. Moral, tem muita gente boa. Bem, a vida continua, e as comemorações dos 10 Anos do Viva Rio foram um tremendo sucesso. De presente os cariocas descobriram um novo espaço na cidade, o Parque Lucio Costa. Tomara que um dia muitas coisas desenvolvidas pelo Viva Rio façam parte do passado. Eles já fazem parte da minha e da nossa história, por isso, EU TAMBÉM SOU VIVA RIO!\r\n\r\n* Rubem César \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'É ou não é', 'Como é bom vir a Brasília e ver gente que se parece com a gente no poder.\r\nMas, em compensação, você continua cruzando com os barões das grandes oligarquias.\r\n\r\nComo é bom vir a Brasília e ver dentro do Ministério da Cultura quase todos os caras do primeiro escalão de brincos, com os cabelos desarrumados e falando o mesmo idioma que a gente.\r\nMas, infelizmente, ainda existem outros setores ministeriais que permanecem com aqueles assessores burocratas que continuam emanando vírus pelos corredores.\r\n\r\nComo é bom vir a Brasília e ver que hoje tem gente se conectando entre as classes diferentes (ainda é pouco, mas já é um começo).\r\nMas, em compensação, o apartheid social entre o Plano Piloto e as Cidades Satélites não pára de crescer.\r\n\r\nComo é bom trabalhar com pessoas aguerridas e empreendedoras como a galera do Grupo Atitude, da Ceilândia.\r\nMas, infelizmente, numa região onde tem 400 mil moradores não existe um cinema, teatro ou qualquer recinto de lazer.\r\n\r\nComo é bom ver o DJ Marlboro vir a Brasília e colocar um montão de engravatados pra dançar numa galeria de arte.\r\nMas, infelizmente, parte deles são os primeiros a falar mal do funk.\r\n\r\nÉ muito bom passar a tarde do lado da Mila Petrilo, ouvindo histórias da fotógrafa que possui mais de 300 mil imagens de projetos sociais espalhados pelo Brasil e ver que temos muito que avançar e muito o que aprender.\r\nMas, infelizmente, falta uma empresa que banque uma exposição itinerante para mostrar a cara desse novo/velho Brasil.\r\n\r\nJá estou contando as horas pra voltar a Brasília, pois no dia 18 de dezembro estarei junto com a banda AfroReggae na Ceilândia e no dia 19, no Palácio do Planalto com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.\r\nNa expectativa !!!! \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'Liga da Canela Preta', ' Ultimamente tenho baixado direto em Porto Alegre. Ora pra participar dos programas de TV e rádio, ora pra shows e palestras. Agora, com o lançamento do livro Da Favela para o Mundo, fui participar da Feira do Livro (maior feira do gênero ao ar livre da América Latina). \r\n\r\nEssas constantes idas para o Sul têm um responsável, o produtor da banda AfroReggae, o gaúcho grextremista, André Cozta (isso mesmo, ele assina com “Z”). Por mais que ele negue, é um tremendo saudosista da sua terra, por isso, sempre inventa ou encaixa alguma coisa por lá. Adorar chamar os seus conterrâneos de provincianos, mas o seu coração tricolor não pára de palpitar todas as vezes que falamos do Rio Grande.\r\n\r\nAproveitamos os sentimentos e emoções do nosso “afro-tchê” e passamos a ampliar a nossa rede de contatos com pessoas, instituições e aliados de peso. Essa nova experiência de intercâmbios tecnológicos sociais vem gerando um caldeirão de possibilidades que, em breve, as distâncias territoriais não serão mais problema. \r\n\r\nAlgumas comunidades como a Restinga, Vila Cruzeiro, Morro da Cruz e Matias Velho, em Canoas, estão sempre no nosso roteiro. O Projeto Canta Brasil é uma das nossas referências locais. O coordenador desse projeto, o jovem empreendedor Rubielson Medeiros, faz parte de uma nova safra de Gente Que Faz, e faz bem feito! Regido por uma coragem e determinação, esse garoto vem “metendo umas broncas” das mais respeitáveis possíveis. Sem nenhuma experiência, ele produziu um evento para 20 mil pessoas em Canoas, numa espécie de “Conexões Gaudério”.\r\n\r\nO Sul também está de parabéns por ter criado um mercado próprio para as suas bandas e ter rádios bem democráticas na sua diversidade, como a Ipanema FM. Em cada rádio do Brasil deveria ter um cara como o Edu Santos (diretor de programação). Acho que pelo menos teríamos o direito de ouvir as músicas que quiséssemos. O que é interessante nesse mercado interno é que você encontra com o Mano Changes (cantor do Comunidade Ninjtsu) na rua e o cara é completamente assediado. Por aqui (no Rio e em SP), a coisa é bastante diferente, pois tudo que é gerado vira produto nacional.\r\n\r\nOutras bandas como a Chimaruts, Bataclã FC e o Ultramen chegam na correria pra romper esse feudo do eixo Salvador - Belo Horizonte - Rio - SP. Um outro caso atípico que surfa nessa onda sulista é a banda Canamaré, de Niterói, que tem uma agenda de shows lotada e toca nas rádios. Já por aqui, os caras são conceituados, mas não são tão conhecidos.\r\n\r\nAlguns mitos, de que não existem negros por lá, a cada dia vêm sendo derrubados. A RBS (retransmissora da Rede Globo no Sul) fez uma jogada de mestre. Contratou o ex-apresentador do Programa Hip Hop Sul, da TVE, e colocou o cara pra fazer as principais matérias ligadas à cultura negra e de comunidades.\r\n\r\nManoel Soares, 23 anos, negro e baiano, é outro que em breve vai ocupar o que é seu por direito. Dono de um talento vulcânico, tem ainda como sua arma o carisma e a consciência política pra fazer história. Tive a oportunidade de ser entrevistado por ele para o Jornal do Almoço (equivale ao nosso RJ TV), mas com uma grande diferença. Todo mundo pára pra ver, é algo quase que religioso. Fiquei impressionado com a maneira como ele conduzia. Não só a entrevista, como a equipe inteira. É do tipo que, se investirem nele, vai bombar! Ah, se bomba! \r\n\r\nComo ele foge dos padrões locais, sabe jogar muito bem com isso. Manoel é tão figura que há uns cinco anos atrás, aproveitando a sua experiência como locutor, foi fazer um teste num programa de rádio nativista (estilo gauchês) e acabou desbancando todos os concorrentes que eram gaúchos. Ele conseguia reproduzir o sotaque de maneira semelhante; está aí mais um talento de Manoel, o de ator.\r\n\r\nDepois da entrevista, fomos jantar num restaurante típico junto com o Rubielson e o DJ Everton. O André nos abandonou pra matar saudades. De quem e do que, eu não sei, mas ele estava comemorando os bons resultados dessa nossa estada em Porto Alegre. Papo vem, papo vai, soube que o time da negrada no Sul é o Internacional. Fiquei com aquilo na cabeça e comecei a sondar o porquê. Segundo a minha fonte, que não é colorada, até os anos 30 havia a liga oficial branca do Rio Grande do Sul e a dos negros era a denominada Liga da Canela Preta. \r\n\r\nDurante a década de 20, o Inter e o Grêmio chegaram a ter alguns mulatos em seus times (os de pele mais clara). Oficialmente o Inter foi o primeiro a admitir a entrada de negros no seu time de futebol. O Grêmio admitiu o primeiro só em 1952, o jogador Tesourinha. Às vezes, rolava um jogo entre a seleção dos clubes brancos e a seleção da Liga da Canela Preta. Segundo a minha fonte, até 1927 nem mulatos claros eram admitidos na dupla Gre-Nal. Vamos ver o que o André vai programar no ano que vem.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'Do mundo pra favela', 'Depois de setenta dias de ausência, eis que estou eu de volta. Gostaria de me justificar pelo sumiço. Tenho viajado muito para lançar e divulgar o livro Da Favela Para o Mundo. Nas próximas colunas, falarei um pouco do que tenho visto e de certas impressões que passei a ter. Tem rolado de dormir num lugar e acordar em outro.\r\n\r\nTenho vivido algumas experiências novas como a de ser chamado de “autor” e de “escritor”. Que doideira! Pra falar a verdade, não me preparei para tal. Dar autógrafo já rolava desde de 2001, quando lançamos o CD, mas escrever dizeres permanentes para pessoas numa fila é algo que me deixa com uma certa expectativa. Algumas pessoas me deram umas dicas do tipo: “escreve uma coisa padrão”. Mas, eu sempre fico naquela pilha: Imagina se duas pessoas que se conhecem abrirem seus livros e descobrirem que escrevi a mesma coisa pra elas?\r\n\r\nTodas as vezes que tenho que autografar um livro, penso em Chico Xavier. Aquela expressão dele, com a mão na testa, de óculos escuros, psicografando; sempre vem como um start inspirador. Tem hora que saio escrevendo um monte de coisas. Olho pra pessoa e sinto vontade de passar pra ela. Quando alguém me pede pra escrever para uma outra pessoa que não esta ali é a mesma coisa que dar um presente. Aí olho pra ela e tento identificar esse indivíduo. Tudo isso eu uso como elementos pra fugir da mesmice de um texto padrão ou pra fazer o tempo passar logo e tornar aquelas sessões prazerosas.\r\n\r\nMeu companheiro de cabeceira é o Memórias da Segunda Guerra Mundial, de Winston Churchill. Pelo tamanho desse livro (1.193 páginas), acredito que termine lá pra março (ainda estou na página 372). Acho que fecharei todos os lançamentos do Da Favela Para o Mundo com o Churchill do meu lado. Até o momento, ele já esteve comigo em São Paulo umas três vezes, Salvador duas, Belo Horizonte, Porto Alegre, Natal e Araraquara. Eu me arrependo de não ter lido esse livro antes, mas como nada acontece por acaso, vamos ver. Na próxima semana estaremos juntos de novo.\r\n\r\nO trocadilho do nome do livro pro título desta coluna foi uma conversa com o meu parceiro Marcello Malcolm (ex-Marcello Red Bull). Ele andou fazendo umas previsões.Vamos ver se realmente vai rolar.\r\n\r\nNamastê\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (7, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Eu vi', 'Domingo, dia 3 de agosto, no mesmo horário do Fantástico, eu tive a honra de assistir ao polêmico documentário Falcão – meninos no tráfico ao lado de um dos seus diretores. Como todos os brasileiros, eu também fiquei ansioso pra saber qual era o resultado final daquelas quase duzentas horas de filmagem. Na minha cabeça, eu ficava me perguntando: o que será que o Bill e o Celso aprontaram dessa vez? Afinal, quem viu os clipes Traficando informação e Soldado do morro sabe do que essa dupla é capaz.\r\n\r\nMe senti ouvindo um CD proibidão ao lado de uma delegacia de polícia, já que havia um clima de suspense no ar. Em vez de tiros, mortes e ostentação de armas, o que se percebe de fato é a coragem de mostrar pela primeira vez o lado humano de alguns dos meninos que estão no tráfico de drogas. Quem quiser saber nomes de pessoas envolvidas com o crime, entender melhor as conexões e as rotas do tráfico ou pesquisar profundamente as facções do narcotráfico não deve assistir ao documentário, pois vai se sentir lesado pelo seu próprio desejo voraz. Agora se você quiser saber o que esses meninos e meninas pensam sobre a sociedade, quais são as perspectivas que eles visualizam para as suas vidas, aí tá valendo ficar atento à data da exibição.\r\n\r\nCelso e Bill demonstram suas verdadeiras personalidades e desmascaram a si próprios com os seus sentimentos, pois somente quem os conhece intimamente sabe o quanto eles sofrem com o dia-a-dia desses meninos-soldados. Uma coisa são os dois agindo como artistas-ativistas em cima de um palco, em entrevistas e com os seus clipes; e outra quando agem como cidadãos e chefes de família. Vocês já viram a relação deles com os seus parentes? Ou dentro de um educandário de menores, o quanto a obra deles sensibiliza os jovens com a liberdade privada? \r\n\r\nSei o que os motivou a cancelar a exibição do documentário na Rede Globo – e no lugar deles teria feito o mesmo. É nessas horas que sabemos quem é parceiro de verdade e, na boa, a Globo tem demonstrado isso desde o Jornal Nacional de quinta-feira do dia 31 de julho. Só o fato de ter respeitado a decisão deles, sem expô-los, foi de uma ética fora do comum.\r\n\r\nConcordo com a reclusão momentânea e estratégica (não marqueteira) a que eles se propuseram. Sei o que estão sentindo e – embora possa estar enganado – asseguro que em momento algum percebi o sentimento de medo emanando de suas falas ou de seus olhares. Na hora certa, junto com outras pessoas, estarei na arquibancada torcendo para que eles exibam o documentário na íntegra e sem cortes (como disse o Bial no Fantástico do dia 3 de agosto), mas somente os dois saberão qual será esse momento. O show da vida é permitir que esses garotos sobrevivam a esse genocídio que impera nas comunidades de baixa renda há décadas.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (8, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'Lugar de criança é na rua', 'De um tempo pra cá resolvi cair na estrada pra ver experiências culturais, sociais e na área de educação fora dos circuitos tradicionais. Numa dessas viagens desembarquei na cidade de Curvelo, em Minas Gerais, pra conhecer o trabalho desenvolvido pelo Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD). A minha ida a Curvelo começou a ser desenhada em dezembro de 2001, quando estive num encontro organizado pela CARE Brasil, em São Paulo. \r\n\r\nDurante o evento, uma das falas que mais me impactaram foi a de um mineiro de jeito exótico que falava com uma legitimidade profunda daquilo que ele dominava. O nome dele era Tião Rocha (segundo ele, Sebastião é o seu apelido). Além de antropólogo por formação e educador por opção, Tião é um grande contador de histórias. Você fica ali hipnotizado, horas ouvindo e, para os mais criativos, vendo as suas experiências pessoais pelo Brasil. Com frases de efeito como: “Lugar de criança é nas ruas – e nas escolas, igrejas, clubes. Tirar as crianças da rua é grande equívoco.”\r\n\r\nO nosso reencontro aconteceu um ano e sete meses depois. Eu, com o filme queimadaço pelos inúmeros agendamentos seguidos de cancelamentos, quase virei mais uma história que poderia ser narrada pelo Tião. Não vou ficar aqui falando dos inúmeros projetos sociais desenvolvidos pelo CPCD. Quem quiser saber mais, é só acessar o site www.cpcd.org.br . \r\n\r\nDas inúmeras histórias desse mestre do saber e do fazer, teve uma que ele me contou que bateu lá dentro. Foi sobre a maior favela fluvial do mundo, que fica na cidade de Laranjal do Jari. São setenta mil pessoas morando em palafitas (ele usou um termo chamado sociedade anfíbia). Essa cidade fica entre os estados do Amapá e do Pará, dentro da região Amazônica. Tião foi convidado pela Fundação Orsa pra desenvolver um projeto de educação para essa comunidade.\r\n\r\nDurante dois anos, ele ficava se dividindo entre Minas e o Jari (nome da favela). Como boa parte dos lugares, lá também existem gangues e os seus rígidos códigos. Eles têm um esporte, que pelo que eu entendi, é uma fusão de esgrima com arena romana, onde utilizam um faca grande e longa chamada terçado. Muitas vezes o derrotado acaba morto. \r\n\r\nTudo começou quando um americano visionário (não sei se para o bem ou para o mau), resolveu criar uma fábrica de celulose no meio da Floresta Amazônica (na época da ditadura). Foi construída uma colônia na região para abrigar americanos e brasileiros que iriam trabalhar na fábrica. Só que a procura como sempre no quesito trabalho é maior do que a oferta, os que não conseguiram alocar-se acabaram na favela. De novo a mesma história?! Essa é uma das experiências narradas pelo Tião.\r\n\r\nNos dias 19 e 20 será a vez de Tião vir para o Rio conhecer o nosso trabalho (e naturalmente contar outras histórias) e discutirmos algumas metodologias como a da roda: todos jogam pra dentro tudo aquilo que acham, sentem e discutem de igual pra igual entre coordenadores, educadores e os jovens. Todas as vezes que o grupo ou uma pessoa (seja quem for) enxerga um problema, é convocada uma roda. Já entramos em contagem regressiva!\r\n\r\n \r\n\r\nO Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento - CPCD é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1984, em Belo Horizonte/MG, com a seguinte missão: promover educação popular e o desenvolvimento comunitário a partir da cultura, tomada como matéria-prima de ação institucional e pedagógica. Para cumprir esta missão, o CPCD vem desenvolvendo projetos que já se tornaram referência de qualidade, exemplo de desenvolvimento sustentado e alternativa eficaz na implementação de políticas públicas e sociais. \r\n\r\nIniciados em Curvelo, vários projetos do CPCD foram implantados em outras regiões de Minas Gerais (Vale do São Francisco e Vale do Jequitinhonha, Baixo São Francisco e Vale do Rio Doce), disseminados para outros estados (Espírito Santo, Bahia e Maranhão) e países (Moçambique e Guiné Bissau). A razão do êxito das ações do CPCD está apoiada no trinômio: 1) metodologia inovadora 2) formação de educadores 3) participação comunitária. \r\n\r\nMetodologia: A convicção de que "educação é algo que só ocorre no plural" e que "desenvolvimento é geração de oportunidades" forneceu a base para formulação das ações metodológicas dos nossos projetos - a pedagogia da roda, a pedagogia do brinquedo e a pedagogia do sabão: - busca sistemática de formas criativas e inovadoras de educação e de desenvolvimento sustentado; - utilização dos saberes e fazeres culturais dos participantes como matéria-prima de nossas ações pedagógicas; - diálogo como princípio de pluralidade e gerador de novas práticas educativas e de desenvolvimento. \r\n\r\nFormação: A certeza de que só a existência de educadores comprometidos e bem formados é condição essencial para o êxito de nossos projetos e levou o CPCD a investir seus esforços, energias e recursos na capacitação destes profissionais: provocadores de mudanças, criadores de oportunidades, construtores de cidadania e promotores de generosidade. \r\n\r\nParticipação: Criança, adolescente, adulto - homens e mulheres - participantes, não como meros beneficiários ou objetos de nosso interesse, mas sujeitos e parceiros de todos os processos e etapas dos projetos, possibilitaram o enraizamento das propostas, a apropriação de novos conhecimentos, a geração de novas tecnologias e a formulação de indicadores de qualidade. O resultado desta soma (missão + metodologia + formação + participação) são os nossos projetos sociais: Agentes Comunitários de Educação, Agentes Comunitários de Saúde, Bornal de Jogos, Fabriquetas, Polícia Solidária, Sementinha e Ser Criança.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (9, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'CV invade Roma e detona geral', 'Alguém acredita em promessa de político? Geralmente esse termo é utilizado pra difamar ou mesmo zombar de alguém (às vezes o próprio) que tenha dito algo que não vai acontecer. Hoje posso falar que conheci um político que cumpre tudo o que promete. Pelo menos tudo que me prometeu, ele cumpriu. O nome da figura é Walter Veltroni. Bem, quem nunca leu essa coluna anteriormente deve ficar pensando: Quem?????? Walter (para os íntimos) ou Veltroni (que é a mesma pessoa) é Prefeito de Roma. Estive com ele no início do ano passado numa visita ao extinto Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, junto com uma comitiva guiada pela Embaixada da Itália.\r\n \r\nWalter foi recomendado pelo Itamaraty para não ir nos visitar, pois o local era de grande intensidade de tensão e violência. Como ele insistiu, o Itamaraty sugeriu que Walter entrasse acompanhado por um efetivo da Policia Federal. Sabendo que tal fato poderia gerar desconforto aos moradores da comunidade, ele preferiu dispensar tal cortesia. O Itamaraty deixou claro que não iria se responsabilizar, caso lhe acontecesse alguma coisa. Duas pessoas batalharam por essa visita ao Afro Reggae: Enza Bosetti, da Cooperação Internacional da Embaixada da Itália, e Cecília de Moraes, da Comunicação Social da SMDS da Prefeitura do Rio.\r\n \r\nEsse ex-militante da Federazione Giovanile Comunista Italiana deve ter se sentido movido por um misto de desafio e curiosidade e resolveu bancar a sua ida mesmo com toda a recomendação do governo brasileiro. Nesse dia fizemos algumas apresentações dos nossos SubGrupos e encerramos com uma apresentação da banda AfroReggae. Durante o calor da emoção e do sol forte que estava fazendo naquela tarde do verão carioca (era o mês de janeiro), ele nos convidou para uma apresentação em Roma. Como já vivemos aquela situação inúmeras vezes diante de pessoas emocionadas com as nossas apresentações dentro e fora da favela, criamos até uma estatística que em 95% desses convites nada rola. Demos um sorriso pro Walter e falamos que tudo bem. \r\n \r\nCom o passar dos meses, a Enza iniciou uma série de telefonemas constantes dizendo que o convite feito era oficial e que estava tudo certo. Em julho do ano passado desembarcamos em Roma, fizemos dois shows e tivemos uma extensa programação cultural pelos principais pontos turísticos da cidade. Fomos recebidos por Walter no seu gabinete com toda a pompa e amizade. Ficou claro que aquela pessoa realmente tinha ficado impressionado com a calorenta apresentação em Vigário Geral. Mais uma vez ele nos convidou pra voltar no ano seguinte a sua cidade, dessa vez num show do CV – Caetano Veloso. Não é que o cara cumpriu de novo???!!!\r\n \r\nNa terça-feira passada estávamos nós embarcando no vôo da Air France pra Roma, com conexão em Paris. Deixa eu fazer um comercial dessa companhia aérea. É a melhor que eu já viajei. Cada poltrona tinha um monitor com filmes, documentários, jogos, mapa geográfico – onde dá pra acompanhar tudo sobre o vôo, além de uma comida maravilhosa. Olha que nós fomos de classe econômica. Fiquei impressionado com o tratamento que foi dado a todas as pessoas que estavam a bordo.\r\n \r\nAo chegarmos em Roma não deu tempo nem de passar no hotel pra tomar um banho. Fomos de “mala e cansaço” para um estúdio de ensaio. Havíamos feito uma releitura das músicas Haiti e Luz de Tieta pra tocar com o CV, pois nunca tínhamos feito essas músicas juntos. CV chegou no final da montagem e microfonação dos instrumentos, todos (nós e ele) estávamos no bagaço, mas a entrada dele deu uma energizada naqueles corpos surrados de 14 horas de viagem + 2 de espera no aeroporto em Roma pelo sumiço de um instrumento + 2,5 entre aeroporto e montagem. Sabe quando tem tudo pro negócio dar errado, mas acaba dando certo? Foi isso que aconteceu! Além do nosso cansaço, ainda tínhamos um CV ansioso pra reencontrar os filhos e o General (como nós chamamos carinhosamente a Paula). Então, tempo era uma coisa que nós não tínhamos.\r\n \r\nAntes mesmo de ouvir a versão que fizemos, ele já entrou colocando voz e parabenizando, dizendo: “Tá bom demais. Vocês estão cada vez melhor”. O Ensaio com ele não durou quinze minutos. No dia seguinte fomos ao Gabinete do Walter, o sindaco, e mais uma vez com todo o cerimonial. Nos nossos encontros não rolam formalidades e sempre batemos papos muito agradáveis. Conversamos sobre o Rio e também sobre os problemas sociais na África e na América Latina. Walter não escondia a sua alegria pela nossa presença e do CV na cidade, mas o que o deixava radiante naquele dia era a cirurgia de uma menina que ele conheceu (se não me engano na Libéria) que necessitava fazer uma reconstrução facial. A cirurgia havia terminado naquele momento com muito sucesso. Toda a despesa foi custeada pela Prefeitura de Roma.\r\n \r\nDurante a nossa conversa ele me falou de um projeto que esta idealizando junto com o nosso Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Eles estão articulando uma série de shows de artistas brasileiros em Roma no próximo ano. Além dos consagrados deverão participar também artistas novos. A idéia é divulgar e promover a música brasileira pela região. Depois participamos de algumas entrevistas e no meio da tarde fomos passar o som debaixo do sol digno do “agreste”. Não rolava uma brisa. Nada! Até às 20h30 a pancada era forte. Ao retornarmos para o palco (umas 21h) nos deparamos com uma Piazza del Popolo lotada (essa é a maior praça da cidade) e atenta às imagens do telão. O povo da praça estava assistindo ao documentário Rio Meu Amor. Quando bati o olho no telão pela primeira vez, olhei pra mim mesmo, pois era um depoimento meu. Nada mais bacana do que antes do nosso show as pessoas assistirem a um filme que mostrou o trabalho que desenvolvemos.\r\n \r\nNo final da exibição o público aplaudiu e vibrou bastante. Quando subimos ao palco pra agradecer publicamente aos produtores do documentário, a platéia veio ao delírio. Entramos ao lado do Walter que preferiu ficar meio escondido. Pensei que ele estava receoso de receber uma vaia ou algum ONIVP - Objeto Não Identificado Vindo do Público. Fiz questão de convidar o nosso parceiro William Cerritelli (ele foi o responsável pela nossa turnê na Itália em 1999) pra traduzir a minha fala. O que era pra durar uns 30 segundos demorou alguns minutos. Quando falei da relação de parceria com a Prefeitura e citei o nome do Walter, a galera começou a gritar o nome dele. Aí é que eu não entendi nada, pois as pessoas demonstravam um grande carinho pelo Prefeito de Roma. Porque ele não quis falar então? Na primeira vez que dei o microfone na mão dele, Walter deu uma titubeada, não quis falar, mas com a minha insistência, e o coro de pessoas gritando o nome dele, aí o cara deu um show. Walter acabou aquecendo as cem mil pessoas presentes para o show do AfroReggae.\r\n \r\nAs músicas que mais mostram as cenas de impacto social foram as que mais entusiasmaram o público. Na verdade, a platéia não parava de emanar energia pra gente. Senti muito a falta do Anderson naquele momento, pois o show estava como ele gosta: palco espaçoso e casa cheia, mas o substituto dele, Dinho, mandou bem, mostrou personalidade (alô Suely Mesquita, o moleque tá ficando bom!). Saímos ovacionados e o público querendo mais. Na descida do palco encontramos o Marcelo Castello Branco, da nossa gravadora, e o casal Garotinho.\r\n \r\nTivemos uma conversa com a Governadora e com o Secretário de Segurança que considerei extremamente positiva e agradável. Para nosso primeiro papo, Garotinho foi extremamente informal e simpático. A descontração ocorrida também acabou acontecendo porque os dois estavam ali, desnudos de seguranças e como cidadãos comuns, no meio da galera de convidados. Também estavam presentes o Coronel Jorge da Silva, o Secretario Tito Riff e uma major que eu não sei o nome, que fez o maior sucesso entre os comentários masculinos. Infelizmente, não me lembro o nome dela, mas se rolar um próximo encontro com o Garotinho eu pergunto.\r\n \r\nQuando o CV entrou em cena foi o maior alvoroço. A equipe dele disse que por onde ele passa na Europa é aquela loucura digna a “febre do rock dos anos 60”. É bem interessante ver aquele coro de pessoas cantando as músicas do CV com sotaque. Na hora do bis a banda AfroReggae voltou quebrando tudo. CV foi de extrema generosidade conosco. Ele nos deu a maior evidência e moral possível. Na segunda descida do palco encontramos o Walter com a sua família. Ele havia assistido ao show no meio do público, estava super emocionado e com a cara de dever cumprido. Fiz questão de dizer pra ele que era um homem de palavra. Naquele momento, pela primeira vez, conversamos sem a presença de nenhum tradutor. Havia uma conexão tão forte, que ambos entendíamos tudo o que um dizia para o outro. Ao mesmo tempo em que moradores de Vigário Geral viviam o êxtase do sucesso conquistado em Roma, do outro lado do Atlântico, outros milhares de moradores da mesma comunidade viviam o seu momento de indignação pela absolvição dos nove policiais acusados na chacina de Vigário Geral. Dos 52 acusados pelo Ministério Público, somente dois estão presos. \r\n\r\n\r\nFoto: Sr. Walter Veltroni, prefeito de Roma / foto de Luciano del Castillo\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (10, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Voduns e batuques', 'Quando buscamos referências negras no Brasil, na mesma hora pensamos no samba do Rio, na black music paulistana, nas congadas de Minas Gerais, nos blocos afros e candomblé baiano e nos maracatus de Pernambuco. A capoeira, devido a sua onipresença, nem conta como vinda de um lugar específico (mesmo alguns afirmando que ela veio do Rio e outros jurando que ela é baiana). Nessa rota de celebridades, poucas vezes o Maranhão é citado ou sequer mencionado. No final de junho tive a oportunidade de conhecer a cidade de São Luís. Fui com o intuito de ver o que estava rolando por lá, que fosse além do reggae e dos bois.\r\n\r\nCheguei no auge das festas juninas, quando tem programação todos os dias da semana. Andar por aquelas ruas ao som de um tambor de criola, matracas, zabumbas e dos pandeirões, vendo aquela paisagem que mistura fachadas decoradas de azulejos centenários, é de um prazer inenarrável. São mais de 3,5 mil imóveis dos séculos 18 e 19 espalhados entre ruas de pedra, praças, becos e escadarias. Nós tivemos (eu e o Écio) bons aliados na construção da nossa agenda. Algumas pessoas como o Hermano Vianna, Amélia Cunha, José Marmo e a Zezé, do Centro de Cultura Negra, foram fundamentais, pois sem elas, corríamos o risco de virar “turistas de pacote”.\r\n \r\nO nosso primeiro compromisso oficial foi com o Nelson Brito, do Laboarte, que nos ensinou alguns fundamentos da cultura local. Ele nos apresentou a história de Dona Tetê do Cacuriá (oralmente e fisicamente) – um som que poderíamos comparar com o rap misturado com a embolada e umas pancadas de maracatu. Não é isso, mas é como se fosse. O Cacuriá é uma dança, uma ciranda, mas as coreografias são diferentes. As mulheres usam saias compridas, de retalhos, coloridíssimas, e cada participante tem um par. As músicas, cantadas por todos, tratam de temas prosaicos, quase sempre regionais, como a seca, os animais nordestinos e a vegetação do sertão. A letra e a coreografia são sincronizadas. É puro style!!!!! Dona Tetê foi a primeira de uma série de outras personalidades com mais de sessenta anos que vimos brilhando como astros e estrelas.\r\n \r\nNão estou me referindo as alas de velha guarda, eles são de verdade o sentido de tudo, são os protagonistas da festa. Nessa legião também tem Humberto, do Boi de Maracanã, Mestre Felipe, Mestre Leonardo, entre outros. Uma outra coisa que com o tempo você vai descobrindo é que boi é que nem rock ‘n roll, cada um tem um estilo próprio. Existem bois de matraca, orquestra, zabumba, baixada, costa de mão e alternativo. Essas vertentes são conhecidas como sotaques e cada um tem uma sonoridade diferente do outro.\r\n \r\nA “minha primeira aparição” para um boi aconteceu no Maracanã (periferia de São Luís), chegamos na hora de uma cerimônia profana, sendo que era celebrada por um padre de verdade – No enredo da história dos bois, a negra Catirina estava grávida e desejou comer a língua do boi mais bonito da fazenda do patrão (dono da fazenda). Com isso, Francisco (pai Francisco), seu marido, correu para atender o seu desejo e matou o boi. A partir daí se desenrola a “mitologia do boi” até chegar na ressuscitação do bicho. Os personagens sempre são os mesmos. O que eu posso dizer é que assistir o Boi de Maracanã dentro do seu terreiro é como assistir a verde-rosa no pé do Morro da Mangueira. A pancadas dos “pandeirões” e matracas cantadas por Humberto são algo que bate no peito.\r\n \r\nAssistimos nesse dia uma cena que pra reproduzir fica difícil, mas vou tentar. Os poderosos do estado estavam todos presentes. O Governador do Estado, José Reinaldo, a Senadora Roseana Sarney e os irmãos Murad. Todos querendo capitalizar o evento de Humberto. De cara, ficaram na maior saia justa, pois o velho cantador disse que todos os anos os políticos estavam ali e nada faziam pelo boi ou pela comunidade. Ricardo Murad (irmão do Jorge) tem um “cargo de frustrado”, uma espécie de “prefeito do governo do estado na capital” – vale ressaltar que os Sarney nunca conseguiram ganhar as eleições para a Prefeitura de São Luís democraticamente. O título correto do cargo dele é Gerente Metropolitano. Durante todos os festejos ele se transformou como o grande destaque do clã (pois declaradamente estava fazendo campanha para as eleições municipais do ano que vem). Todos pegaram o microfone, mas escorregaram, dizendo que eram aliados e parceiros de Humberto. Ele não se deu por satisfeito com todo aquele blá blá blá e deu a “foiçada final”:\r\n \r\n- Olha se vocês quiserem nos ajudar, nós estamos precisando construir um camarote pra agremiação e uma creche. Quero saber se vocês vão nos ajudar ou não?\r\nNessa hora o microfone passava de mão em mão e nada de resposta. Um meio que empurrando pro outro, até que o governador disse que estava tudo certo que eles iriam apoiar. Humberto, malandro de guerra meteu outro petardo, pedindo uma data exata. Aquela gente de sorriso amarelo foi se encolhendo até que o candidato Ricardo Murad disse em nome do governador que em dezembro desse ano tudo estaria pronto.\r\nPra minha surpresa mesmo depois de tudo isso, o povo não bateu palma e voltou a tocar. Achei aquele gesto do Humberto de uma dignidade tremenda, pois ele não colocou o galho dentro. A TV Mirante, de propriedade da família Sarney, estava presente, só não sei se aquelas preciosas palavras foram colocadas no ar.\r\n \r\nUma outra experiência muito interessante foi na favela Anjo da Guarda. Fomos levados por Dona Dondinha pra conhecer uma escola comunitária e acabamos passando por dois pontos onde tinham alguns traficantes de diambar (maconha). Um dos traficantes era conhecido como Seu Cláudio – visto como um protetor do local. Quando tem dificuldade financeira, a própria comunidade o ajuda com alimentos pra ele e para os seus filhos. No outro ponto (pra não dizer boca) assim que passamos nos pediram um real. Imagina os traficantes do Rio pedindo: aí irmão me arruma um dinheiro!!!! Aparentemente, nenhuma daquelas pessoas estavam armadas.\r\n \r\nDepois desse encontro partimos direto para o Centro de Cultura Negra. Conversamos sobre os projetos sociais que eles desenvolvem e sobre as favelas da região. Durante a nossa conversa percebemos que existe um desejo das gangues locais de criar uma espécie de diáspora do tráfico do Rio. Em São Luís como no Rio não existe uma favela mais violenta, pelo que conversamos com uma das coordenadoras de projetos, Carmem Belford, que deu um bom panorama da situação local. Segundo Carmem, as comunidades em que o CCN trabalha que têm mais problemas sociais são Coroado, Coroadinho, Liberdade, Vila dos Frades e Zé Bombom. Ao invés das facções, eles têm as gangues, que na sua grande maioria matam a facada, com vidro e a paulada. Armas de fogo também existem, mas são menos utilizada. A faixa etária dessa garotada é bem variada: de 14 à 23 anos. Dentro da mesma comunidade podem ter uma ou mais gangues, a maioria briga entre si e não permite que um jovem de uma determinada comunidade se relacione com pessoas de uma comunidade vista como rival. Uma das gangues que ela deu mais destaque, por causa da truculência, foi a KDM – Quebradores e Demolidores do Morro. O consumo maior das drogas é de diambar, crack e a merla. \r\n\r\nTivemos a honra de assistir e conversar com Pai Euclides de Talabyan, uma das maiores autoridades de Tambor de Mina em duas das suas casas, na Turquia e na Fanti-Ashanti. Ficamos surpresos com a atenção longa que ele nos concedeu e tentamos aproveitar ao máximo nesses dois encontros. Pai Euclides foi iniciado no tradicional Terreiro do Egito – fundando por Massinokou Alapong em dezembro de 1864. Falamos de vários assuntos como as perseguições das igrejas evangélicas aos terreiros de candomblé e umbanda nas favelas do Rio, do nosso trabalho social, do tambor de mina e de coisas que fomos ouvindo e aprendendo com o mestre. Dentre as inúmeras coisas que ele faz, todas têm muito destaque. Uma que é bem bacana é o ritual Baião de Princesas, realizado anualmente na Casa Fanti Ashanti, sempre nos dias 13 e 14 de dezembro. A festa, desde o princípio, se iniciava na manhã do dia 12 de dezembro e só era encerrado na tarde do dia 13, dia de Santa Luzia, quando começava então o toque de Tambor de Mina para o Rei dos Mestres. No Tambor de Mina apenas as mulheres dançam enfeitadas com saias coloridas, xales, leques, adornos, além de mantas de miçangas que são utilizadas quando elas incorporam. Elas também tocam castanholas. Os homens não costumam entrar em transe e quando recebem alguma entidade espiritual não dançam. Resumindo, Tambor de Mina é uma maneira genérica que a religião afro-brasileira recebeu no Maranhão.\r\nAproveitamos (sempre eu e o Écio) pra fazer uns contatos e articulações para o nosso trabalho social. Na terra do reggae, você não pode deixar de ir nas radiolas, mas também não pode deixar de conhecer o Professor Doutor em antropologia Carlos Benedito, quanta pompa não? Mas esse profissional do saber é conhecido como Carlão. É um negão enorme e tem dread locks. Sabe tudo e mais um pouco do ritmo predominante na ilha, o reggae. Nesse papo o que ficou claro é que a galera que curte reggae no Maranhão só quer saber de musica internacional, o mais puro do reggae roots (não comercial). Segundo Carlão e a galera da banda Guetos, o povo que vai pra radiola, que gosta de “dançar agarradinho”, não curte as bandas de reggae locais. \r\n \r\nConversamos também com os alternativos como o Ueberte, da banda Som do Mangue e o Lamartine, do Clã Nordestino. O clã (do bem) é um grupo de rap que mistura os sons locais como o boi. O som deles é bem pra frente. Numa loja de souvenir, conversando com um vendedor sobre a programação cultural da semana, ele percebendo que nós éramos do Rio, falou meio que sussurando que gostava de funk, mas que não assumia por causa do preconceito que as pessoas tinham. Até lá Judas?\r\n \r\nUm outro aspecto em São Luís que é fundamental é a maneira que nós visitantes somos tratados. Em quase todos os locais de referência têm guias e profissionais qualificados para ajudar. Ao chegar em locais como o Museu do Folclore e Arte Popular, Casa do Maranhão ou no Centro de Cultura Popular, a recepção é vip. Isso com qualquer pessoa, independente da maneira que esteja vestida. Outro ritual fundamental em São Luís é comer arroz de cuxá (feito com gengibre e temperos variados) com peixe. É uma maravilha!!!! Em junho do ano que vem eu volto, com certeza!!!!\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (11, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Praça do povo', 'Você acredita em coincidência? Sabe quando uma história repleta de fatos e detalhes se repete, praticamente igual, quatro anos depois? Parece ficção, mas é verdade! Neste momento aqui em Friburgo (segundo a minha amiga Eve, “Frio Burgo”) acordei pensando nisso. Vou chamar essa história de conexão “Ítala-Caetanesca”.\r\n \r\nEm 1999, CV reapareceu em VG, se liga, Quatro Anos depois. A sua última visita a comunidade de Vigário tinha sido no batizado da banda AfroReggae em 1995. Nas duas vezes Caetano teve uma participação histórica. Na segunda rolou um show no CIEP Mestre Cartola junto com a exibição do Filme Orfeu. Logo em seguida, partimos para uma turnê européia começando pela Itália. Esse processo aconteceu nos meses de julho e agosto.\r\n \r\nDurante os nossos 30 e poucos dias por esse país, resolvi seguir o pedido do Ed Telles e da Sarah Costa, da Fundação Ford (na época eles eram representantes dos Programas de Direitos Humanos e Saúde no Brasil) que era para iniciar a produção de um livro contando a história do Grupo Cultural Afro Reggae. Na Volta para o Brasil – já com o contrato assinado com a Universal Music, entramos em estúdio pra iniciar a pré-produção e, conseqüentemente, a gravação do primeiro CD da banda AfroReggae. \r\n \r\nQuatro Anos Depois (de novo !!!!), no mês de Julho, estamos partindo mais uma vez pra Itália para abrir o show do Caetano na Piazza del Popolo. Na volta estaremos lançando o livro “Da Favela Para o Mundo” - aquele que foi iniciado na Itália há Quatro Anos e depois entraremos em estúdio para fazer a pré-produção do nosso segundo CD (de novo!) pela Universal Music. Coincidência??? Sei lá, arranjo espiritual??? Será que é o frio da serra que está me fazendo delirar? Enquanto escrevo estou ouvindo Raul Seixas - será que tem alguma conexão????? Conexões Urbanas... Conexão “Ítala-Caetanesca”... \r\n \r\nEu sou a luz das estrelas\r\nEu sou a cor do luar\r\nEu sou as coisas da vida\r\nEu sou o medo de amar\r\n \r\nEu sou o medo do fraco\r\nA força da imaginação\r\nO blefe do jogador\r\n \r\nEu sou\r\nEu fui \r\nEu vou\r\n \r\nEu sou o tudo\r\nO nada\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (12, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (13, 1, 'Bom dia, Rio!', 'Motivados pelos 10 anos do Afro Reggae no mês de janeiro iniciamos uma roda de conversas informais com vários amigos e aliados. A princípio, todos nos parabenizavam por termos sobrevivido tanto tempo e pelo sucesso das comemorações do mês de janeiro. Quando resolvemos mergulhar um pouco mais fundo nessa história de 10 anos - ou da década passada - percebemos que a cidade sofreu grandes impactos nesse período. A violência não pára de crescer em todo o perímetro urbano, a favela tem constantemente descido para o asfalto como uma via de "mão dupla" (mas algumas vezes a velocidade excede os limites previstos pelas "leis de trânsito"). Duas chacinas num curto espaço de um mês colocaram o Rio no circuito internacional da imprensa, junto com o futebol e o carnaval. O tráfico de drogas deixou de ser uma coisa de homem e passou a ser uma coisa de criança. Vimos que o aparelho policial que circula e investiga as nossas ruas está no CTI agonizando. Descobrimos que, pra algumas pessoas, o herói dos seus filhos está no "Palácio da Justiça", em Bangu. Pelo jeito só teve coisa ruim, né?\r\n\r\nNão! Essa afirmação seria leviana. Pelo contrário, existiram muitas coisas altamente construtivas, revolucionárias e transformadoras nesses últimos 10 anos. A cidade está menos partida, que o diga o próprio Zuenir Ventura, que a cada dia vem observando e buscando de maneira significativa dar visibilidade a todas as potencialidades que surgem. As pontes e alicerces estão sendo construídos e, nessa via de mão dupla (de novo!), quando a favela resolve descer pro asfalto em muitos casos é só pra ocupar o que é seu por direito. Antes mesmo do polêmico sistema de quotas que está sendo implantado na UERJ, o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM) já estava fazendo a inclusão de vários jovens na rede de universidades públicas, assim como o Pré-vestibular Para Negros e Carentes. Hoje em dia é comum cruzarmos com o ator-social Jonathan Haagensen, do Nós do Morro, nas festas mais badaladas da noite carioca ou nas colunas sociais. Pois é mais um cara da favela, negro e gente boa, fazendo sucesso. Isso é muito bom! No mês de janeiro fizemos uma campanha nacional em parceria com a Artplan, Conspiração Filmes e com a Rede Globo onde mostrávamos jovens da favela exercendo pela primeira vez o papel de ídolos no horário nobre. Será que há 10 anos conseguiríamos esse mesmo espaço? Provavelmente não, mas o que importa agora é que esse espaço está aberto, ou melhor, foi conquistado. O milho da panela tá quente e não pára de pipocar um monte de talentos vindos de todos os cantos dessa cidade. Como seria pra minha geração essa cidade antes d´O Rappa, do Gabriel O Pensador, do MV Bill, do Planet Hemp, Seu Jorge, Dudu Nobre, Marcio Libar, da Cia. Étnica (da Carmem Luz) e da Isabella Nunes?\r\n\r\nNão posso deixar de fora a maior e mais rica expressão jovem gerada nos últimos anos nas favelas e periferias do país, o funk. O funk também sofreu inúmeras mutações - pra pior ou pra melhor, não importa - mas está mais vivo e mais demonizado do que nunca. Demonização (ou "coisa do diabo") parece que virou uma nova palavra de ordem nas favelas, crescendo junto com o terrorismo dos traficantes. É preocupante ver a perseguição, bem no estilo KKK, aos cultos afro-brasileiros, expulsando das favelas e dos subúrbios os centros de umbanda e candomblé. Espero não acabar vendo ninguém queimado ou amarrado em árvores - dá até vontade de espirrar... Wasp! Desculpa! Nós estamos no Brasil!!!!!!! Me esqueci que aqui não têm dessas coisas.