# phpMyAdmin SQL Dump
# version 2.5.6
# http://www.phpmyadmin.net
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# Servidor: localhost
# Tempo de Generação: Out 11, 2004 at 04:00 PM
# Versão do Servidor: 4.0.20
# Versão do PHP: 4.3.8
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# Banco de Dados : `afroreggae`
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# Estrutura da tabela `agenda_1_agenda_tb`
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DROP TABLE IF EXISTS `agenda_1_agenda_tb`;
CREATE TABLE `agenda_1_agenda_tb` (
`id` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment,
`data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00',
`show_time` set('0','1') NOT NULL default '0',
`evento` varchar(255) NOT NULL default '',
`local` varchar(255) NOT NULL default '',
`endereco` varchar(255) NOT NULL default '',
`cidade` varchar(50) NOT NULL default '',
`estado` varchar(50) NOT NULL default '',
`url` varchar(255) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=33 ;
#
# Extraindo dados da tabela `agenda_1_agenda_tb`
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INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (1, '2004-08-18 19:00:00', '1', 'Apresentacao', 'qualquer', 'sei la', 'rio', 'rj', 'balblab', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (2, '2004-07-07 19:00:00', '1', 'show', 'qualquer', 'sadd', 'sdas', 'ds', '', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (3, '2004-06-16 15:00:00', '1', 'ddfqjte', 'jryrxc', 'vdsky', 'hte', 'fs', 'fw', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (4, '2004-09-09 12:00:00', '1', 'fwfqrqqw', 'rnmjy', 'ktireytlopyu7', 'sdfsxc', 'fd', 'f31', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (5, '2003-08-15 00:00:00', '0', 'teada', 'teasd', 'tes', 'te', 't', 't', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (8, '2004-07-29 10:00:00', '1', 'JORNADAS CULTURAIS NO CANTAGALO', 'Espaço Benjamin de Oliveira (Espaço Criança Esperança) - 06/07/13 e 14 - AGO/ 2004 - 20 hs', 'Rua Alberto de Campos, número 12, Ipanema', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (9, '2004-08-27 16:00:00', '1', 'CONEXÕES URBANAS XXXI TRAZ CIDADE NEGRA', 'Campo do Vira-Copo, Conjunto Cesarão. Atrações: Shows com Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur’Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra (veja detalhes na seção de notícias do nosso site)', 'Avenida Cesário de Mello, altura do nº 13.855) - Santa Cruz', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'www.afroreggae.org/sec_news_view.php?id=71', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (10, '2004-08-31 21:00:00', '1', 'AFROREGGAE NO BAÚ DO RAUL', 'Fundição Progresso', 'Rua dos Arcos da Lapa, nº 24', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (11, '2004-08-31 10:00:00', '1', 'AFRO MANGUE NA INAUGURAÇÃO DA CIDADE DA CRIANÇA', 'Santa Cruz', 'Aguarde mais detalhes sobre o endereço', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (12, '2004-09-18 16:00:00', '1', 'XXXII EDIÇÃO DO CONEXÕES URBANAS - BATIZADO DO AFRO SAMBA', 'Furquim Mendes - Campo do Gigantão', 'AFRO CIRCO, AFRO SAMBA COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE DORINA E ARLINDO CRUZ, AFROREGGAE E DUDU NOBRE. Entrada Franca - Censura: Livre. Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (13, '2004-10-09 21:00:00', '1', 'PROJETO TALENTOS MPB', 'Morro da Formiga - SHOWS COM AFROREGGAE, MOVIMENTO DE RUA E REVELAÇÃO', 'Entrada Franca - Censura: Livre. Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (14, '2004-09-16 14:00:00', '1', 'PROJETO JUVENTUDE E POLICIA EM BELO HORIZONTE', 'O projeto é uma parceria do Afro Reggae, CESEC, Polícia Militar de Minas Gerais, Fica Vivo e Ford Foundation', 'Até 17 de setembro de 2004. APRESENTAÇÕES DO AFROREGGAE, TONY GARRIDO E AFRO CIRCO. Mais informações na seção Novidades do nosso site', 'Belo Horizonte', 'MG', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (15, '2004-09-08 15:30:00', '1', 'AULA DE DANÇA AFRO COM RAPHAEL RODRIGUEZ', 'SPA João Curvo - Hotel Porto Bello - Mangaratiba', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', 'http://www.spashop.com.br/spas/rj/joaocurvo.htm', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (23, '2004-09-12 18:00:00', '1', 'TRIBO NEGRA NO Iº FESTIVAL ESP. DA COMUNIDADE HIGIENÓPOLIS', 'Associação de Moradores da Comunidade Agrícola de Higienópolis', 'Inf: (0xx21) 3882.6757 ou crechecah@bol.com.br', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (16, '2004-09-08 17:00:00', '1', 'APRESENTAÇÃO DA BANDA AFRO LATA', 'SPA João Curvo - Hotel Portobello', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (17, '2004-09-08 17:30:00', '1', 'OFICINA DE PERCUSSÃO', 'SPA João Curvo', 'O Hotel Portobello fica na Rodovia Rio-Santos Km 438 - Tel: (0xx21) 21- 2689 3000', 'Mangaratiba', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (18, '2004-09-02 09:00:00', '1', 'AFRO MANGUE TOCA NA CIDADE DAS CRIANÇAS', 'Santa Cruz', 'Rodovia Rio-Santos, Km 01', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (19, '2004-09-03 20:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - SHOW DO AFRO LATA', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (20, '2004-09-04 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', ' Cahoeiras de Macacu', '', 'Cahoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (21, '2004-09-04 14:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (22, '2004-09-05 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO', 'Cachoeiras de Macacu', '', 'Cachoeiras de Macacu', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (24, '2004-09-17 20:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE TRAZ SHOW DO AFRO LATA', 'Nesta sexta-feira você confere a performance do Afro Lata', 'Entrada Franca - Censura Livre - Menores acompanhados de pais ou responsáveis.', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (25, '2004-09-18 09:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Neste sábado o projeto Tempo Livre traz Oficinas de Percussão, Dança e Ambientação de Grafite. Entrada Franca', 'As oficinas acontecem em dois turnos: Das 9 às 12h e das 14 às 15 h - Censura livre', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (26, '2004-09-19 09:00:00', '1', 'PROJETO TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Neste domingo, o projeto Tempo Livre traz Oficinas de Percussão, Dança e Ambientação de Grafite. As oficinas acontecem apenas na parte da manhã.', 'Entrada Franca - Censura livre', 'São João de Meriti', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (27, '2004-09-23 09:30:00', '1', 'AFRO LATA TOCA NA SEMANA DE ARTE DE MIGUEL PEREIRA', 'Ao lado da Prefeitura de Miguel Pereira - Shows às 9:30 e 15 horas', 'End. Rua Prefeito Manoel Guilherme Barbosa, nº 375 - Centro', 'Miguel Pereira', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (28, '2004-10-05 21:00:00', '1', 'PROGRAMA BATICUM', 'Rádio Viva Rio AM 1180 KHZ - Das 21 às 23 horas, todas as terças-feiras.', 'Ou ouça pelo site: www.radiovivario.com.br e participe da PROMOÇÃO BATICUM. Veja os detalhes para participar na seção Novidades do nosso site', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (29, '2004-09-24 19:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - SHOW DO AFRO LATA', 'A Banda Afro Lata abre mais uma edição do projeto Tempo Livre', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (30, '2004-09-25 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Oficinas de Dança, percussão e grafite - das 9 às 12h e das 14 às 17h', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (31, '2004-09-26 09:00:00', '1', 'TEMPO LIVRE - OFICINAS', 'Oficinas de Dança, percussão e grafite', 'Entrada Franca', 'Miracema', 'RJ', '', '0');
INSERT INTO `agenda_1_agenda_tb` VALUES (32, '2004-10-17 16:00:00', '1', 'XXXIIIª EDIÇÃO DO CONEXÕES URBANAS', 'AFRO CIRCO, MOVIMENTO NA RUA, MV BILL, AFRO REGGAE E CIDADE NEGRA', 'CAMPO DO TAQUARAL, CONJUNTO DO TAQUARAL, NA ESTRADA DO TAQUARAL, SEM NÚMERO, VILA ALIANÇA (BANGU)', 'Rio de Janeiro', 'RJ', '', '1');
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# Estrutura da tabela `avulsos_1_fotos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_fotos_tb`;
CREATE TABLE `avulsos_1_fotos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_secao` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` smallint(6) NOT NULL default '0',
`ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=3 ;
#
# Extraindo dados da tabela `avulsos_1_fotos_tb`
#
INSERT INTO `avulsos_1_fotos_tb` VALUES (1, 1, 0, 2, 2, '1');
INSERT INTO `avulsos_1_fotos_tb` VALUES (2, 4, 0, 2, 2, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `avulsos_1_secoes_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_secoes_tb`;
CREATE TABLE `avulsos_1_secoes_tb` (
`id` tinyint(3) unsigned NOT NULL auto_increment,
`secao` tinytext,
PRIMARY KEY (`id`),
FULLTEXT KEY `secao` (`secao`)
) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=7 ;
#
# Extraindo dados da tabela `avulsos_1_secoes_tb`
#
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (1, 'conexoes');
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (2, 'contato');
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (3, 'quem');
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (4, 'historia');
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (5, 'projetos');
INSERT INTO `avulsos_1_secoes_tb` VALUES (6, 'loja');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `avulsos_1_textos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `avulsos_1_textos_lang_tb`;
CREATE TABLE `avulsos_1_textos_lang_tb` (
`id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`titulo` tinytext NOT NULL,
`texto` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
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# Extraindo dados da tabela `avulsos_1_textos_lang_tb`
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INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'UM BREVE RESUMO DO QUE JÁ FOI CONECTADO', 'As origens da favela como forma de organização social estão diretamente ligadas à exclusão de grandes contingentes de negros e escravos, expulsos do centro da cidade ainda no começo do século XX. Curiosamente, um dos fatores que mais contribuiu para esse processo foi um ato da prefeitura. Em 1903 o então prefeito Pereira Passos iniciou uma série de obras visando à modernização da cidade, para o quê foi necessária a demolição dos antigos casarões onde viviam os negros. Eram tantos e tão culturalmente ativos que aquela região era denominada Pequena África do Rio de Janeiro. Ali, sob as bênçãos de Tia Ciata e dos primeiros sambistas, criou-se um dos berços mais fecundos da cultura brasileira.\r\n\r\n\r\nDespejada e empurrada para os morros, a comunidade negra não se abateu. Aproveitando a experiência dos recém-chegados negros baianos, que haviam habitado em Canudos – até a derrota de Antônio Conselheiro – o alto dos morros onde predominava o arbusto chamado faveleiro, subiu pelas encostas, abrindo caminho em meio ao matagal, montou os seus barracos, tocou a vida e assim surgiram as primeiras favelas, cujo nome é influência do arbusto mencionado acima.\r\n\r\n\r\nMuitos anos depois, o aumento da população, o declínio da economia e o avanço da tecnologia iriam tornar a favela uma das principais vítimas da exclusão social, incluída apenas na rotina policial de batidas, invasões e operações de guerra contra o crime, sobretudo o narcotráfico. Havia, é claro, o agravante de a polícia raramente distinguir o criminoso do cidadão trabalhador.\r\n\r\n\r\nAo mesmo tempo em que a favela era cada vez mais negligenciada pelo poder público, nos bairros nobres incrementavam-se esquemas de segurança. Muros altos, vigias nos portões, alarmes, cães de guarda foram acrescidos à paisagem de casarões e prédios de luxo. A proliferação dos condomínios fechados só fez agravar a situação, dando origem ao que Zuenir Ventura chamou de Cidade Partida, dado o isolamento de algumas áreas da cidade umas das outras. Mesmo que a cidade não seja partida em dois, e sim multifacetada, a favela continua como um local à parte, como uma ferida aberta.\r\n\r\n\r\nFoi nesse contexto que surgiu o projeto Conexões Urbanas. O Grupo Cultural Afro Reggae pensou em um projeto que pudesse levar entretenimento, lazer, cultura e exemplos artístico-sociais que possam ser utilizados como modelos nos locais onde acontecerão os eventos. Acabou sendo mais que isso: contribuiu para começar a romper as fronteiras invisíveis que mantém a favela apartada do conforto e possibilidades de cultura e lazer que a cidade proporciona.\r\n\r\n\r\nÉ interessante notar que, quase um século depois do Bota-abaixo, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro volta a cumprir um papel importante na história da favela. Desta vez, de maneira simbolicamente inversa: incluindo a favela na pauta de prioridades do governo através da ação decisiva da Assessoria Especial de Eventos. Em virtude disso, surgiu o Conexões Urbanas. Trata-se de um circuito de shows em favelas da cidade do Rio de Janeiro, realizado pelo GCAR e pela citada Assessoria, cuja principal característica é o padrão de qualidade de todos os ítens necessários para a execução de um evento de ponta. Além dos realizadores, são fundamentais para o sucesso desse empreendimento os parceiros sempre presentes, como a CUFA–Central Única das Favelas e a Rádio FM O Dia.\r\n\r\n\r\nO som, luz e palco do Conexões Urbanas são do mesmo naipe dos utilizados, por exemplo, nos mega-eventos realizados nas praias da zona sul carioca. Esse é um viés importante do projeto: o respeito pela favela impõe que a infra-estrutura dos shows feitos em cada comunidade seja idêntica àquela voltada para o público dos bairros nobres.\r\n\r\nO palco Orbit, da , é seguramente um dos melhores, se não for o melhor, do país para apresentações de bandas profissionais. O palco, de tão impressionante, chega a reunir inúmeros moradores, nas comunidades onde já aconteceu uma edição do Conexões, para assistir à sua montagem: Na semana anterior ao evento o palco se torna mais uma atração.\r\n\r\n\r\nA iluminação, a cargo da B. Light, dispõe de material de primeira linha: movie lights, lâmpadas par, canhões seguidores, máquina de Fumaça... tudo controlado por mesa digital. Ela completa o show com beleza e luz sobre os artistas, sobre o público e sobre a paisagem transformada da favela quando é dia de Conexões.\r\n\r\nO som da Vip Sound também é de primeira categoria, tanto no aparato técnico quanto na atuação de pessoal especializado em grandes eventos, trazendo qualidade e eficiência em equipamentos de ponta bem como no trabalho de técnicos altamente capacitados e acostumados a atuarem em mega-shows. \r\n\r\n\r\nE quanto às atrações, estas falam por si. Em todas as edições há a participação da Banda AfroReggae e do rapper MV Bill, que hoje são verdadeiros ícones da cultura contemporânea vindos da favela. No final, uma atração de forte apelo popular, cujo discurso tenha a ver com o critério sociocultural que singulariza o Conexões Urbanas, encerra em grande estilo o evento.\r\n\r\n\r\nUm outro aspecto do Conexões Urbanas que não pode ser esquecido é que o projeto não se restringe ao espetáculo. Em cada comunidade, em função de uma edição do Conexões, a prefeitura se compromete a realizar melhorias estruturais. Assim, na Formiga, a Prefeitura inaugurou oficialmente a quadra construída por ela no projeto Favela Bairro. Na Vila Cruzeiro foi discutido um apoio para o fortalecimento do posto de saúde criado pela associação local. Na Canitá não foi diferente, a Prefeitura gradeou a quadra onde aconteceu o show, limpou a área e a iluminou para atividades noturnas. Na Vila Vintém o processo está em fase de negociação, com avaliações sobre as necessidades da comunidade. Vale ressaltar que todas as comunidades onde aconteceu o Conexões Urbanas, e mais as de Vigário Geral, Parada de Lucas e Grota (Complexo do Alemão), receberam, no início de janeiro de 2002, doações de cestas básicas proporcionadas pela Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAssim, essas mesmas comunidades, que eram relegadas preferencialmente às páginas policiais dos jornais, passam a ser exibidas ostensivamente pelos cadernos de cultura no período de divulgação dos shows.\r\n\r\nA partir da vigésima quinta edição do projeto, o Conexões Urbanas veio com uma novidade. O parceiro do Afro Reggae agora é a Riotur! Ana Maria Maia, ex-assessora Especial de Eventos da Prefeitura, agora é a presidente da Riotur. Ao contrário de todos os seus antecessores, uma das suas prioridades será a de incluir as comunidades de baixa renda e o subúrbio carioca no roteito dos grandes eventos da cidade.\r\n\r\n\r\n\r\nVeja quais os shows que já rolaram e em quais comunidades do Rio:\r\n\r\n1ª Edição - Formiga (Tijuca) - Pé de Pano, Bonde do Vinho, Furacão 2000, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu\r\n\r\n2ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto\r\n\r\n3ª Edição - Canitá (Inhaúma) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Titãs\r\n\r\n4ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Gabriel O Pensador e Cidade Negra\r\n\r\n5ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso, Gabriel O Pensador e Fernanda Abreu \r\n\r\n6ª Edição - Furquim Mendes (Jardim América) - MV Bill, AfroReggae, Gabriel o Pensador e Racionais MC´s\r\n\r\n7ª Edição - Vila Kennedy (Vila Kennedy) - MV Bill, AfroReggae, Cidade Negra, O Rappa\r\n\r\n8ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Skank\r\n\r\n9ª Edição - Vila Moreti (Vila Aliança) - MV Bill, AfroReggae com participação especial de Caetano Veloso e Daniella Mercury\r\n\r\n10ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n11ª Edição - Conjunto Liberdade (Santa Cruz)- GRES Acadêmicos de Santa Cruz, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n12ª Edição - Bateau Mouche (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n13ª Edição - Vila Palmeirinha (Honório Gurgel)- Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n14ª Edição - Jardim Bela Vista (Campo Grande) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lulu Santos\r\n\r\n15ª Edição - Cocotá (Ilha do Governador) - Big Mix com DJ Marlboro, Totonho & Os Cabras, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu \r\n\r\n16ª Edição - Vila dos Pinheiros (Complexo da Maré) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n17ª Edição - Beira-Rio (Jardim América) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto, Frejat e Gilberto Gil\r\n\r\n18ª Edição - Itaquê (Santíssimo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu\r\n\r\n19ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n20ª Edição - Vila Vintém (Realengo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n21ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n22ª Edição - Antares (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lenine\r\n\r\n23ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Nando Reis\r\n\r\n24ª Edição - Furquim Mendes (Vigário Geral) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n25ª Edição - Canitá (Inhaúma) - Apresentador Luciano Huck, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n26ª Edição - Dom Jaime Câmara (Bangu) - Apresentadora Isabel Fillardis, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Paralamas do Sucesso\r\n\r\n27ª Edição - Rubens Vaz (Nova Holanda) - Apresentador Luciano Huck, Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Elba Ramalho\r\n\r\n28ª Edição - Kelson (Penha Circular) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Afro Samba com participação especial de Dorina e Arlindo Cruz, MV Bill e O Rappa\r\n\r\n29ª Edição - Campo do Relâmpago (Acari) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Nega Gizza, AfroReggae e Gabriel O Pensador\r\n\r\n30ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Leoni, MV Bill, AfroReggae e Los Hermanos\r\n\r\n31ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n32ª Edição - Furquim Mendes (Jardim América) - Afro Circo, Nega Gizza, Afro Samba (com a participação especial de Dorina), Arlindo Cruz, AfroReggae e Dudu Nobre\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', '');
INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Projetos', 'O Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, surgida em 1993, cujo objetivo é o desvio de jovens do caminho do narcotráfego e do subemprego. Para transformar essa ideologia em prática, o Afro Reggae desenvolve projetos em 3 comunidades do Rio de Janeiro: Cantagalo, Parada de Lucas e Vigário Geral. Através da arte e da cultura, sempre com um acompanhamento social, o GCAR tem conseguido levar mudar a realidade das crianças, jovens e adultos assistidos pela instituição. Ficou curioso? Então navegue pelo nosso site e aproveite para conhecer nossa história, os projetos, SubGrupos, Núcleos, ver nossas galerias de fotos, participar do nosso Fórum de Discussão, saber quem faz o que na instituição, conferir as matérias dos nossos colunistas, nossa agenda de eventos, matérias, nossa loja, enfim... Fique à vontade, o site é seu! Não se esqueça de deixar sua mensagem na seção "Recados". ');
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INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'CONTATO', 'SEDE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO:\r\n\r\nAv. Marechal Câmara, 350 - 7º andar - sala 350 - Castelo - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 20020-080\r\n\r\nTELEFAX: 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534\r\n\r\n COORDENAÇÃO EXECUTIVA: JOSÉ JUNIOR - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Emails: coordenador_afro@uol.com.br e jose.junior@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO SHOWS: ANDRÉ COZTA OU IZABEL ROIZEN - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 - 2532.0180 - CELULAR ANDRE COZTA: (0XX21) 8143.4919\r\n\r\nEmails: andrecozta@uol.com.br e izabel.roizen@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO COMUNICAÇÃO: CHRISTINE KELLER - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Emails: comunicacao@afroreggae.org.br, \r\nchristine_keller2@yahoo.com.br e \r\nchristine_keller@uol.com.br\r\n\r\nVENDA DE CDS E CAMISETAS: TEKKO RASTAFARI - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 / 2532.7534 - Email: rastekko@hotmail.com\r\n\r\n\r\nSEDE ADMINISTRATIVA:\r\n\r\nTravessa General Justo, 275 - 2º andar - sala 212 - Castelo - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 20021-130\r\n\r\nTELEFAX: 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 \r\n\r\nCONTATO ADM: MARCIA FLORÊNCIO E ARNALDO FILHO - 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 - Emails: marcia.florencio@afroreggae.org.br e arnaldo.filho@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nCONTATO PARCERIAS INSTITUCIONAIS: JOÃO MADEIRA E RAQUEL DINIZ - 55 (0XX21) 2517.3265 / 2517.3270 / 2220.4862 - Emails: joao.madeira@afroreggae.org.br e raquel.diniz@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\n NÚCLEOS (POR ORDEM ALFABÉTICA)\r\n\r\n\r\n * CANTAGALO *\r\n\r\nRua: Alberto de Campos - nº 12 - Ipanema - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 22411-030\r\n\r\nAcesso pela comunidade:\r\nEntrar pela Rua Sá Ferreira, ao lado do Hotel Ducasse, seguir pela Rua Saint Roman, até o final, entrando pela estrada do Cantagalo, até o CIEP João Goulart.\r\n\r\n\r\nTELEFONE: 55 (0XX21) 2227.4763\r\n\r\nCOORDENADORA DO NÚCLEO DO CANTAGALO: MICHELI SOBRAL - 55 (0XX21) 2227.4763 - Email: micheli.sobral@afroreggae.org.br\r\n\r\n\r\n * PARADA DE LUCAS *\r\n\r\nRua: Democracia, nº 17 - Parada de Lucas - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 21010-720\r\n\r\n TELEFONE: 55 (0xx21) 3137.3903\r\nCOORDENADORES DO NÚCLEO DE PARADA DE LUCAS: EVANDRO JOÃO E CIRLEIA MENEZES - 55 (0xx21) 3137.3903 - Emails: evandro.joao@afroreggae.org.br e cirleia.menezes@afroreggae.org.br\r\n\r\n\r\n * VIGÁRIO GERAL *\r\n\r\n\r\nRua: Antônio Mendes, nº 02 - Vigário Geral - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP: 21010-690\r\n\r\nTELEFONE: 55 (0xx21) 3448.0821\r\n\r\n COORDENADOR DO NÚCLEO DE VIGÁRIO GERAL: VITOR ONOFRE - 55 (0xx21) 3448.0821 - Email: vitor.onofre@afroreggae.org.br');
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INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'História', 'O Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) surgiu em janeiro de 1993, inicialmente em torno do jornal Afro Reggae Notícias - um veículo de informação que visava à valorização e a divulgação da cultura negra, voltado sobretudo para jovens ligados em ritmos como reggae, soul, hip-hop, etc. \r\nComo nossos planos eram de poder ter um tipo de intervenção mais direta junto a população afro-brasileira, inauguramos em 1993 na favela de Vigário Geral o nosso primeiro Núcleo Comunitário de Cultura, iniciando assim o desenvolvimento dos nossos projetos sociais. Em pouco tempo, esse núcleo se consolidou a partir das primeiras oficinas - que foram dança, percussão, reciclagem de lixo, futebol e capoeira - e preparou o terreno para novas empreitadas.\r\n\r\nNessa época já se tinha bem claro o objetivo a ser alcançado, e que pode ser definido pela missão institucional que tem nos pautado até hoje: oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas de modo que eles tivessem meios de construir suas cidadanias e com isto pudessem escapar do caminho do narcotráfico e do subemprego, transformando-se também em multiplicadores para outros jovens.\r\n\r\nCom o passar do tempo os projetos foram se aperfeiçoando, a instituição foi crescendo e os resultados começaram a aparecer. Em 1997, o Afro Reggae inaugurou o Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, um marco na nossa história. Com um espaço físico bem estruturado dentro da comunidade, o trabalho pôde se desenvolver com maior qualidade e planejamento, e com isto foi possível tornar esta iniciativa uma referência de prática sociocultural na cidade do Rio de Janeiro. Desde o início somos uma organização em permanente crescimento e amadurecimento. Por isto não nos prendemos nem a uma única via de projetos,nem apenas à comunidade de Vigário Geral. Atualmente, o GCAR desenvolve diversos programas e projetos em 4 diferentes comunidades.\r\n\r\nEm Vigário, o Programa Social envolve além de diversas oficinas - música, capoeira e dança -, o Criança Legal, que é um programa de apoio às crianças que estão em idade pré-escolar, onde durante 2 anos elas participam de atividades de socialização e alfabetização, com a garantia de matrícula em escolas da rede pública municipal. Os pais também freqüentam reuniões semanais onde são discutidos temas como violência doméstica e cuidados com higiene pessoal, além de receberem cestas básicas de alimentação, o que tem gerado uma melhora geral nas condições de vida de cada família que integra o programa.\r\n\r\nApesar de toda a diversidade de atividades, a música tem sido em Vigário Geral o melhor instrumento para atrair os jovens a participar do GCAR. O sucesso obtido com a Banda Afro Reggae, tanto artístico quanto como modelo de projeto social, fez com que outros jovens quisessem percorrer o mesmo caminho e, hoje, temos em Vigário mais 3 grupos musicais, que estão em fase de amadurecimento, mas que já fazem apresentações \r\npúblicas: Banda Makala (antiga banda AfroReggae II), Afro Lata e Afro Samba.\r\n\r\nCidade Partida\r\n\r\nEm Parada de Lucas, favela vizinha a Vigário, onde as facções rivais do tráfico vivem em guerra desde 1985, iniciamos em outubro de 2001 o projeto Rompendo Fronteiras, que tem o sentido de levar o trabalho social onde quer que ele se faça necessário, independente do fato de Lado A e Lado B estarem em conflito. Na verdade, a guerra que nos mobiliza é contra a pobreza e a violência, e lá em Parada de Lucas nossas armas são os cursos básicos de informática, que estão sendo oferecidos para a comunidade com o apoio da Associação de Moradores e do CDI, que doou 10 computadores. No Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, o GCAR utiliza a linguagem do circo - malabares, trapézio, acrobacias, etc. - para realizar um trabalho que traz alegria e consciência para jovens que viviam na corda bamba em vários sentidos. Desde 1996, funciona no anfiteatro do Ciep de Ipanema, uma oficina de circo aberta a comunidade. Como resultado destas aulas, criamos a Trupe Levantando a Lona para fazer espetáculos públicos e propiciar aos alunos que se profissionalizem como artistas. E a partir de fevereiro de 2002, iniciamos uma oficina de vídeo, que estará capacitando jovens ao longo de um ano para produzir documentários numa linha de comunicação popular. A idéia é que a partir deste curso o GCAR forme um núcleo de audiovisual que possa absorver os próprios alunos em torno de uma equipe de produção profissional. Na Cidade de Deus temos parceria com a Casa de Santa Ana, que presta um atendimento dia para os idosos da comunidade. Aqui o projeto desenvolvido é um Coral de Idosos, que canta ao som da percussão da Banda Makala (antiga Banda Afro Reggae II), integrando jovens da terceira idade e adolescentes ao som do batuque.\r\n\r\nTem ainda o Programa de Comunicação, do qual fazem parte o jornal Afro Reggae Notícias (ARN); os programas de rádio AfroRitmia e Baticum, transmitidos pela rádio Viva Rio AM 1180 KHZ e pelo portal Viva Favela; o site AfroReggae.org que pretende ser um grande portal sobre o GCAR e a cultura afro-brasileira em geral na internet; e, finalmente, a AfroNet, que é um serviço de informes enviados via e-mail para manter a todos os cadastrados ligados nas atividades, eventos e iniciativas do GCAR. \r\n\r\nO Programa de Saúde é composto pela Trupe da Saúde, que é um grupo de teatro, formado por adolescentes de Vigário Geral, que se utiliza de elementos de circo e esquetes teatrais e muito humor para dar dicas importantes de cuidados com a saúde para as comunidades de baixa renda; a Barraca da Saúde, que distribui publicações informativas sobre DST/AIDS, higiene, doenças em geral, aleitamento, cuidados com o bebê e preservativos em 2 pontos da cidade do Rio de Janeiro - Morro do Cantagalo e na Lapa (e também nos eventos do GCAR) e ainda o boletim Kizumba, que é um informativo produzido pelo próprio GCAR para divulgar assuntos relacionados ao programa de saúde.\r\n\r\nUma ONG Empreendedora\r\n\r\nNão bastasse isso tudo, o Afro Reggae criou uma produtora - a ARPA, Afro Reggae Produções Artísticas - para dar sustentação comercial a carreira profissional dos subgrupos criados a partir dos nossos projetos sociais, em especial a Banda AfroReggae, e ainda contribuir com a ONG, já que 30% dos recursos obtidos com os eventos produzidos são revertidos para o GCAR. Ao contrário da trajetória natural do mercado, onde as grandes empresas criam institutos ou fundações para apoiar projetos culturais ou sociais, nós somos uma fundação que criou uma empresa para apoiar o nosso trabalho social. \r\n\r\nDesde a criação do espetáculo Nova Cara, em 1998, a banda AfroReggae vinha percorrendo uma trajetória rumo a sua profissionalização que culminou com a assinatura de um contrato com a gravadora Universal para produção do CD Nova Cara. Um dado importante é o fato dessa ter sido a primeira vez no Brasil que uma banda, oriunda de um projeto social, conseguiu produzir o seu primeiro disco por uma grande gravadora.\r\n\r\nMarca Institucional\r\n\r\nNuma época como a atual, dominada pela mentalidade do liberalismo econômico, em que as autoridades do governo insistem no discurso de que não há recursos suficientes para combater a pobreza, o Afro Reggae vem fazendo um trabalho com poucos recursos de investir no potencial de jovens favelados, levando educação, cultura e arte a territórios marcados pela violência policial e do narcotráfico, com a marca institucional de conseguir criar alternativas de emprego e lazer.Enquanto alguns poucos que podem blindam seus carros e transformam suas casas em fortificações cercadas de sistemas de vigilância, para terem a ilusão de que estão protegidos, o Afro Reggae vem trabalhando ao longo dos anos no sentido de romper com os abismos que separam negros e brancos, ricos e pobres, na certeza de que esta é a única alternativa para que se possa construir uma paz duradoura. \r\nNossa crença é que a maneira mais eficiente de promover o desenvolvimento do país começa por criar oportunidades para aqueles que estão em situação de risco pessoal, a fim de que eles possam deixar de ser mais um número nas estatísticas de pobreza e violência para se tornarem cidadãos que contribuam para a construção de riquezas, e, na justa medida, possam também ter o direito de usufruir das mesmas. \r\n\r\nVigário foi a nossa primeira experiência, e graças ao incentivo a auto-estima dos moradores desta favela, famosa em todo o Brasil pela violência, ela agora é reconhecida como um pólo gerador de arte e cultura. Em breve esperamos poder falar o mesmo de Parada de Lucas, Cidade de Deus, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho.');
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INSERT INTO `avulsos_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Quem Somos', 'COORDENAÇÃO INSTITUCIONAL\r\n\r\nCoordenador Executivo: José Junior\r\nCoordenadora Social: Márcia Florêncio\r\nAdministrador: Arnaldo Filho\r\nCoordenador de Operacionalização: Altair Martins \r\nCoordenador de Comunidades: Anderson Sá\r\nCoordenador Adjunto: Luiz Fernando Lopes (Tekko Rastafari)\r\nCoordenador de Projetos Especiais: Anderson Elias (Dada)\r\n\r\n\r\nAssessora do Coordenador Executivo: Silvana Moreira\r\nSecretária do Coordenador Executivo: Sandra Oliveira\r\n\r\n\r\nCOMUNICAÇÃO\r\n\r\nCoordenadora de Comunicação: Christine Keller\r\nDesigner: Bragga\r\nEstagiário: Júlio Cesar\r\n\r\nEDUCAÇÃO\r\n\r\nCoordenador de Educação: Ecio de Salles\r\n\r\nPARCERIAS INSTITUCIONAIS\r\n\r\nCoordenador de Parcerias Institucionais: Celso Schvartzer\r\n Assessoria: João Madeira\r\nAssessora: Raquel Diniz \r\n\r\n\r\nVIGÁRIO GERAL\r\n\r\nCoordenador do Núcleo: Vitor Onofre\r\nCoordenadora do Projeto Criança Legal: Elisângela Calado\r\nAgentes de Projetos Culturais (Vigário Geral): Paulo César Santos Cruz (Tota), Rosemary Maria dos Santos e Sandro Antonelli\r\nCoordenador do Afro Lata: Altair Martins\r\nCoordenador do Makala: Betho Pacheco\r\nCoordenador do Afro Samba: Ecio de Salles\r\nCoordenador do Afro Mangue: Eduardo Junior\r\nCoordenador do Kitoto: Jairo Cliff\r\nCoordenador da Tribo Negra: Paulo César Santos Cruz (Tota)\r\nCoordenadora da Banda de Meninas: Rosemary Maria dos Santos\r\nCoordenador da Trupe de Teatro do Afro Reggae: Johayne Ildefonso\r\nEquipe Social: Gisela Matassoli e Fabiane Abreu\r\n\r\nCANTAGALO - ANFITEATRO BENJAMIN DE OLIVEIRA\r\n\r\nCoordenadora Social: Micheli Sobral\r\nCoordenadores de Circo: Antonio Carlos (Pap) Almeida, Gilvan Freitas, Carlos Eduardo Nascimento (Ratinho), Maxuel Divino Barbosa (Maxuel) e Anderson de Oliveira dos Santos (Tiquinho)\r\nProdutor: José Carlos (JC)\r\nEquipe Social: Cristiane Assis e Elisângela Veras\r\n\r\nPARADA DE LUCAS\r\n\r\nCoordenador do Núcleo: Evandro João\r\n Assessora: Cirléia Menezes\r\nEquipe Social: Adriane Trierweiler\r\nAgente de Projeto: Herberson Alves\r\n\r\n\r\n\r\nARPA\r\n\r\nDiretor Artístico da ARPA e da Banda AfroReggae: José Junior\r\nCoordenadores da Banda AfroReggae: Altair Martins e Anderson Sá\r\nProdutor dos SubGrupos: André Cozta\r\nAssistentes de Produção: Jairo Cliff, Izabel Roizen e JB\r\n\r\nCONTATO SHOWS: ANDRÉ COZTA OU IZABEL ROIZEN - 55 (0XX21) 2532.0171 / 2532.0422 - 2532.0180 - CELULAR ANDRE COZTA: (0XX21) 8143.4919\r\nEmails: andrecozta@uol.com.br e izabel.roizen@afroreggae.org.br \r\n\r\n\r\nPRÊMIOS\r\n\r\n\r\n- Prefeitura Municipal da Cidade do RJ - Orgulho Carioca (1998)\r\n- Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro\r\n- Beija Flor de Direitos Humanos (1999)\r\n- Fundação Getulio Vargas - Cultura e Cidadania (1999)\r\n- Ministério de Multicultura do CANADÁ - Stop Racism it (2000)\r\n- UNESCO - Juventude e Cidadania (2000) \r\n- Presidência da República - Ordem do Mérito Cultural (2003)');
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(0xx21)2517.3265 ou
2517.3270
e falar com Tekko Rastafari.