\r\n\r\nApesar de tudo, na parte governamental tivemos vários avanços. Por exemplo, o projeto Favela-Bairro, o Rio Cidade, o Rio Jovem, o Conexões Urbanas, o Escolando a Galera, o Agentes da Liberdade e pessoas como a gente ocupando cargos fundamentais pela primeira vez. Gente como a gente ou gente que trata gente como gente.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (13, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (14, 1, 'Se todas fossem iguais a você...', 'Odeio ser repetitivo, mas ultimamente tenho me sentido tentado a falar de uma figurinha fácil das colunas sociais e dos cadernos de cultura. No ano passado, a convite de Paula Lavigne e Caetano, estive participando de uma “reunião de artistas” na casa de Gil com o candidato à presidência da república, Luis Ignácio Lula da Silva. Além do anfitrião e de quem me convidou, também estavam presentes Chico Buarque, Djavan, Wagner Tiso, MV Bill e Celso Athayde. \r\n\r\nNesse dia, tive o meu primeiro contato com o rolo compressor Flora Gil. Ela não falou comigo e eu também não falei com ela. Pra falar a verdade, não senti nenhuma afinidade por ela, até porque a fama dela era pra lá de esnobe, então pra que perder meu tempo puxando papo com dondoca de Zona Sul? Meses depois, em novembro, o nosso segundo contato foi inevitável. Pela primeira vez, conseguimos levar o Gil pra tocar no Conexões. Junto com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, escolhemos um lugar bastante simbólico, a Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. Naquele período como agora, a comunidade estava pegando fogo. Só mesmo o Gil pra dar porres de alegria aos moradores, que já não agüentam mais tiro pra lá e pra cá.\r\n\r\n\r\nA semana que antecedia o show foi bastante tensa, mas tá tranqüilo, quem tá na chuva é pra se queimar (segundo o ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus). Na hora do grande momento do evento, eu e quase toda a produção estávamos em cima do palco extasiados com aquele show do Gil e do Bob Marley (que com certeza estava em espírito dançando meio Nataraja com seus dreads à la Medusa). \r\n\r\nEstávamos muito compenetrados, mas, de repente, começamos a olhar pro alto e vimos o extinto dirigível da Secretaria Estadual de Segurança Pública, que estava parado em cima do palco. A nossa dúvida era: o que será que ele está vendo de errado na região do show, já que ficou várias músicas estático? Nessa hora, comentei com uma pessoa que estava ao meu lado que ele e todas aquelas milhares de pessoas estavam ali curtindo o show do Gil.\r\n\r\nAcredito que essa minha fala tenha sido o start pra que Dona Flora tenha percebido a minha existência. A partir dali, iniciamos um longo papo. Tive a oportunidade de conhecer da boca dela o que seria a Casa de Cultura da Rocinha. Já sabia mais ou menos pelo Sóka (acabou de ser empossado presidente da Casa de Cultura da Rocinha) da idéia, mas, pelo que ele falava, tudo não passava de sonho e utopia. \r\n\r\nO fato concreto veio DELA. Flora sempre ressaltava que, com ou sem dinheiro, iria fazer alguma coisa pela comunidade de que era duplamente vizinha – o escritório da Gegê Produções, que fica na Estrada da Gávea, e a sua residência, de frente para a Praia de São Conrado. Flora me falou de um show semelhante ao Conexões, só que na Rocinha, durante o Natal. Aquele papo regado de euforia só terminou no dia seguinte no escritório dela. A partir dali, resolvi dar uma ampliada na favelização da moça, pois ela só conhecia a Rocinha e agora a Vila dos Pinheiros. Demos um giro pelas comunidades da Beira Rio, Morro da Mineira, Vila Vintém e Vila Cruzeiro.\r\n\r\n\r\nDescobri que de dondoca ela não tinha nada. O que rolava é que eu e quase todo mundo achávamos que Flora era um tipo de pessoa, só que ela é outro. Quando passei a conviver um pouco mais próximo da família (depois que você fica amigo, a Flora te convida pra tudo. Já estive em diversos eventos na casa dela, como aniversários, Natal e até os “megas”, como o Carnaval de Salvador). Antes de Gil virar ministro, ela não era primeira dama de nada, a não ser de um dos maiores astros da MPB e já tava botando pra quebrar.\r\n\r\nO meu estreito e rápido convívio me despertou um grande interesse por ela (com todo o respeito!). Algumas atitudes me lembravam o bom e velho Dunga na Copa de 94. O nosso capitão não acreditava em bola perdida e Dona Flora também não. Durante um período, de cada quatro vezes que eu era acionado pelo meu rádio Nextel, uma era ela, que com toda humildade fazia perguntas sobre o tema comunidade. Em todos os nossos encontros, o papo sempre era o mesmo: a Casa de Cultura da Rocinha. Por mais que eu quisesse desviar o assunto, ela não deixava. Sei o quanto se dedicou pra ver aquela casinha de pé. Flora, mais uma vez pilotando a sua “Enterprise”, passou por vários planetas desconhecidos e resolveu aportar na Roça.\r\n\r\n\r\nResolvi escrever esse artigo com cara de bate papo, por uma questão óbvia: Dona Flora é do bem e não tem nenhum interesse político ou financeiro de se dar bem. Minto! Ela quer se dar bem, sim, dando oportunidade a milhares de pessoas de terem o mínimo de dignidade. Porque é que qualquer iniciativa de figuras como Flora são precedidas de desconfiança? Não de quem é de dentro, mas de quem é de fora? Seria muito bom se ela conseguisse convencer algumas das pessoas de seu convívio, que não fazem nada por ninguém, que passassem a fazer alguma coisa pelo seu próximo. \r\n\r\nNo meio deste tiroteio da imprensa e de outros oportunistas de carteirinha, os maiores interessados da história ainda não foram ouvidos. Alô, galera da Rocinha, vocês estão felizes? Até agora não vi em lugar nenhum que todas as inscrições da casa estão lotadas e já tem fila de espera!!!! O grande mentor da casa foi colocado para escanteio. O Sóka (vulgo Maurício Fagundes) não é o produto de fachada, ele é o cara que idealizou o projeto da Casa de Cultura. Agora que acabei, tenho que revisar rapidinho o que eu escrevi, enviar para o Viva Favela e mandar um e-mail pra Flora. É que ela está no Marrocos e eu queria lhe pedir que comprasse uns cds para mim. Alguém vê algum mal nisso? \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (14, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (15, 1, 'Crianças em violência armada organizada', 'Muito se fala, muito se vê, mas pouco se sabe sobre os fundamentos do narcotráfico do Rio. O que acontece de verdade nos epicentros do caô no Rio, ninguém tá ligado. Pelo menos quem está, não fala e, se fala, está preocupado com quem está ouvindo. Existem muitas especulações sobre o problema, mas pouco conhecimento prático e teórico sobre o assunto. Se dividirmos o tema e focarmos em partes específicas, aí é que descobrimos que não sabemos nada. Além de uma rotatividade e multiplicidade cultural constante, que não permite rápido entendimento e nem normas, pois o que vale hoje pode não ter peso amanhã, tudo é muito inconstante. Acho muito parecido com o futebol brasileiro, pois a cada campeonato, os cartolas inventam novas regras que devem ser cumpridas, mas tudo pode ser resolvido no tapetão. No caso do tráfico é no paredão.\r\n \r\nAcredito que, parte dessa verdade deixou de ser completamente absoluta desde o dia em que o antropólogo-boxeaur inglês, Luke Dowdney, lançou o livro Crianças no Tráfico. Mais do que coragem, Luke partiu pra porrada bem ao estilo do seu esporte favorito. Tive a oportunidade de conhecê-lo quando ele dizia da sua vontade de montar uma academia de boxe numa favela. Parecia coisa de gringo doido. Acho até que ele é mesmo, mas do estilo maluco beleza. Sei o quanto ele sofreu pra implantar o projeto dentro do Parque União, na Maré, e da sua insatisfação em ter que disputar no braço cada moleque do projeto com o crime. Pelo menos com algumas dezenas, as mãos envoltas de atadura e o protetor bocal falaram mais alto. Luke é um cara do bem, militante do mundo com passagens pelo Tibet, que veio para o Brasil meter o dedo numa das nossas feridas incubadas e não assumidas a décadas: crianças em guerra, irmão matando irmão, cidade sitiada. \r\n \r\nMotivado por um conjunto de insatisfações e indignação, Luke resolveu alimentar a “boca do seu dragão”. Teve que vir um gringo (no caso dele é com carinho) pra denunciar o que todos nós já sabíamos, mas não conhecíamos tão profundamente. Acabei de ler o livro (dia 30 de maio de 2003) e percebi o quanto aprendi. Acredito que essa publicação virou leitura obrigatória de todos nós que queremos fazer alguma coisa (seja lá de que maneira for) para reverter esse processo bacteriológico e que parece incurável. Temos que ler para aprender, só isso. Aprender, entender e questionar (não o livro, mas o que esta sendo feito pra mudar essa tragédia que atinge a todos nós).\r\n \r\nAs 270 páginas passam numa velocidade melancólica, pois quando você percebe que esta chegando ao fim do livro, dá vontade de começar tudo de novo, de tão bom que ele é. Os depoimentos e as estatísticas fazem a diferença na obra. Eu não sabia que matou-se mais jovens no Rio por arma de fogo do que na Faixa de Gaza ou do que em Serra Leoa. A imparcialidade é outro ponto alto do livro. Os pesquisadores pareciam estar muito atentos para as conversinhas e os blá, blá, blás de ingênua utopia dos depoentes. Coisa de moleque querendo impressionar. Chamar esses varejistas de drogas de traficantes é até sacanagem. Os verdadeiros bacanas do pó vão até ficar ofendidos. A generosidade e humildade do meu amigo Skywalker é tamanha que no nosso último telefonema, ele estava preocupado em ampliar as informações que, segundo ele, poderiam ampliar ainda mais a pesquisa. Vai com calma Luke, você só tem nome de Cavaleiro Jedi ! Em breve estará vindo um outro Tomahawk, assinado por Celso Athayde e MV Bill. É fantástico!\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (15, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (16, 1, 'Papo de travesseiro', 'Nunca gostei do dia 1º de maio. No começo, era porque eu nunca estava empregado e não podia usufruir do feriado nem sentir o "espírito de ser um trabalhador de verdade". Pelo menos na minha cabeça era assim que funcionava. Depois foi por causa da morte do Ayrton Senna, em 1994. A partir daí passei a antipatizar oficialmente com essa data.\r\n\r\n\r\nO primeiro de maio de 2003 também foi marcante por causa de um outro acidente, desta vez com uma pessoa muito próxima, Anderson Sá (vocalista da banda AfroReggae). Já o dia 5 de maio sempre tive como uma data comemorativa, pois é o aniversário do meu pai, sendo que este ano eu não estava nem a fim de telefonar para parabenizá-lo devido ao fato ocorrido com o Anderson. De qualquer forma, é um daqueles dias em que eu sempre telefono e faço uma média com o meu pai, acredito que seja a única vez do ano que lhe faça tal cordialidade. No entanto, neste 5 de maio de 2003, o meu "outro pai" resolveu meter o pé deste mundo. Devo muito do que eu sou ao meu mestre, guru e ídolo Waly Salomão. Ele foi a pessoa que ajudou a lapidar o mínimo conhecimento artístico e cultural que eu adquiri. Foi ele quem me ensinou a ler e escrever, e semanalmente montava uma agenda de eventos e encontros culturais pra mim. Waly dizia que o Afro Reggae seria uma potência social e cultural. Isso em 1994, quando nossa base era o meu quarto e todos éramos jovens voluntários com muita boa vontade.\r\n\r\nNossa relação foi de amor à primeira vista, uma física, astral e espiritual. Nos sentíamos com a obrigação prazerosa de um ser cúmplice do outro. Tínhamos um amor meio bandido. Sempre que Waly queria me contar um segredo ou algo mais profundo, dizia: "Isso é papo de travesseiro" ou "Conversa de marido e mulher". Quantas conversas desse tipo tivemos... acho que já estávamos completando bodas de ouro. A perda dele para o Brasil pode ter sido enorme, mas pra mim, para o Anderson, para o Altair e para o Negueba – a quem ele fazia questão de dizer que eram os seus preferidos – é algo irreparável. Me sinto desamparado e sem base neste exato momento.\r\n\r\nDesde 1999 queríamos homenageá-lo por toda a sua contribuição como amigo, conselheiro e diretor do Grupo Cultural Afro Reggae. E assim resolvemos escrever uma proposta para o Instituto Credicard com o nome de Sala de Criação Waly Salomão. Esse espaço consiste numa sala com 12 computadores conectados à Internet, videoteca, cdteca e biblioteca dentro do Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal. O projeto foi aprovado no ano 2000, mas com a demolição e as obras do novo centro cultural, resolvemos inaugurar a sala quando tudo estiver ponto, em setembro de 2004.\r\n\r\nAcreditamos que manter apenas esta sala com o nome dele é muito pouco. Ele amava as favelas, os becos, Vigário, o Conexões Urbanas e toda a molecada do Cardume Afro Reggae (como ele se referia ao grupo). Waly fazia questão de dizer que era um peixe desse cardume. Ele tinha um desejo de lançar uma série de cadernos com este nome - Cardume Afro Reggae. Seriam publicações onde iríamos mostrar ilustres desconhecidos e/ou pessoas, projetos, grupos, que tivessem uma história interessante e empreendedora.\r\n\r\nBem, conversando com o Anderson, Altair, Márcia, Omar, Yuka, Fernanda Abreu e com o Écio, decidimos que o novo centro cultural de Vigário não se chamará mais Afro Reggae. Iremos chamá-lo de Centro Cultural Waly Salomão. A favela é a cara dele! Sempre que ele baixava por lá, conseguia falar mais alto do que o som dos tambores, guitarras e scratchs. Queremos aquela gargalhada e loucura ecoando eternamente nas nossas almas e contaminando quem respirar dentro do espaço. Como o nosso trabalho passará de geração pra geração, achamos que essa é a melhor forma de tê-lo conosco, inspirando-nos cada vez mais a utilizar a arte e a cultura como instrumento agregador e transformador.\r\n\r\nEle nos propiciou momentos históricos como tocar em pleno Shopping da Gávea no lançamento do Algaravias e na Dias Ferreira, quando tivemos que fechar a rua e tocamos com O Rappa no lançamento do Tarifa de embarque. Pra manter a tradição, durante o velório dele, quando as pessoas demonstravam um sentimento clichê (que ele odiava) de “descanse em paz”, nós metemos a mão num monte de tambores e gritamos tão alto quanto ele – em plena Biblioteca Nacional! Umas das maiores lições de Waly foi ter me ensinado a dizer para uma pessoa do mesmo sexo que eu sentia amor por ela sem falsos moralismos. Por isso, eu digo ao meu mestre, meu amigo e meu amor, um até daqui a pouco. Peço a ele que a partir de agora olhe a obra da sua nova casa, pois se Waly achou que a gente ia deixar ele ir embora sem dar satisfação, se deu mal, pois a sua nova residência agora é em Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nFoto: José Júnior, Omar Salomão, Waly Salomão e Bernardo Vilhena\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (16, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (17, 1, 'Cavaleiro da luz', 'No primeiro momento, a gente sente a maior revolta quando alguém muito próximo é acometido de alguma fatalidade, seja ela o grau que for. Eu, durante a minha vida toda, me acostumei a ter mais perdas do que ganhos; mas desde que criamos o Afro Reggae, em 1993, passei a conhecer o que é o gosto da vitória. Passamos a criar dentro das nossas mentes e corações uma ideologia forte, em que quem nunca teve ascensão passaria a ter; quem nunca foi importante passaria a ser; e ao mesmo tempo um contraponto a tudo de negativo e pessimista que vem atingindo a sociedade. \r\n\r\nSem querer, nos tornamos uma alternativa a esse conjunto de violência e terrorismo que estamos acompanhando diariamente nas nossas janelas e nos relatos dos nossos íntimos. Um desses cavaleiros da luz foi atingindo por um capricho do destino e acabou combalido, mas não derrotado. Nessas horas, a gente olha pro céu e pergunta: Será que Deus existe mesmo? O que é certo? O que é errado? Onde está aquela força cósmica que conspira a favor dos justos e dos que têm fé no Todo-Poderoso? Cadê? Dizem que quem faz o bem só recebe o bem. É mesmo? Tanta gente boa sendo detonada pelo mal, pela crueldade e, de repente, o meu amigo, meu cúmplice, meu ídolo, a minha maior fonte inspiradora é atingida por uma onda e acaba em cima de uma cama com uma fratura numa das vértebras da coluna. \r\n\r\nSenhor, não nos abandone!!!!!!! Não nos deixe acreditar que a força divina, onipotente e onipresente não existe. Pai, não quero ser um filho ingrato, mas não me deixe perder a fé; por favor, não nos deixe sós. Isso é uma provação? É isso? O que será que o Senhor nos reserva com essa história? O nosso parceiro está no leito do Miguel Couto e continua com muita fé no Senhor, não serei eu que irei desmotivá-lo. Desculpa, Senhor, se eu estou me comportando mal, mas é porque todo filho quer o máximo de atenção possível do Seu Pai.\r\n\r\nEsse texto foi feito em homenagem ao vocalista da banda AfroReggae, Anderson Sá (Ando) que sofreu um acidente na beira da praia no dia 1º de maio e teve uma lesão na coluna. \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (17, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (18, 1, 'Taquaril urgente!', 'No dia 09 de abril, eu tive uma experiência maravilhosa proporcionada por uma major da Polícia Militar, do Estado de Minas Gerais. A “major”, como é conhecida por onde passa, raramente é chamada pelo seu nome – Miriam Assumpção e Lima (chique não?). Mais uma vez, ela nos levou para a sua terra natal (essa deve ter sido a terceira), só que agora pra participar do lançamento de um grande projeto: o “Cidadão Planetário do Taquaril”, em Belo Horizonte. Ela juntou a banda AfroReggae e o grupo Skank para fazer um show no Palácio das Artes (uma espécie de Canecão de lá).\r\n\r\n\r\nOs ingressos, que não estavam tão baratos (custavam 30 Reais), esgotaram-se uma semana antes do show. A renda foi toda para o projeto que acontece no morro do Taquaril. Tivemos a oportunidade de visitar essa comunidade e percebemos como as entidades não-governamentais do Rio podem dar suporte - e também aprender - a essas regiões similares a muitas existentes nesse “Brasil de meu Deus”. Tive a chance de conhecer um outro projeto, que deveria inclusive virar política pública urgentemente: O Projeto Providência. Além da grandiosidade física, parece que tem uns dez mil metros quadrados, ele trabalha em cima da qualidade e dos resultados. \r\n\r\nFomos ciceroneados pelo árabe-brasileiro Chaar, que nos mostrou cada curso desenvolvido dentro do Núcleo Taquaril (que também abrange outras regiões de Belo Horizonte). Durante a caminhada pelas salas e barracões, conversávamos com os jovens que apareciam pelo caminho. Em cada sala que entrávamos, Chaar colocava todo mundo pra cantar, num misto de homenagem e felicidade. Dava pra ver que a auto-estima das pessoas estava na estratosfera. \r\n\r\nO Projeto Providência tem um pensamento que acredito estar conectado com o que há de melhor nas novas instituições do terceiro setor: geração de renda e formação profissional/lideranças. Boa parte dos instrutores foi capacitada dentro dos próprios cursos oferecidos pela entidade. Os cursos desenvolvidos são de arte culinária, corte e costura, marcenaria, eletricidade e informática. O jovem sai formado depois de estudar quatro anos ininterruptos. As aulas acontecem todos os dias, em três turnos diferentes.\r\n\r\nSegundo Chaar, há empresas que buscam alguns dos seus futuros profissionais dentro do próprio projeto (pelo qual passam, diariamente, mais de duas mil crianças e adolescentes), trazendo ainda mais satisfação aos profissionais e coordenadores da instituição. Chaar fala sobre o trabalho com o orgulho e o sorriso que só quem trabalha no dia-a-dia dessas organizações pode ter, até porque essa história começou dentro de um barraco de madeira.\r\n\r\nMesmo com essa estrutura toda, tudo é muito simples e muito bem feito. O Projeto Providência também trabalha com educação infantil, brinquedoteca, aulas de horticultura, biblioteca, atendimento social e médico-dentário, formação religiosa (nos dias atuais, crer em Deus é muito bom), recreação e esporte. Eles agora estão pleiteando junto à Rede Globo e ao UNICEF a implantação do Espaço Criança Esperança no Morro da Fazendinha, onde também fazem uma ação social. \r\n\r\nO sábio Chaar disse que o trabalho não é preventivo e sim de inclusão. Para eles, a palavra “preventiva” carrega preconceitos, por isso preferem não utilizá-la. Ah, sobre o show. Foi muito legal! Arrebentou! O público dançou pra caramba etc., mas o grande lance foi ter ido ao Projeto Providência. Se você estiver em Belo Horizonte e quiser conhecer essa experiência (mal narrada por mim, mas excepcionalmente contada pelo Mestre Chaar) não pense duas vezes. O contato deles é providencia@pucminas.br , e o telefone é (31) 3483-3887. \r\n\r\nJá estamos negociando com a Major Miriam o nosso retorno e, com certeza, estaremos baixando por lá em breve. Quem sabe você não esbarra com a gente no mesmo dia da visita? Na próxima vez vai rolar uma jam; se você estiver a fim leve o seu instrumento. Se não, apareça Jopor lá assim mesmo, pois o Taquaril vai estremecer.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (18, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (19, 1, 'Olha a roda', 'Já tem uns dois anos que o Lorenzo Zanetti (pra quem não sabe, mestre da arte social de maior galera, inclusive meu) vem batendo na tecla sobre o papel social do artista junto ao seu público, à imprensa e à sociedade em geral. Essa preocupação, que não é só dele, ultimamente vem ganhando bastante espaço em rodas de discussões do meio.\r\n\r\nDepois do pós-tropicalismo (bota pós nisso), acredito (se eu estiver errado, me corrijam) que o chamado “movimento político-musical” ganhou força nacional em dois outros momentos. No início da década de 80, com os blocos afros baianos e a exaltação da cultura negra e da negritude, e recentemente com as bandas pops de temáticas sociais e com os grupos provenientes de comunidades pobres (principalmente os que utilizam o Hip Hop).\r\n\r\nO momento é tão frutífero que, diferente desses exemplos citados, hoje a discussão vai muito além dos grupos musicais. Grupos de teatro, circo, dança e outras manifestações culturais vêm se aliando às ONGs ou surgem dentro das mesmas, formando uma espécie de artista-social ou cidadão-artista.\r\n\r\nNo meio dessa história toda, volto a falar do Lorenzo, que é um grande provocador e junto com o Rappa, Nocaute, Los Djangos, Marcelo Yuka, Fabio Ema (ASAC), entre outros, criou uma rede (não sei se é a forma correta de defini-los) chamada de Roda da Solidariedade. As reuniões acontecem na FASE, em Botafogo, e o encontrão rola na Rádio Fundsom, na Fundição Progresso.No primeiro “encontrão” também estiveram presentes Jorge Mautner e Amir Haddad falando de suas experiências com a cultura popular e de massa.\r\n\r\nMesmo sendo uma das primeiras pessoas a ficar sabendo dessa iniciativa, eu ainda não fui em nenhum evento da Roda por causa de inúmeros compromissos assumidos anteriormente (tô parecendo meio burocrata?), mas “eu me prometi” que no próximo encontrão eu vou. Vai ser no dia 8 de abril, às 19 horas. Dessa vez, estarei lá junto com a galera. Quem quiser ir, o espaço tá aberto, é só chegar; não entra naquela de que você não é artista e por isso você não vai. É legal comparecer uma galera que tenha interesse no tema. Quem quiser saber mais sobre a Roda pode acessar o site da FASE - www.fase.org.br ou telefonar para (21) 2286-1441 e falar com Lorenzo ou Cléa.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (19, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (20, 1, 'O professor', 'Desde que me mudei, em outubro do ano passado, venho tentando ler e reler alguns livros, artigos, textos e um monte de coisa que a gente vai ganhando e vai guardando. Algumas coisas estão acumuladas por alguns anos. Eu nunca tive o hábito da leitura e pra piorar ainda morava numa casa com mais cinco pessoas e mais um cachorro que latia o tempo todo. Eu passei a fazer um ritual de ficar prometendo pra mim mesmo, toda vez que olhava pra minha estante, que um dia iria ler tudo. Até que finalmente em 2003, eu comecei a cumprir o combinado comigo mesmo. \r\n\r\nO primeiro movimento era o de limpeza, pegar uma flanela e tirar a “capa da capa” ou crosta da capa, sei lá, tava tudo muito sujo. Passando desse processo, iniciei a minha saga pelo mundo da leitura (isso foi antes do Kazza naturalmente!) e passei a priorizar as publicações que eram emprestadas pelos outros e que, devido ao longo tempo de não devolução, eu já estava criando fama de “volteiro”. \r\n\r\nEsbarrei no livro Quatrocentos Contra Um – Uma História do Comando Vermelho, de William da Silva, vulgo Professor. O momento não poderia ter sido mais oportuno. Fiquei durante alguns minutos olhando pra capa daquele livro, imaginando o que eu iria encontrar. Como de fato tudo começou? Quais eram as relações daquele período com os dias de hoje? \r\n\r\nTomei coragem e entrei no mundo do Professor. Quando eu era moleque, esse nome sempre era noticiado nos jornais da época, mas pra mim ele já tinha até falecido, pois nunca mais tinha ouvido falar dele. Iniciei a leitura já telefonando pra algumas pessoas pra saber se ele tava vivo ou morto, pois pra mim fazia diferença, não me pergunta por que, pois nem eu sei. \r\n\r\nDurante a leitura vinham alguns flashes na minha mente, como o seriado produzido pela Rede Globo que, se não me engano, o nome era Falange Vermelha. Tinha alguns atores como Nuno Leal Maia, Betty Faria, Jonas Bloch, entre outros. A coisa começou a ficar viva. \r\n\r\nTodo mundo sabe que parte do que gerou o Comando Vermelho foi a junção de presos políticos com os bandidos comuns; na verdade essa foi uma “das”, “das mesmo”, pois William conta detalhes da sua vida e do que motivou alguns presos a se juntarem e se organizarem, num primeiro momento pra buscar o mínimo de dignidade dentro da cadeia. \r\n\r\nWilliam narra de uma maneira muito própria e bastante pessoal. O livro tem um aspecto bem semelhante ao de um diário. A quantidade de violências e abusos é do começo ao fim; aí não quero entrar naquela pilha de que “o que ele não deve ter feito com um chefe de família”, mas de que existem regras mínimas de convivência e sobrevivência humana, seja numa favela, numa guerra ou num presídio. \r\n\r\nO livro tem um festival de reflexões, análises e violência; de todas a que mais chamou a minha atenção foi uma que aconteceu na barca que levava os presos do continente para a Ilha Grande. Numa dessas idas de William, ele conta que alguns presos já iam sendo estuprados durante o trajeto. O desrespeito era total entre TODOS e entre ELES próprios. \r\n\r\nEssa onda de fazer um homem “casar” com outro dentro da cadeia era o maior esculacho. Essa “modalidade” diminuiu bastante depois que permitiram as visitas íntimas. Boa parte desses problemas aconteceu com o aval e com “firma reconhecida” do Estado. \r\n\r\nNa época da ditadura (em que passa a maior parte do livro), assalto a banco era considerado crime contra a “segurança nacional” e fazia com que todos os presos fossem enquadrados dentro dessa lei. Foi nessa que juntaram “comuns” e “políticos”. Mesmo entre eles existiam muitas diferenças, pois segundo o autor os presos políticos por serem de classes mais abastadas tinham alguns benefícios; já eles, os proletários, não tinham as mesmas condições oferecidas. \r\n\r\nWilliam tem o dom de escrever no “tocante da alma” (a mãe de um amigo meu extremamente religiosa é que falava dessa maneira quando alguma coisa era bastante profunda), fazendo com que detalhes de tentativas de fuga, espancamentos, solitárias etc possam ser vistas ou mesmo sentidas e ouvidas por nós, leitores. \r\n\r\nBoa parte da vida do Professor foi passada atrás das grades; nesse momento (se não me engano), ele ainda está preso em Bangu III. Não sei como ele vê as atuações do Comando Vermelho hoje em dia, mas gostaria de saber se era exatamente isso que eles tinham idealizado há mais de duas décadas. De qualquer maneira, vale a pena ler o livro do Professor. Se você quiser, pode fazer como eu: pegue emprestado com o Écio; quem sabe ele ainda tem coragem de emprestar pra alguém.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (20, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (21, 1, 'Rotina sadia', 'Manhãs de sábado pra mim significam olhar as gravações dos telejornais da noite anterior (quando eu não vejo de madrugada), levantar, ligar o computador e ir direto nas colunas do Zuenir, no Globo e no “No Mínimo”. Fico lendo e relendo as partes que eu acho mais interessantes. Engraçado que quando eu fui apresentado ao Zuenir em 1993, nem sabia de quem se tratava. Quem me apresentou já fazia todas as referências ao mestre. Eu, como um ser desinformado, tratei com muita naturalidade. No lugar onde estávamos, acho que somente umas três pessoas sabiam quem era o “home”. As outras centenas de pessoas como eu nem faziam idéia.\r\n \r\nTivemos a honra de contar com a sua ilustre presença no nosso primeiro evento em Vigário Geral. Dias depois ficamos sabendo que “aquele senhor” iria escrever um livro que mudaria a nossa história e de toda a comunidade. As relações do Afro Reggae com Zuenir foram se estreitando cada vez mais no decorrer dos anos, principalmente quando tínhamos algum problema. Mais do que acionado, Zuenir era, ou melhor, é intimado a pegar o seu quepe e pilotar o problema junto com a gente. Quem manda dar confiança ?\r\n \r\nMantendo o giro pela internet vou bailando por outros sites e colunas e vou bater cartão no Gerald (o Thomas, que escreve toda a terça no JB). Saio de lá direto para o Viva Favela pra ver qual é a “bomba da semana” do Def “Tomahawk” Yuri. Sigo o meu rumo sem lenço e sem documento, em busca de mais noticias e informação.\r\n \r\nDe repente me lembro de alguma música, dou uma corridinha no Kazaa, baixo alguma coisinha, pois ninguém é de ferro. E eu prometi fidelidade canina e noturna (prefiro baixar de noite com mais tranqüilidade e menos telefonemas me acionando). As horas vão passando e vou ver ser já estão disponíveis a Veja e a Isto É da semana. Adoro ler a Veja Rio e a Veja SP, só pra ficar conectado nos eventos que tão rolando nas duas cidades. Nessas horas tenho que voltar ao Kazaa (mesmo sendo de tarde ainda) pois essas publicações acabam estimulando o meu desejo de consumo e acabo baixando coisas e mais coisas. Que vicio !!!!!!! \r\n \r\nVolto a me concentrar na noticia. Lembro-me de alguma viagem que tenho que fazer. Pra onde? Ah, nos próximos dias estou indo para Belo Horizonte e depois para São Luis do Maranhão. Pra qual cidade eu vou me tele-transportar primeiro ? Já sei! Vou pra São Luis, quero ver o que me espera. Quero ver o Tambor de Criola, o Boi, as radiolas de reggae antes de baixar naquela terra maravilhosa. No meio do percurso sinto uma grande atração de baixar alguma coisa, não! Agora não! Acho que uma musiquinha não vai fazer diferença. Uma voz mais alta diz que não! Devo me concentrar no texto que fala sobre a “Festa do Divino”.\r\n \r\nCaramba, lendo isso me sinto um pouco como o Hermano Vianna. Se eu fosse intelectual eu queria ser um misto de Hermano Vianna com Silvia Ramos. Ambos são de uma alegria e de uma serenidade de fazer inveja. As horas continuam pulando e começam a aparecer um monte de compromissos agendados. Vou tentar fazer vista grossa, só que o telefone começa a tocar, o rádio apita como um mestre de bateria de escola de samba, não tenho como fugir, pois mesmo na minha casa, a galera vem me seqüestrar no final de semana. Já vou, Já vou!!!!\r\n\r\nJosé Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae. \r\n \r\n\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (21, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (22, 1, 'Maior vício', 'Duas semanas antes do carnaval eu consegui finalmente marcar uma reunião com um financiador de projetos sociais. O cara que tem poder pra “caramba” ! Era de uma simplicidade tremenda. Falávamos sobre nossas vidas pessoais, filhos, violência (tema presente em todas as rodas) e quando falamos em música os olhos dele começaram a brilhar. Me olhando nos olhos e com os dele brilhando ele me perguntou se eu conhecia o site Kazaa.\r\n\r\nDa maneira mais natural do mundo eu falei que não, e ele me deu uma contra-resposta-questionamento: “Como não ?!” Sabe quando você tem aquela sensação que todo mundo sabe de alguma coisa, só você que não ? Foi exatamente isso que eu senti. Na mesma hora ele virou o notebook dele na minha direção e mostrou como baixar o programa na internet e as inúmeras possibilidades que esse site-programa tinha, muito superior ao Napster, o Kazaa permite que você baixe musica, imagem, vídeo e documentos, é o bicho !!!!!!! Fiquei de bobeira. Mergulhei na empolgação dele e fui embora no papo que não era o que me motivou a estar ali, mas tudo bem.\r\n\r\nOs olhos dele que já não mais brilhavam, pois já tinham se transformado em refletores, contava junto com a sua boca um dos seus grandes feitos, ter baixado versões raras do Jimi Hendrix, Beatles, entre outros. Na segunda-feira de carnaval quando eu retornei de Salvador, eu resolvi instala-lo no meu computador (é só fazer o downlond, super rápido) e comecei a minha pesquisa. Batizei a minha primeira busca no Kazaa com o nome “AfroReggae”. De cara apareceram algumas músicas e a versão de “Até Quando” do Gabriel O Pensador que nós tocamos com ele no VMB da MTV em 2001, caramba ! Nem a gente tinha essa versão em áudio gravado !!!! Depois coloquei o nome do Ayrton Senna e consegui vídeos maravilhosos da carreira dele e a cena da câmera de dentro do carro dele no trágico primeiro de maio de 1994.\r\n\r\nAs horas foram passando e eu fui baixando arquivos do Massive Attack, Almir Guineto, Funks, lutas do Muhamada-li (quando ainda se chamava Cassius Clay), gols do Romário na época do PSV, Barcelona, Flamengo e tudo mais que eu digitava o nome. Tudo que eu tentei comprar nas lojas do Queen e não tava achando, no Kazaa eu encontrei. Quando eu percebi, o meu primeiro dia de “visita” ao Kazaa durou dez horas e cinqüenta e sete minutos. No segundo dia a pesquisa foi mais pesada, mas eu já não fiquei tão de frente pra tela, colocava os nomes no ícone de busca e “meti o pé”. Madrugada a dentro o computador ia baixando tudo que eu queria.\r\n\r\nA minha grande felicidade foi quando eu acordei e vi uma parte do meu sonho de consumo dentro do meu computador. No terceiro dia eu me dei ao luxo de ir na locadora pegar uns vídeos (que eu nem procurei saber se tinha no Kazaa), mas deixei o bichinho ligado trabalhando. No decorrer dos dias eu continuei nessa busca permanente e incansável, despertando vários sentimentos, tinha hora que eu achava que era um bandeirante, meio predator, meio pesquisador e também meio surrupiador (ou completo ?).\r\n\r\nTrês semanas depois me transformei de maneira voluntária numa espécie de relações publicas do Kazza, todas as pessoas que apareciam na minha casa tinham que ouvir e assistir parte das centenas de arquivos que eu tinha baixado. Não posso negar que o mesmo vírus injetado pelos “olhos refletores” do meu amigo de cima em mim eu repassei para os outros e sem camisinha.\r\n\r\nNum desses dias de “caça” voltando cansado e motivado pelo quantitativo conquistado, já era umas quatro e pouca da manhã, fui tomar um banho e depois na hora de escovar os dentes fiquei me olhando no espelho e me vi com o mesmo brilho no olhar igual ao dos “olhos refletores”. A diferença é que os olhos dele eram azuis e os meus são negros. Acho que eu to mais do que dentro dessa confraria.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (22, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (23, 1, 'O Ministro e as Ministras', 'Pelo segundo ano consecutivo eu passei o carnaval fora do Rio. O primeiro foi no ano passado em Itaipava, quando resolvi ir para um lugar tranqüilo para poder organizar o meu computador (que é conhecido como “ganha pão”) e iniciar a leitura do livro “Che Guevara, Uma Biografia” de Jon Lee Anderson (o mesmo que me deixou mal na imigração dos EUA em Porto Rico – Artigo “Que Deus Proteja os Estados Unidos”).\r\n\r\n\r\nJá nesse ano, a convite do Gil e da Flora, nós partimos para mais um desafio, encarar um trio elétrico em Salvador. Semanas antes, achávamos que seríamos mais uma das participações especiais durante o show do Gil, só que os planos deles (Gil e Flora) era meter a gente sozinhos no sábado do dia 01 de março, no primeiro dia de carnaval. Seria a primeira vez que o Trio Elétrico Expresso 2222 sairia no sábado, já que tradicionalmente ele só saía no domingo e na terça de carnaval.\r\n\r\nNa sexta (28.02), quando nós chegamos em Salvador, assistimos a saída do Expresso com Gil, Tony Garrido, Sandra Sá, Armandinho e Durval (do Asa de Águia) foi a maior pedrada !!!! Eu estava na sacada do camarote 2222 (um prédio onde funciona um bingo, desativado no período do carnaval) do lado da primeira dama da cultura e do prefeito de Salvador Antonio Imbassahy que estava acompanhado pela sua esposa (que eu não sei o nome, mas era muito simpática). Como eu não quero entrar no mérito que todos os colunistas sociais fizeram de ficar falando dos vips do camarote, eu prefiro fortalecer a presença do povo que se deu bem (essa gente somos nós do Afro Reggae) e mais o JB de Vigário Geral (que também é do Afro Reggae e foi contratado pela GeGê Produções para trabalhar na produção do evento), o Soca e o Robson Pacífico, ambos da Rocinha.\r\n\r\nRobson por sinal, vivia o melhor momento da sua vida, pois a sua música “Dona da Banca”, cantada pela Daniela Mercury, estava estouradaça. Ele virou atração. Todos os trios que passavam tocavam músicas de sucesso, principalmente músicas da Bahia. Fiquei pensando, e nós do AfroReggae ? O nosso repertório era praticamente o mesmo com inclusões de musicas do Rappa, Cidade Negra, Gabriel O Pensador e alguns funks antigos que enalteciam as favelas.\r\n\r\nAs horas corriam com uma velocidade impressionante durante o carnaval, devagar mesmo, só a velocidade dos trios. Eis que chegou a nossa vez com quatro horas de atraso por causa de um engarrafamento de trios no circuito Barra-Ondina. Assim que a Fafá (Giordano) deu o start, iniciamos com uma releitura de “Que país é esse”, daí por diante metemos um monte de bronca. Não tínhamos a obrigação de utilizar jargões do tipo: “Levanta a mãozinha” ou “Sai do chão”. Também era óbvio que não estávamos dentro da favela pra fazer discursos sociais, mas não dava pra fugir muito dessa regra, já que somos assim e fomos criados para agir dessa maneira.\r\n\r\nForam 5 horas tocando interruptamente. Haja garganta, punho e perna pra agüentar o tranco, eu vi neguinho descendo do trio esgotado. Gil e Daniela além de terem os dois camarotes mais concorridos também puxam um movimento dos trios sem corda, permitindo assim a participação de todos democraticamente, mas é óbvio que isso só é possível se rolar patrocínio. Pior é que alguns trios têm patrocínio e mesmo assim ainda cobram de 400 a mil reais por um abadá.\r\n\r\nJá que estamos falando de democracia e “corda”, não tem como não reforçar o coro dos indignados que todo ano falam que a presença do negro só é vista do lado de fora das cordas. Quando ele esta na parte de dentro é quando ele faz parte da equipe de apoio e segura a mesma pra que não haja invasão. Gil é cercado de uma equipe de mulheres extremamente competentes. São profissionais de altíssimo gabarito. Elas são as “ministras do ministro”. Flora, Fafa, Meni, Maria Gil, Cristina Dória, Marina, só tem mulher no primeiro escalão da Gegê. Elas é que tocam a carreira e as produções de tudo que ele esta envolvido, menos o ministério. Será que essa é a fórmula do sucesso do cara? \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (23, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (24, 1, 'Passando o tempo', 'Geralmente quando eu viajo de avião, gosto de ler alguma coisa, de preferência um livro (o meu interminável é o Chatô) ou o jornal do dia. Sempre que eu passo pela comissária de bordo na entrada do avião, costumo pegar os dois (O Globo e o JB) e quando tem um terceiro de SP, acabo, na gula, apanhando-o também. Só que às vezes eu não levo nenhum livro e quando vou pegar o jornal, ele já acabou. Aí, pego a minha agenda fico vendo todos os compromissos das próximas semanas, depois leio os meus últimos compromissos. Acabo lendo minha agenda inteira. Há outras técnicas que utilizo pra passar o tempo durante vôo: cálculos intermináveis de projetos sociais, de comunidades que eu já visitei, onde deveríamos montar o novo núcleo do Afro Reggae etc. Teve um dia em que eu fiquei calculando quantos amigos de verdade eu já tive. Pelas minhas contas, eu sou um grande privilegiado, a cada ano faço mais e mais amigos. E não tô falando daquele tipo de pessoa que você mal conhece e diz que é seu amigo, tô falando daquele brother, irmão camarada que fecha contigo em tudo.\r\n\r\n\r\nEu já tive experiências de amizades inesquecíveis. Fiquei até pensando em listar aqui, mas é tanta gente! Engraçado que eu pensava que eram uns 10 ou 12, mas no meu caso não é não. Ultimamente eu me surpreendo com o tipo de amizade que faço, às vezes não acredito que me tornei amigo de uma determinada pessoa que não gostava e, de repente, passei a ter uma afinidade e o vejo no meu rol de amigos. Como??? O que aconteceu??? Sei lá, são coisas da vida. O meu primeiro-melhor amigo foi um garoto de 12 anos, gordo e sagaz, que se chamava Guilherme, o “gordo”, ou melhor, o “jordo”, como eu gostava de chamá-lo. Ele me deu a maior prova de amizade da minha vida.\r\n\r\nNo início dos anos 80, assim que chegou o McDonald`s ao Rio, nós víamos aquele anúncio que passava na TV, do gelo em cubinho quadradinho, da batata frita fininha e do famoso jargão: “Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles num pão com gergelim”. Todo mundo cantava essa musiquinha do Big Mac, até mesmo eu – que não gosto de queijo, cebola, picles etc. – era mais um crooner pagante do McDonald’s. Eu e o Guilherme juntamos um mês o nosso dinheiro pra comprar um hambúrguer e uma Coca-Cola. Nós fomos a pé da Rua do Senado, no Centro Residencial do Rio, até a Rua São José, no Centro Comercial.\r\n\r\nNa volta, a nossa comemoração foi um pouco, digamos, eufórica demais. Retornamos pela Rua Uruguaiana e aproveitamos que era um sábado à noite e resolvemos chutar as portas metálicas das lojas. Fizemos isso por pura onda babaca. Naquela época você quase não cruzava com viva alma no Centro do Rio. Num desses chutes, uma das portas disparou o alarme. A gente, no pânico, saiu correndo – pra quê!? Surgiu um monte de policiais de arma em punho, achando que a gente tava arrombando as lojas. Eu que era recém-chegado ao Centro do Rio (antes eu morava em Bonsucesso), fiquei desorientado com aquela movimentação e com o Guilherme correndo em zigue-zague. Pra falar a real, o subúrbio era um paraíso comparado ao Centro, com aquela quantidade de prostituição (de ambos os sexos), jogatina (cassinos clandestinos que rolavam na época), tráfico e, como dizia a galera, a porra toda.\r\n\r\nQuando os policiais começaram a atirar para o alto, eu, que tinha uns 12, 13 anos, congelei. Engraçado que eles me pegaram justamente na porta da loja na Uruguaiana onde atualmente funciona um McDonald`s. Já no caso do Guilherme, os tiros só serviram pra fazer ele correr ainda mais. Mesmo sendo um garoto obeso, ele corria muito, acho que da molecada era ele que tinha o melhor preparo físico nas nossas peladas. Ele abriu uma distância absurda, tinha cruzado rapidamente o Largo da Carioca. Quando eu comecei a tomar porrada da polícia, ouvi o sussurro de um dos policiais: "Ih, ó lá!".\r\n\r\nParecia inacreditável aquela cena, mas o Guilherme estava voltando. Os policiais se colocaram em posição de tiro, achando que ele estava armado. Na verdade, ele havia voltado pra apanhar junto comigo. Acabou apanhando mais do que eu, devido ao abuso. Os policiais bateram nele com raiva, enquanto em mim foram umas porradas pra aprender a lição e nunca mais fazer traquinagens. No percurso de volta eu perguntei ao Guilherme por que tinha voltado. Ele me rebateu: porque eu era amigo dele. Eu disse na hora que eu não teria voltado por causa dele, mesmo assim ele disse que voltaria de novo, porque era meu amigo.\r\n\r\nDepois disso, eu vivi outras situações de conflito muito piores. Na maioria das vezes eu tinha que optar entre o lado mais forte e o mais fraco. Eu nunca tinha dúvida, acabou virando uma obsessão me colocar do lado do oprimido. O tempo foi passando e apareceram outros amigos, alguns com apelidos exóticos como lesado, cavalo, Wladimir, Thriller, Sarará, Zé Paraíba, entre outros. Sempre fui bastante preso a esses caras. Muitos, mesmo sendo jovens, já faleceram. Quinze anos depois dessa aventura na Rua Uruguaiana, eu perdi o meu melhor amigo em todos os tempos, o Guilherme. Por muito pouco ele não entrou no Afro Reggae, quando a gente começou. Foi uma perda sentida e um elo da minha vida que se partiu. Mas não quero terminar em tom de tristeza, já que horas depois do acontecido, no caminho de volta da surra, nós começamos a rir de tudo aquilo. Coisas de moleque.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (24, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (25, 1, 'Depois dos 10 primeiros anos', 'Escrevi esse texto na quarta-feira do dia 29/01. Não fiquei muito a fim de publicar, pois achei que era muito pessoal e falava de um tema maciçamente divulgado na imprensa durante o mês de janeiro. Mas como tive várias respostas positivas pra quem eu enviei, resolvi publicá-lo na íntegra e sem adaptações.\r\n\r\nSão 1:19 da manhã de uma quarta-feira em que a chuva castiga bastante a cidade, e quem sabe o estado ou o país. Começo a ficar preocupado, pois na próxima sexta temos mais um Conexões Urbanas, numa comunidade ansiosa chamada Itaquê. O show seria no domingo passado, mas essa mesma chuva, que não pára de cair, impediu a realização do evento. Chuva que no dia 21 deste mês, data exata dos 10 Anos do Afro Reggae, caiu de maneira avassaladora na cidade. Nesse dia realizamos a exposição fotográfica dos 10 Anos do GCAR, onde um feliz Ierê (Ferreira) sorria, uma vez que há muitos anos ele vem insistindo em montar uma exposição sobre o nosso trabalho. (Taí Ierê, você agora é curador.) Vimos nesse mesmo dia a despedida de 3 garotos do projeto Levantando a Lona. Não poderia ter sido uma despedida melhor, Ratinho, Tiquinho e Maxwell foram contratados, pelo período de um ano, pelo circo americano Universoul. Naquele dia, no Teatro João Caetano, eles fizeram a sua última participação no espetáculo Circo Etéreo. E ainda havia outros 4 jovens que também fazem parte do Levantando a Lona e foram indicados pela Vandinha, da Intrépida Trupe, pra fazerem parte do elenco da peça teatral Alice no País das Maravilhas. A peça irá estrear no dia 01/02 nesse mesmo palco. Além de tudo, deu pra perceber que rolava uma certa intimidade dessa mulecada com o palco.\r\nOs MCs Tony Garrido e Fernanda Abreu, dois amigos, aliados e parceiros de longa data, foram os apresentadores da quarta edição do Prêmio Orilaxé. Vê-los ali era como dizer: "quem diria, dois ícones da MPB apresentando o evento de um grupo de loucos e sei lá o quê", isso me remetendo a dez anos atrás. Hoje, com 34 anos, ainda me sinto com os 23, 24 quando tudo começou – pra falar a verdade, me sinto ainda com 18. Tive o prazer de ficar uma parte do evento deitado atrás do palco, olhando tudo de numa posição desprivilegiada, vendo os nossos erros, o nervosismo e curtindo os momentos anteriores ao embarque dos 3 meninos do Levantando a Lona. Muita gente ficou surpresa, já que em vez de uma das nossas bandas, colocamos o nosso grupo de circo. Por que motivo? Porque as pessoas, quando pensam no Afro Reggae, pensam em batucada? Que bom ter batucada, mas também é muito bom ter o circo, ter o Zuenir arrancando o choro do Altair na entrada do prêmio (na categoria jornalismo), ou mesmo o Marcelo Yuka, que chegou atrasado por causa da chuva e perdeu o discurso emocionado do Falcão (que recebeu o prêmio na categoria cantor). Yuka nos presenteou com a sua presença e com a entrega do prêmio, na categoria direitos humanos, ao mestre Luiz Eduardo Soares. Yuka me lembra o tempo que tínhamos que saltar do ônibus pela porta de trás pra entrevistar alguma estrela do reggae que estava de passagem pelo Brasil. Ficávamos horas aguardando até conseguirmos algum depoimento para o Afro Reggae Notícias. Passávamos o dia sustentados por uma dieta rotineira de um pastel e um caldo de cana (um pra cada, pra que mais?).\r\nOs outros dias no SESC Tijuca foram, talvez, os momentos mais importantes dos 10 Anos, uma vez que tivemos vários SubGrupos estreando. Eram 3 bandas e um SubGrupo de Dança mostrando o que as favelas têm como contraponto a todo rótulo que ela sofreu ao longo desses 30 anos de narcocultura, ou narcoditadura, ou narcodescaso. Um desses SubGrupos, o Tribo Negra fez um show que parecia o show da vida deles, e na verdade era. Os meninos tinham uma força tão poderosa que me remeteram ao início de tudo, quando Vigário só era conhecida pelo terror. A violência com que eles tocavam os seus instrumentos tinha muito a ver com os primeiros gritos de sobreivência que ecoavam dos instrumentos do Tafaraogi, emprestados para a oficina de percussão do Afro Reggae em Vigário. Altair, Paulo, Cleber, Jacson, Tota, Ninho, Birinha, Coquinho, Luiz, João, Bruno, Eduardo e Bonitinho – eles estavam representados ali. Só que os rostos e o sorriso estavam diferentes, eles não tinham o "nosso medo", pois a cultura do pânico fora substituída pela cultura da cultura, pela cultura de verdade, ou da verdade. A nova safra já não tem tantas dúvidas, já chega com uma cara e um visual "meio de artista".\r\nAntigamente eu sabia o nome de cada um que dizia fazer parte do Afro Reggae, agora eu não sei o nome da maioria. Vocês podem não acreditar, mas eu sofro muito com isso. Tô olhando pela minha janela e percebi que a chuva parou, são 01:52. Ela também parou nos dois dias em que fizemos os eventos no SESC. Nesses dois dias arriscamos a organizar debates, coisa que nunca tínhamos feito. Só chamamos amigos, Titio Rubem, Marcelo Garcia, André Urani, Lu Petersen, Major Miriam, Bill, Ricardo Henriques, Sílvia Ramos, Rosana Heringer e dois peixes do cardume, a Márcia e o Écio.\r\nNo último dia de comemoração, abriu o maior solzão. Que tranqüilidade! A espaçonave que lembrava o Conexões estava armada, pronta pra decolar com os shows da Makala, AfroReggae, Caetano e as participações de Lenine, MV Bill, Pedro Luis & a Parede, Sandra de Sá, Frejat, Jorge Mautner e Nando Reis. A noite veio chegando e aquele som de terremoto também. Às seis e pouco da tarde caiu uma chuva gostosa – “Ih demorou. Logo, logo passa!” Passou mesmo, daqui a pouco a Lapa começa a lotar e chega a hora do Márcio (Libar - apresentador do evento) fazer a sua performance. Ao som de "Assim Falou Zaratrusta" ele entra em cena roubando o palco (pois tudo que ele faz, acaba tomando de assalto, é da personalidade dele). Chama o Makala, era a quinta estréia desses 10 Anos. No meio do show, o meu celular não pára de tocar. Algumas ligações eu não tinha como atender, até que resolvi atender uma: era o Gerald Thomas me dizendo que em Ipanema estava chovendo muito. Ele me perguntou se iria rolar o show assim mesmo. Eu respondi que sim, pois na Lapa tava tudo tranqüilo e já tinha chovido. Quando acabou o show do Makala e entrou a Banda AfroReggae, o som de "terra tremida" abre o bocão e começa a despejar a sua saliva por mais de 4 horas, parando a cidade e trazendo o caos. Esse história começou a rolar por volta de 11 horas da noite. Eu e todos que estavam em cima do palco pensamos: "Já era, acabou o evento". O público resistiu bravamente. Os balões (blinps) dos parceiros rodopiavam, com a força do vento, num balé assustador, pois tinha hora em que os balões davam a impressão de que se chocariam contra o público. Como diz o Jairo Cliff, “o negócio foi punk”. A banda AfroReggae incorporou o espírito do lançamento do espetáculo Nova Cara, ocorrido nesta mesma Lapa, em 1998, num evento em que tudo havia dado certo. A chuva, que parecia ter vindo caprichosamente pra atrapalhar, acabou consolidando. Segundo o Márcio Libar, as pessoas que foram embora eram aquelas que fizeram alisamento japonês e chapinha e não queriam desmanchar o penteado, mas o verdadeiro público da Lapa tinha ficado. E ficou mesmo! Ver aquelas pessoas "dançando na chuva", transformando a batucada sagrada em festa, em ritual – e mais uma vez não saindo nenhuma confusão nos nossos eventos – era um momento nirvânico.\r\nO inacreditável tava acontecendo ali. Parte da cidade sem luz, alagada e as pessoas comemorando e dançando. O penúltimo telefonema que eu recebi foi de uma Paula (Lavigne) e de um Caetano desesperados, não por causa da chuva em si, mas pelo que ela causou. Ele estava preso e não conseguia chegar à Lapa. Tava tudo dando tão certo em vez desse fato ter gerado problema, uma vez que ele era o artista que encerraria a noite, o que aconteceu foi que o público assimilou bem e aplaudiu a ousadia dele em tentar chegar de qualquer forma. Mas, fazer o quê? Olha, que há quatro anos que a gente tenta trazê-lo para as nossas festas de aniversário e, finalmente quando o homem decide vir, acontece um negócio desses. Ou não era pra ele vir ou é pra ele tocar na festa dos onze anos, não sei.\r\nComo nem tudo é perfeito, o último telefonema da noite foi da Etiene - aquela menina que tá sempre filmando o Afro Reggae em tudo. Ela estava desesperada porque havia esquecido a câmera dela dentro do táxi, com todas as fitas do show. Vamos torcer pra câmera dela aparecer e as fitas também. Queria agradecer de coração a ARTPLAN (Beto, Cristina, Juliana, Roberto e a Roberta Medina), Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio (Ana Maria Maia), Conspiração Filmes (Andrucha, Carolina Jabour e ao Tim Maia), Fundação Ford (Denise Dora, Elizabeth Leeds e Sonia Mattos), MPB FM (Meinha), O GLOBO (Mário Rigon), Rede Globo (aos "Luíses" Roberto e Erlanger), Secretaria Municipal de Trabalho e Renda da Prefeitura do Rio (Marcelo Garcia) e o SESC - RJ (Bruno, Dionino, Maria José e a Simone).\r\n\r\nGente, até o mês que vem! Dez Anos do Afro Reggae será o ano inteiro.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (25, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (26, 1, 'Baixando em Porto Alegre', 'Constantemente chegam e-mails de Porto Alegre pra mim, perguntando sobre o nosso retorno àquela cidade. A nossa última estada foi em outubro do ano passado, numa espécie de "Complexo do Alemão" deles, uma vila (bairro pobre) conhecida como Restinga. Fomos àquela comunidade para participar do Primeiro Fórum das Escolas Municipais da Restinga e a fim de fazer uma espécie de Escolando a Galera, versão Sul. A Secretaria Municipal de\r\nEducação, da Prefeitura de Porto Alegre, juntou seis escolas da região para participar dessas duas atividades.\r\n\r\nAs atividades aconteceram na Escola Municipal Lidovino Fanton e no Centro Comunitário da Restinga (CECORES). O mais interessante, para nós, foi quando os meninos, um de mais ou menos 11 anos e um outro de 12, nos convidaram pra dar uma volta pelas ruas da comunidade depois do almoço.\r\n\r\n\r\nEnquanto estávamos na escola, as perguntas eram mais centradas no nosso trabalho social: como iniciamos o projeto e um pouco das nossas vidas pessoais. Nesse papo, estavámos eu, Anderson, LG e Altair – todos artistas da Banda AfroReggae. Mas durante o percurso pelas ruas da Restinga Velha, eles começaram a falar da realidade do local, como o tráfico, o medo e o terror que imperam naquela comunidade.\r\n\r\n\r\nDentro da Restinga existe uma guerra de duas famílias de traficantes: Os Miltons e os Primos. Segundo aqueles meninos, na Restinga já há fuzis e pistolas. Alguns elementos metodológicos dos "comandos cariocas" já chegaram àquela comunidade.\r\n\r\nO público que foi assistir ao show no CECORES era formado por crianças, jovens, educadores, gente da Prefeitura e ongueiros. Duas figuras marcaram aquele dia: primeiro a do Luiz Eduardo Soares, que foi assistir à palestra na escola; depois, a do DJ Everton, que faz parte do grupo Black Time, acabou se integrando à família AfroReggae e nos acompanhou durante toda a nossa permanência em Porto Alegre.\r\n\r\n\r\nÀ noite, tivemos que nos dividir, uma vez que a programação era extensa: entrevistas em rádios e TV, debates (evento Universo das Tribos, na Usina do Gasômetro) e a participação no show da banda de reggae gaúcha Chimaruts. Eu me descolei da banda, pois os meus compromissos ficaram mais voltados para os debates e conversas com o movimento social e a galera da Prefeitura.\r\n\r\nNós estávamos em Porto Alegre numa sexta-feira (18/10), às 22:00, e a grande atração daquela noite era o showmício do Lula e do Tarso. Numa "cidade petista", onde é normal ver os pais levarem os filhos para a escola, ambos segurando uma bandeira vermelha do partido; e também onde os gremistas, graças à rivalidade com os colorados, mudarem as cores do PT para as cores do tricolor gaúcho. Eu tive que ver de perto. A Marta Porto, da Unesco, já tinha me falado dessa militância, que boa parte do Brasil não conhece. Ao chegar próximo do Largo da Epatur, local onde acontecem os grandes comícios, e ver aquela ola de bandeiras tremulando, sustentadas por mais de 80 mil pessoas, ao som do hino gaúcho, experimentei uma emoção que só quem esteve presente pode descrever. Essa energia foi a mesma que senti no início da década de 80, quando ouvi Planet Rock, do Afrika Bambatta, a primeira música da era funk/hip hop.\r\n\r\n\r\nFui convidado pela coordenação da campanha do Tarso para subir no palco. Ver de frente aquela platéia conferiu sentido à palavra showmício. Lula, Tarso e Olívio faziam o que queriam com o público, no melhor sentido da expressão. A energia era a mais irradiante possível. Ver aquelas senhoras de cabeça toda branca e crianças, junto com outros milhares de adultos, vibrando, mexe bastante.\r\n\r\n\r\nA minha presença no palco despertou uma curiosidade na galera: "A que horas a banda de vocês vai tocar?" Tive que explicar o tempo todo que não fazíamos campanha política por uma questão institucional. Mesmo ficando atrás da linha de frente que tampava o palco (preferi ficar no fundo), fomos convidados a dar um depoimento antes do Tarso. Ali eu percebi como o povo da Prefeitura leva fé no nosso trabalho, pois queriam que nós falássemos antes da penúltima fala — depois seria o Tarso e, por último, o Lula. Preferi não dar esse depoimento para evitar futuros problemas.\r\n\r\n\r\nDepois desse dia, o que rolou foi chuva e muito bate-papo no hotel, uma vez que o show na Usina do Gasômetro (20/10) tinha sido cancelado. Na segunda-feira (21/10), a nossa trupe embarcou de volta para o Rio, ficando apenas eu e Altair para os últimos compromissos: um workshop para os grupos afro locais e uma palestra no Instituto Santander.\r\n\r\n\r\nFazendo um rápido balanço de Porto Alegre, deu pra sentir que esse estreitamento de relações, que começou em abril, não deve parar mais. Fizemos questão de esclarecer que as nossas metodologias podem servir apenas em parte para os grupos locais. Queremos dizer com isso que os resultados obtidos no Rio não serão necessariamente reproduzidos em Porto Alegre, já que são realidades e culturas diferentes.\r\n\r\n\r\nNão queríamos cortar a esperança da galera, mas também não podíamos deixar as pessoas achando que tudo que fazemos no Rio pode dar certo incondicionalmente. Pintaram mais convites para montar Núcleos do GCAR naquela cidade. Alguns dos nossos projetos específicos chamaram bastante a atenção. Por exemplo, o Kizumba, os SubGrupos, o novo Centro Cultural, o Escolando a Galera e o Conexões Urbanas. As nossas relações com a Ford, Prefeitura do Rio, Grupo Pão de Açúcar e com os artistas despertavam sempre muito interesse, sendo que várias pessoas queriam saber detalhes, notadamente sobre como fazíamos para gerar recursos.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (26, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (27, 1, 'Foi dado o start', 'Iniciamos em novembro a produção da festa de dez anos do Grupo Cultural AfroReggae, que vai acontecer entre os dias 21 e 24 de janeiro de 2003. Não faremos a comemoração em um único dia, mas em quatro. Além da premiação e da apresentação dos subgrupos do Afro Reggae (oito bandas, duas trupes, um grupo de dança e um coral), o evento também terá o lançamento do livro Da favela para o mundo, uma exposição fotográfica com as principais imagens de 1993 até 2002, além de debates e um super show (provavelmente) nos Arcos da Lapa. Para garantir o evento, estamos fechando algumas parcerias que o tornem viável. Na ocasião, ainda serão lançados alguns dos novos subgrupos, como o Afro Mangue e a banda de reggae Kitôto, ambos de Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nHoje o pensamento e o discurso do AfroReggae estão cada dia mais voltados para a agregação e o desenvolvimento humano. Por isso, estamos investindo na formação de jovens lideranças, na qualificação de artistas e principalmente na formação de platéia. Dois projetos desenvolvidos recentemente vêm atingindo um público que não está acostumado a ir ao teatro, ao circo ou a shows em geral: o espetáculo Circo Etéreo, do Levantando a Lona, que acontece no Anfiteatro Benjamim de Oliveira, no Morro do Cantagalo, e o projeto Conexões Urbanas, desenvolvido em parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAmbos são realizados no miolo das favelas. Com isso, estamos viabilizando dois projetos distintos: o artístico e o do público. Sabe o que é receber um show do Caetano Veloso dentro do seu quintal? Ou ver uma molecada, que poderia estar no sinal jogando bolinha, atuando como artista dentro de um espaço estruturado para apresentações dentro da favela? Essa é uma das marcas destes dez anos. Em breve estaremos divulgando a lista dos premiados nas 12 categorias do Orilaxé (a cabeça tem o poder da transformação), o local e toda a programação do evento.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (27, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (28, 1, 'Estupro contra a cidadania', 'Quando eu era moleque, meu pai e meus amigos mais velhos me diziam que se um homem passasse a mão nas nossas partes íntimas, isso era um desrespeito. Acho que quando eu era menor, nas décadas de 70 e 80, realmente esse conceito poderia prevalecer, pois hoje em dia, tem gente que leva mãozada na bunda quase que diariamente. Antes, eram as bundas femininas as mais alisadas, hoje, tenho dúvidas.\r\n\r\nA razão desse papo, sem pé nem cabeça, falando de mão e bunda, é que sexta-feira, dia 08/11, eu passava de carro pela rua Marquês de Pombal, no Centro do Rio, e vi um engarrafamento anormal na porta do jornal O Globo, na esquina com a Irineu Marinho, por volta da meia-noite. Não dava pra ver bem, mas como o local sempre tem um certo tumulto de kombis e caminhões - nada que gere parada no trânsito - fui chegando mais perto. Foi quando vi um homem à paisana, com uma pistola na mão tirando passageiros de um táxi. Pensei em dar ré e sair batido, mas já se formava uma fila atrás do meu carro, não tinha como. \r\n\r\nQuando os carros passaram a andar, percebi que aquilo poderia ser uma blitz: tinha tanta gente armada que eu procurei não pensar no pior. Eles afunilaram a rua e só passava um carro por vez. A maior loucura de tudo é que havia muitos homens, que eu julguei serem policiais, mas nenhuma viatura - estavam todos a pé.\r\n\r\nNa minha vez de passar, o policial gritou: "encosta, encosta logo!". Quando eu parei o carro, vi um garoto que parecia ser menor de idade, sendo aterrorizado. Um policial segurava-o pelos cabelos, de cara pra parede. Na minha frente, tinha um outro táxi com quatro jovens, também super assustados. Minha única certeza de que a blitz era da polícia se devia ao fato de que na lateral da Marquês de Pombal tem uma entrada para Academia da Polícia Civil. O policial que me abordou veio na minha direção, já mandando eu ficar de costas para o carro. Saiu passando a mão naquilo que suponho que ele podia e naquilo (que também suponho) não poderia. A sensação é de que você está sendo estuprado, violado em todos os seus direitos, pois como um tarado-maníaco, esses policiais não conversam e não te seduzem, saem logo querendo meter a rola. O papo foi o mesmo que eu já ouço desde a década de 80, quando eu morava nessa mesma região do Centro do Rio:\r\n\r\nPolicial - Tu mora onde?\r\nCidadão acuado (eu) - Na Glória.\r\nPolicial - Tá vindo de onde?\r\n\r\nEu estava vindo do Parque dos Patins, onde tive um encontro com uma amiga que é produtora de eventos, mas na hora respondi: \r\n\r\nCidadão acuado (eu) - De Vigário Geral!\r\nPolicial - Vigário? O que você tava fazendo em Vigário?\r\nCidadão Acuado (eu) - Eu trabalho lá!\r\nPolicial (com uma cara irônica) - Trabalha?\r\nCidadão Acuado (eu) - Trabalho! Eu sou do Afro Reggae.\r\n\r\nNessa hora, ele me olhou dentro dos olhos e mudou a expressão facial. Foi como se eu tivesse dado uma carteirada quente. Ele passou a me dar satisfação do que estava acontecendo. Era uma operação emergencial por causa de uma denúncia, só não disse qual. E se despediu de mim dizendo: "vai com Deus!". \r\n\r\nNaquele momento havia um rapaz sendo revistado de maneira desrespeitosa. Por isso, atrasei o máximo que pude a saída, mesmo contra minha intuição que dizia: "mete o pé, some!". Se eu me senti desrespeitado, o tal rapaz foi humilhado, mas ainda pediu desculpas por alguma coisa, e disse para os policiais: "bom serviço". \r\n\r\nÉ revoltante! Sem querer julgar ninguém, mas pela sua aparência, o rapaz provavelmente mora em alguma comunidade. Talvez por isso, deva ter se sentido culpado, já que seu jeito era de quem considerava aquilo uma coisa comum, e só quem vive debaixo do teto das duas ditaduras que imperam nas favelas sabe que esses códigos são fundamentais para a sobrevivência daquele que deveria ser um cidadão, mas não sabe se é. \r\n\r\nNo dia seguinte, comprei o jornal O Globo, na esperança de ver alguma foto ou denúncia, mas não rolou nada. Vai ver que não deu tempo.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (28, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (29, 1, 'Finalmente!', 'Alguns meses atrás tive a oportunidade de participar de uma reunião com o agora presidente eleito na casa do Gilberto Gil. Nesse encontro, estavam Caetano Veloso, MV Bill, Celso Athayde, Flora Gil, José Dirceu, Frei Beto, Wagner Tiso, Djavan, Paula Lavigne e Chico Buarque. O papo rolando e eu pensando na minha vontade de levar o Gil para tocar numa favela. Olha só: eu diante do futuro presidente da república... e só pensava "naquilo".\r\n\r\nA minha participação naquele encontro foi pífia, não rendi o que poderia, não sei se era porque, como uma cobra, eu esperava a hora do bote. Mas acabei levando um papo rápido com cada artista que estava ali e com o próprio Lula, em que recordamos o nosso primeiro encontro, num evento organizado pela ONG Alternatives, em Montreal. Aquela tinha sido a minha primeira viagem internacional. Mesmo assim, naquele dia eu só queria saber de levar o Gil numa favela. Foi um jogo de xadrez, pois fiz questão de deixá-lo por último. Dias depois, já obtínhamos bons resultados, segundo as informações vindas do meu aliado e conselheiro, André Midani.\r\n\r\nO Gil havia topado. Mas ele queria saber qual seria a favela, quatro meses antes. Como a situação hoje passa pela "favela da semana", ou seja, de maneira rotativa, elegem uma por semana para mostrar nas suas entranhas a violência, eu não tinha como garantir o local. Para nós, favela é favela, todas necessitam de um show do porte do Gil, que é algo nirvânico. \r\n\r\nTive a certeza disso no mês de outubro, quando a Banda AfroReggae abriu o show dele no Pão Music, na Praia de Copacabana. O show Kaya N\'Gan Daya foi algo comparável ao "retorno do Messias" - o rei do reggae estava no canto do palco, em espírito, contemplando a beleza e a plasticidade com que Gil entoava mantricamente as suas músicas. Sem preconceito: se na praia, o show rolou com aquela energia, imagina na favela.\r\n\r\nResolvemos levar o show para a Vila dos Pinheiros, na Maré, em parceria com o Centro de Ações Solidárias da Maré - CEASM e do Conselho de Moradores da Vila do Pinheiro. Tínhamos a obrigação de levar esse show para um lugar incomum (como acontece em todos os Conexões). E já que a nossa parceira, a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio fecha com a gente em tudo, uma vez que acreditam na nossa capacidade, não tivemos dificuldade para fazê-lo.\r\n\r\nPode parecer inacreditável, mas de agosto de 2002 para cá, já aconteceram shows do Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto, Titãs, Cidade Negra, Fernanda Abreu, Gabriel O Pensador, Racionais, O Rappa, Skank, Daniela Mercury e Lulu Santos. A participação do Gil vem para coroar ainda mais o sucesso do Conexões como política pública de entretenimento e ação social. Na parte da manhã, acontecem ações das Secretarias Municipais de Saúde, Desenvolvimento Social e Trabalho, além de um projeto de qualificação social, por um período de 12 meses, financiado pela Prefeitura.\r\n\r\nJá tem gente especulando - mas eu garanto que é pura especulação mesmo - que a gente estaria negociando o show do Roberto Carlos numa favela no Natal do ano que vem. Já pensaram?\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (29, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (30, 1, 'Volta do Conexões', ' José Junior\r\n\r\n ** Na foto José Junior junto com Fernanda Abreu e Caetano Veloso numa das edições do Conexões Urbanas\r\n\r\nQuando resolvi colocar o termo (RE) no release na frente da "volta do Conexões", do Complexo do Alemão (*1) (na última sexta-feira), algumas pessoas me perguntaram se era uma revolta da nossa parte pelo interrupção do projeto. Na verdade, se o projeto parar de novo ou se ele não continuar mais por algum motivo, NÓS - do Afro Reggae, da Prefeitura,\r\nda CUFA, da Big Mix, os fornecedores (palco, som, luz, etc), todos os artistas que passaram pelo evento mais as comunidades - já cumprimos um grande ciclo na história dessa cidade.\r\n\r\nForam 25 edições de um circuito itinerante pelas chamadas áreas de perigo (se o Bush fosse o presidente do Brasil, talvez chamaria de eixo do mal), mas onde sempre fomos muito bem recebidos, o sorriso sempre foi o preço do ingresso e nunca teve nenhuma confusão por parte do público. Briga?\r\nPorrada? Nunca! Nunca! Nunca! Voltar no Complexo do Alemão é sempre muito bom! Foi lá que iniciamos a nossa parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, foi lá que ficamos amigos da Ana Maria Maia. Uma pessoa indescritível e inenarrável. Esse (*2) e-mail não é um relatório e nem um artigo, mas eu queria registrar o quanto tudo foi tão especial! MV Bill fez pra mim o melhor show dele de todos os Conexões, O Rappa não queria sair mais do palco. Marlboro, como sempre, demonstrou a sua força fenomenal, seja na favela ou na zona sul.\r\n\r\n<>\r\n\r\n Altair Martins, Ana Maia e José Junior\r\n\r\n\r\nSempre tenho grandes expectativas em cada Conexões, mas nesse tinha duas questões que eu vinha martelando na minha cabeça. A primeira foi o convite para o Luciano Huck apresentar o evento. Teve gente me perguntando se eu não tinha medo que ele fosse vaiado ou hostilizado. O que posso dizer é que ele é adorado pelas pessoas que lá estiveram das 16:00 às 04 da manhã. Essa é a proposta: juntos integrar, conectar. A ida dele causou uma grande comoção por parte da platéia que não era só formada de pessoas que moravam no Complexo do Alemão.\r\nA cada entrada dele para chamar os artistas da noite (foram 5 aparições) era uma uma gritaria ensurdecedora. Posso dizer que o Luciano se sentiu completamente em casa. Já esta até planejando a sua próxima participação. Teve uma outra figura que me perguntou depois do evento se o Bill tinha tratado bem o Luciano por causa do problema do Skol Hip Hop Manifesta. Pra quem não sabe, o Bill e o Celso são lordes, cavalheiros educadíssimos, além de também serem anfitriões da festa. Nunca vi os dois destratando ninguém. São pessoas que tem uma\r\nideologia própria e ponto final. Posso dizer que quando estávamos juntos a conversa era regada de discussões sérias e sorrisos.\r\n\r\nAquela noite era mais especial do que tudo, pois tinha a verdadeira volta ou, dessa a vez, a verdadeira revolta. No dia 1º de maio de 2003, Anderson Francisco dos Santos Sá, o Ando, sofreu um grave acidente na Praia do Diabo. O diagnóstico era o pior possível: ficar tetraplégico ou paraplégico, voltar a andar dentro de 18 meses (que já seria um avanço), etc. A volta aos palcos nem era cogitada. Na noite do dia 30 de janeiro de 2004, nas duas últimas músicas do AfroReggae, esse cara invade o palco e faz as duas músicas mais pancadas do repertório: Tô Bolado e Capa de Revista. Antes dele entrar, rolou um grito meio estampido saindo dos alto falantes do som: É A VOLTA !!!!!!! Nós havíamos planejado que o retorno dele seria no Carnigie Hall, em Nova York, no dia 14 de abril, mas o destino mais uma vez não quis. Naquela noite algumas pessoas foram fundamentais na volta dele. Por isso, entrar naquele palco no Complexo do Alemão era um misto de homenagem e gratidão por tudo que foi feito em prol da sua recuperação. Poucas pessoas sabem, mas o Hermano Vianna, o Dr. Paulo Niemeyer, Luis Roberto Ferreira, da Rede Globo, Ana Maria Maia, Luciano Huck, Silvia Ramos, Numa e o Nanko do Ibiss se juntaram na primeira hora do choro e das lagrimas. Naturalmente, depois que a noticia vazou, o exército do bem ficou sabendo e entrou no campo de batalha junto com a gente. Esse cara é um privilegiado, um iluminado. Se o Diabo achou que ia se dar bem na praia que tem o seu nome, esqueceu que Deus rege todos os oceanos. A força dos cavaleiros de luz mais uma vez prevaleceu. É óbvio que na festa dos 11 Anos do Afro Reggae ele vai cantar, é óbvio que a partir de agora ele vai voltar ocupar o seu posto de comandante. Anderson simboliza o Afro Reggae dentro da sua essência. Pra ele, tenho um recado: As suas férias de 274 dias chegaram ao fim!\r\n\r\n \r\n\r\n<>\r\n\r\n Anderson num Conexões de 2003, antes do\r\n\r\n acidente\r\n\r\n\r\n \r\nSem querer sem injusto, agradeço em nome do GCAR as doações feitas por:\r\n \r\n- André Midani\r\n- Cacá Diegues\r\n- Cezar Marques\r\n- Cidade Negra\r\n- Chico Junior\r\n- Cleia Silveira\r\n- Denise Dora\r\n- Dudu Marote\r\n- Elizabeth Leeds\r\n- Flora Gil\r\n- Gabriel O Pensador\r\n- Isabella Nunes\r\n- Leninha\r\n- Leonardo (Fundação Gol de Letra)\r\n- Lorenzo Zanetti\r\n- Luke\r\n- Matt Mochary\r\n- Paul Heritage\r\n- Rosana Heringer\r\n- Wendell Leite\r\n\r\n\r\nE tantos outros que contribuíram com dinheiro, trabalho e orações\r\n \r\nJunior\r\n\r\n*1 Esta edição do Conexões Urbanas aconteceu no dia 30 de janeiro de 2004, no Campo do Sargento, Canitá, Rio de Janeiro - RJ.\r\n\r\n*2 Email enviado por José Junior após o Conexões.\r\n\r\n* Atualização Site (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (30, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (31, 1, 'Boa Praça', 'Foto: Jota Quest e Banda Afro Reggae no Projeto "Juventude e Polícia", desenvolvido em BH em agosto de 2004.\r\n\r\nO projeto é uma parceria entre Afro Reggae e Cesec. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n José Júnior\r\n\r\nResolvi escrever sobre um dos caras mais gentis e inteligentes que eu conheci nos últimos tempos. Um “ser completamente do bem”, chamado Rogério Flausino, cantor do Jota Quest. Me surpreendi muito com a sensibilidade e sagacidade desse mais novo grande amigo e aliado. Ele me contou a luta, que poucas pessoas sabem, que a banda teve para chegar ao topo e depois que já estavam no auge, a queda repentina que eles levaram. Sem falar das bordoadas da imprensa e, segundo o próprio, de alguns “amigos” do meio artístico. Sem nenhum rancor no peito e com uma voz de monge, lentamente ele narrava o que representou aquele momento na vida deles. Fiquei muito feliz em vê-lo se abrindo comigo num momento de extremo sucesso do Jota Quest.\r\n Daquela noite tirei várias lições. Uma delas é evitar dar opinião em tudo que te perguntarem. É verdade, a gente acaba falando, ou melhor, respondendo tudo que nos perguntam e nem sempre devemos emitir a nossa opinião, principalmente em assuntos polêmicos que vão gerar “bate – rebate”. Tivemos uma longa conversa dentro do 22° Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais. Rogério deu uma canja num show histórico que o AfroReggae fez dentro desse batalhão. A sensação que tive é de que já éramos amigos de longa data. Foi a nossa primeira conversa sem correria. Eu tinha uma visão completamente errada dele quando cruzava com o grupo em programas de TV ou em shows. O cara é sensibilidade pura ! O Luciano Huck já tinha me dito e foi o grande responsável pela nossa aproximação.\r\nO mais louco de tudo isso é que quando sentei de frente para o computador, pensei em escrever um artigo falando da minha leitura do livro “Mídia e Racismo”, do Centro de Estudos de Segurança Pública, da Faculdade Candido Mendes. Queria citar o quanto fiquei empolgado com algumas narrativas, como a do Eduardo HP de Oliveira, da revista online Afirma, da Sandra Almada, e o quanto a cada dia eu fico mais fã da Miriam Leitão. Mas, não rolou ! Fico feliz em ver cada dia a construção de várias pontes e viadutos de mão dupla. Talvez esse pensamento tenha refletido na conexão com o Rogério, com o Luciano e com a rapaziada do NUC – grupo de hip hop do Alto Vera Cruz, de Belo Horizonte. \r\n\r\nJosé Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (31, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (32, 1, 'Manu', ' Na foto Manu Chao dando uma canja no estúdio, junto com a Banda AfroReggae - Agosto de 2004\r\n\r\nJosé Junior\r\n\r\n\r\nToda e qualquer viagem que eu faça, tenho que passar por uma loja de discos. Tento o impossível. Muitas vezes, só dá tempo de passar nas lojas do aeroporto. Posso não comprar nada, mas tenho que entrar e olhar. Essa síndrome começou em 1998, na minha primeira viagem para a Europa. Comprei muitos CDs e vinis por instinto naquele ano. Olho pra capa, “sinto a energia” e meto o cartão. O problema é quando volto pra casa, mas na hora da emoção não quero nem saber.\r\n\r\nNuma dessas, comprei o CD do Manu Chao. Pra falar a verdade, não sabia quem era. Descobri logo em seguida que ele era o cantor do extinto Mano Negra, que eu tinha alguma referência por causa da Eco 92. Quando olhei pra capa do Clandestino, vi aquele visual meio latino, meio rapper, meio punk, meio malandro da Lapa, meio um monte de coisas e pensei: vou levar! Fiquei quase que a viagem inteira ouvindo esse CD. Contaminei outras pessoas que também passaram a ouvir direto. Clandestino deu uma grande influenciada na galera da banda AfroReggae.\r\n\r\nNo ano seguinte, retornamos a Europa e fomos convidados para tocar na Tecno Parade de Paris, no carro de abertura, coordenado pelo Anthony Chao – irmão do Manu. Pensei que iríamos acabar cruzando com o irmão famoso, cheguei a trocar uma idéia com o Anthony, mas foi só isso, papo e sorriso. \r\n\r\nEm 2001, assim que saiu Esperanza, ficamos ainda mais contaminados. Fizemos um pacto: Temos que fazer alguma coisa no nosso próximo CD com Manu Chao. Os samplers, os loops, as colagens desse CD foram uma das coisas mais marcantes que eu já tinha ouvido na minha vida. Sabe aquela coisa, “bem que eu poderia ter feito, pois penso igual ou parecido?” Foi essa sensação egoísta que eu tive. Enquanto estou escrevendo, dei uma olhada no site da Americanas.com e comprei o DVD Babylonia em Guagua. Radio Bemba (2002) acabou sendo o estímulo pra sairmos na caça do cara. Depois de anos de expectativa, finalmente conseguimos meter o Manu Chao dentro de um estúdio, numa operação de “guerra e captura”. O encontro acabou acontecendo no Nas Nuvens e foi orquestrado pelo Jairo Cliff (baixista do AfroReggae) e pela Ana Almeida (produtora de SP). O nosso maestro foi o Liminha – que está produzindo o novo CD da banda (sem data pra ser lançado). O resultado não poderia ter sido melhor. Não teve nem um ensaio, foi tudo na vibe e na veia. \r\nDepois da gravação, fomos para uma antesala da casa, onde fica o estúdio, e o Manu Chao pegou um violão e deu uma canja com os seus principais sucessos. Ficamos enlouquecidos e nostálgicos quando ele tocou praticamente todas as músicas que nós ouvíamos durante a nossa turnê pela Europa em 98. Como diz o Zé Carlos do Morro da Formiga: Foi lindo !!!!\r\n\r\n** José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), diretor artístico da Banda AfroReggae e um dos fundadores da ONG\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (32, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (33, 1, 'Quilombo do Leblon ajudou na abolição', 'Hoje o Leblon é conhecido como o bairro chique da Zona Sul carioca, cenário de muitas novelas das oito, na rede Globo. No passado, entretanto, quando ainda tinha ares de praia deserta, o Leblon abrigou escravos fugidos, reunidos numa chácara denominada “quilombo Leblond”, “quilombo Le blon”, ou “quilombo do Leblon”. À parte as incertezas quanto à ortografia, o fato é que o quilombo do Leblon desempenhou um importante papel na aventura abolicionista no Brasil.\r\n\r\nEssa história é contada em detalhes por Eduardo Silva, no livro que acabo de ler: As camélias do Leblon e a Abolição da Escravatura (São Paulo: Cia. das Letras, 2003). A referência às flores no título se deve ao fato de o quilombo estar situado numa chácara onde se cultivava camélias. A chácara, por sinal, pertencia a um bem sucedido imigrante português, José de Seixas Magalhães. Abolicionista amigo de outros ativistas influentes – Rui Barbosa, por exemplo –, Seixas era, nas palavras de Eduardo Silva, “um homem de idéias avançadas, dedicando-se à fabricação e ao comércio de malas e objetos de viagem, na rua Gonçalves Dias” (pág. 13). Isso talvez explique o porquê de “os fugitivos do Leblon não demonstrarem nenhum indício de preconceito racial” (pág. 13).\r\n\r\nO autor sustenta que quilombos como esse representaram uma nova forma de resistência à escravidão: o “quilombo abolicionista”. Opondo-se à forma tradicional do “quilombo-rompimento”, como o foi Palmares, por exemplo, onde a tendência era a política do esconderijo e do segredo de guerra, essa nova forma de resistência tendia à negociação e à intermediação. Suas lideranças “são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulados politicamente”. Além disso, os quilombos abolicionistas se organizam perto dos grandes centros, enquanto o rompimento abrigava-se em locais distantes, preferentemente de difícil acesso.\r\n\r\nO Quilombo do Leblon, por exemplo, ficava em local altamente valorizado hoje em dia. Bem ali na subida da Rua Igarapava, seguindo até a Alberto Rangel, onde hoje está o Clube Campestre da Guanabara. Dali, estendendo-se até a praia e por um lado e por outro chegando quase à Rua Timóteo da Costa, tudo limitado pela Pedra dos Dois Irmãos (muito antes do túnel, naturalmente). Resumindo, o quilombo ocupava o lugar atualmente conhecido como Alto Leblon, habitado majoritariamente pela classe média alta carioca.\r\n\r\nO nome do local, Chácara do Leblon, é devido a “um certo francês, seu primeiro morador. O francês deu nome à chácara, muitos anos depois a chácara deu nome ao quilombo, e o quilombo deu nome ao bairro” (pág. 77). Dada a sua localização, fico pensando também quantos negros habitantes dos morros da Zona Sul – notadamente Rocinha, Vidigal, Cantagalo-Pavão-Pavãozinho... – não seriam descendentes dos “moradores” do Quilombo do Leblon.\r\n\r\nPor esse e outros motivos vale a pena ler o livro. Embora eu ache que Eduardo Silva enalteça um tanto exageradamente as figuras de Ruy Barbosa e da Princesa Isabel. Não há dúvida de que estes e outros personagens dessa história cumpriram um papel importante. Ficou faltando, no entanto, uma reflexão mais aprofundada sobre a questão das indenizações. No livro aprendemos que Ruy e outros abolicionistas lutaram para que os proprietários não fosse ressarcidos com a Abolição; por outro lado o texto passa ao largo da questão sobre indenização para os recém-libertados escravos. É verdade que uma ilustração na página 60 traz uma legenda que toca de leve no assunto (“Se alguém tem direito a indenização , esse alguém é o ex-escravo...”), mas deixa de levar mais a fundo uma questão interessante sobre as Camélias, sobre o Quilombo do Leblon, do Sacopã e outros. Uma questão que diz respeito ao porquê de os remanescentes desses movimentos continuarem ainda hoje a lutar por sua liberdade. Como diz o antigo samba da Mangueira, “Pergunte ao Criador quem pintou essa aquarela/ livre do açoite na senzala/ preso na miséria da favela”.\r\n\r\nQuando fechava esse texto li na coluna de Míriam Leitão de sábado, dia 27/9, que isso começa a acontecer. Uma campanha de Ação Afirmativa, cujo emblema é uma mão negra aberta oferecendo uma camélia, pretende “convencer empresas, conquistar adeptos, abrir espaço para negros no mercado de trabalho e premiar empresas com diversidade”. A utilização da camélia não se deu por acaso. Como vimos, ela é um símbolo abolicionista, representativa de um movimento de integração, do qual participaram negros e brancos. Integram essa campanha entidades como o CEAP (Ivanir dos Santos declarou à Jornalista que a intenção é “atrair mais brasileiros para esta causa, que é de todos”); Educafro (do Frei David); Fala Preta; Coletivo de Estudantes Negros; Instituto Palmares de Direitos Humanos; Olodum; Centro de Estudos de Cultura e Teologia Negra e Forum Estadual Pró-Ação Afirmativa para a Comunidade Negra. O apoio é da Fundação Ford.\r\n\r\nO slogan da campanha é “Ação Afirmativa, atitude positiva”, o que não deve ser confundido com cotas – estas são apenas uma de tantas políticas de ação afirmativa possíveis. Existe ainda a idéia de criação de um selo de qualidade étnica para premiar empresas que desenvolvam programas de diversidade. Míriam Leitão afirma que tem participado de vários debates sobre o assunto – inclusive dentro de conselhos e associações representativas do meio empresarial – e sente que há um “aumento da atenção que dá ao tema da diversidade”. Da história passada para a história atual pouca coisa mudou, de qualquer forma não é demais lembrar um velho clichê dos movimentos de esquerda: “a luta continua”.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (33, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (34, 1, 'Assim como nós', 'Em 1997, estive em Salvador visitando alguns projetos afro-brasileiros que trabalhavam com música e inclusão social. Durante o meu giro acabei indo parar numa das experiências mais inovadoras que existem no Brasil, o Projeto Bagunçasso, da favela de Alagados. Os caras criaram um monte de bandas de latas através da reciclagem e de muita criatividade rítmica e performática (como guitarra e baixo feitos com latas de goiabada e afins).\r\n\r\nDurante as explicações do trabalho que eles desenvolviam, eu ouvia como um sussurro no meu ouvido a voz do Hebert Vianna cantando a música Alagados. Pedi pro coordenador do projeto, o Joselito, pra dar um giro pela comunidade. Durante o trajeto era impactante ver a miséria e a quantidade de palafitas, como um mar infinito. Aquela paisagem escura das casas de madeira dentro da água destoava bastante daquela Bahia que nós víamos nos “cartões-postais, nas novelas de TV”. O mais impressionante era ver a forma que aquelas pessoas viviam. Algumas em palafitas de até dois andares. Joselito me disse que quando ele era criança era o seu sonho de consumo.\r\n\r\nAndar pelas pontes estreitas e “balançantes” era um exercício de equilibrismo e de desafio das leis da gravidade. Eu e o Anderson (da banda AfroReggae) andávamos a passos curtos e segurando nas cordas, enquanto os moradores andavam quase que correndo sem perder o equilíbrio. A impressão que eu tinha era de que a qualquer momento iríamos cair dentro da água. Joselito e os caras do Bagunçasso pareciam flutuar, por causa da sutileza dos seus movimentos, enquanto eu me sentia com uns 150 quilos nas costas. Filmamos aquela realidade e mostramos na época em Vigário, que naquele período também tinha as suas palafitas, mas nem se comparava.