Enviamos para todo o Brasil. Ligue para saber o valor do frete.');
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# Extraindo dados da tabela `avulsos_1_textos_tb`
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# Estrutura da tabela `base_language_tb`
#
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# Extraindo dados da tabela `base_language_tb`
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# Estrutura da tabela `base_log_tb`
#
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KEY `id_relative` (`id_relative`,`id_module`,`date_time`)
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# Extraindo dados da tabela `base_log_tb`
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INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (28, 'i', 'subgrupos_1_subgrupos_lang_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (29, 'i', 'subgrupos_1_subgrupos_lang_tb', 1, 'refazenda', 5, '2004-10-11 14:42:16', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (30, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:10:42', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (31, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (32, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (33, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:29', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (34, 'i', 'avulsos_1_fotos_tb', 1, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:11:48', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (35, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:20', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (36, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:27', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (37, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:12:50', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (38, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:06', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (39, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (40, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (41, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:13:34', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (42, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (43, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (44, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 3, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:14:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (45, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (46, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (47, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:15:56', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (48, 'i', 'avulsos_1_fotos_tb', 2, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:23', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (49, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (50, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (51, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 5, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:16:57', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (52, 'u', 'avulsos_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:18:22', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (53, 'u', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:18:22', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (54, 'i', 'base_modules_tb', 12, 'refazenda', 0, '2004-10-11 15:20:30', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (55, 'i', 'loja_1_loja_tb', 1, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:22:19', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (56, 'i', 'loja_1_loja_tb', 2, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:22:55', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (57, 'i', 'loja_1_loja_tb', 3, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:23:26', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (58, 'i', 'loja_1_loja_tb', 4, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:23:52', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (59, 'i', 'loja_1_loja_tb', 5, 'refazenda', 11, '2004-10-11 15:24:15', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (60, 'i', 'avulsos_1_secoes_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:25:28', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (61, 'i', 'avulsos_1_textos_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (62, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (63, 'i', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:26:07', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (64, 'u', 'avulsos_1_textos_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:27:17', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (65, 'u', 'avulsos_1_textos_lang_tb', 6, 'refazenda', 2, '2004-10-11 15:27:17', '192.168.0.90');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (66, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 34, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:49:46', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (67, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 34, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:49:46', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (68, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (69, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (70, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 4, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:19', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (71, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 40, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:54', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (72, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 40, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:50:54', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (73, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (74, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (75, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 8, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:53:24', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (76, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 41, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:24', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (77, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 41, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:24', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (78, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (79, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (80, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 9, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:54:58', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (81, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 42, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:55:56', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (82, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 42, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:55:56', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (83, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (84, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (85, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 10, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:56:28', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (86, 'u', 'colunistas_1_textos_tb', 45, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:19', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (87, 'u', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 45, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:19', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (88, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (89, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (90, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 13, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:57:41', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (91, 'd', 'colunistas_1_textos_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:58:59', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (92, 'd', 'colunistas_1_textos_lang_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:58:59', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (93, 'd', 'colunistas_1_colunistas_tb', 12, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:59:00', '192.168.0.82');
INSERT INTO `base_log_tb` VALUES (94, 'u', 'colunistas_1_colunistas_tb', 15, 'refazenda', 3, '2004-10-11 15:59:15', '192.168.0.82');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `base_modules_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `base_modules_tb`;
CREATE TABLE `base_modules_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`module_name` varchar(12) NOT NULL default '',
`version` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=13 ;
#
# Extraindo dados da tabela `base_modules_tb`
#
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (1, 'agenda', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (2, 'avulsos', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (3, 'colunistas', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (4, 'discografia', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (5, 'subgrupos', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (6, 'textos', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (7, 'projetos', 2);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (8, 'forum', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (9, 'fotos', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (10, 'recados', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (11, 'loja', 1);
INSERT INTO `base_modules_tb` VALUES (12, 'newsletter', 1);
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `base_permissions_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `base_permissions_tb`;
CREATE TABLE `base_permissions_tb` (
`id_user` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_module` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_user`,`id_module`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `base_permissions_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `base_users_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `base_users_tb`;
CREATE TABLE `base_users_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`level` set('0','1','2') NOT NULL default '',
`username` varchar(20) NOT NULL default '',
`password` varchar(16) NOT NULL default '',
`name` varchar(50) NOT NULL default '',
`blocked` set('0','1') NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id`),
UNIQUE KEY `username` (`username`),
KEY `type` (`level`)
) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=3 ;
#
# Extraindo dados da tabela `base_users_tb`
#
INSERT INTO `base_users_tb` VALUES (1, '0', 'root', 'oq3/AIt8lXw', 'Super Usuário', '0');
INSERT INTO `base_users_tb` VALUES (2, '0', 'refazenda', 'QTWqXP5ClNY', 'Refazenda Produções', '0');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `colunistas_1_colunistas_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_colunistas_tb`;
CREATE TABLE `colunistas_1_colunistas_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`colunista` varchar(50) NOT NULL default '',
`ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=16 ;
#
# Extraindo dados da tabela `colunistas_1_colunistas_tb`
#
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (1, 'Anderson Sá', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (2, 'José Junior', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (3, 'Ecio de Salles', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (5, 'Christine Keller', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (6, 'Sérgio Henrique', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (7, 'Duda Vasconcellos', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (11, 'Marta Porto', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (14, 'João Madeira', 0, '1');
INSERT INTO `colunistas_1_colunistas_tb` VALUES (15, 'Profª Sílvia Ramos', 0, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `colunistas_1_fotos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_fotos_lang_tb`;
CREATE TABLE `colunistas_1_fotos_lang_tb` (
`id_foto` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` varchar(50) NOT NULL default '',
`legenda` tinytext NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`),
FULLTEXT KEY `legenda` (`legenda`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `colunistas_1_fotos_lang_tb`
#
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (4, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (5, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (7, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (8, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (9, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (10, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (11, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (11, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (12, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (12, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (13, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (14, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (15, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (16, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (17, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (18, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (19, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (20, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (21, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (22, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (23, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (24, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (25, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (26, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, '1', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (27, '2', '');
INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, '1', '');
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INSERT INTO `colunistas_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, '1', '');
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# Estrutura da tabela `colunistas_1_fotos_tb`
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#
# Estrutura da tabela `colunistas_1_textos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `colunistas_1_textos_lang_tb`;
CREATE TABLE `colunistas_1_textos_lang_tb` (
`id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`titulo` tinytext NOT NULL,
`texto` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `colunistas_1_textos_lang_tb`
#
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Quando meu filho nascer???', '1. Vermelho é nós, é nós! \r\n \r\n2. Vila Aliança qualquer dia tamô ai!\r\n \r\n3. É nós Sapinho, é nós Sapinho!\r\n \r\n4. Se corre, toma nas costas, se fica, toma na venta, vai ! experimenta, experimenta!\r\n \r\n5. Pague um Spring Love!\r\n \r\nEssas são cinco das mais cantadas músicas em alguns dos bailes funks espalhados pelo Rio. A primeira delas ouvi da boca de um garoto de 6 anos, filho de uma amiga minha. Na hora me veio à cabeça: “será que meu filho cantará proibidão??? Em seguida, meu semblante se tornou mais triste. Fui para casa e confesso que minha noite foi uma das piores. Se eu fosse de beber, beberia muito. Se eu fosse de me drogar, me drogaria muito, pra tentar esquecer. \r\n \r\nIsto me fez relembrar um fato que aconteceu, não faz muito tempo, quando indo pedir à bênção a minha avó, vejo minha prima dançando e cantando a montagem “Catuca” (a música tem um trecho assim: “Então catuca, catuca, catuca lá no fundo, no fundo, no fundo do buraco”). E ainda tem gente que acha bonitinho!! E aí, de quem é a culpa? Da mãe que deixa a filha dançar e ainda acha bonitinho? Do baile funk, que é em frente da casa dela? Do autor da música? De quem é culpa?? Na hora me deu uma revolta muito grande e mandei ela parar e conversei com minha tia!\r\n \r\nMesmo sabendo que existem várias modalidades de funk, cada vez mais o “proibidão” é destacado pela mídia. E muitas pessoas cantam com uma vontade, que só estando no baile para ver como é. Elas se sentem bem, têm um enorme prazer em dançar e cantar estas musicas.\r\n \r\nIsso me faz lembrar do tempo em que eu ia a baile funk e que o tipo de música que rolava era outro. Eram raps falando das comunidades, casos amorosos, etc. A dança era menos sensual. Os passinhos complicados eram a sensação do baile. Que pena esta juventude não ter vivenciado aquela época!! Fora o corredor (local onde rolava as brigas), era muito bom!\r\n \r\n\r\n** Anderson Sá, o Ando, é vocalista da Banda AfroReggae e presidente do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR)\r\n** Atualização da Seção Colunistas: Christine Keller\r\n*** Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Volta do Conexões', 'Quando resolvi colocar o termo (RE) no release na frente da "volta do Conexões", do Complexo do Alemão (*1) (na última sexta-feira), algumas pessoas me perguntaram se era uma revolta da nossa parte pelo interrupção do projeto. Na verdade, se o projeto parar de novo ou se ele não continuar mais por algum motivo, NÓS - do Afro Reggae, da Prefeitura, da CUFA, da Big Mix, os fornecedores (palco, som, luz, etc), todos os artistas que passaram pelo evento mais as comunidades - já cumprimos um grande ciclo na história dessa cidade.\r\n\r\nForam 25 edições de um circuito itinerante pelas chamadas áreas de perigo (se o Bush fosse o presidente do Brasil, talvez chamaria de eixo do mal), mas onde sempre fomos muito bem recebidos, o sorriso sempre foi o preço do ingresso e nunca teve nenhuma confusão por parte do público. Briga?\r\nPorrada? Nunca! Nunca! Nunca! Voltar no Complexo do Alemão é sempre muito bom! Foi lá que iniciamos a nossa parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, foi lá que ficamos amigos da Ana Maria Maia. Uma pessoa indescritível e inenarrável. Esse (*2) e-mail não é um relatório e nem um artigo, mas eu queria registrar o quanto tudo foi tão especial! MV Bill fez pra mim o melhor show dele de todos os Conexões, O Rappa não queria sair mais do palco. Marlboro, como sempre, demonstrou a sua força fenomenal, seja na favela ou na zona sul.\r\n\r\nSempre tenho grandes expectativas em cada Conexões, mas nesse tinha duas questões que eu vinha martelando na minha cabeça. A primeira foi o convite para o Luciano Huck apresentar o evento. Teve gente me perguntando se eu não tinha medo que ele fosse vaiado ou hostilizado. O que posso dizer é que ele é adorado pelas pessoas que lá estiveram das 16:00 às 04 da manhã. Essa é a proposta: juntos integrar, conectar. A ida dele causou uma grande comoção por parte da platéia que não era só formada de pessoas que moravam no Complexo do Alemão.\r\nA cada entrada dele para chamar os artistas da noite (foram 5 aparições) era uma uma gritaria ensurdecedora. Posso dizer que o Luciano se sentiu completamente em casa. Já esta até planejando a sua próxima participação. Teve uma outra figura que me perguntou depois do evento se o Bill tinha tratado bem o Luciano por causa do problema do Skol Hip Hop Manifesta. Pra quem não sabe, o Bill e o Celso são lordes, cavalheiros educadíssimos, além de também serem anfitriões da festa. Nunca vi os dois destratando ninguém. São pessoas que tem uma\r\nideologia própria e ponto final. Posso dizer que quando estávamos juntos a conversa era regada de discussões sérias e sorrisos.\r\n\r\nAquela noite era mais especial do que tudo, pois tinha a verdadeira volta ou, dessa a vez, a verdadeira revolta. No dia 1º de maio de 2003, Anderson Francisco dos Santos Sá, o Ando, sofreu um grave acidente na Praia do Diabo. O diagnóstico era o pior possível: ficar tetraplégico ou paraplégico, voltar a andar dentro de 18 meses (que já seria um avanço), etc. A volta aos palcos nem era cogitada. Na noite do dia 30 de janeiro de 2004, nas duas últimas músicas do AfroReggae, esse cara invade o palco e faz as duas músicas mais pancadas do repertório: Tô Bolado e Capa de Revista. Antes dele entrar, rolou um grito meio estampido saindo dos alto falantes do som: É A VOLTA !!!!!!! Nós havíamos planejado que o retorno dele seria no Carnigie Hall, em Nova York, no dia 14 de abril, mas o destino mais uma vez não quis. Naquela noite algumas pessoas foram fundamentais na volta dele. Por isso, entrar naquele palco no Complexo do Alemão era um misto de homenagem e gratidão por tudo que foi feito em prol da sua recuperação. Poucas pessoas sabem, mas o Hermano Vianna, o Dr. Paulo Niemeyer, Luis Roberto Ferreira, da Rede Globo, Ana Maria Maia, Luciano Huck, Silvia Ramos, Numa e o Nanko do Ibiss se juntaram na primeira hora do choro e das lagrimas. Naturalmente, depois que a noticia vazou, o exército do bem ficou sabendo e entrou no campo de batalha junto com a gente. Esse cara é um privilegiado, um iluminado. Se o Diabo achou que ia se dar bem na praia que tem o seu nome, esqueceu que Deus rege todos os oceanos. A força dos cavaleiros de luz mais uma vez prevaleceu. É óbvio que na festa dos 11 Anos do Afro Reggae ele vai cantar, é óbvio que a partir de agora ele vai voltar ocupar o seu posto de comandante. Anderson simboliza o Afro Reggae dentro da sua essência. Pra ele, tenho um recado: As suas férias de 274 dias chegaram ao fim!\r\n\r\nSem querer sem injusto, agradeço em nome do GCAR as doações feitas por:\r\n- André Midani\r\n- Cacá Diegues\r\n- Cezar Marques\r\n- Cidade Negra\r\n- Chico Junior\r\n- Cleia Silveira\r\n- Denise Dora\r\n- Dudu Marote\r\n- Elizabeth Leeds\r\n- Flora Gil\r\n- Gabriel O Pensador\r\n- Isabella Nunes\r\n- Leninha\r\n- Leonardo (Fundação Gol de Letra)\r\n- Lorenzo Zanetti\r\n- Luke\r\n- Matt Mochary\r\n- Paul Heritage\r\n- Rosana Heringer\r\n- Wendell Leite\r\n\r\nE tantos outros que contribuíram com dinheiro, trabalho e orações\r\n \r\nJunior\r\n\r\n*1 Esta edição do Conexões Urbanas aconteceu no dia 30 de janeiro de 2004, no Campo do Sargento, Canitá, Rio de Janeiro - RJ.\r\n\r\n*2 Email enviado por José Junior após o Conexões.\r\n\r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller\r\n\r\n \r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Que pena!', 'Durante aquele período tradicional de recesso entre o Natal e o Reveillon, por mais que você tente fazer alguma coisa, fica difícil devido à escassez de programação. Ultimamente até tem melhorado. Nos últimos dois anos, fomos contratados pela Divina Comédia e pela Prefeitura do Rio para tocar num dos palcos e fazer uma produção na recepção da galera que chegava à Praia de Copacabana. Estava tudo certo pra emplacarmos o terceiro ano. Mas acabou não acontecendo. Nós já estávamos com a equipe definida e o time escalado pra entrar em ação. Foi um balde de água fria, mas são coisas que acontecem no meio da produção de eventos.\r\n\r\nPor outro lado, foi bom (pelo menos pra mim), porque consegui rascunhar umas letras para o novo CD da banda AfroReggae e pesquisei muita coisa na área da música. Descobri uns grupos bem bacanas, que eu nunca tinha ouvido falar, e não vou revelar agora, mas tudo bem. No meio dessa pausa, aproveitei pra levar uma das minhas filhas no parque Terra Encantada, na Barra. Eu só tinha ido uma única vez em 1998, quando o Nanko van Buurren (do IBISS) resolveu dar de presente pra todas as pessoas do Afro Reggae que foram para um tour na Europa.\r\n\r\nNaquela época, o Terra Encantada vivia lotado, tudo funcionando e uma fila enorme para cada brinquedo. Rolava até um papo de expansão. Além dos brinquedos tinha gente de circo, teatro e dança intervindo o tempo todo pelas esquinas do parque. Cinco anos depois eu deparo com um parque abandonado, sem ninguém, quase todas as lojas fechadas, banheiros sujos, brinquedos em condição precária, alguns até com o estofamento rasgado. Fiquei deprimido, pois depois que fecharam o Tívoli, o Terra Encantada era o único grande parque que tinha restado (mesmo os dois sendo de épocas diferentes).\r\n\r\nAlém do mais, a impressão que tive era que eu, a minha esposa e a minha filha éramos os únicos que morávamos na cidade, pois os (poucos) demais eram nitidamente de fora do Rio. Não me contive e passei a puxar papo com os funcionários pra saber se iriam reformar os brinquedos e também sobre futuros investimentos. Pelo que eles me falaram, o máximo que pode acontecer é uma manutenção e uma maquiagem ali e acolá, nada mais. Não posso negar que saí daquele parque com uma certa tristeza. \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Esse tal de Viva Rio', 'Eu acompanho esses caras desde 1993. Vi esse baby nascer grande e robusto. Devido a minha proximidade, convivi com muitos rostos, projetos, caminhadas e “pagação de mico” (naturalmente eu do lado deles). Agora, não tem como negar que muita coisa aconteceu nessa cidade por causa desses caras e coroas. Do time dos coroas, lembro-me quando o Betinho era uma espécie de porta-voz do chamado Movimento Viva Rio. Os primeiros craques dessa seleção que me trouxeram pra perto deles foram o Zuenir e o Manoel Ribeiro, depois é que eu conheci o titio*.\r\n\r\nRecentemente passei a conviver com outro coroa, o Dr Jairo Coutinho (coordenador do Espaço Criança Esperança, no Morro do Cantagalo). De todos (pra mim) ele é o mais vaselina e político (nesse caso, trata-se de um elogio). Da parte dos “caras” tem uma nova geração buscando ocupar o seu espaço. Sinto que eles estão a fim de tomar o poder dentro da entidade. Alô titio, abre o olho! Temos no centro o produtor-astrólogo André Porto, que promove eventos de porte internacional na parte inter-religiosa. Do lado direito, um gringo-doido-maravilhoso conhecido como Skywalker (esse apelido é por causa do seu primeiro nome: Luke). Na extrema esquerda, Def Yuri – o ser mais revoltado e genial que a Zona Norte já produziu. E acima do bem e do mal, o herdeiro do titio, “o sobrinho” Pedro Strozenberg (segundo as fofocas da casa nova na Rua do Russel, o apelido dele é Rubem Junior – que inveja!).\r\n\r\nEles também têm a desertora do Afro Reggae, Mônica Cavalcanti, que joga em todos os lados, mas já perdoamos. Moral, tem muita gente boa. Bem, a vida continua, e as comemorações dos 10 Anos do Viva Rio foram um tremendo sucesso. De presente os cariocas descobriram um novo espaço na cidade, o Parque Lucio Costa. Tomara que um dia muitas coisas desenvolvidas pelo Viva Rio façam parte do passado. Eles já fazem parte da minha e da nossa história, por isso, EU TAMBÉM SOU VIVA RIO!\r\n\r\n* Rubem César \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'É ou não é', 'Como é bom vir a Brasília e ver gente que se parece com a gente no poder.\r\nMas, em compensação, você continua cruzando com os barões das grandes oligarquias.\r\n\r\nComo é bom vir a Brasília e ver dentro do Ministério da Cultura quase todos os caras do primeiro escalão de brincos, com os cabelos desarrumados e falando o mesmo idioma que a gente.\r\nMas, infelizmente, ainda existem outros setores ministeriais que permanecem com aqueles assessores burocratas que continuam emanando vírus pelos corredores.\r\n\r\nComo é bom vir a Brasília e ver que hoje tem gente se conectando entre as classes diferentes (ainda é pouco, mas já é um começo).\r\nMas, em compensação, o apartheid social entre o Plano Piloto e as Cidades Satélites não pára de crescer.\r\n\r\nComo é bom trabalhar com pessoas aguerridas e empreendedoras como a galera do Grupo Atitude, da Ceilândia.\r\nMas, infelizmente, numa região onde tem 400 mil moradores não existe um cinema, teatro ou qualquer recinto de lazer.\r\n\r\nComo é bom ver o DJ Marlboro vir a Brasília e colocar um montão de engravatados pra dançar numa galeria de arte.\r\nMas, infelizmente, parte deles são os primeiros a falar mal do funk.\r\n\r\nÉ muito bom passar a tarde do lado da Mila Petrilo, ouvindo histórias da fotógrafa que possui mais de 300 mil imagens de projetos sociais espalhados pelo Brasil e ver que temos muito que avançar e muito o que aprender.