\r\n\r\nSeis anos depois, voltamos na mesma Alagados e no mesmo Bagunçasso, ambos completamente diferentes, mais modernos e evoluídos. Aquele cenário das palafitas já não existia mais. A maioria das casas agora era de alvenaria e houve um grande aterramento ilegal (coisas do chamado crescimento). Tudo parecia de certa maneira estar melhor. Durante a nossa volta pelas ruas da comunidade, vimos uma ampliação do comércio, mas também um cheiro diferente daquele da falta de saneamento. O ar tava mais pesado. Com o desenrolar da nossa caminhada ficamos sabendo das brigas entre os traficantes locais. Diferente daqui do Rio, o tráfico em Alagados não é dominado por facções, mas por gangues de ruas e de regiões da mesma comunidade.\r\n\r\nAs gangues que dominam o pedaço são as do “gueto”, “fim de linha” e os da “rua 28”. Durante os conflitos, eles chegam a utilizar barcos a remo e trocam tiros de 12 (escopeta) e de pistolas. O forte por lá é a venda de maconha. Os traficantes locais se inspiram nos colegas do Rio, através do que ficam sabendo pelos telejornais (que acabam exercendo uma espécie de propaganda nesse caso). Ao perguntar quem eram os seus ídolos, a resposta já era a esperada. Alguns chefes do tráfico do Rio nem teriam que fazer esforço para serem aceitos, já que uma boa parte já é bastante conhecida.\r\n\r\nO nome das principais favelas do Rio também viram uma espécie de refrão nas bocas da molecada. Dentro de Alagados e de outras favelas de Salvador existe uma normalidade no quesito roubo interno. Coisa que por aqui é raro. A chamada neurose por lá também é muito forte. Pelo que ouvimos, o tiroteio é constante e como aqui também existem as chamadas balas perdidas e chacinas.\r\n\r\nFiguras como Joselito deveriam ser mais divulgadas, pois este sim é um exemplo que teria que aparecer em todos os telejornais, todos os dias. Utilizando uma oratória mansa, regada com a sua formação religiosa no Candomblé, não hesita em defender a sua comunidade e os seus ideais. Ser totalmente globalizado, saiu das palafitas pra intercambiar com outros projetos sociais do Brasil e do exterior. Nesse momento, Joselito está na França e ainda levou um dos nossos, o jovem Picuxa (componente do SubGrupo Afro Samba). Com uma missão bastante difícil nas mãos, promoveu um bando de jovens pra assessorá-lo e coordenar o Bagunçasso ao seu lado. Todos exalam auto-estima por onde passam.\r\n\r\nAo mesmo tempo em que fiquei preocupado em saber dessas “notícias evolutivas” de Alagados, fico completamente tranqüilo ao olhar Joselito e seus comparsas angariando gente pra compor os seus quadros. Uma outra notícia que achei o máximo é que, todos os anos, eles promovem um festival de bandas de lata que chegam de tudo que é lugar. No ano que vem estarei batendo cartão.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (34, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (35, 1, 'Crime organizado ou sistema desorganizado?', '30 de setembro, 24 de fevereiro. Dois dias que o Rio jamais vai se esquecer. Comércio fechado por uma ordem que foi dada, não se sabe ao certo por quem, mas que presume-se que tenha sido por pessoas ligadas ao crime organizado, ou seja, por traficantes. Boato ou verdade, difícil afirmar com 100% por cento de certeza. O caso é que, seja ou não verdadeiro, o ato provocou medo na população, prejuízo ao comércio e a outros setores que tiveram suas portas fechadas, diversos ônibus queimados, estabelecimentos saqueados ou destruídos e, o pior, algumas mortes. Procurar quem são os culpados e puní-los pode ser necessário, mas não resolve o problema todo.\r\n\r\n\r\nA questão do crime organizado, que não pára de crescer, é um problema atual, mas que tem um passado e um futuro que estão intimamente relacionados ao presente. O passado de impunidade a muitos que cometeram crimes. Se o crime cresceu e se organizou foi porque alguém não o combateu. Se o crime se armou com armamentos pesados, teoricamente só usados pelas polícias e Forças Armadas, alguém deve ter facilitado a aquisição dos mesmos pelos bandidos.\r\n\r\nSe o crime cresceu, é porque o consumo de drogas aumentou. Ora, quem é o responsável por combater o crime na cidade, estado ou país? Quem fiscaliza a aquisição de armas militares e entrada delas, seja pelas fronteiras do país (rodoviárias ou marítimas), ou pelo espaço aéreo? Quem consome as drogas que os traficantes vendem? Acho que nenhuma destas perguntas precisa de resposta pois todo mundo está cansado de saber quem é responsável por o que. Se a cidade parou, todo mundo que mora no Rio sentiu na própria pele o que é o terror de ter seu direito de ir e vir cerceado, sua vida correndo risco, seus bens ameaçados...\r\n\r\nMas a verdade é que se quem mora na zona sul ou em outras regiões teoricamente menos perigosas da cidade e que abrigam pessoas com um poder aquisitivo maior, tiveram medo ou sofreram com isso, tem muita gente que convive diariamente com estes problemas. São os cidadãos, que nem sempre são tratados como tal, que vivem nas comunidades e convivem com estes problemas desde o dia do seu nascimento. Quem vive na favela corre sempre risco de vida, por causa dos confrontos que acontecem entre traficantes e entre estes e a polícia. Quem vive na favela, em geral, com algumas pouquíssimas exceções, não é tratado como cidadão nem pela polícia, nem pelos órgãos “competentes”. Quem vive na favela é discriminado por morar ali e, se quiser arrumar ou emprego em geral tem que mentir sobre onde mora para poder ser contratado, com um salário... Quem vive na favela em geral não tem acesso, ou tem, é o mínimo de acesso, à saúde, cultura, educação, lazer e infra-estrutura (água, luz, segurança, etc) e outros benefícios que são direcionados, em sua maioria, à outras localidades da cidade.\r\n\r\nTudo bem, tem o Favela-Bairro, mas em alguns lugares ele ainda está no papel... Quem nasce e/ou mora na favela, é discriminado por isso e por muitos outros motivos que, com certeza, devo ter me esquecido de citar aqui. E se o cidadão for negro ou nordestino, será mais humilhado e esculachado ainda. Como pode um cidadão, que vive desta forma, ser feliz? Como pode sobreviver vivendo sem poder trabalhar (e recebendo muitas vezes a porta na cara quando vai procurar emprego) e sem ter sua cidadania e direitos respeitados? Como uma criança que não tem acesso a educação, lazer e saúde, entre outras coisas, que cresce tendo que se defender de balas perdidas e sem poder ter uma roupa ou brinquedo legal, vai poder crescer e viver feliz?\r\n\r\nQue outra opção essa criança vai ter quando se tornar um adolescente ou adulto senão o crime? É por isso que o trabalho voluntário de Organizações não governamentais como o Afro Reggae, Ibiss, Gol de Letra, Pracatum e centenas de outras que já existem e que surgem a cada dia nas grandes cidades do país têm uma responsabilidade enorme. Mas as Ongs não podem e não tem como fazer tudo ou salvar a todos. Por isso é necessário que todos, órgãos “competentes”, sociedade, governo, representantes das diversas religiões que habitam o Brasil, ongs, empresários, enfim todos que vivem na nossa Pátria (e que saibam o significado da palavra “Pátria”), se preocupem com este problema que é de todos e que, queiramos ou não, atinge a todo mundo.\r\n\r\n Christine Keller, jornalista, é coordenadora de Comunicação do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR)'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (35, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (36, 1, 'Linguagem na favela', 'Os seres humanos sempre fazem parte de algum grupo. Os grupos por sua vez procuram algo que os tornem únicos, que os distingam dos demais e, nesta busca, o que mais os marca é a linguagem, pois através de um falar específico que muitos grupos são identificados.\r\nFaz-se necessário salientar que a comunicação oral já existia, no mínimo, a intuição se responsabilizava em azeitar as relações. Estamos falando, por hora, em registro da grafia que nos empurra para outras análises, pois o domínio do “lápis” para desenhar significa que o homem começava a dominar e/ou criar instrumentos, logo, ele seria capaz de se fixar na terra e assim, expressar a cultura de um grupo de uma determinada região.\r\nFaz-se necessário salientar que a comunicação oral já existia, no mínimo, a intuição se responsabilizava em azeitar as relações. Estamos falando, por hora, em registro da grafia que nos empurra para outras análises, pois o domínio do “lápis” para desenhar significa que o homem começava a dominar e/ou criar instrumentos, logo, ele seria capaz de se fixar na terra e assim, expressar a cultura de um grupo de uma determinada região.\r\nA linguagem auxiliou muito na criação de grupos, os quais geraram os diversos povos e nações que se caracterizam pela desigualdade e pela subversão que estão disfarçadas através de campanhas publicitárias que excitam a ambição pelo poder, a concorrência excêntrica e o pragmatismo absoluto. Isso faz do ser humano uma espécie do mundo animal que tem a necessidade de se organizar em grupos que se distinguem pela diferença das classes sociais. \r\nO domínio da linguagem separou os que têm mais e melhores condições de buscar a informação e os que não dispõem de recursos para ir ao encontro dela. A diferença acentua a divisão de grupos em subgrupos e as lideranças individuais começam a surgir.\r\nSendo lícitos ou ilícitos, os subgrupos se reorganizam e elegem suas lideranças. Na favela, por exemplo, a comunicação oral reina soberana pois é a principal forma de se fazer compreender, naturalmente ela carrega junto os símbolos de hierarquia, carinho, emergência, dor, amor.\r\nA favela possui a sua própria língua, tão organizada, coerente e rica quanto a língua das gramáticas e dos grandes escritores - nem melhor, nem pior, apenas mais uma variante de peso. O papo é reto! Não existe dualidades nas palavras e nem os floreios de Machado de Assis é direto e claro como os Racionais Mc’s. É lá que a língua portuguesa sofre (ou recebe como presente) diversas transformações submundanas[1]. As palavras recebem tantos significados que seria capaz de criar um dicionário paralelo: o dicionário da “Língua Aportuguesada”. Por outro lado a transformação é tão rápida que seria necessário vários apêndices para fazer a tradução da tradução de algumas palavras.\r\nAcredito que nunca a semântica foi tão utilizada como nestes grupos. As palavras e as expressões, obrigatoriamente, devem vir dentro de um contexto muito próprio, muito peculiar porque a mesma palavra numa outra contextualização ou, ainda, fora daquele gueto assume uma mudança considerável que fará uma enorme diferença na interpretação da mensagem.\r\nO acervo de palavras desenvolvido o núcleo favelar transforma a passividade das pessoas em atividade, considerando, principalmente, o bojo de experiências que viveu e viu ao longo dos anos de vida. A psicanálise ratifica isso mostrando que a linguagem apresenta um manifesto do corpo e um conteúdo a serviço da comunicação.\r\nNeste sentido, a forma de comunicação cria e recria as regras mostrando as lideranças que implantam uma organização social que é construída sob a ótica de uma pseudo liberdade. Quase todos os verbos são entoados no imperativo, delicadamente ou não a ordem é criada e é ordem mesmo. As metáforas, as metonímias, as sinestesias, as hipérboles exageram na mudança de funções oficiais[2]. A maior subversão está no campo das concordâncias e, seria um ledo equívoco, apesar de tudo, não concordar com a interpretação dos códigos do poder paralelo, por exemplo.\r\nË inconcebível não considerar a expressão corporal na comunicação favelar. Adicionada aos imperativos verbos vão dar ao receptor da mensagem a percepção da urgência do assunto a ser tratado.\r\nAo trabalharmos no Núcleo de Cultura do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) desenvolvendo oficinas de circo, dança, capoeira, música, etc. somos obrigados a fazer parte deste universo, consequentemente precisamos dominar os códigos da favela representados pelas gírias guetificadas. O gueto cultural fortalece a origem e as raízes de um grupo, mas a guetificação da linguagem pode fazer com que os jovens locais não dominem os códigos universais o que dificultaria o acesso às informações necessária para exercer a sua cidadania. Por isso o GCAR se preocupa, louvavelmente, com a inserção (através do Criança Legal[1]) e com a manutenção dos jovens nas escolas, pois é o local onde os códigos universais serão apreendidos. Ao chegar à universidade, os jovens apresentarão um valioso acervo de experiências na linguagem que os darão um diferencial no momento de analisar a sociedade onde vivem. Chamamos este jovem de intelectual orgânico. Essa é a figura que sai do gueto e retorna, mais tarde, com capacidade de elaborar propostas estruturais e conjunturais para tomada de melhores decisões a fim de favorecer e fortalecer o subgrupo social menos informado, consequentemente menos favorecido na sociedade. \r\n\r\n------------------------------------------------------------------------\r\n[1] A língua que está fora da academia e está sendo desenvolvida no meio do povo, portanto não é oficial.\r\n[2] Figuras de linguagem da gramática portuguesa. \r\n[3] Projeto de alfabetização desenvolvido no Núcleo de Cultura de Vigário Geral'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (36, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (37, 1, 'Invisibilidade das camadas populares', 'Neste final de ano estive circulando pelas praias da Região dos Lagos para participar das festas de reveillon. Nesta ocasião estive em contato com diversas pessoas que freqüentam estas regiões e sempre com olhar atento para a quantidade de negros presentes nestes lugares, onde a oportunidade de lazer e trabalho aumentam consideravelmente.\r\n\r\nA minha base foi Rio das Ostras. De lá fui a Búzios, a cidade divulgada internacionalmente por Luiza Brounet e Bridgit Bardot. Culturalmente é muito fraca e as praias não são lá grandes coisas. O bom mesmo é ter um kit básico composto de um casarão, um barco e um helicóptero. Além da tal rua das pedras e o cansado Chez Michou, não há nada! É a única parte atrativa da cidade. É só isso?! A decepção foi crescendo quando eu tive a sensação de ver uma placa dizendo “Pretos não entram!” Eu me senti constrangido de me ver num passeio insólito durante um insuportável dia. Avistei uma família negra com quatro pessoas que não se sentiam negros pois logo quando me aproximei deles, trataram de desconversar e dar meia volta. Eles também são vítimas da discriminação racial.\r\n\r\nPreciso concordar com a Benedita, o negro precisa ter visibilidade, não nos adianta mais ficar com os dados do IBGE que diz que a população de negros é quase a metade da população brasileira. Precisamos criar políticas competentes que inibam a desigualdade racial. Do ponto de vista econômico, é preciso distribuir melhor a renda para que esta parcela população também possa consumir produtos, serviços e lazer.\r\n\r\nEm Macaé e Cabo Frio havia alguns shows promovidos pela prefeitura que não tinha muita repercussão. O fato de por uma banda que chame público, não significa nada. O povo quer entretenimento mas precisa ter, paralelamente, artistas que representem uma movimentação política e social onde as pessoas possam sair de um espetáculo com a esperança que dias melhores virão no ano que se inicia.\r\n\r\nEm Sana existe um camping chamado Jamaica que é comandado pelo lúcido Makandau que prega a liberdade entre as pessoas e acredita que quando houver um só amor a justiça e a liberdade serão diferentes, não encontraremos mais negros policiais batendo em negros trabalhadores.\r\n\r\nVoltando a Rio das Ostras, havia uma grande organização para as festas de fim de ano. Como não existe favelas como no Rio de Janeiro, a prefeitura montou um palco, como o Órbita – mesmo usado no Conexões Urbanas - num ponto estratégico do centro da cidade, a Praça São Pedro. Apesar o negro ter um destaque considerável na música e no futebol, neste palco foram reunidos artistas negros que trouxeram tribos de vários gêneros musicais. Inteligentemente, o Olodum tocou na virada do ano e o GCAR teve uma atenção especial na coletiva para a imprensa. Questões sobre a Escola Criativa do Olodum ajudaram a aquecer o papo, no que tange a cultura negra nas escolas formais em Salvador.\r\n\r\nDurante este período, um bloco popular – Só te pegando - reunia centenas de pessoas pelas ruas do centro. Todos estavam lá sambando na chuva e no sol. Os pretos, os brancos, os quase pretos, os quase brancos, deficientes e os homossexuais. Todos! Um grupo de ratstafari fez a comissão de frente. Neste momento a coisa acontecia como uma grande festa popular. Em menos de uma semana Caetano Veloso abriu a temporada de verão na cidade que está prometendo muita badalação. A polícia militar e a guarda municipal não registraram nenhum caso de violência na cidade durante o evento e o público estimado foi de 30 mil pessoas por noite.\r\n\r\nNão é favor nenhum da prefeitura promover este tipo de evento, os recursos públicos tem de estar a favor da população, o investimento no lazer é desenvolver cérebros criativos que é a matéria-prima para o desenvolvimento de um país., lamentamos que outras prefeituras não tenham o mesmo engajamento socil-cultural-racial, por isso o destaque para esta cidade, principalmente quando temos, agora, Gilberto Gil como Ministro da Cultura.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (37, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (38, 1, '(des)Envolvimento dos seres humanos', 'Sérgio Henrique\r\n\r\n\r\n“A violência é tão fascinante\r\nO nosso caso é tão real”\r\nRenato Russo\r\n\r\nPoderíamos dizer que este caso é tão normal. É normal um policial carregar um corpo num carrinho de mão, que atraiu comentário de personalidades como o Gabeira, e deixou chocada toda população. É normal um ator global estar envolvido com entorpecentes. É normal que os condomínios da cidade estejam com dificuldades para lidar com drogas nas áreas públicas. É normal você ser atingido por balas perdidas. É normal o filho matar o pai. O que mais pode ser tão normal?\r\n\r\nUma cidade como o Rio de Janeiro, com população estimada em cinco milhões de pessoas, apresenta um quadro de deterioração social que pode ser perenizada na medida em que irregularidades substanciais deixam de ser exceções acidentais ocorridas eventualmente por uma infelicidade governamental e passam a fazer parte de uma extensa camada de costumes considerados normais. Se são costumes, também são criteriosos, consequentemente poderão se tornar uma ética! A ética que viola? A ética da violência!?\r\n\r\nO que está acontecendo? Inverteu tudo? Agora é o poste que faz xixi no cachorro? É o bandido que repreende a polícia? Somos nós cidadãos que devemos ficar atrás das grades?\r\n\r\nNós fazemos e nos fazemos nesta sociedade, assim como somos, paradoxalmente, testemunhas e vítimas, da discriminação racial, das diferenças sociais, da falta de oportunidade, da falta de emprego. Aliás, lembro-me de uma entrevista em que o Lula dizia ter saudades do tempo que havia emprego. Estes fatos e declarações, de exacerbada relevância, sentenciam o futuro da cidade e acentuam o desequilíbrio social, logo, pode-se ver o outro lado do abismo cada vez mais longe de uma solução para uma regeneração da sociedade. Sociedade que é abrigada por uma cidade que tem o título de Maravilhosa em diversos pacotes turísticos internacionais. Este título não é apenas pela contrastante topografia, mas, sobretudo pelo povo, pela sua espontaneidade, pela sua espetacularidade, pelo sorriso rasgado, pela insistência em sobreviver...\r\n\r\nEu, que sou um fervoroso defensor da educação, devo reconhecer que o trabalho assume uma vital importância, numa escala de prioridades do dever de casa dos governos. As pessoas estão adoecendo, estão morrendo, estão matando. Um médico gaúcho mostrava, através de suas pesquisas, os efeitos do desemprego. \r\n\r\nEste se manifestava em escala de ordem física (gastrite, pressão alta) e emocionais, como: auto-estima baixa, depressão, hipertensão, problemas respiratórios, insônia, irritabilidade e comportamento violento. Vejam aí um problema social como o desemprego pode gerar o que está assombrando toda uma sociedade.\r\n\r\nNem só de pão vive o homem. Além do emprego, deve-se prover a cidade de equipamentos culturais e esportivos. O quadro que se desenha também se esconde atrás de um mega evento de âmbito mundial. Na proposta original de sediar as olimpíadas, da qual fazia parte o saudoso Betinho, tinha a ambição de instalar a vila olímpica na região portuária da cidade, justo o lugar que recebe o epíteto de Faixa de Gaza que abrange todo o subúrbio da Leopoldina até a Pavuna. Esta região seria totalmente revitalizada sob a égide de uma gigantesca inclusão social. No momento o que se pode ver? A Barra da Tijuca transformou-se num gigantesco canteiro de obras, com impactos ambientais incalculáveis. Graças a Deus não se fala naquele super museu com um pedaço dentro d’água e outro fora. Nem sei falar o nome dele direito.\r\n\r\nOs jovens ou crianças, neste caso, são faces da mesma moeda, no que tange ao estudo do desenvolvimento humano. Tanto é um ponto de partida para o estudo do desenvolvimento humano quanto é um objeto de estudo para a compreensão do comportamento individual e coletivo. A cerca deste assunto, diversos autores se debruçaram e perderam noites para nos dar o resultado de suas experiências com a finalidade de servir como indicadores para balizar nossos passos concernentes à educação.\r\n\r\nO que vemos atualmente é um desafio a todos estes caras. Wallon, Makarenko, Dewey, Vygotsky, Piaget, Anísio Teixeira, Darvin, Freud, e tantas outras estrelas que contribuíram para o estudo do comportamento, devem estar se revirando no túmulo. Este último falou do desenvolvimento através da maturação sexual e além disso admitiu a figura materna como um ponto fundamental para os primeiros passos referenciais de uma criança.\r\n\r\nUm outro estudioso alemão falou da dialética e ela essencialmente desenvolve o potencial humano e especificamente alguns processos como o desenvolvimento da comunicação, linguagem ou solução de problemas. Esta visão focaliza-se na mudança de comportamento humano e nas origens sociais de aprendizagem.\r\n\r\nAcho que aí mora o “x” da questão. Talvez a contribuição deste cara seja importante para as nossas ações nos movimentos do Terceiro Setor. Vejo instituições como o Afro Reggae, CEASM, Casa da Cultura, Fábrica de Sonhos, Se Essa Rua..., CUFA e outras trabalhando com mais intimidade, do que o governo, para formar jovens com ambições maiores e melhores para desafiar a vida.\r\n\r\nEm última análise, acho que a violência não é nada fascinante, como critica o Renato Russo. As pessoas não podem deixar de ficar perplexas ao ver a violência, como aquela no ônibus 174, por exemplo. Estas excreções sociais devem ser lembradas sempre para que ninguém repita estes atos. Esta mesma lembrança deve servir para cobrar dos governantes ações que, realmente, atendam os anseios da população carioca. Devem servir, ainda, para ampliar o sistema de cotas para universitários negros na mesma proporção que se melhore as condições da escola pública. \r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (38, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (39, 1, 'O poder da influência', 'Em uma favela onde as pessoas têm poucas perspectivas de vida, crianças puderam optar por algo novo e diferente naquela comunidade onde o que predomina é o poder armado dos traficantes, o consumo de drogas, e claro, o medo. \r\n\r\nRetornando um pouco ao meu passado, ou melhor, na minha infância, aos 13 anos já não estava mais estudando. Minha mãe resolveu me tirar da escola quando eu tinha 11 anos, pois lá onde eu estudava tinha uma galera que estava saindo uniformizada para roubar e se drogar. Eu nunca me envolvi com essa galera, mas mesmo assim, minha mãe, por medo, me tirou dessa escola. Fiquei ocioso demais. Só queria saber de jogar bola e ficar de bobeira na favela.\r\n\r\n\r\nA brincadeira que eu mais gostava nessa época era “polícia e ladrão”. Eu assim como outros jovens, queria ser bandido, pois eram aqueles caras armados trocando tiros com a polícia, que nós estávamos acostumados a ver todos os dias. Era maneiro ter como ídolo um cara vestido de Cyclone, com um Nike nos pés e um fuzil atravessado no peito, tendo em sua volta as mulheres mais bonitas da região.\r\n\r\n\r\nEssa história se repete em várias favelas do Rio e do Brasil, só que na minha comunidade, os jovens da “nova geração” têm outras opções que não são somente o tráfico e as drogas e sim a cultura, a música, a arte e a educação. A comunidade de que tanto falo é Vigário Geral e dessa nova geração fazem parte os jovens da Banda Afro Lata, que hoje coordeno.\r\n\r\n\r\nEssa galera há três anos atrás, ao invés de se influenciar pelo dia a dia da favela (melhor dizendo, pelos traficantes), acabou revertendo um pouco essa realidade. Eles acompanhavam os ensaios da Banda Makala, que na época se chamava Banda AfroReggae II, na parte mais pobre da favela (denominada Brasília), e resolveram se juntar com outros jovens da mesma idade, na época com 13 anos, para formar uma banda.\r\n\r\n\r\nComo não tinham instrumentos próprios, começaram a catar no lixo o que mais a frente seriam os principais instrumentos dessa banda. Meses depois, já no Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, foi criada a Banda Afro Lata, que surgiu para mudar a perspectiva dos adolescentes e jovens de Vigário Geral, tocando em latas, latões, extintores de incêndio e barris de chopp. Eles levam para outras comunidades, pobres ou não, o som das favelas e o talento revelado nas vielas de Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nEsse fato ocorrido na minha comunidade só aconteceu pelo fato de ter havido na infância destes jovens um trabalho social que se preocupava em dar oportunidades de dias melhores para eles e muitos outros e que acreditou no talento deles, dando uma brecha para que pudessem expressar o lado bom que existe em todas as favelas, o lado da alegria em meio a tanta guerra, da esperança em meio a tanta morte.\r\n\r\n\r\nValeu Afro Reggae por incentivar os jovens a percorrerem outros caminhos!\r\n\r\n** Duda Vasconcelos já participou do Afro Reggae como jovem assistido e foi coordenador do antigo Centro Cultural do Afro Reggae, Centro Cultural Vigário Legal, que foi demolido para dar lugar ao novo centro cultural que está sendo construído em Vigário Geral.'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (39, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (40, 1, 'Rebelião escrava no Brasil', '“Na noite do dia 24 para o dia 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravos e libertos ocupou as ruas de Salvador, Bahia, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Os organizadores do levante eram malês, termo pelo qual eram conhecidos na Bahia da época os africanos muçulmanos”. Esse é o primeiro parágrafo do prefácio que João José Reis escreveu para seu brilhante livro, que acabei de reler na ótima reedição publicada pela Cia. das Letras, “Rebelião escrava no Brasil – a História do levante dos malês em 1835”. O trecho resume bem o que se vê a seguir, ao longo de suas seiscentos e sessenta e cinco páginas.\r\nA leitura do livro já é interessante em virtude de, além da história dos malês, aprendermos sobre uma série de rebeliões, anteriores a 1835, organizadas por negros escravizados e libertos na Bahia do século XIX, algumas delas violentíssimas, como o demonstra a palavra de ordem da revolta do quilombo do Urubu, em 1826: “Morra branco e viva negro”. Essas narrativas vêm juntar-se à conhecida resistência de Palmares como demonstração – entre outras – de quanto eram infundadas as noções ensinadas a muitos de nós na escola, a respeito da submissão dos negros, de sua “dócil” aceitação da condição escrava. Se era verdade que os rebeldes foram sempre derrotados, também é preciso admitir, como esclarece o autor, que “essa insubmissão permanente criou uma tradição de audácia que impregnaria as relações escravistas na Bahia nesse período” (p. 69).\r\nHá muitos elementos importantes na história da rebelião escrava de 1835, infelizmente não é possível aqui falar de todos. Mas, é interessante destacar a relação entre política e religiosidade posta em questão pelos malês. Num momento de efervescência revolucionária como o da época, João José Reis mostra que a comunidade negra baiana não ficou alheia ao processo. A seu modo, ela participou ativamente da riqueza de experiências humanas do período, inclusive “por meio da combinação entre religião e revolta”. Sobretudo porque, antes de propor a revolução social, o islamismo “propunha uma revolução nas vidas de seus seguidores, arrancando-lhes pela raiz a vontade de ser escravos, impregnando-os de dignidade, constituindo novas personalidades” (p. 249). Fico pensando se o cristianismo relido por alguns rappers nossos contemporâneos – como Luo, Alpiste, REP, entre tantos outros – não é uma forma, ainda que por mera coincidência, de retomar esses mesmos princípios em favor de uma transformação social que até hoje não aconteceu plenamente? Afinal, como explica João José Reis, “quando os malês se reuniam na rua ou em casa para vivenciar os preceitos de sua religião, ou simplesmente para repartir outras dimensões da vida, a ocasião também servia para imaginar um mundo melhor” (p. 247).\r\nÉ preciso dizer ainda que o levante não foi exclusivamente protagonizado por escravos, nagôs, muçulmanos, embora essa fosse sua inclinação predominante. Nem a religião foi o único instrumento da mobilização. A religião fazia parte de um contexto complexo, em uma sociedade escravista na qual nem o liberto era completamente livre. Apesar disso, era principalmente entre os escravos nagôs que a “sociedade malê” engrossava suas fileiras. “Dessa forma, a própria organização religiosa estava infestada de sentidos de classe, além de étnicos” (p. 389).\r\nNo final, a rebelião dos malês trouxe graves conseqüências. “Enquanto muitos africanos eram executados e surrados nas ruas, ou começavam a cumprir suas penas de prisão, outos eram banidos da província (...). Os libertos, além disso, seriam subordinados a leis especificamente criadas para eles, que tinham como objetivo tornar suas vidas na Bahia mais difícil, e demonstrar que o país não os queria” (p. 479). De qualquer modo, os negros resistiram a todas essas formas de opressão, não apenas através da revolta armada, mas usando também a criatividade e a inteligência. Além disso, essa história nos legou alguns homens e mulheres que são exemplos de luta e determinação na conquista da liberdade neste país, gente como Ahuna, Pacífico Licutan, Zeferina, Manoel Calafate. Mas esse assunto fica pra próxima.\r\n\r\nOriginalmente publicado no jornal E-black\r\n\r\nEcio de Salles coordena o Programa de Educação do Grupo Cultural Afro Reggae, núcleo responsável pela elaboração e coordenação de projetos ligados ao campo da Educação, além da participação na produção de eventos realizados pelo grupo. Também coordena um dos SubGrupos formados pelo Afro Reggae em Vigário Geral, o Afro Samba. Em 2002, concluiu o mestrado em Literatura Brasileira na Universidade Federal Fluminense – UFF, e o tema de sua dissertação abordou a produção textual da cultura hip-hop no Brasil.\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (40, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (41, 1, 'MERECE SER SAMPLEADO', ' ** Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nDurante uma entrevista na Barragem Santa Lucia, em Belo Horizonte, para a jornalista Ludmila Ribeiro, fiquei sabendo que existia um Guia Cultural de Vilas e Favelas de Belo Horizonte. Fiquei impressionado com a riqueza de detalhes que ela descrevia e isso acabou aguçando a minha curiosidade. Diante do meu interesse, fui premiado 15 dias depois com um exemplar numa outra entrevista, só que agora regado mais de bate- papo para a mesma Ludmila, que agora apresento como amiga. No nosso primeiro encontro, o cenário era belíssimo e demonstrava semelhanças geográficas com o Rio. Estávamos num parque verde com apelos esportivos e turísticos. De um lado, o Morro do Papagaio, do outro, prédios novos e de classe média e atrás, bem grudado nas nossas costas, o vigésimo segundo batalhão da policia militar.\r\n\r\nNo nosso segundo encontro, já em terras cariocas, o local não poderia ser melhor, dentro do Cesarão, em Santa Cruz, de sexta para sábado, lá pelas quatro e pouco da manhã. Fiquei com o desejo na cabeça de folhear o guia e foi a primeira coisa que fiz quando acordei no dia seguinte. Não consegui parar de ler. Só interrompi por causa de uma reunião sobre a continuidade do projeto Juventude e Policia que estamos desenvolvendo em BH em parceria com o Centro de Estudos da Faculdade Candido Mendes (CESEC), Secretaria de Defesa Social do Estado de Minas Gerais, Programa Fica Vivo e Policia Militar do Estado de Minas Gerais, Ufa! Nessa hora não posso esquecer o nome de ninguém! BH estará presente na minha vida diretamente e intensamente até novembro.\r\n\r\nVoltando para o guia, ele é riquíssimo e cheio de detalhes. A coordenadora da pesquisa, Clarice de Assis Libânio, fez uma pesquisa profunda e rica em detalhes. Os nomes das Vilas e Favelas são os mais variados possíveis: “Alta Tensão”, “Araguaia”, “Vila Nova dos Milionários”, “Cabana do Pai Tomás”, “Pedreira”, e assim vai. As favelas e vilas passam batidas pelos olhos de boa parte da população como se fossem “estruturas invisíveis”. Essa reação não é somente dos mineiros, mas sim uma atitude tipicamente brasileira.\r\n\r\nO guia é repleto de afirmações bastante reflexivas como a de pensar a cultura e a cidade se restringindo somente a análise das artes eruditas, voltadas para as classes elitistas. Tem vários dados bastante interessantes:\r\n\r\nO levantamento da Fundação João Pinheiro mostra que para cada R$ 1,00 gasto em atividades culturais, o PIB total gerado é de R$ 1,09. As atividades culturais geram, em média, 245 empregos para cada R$ 1 milhão consumidos pelas famílias. Na indústria automobilística esse número é de 40 empregos, e na área das comunicações, 56 empregos. São levantamentos bastante expressivos.\r\n\r\nForam localizados mais de 700 grupos culturais envolvendo diretamente quase 7.000 pessoas nas 226 vilas, favelas e aglomerados da cidade.\r\n\r\nExistem mais de 500 mil pessoas em BH morando nas vilas, favelas e conjuntos habitacionais de baixa renda, o que representa um quarto da população da cidade.\r\n\r\nO grande destaque da cultura apresentada no guia, com 39%, é a música: funk, rap, pagodeiros, forrozeiros e evangélicos, além de outros ritmos como axé, MPB, samba-rock, entre outros. Depois vem o artesanato (24%), dança e artes plásticas, cada um com 13%. \r\n\r\nUma das manifestações que vem perdendo participantes nos últimos anos é o congado. Eles vem sofrendo reduções sucessivas no número de integrantes com a morte das pessoas das gerações mais velhas e o pouco interesse dos mais jovens em manter a tradição das guardas.\r\n\r\nApenas 20% dos artistas e grupos conseguem sobreviver da arte e da cultura, em especial aqueles que são ligados ao artesanato. \r\n\r\nNa pesquisa também aparecem 28 rádios comunitárias, 11 jornais, 2 fanzines, 48 bibliotecas comunitárias, 18 centros comunitários, 11 centros culturais e 28 espaços de outros tipos. Deve ficar claro, entretanto, que sua simples existência não é garantia de utilização. Como o título do artigo diz, vale a pena samplear (eu mesmo o fiz), mas dando o crédito.\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (41, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (42, 1, 'Inquietação e Fúria*', 'Na foto, o rapper MV Bill no Conexões da Vila Vintem, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n\r\nVeja, olhe outra vez/ o rosto na multidão/ A multidão, ela é um monstro/ Eu sei: rosto e coração.\r\nRacionais MCs, Negro drama\r\n\r\n\r\nHouve um tempo em que canções de Tim Maia embalavam nossos bailes; uma das melhores dizia no refrão: “o que eu quero é sossego”. Hoje, ouvimos tiros na noite e sabemos que a cidade está em guerra. Dormimos ao som de rajadas de metralhadoras e fuzis. Acordamos diariamente com a contagem dos corpos nos jornais toda manhã. Daí, argumenta-se em favor de medidas duras, fala-se em pena de morte, defende-se a redução da maioridade penal. Onde quer que o medo se instale, logo o ódio aparece, para disfarçá-lo. Por outro lado, nesta geração, as canções que nos embalam armaram nossas almas, e elas miram justamente “a cara do sossego”.\r\nEste é o momento em que vivemos, e se o entendo (ainda que pouco), percebo que ele abriu espaço para uma ação inquieta, contínua, que lhe possa fazer frente. Não se trata de uma obrigação moral, mas de uma decisão política. Parte da música que se faz agora é indicativa desse processo: “Não há guerra alguma/ apesar de todo esse barulho infernal/ é só o capital cruzando o mar/ hoje ele voa mais rápido que qualquer míssil”. Esses versos da canção “Caiu a ficha”, faixa do último CD do Mundo Livre, apontam uma questão interessante do mundo globalizado: o fato de o capital – e portanto as elites – ser móvel, rápido, ele pode cruzar os oceanos na velocidade de um míssil; enquanto ao restante da população restaria a imobilidade, o apego compulsório ao local: os pobres estão presos ao seu lugar de origem.\r\nNo entanto, as experiências artísticas que têm surgido, ou se consolidado, na última década em localidades estigmatizadas ao extremo – como os subúrbios ou as favelas –, e a partir dos setores populares, têm demonstrado a viabilidade de formas radicais de resistência. Elas têm demonstrado também uma virtude fundamental: a inquietação. É a partir do sentimento de que algo não funciona bem na engrenagem social que elas recusam a quietude, a acomodação.\r\nHá muitos exemplos de experiências desse tipo. O Hip-Hop é uma das mais interessantes, até devido à sua diversidade interna, que autoriza tanto o discurso de MV Bill no número anterior desta revista, quanto à apologia às drogas, à violência e ao sexismo mais banal, como é o caso de astros internacionais como Snoop Doggy e Jah Rule, que no início de janeiro deste ano fizeram show no Brasil. Até por isso, me interessa neste momento o rap “Negro drama”, dos Racionais MCs. Ele já inicia afirmando dicotomias que tornam dramática a experiência de mobilidade (social que seja) vivida pelo rapper: “Negro drama/ entre o sucesso e a lama/ dinheiro, problemas, inveja, luxo, fama”, e mais à frente: “Negro drama/ cabelo crespo e a pele escura/ a ferida, a chaga, a procura da cura”.\r\nO negro drama é o “drama da cadeia e favela/ túmulo, sangue, sirene, choros e vela”. Como se vê, não é uma visão muito pacífica da realidade. Nem poderia, uma vez que o discurso dos Racionais não representa apenas a inquietação de jovens negros, moradores de favelas. Ele é direto e contundente, a “fúria negra que ressucita outra vez”, como dizem em outra canção. Mas essa fúria não é cega, não é simplesmente manifestação de um ódio irracional. É antes uma máquina que deseja subverter a realidade que parecia congelada, impossível de ser modificada.\r\nOs Racionais pensam diferente. Edy Rock, que no disco canta a primeira parte da música (dividindo-a com Mano Brown, que canta a segunda), diz “Tim tim, um brinde pra mim/ sou exemplo de vitórias/ trajetos e glórias”. Curiosa a associação dos termos “vitória” e “glória” ao termo “trajeto”. Essa idéia – de caminho, estrada, nomes que expressam movimento enfim – é muito presente na música dos Racionais e aparece mais de uma vez apenas nesta composição. \r\nEm sua parte, Mano Brown, dirigindo-se aos poderosos, admite: “Seus carro é bonito/ e eu não sei fazer Internet, vídeo-cassete, uns carro louco/ Atrasado eu tô um pouco sim”. Por outro lado, afirma: “seu jogo é sujo/ e eu não me encaixo”, para afirmar no fim a sua grandeza: “Eu vim da selva/ sou leão/ sou demais pro seu quintal”. Os Racionais vieram da “selva”, agora estão em outro lugar e, embora também se apeguem firmemente à sua origem (“o dinheiro tira um homem da miséria/ mas não pode arrancar de dentro dele a favela”), sabem que na verdade estão em todo lugar, mesmo que não saibam fazer internet, através dela e de outros meios, habitam um espaço muito maior. “Inacreditável, mas seu filho me imita/ no meio de vocês ele é o mais esperto”, canta Mano Brown, “entrei pelo seu rádio/ tomei/ você nem viu”. O que indica também uma mudança siginificativa na postura do grupo dos discos anteriores pra cá. Os Racionais agora sabem que não participam da vida apenas dos 50 mil manos de que falam em “Sobrevivendo no inferno”. O arremate da estrofe é revelador: “Seu filho quer ser preto/ Ah! Que ironia”.\r\nEm contrapartida ao imobilismo, os Racionais põe em cena um ativismo nômade, ele migra não só através do espaço, mas através das diferentes mídias, das consciências de incontáveis pessoas. Mano Brown sabe que nada é fácil, que é aquele “que não pode errar/ aquele que você odeia”. Mas percebe também que o rap – mas não só o rap – encontrou um outro caminho, através da inquietação e da fúria, e que é nesse caminho que se criam as bifurcações para outros sentimentos e outras ações. No final, Brown pode dizer: “E de onde vem os diamantes? Da lama!”\r\n\r\n*Publicado originalmente na Revista Global, número 2, maio/junho/julho/2004\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (42, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (43, 1, 'A Fama versus os Normais: ajuste social no mundo das celebridades', 'Marta Porto \r\n\r\n\r\n Foto:Ierê Ferreira\r\n\r\nEm 1998 cheguei no Rio de Janeiro durante o processo de privatização das telecomunicações, marcado pela ausência de consensos entre governo, sindicatos e sociedade civil e pelos leilões imersos em críticas públicas e pressões sociais. Em frente às antigas estatais – Embratel, Telerj, Vale do Rio Doce – pude constatar o poder de representação pública e de formação de opinião do Rio de Janeiro, acompanhando por dentro e por fora o micro-universo das privatizações, que em alguns poucos anos ajudaram a impulsionar mudanças no perfil do mercado de trabalho no Estado. As passeatas, as greves, o poder simbólico das empresas e entidades públicas aqui presentes, desde as imponentes edificações culturais do período do Império até aquelas que representavam o poderio do estado no período amargo da ditadura militar eram dados nacionais importantes, facilmente assumidos por todos os brasileiros e não apenas pelos cariocas da gema, ou aqueles que como eu adotaram o Rio como segunda cidadania.