\r\nMas, infelizmente, falta uma empresa que banque uma exposição itinerante para mostrar a cara desse novo/velho Brasil.\r\n\r\nJá estou contando as horas pra voltar a Brasília, pois no dia 18 de dezembro estarei junto com a banda AfroReggae na Ceilândia e no dia 19, no Palácio do Planalto com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.\r\nNa expectativa !!!! \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 2, '', '');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'Liga da Canela Preta', ' Ultimamente tenho baixado direto em Porto Alegre. Ora pra participar dos programas de TV e rádio, ora pra shows e palestras. Agora, com o lançamento do livro Da Favela para o Mundo, fui participar da Feira do Livro (maior feira do gênero ao ar livre da América Latina). \r\n\r\nEssas constantes idas para o Sul têm um responsável, o produtor da banda AfroReggae, o gaúcho grextremista, André Cozta (isso mesmo, ele assina com “Z”). Por mais que ele negue, é um tremendo saudosista da sua terra, por isso, sempre inventa ou encaixa alguma coisa por lá. Adorar chamar os seus conterrâneos de provincianos, mas o seu coração tricolor não pára de palpitar todas as vezes que falamos do Rio Grande.\r\n\r\nAproveitamos os sentimentos e emoções do nosso “afro-tchê” e passamos a ampliar a nossa rede de contatos com pessoas, instituições e aliados de peso. Essa nova experiência de intercâmbios tecnológicos sociais vem gerando um caldeirão de possibilidades que, em breve, as distâncias territoriais não serão mais problema. \r\n\r\nAlgumas comunidades como a Restinga, Vila Cruzeiro, Morro da Cruz e Matias Velho, em Canoas, estão sempre no nosso roteiro. O Projeto Canta Brasil é uma das nossas referências locais. O coordenador desse projeto, o jovem empreendedor Rubielson Medeiros, faz parte de uma nova safra de Gente Que Faz, e faz bem feito! Regido por uma coragem e determinação, esse garoto vem “metendo umas broncas” das mais respeitáveis possíveis. Sem nenhuma experiência, ele produziu um evento para 20 mil pessoas em Canoas, numa espécie de “Conexões Gaudério”.\r\n\r\nO Sul também está de parabéns por ter criado um mercado próprio para as suas bandas e ter rádios bem democráticas na sua diversidade, como a Ipanema FM. Em cada rádio do Brasil deveria ter um cara como o Edu Santos (diretor de programação). Acho que pelo menos teríamos o direito de ouvir as músicas que quiséssemos. O que é interessante nesse mercado interno é que você encontra com o Mano Changes (cantor do Comunidade Ninjtsu) na rua e o cara é completamente assediado. Por aqui (no Rio e em SP), a coisa é bastante diferente, pois tudo que é gerado vira produto nacional.\r\n\r\nOutras bandas como a Chimaruts, Bataclã FC e o Ultramen chegam na correria pra romper esse feudo do eixo Salvador - Belo Horizonte - Rio - SP. Um outro caso atípico que surfa nessa onda sulista é a banda Canamaré, de Niterói, que tem uma agenda de shows lotada e toca nas rádios. Já por aqui, os caras são conceituados, mas não são tão conhecidos.\r\n\r\nAlguns mitos, de que não existem negros por lá, a cada dia vêm sendo derrubados. A RBS (retransmissora da Rede Globo no Sul) fez uma jogada de mestre. Contratou o ex-apresentador do Programa Hip Hop Sul, da TVE, e colocou o cara pra fazer as principais matérias ligadas à cultura negra e de comunidades.\r\n\r\nManoel Soares, 23 anos, negro e baiano, é outro que em breve vai ocupar o que é seu por direito. Dono de um talento vulcânico, tem ainda como sua arma o carisma e a consciência política pra fazer história. Tive a oportunidade de ser entrevistado por ele para o Jornal do Almoço (equivale ao nosso RJ TV), mas com uma grande diferença. Todo mundo pára pra ver, é algo quase que religioso. Fiquei impressionado com a maneira como ele conduzia. Não só a entrevista, como a equipe inteira. É do tipo que, se investirem nele, vai bombar! Ah, se bomba! \r\n\r\nComo ele foge dos padrões locais, sabe jogar muito bem com isso. Manoel é tão figura que há uns cinco anos atrás, aproveitando a sua experiência como locutor, foi fazer um teste num programa de rádio nativista (estilo gauchês) e acabou desbancando todos os concorrentes que eram gaúchos. Ele conseguia reproduzir o sotaque de maneira semelhante; está aí mais um talento de Manoel, o de ator.\r\n\r\nDepois da entrevista, fomos jantar num restaurante típico junto com o Rubielson e o DJ Everton. O André nos abandonou pra matar saudades. De quem e do que, eu não sei, mas ele estava comemorando os bons resultados dessa nossa estada em Porto Alegre. Papo vem, papo vai, soube que o time da negrada no Sul é o Internacional. Fiquei com aquilo na cabeça e comecei a sondar o porquê. Segundo a minha fonte, que não é colorada, até os anos 30 havia a liga oficial branca do Rio Grande do Sul e a dos negros era a denominada Liga da Canela Preta. \r\n\r\nDurante a década de 20, o Inter e o Grêmio chegaram a ter alguns mulatos em seus times (os de pele mais clara). Oficialmente o Inter foi o primeiro a admitir a entrada de negros no seu time de futebol. O Grêmio admitiu o primeiro só em 1952, o jogador Tesourinha. Às vezes, rolava um jogo entre a seleção dos clubes brancos e a seleção da Liga da Canela Preta. Segundo a minha fonte, até 1927 nem mulatos claros eram admitidos na dupla Gre-Nal. Vamos ver o que o André vai programar no ano que vem.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'Do mundo pra favela', 'Depois de setenta dias de ausência, eis que estou eu de volta. Gostaria de me justificar pelo sumiço. Tenho viajado muito para lançar e divulgar o livro Da Favela Para o Mundo. Nas próximas colunas, falarei um pouco do que tenho visto e de certas impressões que passei a ter. Tem rolado de dormir num lugar e acordar em outro.\r\n\r\nTenho vivido algumas experiências novas como a de ser chamado de “autor” e de “escritor”. Que doideira! Pra falar a verdade, não me preparei para tal. Dar autógrafo já rolava desde de 2001, quando lançamos o CD, mas escrever dizeres permanentes para pessoas numa fila é algo que me deixa com uma certa expectativa. Algumas pessoas me deram umas dicas do tipo: “escreve uma coisa padrão”. Mas, eu sempre fico naquela pilha: Imagina se duas pessoas que se conhecem abrirem seus livros e descobrirem que escrevi a mesma coisa pra elas?\r\n\r\nTodas as vezes que tenho que autografar um livro, penso em Chico Xavier. Aquela expressão dele, com a mão na testa, de óculos escuros, psicografando; sempre vem como um start inspirador. Tem hora que saio escrevendo um monte de coisas. Olho pra pessoa e sinto vontade de passar pra ela. Quando alguém me pede pra escrever para uma outra pessoa que não esta ali é a mesma coisa que dar um presente. Aí olho pra ela e tento identificar esse indivíduo. Tudo isso eu uso como elementos pra fugir da mesmice de um texto padrão ou pra fazer o tempo passar logo e tornar aquelas sessões prazerosas.\r\n\r\nMeu companheiro de cabeceira é o Memórias da Segunda Guerra Mundial, de Winston Churchill. Pelo tamanho desse livro (1.193 páginas), acredito que termine lá pra março (ainda estou na página 372). Acho que fecharei todos os lançamentos do Da Favela Para o Mundo com o Churchill do meu lado. Até o momento, ele já esteve comigo em São Paulo umas três vezes, Salvador duas, Belo Horizonte, Porto Alegre, Natal e Araraquara. Eu me arrependo de não ter lido esse livro antes, mas como nada acontece por acaso, vamos ver. Na próxima semana estaremos juntos de novo.\r\n\r\nO trocadilho do nome do livro pro título desta coluna foi uma conversa com o meu parceiro Marcello Malcolm (ex-Marcello Red Bull). Ele andou fazendo umas previsões.Vamos ver se realmente vai rolar.\r\n\r\nNamastê\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Eu vi', 'Domingo, dia 3 de agosto, no mesmo horário do Fantástico, eu tive a honra de assistir ao polêmico documentário Falcão – meninos no tráfico ao lado de um dos seus diretores. Como todos os brasileiros, eu também fiquei ansioso pra saber qual era o resultado final daquelas quase duzentas horas de filmagem. Na minha cabeça, eu ficava me perguntando: o que será que o Bill e o Celso aprontaram dessa vez? Afinal, quem viu os clipes Traficando informação e Soldado do morro sabe do que essa dupla é capaz.\r\n\r\nMe senti ouvindo um CD proibidão ao lado de uma delegacia de polícia, já que havia um clima de suspense no ar. Em vez de tiros, mortes e ostentação de armas, o que se percebe de fato é a coragem de mostrar pela primeira vez o lado humano de alguns dos meninos que estão no tráfico de drogas. Quem quiser saber nomes de pessoas envolvidas com o crime, entender melhor as conexões e as rotas do tráfico ou pesquisar profundamente as facções do narcotráfico não deve assistir ao documentário, pois vai se sentir lesado pelo seu próprio desejo voraz. Agora se você quiser saber o que esses meninos e meninas pensam sobre a sociedade, quais são as perspectivas que eles visualizam para as suas vidas, aí tá valendo ficar atento à data da exibição.\r\n\r\nCelso e Bill demonstram suas verdadeiras personalidades e desmascaram a si próprios com os seus sentimentos, pois somente quem os conhece intimamente sabe o quanto eles sofrem com o dia-a-dia desses meninos-soldados. Uma coisa são os dois agindo como artistas-ativistas em cima de um palco, em entrevistas e com os seus clipes; e outra quando agem como cidadãos e chefes de família. Vocês já viram a relação deles com os seus parentes? Ou dentro de um educandário de menores, o quanto a obra deles sensibiliza os jovens com a liberdade privada? \r\n\r\nSei o que os motivou a cancelar a exibição do documentário na Rede Globo – e no lugar deles teria feito o mesmo. É nessas horas que sabemos quem é parceiro de verdade e, na boa, a Globo tem demonstrado isso desde o Jornal Nacional de quinta-feira do dia 31 de julho. Só o fato de ter respeitado a decisão deles, sem expô-los, foi de uma ética fora do comum.\r\n\r\nConcordo com a reclusão momentânea e estratégica (não marqueteira) a que eles se propuseram. Sei o que estão sentindo e – embora possa estar enganado – asseguro que em momento algum percebi o sentimento de medo emanando de suas falas ou de seus olhares. Na hora certa, junto com outras pessoas, estarei na arquibancada torcendo para que eles exibam o documentário na íntegra e sem cortes (como disse o Bial no Fantástico do dia 3 de agosto), mas somente os dois saberão qual será esse momento. O show da vida é permitir que esses garotos sobrevivam a esse genocídio que impera nas comunidades de baixa renda há décadas.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'Lugar de criança é na rua', 'De um tempo pra cá resolvi cair na estrada pra ver experiências culturais, sociais e na área de educação fora dos circuitos tradicionais. Numa dessas viagens desembarquei na cidade de Curvelo, em Minas Gerais, pra conhecer o trabalho desenvolvido pelo Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD). A minha ida a Curvelo começou a ser desenhada em dezembro de 2001, quando estive num encontro organizado pela CARE Brasil, em São Paulo. \r\n\r\nDurante o evento, uma das falas que mais me impactaram foi a de um mineiro de jeito exótico que falava com uma legitimidade profunda daquilo que ele dominava. O nome dele era Tião Rocha (segundo ele, Sebastião é o seu apelido). Além de antropólogo por formação e educador por opção, Tião é um grande contador de histórias. Você fica ali hipnotizado, horas ouvindo e, para os mais criativos, vendo as suas experiências pessoais pelo Brasil. Com frases de efeito como: “Lugar de criança é nas ruas – e nas escolas, igrejas, clubes. Tirar as crianças da rua é grande equívoco.”\r\n\r\nO nosso reencontro aconteceu um ano e sete meses depois. Eu, com o filme queimadaço pelos inúmeros agendamentos seguidos de cancelamentos, quase virei mais uma história que poderia ser narrada pelo Tião. Não vou ficar aqui falando dos inúmeros projetos sociais desenvolvidos pelo CPCD. Quem quiser saber mais, é só acessar o site www.cpcd.org.br . \r\n\r\nDas inúmeras histórias desse mestre do saber e do fazer, teve uma que ele me contou que bateu lá dentro. Foi sobre a maior favela fluvial do mundo, que fica na cidade de Laranjal do Jari. São setenta mil pessoas morando em palafitas (ele usou um termo chamado sociedade anfíbia). Essa cidade fica entre os estados do Amapá e do Pará, dentro da região Amazônica. Tião foi convidado pela Fundação Orsa pra desenvolver um projeto de educação para essa comunidade.\r\n\r\nDurante dois anos, ele ficava se dividindo entre Minas e o Jari (nome da favela). Como boa parte dos lugares, lá também existem gangues e os seus rígidos códigos. Eles têm um esporte, que pelo que eu entendi, é uma fusão de esgrima com arena romana, onde utilizam um faca grande e longa chamada terçado. Muitas vezes o derrotado acaba morto. \r\n\r\nTudo começou quando um americano visionário (não sei se para o bem ou para o mau), resolveu criar uma fábrica de celulose no meio da Floresta Amazônica (na época da ditadura). Foi construída uma colônia na região para abrigar americanos e brasileiros que iriam trabalhar na fábrica. Só que a procura como sempre no quesito trabalho é maior do que a oferta, os que não conseguiram alocar-se acabaram na favela. De novo a mesma história?! Essa é uma das experiências narradas pelo Tião.\r\n\r\nNos dias 19 e 20 será a vez de Tião vir para o Rio conhecer o nosso trabalho (e naturalmente contar outras histórias) e discutirmos algumas metodologias como a da roda: todos jogam pra dentro tudo aquilo que acham, sentem e discutem de igual pra igual entre coordenadores, educadores e os jovens. Todas as vezes que o grupo ou uma pessoa (seja quem for) enxerga um problema, é convocada uma roda. Já entramos em contagem regressiva!\r\n\r\n \r\n\r\nO Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento - CPCD é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1984, em Belo Horizonte/MG, com a seguinte missão: promover educação popular e o desenvolvimento comunitário a partir da cultura, tomada como matéria-prima de ação institucional e pedagógica. Para cumprir esta missão, o CPCD vem desenvolvendo projetos que já se tornaram referência de qualidade, exemplo de desenvolvimento sustentado e alternativa eficaz na implementação de políticas públicas e sociais. \r\n\r\nIniciados em Curvelo, vários projetos do CPCD foram implantados em outras regiões de Minas Gerais (Vale do São Francisco e Vale do Jequitinhonha, Baixo São Francisco e Vale do Rio Doce), disseminados para outros estados (Espírito Santo, Bahia e Maranhão) e países (Moçambique e Guiné Bissau). A razão do êxito das ações do CPCD está apoiada no trinômio: 1) metodologia inovadora 2) formação de educadores 3) participação comunitária. \r\n\r\nMetodologia: A convicção de que "educação é algo que só ocorre no plural" e que "desenvolvimento é geração de oportunidades" forneceu a base para formulação das ações metodológicas dos nossos projetos - a pedagogia da roda, a pedagogia do brinquedo e a pedagogia do sabão: - busca sistemática de formas criativas e inovadoras de educação e de desenvolvimento sustentado; - utilização dos saberes e fazeres culturais dos participantes como matéria-prima de nossas ações pedagógicas; - diálogo como princípio de pluralidade e gerador de novas práticas educativas e de desenvolvimento. \r\n\r\nFormação: A certeza de que só a existência de educadores comprometidos e bem formados é condição essencial para o êxito de nossos projetos e levou o CPCD a investir seus esforços, energias e recursos na capacitação destes profissionais: provocadores de mudanças, criadores de oportunidades, construtores de cidadania e promotores de generosidade. \r\n\r\nParticipação: Criança, adolescente, adulto - homens e mulheres - participantes, não como meros beneficiários ou objetos de nosso interesse, mas sujeitos e parceiros de todos os processos e etapas dos projetos, possibilitaram o enraizamento das propostas, a apropriação de novos conhecimentos, a geração de novas tecnologias e a formulação de indicadores de qualidade. O resultado desta soma (missão + metodologia + formação + participação) são os nossos projetos sociais: Agentes Comunitários de Educação, Agentes Comunitários de Saúde, Bornal de Jogos, Fabriquetas, Polícia Solidária, Sementinha e Ser Criança.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'CV invade Roma e detona geral', 'Alguém acredita em promessa de político? Geralmente esse termo é utilizado pra difamar ou mesmo zombar de alguém (às vezes o próprio) que tenha dito algo que não vai acontecer. Hoje posso falar que conheci um político que cumpre tudo o que promete. Pelo menos tudo que me prometeu, ele cumpriu. O nome da figura é Walter Veltroni. Bem, quem nunca leu essa coluna anteriormente deve ficar pensando: Quem?????? Walter (para os íntimos) ou Veltroni (que é a mesma pessoa) é Prefeito de Roma. Estive com ele no início do ano passado numa visita ao extinto Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, junto com uma comitiva guiada pela Embaixada da Itália.\r\n \r\nWalter foi recomendado pelo Itamaraty para não ir nos visitar, pois o local era de grande intensidade de tensão e violência. Como ele insistiu, o Itamaraty sugeriu que Walter entrasse acompanhado por um efetivo da Policia Federal. Sabendo que tal fato poderia gerar desconforto aos moradores da comunidade, ele preferiu dispensar tal cortesia. O Itamaraty deixou claro que não iria se responsabilizar, caso lhe acontecesse alguma coisa. Duas pessoas batalharam por essa visita ao Afro Reggae: Enza Bosetti, da Cooperação Internacional da Embaixada da Itália, e Cecília de Moraes, da Comunicação Social da SMDS da Prefeitura do Rio.\r\n \r\nEsse ex-militante da Federazione Giovanile Comunista Italiana deve ter se sentido movido por um misto de desafio e curiosidade e resolveu bancar a sua ida mesmo com toda a recomendação do governo brasileiro. Nesse dia fizemos algumas apresentações dos nossos SubGrupos e encerramos com uma apresentação da banda AfroReggae. Durante o calor da emoção e do sol forte que estava fazendo naquela tarde do verão carioca (era o mês de janeiro), ele nos convidou para uma apresentação em Roma. Como já vivemos aquela situação inúmeras vezes diante de pessoas emocionadas com as nossas apresentações dentro e fora da favela, criamos até uma estatística que em 95% desses convites nada rola. Demos um sorriso pro Walter e falamos que tudo bem. \r\n \r\nCom o passar dos meses, a Enza iniciou uma série de telefonemas constantes dizendo que o convite feito era oficial e que estava tudo certo. Em julho do ano passado desembarcamos em Roma, fizemos dois shows e tivemos uma extensa programação cultural pelos principais pontos turísticos da cidade. Fomos recebidos por Walter no seu gabinete com toda a pompa e amizade. Ficou claro que aquela pessoa realmente tinha ficado impressionado com a calorenta apresentação em Vigário Geral. Mais uma vez ele nos convidou pra voltar no ano seguinte a sua cidade, dessa vez num show do CV – Caetano Veloso. Não é que o cara cumpriu de novo???!!!\r\n \r\nNa terça-feira passada estávamos nós embarcando no vôo da Air France pra Roma, com conexão em Paris. Deixa eu fazer um comercial dessa companhia aérea. É a melhor que eu já viajei. Cada poltrona tinha um monitor com filmes, documentários, jogos, mapa geográfico – onde dá pra acompanhar tudo sobre o vôo, além de uma comida maravilhosa. Olha que nós fomos de classe econômica. Fiquei impressionado com o tratamento que foi dado a todas as pessoas que estavam a bordo.\r\n \r\nAo chegarmos em Roma não deu tempo nem de passar no hotel pra tomar um banho. Fomos de “mala e cansaço” para um estúdio de ensaio. Havíamos feito uma releitura das músicas Haiti e Luz de Tieta pra tocar com o CV, pois nunca tínhamos feito essas músicas juntos. CV chegou no final da montagem e microfonação dos instrumentos, todos (nós e ele) estávamos no bagaço, mas a entrada dele deu uma energizada naqueles corpos surrados de 14 horas de viagem + 2 de espera no aeroporto em Roma pelo sumiço de um instrumento + 2,5 entre aeroporto e montagem. Sabe quando tem tudo pro negócio dar errado, mas acaba dando certo? Foi isso que aconteceu! Além do nosso cansaço, ainda tínhamos um CV ansioso pra reencontrar os filhos e o General (como nós chamamos carinhosamente a Paula). Então, tempo era uma coisa que nós não tínhamos.\r\n \r\nAntes mesmo de ouvir a versão que fizemos, ele já entrou colocando voz e parabenizando, dizendo: “Tá bom demais. Vocês estão cada vez melhor”. O Ensaio com ele não durou quinze minutos. No dia seguinte fomos ao Gabinete do Walter, o sindaco, e mais uma vez com todo o cerimonial. Nos nossos encontros não rolam formalidades e sempre batemos papos muito agradáveis. Conversamos sobre o Rio e também sobre os problemas sociais na África e na América Latina. Walter não escondia a sua alegria pela nossa presença e do CV na cidade, mas o que o deixava radiante naquele dia era a cirurgia de uma menina que ele conheceu (se não me engano na Libéria) que necessitava fazer uma reconstrução facial. A cirurgia havia terminado naquele momento com muito sucesso. Toda a despesa foi custeada pela Prefeitura de Roma.\r\n \r\nDurante a nossa conversa ele me falou de um projeto que esta idealizando junto com o nosso Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Eles estão articulando uma série de shows de artistas brasileiros em Roma no próximo ano. Além dos consagrados deverão participar também artistas novos. A idéia é divulgar e promover a música brasileira pela região. Depois participamos de algumas entrevistas e no meio da tarde fomos passar o som debaixo do sol digno do “agreste”. Não rolava uma brisa. Nada! Até às 20h30 a pancada era forte. Ao retornarmos para o palco (umas 21h) nos deparamos com uma Piazza del Popolo lotada (essa é a maior praça da cidade) e atenta às imagens do telão. O povo da praça estava assistindo ao documentário Rio Meu Amor. Quando bati o olho no telão pela primeira vez, olhei pra mim mesmo, pois era um depoimento meu. Nada mais bacana do que antes do nosso show as pessoas assistirem a um filme que mostrou o trabalho que desenvolvemos.\r\n \r\nNo final da exibição o público aplaudiu e vibrou bastante. Quando subimos ao palco pra agradecer publicamente aos produtores do documentário, a platéia veio ao delírio. Entramos ao lado do Walter que preferiu ficar meio escondido. Pensei que ele estava receoso de receber uma vaia ou algum ONIVP - Objeto Não Identificado Vindo do Público. Fiz questão de convidar o nosso parceiro William Cerritelli (ele foi o responsável pela nossa turnê na Itália em 1999) pra traduzir a minha fala. O que era pra durar uns 30 segundos demorou alguns minutos. Quando falei da relação de parceria com a Prefeitura e citei o nome do Walter, a galera começou a gritar o nome dele. Aí é que eu não entendi nada, pois as pessoas demonstravam um grande carinho pelo Prefeito de Roma. Porque ele não quis falar então? Na primeira vez que dei o microfone na mão dele, Walter deu uma titubeada, não quis falar, mas com a minha insistência, e o coro de pessoas gritando o nome dele, aí o cara deu um show. Walter acabou aquecendo as cem mil pessoas presentes para o show do AfroReggae.\r\n \r\nAs músicas que mais mostram as cenas de impacto social foram as que mais entusiasmaram o público. Na verdade, a platéia não parava de emanar energia pra gente. Senti muito a falta do Anderson naquele momento, pois o show estava como ele gosta: palco espaçoso e casa cheia, mas o substituto dele, Dinho, mandou bem, mostrou personalidade (alô Suely Mesquita, o moleque tá ficando bom!). Saímos ovacionados e o público querendo mais. Na descida do palco encontramos o Marcelo Castello Branco, da nossa gravadora, e o casal Garotinho.\r\n \r\nTivemos uma conversa com a Governadora e com o Secretário de Segurança que considerei extremamente positiva e agradável. Para nosso primeiro papo, Garotinho foi extremamente informal e simpático. A descontração ocorrida também acabou acontecendo porque os dois estavam ali, desnudos de seguranças e como cidadãos comuns, no meio da galera de convidados. Também estavam presentes o Coronel Jorge da Silva, o Secretario Tito Riff e uma major que eu não sei o nome, que fez o maior sucesso entre os comentários masculinos. Infelizmente, não me lembro o nome dela, mas se rolar um próximo encontro com o Garotinho eu pergunto.\r\n \r\nQuando o CV entrou em cena foi o maior alvoroço. A equipe dele disse que por onde ele passa na Europa é aquela loucura digna a “febre do rock dos anos 60”. É bem interessante ver aquele coro de pessoas cantando as músicas do CV com sotaque. Na hora do bis a banda AfroReggae voltou quebrando tudo. CV foi de extrema generosidade conosco. Ele nos deu a maior evidência e moral possível. Na segunda descida do palco encontramos o Walter com a sua família. Ele havia assistido ao show no meio do público, estava super emocionado e com a cara de dever cumprido. Fiz questão de dizer pra ele que era um homem de palavra. Naquele momento, pela primeira vez, conversamos sem a presença de nenhum tradutor. Havia uma conexão tão forte, que ambos entendíamos tudo o que um dizia para o outro. Ao mesmo tempo em que moradores de Vigário Geral viviam o êxtase do sucesso conquistado em Roma, do outro lado do Atlântico, outros milhares de moradores da mesma comunidade viviam o seu momento de indignação pela absolvição dos nove policiais acusados na chacina de Vigário Geral. Dos 52 acusados pelo Ministério Público, somente dois estão presos. \r\n\r\n\r\nFoto: Sr. Walter Veltroni, prefeito de Roma / foto de Luciano del Castillo\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Voduns e batuques', 'Quando buscamos referências negras no Brasil, na mesma hora pensamos no samba do Rio, na black music paulistana, nas congadas de Minas Gerais, nos blocos afros e candomblé baiano e nos maracatus de Pernambuco. A capoeira, devido a sua onipresença, nem conta como vinda de um lugar específico (mesmo alguns afirmando que ela veio do Rio e outros jurando que ela é baiana). Nessa rota de celebridades, poucas vezes o Maranhão é citado ou sequer mencionado. No final de junho tive a oportunidade de conhecer a cidade de São Luís. Fui com o intuito de ver o que estava rolando por lá, que fosse além do reggae e dos bois.\r\n\r\nCheguei no auge das festas juninas, quando tem programação todos os dias da semana. Andar por aquelas ruas ao som de um tambor de criola, matracas, zabumbas e dos pandeirões, vendo aquela paisagem que mistura fachadas decoradas de azulejos centenários, é de um prazer inenarrável. São mais de 3,5 mil imóveis dos séculos 18 e 19 espalhados entre ruas de pedra, praças, becos e escadarias. Nós tivemos (eu e o Écio) bons aliados na construção da nossa agenda. Algumas pessoas como o Hermano Vianna, Amélia Cunha, José Marmo e a Zezé, do Centro de Cultura Negra, foram fundamentais, pois sem elas, corríamos o risco de virar “turistas de pacote”.\r\n \r\nO nosso primeiro compromisso oficial foi com o Nelson Brito, do Laboarte, que nos ensinou alguns fundamentos da cultura local. Ele nos apresentou a história de Dona Tetê do Cacuriá (oralmente e fisicamente) – um som que poderíamos comparar com o rap misturado com a embolada e umas pancadas de maracatu. Não é isso, mas é como se fosse. O Cacuriá é uma dança, uma ciranda, mas as coreografias são diferentes. As mulheres usam saias compridas, de retalhos, coloridíssimas, e cada participante tem um par. As músicas, cantadas por todos, tratam de temas prosaicos, quase sempre regionais, como a seca, os animais nordestinos e a vegetação do sertão. A letra e a coreografia são sincronizadas. É puro style!!!!! Dona Tetê foi a primeira de uma série de outras personalidades com mais de sessenta anos que vimos brilhando como astros e estrelas.\r\n \r\nNão estou me referindo as alas de velha guarda, eles são de verdade o sentido de tudo, são os protagonistas da festa. Nessa legião também tem Humberto, do Boi de Maracanã, Mestre Felipe, Mestre Leonardo, entre outros. Uma outra coisa que com o tempo você vai descobrindo é que boi é que nem rock ‘n roll, cada um tem um estilo próprio. Existem bois de matraca, orquestra, zabumba, baixada, costa de mão e alternativo. Essas vertentes são conhecidas como sotaques e cada um tem uma sonoridade diferente do outro.\r\n \r\nA “minha primeira aparição” para um boi aconteceu no Maracanã (periferia de São Luís), chegamos na hora de uma cerimônia profana, sendo que era celebrada por um padre de verdade – No enredo da história dos bois, a negra Catirina estava grávida e desejou comer a língua do boi mais bonito da fazenda do patrão (dono da fazenda). Com isso, Francisco (pai Francisco), seu marido, correu para atender o seu desejo e matou o boi. A partir daí se desenrola a “mitologia do boi” até chegar na ressuscitação do bicho. Os personagens sempre são os mesmos. O que eu posso dizer é que assistir o Boi de Maracanã dentro do seu terreiro é como assistir a verde-rosa no pé do Morro da Mangueira. A pancadas dos “pandeirões” e matracas cantadas por Humberto são algo que bate no peito.\r\n \r\nAssistimos nesse dia uma cena que pra reproduzir fica difícil, mas vou tentar. Os poderosos do estado estavam todos presentes. O Governador do Estado, José Reinaldo, a Senadora Roseana Sarney e os irmãos Murad. Todos querendo capitalizar o evento de Humberto. De cara, ficaram na maior saia justa, pois o velho cantador disse que todos os anos os políticos estavam ali e nada faziam pelo boi ou pela comunidade. Ricardo Murad (irmão do Jorge) tem um “cargo de frustrado”, uma espécie de “prefeito do governo do estado na capital” – vale ressaltar que os Sarney nunca conseguiram ganhar as eleições para a Prefeitura de São Luís democraticamente. O título correto do cargo dele é Gerente Metropolitano. Durante todos os festejos ele se transformou como o grande destaque do clã (pois declaradamente estava fazendo campanha para as eleições municipais do ano que vem). Todos pegaram o microfone, mas escorregaram, dizendo que eram aliados e parceiros de Humberto. Ele não se deu por satisfeito com todo aquele blá blá blá e deu a “foiçada final”:\r\n \r\n- Olha se vocês quiserem nos ajudar, nós estamos precisando construir um camarote pra agremiação e uma creche. Quero saber se vocês vão nos ajudar ou não?\r\nNessa hora o microfone passava de mão em mão e nada de resposta. Um meio que empurrando pro outro, até que o governador disse que estava tudo certo que eles iriam apoiar. Humberto, malandro de guerra meteu outro petardo, pedindo uma data exata. Aquela gente de sorriso amarelo foi se encolhendo até que o candidato Ricardo Murad disse em nome do governador que em dezembro desse ano tudo estaria pronto.\r\nPra minha surpresa mesmo depois de tudo isso, o povo não bateu palma e voltou a tocar. Achei aquele gesto do Humberto de uma dignidade tremenda, pois ele não colocou o galho dentro. A TV Mirante, de propriedade da família Sarney, estava presente, só não sei se aquelas preciosas palavras foram colocadas no ar.\r\n \r\nUma outra experiência muito interessante foi na favela Anjo da Guarda. Fomos levados por Dona Dondinha pra conhecer uma escola comunitária e acabamos passando por dois pontos onde tinham alguns traficantes de diambar (maconha). Um dos traficantes era conhecido como Seu Cláudio – visto como um protetor do local. Quando tem dificuldade financeira, a própria comunidade o ajuda com alimentos pra ele e para os seus filhos. No outro ponto (pra não dizer boca) assim que passamos nos pediram um real. Imagina os traficantes do Rio pedindo: aí irmão me arruma um dinheiro!!!! Aparentemente, nenhuma daquelas pessoas estavam armadas.\r\n \r\nDepois desse encontro partimos direto para o Centro de Cultura Negra. Conversamos sobre os projetos sociais que eles desenvolvem e sobre as favelas da região. Durante a nossa conversa percebemos que existe um desejo das gangues locais de criar uma espécie de diáspora do tráfico do Rio. Em São Luís como no Rio não existe uma favela mais violenta, pelo que conversamos com uma das coordenadoras de projetos, Carmem Belford, que deu um bom panorama da situação local. Segundo Carmem, as comunidades em que o CCN trabalha que têm mais problemas sociais são Coroado, Coroadinho, Liberdade, Vila dos Frades e Zé Bombom. Ao invés das facções, eles têm as gangues, que na sua grande maioria matam a facada, com vidro e a paulada. Armas de fogo também existem, mas são menos utilizada. A faixa etária dessa garotada é bem variada: de 14 à 23 anos. Dentro da mesma comunidade podem ter uma ou mais gangues, a maioria briga entre si e não permite que um jovem de uma determinada comunidade se relacione com pessoas de uma comunidade vista como rival. Uma das gangues que ela deu mais destaque, por causa da truculência, foi a KDM – Quebradores e Demolidores do Morro. O consumo maior das drogas é de diambar, crack e a merla. \r\n\r\nTivemos a honra de assistir e conversar com Pai Euclides de Talabyan, uma das maiores autoridades de Tambor de Mina em duas das suas casas, na Turquia e na Fanti-Ashanti. Ficamos surpresos com a atenção longa que ele nos concedeu e tentamos aproveitar ao máximo nesses dois encontros. Pai Euclides foi iniciado no tradicional Terreiro do Egito – fundando por Massinokou Alapong em dezembro de 1864. Falamos de vários assuntos como as perseguições das igrejas evangélicas aos terreiros de candomblé e umbanda nas favelas do Rio, do nosso trabalho social, do tambor de mina e de coisas que fomos ouvindo e aprendendo com o mestre. Dentre as inúmeras coisas que ele faz, todas têm muito destaque. Uma que é bem bacana é o ritual Baião de Princesas, realizado anualmente na Casa Fanti Ashanti, sempre nos dias 13 e 14 de dezembro. A festa, desde o princípio, se iniciava na manhã do dia 12 de dezembro e só era encerrado na tarde do dia 13, dia de Santa Luzia, quando começava então o toque de Tambor de Mina para o Rei dos Mestres. No Tambor de Mina apenas as mulheres dançam enfeitadas com saias coloridas, xales, leques, adornos, além de mantas de miçangas que são utilizadas quando elas incorporam. Elas também tocam castanholas. Os homens não costumam entrar em transe e quando recebem alguma entidade espiritual não dançam. Resumindo, Tambor de Mina é uma maneira genérica que a religião afro-brasileira recebeu no Maranhão.\r\nAproveitamos (sempre eu e o Écio) pra fazer uns contatos e articulações para o nosso trabalho social. Na terra do reggae, você não pode deixar de ir nas radiolas, mas também não pode deixar de conhecer o Professor Doutor em antropologia Carlos Benedito, quanta pompa não? Mas esse profissional do saber é conhecido como Carlão. É um negão enorme e tem dread locks. Sabe tudo e mais um pouco do ritmo predominante na ilha, o reggae. Nesse papo o que ficou claro é que a galera que curte reggae no Maranhão só quer saber de musica internacional, o mais puro do reggae roots (não comercial). Segundo Carlão e a galera da banda Guetos, o povo que vai pra radiola, que gosta de “dançar agarradinho”, não curte as bandas de reggae locais. \r\n \r\nConversamos também com os alternativos como o Ueberte, da banda Som do Mangue e o Lamartine, do Clã Nordestino. O clã (do bem) é um grupo de rap que mistura os sons locais como o boi. O som deles é bem pra frente. Numa loja de souvenir, conversando com um vendedor sobre a programação cultural da semana, ele percebendo que nós éramos do Rio, falou meio que sussurando que gostava de funk, mas que não assumia por causa do preconceito que as pessoas tinham. Até lá Judas?\r\n \r\nUm outro aspecto em São Luís que é fundamental é a maneira que nós visitantes somos tratados. Em quase todos os locais de referência têm guias e profissionais qualificados para ajudar. Ao chegar em locais como o Museu do Folclore e Arte Popular, Casa do Maranhão ou no Centro de Cultura Popular, a recepção é vip. Isso com qualquer pessoa, independente da maneira que esteja vestida. Outro ritual fundamental em São Luís é comer arroz de cuxá (feito com gengibre e temperos variados) com peixe. É uma maravilha!!!! Em junho do ano que vem eu volto, com certeza!!!!\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Praça do povo', 'Você acredita em coincidência? Sabe quando uma história repleta de fatos e detalhes se repete, praticamente igual, quatro anos depois? Parece ficção, mas é verdade! Neste momento aqui em Friburgo (segundo a minha amiga Eve, “Frio Burgo”) acordei pensando nisso. Vou chamar essa história de conexão “Ítala-Caetanesca”.\r\n \r\nEm 1999, CV reapareceu em VG, se liga, Quatro Anos depois. A sua última visita a comunidade de Vigário tinha sido no batizado da banda AfroReggae em 1995. Nas duas vezes Caetano teve uma participação histórica. Na segunda rolou um show no CIEP Mestre Cartola junto com a exibição do Filme Orfeu. Logo em seguida, partimos para uma turnê européia começando pela Itália. Esse processo aconteceu nos meses de julho e agosto.\r\n \r\nDurante os nossos 30 e poucos dias por esse país, resolvi seguir o pedido do Ed Telles e da Sarah Costa, da Fundação Ford (na época eles eram representantes dos Programas de Direitos Humanos e Saúde no Brasil) que era para iniciar a produção de um livro contando a história do Grupo Cultural Afro Reggae. Na Volta para o Brasil – já com o contrato assinado com a Universal Music, entramos em estúdio pra iniciar a pré-produção e, conseqüentemente, a gravação do primeiro CD da banda AfroReggae. \r\n \r\nQuatro Anos Depois (de novo !!!!), no mês de Julho, estamos partindo mais uma vez pra Itália para abrir o show do Caetano na Piazza del Popolo. Na volta estaremos lançando o livro “Da Favela Para o Mundo” - aquele que foi iniciado na Itália há Quatro Anos e depois entraremos em estúdio para fazer a pré-produção do nosso segundo CD (de novo!) pela Universal Music. Coincidência??? Sei lá, arranjo espiritual??? Será que é o frio da serra que está me fazendo delirar? Enquanto escrevo estou ouvindo Raul Seixas - será que tem alguma conexão????? Conexões Urbanas... Conexão “Ítala-Caetanesca”... \r\n \r\nEu sou a luz das estrelas\r\nEu sou a cor do luar\r\nEu sou as coisas da vida\r\nEu sou o medo de amar\r\n \r\nEu sou o medo do fraco\r\nA força da imaginação\r\nO blefe do jogador\r\n \r\nEu sou\r\nEu fui \r\nEu vou\r\n \r\nEu sou o tudo\r\nO nada\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (13, 1, 'Bom dia, Rio!', 'Motivados pelos 10 anos do Afro Reggae no mês de janeiro iniciamos uma roda de conversas informais com vários amigos e aliados. A princípio, todos nos parabenizavam por termos sobrevivido tanto tempo e pelo sucesso das comemorações do mês de janeiro. Quando resolvemos mergulhar um pouco mais fundo nessa história de 10 anos - ou da década passada - percebemos que a cidade sofreu grandes impactos nesse período. A violência não pára de crescer em todo o perímetro urbano, a favela tem constantemente descido para o asfalto como uma via de "mão dupla" (mas algumas vezes a velocidade excede os limites previstos pelas "leis de trânsito"). Duas chacinas num curto espaço de um mês colocaram o Rio no circuito internacional da imprensa, junto com o futebol e o carnaval. O tráfico de drogas deixou de ser uma coisa de homem e passou a ser uma coisa de criança. Vimos que o aparelho policial que circula e investiga as nossas ruas está no CTI agonizando. Descobrimos que, pra algumas pessoas, o herói dos seus filhos está no "Palácio da Justiça", em Bangu. Pelo jeito só teve coisa ruim, né?\r\n\r\nNão! Essa afirmação seria leviana. Pelo contrário, existiram muitas coisas altamente construtivas, revolucionárias e transformadoras nesses últimos 10 anos. A cidade está menos partida, que o diga o próprio Zuenir Ventura, que a cada dia vem observando e buscando de maneira significativa dar visibilidade a todas as potencialidades que surgem. As pontes e alicerces estão sendo construídos e, nessa via de mão dupla (de novo!), quando a favela resolve descer pro asfalto em muitos casos é só pra ocupar o que é seu por direito. Antes mesmo do polêmico sistema de quotas que está sendo implantado na UERJ, o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM) já estava fazendo a inclusão de vários jovens na rede de universidades públicas, assim como o Pré-vestibular Para Negros e Carentes. Hoje em dia é comum cruzarmos com o ator-social Jonathan Haagensen, do Nós do Morro, nas festas mais badaladas da noite carioca ou nas colunas sociais. Pois é mais um cara da favela, negro e gente boa, fazendo sucesso. Isso é muito bom! No mês de janeiro fizemos uma campanha nacional em parceria com a Artplan, Conspiração Filmes e com a Rede Globo onde mostrávamos jovens da favela exercendo pela primeira vez o papel de ídolos no horário nobre. Será que há 10 anos conseguiríamos esse mesmo espaço? Provavelmente não, mas o que importa agora é que esse espaço está aberto, ou melhor, foi conquistado. O milho da panela tá quente e não pára de pipocar um monte de talentos vindos de todos os cantos dessa cidade. Como seria pra minha geração essa cidade antes d´O Rappa, do Gabriel O Pensador, do MV Bill, do Planet Hemp, Seu Jorge, Dudu Nobre, Marcio Libar, da Cia. Étnica (da Carmem Luz) e da Isabella Nunes?\r\n\r\nNão posso deixar de fora a maior e mais rica expressão jovem gerada nos últimos anos nas favelas e periferias do país, o funk. O funk também sofreu inúmeras mutações - pra pior ou pra melhor, não importa - mas está mais vivo e mais demonizado do que nunca. Demonização (ou "coisa do diabo") parece que virou uma nova palavra de ordem nas favelas, crescendo junto com o terrorismo dos traficantes. É preocupante ver a perseguição, bem no estilo KKK, aos cultos afro-brasileiros, expulsando das favelas e dos subúrbios os centros de umbanda e candomblé. Espero não acabar vendo ninguém queimado ou amarrado em árvores - dá até vontade de espirrar... Wasp! Desculpa! Nós estamos no Brasil!!!!!!! Me esqueci que aqui não têm dessas coisas.\r\n\r\nApesar de tudo, na parte governamental tivemos vários avanços. Por exemplo, o projeto Favela-Bairro, o Rio Cidade, o Rio Jovem, o Conexões Urbanas, o Escolando a Galera, o Agentes da Liberdade e pessoas como a gente ocupando cargos fundamentais pela primeira vez. Gente como a gente ou gente que trata gente como gente.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (14, 1, 'Se todas fossem iguais a você...', 'Odeio ser repetitivo, mas ultimamente tenho me sentido tentado a falar de uma figurinha fácil das colunas sociais e dos cadernos de cultura. No ano passado, a convite de Paula Lavigne e Caetano, estive participando de uma “reunião de artistas” na casa de Gil com o candidato à presidência da república, Luis Ignácio Lula da Silva. Além do anfitrião e de quem me convidou, também estavam presentes Chico Buarque, Djavan, Wagner Tiso, MV Bill e Celso Athayde. \r\n\r\nNesse dia, tive o meu primeiro contato com o rolo compressor Flora Gil. Ela não falou comigo e eu também não falei com ela. Pra falar a verdade, não senti nenhuma afinidade por ela, até porque a fama dela era pra lá de esnobe, então pra que perder meu tempo puxando papo com dondoca de Zona Sul? Meses depois, em novembro, o nosso segundo contato foi inevitável. Pela primeira vez, conseguimos levar o Gil pra tocar no Conexões. Junto com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, escolhemos um lugar bastante simbólico, a Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. Naquele período como agora, a comunidade estava pegando fogo. Só mesmo o Gil pra dar porres de alegria aos moradores, que já não agüentam mais tiro pra lá e pra cá.\r\n\r\n\r\nA semana que antecedia o show foi bastante tensa, mas tá tranqüilo, quem tá na chuva é pra se queimar (segundo o ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus). Na hora do grande momento do evento, eu e quase toda a produção estávamos em cima do palco extasiados com aquele show do Gil e do Bob Marley (que com certeza estava em espírito dançando meio Nataraja com seus dreads à la Medusa). \r\n\r\nEstávamos muito compenetrados, mas, de repente, começamos a olhar pro alto e vimos o extinto dirigível da Secretaria Estadual de Segurança Pública, que estava parado em cima do palco. A nossa dúvida era: o que será que ele está vendo de errado na região do show, já que ficou várias músicas estático? Nessa hora, comentei com uma pessoa que estava ao meu lado que ele e todas aquelas milhares de pessoas estavam ali curtindo o show do Gil.\r\n\r\nAcredito que essa minha fala tenha sido o start pra que Dona Flora tenha percebido a minha existência. A partir dali, iniciamos um longo papo. Tive a oportunidade de conhecer da boca dela o que seria a Casa de Cultura da Rocinha. Já sabia mais ou menos pelo Sóka (acabou de ser empossado presidente da Casa de Cultura da Rocinha) da idéia, mas, pelo que ele falava, tudo não passava de sonho e utopia. \r\n\r\nO fato concreto veio DELA. Flora sempre ressaltava que, com ou sem dinheiro, iria fazer alguma coisa pela comunidade de que era duplamente vizinha – o escritório da Gegê Produções, que fica na Estrada da Gávea, e a sua residência, de frente para a Praia de São Conrado. Flora me falou de um show semelhante ao Conexões, só que na Rocinha, durante o Natal. Aquele papo regado de euforia só terminou no dia seguinte no escritório dela. A partir dali, resolvi dar uma ampliada na favelização da moça, pois ela só conhecia a Rocinha e agora a Vila dos Pinheiros. Demos um giro pelas comunidades da Beira Rio, Morro da Mineira, Vila Vintém e Vila Cruzeiro.\r\n\r\n\r\nDescobri que de dondoca ela não tinha nada. O que rolava é que eu e quase todo mundo achávamos que Flora era um tipo de pessoa, só que ela é outro. Quando passei a conviver um pouco mais próximo da família (depois que você fica amigo, a Flora te convida pra tudo. Já estive em diversos eventos na casa dela, como aniversários, Natal e até os “megas”, como o Carnaval de Salvador). Antes de Gil virar ministro, ela não era primeira dama de nada, a não ser de um dos maiores astros da MPB e já tava botando pra quebrar.\r\n\r\nO meu estreito e rápido convívio me despertou um grande interesse por ela (com todo o respeito!). Algumas atitudes me lembravam o bom e velho Dunga na Copa de 94. O nosso capitão não acreditava em bola perdida e Dona Flora também não. Durante um período, de cada quatro vezes que eu era acionado pelo meu rádio Nextel, uma era ela, que com toda humildade fazia perguntas sobre o tema comunidade. Em todos os nossos encontros, o papo sempre era o mesmo: a Casa de Cultura da Rocinha. Por mais que eu quisesse desviar o assunto, ela não deixava. Sei o quanto se dedicou pra ver aquela casinha de pé. Flora, mais uma vez pilotando a sua “Enterprise”, passou por vários planetas desconhecidos e resolveu aportar na Roça.\r\n\r\n\r\nResolvi escrever esse artigo com cara de bate papo, por uma questão óbvia: Dona Flora é do bem e não tem nenhum interesse político ou financeiro de se dar bem. Minto! Ela quer se dar bem, sim, dando oportunidade a milhares de pessoas de terem o mínimo de dignidade. Porque é que qualquer iniciativa de figuras como Flora são precedidas de desconfiança? Não de quem é de dentro, mas de quem é de fora? Seria muito bom se ela conseguisse convencer algumas das pessoas de seu convívio, que não fazem nada por ninguém, que passassem a fazer alguma coisa pelo seu próximo. \r\n\r\nNo meio deste tiroteio da imprensa e de outros oportunistas de carteirinha, os maiores interessados da história ainda não foram ouvidos. Alô, galera da Rocinha, vocês estão felizes? Até agora não vi em lugar nenhum que todas as inscrições da casa estão lotadas e já tem fila de espera!!!! O grande mentor da casa foi colocado para escanteio. O Sóka (vulgo Maurício Fagundes) não é o produto de fachada, ele é o cara que idealizou o projeto da Casa de Cultura. Agora que acabei, tenho que revisar rapidinho o que eu escrevi, enviar para o Viva Favela e mandar um e-mail pra Flora. É que ela está no Marrocos e eu queria lhe pedir que comprasse uns cds para mim. Alguém vê algum mal nisso? \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (15, 1, 'Crianças em violência armada organizada', 'Muito se fala, muito se vê, mas pouco se sabe sobre os fundamentos do narcotráfico do Rio. O que acontece de verdade nos epicentros do caô no Rio, ninguém tá ligado. Pelo menos quem está, não fala e, se fala, está preocupado com quem está ouvindo. Existem muitas especulações sobre o problema, mas pouco conhecimento prático e teórico sobre o assunto. Se dividirmos o tema e focarmos em partes específicas, aí é que descobrimos que não sabemos nada. Além de uma rotatividade e multiplicidade cultural constante, que não permite rápido entendimento e nem normas, pois o que vale hoje pode não ter peso amanhã, tudo é muito inconstante. Acho muito parecido com o futebol brasileiro, pois a cada campeonato, os cartolas inventam novas regras que devem ser cumpridas, mas tudo pode ser resolvido no tapetão. No caso do tráfico é no paredão.\r\n \r\nAcredito que, parte dessa verdade deixou de ser completamente absoluta desde o dia em que o antropólogo-boxeaur inglês, Luke Dowdney, lançou o livro Crianças no Tráfico. Mais do que coragem, Luke partiu pra porrada bem ao estilo do seu esporte favorito. Tive a oportunidade de conhecê-lo quando ele dizia da sua vontade de montar uma academia de boxe numa favela. Parecia coisa de gringo doido. Acho até que ele é mesmo, mas do estilo maluco beleza. Sei o quanto ele sofreu pra implantar o projeto dentro do Parque União, na Maré, e da sua insatisfação em ter que disputar no braço cada moleque do projeto com o crime. Pelo menos com algumas dezenas, as mãos envoltas de atadura e o protetor bocal falaram mais alto. Luke é um cara do bem, militante do mundo com passagens pelo Tibet, que veio para o Brasil meter o dedo numa das nossas feridas incubadas e não assumidas a décadas: crianças em guerra, irmão matando irmão, cidade sitiada. \r\n \r\nMotivado por um conjunto de insatisfações e indignação, Luke resolveu alimentar a “boca do seu dragão”. Teve que vir um gringo (no caso dele é com carinho) pra denunciar o que todos nós já sabíamos, mas não conhecíamos tão profundamente. Acabei de ler o livro (dia 30 de maio de 2003) e percebi o quanto aprendi. Acredito que essa publicação virou leitura obrigatória de todos nós que queremos fazer alguma coisa (seja lá de que maneira for) para reverter esse processo bacteriológico e que parece incurável. Temos que ler para aprender, só isso. Aprender, entender e questionar (não o livro, mas o que esta sendo feito pra mudar essa tragédia que atinge a todos nós).\r\n \r\nAs 270 páginas passam numa velocidade melancólica, pois quando você percebe que esta chegando ao fim do livro, dá vontade de começar tudo de novo, de tão bom que ele é. Os depoimentos e as estatísticas fazem a diferença na obra. Eu não sabia que matou-se mais jovens no Rio por arma de fogo do que na Faixa de Gaza ou do que em Serra Leoa. A imparcialidade é outro ponto alto do livro. Os pesquisadores pareciam estar muito atentos para as conversinhas e os blá, blá, blás de ingênua utopia dos depoentes. Coisa de moleque querendo impressionar. Chamar esses varejistas de drogas de traficantes é até sacanagem. Os verdadeiros bacanas do pó vão até ficar ofendidos. A generosidade e humildade do meu amigo Skywalker é tamanha que no nosso último telefonema, ele estava preocupado em ampliar as informações que, segundo ele, poderiam ampliar ainda mais a pesquisa. Vai com calma Luke, você só tem nome de Cavaleiro Jedi ! Em breve estará vindo um outro Tomahawk, assinado por Celso Athayde e MV Bill. É fantástico!\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (16, 1, 'Papo de travesseiro', 'Nunca gostei do dia 1º de maio. No começo, era porque eu nunca estava empregado e não podia usufruir do feriado nem sentir o "espírito de ser um trabalhador de verdade". Pelo menos na minha cabeça era assim que funcionava. Depois foi por causa da morte do Ayrton Senna, em 1994. A partir daí passei a antipatizar oficialmente com essa data.\r\n\r\n\r\nO primeiro de maio de 2003 também foi marcante por causa de um outro acidente, desta vez com uma pessoa muito próxima, Anderson Sá (vocalista da banda AfroReggae). Já o dia 5 de maio sempre tive como uma data comemorativa, pois é o aniversário do meu pai, sendo que este ano eu não estava nem a fim de telefonar para parabenizá-lo devido ao fato ocorrido com o Anderson. De qualquer forma, é um daqueles dias em que eu sempre telefono e faço uma média com o meu pai, acredito que seja a única vez do ano que lhe faça tal cordialidade. No entanto, neste 5 de maio de 2003, o meu "outro pai" resolveu meter o pé deste mundo. Devo muito do que eu sou ao meu mestre, guru e ídolo Waly Salomão. Ele foi a pessoa que ajudou a lapidar o mínimo conhecimento artístico e cultural que eu adquiri. Foi ele quem me ensinou a ler e escrever, e semanalmente montava uma agenda de eventos e encontros culturais pra mim. Waly dizia que o Afro Reggae seria uma potência social e cultural. Isso em 1994, quando nossa base era o meu quarto e todos éramos jovens voluntários com muita boa vontade.\r\n\r\nNossa relação foi de amor à primeira vista, uma física, astral e espiritual. Nos sentíamos com a obrigação prazerosa de um ser cúmplice do outro. Tínhamos um amor meio bandido. Sempre que Waly queria me contar um segredo ou algo mais profundo, dizia: "Isso é papo de travesseiro" ou "Conversa de marido e mulher". Quantas conversas desse tipo tivemos... acho que já estávamos completando bodas de ouro. A perda dele para o Brasil pode ter sido enorme, mas pra mim, para o Anderson, para o Altair e para o Negueba – a quem ele fazia questão de dizer que eram os seus preferidos – é algo irreparável. Me sinto desamparado e sem base neste exato momento.\r\n\r\nDesde 1999 queríamos homenageá-lo por toda a sua contribuição como amigo, conselheiro e diretor do Grupo Cultural Afro Reggae. E assim resolvemos escrever uma proposta para o Instituto Credicard com o nome de Sala de Criação Waly Salomão. Esse espaço consiste numa sala com 12 computadores conectados à Internet, videoteca, cdteca e biblioteca dentro do Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal. O projeto foi aprovado no ano 2000, mas com a demolição e as obras do novo centro cultural, resolvemos inaugurar a sala quando tudo estiver ponto, em setembro de 2004.\r\n\r\nAcreditamos que manter apenas esta sala com o nome dele é muito pouco. Ele amava as favelas, os becos, Vigário, o Conexões Urbanas e toda a molecada do Cardume Afro Reggae (como ele se referia ao grupo). Waly fazia questão de dizer que era um peixe desse cardume. Ele tinha um desejo de lançar uma série de cadernos com este nome - Cardume Afro Reggae. Seriam publicações onde iríamos mostrar ilustres desconhecidos e/ou pessoas, projetos, grupos, que tivessem uma história interessante e empreendedora.\r\n\r\nBem, conversando com o Anderson, Altair, Márcia, Omar, Yuka, Fernanda Abreu e com o Écio, decidimos que o novo centro cultural de Vigário não se chamará mais Afro Reggae. Iremos chamá-lo de Centro Cultural Waly Salomão. A favela é a cara dele! Sempre que ele baixava por lá, conseguia falar mais alto do que o som dos tambores, guitarras e scratchs. Queremos aquela gargalhada e loucura ecoando eternamente nas nossas almas e contaminando quem respirar dentro do espaço. Como o nosso trabalho passará de geração pra geração, achamos que essa é a melhor forma de tê-lo conosco, inspirando-nos cada vez mais a utilizar a arte e a cultura como instrumento agregador e transformador.