\r\n\r\n Palco privilegiado das contradições e dos contrastes nacionais, o Rio de Janeiro assume um de seus mais importantes capitais sociais: o poder de transformar acontecimentos locais em temas de debate nacional. Vitrine e caixa de ressonância do país, este saudável poder retórico do Rio (no sentido aristotélico, de convencimento) age no movimento interno da cidade promovendo com rapidez alucinante pessoas, fatos e mais recentemente, projetos sociais antes desconhecidos do público leigo. Desta forma amplia, no campo do simbólico, as representações sociais. E é exatamente aí que o bicho pega. \r\n\r\nNos últimos 10 anos, com destaque para os últimos cinco, a fábrica de celebridades incorporou aos poucos, jovens empreendedores das “zonas opacas”, organizados em grupos musicais, de teatro, de percussão, de tribos de grafiteiros. Alçados ao panteão dos que deram certo, contra toda a lógica de uma sociedade desigual e discriminatória, a categoria dos empreendedores comunitários que transitam invariavelmente nos circuitos sócio-culturais mais importantes da cidade, oxigena a cultura da produção da fama em que todos vivemos. Absorvidos como celebridades, os meninos e meninas pobres, invariavelmente negros, moradores de espaços tipificados na mídia como violentos e vazios de produção de significados reconhecidos pela elite econômica e social, passam a representar não mais o próprio talento (que independe de origem) ou o capital cultural latente nas comunidades onde vivem, e sim símbolos redentores de uma sociedade desigual que opera pela lógica dos vencedores, dos mais talentosos, dos que por esforço ou virtuose conseguem subverter a lógica de um destino de poucas oportunidades. Nada de mais, se olharmos pelo viés do indivíduo ou do grupo, mas preocupante se a bem sucedida ação de alguns poucos for lida simbolicamente pela sociedade como suficiente para reduzir a desigualdade estrutural dos muitos “normais”, medianos, menos talentosos, que aumentam as estatísticas sociais negativas do país e dessa cidade. Ou se alimentar a tendência que registramos nos mais variados setores do Rio de Janeiro, de que o investimento em projetos sócio-culturais realizados com sucesso nas comunidades da cidade supera a necessidade de ações para todos, para o conjunto feio e desigual que talvez queira uma escola pública de qualidade, um posto de saúde decente para o atendimento dos filhos, uma oportunidade em setores mais tradicionais do mercado de trabalho, longe dos holofotes dos campos de futebol ou dos palcos de teatro. \r\n\r\nAo incluir no panteão da fama estes jovens, sim surpreendentes e maravilhosos, sem no entanto refletir sobre o que eles de fato representam ou propõem modificar, a sociedade substitui a necessária revisão das políticas em curso, com destaque para as de cultura, esvaziando assim o seu potencial transformador, pelo ato da celebração. É como se um anúncio publicitário permanente, formado pela imagem de várias experiências culturais de destaque, redimisse a culpa de todos por não conseguir abrir mão de mais nada, ou melhor, do mais importante que é a democratização real da esfera pública, das oportunidades educacionais, de emprego, de renda, de moradia, de serviços estatais de qualidade, de cultura também. \r\n\r\nAssim como se naturaliza a desigualdade, vai se naturalizando a idéia de que projetos substituem processos, de que os mais talentosos representam ou redimem os invisíveis, os que engrossam os indicadores das instituições “sócio-educativas”, dos que morrem no abandono da presença do Estado. Nunca se associou tanto o talento artístico de origem comunitária a idéia de transformação social. Há uma verdade óbvia nesta visão se associarmos produção e acesso a arte e a cultura com um capital cultural relevante no insumo de políticas públicas de enfrentamento a desigualdade. Disso depende estratégias complexas de atuação do Estado e da sociedade de reduzir a concentração de ativos educacionais e de conhecimento, de fortalecer as instâncias de participação legítima dos setores comunitários nas decisões públicas, no entrelaçamento das políticas sociais, na democratização dos espaços e serviços públicos estatais ou não, na abertura de espaços concretos e simbólicos de representação civil e social das diferenças e contradições que são produzidas no cotidiano das grandes cidades. Um tratamento que ainda estamos longe de conquistar, mas que qualifica o capital cultural como uma chave importante para o desenvolvimento e a consolidação de um estado de direitos, já apontado por autores como Francis Fukuyama e Bernardo Kliksberg. \r\n\r\nO aperfeiçoamento do processo democrático no Rio de Janeiro, e em todo o país que fique claro, inevitavelmente deve caminhar nesta direção, daí a importância de se relativizar o culto a celebração dos novos famosos ou de esgotar as alternativas de combate as nossas mazelas a promoção de projetos isolados, por mais bem sucedidos que sejam e são. O Rio de Janeiro que nesta última década soube assumir o seu papel de dar visibilidade e reconhecimento a diversas práticas culturais antes desconhecidas, chamando atenção do resto do país de sementes importantes originadas nas favelas, nos subúrbios e nas periferias, deve ser capaz de nos próximos 10 anos garantir que este espaço seja o lócus privilegiado de mudanças sociais estruturais, de divulgar os vazios, os ausentes, os que não tem voz e chance. Na briga entre a fama e os normais, ou no equilíbrio entre estes dois lugares, deve prevalecer a ética do ajuste social, daquilo que não podemos mais negociar, ou escamotear, ou esconder: temos urgência de uma cultura política que forje a abertura de espaços de qualidade, que assegure direito sociais e econômicos, independente de lugares de moradia ,de origem social, ou de talentos específicos. Direito é direito e não benefício.\r\n\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller \r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (43, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (44, 1, 'Organizações feitas para durar', 'Pessoas e instituições, aparentemente, são feitas para durar.\r\nHoje, em nosso país, as pessoas duram, em média, 68 anos. Homens morrem mais cedo do que as mulheres.\r\n\r\nEm estudo divulgado em 2001 na Europa, após pesquisa conduzida durante 3 anos nos EUA, na Europa e na Ásia, no ano 2000, de 100 empresas fundadas a partir da segunda metade do século XIX naqueles três continentes, somente 3 sobreviviam... Então, assim como as pessoas, diferente do que escrevi lá em cima, as pessoas e as empresas não foram feitas para durar... já que os números, aqui, não mentem.\r\n\r\nEntão, qual o segredo do sucesso, porque algumas empresas não morrem? Explicar esse fenômeno em poucas linhas é difícil, mas são conhecidas algumas maneiras de fazê-las perdurar por pelo menos uns 100 anos, o que não é tão desprezível assim.\r\n\r\nComo injetar, então, o elixir da juventude nas empresas?\r\n\r\nLá vai uma receitinha tirada dos compêndios dos curandeiros empresariais, alguns deles muito em voga nos fóruns econômicos:\r\n\r\nv Tenha sempre pessoas que pensam à frente, ou seja, dê liberdade para aquele(s) insatisfeito(s), que às vezes sente(m)-se aprisionado(s) e está(ão) prestes a chutar o balde...\r\n\r\nv Preste atenção naquele que cumpre metas, tem iniciativa, gosta de trabalhar em equipe, tem espírito empreendedor, é disciplinado (não precisa ser muito), é assertivo (mantém suas convicções, fala e não costuma se dobrar aos argumentos da autoridade), é analítico (gosta de refletir, tem idéias novas sobre o seu trabalho), e quase sempre mantém o bom humor. Esse tipo de gente não suporta trabalhar muito tempo na mesma atividade, 2 ou 3 anos no máximo na mesma função é o suficiente para que ele procure novos desafios. Então, promova-o, para o lado ou para o alto. Promoção não é apenas para cima. Essa pessoa é muito importante para o sucesso e longevidade da empresa. Lamentavelmente, ela é um gênero escasso na prateleira de ofertas... quando descobrir uma, trate-a com atenção e carinho, preserve-a! A sua empresa vai gostar de ter essa mercadoria bem estocada. \r\n\r\n\r\nAgora vamos ao contrário do exemplo acima descrito. Pessoas acomodadas, desestimuladas, incompreendidas, rebeldes, negligentes, também rondam por aí, assombrando as organizações. Como agir?\r\n\r\nPrimeiro, dê mais uma última chance. Só uma. Atenção, aqui não pode se falar só com o coração. Tenha razão. As ONGs, como registra a história, tendem a agir com paixão, com muita emoção, não só para fora, já que sua missão tem sempre uma grande dose de compaixão e generosidade pelo ser humano.\r\nPara dentro, com o público interno, sem desprezar esses valores, cuide também para que a razão prevaleça e mesmo se a pessoa for aquela amiga, que tanto tempo te acompanha, mas que hoje já não rende o tanto quanto antes, o dilema aparece, e a sua energia tem que pensar no futuro da organização e dispensar, nesse caso, um tratamento adequado: converse, avise, e dê um prazo de dois meses para aplicar o que ensinam os gurus antes mencionados... chegou a hora da despedida. É difícil? É. É doloroso pra você? É. É necessário? É. Então, está esperando o quê?\r\n\r\nPorém, antes de tomar a decisão sobre a dispensa dessa pessoa, que não rende no trabalho, você também já deve estar também pensando em quem poderá substituí-la, não é? Pode ser aquele que está ansioso por uma promoção, um novo desafio, ou, se não existir alguém assim nos quadros da sua ONG, quem sabe aquela pessoa que você conhece - entre tantas outras que certamente fazem parte da rede de seus relacionamentos - não aceitaria o convite para trabalhar na sua organização?\r\n\r\nCom este procedimento, quero dizer que você não nunca deve demitir alguém, sem antes saber quem poderá ocupar aquela função. Essa possibilidade só se admite em caso extremo, por algum desvio em que a ética e a boa moral ficaram comprometidas por alguma ação do funcionário em questão. Mesmo assim, você deve preencher o cargo no máximo em 24 horas, ainda que provisoriamente. Mas a substituição definitiva terá que ser feita em no máximo em 5 dias.\r\n\r\nE você, está se sentindo culpado pela demissão do amigo? No fundo, no fundo, talvez você tenha culpa mesmo. Sabe por quê? Não! Nem imagina?\r\n\r\nÉ bem provável que você aqui tenha cometido um erro, não tão grande assim você diria, mas um erro imenso para o futuro da sua organização. Sabe qual? O cargo, o cargo, meu amigo. Acho que você esqueceu de descrevê-lo, e achou que o seu amigo saberia o que fazer e ele também ficou perdidão, por falta de uma bússola que o orientasse em suas atividades diárias.\r\n\r\nEntão, é isso, o cargo dele não estava descrito, ele próprio não sabia qual a sua rotina, as suas obrigações, as suas metas, os seus prazos... como estava indo... e você também esqueceu de cobrar de um jeito formal, que subentende a avaliação da performance, do rendimento, de seu, quem sabe? agora ex-amigo.\r\nViu, viu bem, você também teve culpa! Cargos não descritos não podem ser avaliados. E tudo que não é avaliado também não pode ser bem gerenciado. \r\n\r\nBem, aí está uma estorinha, curta e grossa, mas que, se bem aplicada, pode que sirva para o futuro certo de uma empresa e, que pena, para o incerto futuro de um ex-futuro-nunca-jamais amigo.\r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae.. '); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (44, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (45, 1, 'Uma noite no Rival (entre o samba e o funk)', 'Foto: Arlindo Cruz e Lekão, do Afro Samba, no Teatro Rival, agosto de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira\r\n\r\nEm uma segunda-feira quente para um dia de inverno, ainda em junho deste ano de 2004, fui com Jonas Michel e Alexander, dois jovens do Afro Samba (o grupo aqui do Afro Reggae que coordeno), e o professor do grupo, Ricardinho, assistir ao Pagode do Arlindo, no Rival. A casa estava cheia e o público parecia bastante animado. Antes de a apresentação do Arlindo começar, o grupo do Jongo da Serrinha fez uma apresentação de músicas populares (maracatu, dança afro, etc.). Eu não sabia ainda que a noite reservava outras boas surpresas.\r\n\r\nUm dos aspectos interessantes dos shows do Arlindo é a diversidade do seu público. Acho que ele faz parte de um grupo de sambistas – de que participa também o Zeca Pagodinho – que faz o seu samba traçando uma linha transversal entre o samba chamado de “raiz” e aquele mais conhecido como “pagode comercial”. Ouvi-lo significa fazer um passeio pela história do samba, desde os tempos anteriores à Candeia aos atuais, ignorando qualquer fronteira mais rígida entre uns e outros.\r\n\r\nJá colecionei alguns desentendimentos porque implico com esta terminologia: “samba de raiz”. Sempre que ouço o termo reafirmo minha crença de que ele atende a uma questão mais política que estética. Algumas formas de samba são tratadas como reservas de pureza, como monumentos tombados pelo “patrimônio histórico”. Portanto, são intocáveis, inquestionáveis e afirmadas como o padrão para qualquer discussão sobre o que é autêntico e o que não é. O restante é ruim, inautêntico, em resumo: simplesmente não é samba de verdade. Daí a idéia de “preservação”, ou de “salvação” da cultura nacional, que Caetano Veloso ironiza na canção “A voz do morto”: “Ninguém me salva/ ninguém me engana/ eu sou alegre/ eu sou contente/ eu sou cigana/ eu sou terrível/ eu sou o samba”.\r\n\r\nNo entanto, as possibilidades de trocas culturais são muito mais dinâmicas e poderosas que as visões preconceituosas que se alimentam de uma idéia ortodoxa demais de tradição. Um dos maiores sambistas da história, Zé Ketti, cantava: “Eu sou o samba, a voz do morro sou eu mesmo sim senhor”. Isso é verdade, é legítimo e bonito, mas não é, ou não deveria ser, a única via. O morro – e as favelas planas – são polifônicas: elas se expressam de múltiplas formas, dançam diferentes ritmos, protestam sobre diversificadas bases – desde o partido de Xangô da Mangueira, ao jongo da Serrinha e à mistura eclética de ritmos do AfroReggae. Como diria outro grande mestre, “ninguém faz samba só porque prefere”. Nem rap, funk, xote, maracatu, xaxado e baião... Talvez, uma das forças da criação esteja no fato de se encontrar a melhor forma para expressar os conteúdos que se deseja. Quando Cidinho e Doca quiseram manifestar seu desejo felicidade – “andar tranqüilamente na favela onde eu nasci” – o fizeram num funk. \r\n\r\nQuando Nêga Gizza quis falar da prostituição – “sou puta sim, vou vivendo do meu jeito, prostituta atacante, vou driblando o preconceito” –, o fez através de um rap. Como se vê, força nehuma interfere no poder de criação. Nem a força dos que insistem na história da autenticidade, legitimidade, radicalidade (de raiz) do samba. Uma insistência que, às vezes, deriva em fundamentalismo, preconceito e mesmo discriminação.\r\nVoltando ao Rival.\r\n\r\nNum momento da sua apresentação, Arlindo anunciou a presença de um artista “de outra área”, mas também ligado à música e à voz do morro. Ato contínuo, chamou o funqueiro Mr. Catra ao palco. Acompanhado pela banda de Arlindo, Catra cantou uma música de sua autoria – originalmente um funk, mas já regravado pelo Revelação em ritmo de pagode – intitulada “O simpático”: “Ele vive na sombra do patrão/ agradar vagabundo é sua profissão/ confunde ganância e ambição/ simpatia, comédia e vacilação/ Ô simpático, pára de formar caô”. Depois, cantou uma música de Candeia: “deixe-me ir, preciso andar/ vou por aí, a procurar, rir pra não chorar/ quero assistir ao sol nascer/ ver as águas dos rios correr/ ouvir os pássaros cantar...”. \r\n\r\nA interpretação de Catra foi diferente, informada desde o início pelo seu dna funqueiro. Mesmo assim, ou antes, por isso mesmo, foi bonito. Havia uma emoção que partia do palco, partia do público, e se encontrava em algum outro lugar. Um lugar onde a emoção, os sentimentos e a potência da música popular negra, notadamente a feita a partir do imaginário das favelas, ocupava um lugar maior que as idéias racionalizadas de origem, autenticidade, raiz. Ambos, o sambista e o funqueiro, naquele momento estavam sendo livres, sendo eles mesmos e daí advinha a beleza do acontecimento, da manifestação da força da cultura e da música negra.\r\n\r\nNão precisamos ir muito longe para localizar pontos de contato entre o samba e o funk. Um elemento rítmico-estrutural específico trabalha igualmente nas duas vertentes: a síncopa. Embora presente em várias manifestações musicais, é especialmente na música popular negra que ela desempenha um papel destacado, inclusive motivando a mobilização do corpo, motivando a dança. Com isso quero dizer que a síncopa implica uma quebra de princípios. Significa a busca e o exercício da liberdade, pela musicalidade negra, contrariamente às amarras impostas pelas regras clássicas do padrão musical. Sugiro ainda que ela, ainda que metaforicamente, representa o desejo de liberdade também na vida social, na qual os negros são continuamente estigmatizados por conta da cor da pele e outros traços fenotípicos, como se fossem prisioneiros da própria negritude.\r\n\r\nO encontro de Mr. Catra e Arlindo Cruz mostrou uma aliança possível, e bela, entre diferentes, unidos pela síncopa, insubordinados inclusive às imposições que dividem e hierarquizam os nossos ritmos. Era como se distantes gerações da música popular negra se encontrassem, ou reencontrassem, no palco do Rival. Teatro cujo nome remete à idéia de competição. Segundo o dicionário Houaiss, rival é “aquele que disputa com outro o amor de uma mesma pessoa”, “competidor, concorrente”. Mas pode ser também, entre outras coisas, “que ou aquele que se equivale a outro em merecimento”. Eu diria que naquela noite, a palavra rival teve muito mais essa conotação. Dois equivalentes, mestres de diferentes artes, que se juntaram em nome da música e da beleza, menos preocupados com as margens que se opõem que com o rio que flui.\r\n\r\nTodavia, não raro investimos num caminho de rivalidade, no sentido competitivo mesmo, como quem diz: samba é samba, funk é funk e o hip-hop não é o tal. Basta ver a letra de “Goiabada cascão” – por sinal de autoria de outro mestre, Nei Lopes, que não disfarça sua opinião sobre esses temas – para verificar essa opção: “Samba de partido alto com a faca no prato e batido com a mão/ já não tem na praça mas como era bom/ hoje só tem pop rock, só tem hip hop, só imitação/ já não tem mais caixa de goiabada cascão”. No meio desse desencontro todo, só mesmo Candeia para iluminar essas nossas questões: “Se alguém perguntar por mim, diga que só vou voltar, quando eu me encontrar”.\r\n\r\n** Obs: Devido ao falecimendo do pai de Arlindo Cruz, o show que o músico faria nesta segunda-feira, 27 de setembro de 2004, no Teatro Rival (Rio de Janeiro) foi cancelado. O Afro Samba faria uma participação especial nesse show.\r\n\r\nEcio de Salles coordena o Programa de Educação do Grupo Cultural Afro Reggae, núcleo responsável pela elaboração e coordenação de projetos ligados ao campo da Educação, além da participação na produção de eventos realizados pelo grupo. Também coordena um dos SubGrupos formados pelo Afro Reggae em Vigário Geral, o Afro Samba. Em 2002, concluiu o mestrado em Literatura Brasileira na Universidade Federal Fluminense – UFF, e o tema de sua dissertação abordou a produção textual da cultura hip-hop no Brasil.\r\n\r\n'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (45, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (46, 1, 'Bernardinho é o cara, esse sabe liderar pessoas', 'Um ícone que ainda está martelando em minha cabeça...\r\n\r\nVocês viram aquela imagem raivosa do Bernardinho, querendo engolir a bola, quando nosso time teimava em errar nos saques, durante um dos jogos da seleção de vôlei do Brasil nas Olimpíadas de Atenas?\r\n\r\nAquela foto do excelente treinador estampada em vários jornais, mostrando a sua bocarra, os seus olhos esbugalhados, aquele carão qual um assassino, nos indicava exatamente a sua grande vontade de ganhar o jogo. E aquele gesto também revelava a sua bronca quanto às falhas cometidas pelo nosso time.\r\nNo fundo, no fundo de sua alma, ele visava estimular os seus competentes atletas...\r\n\r\nBem, esse excepcional administrador de pessoas de alto desempenho merece ter seus exemplos interpretados, sob o foco dos programas de gestão de pessoas.\r\n\r\nÉ isso que vou tentar agora, pedindo ao Bernardinho que não me engula, caso eu erre alguns passes nesse jogo da gestão empresarial.\r\n\r\nO que vou escrevendo aqui tanto serve para as atividades das ONGs que criam valor social, como para as empresas que criam valor econômico.\r\n\r\n1 - Bernardinho sabe o que um líder deve fazer para manter uma equipe coesa, bem treinada e motivada para conquistar e ultrapassar as suas metas. Então, o que ele fez com o nosso time de vôlei?\r\n\r\n2 - Ele sabe que para liderar deve... meter a mão na massa, ou seja, seus atletas confiam na sua capacidade, pois ele, junto com todo o time, faz previsões de cenários dos próximos jogos, cria estratégias, e além de tudo faz questão de conhecer e analisar a concorrência. Bons estrategistas vêem o mundo através dos olhos dos competidores. \r\n\r\n3 - Bernardinho escuta seus atletas, que se sentem motivados quando suas idéias são consideradas. Quem não gosta de ter suas idéias ouvidas e até mesmo implementadas?\r\n\r\n4 - Ele também sabe recompensar os esforços de sua equipe, pois imagina que a falta de reconhecimento gera desmotivação, comprometendo a busca por resultados cada vez melhores.\r\n\r\n5 - O nosso líder sabe o que motiva uma pessoas pode desmotivar a outra. Assim, ele não padroniza suas relações com o grupo. Ele faz questão de conhecer os pontos fortes e fracos de cada um, até mesmo a sua preferência por uma determinada atividade. Além de conversar, ele sabe observar muito bem a sua equipe.\r\n\r\n6 - Bernardinho festeja suas vitórias, mesmo as menores, pois agindo assim ele sabe que cria um ambiente positivo, que é uma poderosa forma de reconhecimento coletivo.\r\n\r\nEntão, isso que ele faz não é compreender as pessoas, buscar os melhores resultados, o melhor desempenho de cada um? A grande lição que Bernardinho nos mostra é que ele sabe muito bem converter a complexidade e a especialização em grande desempenho. \r\n\r\nDepois de aprender o que o Bernardinho nos ensinou, vou apagar da minha memória a medonha imagem do cara querendo comer a bola...\r\n\r\nViram a foto do homem tranquilão, ao lado de sua mulher, também excepcional jogadora de vôlei, Fernanda Venturini, radiante com a conquista da medalha de ouro para o Brasil?\r\n\r\nEssa é a cara do cara... Bernardinho é o cara!\r\nBernardinho para Presidente do Brasil, já! \r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae. '); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (46, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (47, 1, 'Relatório da 2ª Etapa do Projeto Juventude e Polícia', 'Semana de 13 a 17 de setembro – 34º BPM e 22º BPM – Belo Horizonte\r\n\r\n** Foto:Ierê Ferreira\r\n\r\n“Ontem, depois da oficina de percussão, eu saí daqui pensando e percebi que o efeito em mim, em todos nós, é que nós soltamos e liberamos a juventude que tem dentro de nós. O projeto está fazendo a gente vivenciar na pele, no coração e por dentro, ser jovem de novo... e eu lembrei que na minha adolescência eu metia o pau na polícia”. (Ten. Cel Luciene, comandante do 34º BPM - PMMG)\r\n\r\n“Primeiro eu falei: não participo dessa oficinas de jeito nenhum. Eu fui lá ver, acabei entrando... hoje eu não tô me segurando de vontade de fazer oficina. Eu acho que é um dom que você tem, da música, que estava bem escondidinho e que você nem sabia, mas estava lá”. (Cabo - 34º BPM)\r\n\r\n“Ontem, no show dentro da batalhão eu disse: gente, se eu visse um jovem desses na favela eu acho que eu ia abordar... É uma quebra de paradigma muito grande. São muitos anos de afastamento da sociedade. Hoje já é mais fácil entrar no quartel. Eu disse para minha mãe: mãe, você não imagina, o Toni Garrido dançando no meio do quartel de polícia!” (Tenente Danúbia – 34º BPM - PMMG)\r\n\r\nA gente tem que ter humildade para entender que a maioria das vezes que eles falam mal da gente (O Rappa, o AfroReggae e Os Racionais), eles não estão errados. Mas quando você começa a falar a língua deles, com respeito, isso muda (Capitão Gonzaga 22º BPM – PMMG)\r\n\r\n“Nossa, aquele show... sinceramente, abriu muitas portas. Em primeiro lugar abriu as portas do batalhão e um monte de gente que não é policial entrou”. (Sargento Roseana – 22º. BPM – PMMG)\r\n\r\n“O sofrimento que tivemos com a polícia, essas recordações ruins, tudo isso foi uma grande barreira, não só profissional, mas pessoal. Confesso que primeiro tive que quebrar essa coisa de anti-policial que era muito forte em nós. Depois, quando vi os instrumentos de percussão, a parada que salvou as nossas vidas, nas mãos daqueles policiais, eles tocando com a maior alegria, empolgados, dançando, aumentando a auto-estima deles... eu me emocionei”. (LG - músico da Banda Afro Reggae e instrutor de oficinas)\r\n\r\nNos dias 13 a 17 de setembro o Afro Reggae e o CESeC deram continuidade ao Projeto Juventude e Polícia. O projeto é uma parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais através de Secretaria de Defesa Social e tem por objetivo estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura jovem e diminuir as barreiras entre esses dois grupos através de apresentações musicais e oficinas culturais. A experiência pretende criar um modelo que possa ser desenvolvido em outros locais. \r\n\r\nDesta vez, a semana de intervenção se realizou simultaneamente em dois Batalhões: um grande show de abertura e oficinas de percussão e circo no 34º BPM e a continuação das oficinas de teatro e vídeo no 22º BPM, onde estivemos no mês de agosto. Entre todas as oficinas, mais de 90 policiais participaram diretamente das atividades, durante duas horas a cada dia. \r\n\r\nChegamos nos Batalhões com 48 pessoas ligadas ao projeto, entre coordenadores, instrutores, convidados e artistas. A intensa participação de policiais de todas as patentes e a integração entre jovens do AfroReggae com oficiais e praças confirmaram as expectativas da primeira etapa e demonstraram a possibilidade de replicar o modelo do projeto em um novo batalhão. Além disso, a semana foi marcada por surpresas e imagens inesquecíveis. \r\n\r\nPara começar, a apresentação dos policias do 22º BPM (treinados em agosto) no show do 34º foi um dos momentos mais emocionantes do projeto e estampou uma espécie de carimbo da experiência: policiais fardados, se apresentando num grupo de percussão e, depois, um a um, no grande palco, para outros policiais, comandantes, autoridades, artistas, imprensa e jovens de favelas de BH. A cena lembrou uma das marcas do projeto e uma das “patentes” do Afro Reggae: o fortalecimento da identidade de grupo (policiais militares) e, ao mesmo tempo, a valorização da individualidade, mostrando cada um como um policial/músico/pessoa diferente. Após a apresentação, numa espécie de “batismo”, todos os policiais do grupo de percussão colocaram por cima da farda as camisas do Afro Reggae, entregues pelo “maestro” Altair, ao lado de Santonne Lobato, do Tambolelê.\r\n\r\nOutro momento inesperado foi a abertura das oficinas no 34º. Quando mais de 50 policiais reunidos esperavam a apresentação do Afro Circo, entrou o palhaço Anderson de Oliveira (Tiquinho) e provocou o riso nervoso, o constrangimento dos longos silêncios e o encanto do personagem fora do lugar e fora da hora. O batalhão ficou suspenso por uns instantes. Momento que sublinhou a expectativa, a ansiedade e a novidade do que iria acontecer na semana. A comandante Luciene lembrou que quando foi divulgada a oficina de circo, muita gente disse que “não queria ser palhaço”, mas que talvez estivéssemos ali para aprender não só com os jovens de Vigário Geral, do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho, mas até com os palhaços. Realmente, Pap, Maxwel e Tiquinho tiveram que se virar ao longo da semana para arrumar equipamentos para 24 policiais, o dobro da lotação prevista. \r\n\r\nA semana teve a presença de Elizabeth Leeds, pesquisadora da Universidade de Nova York, ex-assessora da Fundação Ford, que veio especialmente para visitar o projeto que ela estimulou e apoiou quando poucas pessoas acreditavam que poderia dar certo. Liz Leeds gravou uma entrevista emocionada em que afirmou que essa experiência piloto poderia fazer a diferença entre as iniciativas de democratização da polícia no Brasil e que era um projeto que merecia ser acompanhado e avaliado do ponto de vista internacional. \r\n\r\nUm outro ponto alto foi a visita e as várias horas de gravação, dirigidas por Estevão Ciavatta, com policiais do GPAR (Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais), no morro da Pedreira, comunidade considerada a mais violenta de BH. Lá, os índices de violência despencaram desde a criação do policiamento comunitário e o início de uma trégua entre grupos rivais que há anos estavam em guerra. \r\n\r\nSimultaneamente às oficinas nos Batalhões, fizemos oficinas para jovens e lideranças do Projeto Fica Vivo. Reunidos no Centro Cultural de Belo Horizonte, Anderson, Dinho, LG e Samuka apresentaram vídeos, fizeram palestras e discutiram com 30 jovens durante duas tardes. Nessas oficinas Samuka fez depoimentos impressionantes, sobre como entrou para o crime, como passou 6 anos na prisão e como saiu e tornou-se educador e músico. \r\n\r\nO show de abertura\r\n\r\nO show ocorreu na noite de segunda feira, no interior do 34º BPM, onde foi montado um grande palco. A produção local de Renata Canabrava foi um diferencial desta segunda semana, onde tudo foi planejado com eficiência, inteligência e sensibilidade. Após a apresentação do grupo de percussão do 22º BPM, entrou o NUC (Negros da Unidade Consciente), um grupo de hip hop do Alto Vera Cruz que mandou tão bem que foi convidado por Júnior, o coordenador do Afro Reggae, para participar do Conexões Urbanas, no Rio de Janeiro. Em seguida, o Tambolelê arrasou e a Banda AfroReggae já entrou tão quente que era difícil ver alguém parado no chão do batalhão. O Afro Circo se apresentou com números de tecido e acrobacias. \r\n\r\nToni Garrido entrou e aprontou. Fez mais de 10 músicas, cantou antigos sucessos, tocou sozinho, foi acompanhado pelo Afro Reggae e, inesperadamente, pulou da altura do palco, atravessou a platéia de cabo a rabo e ficou dançando e cantando no meio do batalhão. \r\n\r\nAs oficinas\r\n\r\nDurante os cinco dias da semana ocorreram 20 oficinas (de percussão, circo, teatro e vídeo). Nas oficinas de percussão e teatro no 22º BPM reencontramos policiais que conhecemos em agosto. Ao longo da semana, os dois grupos do 22º prepararam um número completo de teatro, música e percussão para o encerramento.\r\n\r\nAs oficinas de percussão e de circo do 34º BPM ocorreram durante os cinco dias. Mais uma vez, a lotação das duas oficinas se esgotou do terceiro dia em diante. Santonne Lobato trouxe mais instrumentos e, durante as tardes, mais de 35 policiais, entre eles a comandante do batalhão, olhavam fixamente para Paulo Negueba, que deu um show de “pedagogia do tambor” e promoveu uma batida que se ouvia da rua. Segundo Negueba, os policiais do 34º “têm futuro”. No circo, as atividades foram rapel, tiroleza, solos (pirâmide e acrobacias) e aéreos (tecido). Tudo isso sob a supervisão geral de Silvana Moreira.\r\n\r\nNo 22º BPM, Marcelo Guru comandou as oficinas de vídeo e, no último dia, levou os policiais do 22º para serem “repórteres por um dia” no 34º, com direito a uma equipe completa de gravação.\r\n\r\nA oficina de encerramento\r\n\r\nJúnior teve a idéia de fazer um encerramento conjunto dos dois BPMs, o que acabou produzindo o grande momento da semana. Estavam presentes o Subsecretário de Defesa Social, Luiz Flávio Sapori, o Comandante do Estado Maior, Cel. Júnior, os Comandantes do 22º e do 34º (Ten. Cel. Josué e Ten. Cel. Luciene) e mais de 80 policiais e familiares.\r\n\r\nAlém do grupo de percussão e das demonstrações de circo do 34º, os policiais do 22º apresentaram um número integrado de teatro, música e percussão dirigido por Johayne Ildefonso, que recorreu à Biblioteca da PM para achar textos escritos por policiais que servissem de base para o espetáculo. Depois da abertura, com o piston do Ten. Tavares, um grupo saiu do meio da platéia e cantou, em ritmo de rap, "No meio do Nada," de autoria do Cabo Gláuber. A percussão entrou e mais dois textos foram teatralizados.\r\n\r\nNo final, a percussão dos dois BPMs tocaram juntas. Luiz Flávio Sapori, Cel. Júnior e Ten. Cel Luciene falaram, avaliando a semana, assegurando o interesse e o entusiasmo da Secretaria com o projeto, reafirmando a abertura da PM e o apoio integral à experiência. O Ten. Cel. Josué concluiu que “até no 34º BPM, o 22º BPM dá show”.\r\n\r\nO 34º BPM\r\n\r\nO 34º BPM é o mais novo batalhão da PMMG, tendo apenas 4 anos de existência. Há aproximadamente seis meses é comandado por uma policial militar feminina (PFEM), a Tenente Coronel Luciene. O batalhão está situado no bairro de Caiçaras e abrange uma região de aproximadamente 600 mil habitantes, contando com um efetivo de 800 policiais. A circunscrição do 34º compreende bairros de classe média, classe alta (como a Pampulha) e várias favelas. Além da Pedreira Pedro Lopes (PPL), onde atua o GPAR, o BPM atende as comunidades de São José, Sumaré e outras. A “declinação de gênero” do BPM é sentida na presença das mulheres, em procedimentos e em rotinas. A liderança da Cel Luciene aparece em cada entrevista com policiais das quatro Cias. do BPM, além da destacada visibilidade na mídia.\r\n\r\nA despeito de o BPM não contar com mais de 36 PFEMs, alguns postos-chave do 34º são ocupados por mulheres, o que provoca a impressão de uma forte presença feminina. Um exemplo do estilo feminino de comandar? Para citar um, a comandante do BPM, em vez de “convencer” policiais a fazerem as oficinas, se inscreveu, ela mesma, na oficina de percussão. Mas não deixou de dar uma passadinha na oficina de circo para fazer rapel, junto com soldados, cabos e sargentos. A participação de outra(o)s oficiais em todas as atividades acabou promovendo um clima único que favoreceu a integração entre policiais e a equipe do projeto. \r\n\r\nRegistros\r\n\r\nAs ações de documentação do projeto seguiram sendo coordenadas por Estevão Ciavatta e Marcelo Guru, da Pindorama. Estevão já tinha observado, nos workshops preparatórios da Candido Mendes, que “polícia é imagem”: a imagem da farda, da arma, da viatura, a imagem “da polícia”. Além disso, definiu uma estratégia de buscar “personagens” entre os policiais, para dar uma cara mais real e mais humana ao projeto. Assim como o Afro Reggae trabalha com “histórias de vida” e “trajetórias”, o documentário vai mostrar vidas reais que se encontram no projeto: a do Capitão Gonzaga com a do Altair, a do Anderson, do LG, do Cabo Pinheiro e outros. Mais uma vez apoiados por profissionais da Cara de Cão, de BH, foram gravadas 24 horas de registros, entre os quais um sobrevôo de helicóptero na área do batalhão. Também foram gravadas em áudio 15 entrevistas semi estruturadas (baseadas em roteiros previamente definidos) que apoiarão o trabalho de avaliação do projeto pelo CESeC.\r\n\r\nParticipantes da 2ª Etapa – 34º e 22º BPM\r\n\r\nAfro Reggae (coordenadores e instrutores): José Júnior, Johayne Ildefonso, Silvana Moreira, Altair Martins, Paulo Neguéba, Antônio Carlos Pap, Maxwel, Anderson de Oliveira (Tiquinho), Luiz Gustavo (LG), Anderson, Dinho \r\n\r\nParticipação Especial: Samuka Artista Convidado: Toni Garrido\r\n\r\nCESeC: Silvia Ramos \r\n\r\nFundação Ford: Elizabeth Leeds, Universidade de Nova York, ex-assessora da Fundação Ford\r\n\r\nProdução em BH: Renata Canabrava e equipe da Retina\r\n\r\nDocumentário:\r\n\r\nDireção: \r\n\r\nPindorama: Marcelo Guru e Estevão Ciavatta\r\n\r\nEquipe em BH: Cara de Cão: Beto, Cupim, Pablo, Rogério\r\n\r\nFotografia: Ierê Ferreira\r\n\r\nAssessoria de Imprensa: Fabiana Rodrigues (Kaco)\r\n\r\nBanda AfroReggae: Jairo, Cosme, Hermano, Dada, Joel, Juninho, Magic Júlio.\r\nAlex e Thiago (Roadies da Banda AfroReggae), Celso (iluminador), André e Romero (operadores de som), Chico Júnior (diretor de palco)\r\n\r\nProdutor da Banda AfroReggae: André Cozta\r\n\r\nApresentador: Marcelo Redbull\r\n \r\nAfro Circo: Andressa, Carlos Eduardo, Bruno, Jonathan, Karine, Lucilene, Flávia\r\n\r\nAssistência: Cristiane de Assis \r\n\r\nTambolelê: Santonne Lobato\r\n\r\nEste projeto conta com o apoio da Fundação Ford e da Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais\r\n\r\nA Professora Sílvia Ramos é uma das coordenadoras do CESeC e do Projeto Juventude e Polícia'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (47, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (48, 1, 'Iá mi, agô!', 'Gênero e Política nas culturas africanas \r\n\r\nEduardo Henrique Pereira de Oliveira\r\n\r\nFoto: Reprodução: homw.wanadoo.nl - Quatro gerações: bisavó e bisneta\r\n\r\nExiste uma grande oposição entre o “lugar” reservado às mulheres na sociedade, dita, ocidental e a herança cultural da população afrodescendente. Embora não reste dúvidas de que muito ainda se há de lutar para que a mulher negra tenha cidadania plena e não mais figure na base de todos os indicadores sociais brasileiros, é mais do que certo afirmar que só há herança cultural de matriz africana no Brasil graças ao zeloso empenho de milhões de mulheres negras. Nada daquilo que nos remete à tradição cultural de matriz africana, principalmente a tradição religiosa, existiria com a riqueza que existe hoje não fosse a enorme tarefa desempenhada pelas mulheres negras na preservação e transmissão de um tipo de conhecimento que foi capaz de moldar as bases da cultura brasileira.\r\n\r\nAinda que muitos persistam em crer que somos um povo sem história, a complexidade das relações de gênero nas diferentes sociedades africanas permite-nos perceber que as mulheres sempre tiveram protagonismo social. Séculos antes de Joana D\'Arc escandalizar o chamado “mundo civilizado” comandando tropas francesas na luta contra os ingleses, batalhões inteiros formados por mulheres defendiam interesses de diferentes cidades-estado em distintas regiões da África.\r\n\r\nOutro elemento que atesta o lugar singular que as mulheres ocuparam é a organização política. Apesar de terem sido apontadas como sociedades patriarcais quando os primeiros analistas europeus se dedicaram a estudar a diversidade cultural do continente africano, novos estudos mostram que a história era muito mais complexa do que o olhar ocidental foi capaz de observar. Primeiro, fica-nos claro que faltou uma boa base de história das sociedades africanas. Assim, raramente foi aventada a influência que algumas civilizações do período clássico (embora a África pareça não “existir” neste período) tiveram nas culturas subseqüentes.\r\n\r\nUm bom exemplo do protagonismo político da mulher no período clássico nos foi revelado recentemente no enredo da peça teatral “ Candaces”, encenada pela Cia. dos Comuns, exclusivamente com atores negros. A peça utiliza a história do reino das Candaces - nome genérico da rainha na Etiópia antiga, para refletir sobre os dramas contemporâneos dos negros brasileiros. Naquele reino etíope, como o nome revela, as mulheres assumiram o controle político cerca de 500 anos antes do início da era cristã. Quatro destas rainhas, Shanakdakete, Amanirenas, Amanishakete e Amanitere, foram responsáveis por sucessivas derrotas impostas aos romanos, que já haviam conquistado o Egito.\r\n\r\nMuitos séculos depois, podemos encontrar instituições políticas muito similares na África Ocidental, de onde foram seqüestrados a maioria dos escravizados no “Novo Mundo”. No país Iorubá e no reino do Daomé, as mulheres exerceram um papel político muito diferente daquele relatado nos estudos de muitos antropólogos que se dedicaram a relatar as sociedades da região. Felizmente, porém, a própria antropologia pode fornecer instrumental para que uma geração inteira de intelectuais nativos pudesse participar do debate. Assim, já é possível perceber que a história local está cheia de detalhes que passaram desapercebidos, em muitos casos, por razões lingüísticas.\r\n\r\nPara ficarmos em um curto exemplo, creio que podemos usar a maneira como o mito da criação do mundo foi interpretado. Assim, após apontados os erros de interpretação, poderemos perceber como que, se comparado com o mito cristão, o lugar singular das mulheres nunca esteve hierarquicamente distante como na cultura ocidental - se é que esta existe.\r\n\r\nA Criação\r\n\r\nResumidamente, no começo de tudo, quando nada, nem a Terra, existia, só havia o além - que é chamado pelos iorubás de Òrun. O além era habitado pelo deus supremo Olódùmaré, também chamado de Olóòrun - o dono do além.\r\n\r\nQuando ele resolveu criar o mundo desligado do além, decidiu que este precisava ser governado e supervisionado por forças autônomas de sua confiança. Para isso, decidiu criar os Orixás.\r\n\r\nOxalá, o grande orixá, foi o primeiro a ser criado. Ele foi encarregado pelo deus supremo de criar o mundo e todas as coisas dele. Para sua missão, Oxalá recebeu de Olódùmaré o “saco da criação”, com os elementos necessários para criar o mundo. Oxalá, porém, por sua posição, sempre teve um caráter muito altivo. Sabedor que era de sua importância, sempre teve muita dificuldade em seguir certas regras e obrigações. Por isso, inúmeras vezes ele e Exú tiveram problemas. Exú cuida da comunicação entre os dois mundos, é o mensageiro e zela pelas regras do culto.\r\n\r\nQuando Oxalá ia deixar o Além para dar forma ao mundo, apoiado em seu cajado de estanho, encontrou na porta do além (à boca de um poço) Exú. Este lhe informou que oferendas deveria fazer para deixar o além. Oxalá não se submeteu à obrigação e ultrapassou o portal do além. Como penalidade, Exú o fez sentir uma enorme sede. Quando não suportava mais sua sede, Oxalá usou seu cajado para furar o tronco de um dendezeiro, bebendo o líquido que saiu.\r\n\r\nMas acontece que o líquido era vinho de palma, e Oxalá bebeu tanto que ficou bêbado e adormeceu. Então, Odùduà, seu irmão mais jovem e grande rival, vendo que ele dormia, robou-lhe o “saco da criação” e foi até Olódùmaré contar-lhe em que estado seu irmão se encontrava. O deus supremo ordenou que fosse ele, Odùduà, criar o mundo.\r\n\r\nAo deixar o Além, Odùduà deparou-se com uma enorme extensão de água e deixou cair sobre ela a terra que tinha no “saco da criação”. Logo formou-se um monte de terra onde Odùduà colocou uma galinha de cinco dedos. Ciscando sobre o monte, a galinha espalhou mais a terra sobre a água, fazendo-a se alargar cada vez mais, o que na língua dos iorubás se diz Ilè Nfè, nome que batizou a cidade de Ilê Ifé, onde Odùduà e os outros Orixás foram morar. Odùduà tornou-se, então, o primeiro rei da Terra.\r\n\r\nQuando Oxalá acordou, não encontrou o “saco da criação” e foi até Olódùmarè reclamar do que havia acontecido. Aí, o deus supremo lhe proibiu, como castigo, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Como consolo, porém, deu-lhe a tarefa de modelar em barro o corpo dos seres humanos, que receberiam de Olódùmarè o sopro da vida.\r\n\r\nMuitas coisas nos são reveladas através deste mito fundante da cultura iorubá. Infelizmente, porém, muitos pré-conceitos ocidentais acabaram também sendo inseridos ao mito. Como os primeiros ocidentais que o coletaram eram, invariavelmente, padres e sacerdotes cristãos, temos recorrentemente uma espécie de sincretismo com a tríade cristã. Além disso, o mito gira exclusivamente em torno de figuras masculinas, sugeridas como o gênero do deus supremo, do grande orixá, de Exú e de Odùduà.\r\n\r\nEste é, aliás, o pecado original dos cristãos. O mesmo acontece quando da transmutação do mito da Criação dos judeus em mito cristão. Não cabem distinção de gênero nem pronomes próprios na versão original. Nesta, dado que o idioma hebraico é formado por raízes ideográficas e sílabas, a palavra que os cristãos traduziram para o grego como sendo Adão – o primeiro humano do gênero masculino está longe de significar uma pessoa. No original, a palavra deriva da junção do radical DAM (sangue ou barro) com o prefixo A (alef), a primeira letra do alfabeto e também o número 1. Assim, ADAM seria melhor traduzido como “aquilo que é feito de sangue” ou, ainda, “o que deriva de sangue”. Isto tudo querendo significar VIDA. Da mesma forma, EVAH nada mais é do que o complemento da vida.\r\n\r\nAo traduzir-se vida como sendo sinônimo de homem e seu complemento, que aliás já aparece para os cristãos como sendo hierarquicamente inferior e dependente do primeiro (a Eva cristã teria sido feita de uma costela de Adão), criou-se a justificativa religiosa e ideológica para a dominação e submissão feminina. É certo, contudo, que a religião judaica tem seus problemas de eqüidade entre os gêneros, mas suas raízes estão em fenômenos mais históricos que bíblicos.