\r\n\r\nEle nos propiciou momentos históricos como tocar em pleno Shopping da Gávea no lançamento do Algaravias e na Dias Ferreira, quando tivemos que fechar a rua e tocamos com O Rappa no lançamento do Tarifa de embarque. Pra manter a tradição, durante o velório dele, quando as pessoas demonstravam um sentimento clichê (que ele odiava) de “descanse em paz”, nós metemos a mão num monte de tambores e gritamos tão alto quanto ele – em plena Biblioteca Nacional! Umas das maiores lições de Waly foi ter me ensinado a dizer para uma pessoa do mesmo sexo que eu sentia amor por ela sem falsos moralismos. Por isso, eu digo ao meu mestre, meu amigo e meu amor, um até daqui a pouco. Peço a ele que a partir de agora olhe a obra da sua nova casa, pois se Waly achou que a gente ia deixar ele ir embora sem dar satisfação, se deu mal, pois a sua nova residência agora é em Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nFoto: José Júnior, Omar Salomão, Waly Salomão e Bernardo Vilhena\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (17, 1, 'Cavaleiro da luz', 'No primeiro momento, a gente sente a maior revolta quando alguém muito próximo é acometido de alguma fatalidade, seja ela o grau que for. Eu, durante a minha vida toda, me acostumei a ter mais perdas do que ganhos; mas desde que criamos o Afro Reggae, em 1993, passei a conhecer o que é o gosto da vitória. Passamos a criar dentro das nossas mentes e corações uma ideologia forte, em que quem nunca teve ascensão passaria a ter; quem nunca foi importante passaria a ser; e ao mesmo tempo um contraponto a tudo de negativo e pessimista que vem atingindo a sociedade. \r\n\r\nSem querer, nos tornamos uma alternativa a esse conjunto de violência e terrorismo que estamos acompanhando diariamente nas nossas janelas e nos relatos dos nossos íntimos. Um desses cavaleiros da luz foi atingindo por um capricho do destino e acabou combalido, mas não derrotado. Nessas horas, a gente olha pro céu e pergunta: Será que Deus existe mesmo? O que é certo? O que é errado? Onde está aquela força cósmica que conspira a favor dos justos e dos que têm fé no Todo-Poderoso? Cadê? Dizem que quem faz o bem só recebe o bem. É mesmo? Tanta gente boa sendo detonada pelo mal, pela crueldade e, de repente, o meu amigo, meu cúmplice, meu ídolo, a minha maior fonte inspiradora é atingida por uma onda e acaba em cima de uma cama com uma fratura numa das vértebras da coluna. \r\n\r\nSenhor, não nos abandone!!!!!!! Não nos deixe acreditar que a força divina, onipotente e onipresente não existe. Pai, não quero ser um filho ingrato, mas não me deixe perder a fé; por favor, não nos deixe sós. Isso é uma provação? É isso? O que será que o Senhor nos reserva com essa história? O nosso parceiro está no leito do Miguel Couto e continua com muita fé no Senhor, não serei eu que irei desmotivá-lo. Desculpa, Senhor, se eu estou me comportando mal, mas é porque todo filho quer o máximo de atenção possível do Seu Pai.\r\n\r\nEsse texto foi feito em homenagem ao vocalista da banda AfroReggae, Anderson Sá (Ando) que sofreu um acidente na beira da praia no dia 1º de maio e teve uma lesão na coluna. \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (18, 1, 'Taquaril urgente!', 'No dia 09 de abril, eu tive uma experiência maravilhosa proporcionada por uma major da Polícia Militar, do Estado de Minas Gerais. A “major”, como é conhecida por onde passa, raramente é chamada pelo seu nome – Miriam Assumpção e Lima (chique não?). Mais uma vez, ela nos levou para a sua terra natal (essa deve ter sido a terceira), só que agora pra participar do lançamento de um grande projeto: o “Cidadão Planetário do Taquaril”, em Belo Horizonte. Ela juntou a banda AfroReggae e o grupo Skank para fazer um show no Palácio das Artes (uma espécie de Canecão de lá).\r\n\r\n\r\nOs ingressos, que não estavam tão baratos (custavam 30 Reais), esgotaram-se uma semana antes do show. A renda foi toda para o projeto que acontece no morro do Taquaril. Tivemos a oportunidade de visitar essa comunidade e percebemos como as entidades não-governamentais do Rio podem dar suporte - e também aprender - a essas regiões similares a muitas existentes nesse “Brasil de meu Deus”. Tive a chance de conhecer um outro projeto, que deveria inclusive virar política pública urgentemente: O Projeto Providência. Além da grandiosidade física, parece que tem uns dez mil metros quadrados, ele trabalha em cima da qualidade e dos resultados. \r\n\r\nFomos ciceroneados pelo árabe-brasileiro Chaar, que nos mostrou cada curso desenvolvido dentro do Núcleo Taquaril (que também abrange outras regiões de Belo Horizonte). Durante a caminhada pelas salas e barracões, conversávamos com os jovens que apareciam pelo caminho. Em cada sala que entrávamos, Chaar colocava todo mundo pra cantar, num misto de homenagem e felicidade. Dava pra ver que a auto-estima das pessoas estava na estratosfera. \r\n\r\nO Projeto Providência tem um pensamento que acredito estar conectado com o que há de melhor nas novas instituições do terceiro setor: geração de renda e formação profissional/lideranças. Boa parte dos instrutores foi capacitada dentro dos próprios cursos oferecidos pela entidade. Os cursos desenvolvidos são de arte culinária, corte e costura, marcenaria, eletricidade e informática. O jovem sai formado depois de estudar quatro anos ininterruptos. As aulas acontecem todos os dias, em três turnos diferentes.\r\n\r\nSegundo Chaar, há empresas que buscam alguns dos seus futuros profissionais dentro do próprio projeto (pelo qual passam, diariamente, mais de duas mil crianças e adolescentes), trazendo ainda mais satisfação aos profissionais e coordenadores da instituição. Chaar fala sobre o trabalho com o orgulho e o sorriso que só quem trabalha no dia-a-dia dessas organizações pode ter, até porque essa história começou dentro de um barraco de madeira.\r\n\r\nMesmo com essa estrutura toda, tudo é muito simples e muito bem feito. O Projeto Providência também trabalha com educação infantil, brinquedoteca, aulas de horticultura, biblioteca, atendimento social e médico-dentário, formação religiosa (nos dias atuais, crer em Deus é muito bom), recreação e esporte. Eles agora estão pleiteando junto à Rede Globo e ao UNICEF a implantação do Espaço Criança Esperança no Morro da Fazendinha, onde também fazem uma ação social. \r\n\r\nO sábio Chaar disse que o trabalho não é preventivo e sim de inclusão. Para eles, a palavra “preventiva” carrega preconceitos, por isso preferem não utilizá-la. Ah, sobre o show. Foi muito legal! Arrebentou! O público dançou pra caramba etc., mas o grande lance foi ter ido ao Projeto Providência. Se você estiver em Belo Horizonte e quiser conhecer essa experiência (mal narrada por mim, mas excepcionalmente contada pelo Mestre Chaar) não pense duas vezes. O contato deles é providencia@pucminas.br , e o telefone é (31) 3483-3887. \r\n\r\nJá estamos negociando com a Major Miriam o nosso retorno e, com certeza, estaremos baixando por lá em breve. Quem sabe você não esbarra com a gente no mesmo dia da visita? Na próxima vez vai rolar uma jam; se você estiver a fim leve o seu instrumento. Se não, apareça Jopor lá assim mesmo, pois o Taquaril vai estremecer.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (19, 1, 'Olha a roda', 'Já tem uns dois anos que o Lorenzo Zanetti (pra quem não sabe, mestre da arte social de maior galera, inclusive meu) vem batendo na tecla sobre o papel social do artista junto ao seu público, à imprensa e à sociedade em geral. Essa preocupação, que não é só dele, ultimamente vem ganhando bastante espaço em rodas de discussões do meio.\r\n\r\nDepois do pós-tropicalismo (bota pós nisso), acredito (se eu estiver errado, me corrijam) que o chamado “movimento político-musical” ganhou força nacional em dois outros momentos. No início da década de 80, com os blocos afros baianos e a exaltação da cultura negra e da negritude, e recentemente com as bandas pops de temáticas sociais e com os grupos provenientes de comunidades pobres (principalmente os que utilizam o Hip Hop).\r\n\r\nO momento é tão frutífero que, diferente desses exemplos citados, hoje a discussão vai muito além dos grupos musicais. Grupos de teatro, circo, dança e outras manifestações culturais vêm se aliando às ONGs ou surgem dentro das mesmas, formando uma espécie de artista-social ou cidadão-artista.\r\n\r\nNo meio dessa história toda, volto a falar do Lorenzo, que é um grande provocador e junto com o Rappa, Nocaute, Los Djangos, Marcelo Yuka, Fabio Ema (ASAC), entre outros, criou uma rede (não sei se é a forma correta de defini-los) chamada de Roda da Solidariedade. As reuniões acontecem na FASE, em Botafogo, e o encontrão rola na Rádio Fundsom, na Fundição Progresso.No primeiro “encontrão” também estiveram presentes Jorge Mautner e Amir Haddad falando de suas experiências com a cultura popular e de massa.\r\n\r\nMesmo sendo uma das primeiras pessoas a ficar sabendo dessa iniciativa, eu ainda não fui em nenhum evento da Roda por causa de inúmeros compromissos assumidos anteriormente (tô parecendo meio burocrata?), mas “eu me prometi” que no próximo encontrão eu vou. Vai ser no dia 8 de abril, às 19 horas. Dessa vez, estarei lá junto com a galera. Quem quiser ir, o espaço tá aberto, é só chegar; não entra naquela de que você não é artista e por isso você não vai. É legal comparecer uma galera que tenha interesse no tema. Quem quiser saber mais sobre a Roda pode acessar o site da FASE - www.fase.org.br ou telefonar para (21) 2286-1441 e falar com Lorenzo ou Cléa.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (20, 1, 'O professor', 'Desde que me mudei, em outubro do ano passado, venho tentando ler e reler alguns livros, artigos, textos e um monte de coisa que a gente vai ganhando e vai guardando. Algumas coisas estão acumuladas por alguns anos. Eu nunca tive o hábito da leitura e pra piorar ainda morava numa casa com mais cinco pessoas e mais um cachorro que latia o tempo todo. Eu passei a fazer um ritual de ficar prometendo pra mim mesmo, toda vez que olhava pra minha estante, que um dia iria ler tudo. Até que finalmente em 2003, eu comecei a cumprir o combinado comigo mesmo. \r\n\r\nO primeiro movimento era o de limpeza, pegar uma flanela e tirar a “capa da capa” ou crosta da capa, sei lá, tava tudo muito sujo. Passando desse processo, iniciei a minha saga pelo mundo da leitura (isso foi antes do Kazza naturalmente!) e passei a priorizar as publicações que eram emprestadas pelos outros e que, devido ao longo tempo de não devolução, eu já estava criando fama de “volteiro”. \r\n\r\nEsbarrei no livro Quatrocentos Contra Um – Uma História do Comando Vermelho, de William da Silva, vulgo Professor. O momento não poderia ter sido mais oportuno. Fiquei durante alguns minutos olhando pra capa daquele livro, imaginando o que eu iria encontrar. Como de fato tudo começou? Quais eram as relações daquele período com os dias de hoje? \r\n\r\nTomei coragem e entrei no mundo do Professor. Quando eu era moleque, esse nome sempre era noticiado nos jornais da época, mas pra mim ele já tinha até falecido, pois nunca mais tinha ouvido falar dele. Iniciei a leitura já telefonando pra algumas pessoas pra saber se ele tava vivo ou morto, pois pra mim fazia diferença, não me pergunta por que, pois nem eu sei. \r\n\r\nDurante a leitura vinham alguns flashes na minha mente, como o seriado produzido pela Rede Globo que, se não me engano, o nome era Falange Vermelha. Tinha alguns atores como Nuno Leal Maia, Betty Faria, Jonas Bloch, entre outros. A coisa começou a ficar viva. \r\n\r\nTodo mundo sabe que parte do que gerou o Comando Vermelho foi a junção de presos políticos com os bandidos comuns; na verdade essa foi uma “das”, “das mesmo”, pois William conta detalhes da sua vida e do que motivou alguns presos a se juntarem e se organizarem, num primeiro momento pra buscar o mínimo de dignidade dentro da cadeia. \r\n\r\nWilliam narra de uma maneira muito própria e bastante pessoal. O livro tem um aspecto bem semelhante ao de um diário. A quantidade de violências e abusos é do começo ao fim; aí não quero entrar naquela pilha de que “o que ele não deve ter feito com um chefe de família”, mas de que existem regras mínimas de convivência e sobrevivência humana, seja numa favela, numa guerra ou num presídio. \r\n\r\nO livro tem um festival de reflexões, análises e violência; de todas a que mais chamou a minha atenção foi uma que aconteceu na barca que levava os presos do continente para a Ilha Grande. Numa dessas idas de William, ele conta que alguns presos já iam sendo estuprados durante o trajeto. O desrespeito era total entre TODOS e entre ELES próprios. \r\n\r\nEssa onda de fazer um homem “casar” com outro dentro da cadeia era o maior esculacho. Essa “modalidade” diminuiu bastante depois que permitiram as visitas íntimas. Boa parte desses problemas aconteceu com o aval e com “firma reconhecida” do Estado. \r\n\r\nNa época da ditadura (em que passa a maior parte do livro), assalto a banco era considerado crime contra a “segurança nacional” e fazia com que todos os presos fossem enquadrados dentro dessa lei. Foi nessa que juntaram “comuns” e “políticos”. Mesmo entre eles existiam muitas diferenças, pois segundo o autor os presos políticos por serem de classes mais abastadas tinham alguns benefícios; já eles, os proletários, não tinham as mesmas condições oferecidas. \r\n\r\nWilliam tem o dom de escrever no “tocante da alma” (a mãe de um amigo meu extremamente religiosa é que falava dessa maneira quando alguma coisa era bastante profunda), fazendo com que detalhes de tentativas de fuga, espancamentos, solitárias etc possam ser vistas ou mesmo sentidas e ouvidas por nós, leitores. \r\n\r\nBoa parte da vida do Professor foi passada atrás das grades; nesse momento (se não me engano), ele ainda está preso em Bangu III. Não sei como ele vê as atuações do Comando Vermelho hoje em dia, mas gostaria de saber se era exatamente isso que eles tinham idealizado há mais de duas décadas. De qualquer maneira, vale a pena ler o livro do Professor. Se você quiser, pode fazer como eu: pegue emprestado com o Écio; quem sabe ele ainda tem coragem de emprestar pra alguém.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (21, 1, 'Rotina sadia', 'Manhãs de sábado pra mim significam olhar as gravações dos telejornais da noite anterior (quando eu não vejo de madrugada), levantar, ligar o computador e ir direto nas colunas do Zuenir, no Globo e no “No Mínimo”. Fico lendo e relendo as partes que eu acho mais interessantes. Engraçado que quando eu fui apresentado ao Zuenir em 1993, nem sabia de quem se tratava. Quem me apresentou já fazia todas as referências ao mestre. Eu, como um ser desinformado, tratei com muita naturalidade. No lugar onde estávamos, acho que somente umas três pessoas sabiam quem era o “home”. As outras centenas de pessoas como eu nem faziam idéia.\r\n \r\nTivemos a honra de contar com a sua ilustre presença no nosso primeiro evento em Vigário Geral. Dias depois ficamos sabendo que “aquele senhor” iria escrever um livro que mudaria a nossa história e de toda a comunidade. As relações do Afro Reggae com Zuenir foram se estreitando cada vez mais no decorrer dos anos, principalmente quando tínhamos algum problema. Mais do que acionado, Zuenir era, ou melhor, é intimado a pegar o seu quepe e pilotar o problema junto com a gente. Quem manda dar confiança ?\r\n \r\nMantendo o giro pela internet vou bailando por outros sites e colunas e vou bater cartão no Gerald (o Thomas, que escreve toda a terça no JB). Saio de lá direto para o Viva Favela pra ver qual é a “bomba da semana” do Def “Tomahawk” Yuri. Sigo o meu rumo sem lenço e sem documento, em busca de mais noticias e informação.\r\n \r\nDe repente me lembro de alguma música, dou uma corridinha no Kazaa, baixo alguma coisinha, pois ninguém é de ferro. E eu prometi fidelidade canina e noturna (prefiro baixar de noite com mais tranqüilidade e menos telefonemas me acionando). As horas vão passando e vou ver ser já estão disponíveis a Veja e a Isto É da semana. Adoro ler a Veja Rio e a Veja SP, só pra ficar conectado nos eventos que tão rolando nas duas cidades. Nessas horas tenho que voltar ao Kazaa (mesmo sendo de tarde ainda) pois essas publicações acabam estimulando o meu desejo de consumo e acabo baixando coisas e mais coisas. Que vicio !!!!!!! \r\n \r\nVolto a me concentrar na noticia. Lembro-me de alguma viagem que tenho que fazer. Pra onde? Ah, nos próximos dias estou indo para Belo Horizonte e depois para São Luis do Maranhão. Pra qual cidade eu vou me tele-transportar primeiro ? Já sei! Vou pra São Luis, quero ver o que me espera. Quero ver o Tambor de Criola, o Boi, as radiolas de reggae antes de baixar naquela terra maravilhosa. No meio do percurso sinto uma grande atração de baixar alguma coisa, não! Agora não! Acho que uma musiquinha não vai fazer diferença. Uma voz mais alta diz que não! Devo me concentrar no texto que fala sobre a “Festa do Divino”.\r\n \r\nCaramba, lendo isso me sinto um pouco como o Hermano Vianna. Se eu fosse intelectual eu queria ser um misto de Hermano Vianna com Silvia Ramos. Ambos são de uma alegria e de uma serenidade de fazer inveja. As horas continuam pulando e começam a aparecer um monte de compromissos agendados. Vou tentar fazer vista grossa, só que o telefone começa a tocar, o rádio apita como um mestre de bateria de escola de samba, não tenho como fugir, pois mesmo na minha casa, a galera vem me seqüestrar no final de semana. Já vou, Já vou!!!!\r\n\r\nJosé Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae. \r\n \r\n\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (22, 1, 'Maior vício', 'Duas semanas antes do carnaval eu consegui finalmente marcar uma reunião com um financiador de projetos sociais. O cara que tem poder pra “caramba” ! Era de uma simplicidade tremenda. Falávamos sobre nossas vidas pessoais, filhos, violência (tema presente em todas as rodas) e quando falamos em música os olhos dele começaram a brilhar. Me olhando nos olhos e com os dele brilhando ele me perguntou se eu conhecia o site Kazaa.\r\n\r\nDa maneira mais natural do mundo eu falei que não, e ele me deu uma contra-resposta-questionamento: “Como não ?!” Sabe quando você tem aquela sensação que todo mundo sabe de alguma coisa, só você que não ? Foi exatamente isso que eu senti. Na mesma hora ele virou o notebook dele na minha direção e mostrou como baixar o programa na internet e as inúmeras possibilidades que esse site-programa tinha, muito superior ao Napster, o Kazaa permite que você baixe musica, imagem, vídeo e documentos, é o bicho !!!!!!! Fiquei de bobeira. Mergulhei na empolgação dele e fui embora no papo que não era o que me motivou a estar ali, mas tudo bem.\r\n\r\nOs olhos dele que já não mais brilhavam, pois já tinham se transformado em refletores, contava junto com a sua boca um dos seus grandes feitos, ter baixado versões raras do Jimi Hendrix, Beatles, entre outros. Na segunda-feira de carnaval quando eu retornei de Salvador, eu resolvi instala-lo no meu computador (é só fazer o downlond, super rápido) e comecei a minha pesquisa. Batizei a minha primeira busca no Kazaa com o nome “AfroReggae”. De cara apareceram algumas músicas e a versão de “Até Quando” do Gabriel O Pensador que nós tocamos com ele no VMB da MTV em 2001, caramba ! Nem a gente tinha essa versão em áudio gravado !!!! Depois coloquei o nome do Ayrton Senna e consegui vídeos maravilhosos da carreira dele e a cena da câmera de dentro do carro dele no trágico primeiro de maio de 1994.\r\n\r\nAs horas foram passando e eu fui baixando arquivos do Massive Attack, Almir Guineto, Funks, lutas do Muhamada-li (quando ainda se chamava Cassius Clay), gols do Romário na época do PSV, Barcelona, Flamengo e tudo mais que eu digitava o nome. Tudo que eu tentei comprar nas lojas do Queen e não tava achando, no Kazaa eu encontrei. Quando eu percebi, o meu primeiro dia de “visita” ao Kazaa durou dez horas e cinqüenta e sete minutos. No segundo dia a pesquisa foi mais pesada, mas eu já não fiquei tão de frente pra tela, colocava os nomes no ícone de busca e “meti o pé”. Madrugada a dentro o computador ia baixando tudo que eu queria.\r\n\r\nA minha grande felicidade foi quando eu acordei e vi uma parte do meu sonho de consumo dentro do meu computador. No terceiro dia eu me dei ao luxo de ir na locadora pegar uns vídeos (que eu nem procurei saber se tinha no Kazaa), mas deixei o bichinho ligado trabalhando. No decorrer dos dias eu continuei nessa busca permanente e incansável, despertando vários sentimentos, tinha hora que eu achava que era um bandeirante, meio predator, meio pesquisador e também meio surrupiador (ou completo ?).\r\n\r\nTrês semanas depois me transformei de maneira voluntária numa espécie de relações publicas do Kazza, todas as pessoas que apareciam na minha casa tinham que ouvir e assistir parte das centenas de arquivos que eu tinha baixado. Não posso negar que o mesmo vírus injetado pelos “olhos refletores” do meu amigo de cima em mim eu repassei para os outros e sem camisinha.\r\n\r\nNum desses dias de “caça” voltando cansado e motivado pelo quantitativo conquistado, já era umas quatro e pouca da manhã, fui tomar um banho e depois na hora de escovar os dentes fiquei me olhando no espelho e me vi com o mesmo brilho no olhar igual ao dos “olhos refletores”. A diferença é que os olhos dele eram azuis e os meus são negros. Acho que eu to mais do que dentro dessa confraria.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (22, 2, '', '');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (23, 1, 'O Ministro e as Ministras', 'Pelo segundo ano consecutivo eu passei o carnaval fora do Rio. O primeiro foi no ano passado em Itaipava, quando resolvi ir para um lugar tranqüilo para poder organizar o meu computador (que é conhecido como “ganha pão”) e iniciar a leitura do livro “Che Guevara, Uma Biografia” de Jon Lee Anderson (o mesmo que me deixou mal na imigração dos EUA em Porto Rico – Artigo “Que Deus Proteja os Estados Unidos”).\r\n\r\n\r\nJá nesse ano, a convite do Gil e da Flora, nós partimos para mais um desafio, encarar um trio elétrico em Salvador. Semanas antes, achávamos que seríamos mais uma das participações especiais durante o show do Gil, só que os planos deles (Gil e Flora) era meter a gente sozinhos no sábado do dia 01 de março, no primeiro dia de carnaval. Seria a primeira vez que o Trio Elétrico Expresso 2222 sairia no sábado, já que tradicionalmente ele só saía no domingo e na terça de carnaval.\r\n\r\nNa sexta (28.02), quando nós chegamos em Salvador, assistimos a saída do Expresso com Gil, Tony Garrido, Sandra Sá, Armandinho e Durval (do Asa de Águia) foi a maior pedrada !!!! Eu estava na sacada do camarote 2222 (um prédio onde funciona um bingo, desativado no período do carnaval) do lado da primeira dama da cultura e do prefeito de Salvador Antonio Imbassahy que estava acompanhado pela sua esposa (que eu não sei o nome, mas era muito simpática). Como eu não quero entrar no mérito que todos os colunistas sociais fizeram de ficar falando dos vips do camarote, eu prefiro fortalecer a presença do povo que se deu bem (essa gente somos nós do Afro Reggae) e mais o JB de Vigário Geral (que também é do Afro Reggae e foi contratado pela GeGê Produções para trabalhar na produção do evento), o Soca e o Robson Pacífico, ambos da Rocinha.\r\n\r\nRobson por sinal, vivia o melhor momento da sua vida, pois a sua música “Dona da Banca”, cantada pela Daniela Mercury, estava estouradaça. Ele virou atração. Todos os trios que passavam tocavam músicas de sucesso, principalmente músicas da Bahia. Fiquei pensando, e nós do AfroReggae ? O nosso repertório era praticamente o mesmo com inclusões de musicas do Rappa, Cidade Negra, Gabriel O Pensador e alguns funks antigos que enalteciam as favelas.\r\n\r\nAs horas corriam com uma velocidade impressionante durante o carnaval, devagar mesmo, só a velocidade dos trios. Eis que chegou a nossa vez com quatro horas de atraso por causa de um engarrafamento de trios no circuito Barra-Ondina. Assim que a Fafá (Giordano) deu o start, iniciamos com uma releitura de “Que país é esse”, daí por diante metemos um monte de bronca. Não tínhamos a obrigação de utilizar jargões do tipo: “Levanta a mãozinha” ou “Sai do chão”. Também era óbvio que não estávamos dentro da favela pra fazer discursos sociais, mas não dava pra fugir muito dessa regra, já que somos assim e fomos criados para agir dessa maneira.\r\n\r\nForam 5 horas tocando interruptamente. Haja garganta, punho e perna pra agüentar o tranco, eu vi neguinho descendo do trio esgotado. Gil e Daniela além de terem os dois camarotes mais concorridos também puxam um movimento dos trios sem corda, permitindo assim a participação de todos democraticamente, mas é óbvio que isso só é possível se rolar patrocínio. Pior é que alguns trios têm patrocínio e mesmo assim ainda cobram de 400 a mil reais por um abadá.\r\n\r\nJá que estamos falando de democracia e “corda”, não tem como não reforçar o coro dos indignados que todo ano falam que a presença do negro só é vista do lado de fora das cordas. Quando ele esta na parte de dentro é quando ele faz parte da equipe de apoio e segura a mesma pra que não haja invasão. Gil é cercado de uma equipe de mulheres extremamente competentes. São profissionais de altíssimo gabarito. Elas são as “ministras do ministro”. Flora, Fafa, Meni, Maria Gil, Cristina Dória, Marina, só tem mulher no primeiro escalão da Gegê. Elas é que tocam a carreira e as produções de tudo que ele esta envolvido, menos o ministério. Será que essa é a fórmula do sucesso do cara? \r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (23, 2, '', '');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (24, 1, 'Passando o tempo', 'Geralmente quando eu viajo de avião, gosto de ler alguma coisa, de preferência um livro (o meu interminável é o Chatô) ou o jornal do dia. Sempre que eu passo pela comissária de bordo na entrada do avião, costumo pegar os dois (O Globo e o JB) e quando tem um terceiro de SP, acabo, na gula, apanhando-o também. Só que às vezes eu não levo nenhum livro e quando vou pegar o jornal, ele já acabou. Aí, pego a minha agenda fico vendo todos os compromissos das próximas semanas, depois leio os meus últimos compromissos. Acabo lendo minha agenda inteira. Há outras técnicas que utilizo pra passar o tempo durante vôo: cálculos intermináveis de projetos sociais, de comunidades que eu já visitei, onde deveríamos montar o novo núcleo do Afro Reggae etc. Teve um dia em que eu fiquei calculando quantos amigos de verdade eu já tive. Pelas minhas contas, eu sou um grande privilegiado, a cada ano faço mais e mais amigos. E não tô falando daquele tipo de pessoa que você mal conhece e diz que é seu amigo, tô falando daquele brother, irmão camarada que fecha contigo em tudo.\r\n\r\n\r\nEu já tive experiências de amizades inesquecíveis. Fiquei até pensando em listar aqui, mas é tanta gente! Engraçado que eu pensava que eram uns 10 ou 12, mas no meu caso não é não. Ultimamente eu me surpreendo com o tipo de amizade que faço, às vezes não acredito que me tornei amigo de uma determinada pessoa que não gostava e, de repente, passei a ter uma afinidade e o vejo no meu rol de amigos. Como??? O que aconteceu??? Sei lá, são coisas da vida. O meu primeiro-melhor amigo foi um garoto de 12 anos, gordo e sagaz, que se chamava Guilherme, o “gordo”, ou melhor, o “jordo”, como eu gostava de chamá-lo. Ele me deu a maior prova de amizade da minha vida.\r\n\r\nNo início dos anos 80, assim que chegou o McDonald`s ao Rio, nós víamos aquele anúncio que passava na TV, do gelo em cubinho quadradinho, da batata frita fininha e do famoso jargão: “Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles num pão com gergelim”. Todo mundo cantava essa musiquinha do Big Mac, até mesmo eu – que não gosto de queijo, cebola, picles etc. – era mais um crooner pagante do McDonald’s. Eu e o Guilherme juntamos um mês o nosso dinheiro pra comprar um hambúrguer e uma Coca-Cola. Nós fomos a pé da Rua do Senado, no Centro Residencial do Rio, até a Rua São José, no Centro Comercial.\r\n\r\nNa volta, a nossa comemoração foi um pouco, digamos, eufórica demais. Retornamos pela Rua Uruguaiana e aproveitamos que era um sábado à noite e resolvemos chutar as portas metálicas das lojas. Fizemos isso por pura onda babaca. Naquela época você quase não cruzava com viva alma no Centro do Rio. Num desses chutes, uma das portas disparou o alarme. A gente, no pânico, saiu correndo – pra quê!? Surgiu um monte de policiais de arma em punho, achando que a gente tava arrombando as lojas. Eu que era recém-chegado ao Centro do Rio (antes eu morava em Bonsucesso), fiquei desorientado com aquela movimentação e com o Guilherme correndo em zigue-zague. Pra falar a real, o subúrbio era um paraíso comparado ao Centro, com aquela quantidade de prostituição (de ambos os sexos), jogatina (cassinos clandestinos que rolavam na época), tráfico e, como dizia a galera, a porra toda.\r\n\r\nQuando os policiais começaram a atirar para o alto, eu, que tinha uns 12, 13 anos, congelei. Engraçado que eles me pegaram justamente na porta da loja na Uruguaiana onde atualmente funciona um McDonald`s. Já no caso do Guilherme, os tiros só serviram pra fazer ele correr ainda mais. Mesmo sendo um garoto obeso, ele corria muito, acho que da molecada era ele que tinha o melhor preparo físico nas nossas peladas. Ele abriu uma distância absurda, tinha cruzado rapidamente o Largo da Carioca. Quando eu comecei a tomar porrada da polícia, ouvi o sussurro de um dos policiais: "Ih, ó lá!".\r\n\r\nParecia inacreditável aquela cena, mas o Guilherme estava voltando. Os policiais se colocaram em posição de tiro, achando que ele estava armado. Na verdade, ele havia voltado pra apanhar junto comigo. Acabou apanhando mais do que eu, devido ao abuso. Os policiais bateram nele com raiva, enquanto em mim foram umas porradas pra aprender a lição e nunca mais fazer traquinagens. No percurso de volta eu perguntei ao Guilherme por que tinha voltado. Ele me rebateu: porque eu era amigo dele. Eu disse na hora que eu não teria voltado por causa dele, mesmo assim ele disse que voltaria de novo, porque era meu amigo.\r\n\r\nDepois disso, eu vivi outras situações de conflito muito piores. Na maioria das vezes eu tinha que optar entre o lado mais forte e o mais fraco. Eu nunca tinha dúvida, acabou virando uma obsessão me colocar do lado do oprimido. O tempo foi passando e apareceram outros amigos, alguns com apelidos exóticos como lesado, cavalo, Wladimir, Thriller, Sarará, Zé Paraíba, entre outros. Sempre fui bastante preso a esses caras. Muitos, mesmo sendo jovens, já faleceram. Quinze anos depois dessa aventura na Rua Uruguaiana, eu perdi o meu melhor amigo em todos os tempos, o Guilherme. Por muito pouco ele não entrou no Afro Reggae, quando a gente começou. Foi uma perda sentida e um elo da minha vida que se partiu. Mas não quero terminar em tom de tristeza, já que horas depois do acontecido, no caminho de volta da surra, nós começamos a rir de tudo aquilo. Coisas de moleque.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.\r\n\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (25, 1, 'Depois dos 10 primeiros anos', 'Escrevi esse texto na quarta-feira do dia 29/01. Não fiquei muito a fim de publicar, pois achei que era muito pessoal e falava de um tema maciçamente divulgado na imprensa durante o mês de janeiro. Mas como tive várias respostas positivas pra quem eu enviei, resolvi publicá-lo na íntegra e sem adaptações.\r\n\r\nSão 1:19 da manhã de uma quarta-feira em que a chuva castiga bastante a cidade, e quem sabe o estado ou o país. Começo a ficar preocupado, pois na próxima sexta temos mais um Conexões Urbanas, numa comunidade ansiosa chamada Itaquê. O show seria no domingo passado, mas essa mesma chuva, que não pára de cair, impediu a realização do evento. Chuva que no dia 21 deste mês, data exata dos 10 Anos do Afro Reggae, caiu de maneira avassaladora na cidade. Nesse dia realizamos a exposição fotográfica dos 10 Anos do GCAR, onde um feliz Ierê (Ferreira) sorria, uma vez que há muitos anos ele vem insistindo em montar uma exposição sobre o nosso trabalho. (Taí Ierê, você agora é curador.) Vimos nesse mesmo dia a despedida de 3 garotos do projeto Levantando a Lona. Não poderia ter sido uma despedida melhor, Ratinho, Tiquinho e Maxwell foram contratados, pelo período de um ano, pelo circo americano Universoul. Naquele dia, no Teatro João Caetano, eles fizeram a sua última participação no espetáculo Circo Etéreo. E ainda havia outros 4 jovens que também fazem parte do Levantando a Lona e foram indicados pela Vandinha, da Intrépida Trupe, pra fazerem parte do elenco da peça teatral Alice no País das Maravilhas. A peça irá estrear no dia 01/02 nesse mesmo palco. Além de tudo, deu pra perceber que rolava uma certa intimidade dessa mulecada com o palco.\r\nOs MCs Tony Garrido e Fernanda Abreu, dois amigos, aliados e parceiros de longa data, foram os apresentadores da quarta edição do Prêmio Orilaxé. Vê-los ali era como dizer: "quem diria, dois ícones da MPB apresentando o evento de um grupo de loucos e sei lá o quê", isso me remetendo a dez anos atrás. Hoje, com 34 anos, ainda me sinto com os 23, 24 quando tudo começou – pra falar a verdade, me sinto ainda com 18. Tive o prazer de ficar uma parte do evento deitado atrás do palco, olhando tudo de numa posição desprivilegiada, vendo os nossos erros, o nervosismo e curtindo os momentos anteriores ao embarque dos 3 meninos do Levantando a Lona. Muita gente ficou surpresa, já que em vez de uma das nossas bandas, colocamos o nosso grupo de circo. Por que motivo? Porque as pessoas, quando pensam no Afro Reggae, pensam em batucada? Que bom ter batucada, mas também é muito bom ter o circo, ter o Zuenir arrancando o choro do Altair na entrada do prêmio (na categoria jornalismo), ou mesmo o Marcelo Yuka, que chegou atrasado por causa da chuva e perdeu o discurso emocionado do Falcão (que recebeu o prêmio na categoria cantor). Yuka nos presenteou com a sua presença e com a entrega do prêmio, na categoria direitos humanos, ao mestre Luiz Eduardo Soares. Yuka me lembra o tempo que tínhamos que saltar do ônibus pela porta de trás pra entrevistar alguma estrela do reggae que estava de passagem pelo Brasil. Ficávamos horas aguardando até conseguirmos algum depoimento para o Afro Reggae Notícias. Passávamos o dia sustentados por uma dieta rotineira de um pastel e um caldo de cana (um pra cada, pra que mais?).\r\nOs outros dias no SESC Tijuca foram, talvez, os momentos mais importantes dos 10 Anos, uma vez que tivemos vários SubGrupos estreando. Eram 3 bandas e um SubGrupo de Dança mostrando o que as favelas têm como contraponto a todo rótulo que ela sofreu ao longo desses 30 anos de narcocultura, ou narcoditadura, ou narcodescaso. Um desses SubGrupos, o Tribo Negra fez um show que parecia o show da vida deles, e na verdade era. Os meninos tinham uma força tão poderosa que me remeteram ao início de tudo, quando Vigário só era conhecida pelo terror. A violência com que eles tocavam os seus instrumentos tinha muito a ver com os primeiros gritos de sobreivência que ecoavam dos instrumentos do Tafaraogi, emprestados para a oficina de percussão do Afro Reggae em Vigário. Altair, Paulo, Cleber, Jacson, Tota, Ninho, Birinha, Coquinho, Luiz, João, Bruno, Eduardo e Bonitinho – eles estavam representados ali. Só que os rostos e o sorriso estavam diferentes, eles não tinham o "nosso medo", pois a cultura do pânico fora substituída pela cultura da cultura, pela cultura de verdade, ou da verdade. A nova safra já não tem tantas dúvidas, já chega com uma cara e um visual "meio de artista".\r\nAntigamente eu sabia o nome de cada um que dizia fazer parte do Afro Reggae, agora eu não sei o nome da maioria. Vocês podem não acreditar, mas eu sofro muito com isso. Tô olhando pela minha janela e percebi que a chuva parou, são 01:52. Ela também parou nos dois dias em que fizemos os eventos no SESC. Nesses dois dias arriscamos a organizar debates, coisa que nunca tínhamos feito. Só chamamos amigos, Titio Rubem, Marcelo Garcia, André Urani, Lu Petersen, Major Miriam, Bill, Ricardo Henriques, Sílvia Ramos, Rosana Heringer e dois peixes do cardume, a Márcia e o Écio.\r\nNo último dia de comemoração, abriu o maior solzão. Que tranqüilidade! A espaçonave que lembrava o Conexões estava armada, pronta pra decolar com os shows da Makala, AfroReggae, Caetano e as participações de Lenine, MV Bill, Pedro Luis & a Parede, Sandra de Sá, Frejat, Jorge Mautner e Nando Reis. A noite veio chegando e aquele som de terremoto também. Às seis e pouco da tarde caiu uma chuva gostosa – “Ih demorou. Logo, logo passa!” Passou mesmo, daqui a pouco a Lapa começa a lotar e chega a hora do Márcio (Libar - apresentador do evento) fazer a sua performance. Ao som de "Assim Falou Zaratrusta" ele entra em cena roubando o palco (pois tudo que ele faz, acaba tomando de assalto, é da personalidade dele). Chama o Makala, era a quinta estréia desses 10 Anos. No meio do show, o meu celular não pára de tocar. Algumas ligações eu não tinha como atender, até que resolvi atender uma: era o Gerald Thomas me dizendo que em Ipanema estava chovendo muito. Ele me perguntou se iria rolar o show assim mesmo. Eu respondi que sim, pois na Lapa tava tudo tranqüilo e já tinha chovido. Quando acabou o show do Makala e entrou a Banda AfroReggae, o som de "terra tremida" abre o bocão e começa a despejar a sua saliva por mais de 4 horas, parando a cidade e trazendo o caos. Esse história começou a rolar por volta de 11 horas da noite. Eu e todos que estavam em cima do palco pensamos: "Já era, acabou o evento". O público resistiu bravamente. Os balões (blinps) dos parceiros rodopiavam, com a força do vento, num balé assustador, pois tinha hora em que os balões davam a impressão de que se chocariam contra o público. Como diz o Jairo Cliff, “o negócio foi punk”. A banda AfroReggae incorporou o espírito do lançamento do espetáculo Nova Cara, ocorrido nesta mesma Lapa, em 1998, num evento em que tudo havia dado certo. A chuva, que parecia ter vindo caprichosamente pra atrapalhar, acabou consolidando. Segundo o Márcio Libar, as pessoas que foram embora eram aquelas que fizeram alisamento japonês e chapinha e não queriam desmanchar o penteado, mas o verdadeiro público da Lapa tinha ficado. E ficou mesmo! Ver aquelas pessoas "dançando na chuva", transformando a batucada sagrada em festa, em ritual – e mais uma vez não saindo nenhuma confusão nos nossos eventos – era um momento nirvânico.\r\nO inacreditável tava acontecendo ali. Parte da cidade sem luz, alagada e as pessoas comemorando e dançando. O penúltimo telefonema que eu recebi foi de uma Paula (Lavigne) e de um Caetano desesperados, não por causa da chuva em si, mas pelo que ela causou. Ele estava preso e não conseguia chegar à Lapa. Tava tudo dando tão certo em vez desse fato ter gerado problema, uma vez que ele era o artista que encerraria a noite, o que aconteceu foi que o público assimilou bem e aplaudiu a ousadia dele em tentar chegar de qualquer forma. Mas, fazer o quê? Olha, que há quatro anos que a gente tenta trazê-lo para as nossas festas de aniversário e, finalmente quando o homem decide vir, acontece um negócio desses. Ou não era pra ele vir ou é pra ele tocar na festa dos onze anos, não sei.\r\nComo nem tudo é perfeito, o último telefonema da noite foi da Etiene - aquela menina que tá sempre filmando o Afro Reggae em tudo. Ela estava desesperada porque havia esquecido a câmera dela dentro do táxi, com todas as fitas do show. Vamos torcer pra câmera dela aparecer e as fitas também. Queria agradecer de coração a ARTPLAN (Beto, Cristina, Juliana, Roberto e a Roberta Medina), Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio (Ana Maria Maia), Conspiração Filmes (Andrucha, Carolina Jabour e ao Tim Maia), Fundação Ford (Denise Dora, Elizabeth Leeds e Sonia Mattos), MPB FM (Meinha), O GLOBO (Mário Rigon), Rede Globo (aos "Luíses" Roberto e Erlanger), Secretaria Municipal de Trabalho e Renda da Prefeitura do Rio (Marcelo Garcia) e o SESC - RJ (Bruno, Dionino, Maria José e a Simone).\r\n\r\nGente, até o mês que vem! Dez Anos do Afro Reggae será o ano inteiro.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (26, 1, 'Baixando em Porto Alegre', 'Constantemente chegam e-mails de Porto Alegre pra mim, perguntando sobre o nosso retorno àquela cidade. A nossa última estada foi em outubro do ano passado, numa espécie de "Complexo do Alemão" deles, uma vila (bairro pobre) conhecida como Restinga. Fomos àquela comunidade para participar do Primeiro Fórum das Escolas Municipais da Restinga e a fim de fazer uma espécie de Escolando a Galera, versão Sul. A Secretaria Municipal de\r\nEducação, da Prefeitura de Porto Alegre, juntou seis escolas da região para participar dessas duas atividades.\r\n\r\nAs atividades aconteceram na Escola Municipal Lidovino Fanton e no Centro Comunitário da Restinga (CECORES). O mais interessante, para nós, foi quando os meninos, um de mais ou menos 11 anos e um outro de 12, nos convidaram pra dar uma volta pelas ruas da comunidade depois do almoço.\r\n\r\n\r\nEnquanto estávamos na escola, as perguntas eram mais centradas no nosso trabalho social: como iniciamos o projeto e um pouco das nossas vidas pessoais. Nesse papo, estavámos eu, Anderson, LG e Altair – todos artistas da Banda AfroReggae. Mas durante o percurso pelas ruas da Restinga Velha, eles começaram a falar da realidade do local, como o tráfico, o medo e o terror que imperam naquela comunidade.\r\n\r\n\r\nDentro da Restinga existe uma guerra de duas famílias de traficantes: Os Miltons e os Primos. Segundo aqueles meninos, na Restinga já há fuzis e pistolas. Alguns elementos metodológicos dos "comandos cariocas" já chegaram àquela comunidade.\r\n\r\nO público que foi assistir ao show no CECORES era formado por crianças, jovens, educadores, gente da Prefeitura e ongueiros. Duas figuras marcaram aquele dia: primeiro a do Luiz Eduardo Soares, que foi assistir à palestra na escola; depois, a do DJ Everton, que faz parte do grupo Black Time, acabou se integrando à família AfroReggae e nos acompanhou durante toda a nossa permanência em Porto Alegre.\r\n\r\n\r\nÀ noite, tivemos que nos dividir, uma vez que a programação era extensa: entrevistas em rádios e TV, debates (evento Universo das Tribos, na Usina do Gasômetro) e a participação no show da banda de reggae gaúcha Chimaruts. Eu me descolei da banda, pois os meus compromissos ficaram mais voltados para os debates e conversas com o movimento social e a galera da Prefeitura.\r\n\r\nNós estávamos em Porto Alegre numa sexta-feira (18/10), às 22:00, e a grande atração daquela noite era o showmício do Lula e do Tarso. Numa "cidade petista", onde é normal ver os pais levarem os filhos para a escola, ambos segurando uma bandeira vermelha do partido; e também onde os gremistas, graças à rivalidade com os colorados, mudarem as cores do PT para as cores do tricolor gaúcho. Eu tive que ver de perto. A Marta Porto, da Unesco, já tinha me falado dessa militância, que boa parte do Brasil não conhece. Ao chegar próximo do Largo da Epatur, local onde acontecem os grandes comícios, e ver aquela ola de bandeiras tremulando, sustentadas por mais de 80 mil pessoas, ao som do hino gaúcho, experimentei uma emoção que só quem esteve presente pode descrever. Essa energia foi a mesma que senti no início da década de 80, quando ouvi Planet Rock, do Afrika Bambatta, a primeira música da era funk/hip hop.\r\n\r\n\r\nFui convidado pela coordenação da campanha do Tarso para subir no palco. Ver de frente aquela platéia conferiu sentido à palavra showmício. Lula, Tarso e Olívio faziam o que queriam com o público, no melhor sentido da expressão. A energia era a mais irradiante possível. Ver aquelas senhoras de cabeça toda branca e crianças, junto com outros milhares de adultos, vibrando, mexe bastante.\r\n\r\n\r\nA minha presença no palco despertou uma curiosidade na galera: "A que horas a banda de vocês vai tocar?" Tive que explicar o tempo todo que não fazíamos campanha política por uma questão institucional. Mesmo ficando atrás da linha de frente que tampava o palco (preferi ficar no fundo), fomos convidados a dar um depoimento antes do Tarso. Ali eu percebi como o povo da Prefeitura leva fé no nosso trabalho, pois queriam que nós falássemos antes da penúltima fala — depois seria o Tarso e, por último, o Lula. Preferi não dar esse depoimento para evitar futuros problemas.\r\n\r\n\r\nDepois desse dia, o que rolou foi chuva e muito bate-papo no hotel, uma vez que o show na Usina do Gasômetro (20/10) tinha sido cancelado. Na segunda-feira (21/10), a nossa trupe embarcou de volta para o Rio, ficando apenas eu e Altair para os últimos compromissos: um workshop para os grupos afro locais e uma palestra no Instituto Santander.\r\n\r\n\r\nFazendo um rápido balanço de Porto Alegre, deu pra sentir que esse estreitamento de relações, que começou em abril, não deve parar mais. Fizemos questão de esclarecer que as nossas metodologias podem servir apenas em parte para os grupos locais. Queremos dizer com isso que os resultados obtidos no Rio não serão necessariamente reproduzidos em Porto Alegre, já que são realidades e culturas diferentes.\r\n\r\n\r\nNão queríamos cortar a esperança da galera, mas também não podíamos deixar as pessoas achando que tudo que fazemos no Rio pode dar certo incondicionalmente. Pintaram mais convites para montar Núcleos do GCAR naquela cidade. Alguns dos nossos projetos específicos chamaram bastante a atenção. Por exemplo, o Kizumba, os SubGrupos, o novo Centro Cultural, o Escolando a Galera e o Conexões Urbanas. As nossas relações com a Ford, Prefeitura do Rio, Grupo Pão de Açúcar e com os artistas despertavam sempre muito interesse, sendo que várias pessoas queriam saber detalhes, notadamente sobre como fazíamos para gerar recursos.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (27, 1, 'Foi dado o start', 'Iniciamos em novembro a produção da festa de dez anos do Grupo Cultural AfroReggae, que vai acontecer entre os dias 21 e 24 de janeiro de 2003. Não faremos a comemoração em um único dia, mas em quatro. Além da premiação e da apresentação dos subgrupos do Afro Reggae (oito bandas, duas trupes, um grupo de dança e um coral), o evento também terá o lançamento do livro Da favela para o mundo, uma exposição fotográfica com as principais imagens de 1993 até 2002, além de debates e um super show (provavelmente) nos Arcos da Lapa. Para garantir o evento, estamos fechando algumas parcerias que o tornem viável. Na ocasião, ainda serão lançados alguns dos novos subgrupos, como o Afro Mangue e a banda de reggae Kitôto, ambos de Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nHoje o pensamento e o discurso do AfroReggae estão cada dia mais voltados para a agregação e o desenvolvimento humano. Por isso, estamos investindo na formação de jovens lideranças, na qualificação de artistas e principalmente na formação de platéia. Dois projetos desenvolvidos recentemente vêm atingindo um público que não está acostumado a ir ao teatro, ao circo ou a shows em geral: o espetáculo Circo Etéreo, do Levantando a Lona, que acontece no Anfiteatro Benjamim de Oliveira, no Morro do Cantagalo, e o projeto Conexões Urbanas, desenvolvido em parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAmbos são realizados no miolo das favelas. Com isso, estamos viabilizando dois projetos distintos: o artístico e o do público. Sabe o que é receber um show do Caetano Veloso dentro do seu quintal? Ou ver uma molecada, que poderia estar no sinal jogando bolinha, atuando como artista dentro de um espaço estruturado para apresentações dentro da favela? Essa é uma das marcas destes dez anos. Em breve estaremos divulgando a lista dos premiados nas 12 categorias do Orilaxé (a cabeça tem o poder da transformação), o local e toda a programação do evento.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (28, 1, 'Estupro contra a cidadania', 'Quando eu era moleque, meu pai e meus amigos mais velhos me diziam que se um homem passasse a mão nas nossas partes íntimas, isso era um desrespeito. Acho que quando eu era menor, nas décadas de 70 e 80, realmente esse conceito poderia prevalecer, pois hoje em dia, tem gente que leva mãozada na bunda quase que diariamente. Antes, eram as bundas femininas as mais alisadas, hoje, tenho dúvidas.\r\n\r\nA razão desse papo, sem pé nem cabeça, falando de mão e bunda, é que sexta-feira, dia 08/11, eu passava de carro pela rua Marquês de Pombal, no Centro do Rio, e vi um engarrafamento anormal na porta do jornal O Globo, na esquina com a Irineu Marinho, por volta da meia-noite. Não dava pra ver bem, mas como o local sempre tem um certo tumulto de kombis e caminhões - nada que gere parada no trânsito - fui chegando mais perto. Foi quando vi um homem à paisana, com uma pistola na mão tirando passageiros de um táxi. Pensei em dar ré e sair batido, mas já se formava uma fila atrás do meu carro, não tinha como. \r\n\r\nQuando os carros passaram a andar, percebi que aquilo poderia ser uma blitz: tinha tanta gente armada que eu procurei não pensar no pior. Eles afunilaram a rua e só passava um carro por vez. A maior loucura de tudo é que havia muitos homens, que eu julguei serem policiais, mas nenhuma viatura - estavam todos a pé.\r\n\r\nNa minha vez de passar, o policial gritou: "encosta, encosta logo!". Quando eu parei o carro, vi um garoto que parecia ser menor de idade, sendo aterrorizado. Um policial segurava-o pelos cabelos, de cara pra parede. Na minha frente, tinha um outro táxi com quatro jovens, também super assustados. Minha única certeza de que a blitz era da polícia se devia ao fato de que na lateral da Marquês de Pombal tem uma entrada para Academia da Polícia Civil. O policial que me abordou veio na minha direção, já mandando eu ficar de costas para o carro. Saiu passando a mão naquilo que suponho que ele podia e naquilo (que também suponho) não poderia. A sensação é de que você está sendo estuprado, violado em todos os seus direitos, pois como um tarado-maníaco, esses policiais não conversam e não te seduzem, saem logo querendo meter a rola. O papo foi o mesmo que eu já ouço desde a década de 80, quando eu morava nessa mesma região do Centro do Rio:\r\n\r\nPolicial - Tu mora onde?\r\nCidadão acuado (eu) - Na Glória.\r\nPolicial - Tá vindo de onde?\r\n\r\nEu estava vindo do Parque dos Patins, onde tive um encontro com uma amiga que é produtora de eventos, mas na hora respondi: \r\n\r\nCidadão acuado (eu) - De Vigário Geral!\r\nPolicial - Vigário? O que você tava fazendo em Vigário?\r\nCidadão Acuado (eu) - Eu trabalho lá!\r\nPolicial (com uma cara irônica) - Trabalha?\r\nCidadão Acuado (eu) - Trabalho! Eu sou do Afro Reggae.\r\n\r\nNessa hora, ele me olhou dentro dos olhos e mudou a expressão facial. Foi como se eu tivesse dado uma carteirada quente. Ele passou a me dar satisfação do que estava acontecendo. Era uma operação emergencial por causa de uma denúncia, só não disse qual. E se despediu de mim dizendo: "vai com Deus!". \r\n\r\nNaquele momento havia um rapaz sendo revistado de maneira desrespeitosa. Por isso, atrasei o máximo que pude a saída, mesmo contra minha intuição que dizia: "mete o pé, some!". Se eu me senti desrespeitado, o tal rapaz foi humilhado, mas ainda pediu desculpas por alguma coisa, e disse para os policiais: "bom serviço". \r\n\r\nÉ revoltante! Sem querer julgar ninguém, mas pela sua aparência, o rapaz provavelmente mora em alguma comunidade. Talvez por isso, deva ter se sentido culpado, já que seu jeito era de quem considerava aquilo uma coisa comum, e só quem vive debaixo do teto das duas ditaduras que imperam nas favelas sabe que esses códigos são fundamentais para a sobrevivência daquele que deveria ser um cidadão, mas não sabe se é. \r\n\r\nNo dia seguinte, comprei o jornal O Globo, na esperança de ver alguma foto ou denúncia, mas não rolou nada. Vai ver que não deu tempo.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (29, 1, 'Finalmente!', 'Alguns meses atrás tive a oportunidade de participar de uma reunião com o agora presidente eleito na casa do Gilberto Gil. Nesse encontro, estavam Caetano Veloso, MV Bill, Celso Athayde, Flora Gil, José Dirceu, Frei Beto, Wagner Tiso, Djavan, Paula Lavigne e Chico Buarque. O papo rolando e eu pensando na minha vontade de levar o Gil para tocar numa favela. Olha só: eu diante do futuro presidente da república... e só pensava "naquilo".\r\n\r\nA minha participação naquele encontro foi pífia, não rendi o que poderia, não sei se era porque, como uma cobra, eu esperava a hora do bote. Mas acabei levando um papo rápido com cada artista que estava ali e com o próprio Lula, em que recordamos o nosso primeiro encontro, num evento organizado pela ONG Alternatives, em Montreal. Aquela tinha sido a minha primeira viagem internacional. Mesmo assim, naquele dia eu só queria saber de levar o Gil numa favela. Foi um jogo de xadrez, pois fiz questão de deixá-lo por último. Dias depois, já obtínhamos bons resultados, segundo as informações vindas do meu aliado e conselheiro, André Midani.\r\n\r\nO Gil havia topado. Mas ele queria saber qual seria a favela, quatro meses antes. Como a situação hoje passa pela "favela da semana", ou seja, de maneira rotativa, elegem uma por semana para mostrar nas suas entranhas a violência, eu não tinha como garantir o local. Para nós, favela é favela, todas necessitam de um show do porte do Gil, que é algo nirvânico. \r\n\r\nTive a certeza disso no mês de outubro, quando a Banda AfroReggae abriu o show dele no Pão Music, na Praia de Copacabana. O show Kaya N\'Gan Daya foi algo comparável ao "retorno do Messias" - o rei do reggae estava no canto do palco, em espírito, contemplando a beleza e a plasticidade com que Gil entoava mantricamente as suas músicas. Sem preconceito: se na praia, o show rolou com aquela energia, imagina na favela.\r\n\r\nResolvemos levar o show para a Vila dos Pinheiros, na Maré, em parceria com o Centro de Ações Solidárias da Maré - CEASM e do Conselho de Moradores da Vila do Pinheiro. Tínhamos a obrigação de levar esse show para um lugar incomum (como acontece em todos os Conexões). E já que a nossa parceira, a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio fecha com a gente em tudo, uma vez que acreditam na nossa capacidade, não tivemos dificuldade para fazê-lo.\r\n\r\nPode parecer inacreditável, mas de agosto de 2002 para cá, já aconteceram shows do Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto, Titãs, Cidade Negra, Fernanda Abreu, Gabriel O Pensador, Racionais, O Rappa, Skank, Daniela Mercury e Lulu Santos. A participação do Gil vem para coroar ainda mais o sucesso do Conexões como política pública de entretenimento e ação social. Na parte da manhã, acontecem ações das Secretarias Municipais de Saúde, Desenvolvimento Social e Trabalho, além de um projeto de qualificação social, por um período de 12 meses, financiado pela Prefeitura.\r\n\r\nJá tem gente especulando - mas eu garanto que é pura especulação mesmo - que a gente estaria negociando o show do Roberto Carlos numa favela no Natal do ano que vem. Já pensaram?\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (30, 1, 'Volta do Conexões', ' José Junior\r\n\r\n ** Na foto José Junior junto com Fernanda Abreu e Caetano Veloso numa das edições do Conexões Urbanas\r\n\r\nQuando resolvi colocar o termo (RE) no release na frente da "volta do Conexões", do Complexo do Alemão (*1) (na última sexta-feira), algumas pessoas me perguntaram se era uma revolta da nossa parte pelo interrupção do projeto. Na verdade, se o projeto parar de novo ou se ele não continuar mais por algum motivo, NÓS - do Afro Reggae, da Prefeitura,\r\nda CUFA, da Big Mix, os fornecedores (palco, som, luz, etc), todos os artistas que passaram pelo evento mais as comunidades - já cumprimos um grande ciclo na história dessa cidade.\r\n\r\nForam 25 edições de um circuito itinerante pelas chamadas áreas de perigo (se o Bush fosse o presidente do Brasil, talvez chamaria de eixo do mal), mas onde sempre fomos muito bem recebidos, o sorriso sempre foi o preço do ingresso e nunca teve nenhuma confusão por parte do público. Briga?\r\nPorrada? Nunca! Nunca! Nunca! Voltar no Complexo do Alemão é sempre muito bom! Foi lá que iniciamos a nossa parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio, foi lá que ficamos amigos da Ana Maria Maia. Uma pessoa indescritível e inenarrável. Esse (*2) e-mail não é um relatório e nem um artigo, mas eu queria registrar o quanto tudo foi tão especial! MV Bill fez pra mim o melhor show dele de todos os Conexões, O Rappa não queria sair mais do palco. Marlboro, como sempre, demonstrou a sua força fenomenal, seja na favela ou na zona sul.