\r\n\r\nVoltando ao mito iorubá, o olhar cristão não se poupou em ver uma ação exclusivamente masculina na criação do mundo pelos orixás. Como todos sabemos, porém, não há criação e não há vida, até então, pelo menos, sem a interação dos dois sexos. É isso que está por trás do conceito de vida e de seu complemento, no mito judaico. Será isso que iremos encontrar em todos os mitos criacionistas, mesmo no cristão. A diferença sempre estará na moral da história.\r\n\r\nA moral do mito iorubá, quero crer, aponta para um equilíbrio de forças. Seja este equilíbrio de gênero, entre os elementos ativos na criação; seja político, entre as forças políticas simbolizadas na história.\r\n\r\nPara seguirmos, porém, é necessário que a justiça seja feita com a eliminação da exclusividade masculina. Isto porque há uma controvérsia sobre a descrição masculina de Odùduà. Além disso, mesmo sendo descrito como o primeiro rei de Ilé Ifé, Odùduà aparece no panteão dos orixás cultuados nos dois lados do Atlântico. Para tornar ainda mais complexo, não se tem notícia de pessoas que sejam devotas deste orixá.\r\n\r\nPierre Verger, no clássico “Orixás”, participa deste debate questionando a suposta masculinidade deste personagem e nos lembrando que tudo indica uma metáfora sobre a necessidade da forma masculina e feminina, agindo em conjunto, para a constituição da vida. Assim, o sono de Oxalá e a suposta disputa de Odùduà mostram que houve interação para que a vida ganhasse forma. Ainda, Verger nos coloca a estranha “androginia em que Oxalá foi posto, à medida em que é o único orixá, aparentemente masculino, que recebe oferendas femininas”. Como Odùduà não recebe oferendas e não é cultuada, Oxalá acabou por resumir em si os aspectos masculinos e femininos da criação.\r\n\r\nO professor nigeriano E. Boladi Ijowu, da Universidade de Ibadan, no livro Olódùmarè – God in Yorubá Belief, sinaliza com um outro problema: a dificuldade apontada pelo idioma e a ausência de textos escritos acabou por permitir uma grande confusão entre os eventos históricos e os míticos. Com isso, parece que poucos se perguntaram se Odùduà orixá e Odùduà rei de Ilé Ifè seriam um mesmo personagem ou se o rei não foi algum devoto da Orixá do mito.\r\n\r\nSe concordarmos com o caráter feminino de Odùduà, parece claro que o mito iorubano aponta para um equilíbrio entre os gêneros. O que foi mais importante, a criação do Mundo ou da Vida? Existiria um sem o outro?\r\n\r\nPoliticamente, ainda, o mito aponta para uma constante característica das instituições políticas de boa parte da África: uma certa proteção anti-absolutista imposta aos monarcas. E aqui, mais uma vez, a presença feminina (juntamente com a do sacerdote) é singular e muito forte.\r\n\r\nNo mito de criação, Oxalá (monarca) não realiza sua tarefa principal por ter sofrido uma punição imposta pelo zelador do ritual (sacerdote), Exú. Sua tarefa, então, acaba por ser realizada por Odùduà (aspecto feminino da criação e co-monarca).\r\n\r\nEste triângulo político estará presente nas mais diferentes sociedades africanas. Entre os povos iorubá, por exemplo, o rei constantemente tinha que se reportar ao chefe dos sacerdotes e a uma co-monarca, geralmente mais velha e primeira esposa do rei precedente. A própria mitologia deste povo nos oferece a história de Xangô que, a despeito de ter sido um de seus maiores reis, recebeu ovos de papagaio do sacerdote-chefe. Isto significava que o monarca tinha duas opções entre o suicídio e o exílio, que se eqüivaliam.\r\n\r\nOutros mitos falam, abertamente, da disputa de poder entre homens e mulheres. Oxúm aparece em um deles como líder de uma revolta feminina pelo direito ao sacerdócio. Disputa essa onde a única saída foi a negociação e o meio termo. Este é o contexto mítico da fundação das sociedades Gélédés, que conspiraram contra o poder masculino e têm Oxúm como matrona. Iá mi, agô!(Com sua permissão, minha mãe!).\r\n\r\nNossa dívida com as mulheres negras está longe de poder ser contabilizada. Justiça, contudo, iniciaríamos reconhecendo o patrimônio cultural e moral do qual elas têm sido fiéis guardiãs e que têm disponibilizado à sociedade brasileira. Todas as vezes que visito minhas amigas de Geledés – Instituto da Mulher Negra, em São Paulo, fico ansioso por rever um quadro preso na sala do programa de educação. Nele, uma tradução de um texto de Robert Whitman, poeta americano do século XIX, diz: “Antes mesmo de tomar consciência de si, é dentro de uma mulher que um homem ganha forma”.\r\n\r\n\r\n** Eduardo Henrique Pereira de Oliveira é sociólogo e coordenador executivo de AFIRMA Comunicação e Pesquisa . Trabalhou no IBASE e no departamento de Governo e Política da Universidade de Maryland, como pesquisador visitante'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (48, 2, '', ''); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (49, 1, 'A Cadeira do Ministro', 'João Madeira\r\n\r\n“a tartaruga só progride quando coloca o pescoço para fora”\r\n\r\n\r\n\r\nDeu na primeira página de um grande jornal carioca: “o cantor, compositor, político e ministro agora é design.”\r\n\r\nCaramba!, fiquei surpreso, como é que o cara pode? Onde esse sessentão, gente boa, tão atarefado, encontra tempo e imaginação para produzir tanto, e vem com mais uma novidade, completamente fora das atividades que ele habitualmente desenvolve?\r\n\r\nContinuando com a inusitada notícia: “a rede de lojas inglesas Habitat, espalhadas pelo mundo, vai vender a cadeira para tocar violão, assinada pelo nosso Ministro da Cultura, Gilberto Gil”.\r\n\r\nE assim, ficamos sabendo que o ministro Gil foi uma das 40 celebridades, entre atores, bailarinos, atletas que são recordistas mundiais, escolhidas pela Habitat para criar um objeto que fosse útil para o dia-a-dia das pessoas e que tivesse um design arrojado.\r\n\r\nE o Gil deu a idéia de como deveria ser um banquinho para tocar violão, mas que fosse confortável, funcional e arrojado. E, desta maneira, a equipe formulou a proposta da cadeira inventada pelo nosso ministro da cultura.\r\nBem ao lado da notícia sobre mais essa espetacular façanha do nosso caro Gil, eis que leio: “celebridades são a nova força motora da indústria, qualquer que seja a indústria”.\r\n\r\nA nota referia-se a uma outra cadeia de lojas inglesas, chamada Alders, que convidou celebridades da moda para criar coleções exclusivas de objetos para casa. Entre os chamados, está um casal de estilistas do mundo da moda, ele brasileiro, Inácio Ribeiro, ela inglesa, Suzanne Clements, que são conhecidos através da grife Clements Ribeiro.\r\n\r\nEntão, o que isso significa, celebridades ocupando outros campos de atuação? Os caras já são ótimos no que fazem, como o nosso cantor e compositor Gilberto Gil, e ainda partem para outra, com o mesmo fogo e paixão, criando objetos que irão agradar meio mundo?\r\n\r\nBem, meus caros leitores, é assim que a banda agora toca...\r\n\r\nComo assim?\r\n\r\nDesta maneira: na sociedade do conhecimento, como agora somos identificados neste novo século, as idéias estão se sobrepondo aos produtos. Ou seja, é preciso inovar, criar valor, pois a inovação e as novas idéias serão os mais poderosos impulsionadores do crescimento econômico no século XXI !\r\nPrecisaremos, pois, pensar além dos modelos mentais comuns que ainda conformam a maneira como vemos o mundo que já ficou para trás, no século passado...\r\nTemos que perceber que clientes não compram produtos. Clientes compram a satisfação de necessidades particulares. Isso porque o que o cliente compra costuma ser diferente do que o produtor imagina que vende. Não foi à toa que um inteligente vendedor disse, eu não vendo cosmético, eu vendo “esperança engarrafada”. \r\n\r\nHoje, até uma indústria poderosa como é a automobilística é mais influenciada pela economia das idéias do que pela economia da produção física. Viram o anúncio de um carro que é todo “forrado” por um estilista brasileiro? Como se o carro valesse mais porque tem a mão, a assinatura de um estilista de moda?\r\nÉ isso meu caro, você que tem uma grande idéia pode vendê-la para uma área que não seja propriamente a área em que você tradicionalmente atua. Basta que você tenha reconhecimento, tenha talento de sobra, no campo em que você já atua. Ou seja, com a globalização parece que o mundo cresceu mais ainda, e assim como a grande extensão geografica do planeta Terra a sua imaginação também é impelida a não ter limites...\r\n\r\nPrecisamos, pois, inovar, criar valor em tudo que fazemos. \r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae.\r\n\r\n * Foto: O ministro da Cultura Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo" em Brasília, dezembro de 2003, por Ierê Ferreira.\r\n\r\n*Atualização do Site: Christine Keller '); INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (49, 2, '', ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `colunistas_1_textos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_textos_tb`; CREATE TABLE `colunistas_1_textos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_colunista` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `data` date NOT NULL default '0000-00-00', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`), KEY `id_autor` (`id_colunista`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=50 ; # # Extraindo dados da tabela `colunistas_1_textos_tb` # INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (1, 1, '2004-04-06', '1'); INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (2, 2, '2004-02-02', '1'); 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CREATE TABLE `discografia_1_discos_lang_tb` ( `id_disco` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ficha` text NOT NULL, `obs` text NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_disco`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_lang_tb` # INSERT INTO `discografia_1_discos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Uma produção Universal Music\r\nDirigida por Dudu Marote\r\nDireção musical: Caetano Veloso\r\nDireção artística: Max Pierre\r\nGerência artítica: Ricardo Moreira\r\nGravado no estúdio: CIA dos Técnicos (Rio de Janeiro) por William Junior e Flávio Senna\r\nAssistentes: Rodrigo Conrad, Diogo Bortoluzzi, Wilson Jacoud e Sandro Rangel\r\nGravado no estúdio: Dr. DD Eletromúsica – Vila Madalena (São Paulo) por Rogério Pereira\r\nAssistentes: Carlos Blau e Erik Caramelo\r\nConsultor de bateria: James Muller\r\nMixado no estúdio Dr. DD Eletromúsica por Rogério Pereira\r\nExceto as faixas \\"Hunidade\\" e \\"Hino do Abadá\\" - mixadas no estúdio Castle Oaks (Los Angeles) por Antonio \\"Moogie\\" Canázio\r\nMasterizado no Magic Master (RJ) por Ricardo Garcia\r\nConcepção: José Junior\r\nCoordenação executiva: Chico Junior e José Junior (AfroReggae) e Simone Ruótolo (Dudinka)\r\nDireção de arte: Guto Lins\r\nDesign: Guto Lins / Manifesto\r\nAssistente: Paula Cardoso e Allan Gordon\r\nFotos: Severino Silva (capa / contracapa) e Ierê Ferreira (fotos internas)\r\nIlustrações: Márcio \\"Braga\\" (Shiva) e Mathieu Lamprom (banda)\r\nCoordenação gráfica: Gê Alves Pinto', ''); INSERT INTO `discografia_1_discos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_discos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_discos_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_discos_tb` ( `id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_gravadora` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_selo` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_formato` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_type` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `titulo` tinytext NOT NULL, `ano` year(4) NOT NULL default '0000', `assinatura` varchar(255) NOT NULL default '', `url` varchar(255) NOT NULL default '', `ext_capa_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `ext_capa_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=2 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_tb` # INSERT INTO `discografia_1_discos_tb` VALUES (1, 1, 1, 1, 1, 0, 'Nova Cara', '0000', 'AfroReggae', '', 2, 2, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_discos_type_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_discos_type_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_discos_type_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `type` varchar(50) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_type_tb` # INSERT INTO `discografia_1_discos_type_tb` VALUES (1, 'Carreira'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_editora_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_editora_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_editora_tb` ( `id` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment, `editora` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_editora_tb` # INSERT INTO `discografia_1_editora_tb` VALUES (1, 'Natasha', '1'); 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INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (42, 'edições digitais, teclado e voz', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (43, 'batidas, minimoog e teclado', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (44, 'mellotron', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (45, 'clavinete', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (46, 'scratches e colagens', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (47, 'participação especial', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_funcao_obra_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_funcao_obra_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_funcao_obra_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `funcao_obra` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=4 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_funcao_obra_tb` # INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (1, 'letra e música', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (2, 'letra', '1'); INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (3, 'música', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_gravadora_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_gravadora_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_gravadora_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `gravadora` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_gravadora_tb` # INSERT INTO `discografia_1_gravadora_tb` VALUES (1, 'Universal Music', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_obra_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_obra_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_obra_tb` ( `id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment, `titulo` text NOT NULL, `letra` text NOT NULL, `ano_letra` year(4) NOT NULL default '0000', `ano_musica` year(4) NOT NULL default '0000', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=14 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_obra_tb` # INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (1, 'Som de V.G', 'Tinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário \r\nexplica o som que imperava em Vigário Geral\r\n\r\no som que imperava em Vigário \r\nera o som de tiro cumpádi\r\n\r\nquando os fogueteiros soltavam os morteiros\r\ntodo mundo saía voado gritando assim mesmo:\r\nvaza, vaza mané, sujô, é os homi\r\n\r\ntiroteio pra tudo quanto é lado entre policiais\r\ne traficantes e quem era o mais atingido?\r\n\r\nas crianças, principalmente o trabalhador \r\nessas eram as pessoas mais atingidas \r\nnesses conflitos babacas, hoje o som que impera\r\nem Vigário não é mais aquele que massacrou \r\ncentenas de pessoas, o som que impera\r\nem Vigário é esse que eu vou mostrar pra você\r\nentão se liga no som de V.G.\r\n\r\npow, pow, pow, pow \r\n\r\né de Vigário Geral\r\naqui não tem mais esse som \r\npode crê meu irmão\r\na favela tá tranqüila\r\nnão tem mais o barulho\r\nde ar-15 e fuzil\r\nmetralhadora alemã\r\npistol-uzi, robocop\r\na casa do volt\r\ne o paulo paulada\r\n\r\na jubiraca\r\nVigário pede a paz \r\né a cultural da favela\r\nque é mostrada aqui por nós\r\nninguém melhor para mostrar\r\npois fazemos parte dela\r\nesta é a nova cara \r\nde Vigário Geral\r\nsou negro mesmo e daí\r\n\r\nnão tem mais o barulho \r\nde ar-15 e fuzil\r\nmetralhadora alemã\r\npistol-uzi, caça andróide\r\na casa do volt\r\na bomba caseira\r\nexplodindo na mão\r\nsó traçante na cara \r\nde mais um vacilão\r\na carroça da morte\r\nVigário só quer a paz\r\n\r\n29 de agosto, 1993, 21 pessoas\r\nassassinadas pelo ódio e pela violência\r\nde policiais vingadores, o pior é que era\r\na nossa gente, mas tá tranqüilo\r\no que é deles tá guardado, pois tem\r\nalguém lá em cima que tá olhando \r\npor nós, pode crê\r\n\r\nDe um jeito ou de outro a justiça\r\nainda será feita, pois ela tarda mas\r\nnão falha, e através da música e da cultura\r\nestá aqui mais um movimento \r\nque luta em prol da paz, pode crê\r\n\r\nPow, pow, pow, pow', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (2, 'Poesia orgânica', 'Parceiro...\r\n\r\neu sinto que você está presente\r\nem todos os cantos a saudade\r\nque os brothers sentem de você\r\né muito maior do que tudo e todos\r\nna hora do "vamo vê"\r\neu ainda sou muito mais eu e você\r\ne por isso a minha mente parece\r\nestar ligada à sua\r\nsó que hoje você está distante\r\ne mais maduro, pode crê\r\n\r\ncoincidência ou não você\r\nse foi no dia 21, justamente 21\r\nquando eu me lembro que este\r\nmesmo número significou\r\na perda de inocentes cidadãos,\r\namigos, vizinhos, parentes\r\nque nada fizeram e foram massacrados\r\npelo ódio e pela violência\r\n\r\nde quem é a culpa?\r\né do sistema, da polícia ou do apartheid\r\nprovocado por esta sociedade\r\nde quem é a culpa?\r\ndo imbecil que mora em copa\r\nque não pode ver um garoto negro\r\ncorrendo que grita "pega ladrão"\r\nde quem é a culpa?\r\nde um tal de João que foi\r\nexpulso do seu país\r\ne veio aqui pro meu só para roubar\r\npilantra safado\r\n\r\nChega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\nchega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\ntá na hora de mudar\r\n\r\nolha aqui pra mim pro negão da percussão\r\nvê se eu tenho cara de ladrão!\r\nantigamente estes mesmos colonizadores\r\nvinham pelo mar agora vêm em naves espaciais\r\ncom suas roupas de astronauta achando que\r\nnós somos um povo sem identidade e aculturado\r\ne é por isso que o Zé está sempre estressado\r\no meu papel não é o do denunciador e sim o do relator\r\neu tô vivendo, eu tô sentindo, eu tô agindo\r\nnão pense que eu sou um produto descartável\r\npois quando vocês entraram aqui e mataram\r\na minha gente não imaginam o quanto me\r\nfortaleceram, de mente em mente\r\naí vai um recado telepaticamente\r\n\r\nvaleu vigário, valeu seu Barroso, eu tô saindo\r\nvou ali desenrolar cum moleque que tá\r\nseguindo um caminho sem volta\r\nmas com certeza eu vou trazer ele de volta\r\n\r\nChega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\nchega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\ntá na hora de mudar', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (3, 'Tô bolado', 'Eu tô bolado...\r\n\r\nem vigário geral só morreu trabalhador\r\n29 de agosto mataram a minha gente\r\n\r\nEu tô bolado...\r\n\r\n21 moradores assassinados\r\npelo ódio e a violência de policiais vingadores\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nessa crueldade aconteceu porque\r\nno dia anterior traficantes mataram 4 policiais\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\no caminho certo é o caminho da sorte\r\no caminho errado pode te levar a morte\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nsou de vigário disso me orgulho \r\namo minha comunidade \r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nnão entendo este mundo me disseram\r\nque a polícia é um órgão existente a proteger\r\no cidadão mas o que já foi relatado é\r\no contrário, a proteção aqui não houve\r\nhouve sim a covardia, burrice, deslealdade,\r\ninsolência e falta de caráter e não existem\r\npalavras no mundo para esta atitude imbecil\r\n\r\neu tô bolado...', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (4, 'Conflitos urbanos', 'Alô LG\r\nfala Ando\r\nmanda o recado da galera\r\nde V.G meu "cumpádi"\r\n\r\né comigo mesmo\r\nentão manda\r\n\r\nhoje eu tô mudado me formaram\r\nme capacitaram\r\nmas não me civilizaram\r\n\r\nirracional, marginal, animal\r\nsou um produto da violência e do descaso\r\n\r\narrá rá qual é a parada \r\njá chegou a hora da gente se rebelar\r\nvamos arrebentar os grilhões que\r\ncastram nossa criatividade e dignidade\r\nfavelado não é sinônimo de alienado\r\nfavelado é mal informado\r\n\r\nIrracional, marginal, animal\r\n\r\ntem irmão matando irmão briga de poder\r\ntudo aquilo que eles querem\r\njogando um contra o outro\r\nnos obrigando a criar\r\náreas demarcadas onde vivemos\r\nem um eterno conflito com toques de recolher\r\ncomo se estivéssemos num campo de concentração\r\n\r\nmais que pôrra de país é esse?!\r\n\r\nDe um povo heróico um brado retumbante\r\n(parte do hino nacional)\r\n\r\nincubador de repressões há mais de 20 anos\r\ngerou o pior dos filhos de satã\r\narmodemus!\r\nfilhote bestial travestido pela\r\nalva pureza da pobreza\r\ncristalizada pelos becos da clandestinidade\r\nno submundo, no sofrimento da marginalidade\r\n\r\nuso, abuso, fome, miséria, violência\r\ndeformaram a vida da mulecada\r\nsofrimento dor e paixão\r\nsão elementos que fazem parte\r\nde um processo de degradação\r\n\r\nIrracional, marginal, animal\r\n\r\neu não suporto mais historinhas no meu ouvido\r\ndo tipo se te baterem de um lado da sua cara\r\noferecer a outro, eu não sou Jesus Cristo\r\nvou logo avisar se me baterem de um lado\r\neu vou encher de porrada pois minha sina é bateu levou\r\nsou uma fusão de Ogum com Xangô\r\n\r\nmano a mano é liberado!\r\n\r\né isso aí mesmo\r\npode me chamar do que vocês quiserem\r\nesse discurso neo-babaca de amiguinho\r\nnão tá com pôrra nenhuma\r\nmeus inimigos não são vocês\r\nmas sim esse sistema corrupto, covarde e escroto\r\n\r\nkâo kabiecili\r\n\r\nchega de rótulos, de estereótipos\r\nvamos lutar pela dignidade\r\nnão siga o destino que os porcos boçais\r\ntraçaram pra você\r\nlute, você não está sozinho\r\n\r\nestamos na mesma corrente\r\nvai ser ruim de alguém quebrar esta vibração\r\n\r\nIrracional, marginal, animal', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (5, 'Capa de revista', 'Capa de revista\r\nfolha de jornal\r\no terror do Rio\r\nVigário Geral\r\n\r\nbandi na parada\r\nporrada na rua\r\nbaile dos amigos\r\nmulherzinha nua\r\n\r\nbruxo na favela\r\ntiro e correria\r\npresunto no valão\r\nentre Vigário e Caxias\r\n\r\ntoc, toc, toc\r\nmartelo na mão\r\nlápis no ouvido\r\nde mais um vacilão\r\n\r\na explosão do Rio\r\nchegou pra ficar\r\nessa é a nova cara\r\ntudo vai mudar\r\n\r\ncapa de revista\r\nfolha de jornal somos\r\nAfro Reggae de Vigário Geral\r\n\r\nessa é a nova era\r\nesse é o novo estilo\r\nde uma galera\r\nque ninguém segura\r\n\r\ndança, capoeira\r\ntambores em fúria\r\nfunk, hip-hop, samba e percussão\r\ndread e adrenalina\r\npagode na esquina\r\n\r\nwww ponto emoção\r\ntudo aqui é brother\r\ntudo é sangue bom\r\n\r\nshiva na favela\r\ntocando nas vielas\r\nmostrando a sua força\r\ncomo aqui se espera\r\n\r\na explosão do rio\r\nchegou pra ficar\r\nessa é a nova cara\r\ntudo vai mudar, vai mudar,\r\nvai mudar...\r\n\r\ncapa de revista\r\nfolha de jornal\r\nsomos Afro Reggae de Vigário Geral\r\n\r\nvaleu!', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (6, 'Explosão do Rio', 'Valeu\r\no terror do Rio\r\nva, va, va, va, valeu\r\no terror do Rio\r\nva, va, valeu', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (7, 'Hunidade', 'Pensava que era Átila,\r\npois cavalgando com\r\nsua horda de hunos cujos\r\ncavalos por onde os cascos pisavam\r\ngrama nenhuma crescia\r\nao invés de espada carregava\r\numa AR-15 com lança-granadas\r\nque berrava geralmente de dia\r\n\r\norava suava e ria\r\ndizendo que nunca morreria\r\ne mandava benzer até a água que bebia\r\n\r\nvenerado, ovacionado, destemido\r\ncombatia lutava e se enegrecia,\r\nsua negritude foi descoberta ao\r\ndecidir realmente o que queria\r\nmudar, lutar, revolucionar\r\ntudo aquilo que Marley pregava e fazia\r\n\r\nherói, diabo ou mito\r\nestava vivendo um eterno conflito\r\nBósnia, Ruanda, Paquistão, Rio de Janeiro\r\n\r\nÁtila, Átila, Átila\r\ninimigo público número um\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nressuscitado, incomodado e magoado\r\n\r\na Canudos de Átila durou\r\nmais tempo que devia\r\nse organizou, se modernizou\r\ninvestiu em educação, saúde e habitação\r\nliderou a maior revolta social da atualidade\r\n\r\n\r\na idéia de Átila se proliferou\r\nmais de 600 favelas foram às ruas\r\nse organizou se modernizou\r\n\r\nabandonaram suas armas para-militares\r\ne criaram uma milícia pensante e atuante\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\n\r\nÁtila, Átila, Átila\r\ninimigo público número um\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nressuscitado, incomodado e magoado\r\n\r\npára, pára, pára\r\ntá preocupado?\r\npode ficar tranqüilo, é tudo ficção\r\npelo menos por enquanto\r\nabre o olho meu irmão!', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (8, 'Hino do Abadá / Tem que ter moral', 'Vou lhe dizer o que me alegra numa\r\nRoda-de-capoeira quando começo a jogar\r\n3 berimbaus, gunga médio e uma viola\r\num atabaque e o pandeiro\r\ne dois cabras pra jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nDe segunda a sexta-feira tem roda do Humaitá\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nCapoeira, capoeira, eu não me canso de jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nEssa é a capoeira\r\nQue não tá de bobeira\r\nMeia-lua, armada\r\nA ponteira e a rasteira\r\n\r\nCanto um corrido, um coro bem respondido\r\numa energia imensa que parado não vai dar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSe você é capoeira, continue a jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSeu Camisa e o Apache, eles que vão me ensinar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira brasileira, eu não me canso de jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nUm jogo duro, uma armada, uma ponteira\r\nmeia-lua e rasteira, eu continuo a jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nDe segunda a sexta-feira tem roda do Humaitá\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSeu Camisa e o Apache, eles que vão me ensinar\r\n\r\nCapoeira abadá…\r\n\r\ntem que ter moral\r\ntem que ter moral \r\npra morar em Vigário Geral', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (9, 'Iguais sobrepondo iguais', 'Eu vou chegando\r\nsustentados e pagos pela população\r\nque inocentemente paga pela\r\nprópria execução\r\na eutanásia no Brasil \r\nhá muito tempo já está legalizada\r\no fim é abreviado\r\neu ouço o choro dos inocentes\r\npor todos os lados\r\nmas o que mais me dói é perceber\r\nque esses algozes são a nossa\r\nprópria semelhança\r\nsão iguais sobrepondo iguais\r\n\r\na sede por uma lasca de poder é tanta\r\ntanta ignorância, embriagados\r\nmuitos estão pela impunidade\r\numa carteira funcional entorpece\r\ncomo entorpece, não é verdade\r\na pior prisão já diz é aquela que se veste\r\ndos atos covardes ninguém se esquece\r\npois a síndrome do poder\r\né igual ao pior psicotrópico\r\nalterados eles seguem à risca\r\nos mandamentos daqueles\r\nque estão no topo\r\n\r\nsegurança realmente é para poucos\r\neu quero os meus direitos\r\nquero justiça do jeito que está não dá mais\r\nnão agüento ver iguais sobrepondo iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos de paz\r\n\r\ndo outro lado a situação não é diferente\r\num armamento pesado traz coragem\r\na muita gente, é o segredo do sucesso\r\nmulher poder dinheiro pra gastar\r\nmas tudo baba se as normas\r\nnão forem seguidas\r\nmas o relógio da vida funciona\r\nem velocidade impressionante\r\nolhem para os lados vejam se\r\ntudo está como antes\r\no elenco muda a toda hora\r\nminutos a mais são a gloria\r\nos aditivos levam a degeneração\r\nquer você queira ou não\r\na política do Robin Hood\r\njá está defasada os grandes\r\nmandatários estão felizes\r\nlonge das crises\r\ntalvez passeando no Caribe\r\nou então patrocinando ou se\r\ncandidatando a algum cargo eletivo\r\neles fazem o que for preciso\r\nvejam a mão-de-obra é temporária\r\ntalvez por isso seja bem paga\r\na necessidade leva alguns\r\npro reino da fantasia\r\nmas inferno é aqui sim\r\nquem diria, quem diria que o céu\r\nestá cheio de vaga-lumes\r\n\r\né estranho como eles\r\nnão alcançam os que estão\r\nno cume, só voam rasante\r\nsão raros os momentos de paz\r\nmais uma vez os iguais sobrepõem iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos de paz\r\n\r\npor que não vivemos em paz?\r\npreferimos agir como o pior dos animais\r\nmas nem os animais são assim\r\nas bestas ferem fluem entre\r\nnós naturalmente\r\ne entre esses dois lados\r\nficamos acuados e sufocados\r\nambos não se tocam que são\r\nrobôs programados pelas mesmas pessoas\r\nque estão no alto a salvo\r\no mar do rio é rubro e não está calmo\r\nestá bastante revolto\r\na resistência a isso, observem\r\né feita por alguns poucos\r\nmas esse número irá crescer\r\nlivres estaremos, pode crê, pode apostar\r\n\r\na cultura é o principal instrumento\r\nda mudança mas forte do que nunca\r\nesta a nossa esperança\r\nrespeito ao próximo e não mais\r\niguais sobrepondo iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos...\r\n\r\nNão aguento mais\r\nnão aguento mais\r\nsão iguais soprepondo os iguais', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (10, 'Mesmo assim', 'AfroReggae negritude é de Vigário Geral\r\nConjuntura atual vivo deste mal\r\nque assola o meu seio achatando\r\no meu salário recortando meu futuro\r\ne mesmo assim\r\n\r\nE mesmo assim: sou AfroReggae\r\n\r\ncontrovérsias são constantes\r\ndepreciam nosso povo\r\naliados sempre estamos\r\nneste modo de viver\r\nfora o sistema, fora o sistema\r\nfora o sistema, fora\r\n\r\nE mesmo assim: sou AfroReggae\r\n\r\nresultado só pra eles e nós\r\nvem geral suingando pra Vigário Geral\r\nConsciência meu Brasil…', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (11, 'Me espere', 'Essa é história de quem está lá dentro\r\nSerá que ela vai me esperar?\r\n\r\nna hora eu pensei em fugir\r\nquando eu vi era tarde demais\r\na ambição me trouxe aqui\r\ne agora não dá pra voltar atrás\r\nmas de repente a sua imagem\r\napareceu num rápido reflexo\r\ne hoje viver pra mim\r\njá não tem mais nexo\r\n\r\ne agora não tenho saída\r\nsó o tempo irá trazer você de volta\r\nem minha vida o que faço\r\nse tudo que queria era estar ao seu lado\r\nestar contigo nesse momento\r\npra mim seria o ideal\r\nmas não quero que você me veja assim\r\npois aqui não é um lugar legal\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nquantas coisas tenho feito\r\npra enganar a solidão\r\nmas continuo vivendo\r\nnesse mundo de ilusão\r\ndetonaria tudo isso\r\nse tivesse uma bomba\r\nmas a minha paixão\r\nme faz segurar a onda\r\nsete anos é o tempo que terei\r\npra ficar longe de tudo\r\n\r\n\r\nenjaulado e arquivado nesse submundo\r\nsinto o tempo, estou longe de você\r\nporque eu sei que aqui dentro\r\nnunca mais vou te esquecer\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nnão precisava fazer o que fiz\r\nagora sofro as consequências\r\nde estar vivendo a sua ausência\r\nqueria acordar com seus beijos e carinhos\r\npor causa de um erro banal\r\nagora estou sozinho\r\nno dia que achei que iria te perder\r\no mundo acabou me levando\r\npra bem longe de você\r\nme machuquei sim\r\nnão consigo me defender\r\ncontra o amor que me flechou\r\nsem eu saber, sem eu saber\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nas horas, o tempo, os muros\r\nsão somente o que nos separa agora\r\neu aqui dentro e você aí fora\r\nsó de pensar que já estivemos tão perto\r\ne hoje estamos tão longe\r\nmas um dia tudo isso vai acabar\r\na dor e a tristeza farão parte do passado\r\ne aí então, nunca mais ficaremos separados.\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (12, 'Pegajoso', 'Oh iéh\r\nse liga meu amigo que eu vou\r\nfalar é na moral vou falar dos\r\npegajosos lá de Vigário Geral\r\npreste atenção que eu vou\r\ndizer como é que é\r\npegajoso é o cara que não pode ver mulher\r\nquando ele vê chega juntinho\r\ntentando mostrar esse seu jeitinho\r\nataca geral qualquer gatinha\r\npreta, loira e até moreninha\r\npreste atenção fique de olhos abertos\r\nporque o pegajoso pode estar aqui por perto\r\npra todo mundo ele diz ser gostoso\r\nmas lá na área é bicho pegajoso\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\nAndo e LG aqui no microfone\r\natacam as gatinhas sem nem pedir o nome\r\naqui nessa guitarra, no baixo, na bateria a galera\r\nda pesada que ataca todo dia\r\ntem Paulo Negueba o fera da percussão\r\nsó no sapatinho vai pegando de montão\r\nfique esperto e não de bobeira\r\ntem pegajoso até na capoeira\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\nHermano como estás?\r\nmuito bem lobrigado!\r\n\r\neu já rodei o mundo e fiquei abismado\r\ntem bicho pegajoso atacando em todo lado\r\nseja na Alemanha, na Inglaterra ou na Holanda\r\nshow de punk-rock ou lá no samba\r\ntem sempre aquele "um" que chega junto\r\ne dá um blá, nem se liga se o amigo\r\ncom a gata quer ficar \r\ncomigo aconteceu só que foi lá em Berlim \r\no "pega" atacou a mina que eu tava a fim\r\na viagem foi rolando e quando foi lá em Paris\r\no cara me roubou a francesa que eu quis\r\npor isso eu avisei antes de ir pra Amsterdã\r\nse tu chegar junto eu vou pegar a tua irmã\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\npé na cova na moral\r\nsolta o outro instrumental\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso', '1969', '1969', '1'); INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (13, 'Meus telefonemas', 'Atenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\nestamos tão longe\r\nmas a distância acabou\r\nnos aproximando\r\ntodos os dias, todas as horas\r\npenso tanto em você\r\n\r\nme sinto tão só\r\ngrito dentro de mim\r\nmilhares de vezes\r\npelo teu nome mesmo\r\ntendo ficado contigo uma única vez\r\n\r\nAtenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\npare de fugir\r\npare de dizer que não\r\nsente nada por mim\r\neu sei que ainda falta um tempo\r\npra gente se encontrar\r\na sua imagem é constante\r\nem meu pensamento\r\neu não sei se vou ser capaz\r\nde suportar essa dor\r\nesse meu sofrimento\r\n\r\nAtenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\nas estradas, o céu, os palcos\r\na minha vida ritmada pelas\r\nbatidas do seu coração\r\nmas o calor do seu corpo\r\nainda esquenta as minhas mãos\r\nas minhas mãos\r\n\r\nos momentos que eu sinto\r\nvocê perto de mim são os melhores\r\né verdade!\r\ntudo isso é por você, é por você...', '1969', '1969', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_pessoa_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_pessoa_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_pessoa_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `pessoa` varchar(255) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=42 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_pessoa_tb` # INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (1, 'Afro Reggae', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (2, 'Ando', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (3, 'LG', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (4, 'Ales', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (5, 'José Junior', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (6, 'Cb Jorge', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (7, 'Cleber', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (8, 'Altair Martins', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (9, 'Cláudio Radikal', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (10, 'Dinho', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (11, 'Demétrius', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (12, 'Magic Julio', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (13, 'Juninho', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (14, 'Hermano', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (15, 'Paulo Negueba', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (16, 'Ricardo Pinda', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (17, 'Baianinho', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (18, 'Largatão', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (19, 'Def Yuri', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (20, 'DJ Magic Julio', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (21, 'Plácido Pascoal', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (22, 'Moredison Cordeiro', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (23, 'Michele Costa', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (24, 'Nelson Meirelles', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (25, 'Caetano Veloso', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (26, 'Jairo J.', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (27, 'Jairo Cliff', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (28, 'Altair Golfinho', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (29, 'Cláudio Menezes', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (30, 'Émerson Villani', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (31, 'Serginho Carvalho', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (32, 'Dudu Marote', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (33, 'Cléber Sena', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (34, 'Cabo Jorge', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (35, 'James Muller', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (36, 'Teco Cardoso', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (37, 'Apollo 9', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (38, 'Jairzinho Oliveira', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (39, 'Manteiga', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (40, 'Mestre Jorjão', '1'); INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (41, 'Marcos Suzano', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` ( `id_disco` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0', `id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id_disco`,`id_pessoa`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` # INSERT INTO `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` VALUES (1, 1); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` ( `id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_funcao_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id_pessoa`,`id_funcao_faixa`,`id_faixa`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` # INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 38, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 39, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (5, 3, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (6, 3, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 2, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 4, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 17, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 25, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 31, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 15, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 15, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 32, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 33, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 4, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 15, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 15, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 29, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 29, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 30, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 3, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 9, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 13, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 18, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 19, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 20, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 21, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 22, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 22, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 23, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 24, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 25, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 3); 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INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (25, 2, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (27, 3, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (27, 4, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 7); 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INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (30, 5, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 7, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 40, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 43, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 34, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 9, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 10, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 11, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 11, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 14, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 17, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (35, 35, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (36, 37, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (37, 44, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (37, 45, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (38, 47, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (39, 47, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (40, 47, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (41, 47, 9); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_obra_faixa_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` ( `id_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` tinyint(4) NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id_obra`,`id_faixa`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` # INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (1, 1, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (2, 2, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (3, 3, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (4, 4, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (5, 5, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (6, 6, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (7, 7, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (8, 8, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (9, 9, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (10, 10, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (11, 11, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (12, 12, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (13, 13, 1); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` ( `id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_funcao_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_editora` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', PRIMARY KEY (`id_pessoa`,`id_funcao_obra`,`id_obra`,`id_editora`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` # INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (4, 2, 1, 1); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 1, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 2, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 3, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 3, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 2); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 7); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 1, 1, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 1, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 3); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (12, 3, 1, 4); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 1, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 1, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (14, 3, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (15, 3, 1, 5); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (15, 3, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (16, 1, 1, 6); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (17, 1, 1, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (18, 1, 1, 8); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (19, 2, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (20, 3, 1, 9); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (21, 1, 1, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (22, 3, 1, 10); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (23, 2, 1, 11); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (24, 2, 1, 12); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (25, 3, 1, 13); INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (26, 3, 1, 13); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_selo_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_selo_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_selo_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `selo` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_selo_tb` # INSERT INTO `discografia_1_selo_tb` VALUES (1, 'sem selo', '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_textos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_lang_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_textos_lang_tb` ( `id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `titulo` tinytext NOT NULL, `texto` text NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_lang_tb` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_textos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_textos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_disco` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_type` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `autor` varchar(50) NOT NULL default '', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`,`id_disco`,`id_type`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_tb` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `discografia_1_textos_type_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_type_tb`; CREATE TABLE `discografia_1_textos_type_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `type` varchar(50) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ; # # Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_type_tb` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `forum_1_forum_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `forum_1_forum_tb`; CREATE TABLE `forum_1_forum_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_topic` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `topic` set('0','1') NOT NULL default '1', `data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00', `titulo` text NOT NULL, `mensagem` text NOT NULL, `nome` varchar(50) NOT NULL default '', `email` varchar(50) NOT NULL default '', `show_email` set('0','1') NOT NULL default '0', `cidade` varchar(50) NOT NULL default '', `estado` char(2) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=23 ; # # Extraindo dados da tabela `forum_1_forum_tb` # INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (19, 0, 8, '0', '2004-10-04 18:51:00', '', ' Créditos grátis é fria, pois paguei no portal falagratis.cjb.net e o programa não funciona. O cara nem responde quando peço informação. Total falta de consideração. Só podia ser golpe mesmo e lá se foram meus R$ 25,00, que ele prometia devolver se não funcionasse. ', 'gerson rivadavia de medeiros', 'gersonrbs@bol.com.br', '1', 'v.velha', 'es'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (16, 15, 2, '0', '2004-10-03 03:52:04', '', 'Quero um gerador de creditos', 'Carlos', 'rogerio-csilva@bol.com.br', '0', 'Franca', 'sp'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (17, 0, 7, '0', '2004-10-03 13:44:35', '', 'por favor podem me mandar esse gerador de senha?', 'Bruno', 'bsnferreira@yahoo.com.br', '1', 'paraiba do sul', 'rj'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (18, 8, 2, '0', '2004-10-04 10:43:48', '', 'Inclusão digital\r\n\r\n\r\nO computador é, de certo, o meio (transferência de idéias, entretenimento e conhecimento) que torna a comunicação humana mais veloz e abrangente, entretanto o acesso a esta ferramenta é para pouco em função da desigualdade social, a má distribuição de renda e o descaso das autoridades para com o sistema educacional do nosso país.