\r\n\r\n<>\r\n\r\n Altair Martins, Ana Maia e José Junior\r\n\r\n\r\nSempre tenho grandes expectativas em cada Conexões, mas nesse tinha duas questões que eu vinha martelando na minha cabeça. A primeira foi o convite para o Luciano Huck apresentar o evento. Teve gente me perguntando se eu não tinha medo que ele fosse vaiado ou hostilizado. O que posso dizer é que ele é adorado pelas pessoas que lá estiveram das 16:00 às 04 da manhã. Essa é a proposta: juntos integrar, conectar. A ida dele causou uma grande comoção por parte da platéia que não era só formada de pessoas que moravam no Complexo do Alemão.\r\nA cada entrada dele para chamar os artistas da noite (foram 5 aparições) era uma uma gritaria ensurdecedora. Posso dizer que o Luciano se sentiu completamente em casa. Já esta até planejando a sua próxima participação. Teve uma outra figura que me perguntou depois do evento se o Bill tinha tratado bem o Luciano por causa do problema do Skol Hip Hop Manifesta. Pra quem não sabe, o Bill e o Celso são lordes, cavalheiros educadíssimos, além de também serem anfitriões da festa. Nunca vi os dois destratando ninguém. São pessoas que tem uma\r\nideologia própria e ponto final. Posso dizer que quando estávamos juntos a conversa era regada de discussões sérias e sorrisos.\r\n\r\nAquela noite era mais especial do que tudo, pois tinha a verdadeira volta ou, dessa a vez, a verdadeira revolta. No dia 1º de maio de 2003, Anderson Francisco dos Santos Sá, o Ando, sofreu um grave acidente na Praia do Diabo. O diagnóstico era o pior possível: ficar tetraplégico ou paraplégico, voltar a andar dentro de 18 meses (que já seria um avanço), etc. A volta aos palcos nem era cogitada. Na noite do dia 30 de janeiro de 2004, nas duas últimas músicas do AfroReggae, esse cara invade o palco e faz as duas músicas mais pancadas do repertório: Tô Bolado e Capa de Revista. Antes dele entrar, rolou um grito meio estampido saindo dos alto falantes do som: É A VOLTA !!!!!!! Nós havíamos planejado que o retorno dele seria no Carnigie Hall, em Nova York, no dia 14 de abril, mas o destino mais uma vez não quis. Naquela noite algumas pessoas foram fundamentais na volta dele. Por isso, entrar naquele palco no Complexo do Alemão era um misto de homenagem e gratidão por tudo que foi feito em prol da sua recuperação. Poucas pessoas sabem, mas o Hermano Vianna, o Dr. Paulo Niemeyer, Luis Roberto Ferreira, da Rede Globo, Ana Maria Maia, Luciano Huck, Silvia Ramos, Numa e o Nanko do Ibiss se juntaram na primeira hora do choro e das lagrimas. Naturalmente, depois que a noticia vazou, o exército do bem ficou sabendo e entrou no campo de batalha junto com a gente. Esse cara é um privilegiado, um iluminado. Se o Diabo achou que ia se dar bem na praia que tem o seu nome, esqueceu que Deus rege todos os oceanos. A força dos cavaleiros de luz mais uma vez prevaleceu. É óbvio que na festa dos 11 Anos do Afro Reggae ele vai cantar, é óbvio que a partir de agora ele vai voltar ocupar o seu posto de comandante. Anderson simboliza o Afro Reggae dentro da sua essência. Pra ele, tenho um recado: As suas férias de 274 dias chegaram ao fim!\r\n\r\n \r\n\r\n<>\r\n\r\n Anderson num Conexões de 2003, antes do\r\n\r\n acidente\r\n\r\n\r\n \r\nSem querer sem injusto, agradeço em nome do GCAR as doações feitas por:\r\n \r\n- André Midani\r\n- Cacá Diegues\r\n- Cezar Marques\r\n- Cidade Negra\r\n- Chico Junior\r\n- Cleia Silveira\r\n- Denise Dora\r\n- Dudu Marote\r\n- Elizabeth Leeds\r\n- Flora Gil\r\n- Gabriel O Pensador\r\n- Isabella Nunes\r\n- Leninha\r\n- Leonardo (Fundação Gol de Letra)\r\n- Lorenzo Zanetti\r\n- Luke\r\n- Matt Mochary\r\n- Paul Heritage\r\n- Rosana Heringer\r\n- Wendell Leite\r\n\r\n\r\nE tantos outros que contribuíram com dinheiro, trabalho e orações\r\n \r\nJunior\r\n\r\n*1 Esta edição do Conexões Urbanas aconteceu no dia 30 de janeiro de 2004, no Campo do Sargento, Canitá, Rio de Janeiro - RJ.\r\n\r\n*2 Email enviado por José Junior após o Conexões.\r\n\r\n* Atualização Site (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (31, 1, 'Boa Praça', 'Foto: Jota Quest e Banda Afro Reggae no Projeto "Juventude e Polícia", desenvolvido em BH em agosto de 2004.\r\n\r\nO projeto é uma parceria entre Afro Reggae e Cesec. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n José Júnior\r\n\r\nResolvi escrever sobre um dos caras mais gentis e inteligentes que eu conheci nos últimos tempos. Um “ser completamente do bem”, chamado Rogério Flausino, cantor do Jota Quest. Me surpreendi muito com a sensibilidade e sagacidade desse mais novo grande amigo e aliado. Ele me contou a luta, que poucas pessoas sabem, que a banda teve para chegar ao topo e depois que já estavam no auge, a queda repentina que eles levaram. Sem falar das bordoadas da imprensa e, segundo o próprio, de alguns “amigos” do meio artístico. Sem nenhum rancor no peito e com uma voz de monge, lentamente ele narrava o que representou aquele momento na vida deles. Fiquei muito feliz em vê-lo se abrindo comigo num momento de extremo sucesso do Jota Quest.\r\n Daquela noite tirei várias lições. Uma delas é evitar dar opinião em tudo que te perguntarem. É verdade, a gente acaba falando, ou melhor, respondendo tudo que nos perguntam e nem sempre devemos emitir a nossa opinião, principalmente em assuntos polêmicos que vão gerar “bate – rebate”. Tivemos uma longa conversa dentro do 22° Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais. Rogério deu uma canja num show histórico que o AfroReggae fez dentro desse batalhão. A sensação que tive é de que já éramos amigos de longa data. Foi a nossa primeira conversa sem correria. Eu tinha uma visão completamente errada dele quando cruzava com o grupo em programas de TV ou em shows. O cara é sensibilidade pura ! O Luciano Huck já tinha me dito e foi o grande responsável pela nossa aproximação.\r\nO mais louco de tudo isso é que quando sentei de frente para o computador, pensei em escrever um artigo falando da minha leitura do livro “Mídia e Racismo”, do Centro de Estudos de Segurança Pública, da Faculdade Candido Mendes. Queria citar o quanto fiquei empolgado com algumas narrativas, como a do Eduardo HP de Oliveira, da revista online Afirma, da Sandra Almada, e o quanto a cada dia eu fico mais fã da Miriam Leitão. Mas, não rolou ! Fico feliz em ver cada dia a construção de várias pontes e viadutos de mão dupla. Talvez esse pensamento tenha refletido na conexão com o Rogério, com o Luciano e com a rapaziada do NUC – grupo de hip hop do Alto Vera Cruz, de Belo Horizonte. \r\n\r\nJosé Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (32, 1, 'Manu', ' Na foto Manu Chao dando uma canja no estúdio, junto com a Banda AfroReggae - Agosto de 2004\r\n\r\nJosé Junior\r\n\r\n\r\nToda e qualquer viagem que eu faça, tenho que passar por uma loja de discos. Tento o impossível. Muitas vezes, só dá tempo de passar nas lojas do aeroporto. Posso não comprar nada, mas tenho que entrar e olhar. Essa síndrome começou em 1998, na minha primeira viagem para a Europa. Comprei muitos CDs e vinis por instinto naquele ano. Olho pra capa, “sinto a energia” e meto o cartão. O problema é quando volto pra casa, mas na hora da emoção não quero nem saber.\r\n\r\nNuma dessas, comprei o CD do Manu Chao. Pra falar a verdade, não sabia quem era. Descobri logo em seguida que ele era o cantor do extinto Mano Negra, que eu tinha alguma referência por causa da Eco 92. Quando olhei pra capa do Clandestino, vi aquele visual meio latino, meio rapper, meio punk, meio malandro da Lapa, meio um monte de coisas e pensei: vou levar! Fiquei quase que a viagem inteira ouvindo esse CD. Contaminei outras pessoas que também passaram a ouvir direto. Clandestino deu uma grande influenciada na galera da banda AfroReggae.\r\n\r\nNo ano seguinte, retornamos a Europa e fomos convidados para tocar na Tecno Parade de Paris, no carro de abertura, coordenado pelo Anthony Chao – irmão do Manu. Pensei que iríamos acabar cruzando com o irmão famoso, cheguei a trocar uma idéia com o Anthony, mas foi só isso, papo e sorriso. \r\n\r\nEm 2001, assim que saiu Esperanza, ficamos ainda mais contaminados. Fizemos um pacto: Temos que fazer alguma coisa no nosso próximo CD com Manu Chao. Os samplers, os loops, as colagens desse CD foram uma das coisas mais marcantes que eu já tinha ouvido na minha vida. Sabe aquela coisa, “bem que eu poderia ter feito, pois penso igual ou parecido?” Foi essa sensação egoísta que eu tive. Enquanto estou escrevendo, dei uma olhada no site da Americanas.com e comprei o DVD Babylonia em Guagua. Radio Bemba (2002) acabou sendo o estímulo pra sairmos na caça do cara. Depois de anos de expectativa, finalmente conseguimos meter o Manu Chao dentro de um estúdio, numa operação de “guerra e captura”. O encontro acabou acontecendo no Nas Nuvens e foi orquestrado pelo Jairo Cliff (baixista do AfroReggae) e pela Ana Almeida (produtora de SP). O nosso maestro foi o Liminha – que está produzindo o novo CD da banda (sem data pra ser lançado). O resultado não poderia ter sido melhor. Não teve nem um ensaio, foi tudo na vibe e na veia. \r\nDepois da gravação, fomos para uma antesala da casa, onde fica o estúdio, e o Manu Chao pegou um violão e deu uma canja com os seus principais sucessos. Ficamos enlouquecidos e nostálgicos quando ele tocou praticamente todas as músicas que nós ouvíamos durante a nossa turnê pela Europa em 98. Como diz o Zé Carlos do Morro da Formiga: Foi lindo !!!!\r\n\r\n** José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), diretor artístico da Banda AfroReggae e um dos fundadores da ONG\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (33, 1, 'Quilombo do Leblon ajudou na abolição', 'Hoje o Leblon é conhecido como o bairro chique da Zona Sul carioca, cenário de muitas novelas das oito, na rede Globo. No passado, entretanto, quando ainda tinha ares de praia deserta, o Leblon abrigou escravos fugidos, reunidos numa chácara denominada “quilombo Leblond”, “quilombo Le blon”, ou “quilombo do Leblon”. À parte as incertezas quanto à ortografia, o fato é que o quilombo do Leblon desempenhou um importante papel na aventura abolicionista no Brasil.\r\n\r\nEssa história é contada em detalhes por Eduardo Silva, no livro que acabo de ler: As camélias do Leblon e a Abolição da Escravatura (São Paulo: Cia. das Letras, 2003). A referência às flores no título se deve ao fato de o quilombo estar situado numa chácara onde se cultivava camélias. A chácara, por sinal, pertencia a um bem sucedido imigrante português, José de Seixas Magalhães. Abolicionista amigo de outros ativistas influentes – Rui Barbosa, por exemplo –, Seixas era, nas palavras de Eduardo Silva, “um homem de idéias avançadas, dedicando-se à fabricação e ao comércio de malas e objetos de viagem, na rua Gonçalves Dias” (pág. 13). Isso talvez explique o porquê de “os fugitivos do Leblon não demonstrarem nenhum indício de preconceito racial” (pág. 13).\r\n\r\nO autor sustenta que quilombos como esse representaram uma nova forma de resistência à escravidão: o “quilombo abolicionista”. Opondo-se à forma tradicional do “quilombo-rompimento”, como o foi Palmares, por exemplo, onde a tendência era a política do esconderijo e do segredo de guerra, essa nova forma de resistência tendia à negociação e à intermediação. Suas lideranças “são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulados politicamente”. Além disso, os quilombos abolicionistas se organizam perto dos grandes centros, enquanto o rompimento abrigava-se em locais distantes, preferentemente de difícil acesso.\r\n\r\nO Quilombo do Leblon, por exemplo, ficava em local altamente valorizado hoje em dia. Bem ali na subida da Rua Igarapava, seguindo até a Alberto Rangel, onde hoje está o Clube Campestre da Guanabara. Dali, estendendo-se até a praia e por um lado e por outro chegando quase à Rua Timóteo da Costa, tudo limitado pela Pedra dos Dois Irmãos (muito antes do túnel, naturalmente). Resumindo, o quilombo ocupava o lugar atualmente conhecido como Alto Leblon, habitado majoritariamente pela classe média alta carioca.\r\n\r\nO nome do local, Chácara do Leblon, é devido a “um certo francês, seu primeiro morador. O francês deu nome à chácara, muitos anos depois a chácara deu nome ao quilombo, e o quilombo deu nome ao bairro” (pág. 77). Dada a sua localização, fico pensando também quantos negros habitantes dos morros da Zona Sul – notadamente Rocinha, Vidigal, Cantagalo-Pavão-Pavãozinho... – não seriam descendentes dos “moradores” do Quilombo do Leblon.\r\n\r\nPor esse e outros motivos vale a pena ler o livro. Embora eu ache que Eduardo Silva enalteça um tanto exageradamente as figuras de Ruy Barbosa e da Princesa Isabel. Não há dúvida de que estes e outros personagens dessa história cumpriram um papel importante. Ficou faltando, no entanto, uma reflexão mais aprofundada sobre a questão das indenizações. No livro aprendemos que Ruy e outros abolicionistas lutaram para que os proprietários não fosse ressarcidos com a Abolição; por outro lado o texto passa ao largo da questão sobre indenização para os recém-libertados escravos. É verdade que uma ilustração na página 60 traz uma legenda que toca de leve no assunto (“Se alguém tem direito a indenização , esse alguém é o ex-escravo...”), mas deixa de levar mais a fundo uma questão interessante sobre as Camélias, sobre o Quilombo do Leblon, do Sacopã e outros. Uma questão que diz respeito ao porquê de os remanescentes desses movimentos continuarem ainda hoje a lutar por sua liberdade. Como diz o antigo samba da Mangueira, “Pergunte ao Criador quem pintou essa aquarela/ livre do açoite na senzala/ preso na miséria da favela”.\r\n\r\nQuando fechava esse texto li na coluna de Míriam Leitão de sábado, dia 27/9, que isso começa a acontecer. Uma campanha de Ação Afirmativa, cujo emblema é uma mão negra aberta oferecendo uma camélia, pretende “convencer empresas, conquistar adeptos, abrir espaço para negros no mercado de trabalho e premiar empresas com diversidade”. A utilização da camélia não se deu por acaso. Como vimos, ela é um símbolo abolicionista, representativa de um movimento de integração, do qual participaram negros e brancos. Integram essa campanha entidades como o CEAP (Ivanir dos Santos declarou à Jornalista que a intenção é “atrair mais brasileiros para esta causa, que é de todos”); Educafro (do Frei David); Fala Preta; Coletivo de Estudantes Negros; Instituto Palmares de Direitos Humanos; Olodum; Centro de Estudos de Cultura e Teologia Negra e Forum Estadual Pró-Ação Afirmativa para a Comunidade Negra. O apoio é da Fundação Ford.\r\n\r\nO slogan da campanha é “Ação Afirmativa, atitude positiva”, o que não deve ser confundido com cotas – estas são apenas uma de tantas políticas de ação afirmativa possíveis. Existe ainda a idéia de criação de um selo de qualidade étnica para premiar empresas que desenvolvam programas de diversidade. Míriam Leitão afirma que tem participado de vários debates sobre o assunto – inclusive dentro de conselhos e associações representativas do meio empresarial – e sente que há um “aumento da atenção que dá ao tema da diversidade”. Da história passada para a história atual pouca coisa mudou, de qualquer forma não é demais lembrar um velho clichê dos movimentos de esquerda: “a luta continua”.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (34, 1, 'Assim como nós', 'Em 1997, estive em Salvador visitando alguns projetos afro-brasileiros que trabalhavam com música e inclusão social. Durante o meu giro acabei indo parar numa das experiências mais inovadoras que existem no Brasil, o Projeto Bagunçasso, da favela de Alagados. Os caras criaram um monte de bandas de latas através da reciclagem e de muita criatividade rítmica e performática (como guitarra e baixo feitos com latas de goiabada e afins).\r\n\r\nDurante as explicações do trabalho que eles desenvolviam, eu ouvia como um sussurro no meu ouvido a voz do Hebert Vianna cantando a música Alagados. Pedi pro coordenador do projeto, o Joselito, pra dar um giro pela comunidade. Durante o trajeto era impactante ver a miséria e a quantidade de palafitas, como um mar infinito. Aquela paisagem escura das casas de madeira dentro da água destoava bastante daquela Bahia que nós víamos nos “cartões-postais, nas novelas de TV”. O mais impressionante era ver a forma que aquelas pessoas viviam. Algumas em palafitas de até dois andares. Joselito me disse que quando ele era criança era o seu sonho de consumo.\r\n\r\nAndar pelas pontes estreitas e “balançantes” era um exercício de equilibrismo e de desafio das leis da gravidade. Eu e o Anderson (da banda AfroReggae) andávamos a passos curtos e segurando nas cordas, enquanto os moradores andavam quase que correndo sem perder o equilíbrio. A impressão que eu tinha era de que a qualquer momento iríamos cair dentro da água. Joselito e os caras do Bagunçasso pareciam flutuar, por causa da sutileza dos seus movimentos, enquanto eu me sentia com uns 150 quilos nas costas. Filmamos aquela realidade e mostramos na época em Vigário, que naquele período também tinha as suas palafitas, mas nem se comparava.\r\n\r\nSeis anos depois, voltamos na mesma Alagados e no mesmo Bagunçasso, ambos completamente diferentes, mais modernos e evoluídos. Aquele cenário das palafitas já não existia mais. A maioria das casas agora era de alvenaria e houve um grande aterramento ilegal (coisas do chamado crescimento). Tudo parecia de certa maneira estar melhor. Durante a nossa volta pelas ruas da comunidade, vimos uma ampliação do comércio, mas também um cheiro diferente daquele da falta de saneamento. O ar tava mais pesado. Com o desenrolar da nossa caminhada ficamos sabendo das brigas entre os traficantes locais. Diferente daqui do Rio, o tráfico em Alagados não é dominado por facções, mas por gangues de ruas e de regiões da mesma comunidade.\r\n\r\nAs gangues que dominam o pedaço são as do “gueto”, “fim de linha” e os da “rua 28”. Durante os conflitos, eles chegam a utilizar barcos a remo e trocam tiros de 12 (escopeta) e de pistolas. O forte por lá é a venda de maconha. Os traficantes locais se inspiram nos colegas do Rio, através do que ficam sabendo pelos telejornais (que acabam exercendo uma espécie de propaganda nesse caso). Ao perguntar quem eram os seus ídolos, a resposta já era a esperada. Alguns chefes do tráfico do Rio nem teriam que fazer esforço para serem aceitos, já que uma boa parte já é bastante conhecida.\r\n\r\nO nome das principais favelas do Rio também viram uma espécie de refrão nas bocas da molecada. Dentro de Alagados e de outras favelas de Salvador existe uma normalidade no quesito roubo interno. Coisa que por aqui é raro. A chamada neurose por lá também é muito forte. Pelo que ouvimos, o tiroteio é constante e como aqui também existem as chamadas balas perdidas e chacinas.\r\n\r\nFiguras como Joselito deveriam ser mais divulgadas, pois este sim é um exemplo que teria que aparecer em todos os telejornais, todos os dias. Utilizando uma oratória mansa, regada com a sua formação religiosa no Candomblé, não hesita em defender a sua comunidade e os seus ideais. Ser totalmente globalizado, saiu das palafitas pra intercambiar com outros projetos sociais do Brasil e do exterior. Nesse momento, Joselito está na França e ainda levou um dos nossos, o jovem Picuxa (componente do SubGrupo Afro Samba). Com uma missão bastante difícil nas mãos, promoveu um bando de jovens pra assessorá-lo e coordenar o Bagunçasso ao seu lado. Todos exalam auto-estima por onde passam.\r\n\r\nAo mesmo tempo em que fiquei preocupado em saber dessas “notícias evolutivas” de Alagados, fico completamente tranqüilo ao olhar Joselito e seus comparsas angariando gente pra compor os seus quadros. Uma outra notícia que achei o máximo é que, todos os anos, eles promovem um festival de bandas de lata que chegam de tudo que é lugar. No ano que vem estarei batendo cartão.\r\n\r\n José Junior é coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), um dos fundadores da ONG e também diretor artístico da Banda AfroReggae.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (35, 1, 'Crime organizado ou sistema desorganizado?', '30 de setembro, 24 de fevereiro. Dois dias que o Rio jamais vai se esquecer. Comércio fechado por uma ordem que foi dada, não se sabe ao certo por quem, mas que presume-se que tenha sido por pessoas ligadas ao crime organizado, ou seja, por traficantes. Boato ou verdade, difícil afirmar com 100% por cento de certeza. O caso é que, seja ou não verdadeiro, o ato provocou medo na população, prejuízo ao comércio e a outros setores que tiveram suas portas fechadas, diversos ônibus queimados, estabelecimentos saqueados ou destruídos e, o pior, algumas mortes. Procurar quem são os culpados e puní-los pode ser necessário, mas não resolve o problema todo.\r\n\r\n\r\nA questão do crime organizado, que não pára de crescer, é um problema atual, mas que tem um passado e um futuro que estão intimamente relacionados ao presente. O passado de impunidade a muitos que cometeram crimes. Se o crime cresceu e se organizou foi porque alguém não o combateu. Se o crime se armou com armamentos pesados, teoricamente só usados pelas polícias e Forças Armadas, alguém deve ter facilitado a aquisição dos mesmos pelos bandidos.\r\n\r\nSe o crime cresceu, é porque o consumo de drogas aumentou. Ora, quem é o responsável por combater o crime na cidade, estado ou país? Quem fiscaliza a aquisição de armas militares e entrada delas, seja pelas fronteiras do país (rodoviárias ou marítimas), ou pelo espaço aéreo? Quem consome as drogas que os traficantes vendem? Acho que nenhuma destas perguntas precisa de resposta pois todo mundo está cansado de saber quem é responsável por o que. Se a cidade parou, todo mundo que mora no Rio sentiu na própria pele o que é o terror de ter seu direito de ir e vir cerceado, sua vida correndo risco, seus bens ameaçados...\r\n\r\nMas a verdade é que se quem mora na zona sul ou em outras regiões teoricamente menos perigosas da cidade e que abrigam pessoas com um poder aquisitivo maior, tiveram medo ou sofreram com isso, tem muita gente que convive diariamente com estes problemas. São os cidadãos, que nem sempre são tratados como tal, que vivem nas comunidades e convivem com estes problemas desde o dia do seu nascimento. Quem vive na favela corre sempre risco de vida, por causa dos confrontos que acontecem entre traficantes e entre estes e a polícia. Quem vive na favela, em geral, com algumas pouquíssimas exceções, não é tratado como cidadão nem pela polícia, nem pelos órgãos “competentes”. Quem vive na favela é discriminado por morar ali e, se quiser arrumar ou emprego em geral tem que mentir sobre onde mora para poder ser contratado, com um salário... Quem vive na favela em geral não tem acesso, ou tem, é o mínimo de acesso, à saúde, cultura, educação, lazer e infra-estrutura (água, luz, segurança, etc) e outros benefícios que são direcionados, em sua maioria, à outras localidades da cidade.\r\n\r\nTudo bem, tem o Favela-Bairro, mas em alguns lugares ele ainda está no papel... Quem nasce e/ou mora na favela, é discriminado por isso e por muitos outros motivos que, com certeza, devo ter me esquecido de citar aqui. E se o cidadão for negro ou nordestino, será mais humilhado e esculachado ainda. Como pode um cidadão, que vive desta forma, ser feliz? Como pode sobreviver vivendo sem poder trabalhar (e recebendo muitas vezes a porta na cara quando vai procurar emprego) e sem ter sua cidadania e direitos respeitados? Como uma criança que não tem acesso a educação, lazer e saúde, entre outras coisas, que cresce tendo que se defender de balas perdidas e sem poder ter uma roupa ou brinquedo legal, vai poder crescer e viver feliz?\r\n\r\nQue outra opção essa criança vai ter quando se tornar um adolescente ou adulto senão o crime? É por isso que o trabalho voluntário de Organizações não governamentais como o Afro Reggae, Ibiss, Gol de Letra, Pracatum e centenas de outras que já existem e que surgem a cada dia nas grandes cidades do país têm uma responsabilidade enorme. Mas as Ongs não podem e não tem como fazer tudo ou salvar a todos. Por isso é necessário que todos, órgãos “competentes”, sociedade, governo, representantes das diversas religiões que habitam o Brasil, ongs, empresários, enfim todos que vivem na nossa Pátria (e que saibam o significado da palavra “Pátria”), se preocupem com este problema que é de todos e que, queiramos ou não, atinge a todo mundo.\r\n\r\n Christine Keller, jornalista, é coordenadora de Comunicação do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR)');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (36, 1, 'Linguagem na favela', 'Os seres humanos sempre fazem parte de algum grupo. Os grupos por sua vez procuram algo que os tornem únicos, que os distingam dos demais e, nesta busca, o que mais os marca é a linguagem, pois através de um falar específico que muitos grupos são identificados.\r\nFaz-se necessário salientar que a comunicação oral já existia, no mínimo, a intuição se responsabilizava em azeitar as relações. Estamos falando, por hora, em registro da grafia que nos empurra para outras análises, pois o domínio do “lápis” para desenhar significa que o homem começava a dominar e/ou criar instrumentos, logo, ele seria capaz de se fixar na terra e assim, expressar a cultura de um grupo de uma determinada região.\r\nFaz-se necessário salientar que a comunicação oral já existia, no mínimo, a intuição se responsabilizava em azeitar as relações. Estamos falando, por hora, em registro da grafia que nos empurra para outras análises, pois o domínio do “lápis” para desenhar significa que o homem começava a dominar e/ou criar instrumentos, logo, ele seria capaz de se fixar na terra e assim, expressar a cultura de um grupo de uma determinada região.\r\nA linguagem auxiliou muito na criação de grupos, os quais geraram os diversos povos e nações que se caracterizam pela desigualdade e pela subversão que estão disfarçadas através de campanhas publicitárias que excitam a ambição pelo poder, a concorrência excêntrica e o pragmatismo absoluto. Isso faz do ser humano uma espécie do mundo animal que tem a necessidade de se organizar em grupos que se distinguem pela diferença das classes sociais. \r\nO domínio da linguagem separou os que têm mais e melhores condições de buscar a informação e os que não dispõem de recursos para ir ao encontro dela. A diferença acentua a divisão de grupos em subgrupos e as lideranças individuais começam a surgir.\r\nSendo lícitos ou ilícitos, os subgrupos se reorganizam e elegem suas lideranças. Na favela, por exemplo, a comunicação oral reina soberana pois é a principal forma de se fazer compreender, naturalmente ela carrega junto os símbolos de hierarquia, carinho, emergência, dor, amor.\r\nA favela possui a sua própria língua, tão organizada, coerente e rica quanto a língua das gramáticas e dos grandes escritores - nem melhor, nem pior, apenas mais uma variante de peso. O papo é reto! Não existe dualidades nas palavras e nem os floreios de Machado de Assis é direto e claro como os Racionais Mc’s. É lá que a língua portuguesa sofre (ou recebe como presente) diversas transformações submundanas[1]. As palavras recebem tantos significados que seria capaz de criar um dicionário paralelo: o dicionário da “Língua Aportuguesada”. Por outro lado a transformação é tão rápida que seria necessário vários apêndices para fazer a tradução da tradução de algumas palavras.\r\nAcredito que nunca a semântica foi tão utilizada como nestes grupos. As palavras e as expressões, obrigatoriamente, devem vir dentro de um contexto muito próprio, muito peculiar porque a mesma palavra numa outra contextualização ou, ainda, fora daquele gueto assume uma mudança considerável que fará uma enorme diferença na interpretação da mensagem.\r\nO acervo de palavras desenvolvido o núcleo favelar transforma a passividade das pessoas em atividade, considerando, principalmente, o bojo de experiências que viveu e viu ao longo dos anos de vida. A psicanálise ratifica isso mostrando que a linguagem apresenta um manifesto do corpo e um conteúdo a serviço da comunicação.\r\nNeste sentido, a forma de comunicação cria e recria as regras mostrando as lideranças que implantam uma organização social que é construída sob a ótica de uma pseudo liberdade. Quase todos os verbos são entoados no imperativo, delicadamente ou não a ordem é criada e é ordem mesmo. As metáforas, as metonímias, as sinestesias, as hipérboles exageram na mudança de funções oficiais[2]. A maior subversão está no campo das concordâncias e, seria um ledo equívoco, apesar de tudo, não concordar com a interpretação dos códigos do poder paralelo, por exemplo.