\r\nCreio que se não existir, por parte dos governantes, uma política voltada para a inclusão digital, subsidiando projetos ou incrementando suas próprias obrigações, às comunidades mais carentes ficarão excluídas, pois o alto custo do computador não permite que estas camadas sociais se alinhem às camadas privilegiadas.\r\nMas não é de se estranhar que cada dia que passa, surge uma ONG e uma OSCIP aplacando o sofrimento humano e levantando a auto-estima de quem um dia se viu perdido na teia da sociedade.\r\n\r\nTalvani\r\n', 'José Talvani dos Santos', 'jose.talvani@afroreggae.org.br', '0', 'Rio de Janeiro', 'RJ'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (20, 8, 3, '0', '2004-10-05 13:20:48', '', 'Olá, Talvani!\r\n\r\nConcordo com você. Infelizmente a maioria dos governantes se esquecem de "incluir" todas as regiões das grandes (e porque não, também das pequenas!) cidades nos projetos destinadosa prover cada comunidade, cada bairro, de locais com acesso à internet e aos outros benefícios da computação. Mas, se outras necessidades básicas são esquecidas como a saúde, o transporte, educação, lazer.... Claro que não podemos generalizar e em alguns lugares a realidade já está mudando. Talvez muito mais pelo trabalho ou, até pelo exemplo, de Ongs e Ocips, como vc bem citou, do que por iniciaitivas governamentais. Mas, não podemos cruzar os braços. Uma vez que no Brasil somos obrigados a votar, também temos o direito e dever de cobrar, de exigir, fiscalizar e fazermos nossa parte. O que não dá é para ficarmos de braços cruzados. Tudo bem, falar é fácil, mas mesmo com as dificuldades temos que lutar. O pior que pode haver é o inconformismo e a acomodação. Christine Keller', 'Christine Keller', 'christine_keller@uol.com.br', '0', 'Rio de Janeiro', 'RJ'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (21, 16, 2, '0', '2004-06-30 15:58:48', '', 'sadasd', 'Lucas Roxo Mundim', 'el_mariel@uol.com.br', '1', 'Rio de Janeiro', 'RJ'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (22, 17, 2, '0', '2004-07-01 19:00:45', '', 'testando', 'n', 'nelci@refazenda.com', '1', 'rj', 'rj'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (14, 0, 6, '0', '2004-09-29 23:13:48', '', 'por favor me mande um destes geradores de creditos, ah e parabens pela home, esta nota 1000.\r\nvaleu? fui!!!!!', 'leonardo lobo', 'leonardolobo2000@yahoo.com.br', '1', 'duque de caxias', 'rj'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (12, 0, 4, '0', '2004-09-28 10:38:56', '', 'gostaria que alguem me mandade-se um programa de gerador de creditos para celular', 'Danubio', 'danubiod2@bol.com.br', '1', 'juazeiro do norte', 'ce'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (13, 0, 5, '0', '2004-09-29 13:04:05', '', '', '', '', '0', '', ''); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (11, 0, 3, '0', '2004-09-25 20:11:16', '', 'preciso de um gerador de creditos para celular,tenho programas para gerar esn e manutenção de celular,fasso troca,é só me mandar o gerador que eu mando o programa', 'nivaldo cardoso', 'bravocardoso@bol.com.br', '1', 'são paulo', 'sp'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (9, 0, 1, '0', '2004-09-24 00:20:02', '', 'queria receber o gerador de creditos para celulares', 'ivan', 'ivanzinho89@bol.com.br', '1', 'salvador', 'ba'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (10, 0, 2, '0', '2004-09-25 02:20:14', '', 'Olá, por favor me mandem o gerador de creditos.', 'João Carlos Cavalcante', 'cavalcante61@hotmail.com', '1', 'Codó', 'MA'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (8, 8, 1, '1', '2004-09-22 13:24:00', 'INCLUSÃO DIGITAL', 'O tema do nosso primeiro Fórum é Inclusão Digital. Deixe sua opinião. Esse espaço é feito para debates. Participe e convide seus amigos a participarem também!', 'Afro Reggae', 'comunicacao@afroreggae.org.br', '1', 'Rio de Janeiro', 'RJ'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (6, 5, 2, '0', '2004-09-14 13:17:39', '', 'Saudações a todos os que contribueem para este lindo e exemplar trabalho de inserção e resgate social. Fico muito feliz com a atuação deste projeto verdadeiro exemplo de protagonismo social. Um grande abraço e muito axé!!!!', 'Paulo Cesar Cardoso', 'paulinho_cardoso@ig.com.br', '1', 'Barra do Pirai', 'RJ'); INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (7, 2, 2, '0', '2004-09-16 19:50:10', '', 'queria receber o programa de gerar creditos....obrigado', 'Mário Antônio', 'majussiani@hotmail.com', '0', 'itambaracá', 'pr'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_lang_tb`; CREATE TABLE `fotos_1_fotos_lang_tb` ( `id_foto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(6) unsigned NOT NULL default '0', `legenda` tinytext NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`), FULLTEXT KEY `legenda` (`legenda`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_lang_tb` # INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur e MV BIll, numa das edições do Conexões Urbanas, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Rádio Viva Rio'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (38, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (38, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, 1, 'Apresentação do Triol Sol (Afro Circo) do Cantagalo no Conexões Urbanas de Vila Vintém, julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (50, 1, 'Apresentação do Trio Sol (Afro Circo) no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (50, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (51, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (51, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (52, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (52, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (53, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas, na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ) em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (53, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (54, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro -RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (54, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (55, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro -RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (55, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (56, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas em Vila Vintém, julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (56, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (57, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (57, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (58, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (58, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (59, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (59, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (60, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (60, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (61, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (61, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (62, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (62, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (63, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (63, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (64, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (64, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (65, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (65, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (66, 1, 'Daniela Mercury no Conexões Urbanas em Bangu (2002). Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (66, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (67, 1, 'Ando,vocalista da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Cidade de Deus (Rio de Janeiro - RJ). 2003 - Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (67, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (68, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur e MV Bill numa edição do Conexões Urbanas. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (68, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (69, 1, 'Crianças nos brinquedos, no Conexões Urbanas na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (69, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (70, 1, 'Público assistindo a um dos shows do Conexões Urbanas na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (70, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (73, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas da Kelson, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (73, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (71, 1, 'Afro Samba se apresentando no Conexões Urbanas da Kelson (Rio de Janeiro - RJ), junho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (71, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (72, 1, 'Falcão, da banda O Rappa, no Conexões Urbanas da Kelson, junho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (72, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (74, 1, 'Dinho, um dos vocalistas da Banda AfroReggae e Ivo Meirelles, no Conexões de Acari, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (74, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (75, 1, 'As atrizes Janaina Lince e Izabel Fillardis se divertindo no Conexões Urbanas de Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (75, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (76, 1, 'MV Bill e Camilla no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (76, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (77, 1, 'LG, um dos vocalistas da Banda AfroReggae e Marcelo Yuka, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (77, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (78, 1, 'Samuca, Junior e Nanko no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (78, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (79, 1, 'Mucato e Lekão, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas, em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (79, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (80, 1, 'Gilberto Gil e Caetano Veloso se preparando para se apresentarem no Conexões Urbanas da Palmeirinha, 2003. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (80, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (81, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal em visita à Recicloteca, no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (81, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (82, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal na aula de artes plásticas, 2004. Fotógrafa: Elisângela Calado.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (82, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (83, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal na aula de artes plásticas, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (83, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (84, 1, 'Uniforme novo do Criança Legal, que tem patrocínio do Instituto Desiderata, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (84, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (85, 1, 'Hora do Lanche... Projeto Criança Legal, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (85, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (86, 1, 'Criança assistida pelo Projeto Criança Legal fazendo participação especial no Batizado e Troca de Cordas da Capoeira Abadá/Afro Reggae, do Prof. Apache, junho de 2004.Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (86, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (87, 1, 'Crianças assistidas pelo Projeto Criança Legal, 2004.\r\nFotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (87, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (88, 1, 'A hora do lanche 2... Criança Legal, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (88, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (89, 1, 'Comemoração do dia do Índio, Criança Legal, abril de 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (89, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (90, 1, 'Aniversariantes do mês, Criança Legal, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (90, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (91, 1, 'Visita à Recicloteca, no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (91, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (92, 1, 'Participação especial das crianças do Projeto Criança Legal no Batizado e Troca de Cordas da Capoeira Abadá/Afro Reggae, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (92, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (93, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), agosto de 2004: Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (93, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (94, 1, 'Afro Samba se apresentando no pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (94, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (95, 1, 'Afro Samba se apresentando no Conexões Urbanas da Kelson (Rio de Janeiro - RJ), junho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (95, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (96, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (96, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (97, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro), 2004. Fotógfrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (97, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (98, 1, 'Afro Samba fazendo participação especial na festa de comemoração dos 11 anos do Afro Reggae (Canecão - Rio de Janeiro - RJ), janeiro de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (98, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (99, 1, 'Afro Samba se apresentando na festa de 11 anos do Afro Reggae no Canecão (Rio de Janeiro - RJ), janeiro de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (99, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (100, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (100, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (101, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (101, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (102, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (102, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (103, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (103, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (104, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (104, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (105, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (105, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (106, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (106, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (107, 1, 'Waly Salomão era um dos diretores do Grupo Cultural Afro Reggae. Era não, é... Na foto a irreverência de Waly passeando pela Uruguaiana (Centro do Rio). Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (107, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (108, 1, 'Waly Salomão era poeta, escritor e compositor. Na foto: José Júnior, Omar Salomão (filho de Waly), Waly Salomão e Bernardo Vilhena. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (108, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (109, 1, 'Waly Salomão sempre esteve muito envolvido com tudo o que o Afro Reggae faz, desde o começo da instituição. Foto de 1993, com alguns meninos do GCAR, hoje rapazes. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (109, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (110, 1, 'Assim como Waly sempre esteve presente nos eventos do Afro Reggae, a parceria sempre foi recíproca. Foto: Márcia Florêncio, Waly e Papai Urso, Lançamento do Livro Algaravias. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (110, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (111, 1, 'Difícil era ver Waly sem sorrir. Sua irreverência e alegria sempre estiveram presentes. Na foto: Junior, Waly, Lenine e Ecio Salles: Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (111, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (112, 1, 'Waly Salomão num evento em Vigário Geral, em frente ao antigo Centro Cultural, na foto com Marcia Florêncio, Altair Martins e a galera do Rappa. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (112, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (113, 1, 'Waly nos deixou no dia 05 de maio de 2003, mas seu sorriso, sua obra e a parceria com o Afro Reggae serão eternos... Na foto Waly, Gilberto Gil e Plácido Paschoal. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (113, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (114, 1, 'Mucato e Lekão, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas, em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (114, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (115, 1, 'Altair Martins, percussionista da Banda AfroReggae e a atriz Janaina Lince, no Conexões Urbanas em Bangu (RJ), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (115, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (116, 1, 'Junior, da Banda Kitôto, na apresentação do grupo no Conexões Urbanas em Bangu (RJ), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (116, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (117, 1, 'Público se divertindo com as brincadeiras do Tio Carlos no Conexões em Vila Vintém, 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (117, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (118, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da RioTur e o animador Tio Carlos no Conexões Urbanas na Vila Vintém, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (118, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (119, 1, 'Balão do Grupo Cultural Afro Reggae. Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (119, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (120, 1, 'Gilberto Gil passando o som e se preparando para se apresentar no Conexões Urbanas da Maré (Rio de Janeiro), 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (120, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (121, 1, 'Backing vocal que acompanha Nega Gizza, Conexões da Kelson, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (121, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (122, 1, 'Gabriel o Pensador e Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Acari, 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (122, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (123, 1, 'Ivo Meirelles no Conexões Urbanas em Acari (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (123, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (124, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas em Acari, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (124, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (125, 1, 'Lekão, durante a apresentação da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (125, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (126, 1, 'Lekão, durante a apresentação da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (126, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (127, 1, 'Mucato, da Banda Kitôto, se apresentando no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (127, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (128, 1, 'Mucato, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (128, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (129, 1, 'MV Bill e seu sobrinho no Conexões Urbanas Bateu Mouche (Rio de Janeiro), 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (129, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (130, 1, 'Herbert Vianna, numa apresentação dos Paralamas do Sucesso em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (130, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (131, 1, 'Elba Ramalho no Conexões Urbanas em Nova Holanda (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (131, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (132, 1, 'Lekão, Ricardinho e Eriberto do Afro Samba em apresentação no Rival\r\nFoto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (132, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (133, 1, 'Afro Samba no Rival. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (133, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (134, 1, 'Afro Samba no Rival. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (134, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (135, 1, 'Raquel, em apresentação do Afro Samba no Rival, 2004. Foto Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (135, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (136, 1, 'Luizinho, em apresentação do Afro Samba, Teatro Rival, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (136, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (137, 1, 'Lekão, Luizinho e Raquel na apresentação do Afro Samba, 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (137, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (138, 1, 'Afro Samba. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (138, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (139, 1, 'Afro Samba no Pagode do Arlindo, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (139, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (140, 1, 'Galera do Afro Reggae na M. W. Barroso, no início da Ong. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (140, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (141, 1, 'Galera do Afro Reggae no início da Ong, numa visita à M. W Barroso. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (141, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (142, 1, 'Ensaio em Vigário Geral. 1995. Foto: José Renato'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (142, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (143, 1, 'Caetano Veloso e Regina Casé no batizado da Banda AfroReggae em Vigário Geral, 1995. Eles são os padrinhos da Banda. Foto: José Renato'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (143, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (144, 1, 'Crianças na época do início da Ong em Vigário Geral. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (144, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (145, 1, 'Juninho mandando ver na percussão. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (145, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (146, 1, 'Histórica6'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (146, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (147, 1, 'Distribuição de Material Escolar em Vigário Geral. Na foto, Márcia Florêncio. Fotógrafo: Jaime Silva'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (147, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (148, 1, 'Waly Salomão em um dos eventos do Afro Reggae. Ele sempre esteve presente em tudo, como um peixe do cardume, como ele gostava de dizer... Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (148, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (149, 1, 'Birinha no avião. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (149, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (150, 1, 'Workshop com o Rappa. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (150, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (151, 1, 'Waly Salomão e o Rappa junto com a galera do Afro Reggae, na inauguração do Centro Cultural Vigário Legal, em Vigário Geral, julho de 1997. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (151, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (152, 1, 'Banda AfroReggae (primeira formação) se apresentando em frente à M.W. Barroso. 1994. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (152, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (153, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (153, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (154, 1, 'Altair Martins e Anderson Sá na Casa Branca (Washington - EUA), 2000. Foto: José Junior'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (154, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (155, 1, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (155, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (156, 1, 'João Costa, José Marmo, Ivanir dos Santos, Arcélio Faria, Plácido Pascoal e José Junior na festa do Odô-Ya, 1994. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (156, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (157, 1, 'LG e Anderson (vocalistas da Banda AfroReggae) contruindo intrumento na Usina Musical em Vigário Geral. Foto: José Renato.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (157, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (158, 1, 'Distribuição de merenda em Vigário Geral, 1995. Foto: José Renato'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (158, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (159, 1, 'Show de Lançamento do CD Nova Cara, 2000. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (159, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (160, 1, 'Workshop de música em Vigário Geral, 1995. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (160, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (161, 1, 'A galera presente no projeto Juventude e Polícia conferiu shows da Banda AfroReggae e de Jota Quest. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (161, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (162, 1, 'Manu Chao gravou no Estúdio Nas Nuvens com A Banda AfroReggae e depois deu uma canja, tocando seus maiores sucessos... Foto: José Junior'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (162, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (163, 1, 'Banda AfroReggae com a bandeira dos Jogos Panamericanos que acontecerão no Rio em 2007, durante a apresentação da banda no Carnegie Hall (NY), abril de 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (163, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (164, 1, 'A Banda AfroReggae se apresentou no Carnegie Hall, Nova York (EUA), em abril de 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (164, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (165, 1, 'Caetano Veloso, padrinho da Banda AfroReggae e José Junior, diretor artístico da Banda e Coordenador Executivo do GCAR, no Carnegie Hall (NY/EUA), abril 2004. Foto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (165, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (166, 1, 'AfroReggae se apresentando no Carnegie Hall (NY), abril de 2004. O padrinho Caetano Veloso deu até uma canja...\r\nFoto: Divulgação'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (166, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (167, 1, 'A Banda AfroReggae se apresentou no Rock in Rio in Lisboa, em maio de 2004. Foto: Divulgação.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (167, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (168, 1, 'Anderson Sá, um dos vocalistas da Banda Afro Reggae, no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (168, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (169, 1, 'Jairo Cliff (no baixo) e Dada (na caixa de folia). Apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (169, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (170, 1, 'LG, um dos vocalistas da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas da Vila Vintém, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (170, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (171, 1, 'Cosme, baterista da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas de Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (171, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (172, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas em Vila Vintém, julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (172, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (173, 1, 'MV Bill está sempre em casa no Conexões Urbanas... Desta vez a comunidade que recebeu o Projeto, que é uma parceria do Afro Reggae e Prefeitura/RioTur foi Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (173, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (174, 1, 'Jairo Cliff manda ver no baixo, na apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (174, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (175, 1, 'Ando e Dinho, vocalistas da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (175, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (176, 1, 'Ando e LG, vocalistas da Banda AfroReggae, com as atrizes Janaina Lince (de boné preto) e Isabel Fillardis, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (176, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (177, 1, 'DJ Magic Julio em ação, durante apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (177, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (178, 1, 'Dada, Altair, Hermano e LG, no show do AfroReggae dentro do Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (178, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (179, 1, 'Afro Lata na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca. Janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (179, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (180, 1, 'Afro Lata na festa de 10 anos do Afro Reggae no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (180, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (181, 1, 'Afro Lata em evento em homenagem a Waly Salomão no Rio de Janeiro. 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (181, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (182, 1, 'Afro Lata na festa de 10 anos do Afro Reggae, Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (182, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (183, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (183, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (184, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (184, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (185, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (185, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (186, 1, 'Afro Mangue em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (186, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (187, 1, 'Grupo de Dança se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (187, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (188, 1, 'Grupo de Dança se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (188, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (189, 1, 'Grupo de Dança se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (189, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (190, 1, 'Grupo de Dança em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (190, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (191, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (191, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (192, 1, 'Lançamento do Livro "Algaravias", de Wally Salomão. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (192, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (193, 1, 'Lançamento do Livro "Algaravias", de Wally Salomão. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (193, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (194, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Na foto Junior e Chakal. Foto: Ierê Ferreira \r\n'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (194, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (195, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (195, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (196, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur no Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (196, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (197, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (197, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (198, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (198, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (199, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (199, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (200, 1, 'Show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (vocalista da banda Jota Quest), no 22º Batalhão de Polícia Militar de MG. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (200, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (201, 1, 'Show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (vocalista da banda Jota Quest), no 22º Batalhão de Polícia Militar de MG. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (201, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (202, 1, 'Altair Martins, da Banda AfroReggae ajustando o talabarte do surdo do comandante da PM, na oficina de percussão. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (202, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (203, 1, 'Policiais Militares participando de oficina de percussão no Projeto "Juventude e Polícia", em Belo Horizonte, 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (203, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (204, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (204, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (205, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (205, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (206, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (206, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (207, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (207, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (208, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (208, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (209, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (209, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (210, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (210, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (211, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (211, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (212, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (212, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (213, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (213, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (214, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (214, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (215, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (215, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (216, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (216, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (217, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (217, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (218, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (218, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (219, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (219, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (220, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (220, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (221, 1, 'Johayne Ildefonso fazendo a abertura da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Johayne foi o diretor do espetáculo. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (221, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (222, 1, 'Público presente no Cantagalo para assistir a peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (222, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (223, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (223, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (224, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (224, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (225, 1, 'Makala em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (225, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (226, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (226, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (227, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (227, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (228, 1, 'Makala em Vigário Geral (RJ). Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (228, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (229, 1, 'Makala em Vigário Geral (RJ). Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (229, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (230, 1, 'Makala chegando na Austrália. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (230, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (231, 1, 'Makala mostrando tudo o que sabe em percussão para os amigos de vários países, na Austrália. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (231, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (232, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (232, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (233, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Foto. Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (233, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (234, 1, 'Tribo Negra se apresentando na festa de 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (234, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (235, 1, 'Tribo Negra se apresentando na festa de 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (235, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (236, 1, 'Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte. Frente do palco onde aconteceu o show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (Vocalista da Banda Jota Quest), agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (236, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (237, 1, 'Altair Martins, da Banda AfroReggae, ministrando Workshop de percussão no Projeto Juventude e Polícia (BH), agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (237, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (238, 1, 'Galera que participou do Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (238, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (239, 1, 'Oficina de Grafite no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (239, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (240, 1, 'Paulo Negueba ministrando oficina de percussão no Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (240, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (241, 1, 'Crianças no workshop de percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (241, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (242, 1, 'Professoras Julita Lengruber e Silvia Ramos (Ambas do CESEC) e José Junior, coordenador executivo do Afro Reggae, agosto de 2004, Belo Horizonte. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (242, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (243, 1, 'Pausa para uma tour pela cidade de Belo Horizonte... Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (243, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (244, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (244, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (245, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (245, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (246, 1, 'Policial Militar participando de Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (246, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (247, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (247, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (248, 1, 'Policial Militar escolhendo um intrumento para ter aula de percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (248, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (249, 1, 'Oficina de Grafite no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (249, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (250, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (250, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (251, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (251, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (252, 1, 'Policial Militar na Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (252, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (253, 1, 'Tony Garrido e Banda AfroReggae fazendo show no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (253, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (254, 1, 'Show do Tambolelê no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (254, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (255, 1, 'Policial Militar fazendo Oficina de Rapel no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (255, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (256, 1, 'José Junior, coordenador executivo do GCAR participando de Debate do Fica Vivo, no Projeto Juventude e Polícia, BH, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (256, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (257, 1, 'Policial Militar discursando no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (257, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (258, 1, 'Ando, vocalista da Banda AfroReggae no show apresentado no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, Setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (258, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (259, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (259, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (260, 1, 'Santonne Lobato, do Tambolelê, em show no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (260, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (261, 1, 'Samuca, José Junior e LG participando do debate do Fica Vivo no Projeto Juventude e Polícia, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (261, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (262, 1, 'Policial Militar participando da Oficina de Tiroleza no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (262, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (263, 1, 'Policiais Militares na Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (263, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (264, 1, 'Tony Garrido no meio do público. Show que aconteceu no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (264, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (265, 1, 'José Junior, coordenador do Grupo Cultural Afro Reggae e um dos fundadores da ONG apresentando seu livro Da Favela para o Mundo. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (265, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (266, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (266, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (267, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (267, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (268, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (268, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (269, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (269, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (270, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (270, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (271, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes(Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (271, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (272, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes(Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (272, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (273, 1, 'Público presente no lançamento do Livro "Da Favela para o Mundo", setembro de 2003, Sesc Flamengo (RJ). Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (273, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (274, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", Sesc Flamengo (RJ), 2003. José Junior, Omar Salomão (filho de Waly Salomão) e um amigo. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (274, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (275, 1, 'A galera do Afonjah também prestigiou o lançamento do livro no Rio. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (275, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (276, 1, 'A empresária Flora Gil também prestigiou o lançamento do livro "Da Favela Para o Mundo", no Sesc Flamengo, setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (276, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (277, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (277, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (278, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (278, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (279, 1, 'Afro Lata se apresentando no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (279, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (280, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira. \r\n'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (280, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (287, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro de Waly Salomão, Rio, 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (287, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (281, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (281, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (282, 1, 'Afro Lata se apresentando no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (282, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (283, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (283, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (284, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, Rio de Janeiro, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (284, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (285, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, agosto de 2004.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (285, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (286, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, Rio de Janeiro, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (286, 2, ''); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (288, 1, 'Gilberto Gil falando sobre o Afro Lata (ao fundo), do lado direito´, ao fundo, José Junior, coordenador executivo do Afro Reggae. Lançamento do livro em Brasilia, 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (288, 2, ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_tb`; CREATE TABLE `fotos_1_fotos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_type` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `data` date NOT NULL default '0000-00-00', `fotografo` varchar(50) NOT NULL default '', `email_fotografo` varchar(50) NOT NULL default '', `arquivo` varchar(50) NOT NULL default '', `ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1', `ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`), KEY `ordem` (`ordem`), KEY `data` (`data`), KEY `ext_p` (`ext_p`), KEY `ext_g` (`ext_g`), KEY `id_type` (`id_type`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=289 ; # # Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_tb` # INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (1, 10, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '0'); 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INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (257, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (258, 32, 0, '0000-00-00', '', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (259, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (260, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (261, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (262, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (263, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (264, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (265, 30, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (266, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (267, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (268, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (269, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (270, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (271, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (272, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (273, 30, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (274, 30, 5, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (275, 30, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (276, 30, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (277, 20, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (278, 20, 2, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (279, 20, 3, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (280, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (287, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (281, 20, 6, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (282, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (283, 20, 7, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (284, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (285, 20, 50, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (286, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (288, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_type_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_type_tb`; CREATE TABLE `fotos_1_fotos_type_tb` ( `id` tinyint(3) unsigned NOT NULL auto_increment, `type` varchar(50) NOT NULL default '', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=33 ; # # Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_type_tb` # INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (1, 'Banda AfroReggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (3, 'Banda AfroLata'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (4, 'Congressos e eventos'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (5, 'Oficinas e workshops'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (2, 'Solenidades'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (7, 'Vigário Geral'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (8, 'Crianças'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (9, 'Afro Circo'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (10, 'Conexões Urbanas - Galeria 2'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (29, 'Levantando a Lona'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (11, 'Criança Legal'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (12, 'Banda AfroReggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (13, 'Banda AfroReggae no Faustão'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (14, 'Afro Samba'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (15, 'Tocha Olímpica - Atenas 2004'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (16, 'Homenagem à Waly Salomão'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (17, 'Kitôto'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (18, 'Conexões Urbanas - Galeria 1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (19, 'Parada Geral'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (20, 'Afro Lata'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (21, 'Grupo de Dança'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (22, 'Trupe de Teatro do Afro Reggae'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (23, 'Afro Mangue'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (24, 'Tribo Negra'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (25, 'Banda de Meninas'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (26, 'Fotos Históricas 1'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (27, 'Fotos Históricas 2'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (28, 'Projeto Juventude e Polícia (BH) - Agosto/2004'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (30, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo" - Rio'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (31, 'Makala'); INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (32, 'Projeto Juventude e Polícia (BH) - Setembro/2004'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `projetos_2_arquivos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_arquivos_tb`; CREATE TABLE `projetos_2_arquivos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_projeto` smallint(6) NOT NULL default '0', `arquivo` tinytext NOT NULL, `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ; # # Extraindo dados da tabela `projetos_2_arquivos_tb` # # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `projetos_2_fotos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_fotos_lang_tb`; CREATE TABLE `projetos_2_fotos_lang_tb` ( `id_foto` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `legenda` tinytext NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=15 ; # # Extraindo dados da tabela `projetos_2_fotos_lang_tb` # INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (3, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Apresentação do Trio Sol (Afro Circo) no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (4, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Afro Lata se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca (Rio de Janeiro), janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (5, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca, Rio de Janeiro, 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (6, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (7, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (8, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Na foto Junior e Chakal. Foto: Ierê Ferreira '); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (9, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira '); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (10, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira '); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (11, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (12, 2, ''); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (14, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (14, 2, ''); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `projetos_2_fotos_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_fotos_tb`; CREATE TABLE `projetos_2_fotos_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `id_projeto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `data` date NOT NULL default '0000-00-00', `fotografo` varchar(50) NOT NULL default '', `ext_g` tinyint(4) NOT NULL default '0', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=15 ; # # Extraindo dados da tabela `projetos_2_fotos_tb` # INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (3, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (4, 24, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (5, 5, 0, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (6, 8, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (7, 6, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (8, 26, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (9, 26, 2, '0000-00-00', 'Ierê Ferreoira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (10, 26, 3, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (11, 26, 5, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (12, 26, 4, '0000-00-00', '', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (14, 26, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `projetos_2_patrocinadores_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_patrocinadores_tb`; CREATE TABLE `projetos_2_patrocinadores_tb` ( `id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment, `nome` varchar(100) NOT NULL default '', `site` varchar(100) NOT NULL default '', `ext_logo` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0', `status` set('0','1') NOT NULL default '1', PRIMARY KEY (`id`) ) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=19 ; # # Extraindo dados da tabela `projetos_2_patrocinadores_tb` # INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (2, 'AVINA', 'http://www.avina.com/web/avinawebfinal3.nsf/LK_GCMask2/0~0~0~1?Open&LANG=Port', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (3, 'Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)', 'http://www.bndes.gov.br/desenvolvimento/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (4, 'Care Brasil', 'http://www.care.org.br/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (5, 'Embaixada da Itália', 'http://www.conrio.org.br/ConrioPortugues/Conrio.htm', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (6, 'Embaixada do Canadá/ Fundo Canadá', 'http://www.dfait-maeci.gc.ca/brazil/menu-pt.asp', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (7, 'Fundação Ford', 'http://www.fordfound.org/global/office/index.cfm?office=Rio+de+Janeiro&language=native', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (8, 'Fundação Kellog', 'http://www.wkkf-lac.org/Default.aspx', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (9, 'Instituto Ary de Carvalho', 'http://odia.ig.com.br/sites/iac/musicalizando.htm', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (10, 'Instituto Brasileiro de Inovação em Saúde Social (IBISS)', 'http://www.ibiss.com.br/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (12, 'Instituto Desiderata', 'www.desiderata.org.br', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (13, 'Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur', 'http://www.rio.rj.gov.br/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (14, 'Rede Globo', 'http://redeglobo3.globo.com/home/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (15, 'Serviço Social do Comércio (SESC - RJ)', 'http://www.sescrj.com.br/', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (16, 'Defesa Social do Governo do Estado de Minas Gerais', 'http://www.mg.gov.br/portalmg/do/home?op=insertForm', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (17, 'HP', '', 2, '1'); INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (18, 'Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS)', '', 2, '1'); # -------------------------------------------------------- # # Estrutura da tabela `projetos_2_projetos_lang_tb` # DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_projetos_lang_tb`; CREATE TABLE `projetos_2_projetos_lang_tb` ( `id_projeto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0', `descricao` text NOT NULL, `equipe` text NOT NULL, `obs` text NOT NULL, PRIMARY KEY (`id_projeto`,`id_lang`) ) TYPE=MyISAM; # # Extraindo dados da tabela `projetos_2_projetos_lang_tb` # INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Depois de viajar pelas ondas da FM, o programa AfroRitmia invadiu a Rádio Viva Rio. Agora, o programa já consagrado nas tardes de sábado na FM 94 do Rio, das 14h às 16h, está na Rádio Viva Rio, pelos 1180 AM, em dois programas semanais, às segundas e terças-feiras, das 15h às 16h.\r\n\r\nA mesma vibração e energia do programa que era feito na FM está presente nas duas edições na Rádio Viva Rio, trazendo muita música negra de qualidade, incluindo o Reggae, o Hip Hop, a Soul Music, o Ragga, o Rhythm and blues, o Calypso, o Rapso, e, é claro, o melhor dos grupos e artistas brasileiros que passeiam nessas praias, além de outros sons vindos da África e Caribe.\r\n\r\nComo já é tradição no AfroRitmia, a música negra de qualidade e alternativa, que quase não tem espaço em outras rádios, tem presença garantida na programação feita pelo Djah Tekko Rastafari. A apresentação do programa fica a cargo de Jairo Cliff, baixista da Banda AfroReggae e de Christine Keller, Coordenadora de Comunicação do Grupo Cultural Afro Reggae. Na direção geral do programa, José Junior, Coordenador Executivo do Grupo Cultural Afro Reggae.\r\n\r\nAlém disso, muita informação, dicas culturais e convidados que são colocados no Miolo respondendo as perguntas que o ouvinte gostaria de fazer.\r\n\r\nEntão você já sabe, é só sintonizar na Rádio Viva Rio e curtir o AfroRitmia, todas as segundas e terças, das 15h ás 16h. E se você está fora do Rio, entre no site: http://www.radiovivario.com.br/ e ouça o programa AfroRitmia de qualquer parte do planeta.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Muito reggae, hip hop, R&B, charme, soul music e, claro, MPB. Tudo isto temperado com notícias sobre saúde, serviços, cidadania e dicas culturais. Esta é a receita do programa de rádio Baticum, uma produção do Grupo Cultural Afro Reggae em parceria com o Centro de Tecnologia Educacional (CTE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ), para oferecer aos ouvintes uma alternativa de cultura e entretenimento.\r\n\r\nNa programação musical, o DJah Tekko Rastafari está sempre atento aos lançamentos, principalmente dos novos talentos que produzem o seu trabalho de forma independente e ainda não caíram nas graças do mercado fonográfico, mas que no Baticum encontram espaço para divulgar suas músicas.\r\n\r\nCom mais de 50% da sua programação voltada para a música brasileira, o programa é uma vitrine para aqueles que fazem um trabalho autoral de qualidade, sem perder o groove que contagia o público. Sendo assim, pode ser considerado um oásis para os ouvintes que estão cansados das rádios comandadas pelos jabás das gravadoras e procuram melhor paragem para seus ouvidos.\r\n\r\nA locução e a produção ficam a cargo de Gisele Sobral, que começou no programa em 1996, como estagiária. O Baticum vai ao ar às terças-feiras das 21h às 23h, na Rádio Viva Rio AM – 1.180 KHZ.e é também transmitido pela internet através do site: \r\nhttp://www.radiovivario.com.br/\r\n\r\nMaiores informações pelo fone: (5521)2532.0171 com o DJ Tekko Rastafari\r\n\r\nEMAIL DO PROGRAMA\r\nbaticum@afroreggae.org.br', 'D´Jah Tekko Rastafari - Programação Musical, Operação de Áudio e Pesquisa\r\n\r\nGisele Sobral - Locução, Produção, Redação e Pesquisa\r\n\r\nGustavo Coelho - Estagiário', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (2, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Através do correio eletrônico mantemos uma mala direta via Internet, através da qual enviamos informações, com regularidade quase diária, sobre as nossas atividades. Temos cadastrados formadores de opinião, a mídia em geral, universidades, pesquisadores, artistas, ONGs, empresas e o cidadão comum que deseja estar informado sobre o que está acontecendo no GCAR e no universo em que circulamos (favela, meio artístico, cultura e movimento social). \r\n\r\nDevido ao envio dessas informações é normal recebermos, semanalmente, a visita de equipes de televisão, agências de notícia internacionais, cineastas, produtores de vídeo, pesquisadores, turistas, etc. Em paralelo a tudo isso, também conseguimos articular a captação de recursos, viagens internacionais e parcerias com outras organizações.\r\n\r\n\r\nKACO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: www.kaco.com.br; email: kaco@kaco.com.br; telefones: (0xx21) 2512-8610 e (21) 9989-8267 - Aline Kaneco e Fabiana Rodrigues.\r\nSite: www.kaco.com.br\r\n\r\nComunicação do GCAR: (0xx21) 2532.0171 - Christine Keller', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (3, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Makala - Quando a Banda AfroReggae iniciou o seu processo de profissionalização, a usina musical de Vigário engendrou a Banda AfroReggae II, hoje Banda Makala. No ano de 2002, a Makala foi convidada a se apresentar na Holanda, onde, entre outras dezenas de shows, tocou para duzentas mil pessoas no Festival Mundial. O nome Makala vem do vocábulo que significa carvão e foi capturado do quimbundo, língua de uma das muitas etnias africanas. Em julho de 2004, a Makala foi para Sidney (Austrália), a convite do Oxfam International Youth Parliament (IYP), para um encontro com jovens do mundo inteiro. A banda tocou dois dias num teatro local, NIDA, onde se apresentam artistas como Mel Gibson.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (4, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (21, 1, 'Banda AfroReggae – Primeiro SubGrupo da instituição a se profissionalizar, gravou seu primeiro CD, Nova Cara, em 2000, pela Gravadora Universal. Um dado importante é o fato de essa ter sido a primeira vez no Brasil que uma banda, oriunda de um projeto social desenvolvido na favela, conseguiu produzir o seu primeiro disco por uma grande gravadora.\r\n\r\nDepois de algumas turnês internacionais (Europa), a Banda AfroReggae foi convidada por seu padrinho, Caetano Veloso, a fazer um concerto no Carnegie Hall (dia 14 de abril de 2004). Em \r\njunho do mesmo ano ainda a banda foi para Portugal para participar do “Rock in Rio in Lisboa”. \r\n \r\nNo momento, o AfroReggae tem feito muitos shows pelo Brasil e está preparando seu novoCD, que deverá ser gravado ainda este semestre.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (21, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (22, 1, 'Banda de Meninas – O grupo é formado por garotas entre 13 e 23 anos que tocam instrumentos de percussão como surdo de virada e de marcação, repinique, caixa e timbau. A banda ainda não tem um nome definido mas suas componentes têm feito aulas de canto e percussão e ensaiam algumas músicas dos outros SubGrupos do Afro Reggae, visando um aprimoramento para que possam muito em breve cair na estrada e ter suas próprias composições. Outra particularidade é que o grupo é dirigido também por uma mulher, Mary Santos, percussionista, que já participou da Banda AfroReggae no início.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (22, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (23, 1, 'O trabalho desenvolvido pelo GCAR, principalmente de ação direta com as crianças e adolescentes que residem em áreas de risco vem sendo reconhecidos como alternativa de desenvolvimento humano e social frente à ausência de serviços públicos, de políticas de ação social coerentes e à própria falta de organização local.\r\n\r\nA proposta de trabalho baseada inicialmente na mobilização através da expressão cultural, levou o GCAR, no decorrer destes anos, a ampliar o universo de intervenção. Como os participantes das oficinas traziam outras demandas (a situação familiar, a dificuldade escolar, os problemas de saúde e as questões pessoais presentes no universo do adolescente, tornando-o muitas vezes vulnerável ao assédio do tráfico de drogas local), buscamos criar, através da organização de programas e projetos específicos, uma rede de ações cujo objetivo é desviar os jovens do narcotráfico e do subemprego, acompanhando seu processo participativo e integrando-os aos demais projetos do GCAR, que apresentamos a seguir.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (23, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (32, 1, 'Núcleo Base do GCAR nas favelas do Rio e referência do Programa Social, tem como sede o Centro Cultural Vigário Legal. O Centro Cultural nesse momento resolveu priorizar os SubGrupos, devido à obra de ampliação que está sendo realizada neste momento, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Social.\r\n\r\nTemporariamente suspendemos boa parte das oficinas livres, exceto as de dança, capoeira e percussão. \r\n\r\n** Para saber mais sobre os Projetos e SubGrupos de Vigário Geral, visite as seções Projetos e SubGrupos de nosso site.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (32, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Afro Lata - Depois de assistir aos ensaios da Makala, alguns garotos, moradores de Brasília, a parte mais pobre de Vigário Geral, ficaram instigados a tocar o mesmo som que ouviam. Usando a criatividade e determinação, os garotos transformaram pedaços de cabos de vassoura, latões de óleo, tonéis, baldes de plástico, e outros objetos que estavam espalhados como lixo pela ruas, em instrumentos de batucada.\r\n\r\nEm junho de 2000, o Afro Lata de apresentou no Festival Mundial da Criança, na Holanda, e, em janeiro de 2003, participou da festa de 10 anos do GCAR, no Sesc da Tijuca. \r\n\r\nAtualmente o Afro Lata tem feito dezenas de shows pelo estado do Rio.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (5, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'O Afro Samba – criado a partir dos projetos desenvolvidos pelo Grupo Cultural Afro Reggae em Vigário Geral – surgiu de um desejo de jovens moradores dessa favela, o de se expressar na linguagem do ritmo que é uma marca da identidade negra no Brasil e cuja força, superando os preconceitos e as interdições que sofreu ao longo da história, fez com que se tornasse o ritmo nacional por excelência.\r\n\r\nO grupo atua em um campo em que se torna evidente o sentido histórico e comunitário do samba, o seu papel como resistência, a afirmação de uma identidade e a sua importância como herança negra para a cultura brasileira.\r\n\r\nCom isso, o Afro Samba construiu um repertório que passeia por clássicos do samba antigos e atuais, traçando uma linha que vai de João da Bahiana a Zeca Pagodinho, interpretando canções de Candeia, Wilson Moreira, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Arlindo Cruz, Luís Carlos da Vila... Sem falar nos sambas de autoria do próprio grupo.\r\n\r\nEm fevereiro de 2004, no aniversário de 11 anos do Afro Reggae, no Canecão, o Afro Samba foi um dos destaques da noite, apresentando-se ao lado dos seus padrinhos – Arlindo Cruz e Dorina – e Almir Guineto.\r\n\r\nDepois, no evento Conexões Urbanas, promovido pelo Afro Reggae e RioTur, mais uma vez ao lado dos padrinhos, o Afro Samba colocou toda a comunidade Marcílio Dias para dançar.\r\n\r\nEm julho de 2004, o Afro Samba participou do já tradicional Pagode do Arlindo, no Teatro Rival.\r\nO grupo fez a abertura do evento comandado pelo padrinho Arlindo Cruz, que contou ainda com a participação de grandes partideiros cariocas, como Renatinho e Xande de Pilares.\r\n\r\nNo dia 3 de agosto de 2004, o Afro Samba subiu ao palco do Canecão, como grupo convidado para participar do show de lançamento do CD do Pur´Amizade.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (6, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (19, 1, 'Parada de Lucas e Vigário Geral, dois mundos divididos por uma fronteira imaginária, onde se ergueu um CIEP, ao qual se deu o nome Mestre Cartola, um dos maiores poetas do samba, e que viveu em um tempo de livre trânsito de idéias, músicas e amizades entre as favelas do Rio. \r\n\r\nEssa foi uma época de integração, trocas recíprocas e muita criatividade. Depois, "a força da grana que ergue e destrói coisas belas" trouxe as disputas do tráfico e o divórcio das favelas entre si.\r\n\r\nAgora é aquele espírito que renasce e mobiliza o projeto Parada Geral. Visando criar no espaço que separa e une as comunidades de Parada de Lucas e de Vigário Geral um território livre para o intercâmbio de idéias, a prática do reconhecimento mútuo, a criação de arte, o contato das culturas, a transformação da realidade.\r\n\r\nEssa é uma iniciativa que reúne diversas instituições, como o Grupo Cultural Afro Reggae, a Prefeitura do Rio de Janeiro, o People´s Palace e da Rede Globo, entre outras, mas que parte da percepção dos próprios habitantes de Vigário e de Lucas da necessidade de espaços dedicados ao exercício da cidadania, da arte, do esporte ou lazer. \r\n\r\nEspaços comuns, não interditados por interesses outros que não os do desejo das pessoas. E como elas desejam viver e buscar a felicidade, mesmo em face da pobreza e todo tipo de dificuldade, não há espaço melhor que este.\r\n\r\nA fronteira é, em qualquer lugar, ambígua. É o terreno do conflito, mas pode ser o da negociação; é a linha que separa, mas pode ser a que une; é a faixa onde se faz a guerra, mas pode ser aquela onde se declara a paz. O Parada Geral, que traz no nome a fusão das duas favelas, se organiza no sentido de realizar essas segundas opções: negociar o uso livre e criativo da fronteira pelos moradores de ambas comunidades; unir os dois lados em nome da convivência e da tolerância; finalmente, deslanchar um processo de integração que traga a paz, mas, como lembrava Marcelo Yuka, libere a voz popular, sua força e sua potência.\r\n\r\nPor isso, naquele espaço – que já foi conhecido como a Faixa de Gaza – está nascendo um corredor cultural, com peças de teatro (inclusive, a estréia foi com um texto de Shakespeare e a presença de atores e atrizes da Rede Globo), oficinas de percussão e capoeira, ensaio de alguns dos SubGrupos do Afro Reggae, filmes e muito mais. \r\n\r\nParada Geral é isso. Como cantava o Mestre Cartola, "Finda a tempestade, o sol nascerá".', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (19, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'O Criança Legal é um projeto do Grupo Cultural Afro Reggae que visa introduzir crianças em fase pré-escolar ao processo de socialização, através do contato com a educação de forma lúdica, interdisciplinar e prazerosa. Levando em consideração a realidade da comunidade de Vigário Geral em que residem, objetiva promover em longo prazo, uma mudança de comportamento e no cenário desta comunidade, que ainda hoje apresenta um alto índice de jovens com escolaridade incompleta. O público alvo é formado de crianças entre 4 e 6 anos, que ainda não tenham freqüentado a escola ou qualquer outro ambiente escolar e suas famílias.\r\n\r\nO projeto funciona das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. A proposta é que a criança se integre ao projeto por dois anos. O primeiro ano está voltado para a estimulação dos sentidos, da criatividade, com forte investimento na socialização e na participação familiar junto ao projeto no seu cotidiano e não somente nas atividades recreativas e de festas. No segundo ano, a proposta se expande para o refinamento do conteúdo, com atenção para a alfabetização e composição psico-motora. Passeios, visitas domiciliares e ações de intercâmbio completam o cronograma. \r\n\r\nParalelamente ao cotidiano das 30 crianças previstas para o projeto em 2004, a família é mais uma vez, peça fundamental para o desenvolvimento da criança e o próprio aperfeiçoamento da proposta do projeto. Acreditamos que a implicação do conjunto familiar no processo de educação dos filhos propicia o aumento das condições de permanência da criança por maior tempo matriculado e freqüentando a escola regular.\r\n\r\nFinanciador: Instituto Desiderata\r\n\r\nApoio: Comitê CARJ de Solidariedade e Cidadania\r\n', 'Equipe: \r\n\r\nCoordenadora: Elisangela Calado \r\n\r\nPedagoga: Maria Gusmão \r\n\r\nEducadoras: Fabiane Paes e Vanessa Sá\r\n\r\nEstagiários: Téo Cordeiro e Waleska Santos\r\n\r\nInstrutor de Capoeira: Willians da Silva Marques (Apache)\r\n\r\nInstrutor de Dança: Raphael Siqueira Rodriguez\r\n \r\nInstrutora de Teatro: Cecília Alves \r\n\r\nInstrutor de Percussão: Paulo Negueba \r\n\r\nProfessor de Música: João Paulo F. F. Gomes (João Grilo)', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (7, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (20, 1, 'A Trupe de Teatro do Afro Reggae, formada por adolescentes da favela de Vigário Geral, teve início como uma Trupe da Saúde, que utilizava a linguagem lúdica para abordar assuntos polêmicos como AIDS e Câncer, com o auxílio de música, dança, técnicas circenses e teatro de rua. Com a experiência adquirida, a trupe se transformou num grupo de teatro e fez sua primeira peça “Que Genésio abençoe esta bagunça”, de autores brasileiros, que estreou em novembro de 2003, na Associação de Moradores de Vigário Geral e ficou um mês em cartaz. O público pediu bis e a Trupe de Teatro estreou nova temporada de um mês, no Espaço Benjamim de Oliveira, no início de 2004, no Cantagalo. No momento a Trupe ensaia uma peça de Nelson Rodrigues.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919\r\n', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (20, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Afro Mangue - A primeira apresentação do grupo foi no Sesc da Tijuca, em janeiro de 2003, nos 10 anos do GCAR. O Afro Mangue é uma herança do trabalho desenvolvido pelo Afro Lata. Oriundos da mesma região de Vigário Geral, Brasília, os jovens dessa banda começaram ensaiando por conta própria, num local muito próximo ao mangue. Assim como o SubGrupo que os inspirou, o Afro Mangue toca em instrumentos não convencionais, reciclados do lixo - latas, galões, pedaços de cabo de vassoura - e seus integrantes têm a idade que os do Afro Lata tinham no início, entre nove e dez anos. Atualmente o Afro Mangue tem feitos diversos eventos pela cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (8, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'A Tribo Negra mostra que a usina musical de Vigário Geral não pára de funcionar. Este SubGrupo surgiu nas oficinas de percussão, nas atividades de Vigário Geral, na época em que o Centro Cultural Vigário Legal foi demolido para o início da construção do novo Centro Cultural de Vigário Geral. \r\n\r\nSua estréia foi em janeiro de 2003, no Sesc da Tijuca, na festa dos 10 anos do GCAR. A Tribo traz uma mistura forte, baseada no funk e no samba-reggae e ingredientes de maracatu, reggae e baião, tocados em instrumentos percussivos de peso como surdos, repiniques, timbaus e caixas de guerra, acompanhados por dança e capoeira. Atualmente a Tribo Negra tem feito uma série de shows pela cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919\r\n \r\n ', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (9, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'Kitôto - Banda de reggae formada por jovens de Vigário Geral. Os integrantes do grupo, alguns dos quais com experiência musical zero, começaram a ensaiar na metade de 2002, começando a dar forma à banda. Naturalmente, muitas dificuldades surgiram, mas com a vontade dos jovens e a dedicação de todos, o trabalho se consolidou. Passados poucos meses, a banda Kitôto - assim batizada em homenagem a uma cidade da Tanzânia - se tornou realidade e fez sua participação na comemoração dos 10 Anos do GCAR. Em maio de 2004, o Kitôto abriu um show do Cidade Negra, na Praia de Copacabana, no evento “Pão Music”. O grupo também tem participado de algumas edições do Conexões Urbanas.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (10, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Grupo de Dança – Este SubGrupo foi idealizado na metade de 2002 e reúne jovens de Vigário Geral, que executam um projeto artístico focado na dança afro contemporânea e procuram mostrar que, apesar do corpo ser o instrumento de trabalho, não é necessário ter um perfil de um bailarino para dançar. O Grupo também desfaz o mito de que morador de comunidade só dança funk ou axé. Ainda que suas performances tenham elementos desses estilos, o forte é a dança afro contemporânea e o jazz.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (11, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Na comunidade do Cantagalo, a opção foi utilizar o circo como a linguagem capaz de despertar o interesse dos jovens pelo projeto. A atividade circense exige um esforço técnico e físico muito maior que outras atividades sócio-pedagógicas, como música e até mesmo o esporte.\r\n\r\nNo circo os jovens envolvidos têm que aprender a superar os seus medos e traumas. A busca pelo aperfeiçoamento, tanto nas atividades de aéreos (trapézio, corda, etc.), quanto na parte mais comunicativa com o público (palhaço), traz profundas transformações na vida dos envolvidos.\r\n\r\nAqui, estamos investindo numa trupe circense profissional, que atingirá grandes patamares artísticos e sociais. Se por um lado estamos buscando o aperfeiçoamento profissional, por outro queremos criar esquetes e espetáculos interativos que possibilitem às pessoas refletir sobre problemas sociais. Essa fusão entre arte e conscientização – sem cair no que algumas pessoas definem como “chatice do social” – será um dos elementos principais desse grupo.O investimento na formação artística, paralelamente à formação escolar de cada jovem envolvido, poderá ser um elemento alternativo na estruturação de novos cidadãos\r\n\r\nEm 2002 o bom desempenho dos jovens artistas foi contemplado com a criação de um grande espetáculo de circo, com patrocínio da Petroquisa, que estreou no dia doze de outubro.\r\n\r\nO desenvolvimento deste projeto conta com a direção de Beth Martins, Vanda Jacques e Alice Viveiros de Castro e as colaborações da Intrépida Trupe. O objetivo é criar um espetáculo em que venham à tona elementos da história da formação das favelas no Rio de Janeiro e da figura do palhaço Benjamim de Oliveira, que foi um dos primeiros palhaços negros do Brasil, talvez do mundo, e teve grande importância artística e cultural no início do século XX.\r\n\r\nO GCAR utiliza, para o desenvolvimento desse projeto, a estrutura física do anfiteatro do Complexo Escolar Municipal Presidente João Goulart (CIEP Ipanema).\r\n\r\nOficinas:\r\na) Malabares;\r\nb) Acrobacia;\r\nc) Equilibrismo;\r\nd) Clown;\r\ne) Aéreos.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (12, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (13, 1, 'O Grupo Cultural Afro Reggae iniciou seu projeto de Oficina de Vídeo em fevereiro de 2002 com jovens de 15 a 21 anos das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Com financiamento do Instituto Credicard e fazendo parte do "Programa Jovens \r\nEscolhas em Rede com o Futuro", o curso iniciou focado no propósito de trabalhar questões ligadas aos temas Educação, Trabalho e Juventude.\r\n\r\nDurante o primeiro ano do curso os alunos tiveram aulas de prática de câmera, técnicas de reportagem, roteiro e criação de pautas, iluminação e produziram seus primeiros trabalhos em vídeo.\r\n\r\nNo primeiro semestre, motivados pelo programa gravado pelo CECIP (Centro de Criação de Imagem Popular), onde adolescentes de Nova Iguaçu falavam de seu cotidiano e mostravam sua comunidade, os jovens da oficina realizaram uma "vídeo-carta" para os jovens amigos do CECIP mostrando um pouco da comunidade onde vivem e falando \r\nsobre a sua identificação com os jovens da Baixada. Apesar de morarem na Zona Sul, eles também sofrem exclusão e preconceitos quando procuram emprego ou namoram alguém do asfalto, e são discriminados por serem moradores de favela.\r\n\r\nNo segundo semestre da oficina, dando continuidade as atividades, os jovens elaboraram um projeto intitulado "Redescobrindo a comunidade", que tem como \r\npropósito pesquisar o passado e o presente da comunidade para \r\nresgatar as histórias do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo.\r\n\r\nOs vídeos produzidos tiveram como eixo central questões do cotidiano como sexualidade, empreendorismo e \r\npreconceito racial.\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n Vídeos da Oficina de Vídeo:\r\n\r\nRoda de Saia - Reportagem com depoimentos no formato "povo fala" e imagens na comunidade durante a campanha de prevenção das DSTs/AIDS realizada no dia 02/12/2002, procuram alertar sobre a necessidade do uso de reservativos no combate das doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.\r\n\r\nPreto no Branco - O vídeo mostra o preconceito racial entre \r\nbrancos\r\ne negros no mundo atual. Com entrevistas e depoimentos de \r\npessoas que sofreram preconceitos com sua cor: negros e \r\nbrancos.\r\n\r\nUm Novo Olhar - Este vídeo é um documentário sobre jovens que \r\nfazem trabalhos para mudar a nossa comunidade Pavão-\r\nPavãozinho e Cantagalo. São entrevistados jovens \r\nuniversitários sobre a origem da comunidade, e vários outros depoimentos de jovens moradores compõem o vídeo.', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (13, 2, '', '', ''); INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (14, 1, 'Uma fronteira não é o ponto onde algo termina. Ao contrário, como diria o filósofo Heidegger, a fronteira é onde algo começa a se fazer presente. No mundo atual, contudo, as fronteiras têm sido usadas como argumentos para a guerra, como barreiras para separar as pessoas e como limitações de acesso à riqueza humana. Não se trata ap