\r\nË inconcebível não considerar a expressão corporal na comunicação favelar. Adicionada aos imperativos verbos vão dar ao receptor da mensagem a percepção da urgência do assunto a ser tratado.\r\nAo trabalharmos no Núcleo de Cultura do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) desenvolvendo oficinas de circo, dança, capoeira, música, etc. somos obrigados a fazer parte deste universo, consequentemente precisamos dominar os códigos da favela representados pelas gírias guetificadas. O gueto cultural fortalece a origem e as raízes de um grupo, mas a guetificação da linguagem pode fazer com que os jovens locais não dominem os códigos universais o que dificultaria o acesso às informações necessária para exercer a sua cidadania. Por isso o GCAR se preocupa, louvavelmente, com a inserção (através do Criança Legal[1]) e com a manutenção dos jovens nas escolas, pois é o local onde os códigos universais serão apreendidos. Ao chegar à universidade, os jovens apresentarão um valioso acervo de experiências na linguagem que os darão um diferencial no momento de analisar a sociedade onde vivem. Chamamos este jovem de intelectual orgânico. Essa é a figura que sai do gueto e retorna, mais tarde, com capacidade de elaborar propostas estruturais e conjunturais para tomada de melhores decisões a fim de favorecer e fortalecer o subgrupo social menos informado, consequentemente menos favorecido na sociedade. \r\n\r\n------------------------------------------------------------------------\r\n[1] A língua que está fora da academia e está sendo desenvolvida no meio do povo, portanto não é oficial.\r\n[2] Figuras de linguagem da gramática portuguesa. \r\n[3] Projeto de alfabetização desenvolvido no Núcleo de Cultura de Vigário Geral');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (36, 2, '', '');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (37, 1, 'Invisibilidade das camadas populares', 'Neste final de ano estive circulando pelas praias da Região dos Lagos para participar das festas de reveillon. Nesta ocasião estive em contato com diversas pessoas que freqüentam estas regiões e sempre com olhar atento para a quantidade de negros presentes nestes lugares, onde a oportunidade de lazer e trabalho aumentam consideravelmente.\r\n\r\nA minha base foi Rio das Ostras. De lá fui a Búzios, a cidade divulgada internacionalmente por Luiza Brounet e Bridgit Bardot. Culturalmente é muito fraca e as praias não são lá grandes coisas. O bom mesmo é ter um kit básico composto de um casarão, um barco e um helicóptero. Além da tal rua das pedras e o cansado Chez Michou, não há nada! É a única parte atrativa da cidade. É só isso?! A decepção foi crescendo quando eu tive a sensação de ver uma placa dizendo “Pretos não entram!” Eu me senti constrangido de me ver num passeio insólito durante um insuportável dia. Avistei uma família negra com quatro pessoas que não se sentiam negros pois logo quando me aproximei deles, trataram de desconversar e dar meia volta. Eles também são vítimas da discriminação racial.\r\n\r\nPreciso concordar com a Benedita, o negro precisa ter visibilidade, não nos adianta mais ficar com os dados do IBGE que diz que a população de negros é quase a metade da população brasileira. Precisamos criar políticas competentes que inibam a desigualdade racial. Do ponto de vista econômico, é preciso distribuir melhor a renda para que esta parcela população também possa consumir produtos, serviços e lazer.\r\n\r\nEm Macaé e Cabo Frio havia alguns shows promovidos pela prefeitura que não tinha muita repercussão. O fato de por uma banda que chame público, não significa nada. O povo quer entretenimento mas precisa ter, paralelamente, artistas que representem uma movimentação política e social onde as pessoas possam sair de um espetáculo com a esperança que dias melhores virão no ano que se inicia.\r\n\r\nEm Sana existe um camping chamado Jamaica que é comandado pelo lúcido Makandau que prega a liberdade entre as pessoas e acredita que quando houver um só amor a justiça e a liberdade serão diferentes, não encontraremos mais negros policiais batendo em negros trabalhadores.\r\n\r\nVoltando a Rio das Ostras, havia uma grande organização para as festas de fim de ano. Como não existe favelas como no Rio de Janeiro, a prefeitura montou um palco, como o Órbita – mesmo usado no Conexões Urbanas - num ponto estratégico do centro da cidade, a Praça São Pedro. Apesar o negro ter um destaque considerável na música e no futebol, neste palco foram reunidos artistas negros que trouxeram tribos de vários gêneros musicais. Inteligentemente, o Olodum tocou na virada do ano e o GCAR teve uma atenção especial na coletiva para a imprensa. Questões sobre a Escola Criativa do Olodum ajudaram a aquecer o papo, no que tange a cultura negra nas escolas formais em Salvador.\r\n\r\nDurante este período, um bloco popular – Só te pegando - reunia centenas de pessoas pelas ruas do centro. Todos estavam lá sambando na chuva e no sol. Os pretos, os brancos, os quase pretos, os quase brancos, deficientes e os homossexuais. Todos! Um grupo de ratstafari fez a comissão de frente. Neste momento a coisa acontecia como uma grande festa popular. Em menos de uma semana Caetano Veloso abriu a temporada de verão na cidade que está prometendo muita badalação. A polícia militar e a guarda municipal não registraram nenhum caso de violência na cidade durante o evento e o público estimado foi de 30 mil pessoas por noite.\r\n\r\nNão é favor nenhum da prefeitura promover este tipo de evento, os recursos públicos tem de estar a favor da população, o investimento no lazer é desenvolver cérebros criativos que é a matéria-prima para o desenvolvimento de um país., lamentamos que outras prefeituras não tenham o mesmo engajamento socil-cultural-racial, por isso o destaque para esta cidade, principalmente quando temos, agora, Gilberto Gil como Ministro da Cultura.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (38, 1, '(des)Envolvimento dos seres humanos', 'Sérgio Henrique\r\n\r\n\r\n“A violência é tão fascinante\r\nO nosso caso é tão real”\r\nRenato Russo\r\n\r\nPoderíamos dizer que este caso é tão normal. É normal um policial carregar um corpo num carrinho de mão, que atraiu comentário de personalidades como o Gabeira, e deixou chocada toda população. É normal um ator global estar envolvido com entorpecentes. É normal que os condomínios da cidade estejam com dificuldades para lidar com drogas nas áreas públicas. É normal você ser atingido por balas perdidas. É normal o filho matar o pai. O que mais pode ser tão normal?\r\n\r\nUma cidade como o Rio de Janeiro, com população estimada em cinco milhões de pessoas, apresenta um quadro de deterioração social que pode ser perenizada na medida em que irregularidades substanciais deixam de ser exceções acidentais ocorridas eventualmente por uma infelicidade governamental e passam a fazer parte de uma extensa camada de costumes considerados normais. Se são costumes, também são criteriosos, consequentemente poderão se tornar uma ética! A ética que viola? A ética da violência!?\r\n\r\nO que está acontecendo? Inverteu tudo? Agora é o poste que faz xixi no cachorro? É o bandido que repreende a polícia? Somos nós cidadãos que devemos ficar atrás das grades?\r\n\r\nNós fazemos e nos fazemos nesta sociedade, assim como somos, paradoxalmente, testemunhas e vítimas, da discriminação racial, das diferenças sociais, da falta de oportunidade, da falta de emprego. Aliás, lembro-me de uma entrevista em que o Lula dizia ter saudades do tempo que havia emprego. Estes fatos e declarações, de exacerbada relevância, sentenciam o futuro da cidade e acentuam o desequilíbrio social, logo, pode-se ver o outro lado do abismo cada vez mais longe de uma solução para uma regeneração da sociedade. Sociedade que é abrigada por uma cidade que tem o título de Maravilhosa em diversos pacotes turísticos internacionais. Este título não é apenas pela contrastante topografia, mas, sobretudo pelo povo, pela sua espontaneidade, pela sua espetacularidade, pelo sorriso rasgado, pela insistência em sobreviver...\r\n\r\nEu, que sou um fervoroso defensor da educação, devo reconhecer que o trabalho assume uma vital importância, numa escala de prioridades do dever de casa dos governos. As pessoas estão adoecendo, estão morrendo, estão matando. Um médico gaúcho mostrava, através de suas pesquisas, os efeitos do desemprego. \r\n\r\nEste se manifestava em escala de ordem física (gastrite, pressão alta) e emocionais, como: auto-estima baixa, depressão, hipertensão, problemas respiratórios, insônia, irritabilidade e comportamento violento. Vejam aí um problema social como o desemprego pode gerar o que está assombrando toda uma sociedade.\r\n\r\nNem só de pão vive o homem. Além do emprego, deve-se prover a cidade de equipamentos culturais e esportivos. O quadro que se desenha também se esconde atrás de um mega evento de âmbito mundial. Na proposta original de sediar as olimpíadas, da qual fazia parte o saudoso Betinho, tinha a ambição de instalar a vila olímpica na região portuária da cidade, justo o lugar que recebe o epíteto de Faixa de Gaza que abrange todo o subúrbio da Leopoldina até a Pavuna. Esta região seria totalmente revitalizada sob a égide de uma gigantesca inclusão social. No momento o que se pode ver? A Barra da Tijuca transformou-se num gigantesco canteiro de obras, com impactos ambientais incalculáveis. Graças a Deus não se fala naquele super museu com um pedaço dentro d’água e outro fora. Nem sei falar o nome dele direito.\r\n\r\nOs jovens ou crianças, neste caso, são faces da mesma moeda, no que tange ao estudo do desenvolvimento humano. Tanto é um ponto de partida para o estudo do desenvolvimento humano quanto é um objeto de estudo para a compreensão do comportamento individual e coletivo. A cerca deste assunto, diversos autores se debruçaram e perderam noites para nos dar o resultado de suas experiências com a finalidade de servir como indicadores para balizar nossos passos concernentes à educação.\r\n\r\nO que vemos atualmente é um desafio a todos estes caras. Wallon, Makarenko, Dewey, Vygotsky, Piaget, Anísio Teixeira, Darvin, Freud, e tantas outras estrelas que contribuíram para o estudo do comportamento, devem estar se revirando no túmulo. Este último falou do desenvolvimento através da maturação sexual e além disso admitiu a figura materna como um ponto fundamental para os primeiros passos referenciais de uma criança.\r\n\r\nUm outro estudioso alemão falou da dialética e ela essencialmente desenvolve o potencial humano e especificamente alguns processos como o desenvolvimento da comunicação, linguagem ou solução de problemas. Esta visão focaliza-se na mudança de comportamento humano e nas origens sociais de aprendizagem.\r\n\r\nAcho que aí mora o “x” da questão. Talvez a contribuição deste cara seja importante para as nossas ações nos movimentos do Terceiro Setor. Vejo instituições como o Afro Reggae, CEASM, Casa da Cultura, Fábrica de Sonhos, Se Essa Rua..., CUFA e outras trabalhando com mais intimidade, do que o governo, para formar jovens com ambições maiores e melhores para desafiar a vida.\r\n\r\nEm última análise, acho que a violência não é nada fascinante, como critica o Renato Russo. As pessoas não podem deixar de ficar perplexas ao ver a violência, como aquela no ônibus 174, por exemplo. Estas excreções sociais devem ser lembradas sempre para que ninguém repita estes atos. Esta mesma lembrança deve servir para cobrar dos governantes ações que, realmente, atendam os anseios da população carioca. Devem servir, ainda, para ampliar o sistema de cotas para universitários negros na mesma proporção que se melhore as condições da escola pública. \r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (39, 1, 'O poder da influência', 'Em uma favela onde as pessoas têm poucas perspectivas de vida, crianças puderam optar por algo novo e diferente naquela comunidade onde o que predomina é o poder armado dos traficantes, o consumo de drogas, e claro, o medo. \r\n\r\nRetornando um pouco ao meu passado, ou melhor, na minha infância, aos 13 anos já não estava mais estudando. Minha mãe resolveu me tirar da escola quando eu tinha 11 anos, pois lá onde eu estudava tinha uma galera que estava saindo uniformizada para roubar e se drogar. Eu nunca me envolvi com essa galera, mas mesmo assim, minha mãe, por medo, me tirou dessa escola. Fiquei ocioso demais. Só queria saber de jogar bola e ficar de bobeira na favela.\r\n\r\n\r\nA brincadeira que eu mais gostava nessa época era “polícia e ladrão”. Eu assim como outros jovens, queria ser bandido, pois eram aqueles caras armados trocando tiros com a polícia, que nós estávamos acostumados a ver todos os dias. Era maneiro ter como ídolo um cara vestido de Cyclone, com um Nike nos pés e um fuzil atravessado no peito, tendo em sua volta as mulheres mais bonitas da região.\r\n\r\n\r\nEssa história se repete em várias favelas do Rio e do Brasil, só que na minha comunidade, os jovens da “nova geração” têm outras opções que não são somente o tráfico e as drogas e sim a cultura, a música, a arte e a educação. A comunidade de que tanto falo é Vigário Geral e dessa nova geração fazem parte os jovens da Banda Afro Lata, que hoje coordeno.\r\n\r\n\r\nEssa galera há três anos atrás, ao invés de se influenciar pelo dia a dia da favela (melhor dizendo, pelos traficantes), acabou revertendo um pouco essa realidade. Eles acompanhavam os ensaios da Banda Makala, que na época se chamava Banda AfroReggae II, na parte mais pobre da favela (denominada Brasília), e resolveram se juntar com outros jovens da mesma idade, na época com 13 anos, para formar uma banda.\r\n\r\n\r\nComo não tinham instrumentos próprios, começaram a catar no lixo o que mais a frente seriam os principais instrumentos dessa banda. Meses depois, já no Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal, foi criada a Banda Afro Lata, que surgiu para mudar a perspectiva dos adolescentes e jovens de Vigário Geral, tocando em latas, latões, extintores de incêndio e barris de chopp. Eles levam para outras comunidades, pobres ou não, o som das favelas e o talento revelado nas vielas de Vigário Geral.\r\n\r\n\r\nEsse fato ocorrido na minha comunidade só aconteceu pelo fato de ter havido na infância destes jovens um trabalho social que se preocupava em dar oportunidades de dias melhores para eles e muitos outros e que acreditou no talento deles, dando uma brecha para que pudessem expressar o lado bom que existe em todas as favelas, o lado da alegria em meio a tanta guerra, da esperança em meio a tanta morte.\r\n\r\n\r\nValeu Afro Reggae por incentivar os jovens a percorrerem outros caminhos!\r\n\r\n** Duda Vasconcelos já participou do Afro Reggae como jovem assistido e foi coordenador do antigo Centro Cultural do Afro Reggae, Centro Cultural Vigário Legal, que foi demolido para dar lugar ao novo centro cultural que está sendo construído em Vigário Geral.');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (40, 1, 'Rebelião escrava no Brasil', '“Na noite do dia 24 para o dia 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravos e libertos ocupou as ruas de Salvador, Bahia, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Os organizadores do levante eram malês, termo pelo qual eram conhecidos na Bahia da época os africanos muçulmanos”. Esse é o primeiro parágrafo do prefácio que João José Reis escreveu para seu brilhante livro, que acabei de reler na ótima reedição publicada pela Cia. das Letras, “Rebelião escrava no Brasil – a História do levante dos malês em 1835”. O trecho resume bem o que se vê a seguir, ao longo de suas seiscentos e sessenta e cinco páginas.\r\nA leitura do livro já é interessante em virtude de, além da história dos malês, aprendermos sobre uma série de rebeliões, anteriores a 1835, organizadas por negros escravizados e libertos na Bahia do século XIX, algumas delas violentíssimas, como o demonstra a palavra de ordem da revolta do quilombo do Urubu, em 1826: “Morra branco e viva negro”. Essas narrativas vêm juntar-se à conhecida resistência de Palmares como demonstração – entre outras – de quanto eram infundadas as noções ensinadas a muitos de nós na escola, a respeito da submissão dos negros, de sua “dócil” aceitação da condição escrava. Se era verdade que os rebeldes foram sempre derrotados, também é preciso admitir, como esclarece o autor, que “essa insubmissão permanente criou uma tradição de audácia que impregnaria as relações escravistas na Bahia nesse período” (p. 69).\r\nHá muitos elementos importantes na história da rebelião escrava de 1835, infelizmente não é possível aqui falar de todos. Mas, é interessante destacar a relação entre política e religiosidade posta em questão pelos malês. Num momento de efervescência revolucionária como o da época, João José Reis mostra que a comunidade negra baiana não ficou alheia ao processo. A seu modo, ela participou ativamente da riqueza de experiências humanas do período, inclusive “por meio da combinação entre religião e revolta”. Sobretudo porque, antes de propor a revolução social, o islamismo “propunha uma revolução nas vidas de seus seguidores, arrancando-lhes pela raiz a vontade de ser escravos, impregnando-os de dignidade, constituindo novas personalidades” (p. 249). Fico pensando se o cristianismo relido por alguns rappers nossos contemporâneos – como Luo, Alpiste, REP, entre tantos outros – não é uma forma, ainda que por mera coincidência, de retomar esses mesmos princípios em favor de uma transformação social que até hoje não aconteceu plenamente? Afinal, como explica João José Reis, “quando os malês se reuniam na rua ou em casa para vivenciar os preceitos de sua religião, ou simplesmente para repartir outras dimensões da vida, a ocasião também servia para imaginar um mundo melhor” (p. 247).\r\nÉ preciso dizer ainda que o levante não foi exclusivamente protagonizado por escravos, nagôs, muçulmanos, embora essa fosse sua inclinação predominante. Nem a religião foi o único instrumento da mobilização. A religião fazia parte de um contexto complexo, em uma sociedade escravista na qual nem o liberto era completamente livre. Apesar disso, era principalmente entre os escravos nagôs que a “sociedade malê” engrossava suas fileiras. “Dessa forma, a própria organização religiosa estava infestada de sentidos de classe, além de étnicos” (p. 389).\r\nNo final, a rebelião dos malês trouxe graves conseqüências. “Enquanto muitos africanos eram executados e surrados nas ruas, ou começavam a cumprir suas penas de prisão, outos eram banidos da província (...). Os libertos, além disso, seriam subordinados a leis especificamente criadas para eles, que tinham como objetivo tornar suas vidas na Bahia mais difícil, e demonstrar que o país não os queria” (p. 479). De qualquer modo, os negros resistiram a todas essas formas de opressão, não apenas através da revolta armada, mas usando também a criatividade e a inteligência. Além disso, essa história nos legou alguns homens e mulheres que são exemplos de luta e determinação na conquista da liberdade neste país, gente como Ahuna, Pacífico Licutan, Zeferina, Manoel Calafate. Mas esse assunto fica pra próxima.\r\n\r\nOriginalmente publicado no jornal E-black\r\n\r\nEcio de Salles coordena o Programa de Educação do Grupo Cultural Afro Reggae, núcleo responsável pela elaboração e coordenação de projetos ligados ao campo da Educação, além da participação na produção de eventos realizados pelo grupo. Também coordena um dos SubGrupos formados pelo Afro Reggae em Vigário Geral, o Afro Samba. Em 2002, concluiu o mestrado em Literatura Brasileira na Universidade Federal Fluminense – UFF, e o tema de sua dissertação abordou a produção textual da cultura hip-hop no Brasil.\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (41, 1, 'MERECE SER SAMPLEADO', ' ** Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nDurante uma entrevista na Barragem Santa Lucia, em Belo Horizonte, para a jornalista Ludmila Ribeiro, fiquei sabendo que existia um Guia Cultural de Vilas e Favelas de Belo Horizonte. Fiquei impressionado com a riqueza de detalhes que ela descrevia e isso acabou aguçando a minha curiosidade. Diante do meu interesse, fui premiado 15 dias depois com um exemplar numa outra entrevista, só que agora regado mais de bate- papo para a mesma Ludmila, que agora apresento como amiga. No nosso primeiro encontro, o cenário era belíssimo e demonstrava semelhanças geográficas com o Rio. Estávamos num parque verde com apelos esportivos e turísticos. De um lado, o Morro do Papagaio, do outro, prédios novos e de classe média e atrás, bem grudado nas nossas costas, o vigésimo segundo batalhão da policia militar.\r\n\r\nNo nosso segundo encontro, já em terras cariocas, o local não poderia ser melhor, dentro do Cesarão, em Santa Cruz, de sexta para sábado, lá pelas quatro e pouco da manhã. Fiquei com o desejo na cabeça de folhear o guia e foi a primeira coisa que fiz quando acordei no dia seguinte. Não consegui parar de ler. Só interrompi por causa de uma reunião sobre a continuidade do projeto Juventude e Policia que estamos desenvolvendo em BH em parceria com o Centro de Estudos da Faculdade Candido Mendes (CESEC), Secretaria de Defesa Social do Estado de Minas Gerais, Programa Fica Vivo e Policia Militar do Estado de Minas Gerais, Ufa! Nessa hora não posso esquecer o nome de ninguém! BH estará presente na minha vida diretamente e intensamente até novembro.\r\n\r\nVoltando para o guia, ele é riquíssimo e cheio de detalhes. A coordenadora da pesquisa, Clarice de Assis Libânio, fez uma pesquisa profunda e rica em detalhes. Os nomes das Vilas e Favelas são os mais variados possíveis: “Alta Tensão”, “Araguaia”, “Vila Nova dos Milionários”, “Cabana do Pai Tomás”, “Pedreira”, e assim vai. As favelas e vilas passam batidas pelos olhos de boa parte da população como se fossem “estruturas invisíveis”. Essa reação não é somente dos mineiros, mas sim uma atitude tipicamente brasileira.\r\n\r\nO guia é repleto de afirmações bastante reflexivas como a de pensar a cultura e a cidade se restringindo somente a análise das artes eruditas, voltadas para as classes elitistas. Tem vários dados bastante interessantes:\r\n\r\nO levantamento da Fundação João Pinheiro mostra que para cada R$ 1,00 gasto em atividades culturais, o PIB total gerado é de R$ 1,09. As atividades culturais geram, em média, 245 empregos para cada R$ 1 milhão consumidos pelas famílias. Na indústria automobilística esse número é de 40 empregos, e na área das comunicações, 56 empregos. São levantamentos bastante expressivos.\r\n\r\nForam localizados mais de 700 grupos culturais envolvendo diretamente quase 7.000 pessoas nas 226 vilas, favelas e aglomerados da cidade.\r\n\r\nExistem mais de 500 mil pessoas em BH morando nas vilas, favelas e conjuntos habitacionais de baixa renda, o que representa um quarto da população da cidade.\r\n\r\nO grande destaque da cultura apresentada no guia, com 39%, é a música: funk, rap, pagodeiros, forrozeiros e evangélicos, além de outros ritmos como axé, MPB, samba-rock, entre outros. Depois vem o artesanato (24%), dança e artes plásticas, cada um com 13%. \r\n\r\nUma das manifestações que vem perdendo participantes nos últimos anos é o congado. Eles vem sofrendo reduções sucessivas no número de integrantes com a morte das pessoas das gerações mais velhas e o pouco interesse dos mais jovens em manter a tradição das guardas.\r\n\r\nApenas 20% dos artistas e grupos conseguem sobreviver da arte e da cultura, em especial aqueles que são ligados ao artesanato. \r\n\r\nNa pesquisa também aparecem 28 rádios comunitárias, 11 jornais, 2 fanzines, 48 bibliotecas comunitárias, 18 centros comunitários, 11 centros culturais e 28 espaços de outros tipos. Deve ficar claro, entretanto, que sua simples existência não é garantia de utilização. Como o título do artigo diz, vale a pena samplear (eu mesmo o fiz), mas dando o crédito.\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (42, 1, 'Inquietação e Fúria*', 'Na foto, o rapper MV Bill no Conexões da Vila Vintem, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n\r\nVeja, olhe outra vez/ o rosto na multidão/ A multidão, ela é um monstro/ Eu sei: rosto e coração.\r\nRacionais MCs, Negro drama\r\n\r\n\r\nHouve um tempo em que canções de Tim Maia embalavam nossos bailes; uma das melhores dizia no refrão: “o que eu quero é sossego”. Hoje, ouvimos tiros na noite e sabemos que a cidade está em guerra. Dormimos ao som de rajadas de metralhadoras e fuzis. Acordamos diariamente com a contagem dos corpos nos jornais toda manhã. Daí, argumenta-se em favor de medidas duras, fala-se em pena de morte, defende-se a redução da maioridade penal. Onde quer que o medo se instale, logo o ódio aparece, para disfarçá-lo. Por outro lado, nesta geração, as canções que nos embalam armaram nossas almas, e elas miram justamente “a cara do sossego”.\r\nEste é o momento em que vivemos, e se o entendo (ainda que pouco), percebo que ele abriu espaço para uma ação inquieta, contínua, que lhe possa fazer frente. Não se trata de uma obrigação moral, mas de uma decisão política. Parte da música que se faz agora é indicativa desse processo: “Não há guerra alguma/ apesar de todo esse barulho infernal/ é só o capital cruzando o mar/ hoje ele voa mais rápido que qualquer míssil”. Esses versos da canção “Caiu a ficha”, faixa do último CD do Mundo Livre, apontam uma questão interessante do mundo globalizado: o fato de o capital – e portanto as elites – ser móvel, rápido, ele pode cruzar os oceanos na velocidade de um míssil; enquanto ao restante da população restaria a imobilidade, o apego compulsório ao local: os pobres estão presos ao seu lugar de origem.\r\nNo entanto, as experiências artísticas que têm surgido, ou se consolidado, na última década em localidades estigmatizadas ao extremo – como os subúrbios ou as favelas –, e a partir dos setores populares, têm demonstrado a viabilidade de formas radicais de resistência. Elas têm demonstrado também uma virtude fundamental: a inquietação. É a partir do sentimento de que algo não funciona bem na engrenagem social que elas recusam a quietude, a acomodação.\r\nHá muitos exemplos de experiências desse tipo. O Hip-Hop é uma das mais interessantes, até devido à sua diversidade interna, que autoriza tanto o discurso de MV Bill no número anterior desta revista, quanto à apologia às drogas, à violência e ao sexismo mais banal, como é o caso de astros internacionais como Snoop Doggy e Jah Rule, que no início de janeiro deste ano fizeram show no Brasil. Até por isso, me interessa neste momento o rap “Negro drama”, dos Racionais MCs. Ele já inicia afirmando dicotomias que tornam dramática a experiência de mobilidade (social que seja) vivida pelo rapper: “Negro drama/ entre o sucesso e a lama/ dinheiro, problemas, inveja, luxo, fama”, e mais à frente: “Negro drama/ cabelo crespo e a pele escura/ a ferida, a chaga, a procura da cura”.\r\nO negro drama é o “drama da cadeia e favela/ túmulo, sangue, sirene, choros e vela”. Como se vê, não é uma visão muito pacífica da realidade. Nem poderia, uma vez que o discurso dos Racionais não representa apenas a inquietação de jovens negros, moradores de favelas. Ele é direto e contundente, a “fúria negra que ressucita outra vez”, como dizem em outra canção. Mas essa fúria não é cega, não é simplesmente manifestação de um ódio irracional. É antes uma máquina que deseja subverter a realidade que parecia congelada, impossível de ser modificada.\r\nOs Racionais pensam diferente. Edy Rock, que no disco canta a primeira parte da música (dividindo-a com Mano Brown, que canta a segunda), diz “Tim tim, um brinde pra mim/ sou exemplo de vitórias/ trajetos e glórias”. Curiosa a associação dos termos “vitória” e “glória” ao termo “trajeto”. Essa idéia – de caminho, estrada, nomes que expressam movimento enfim – é muito presente na música dos Racionais e aparece mais de uma vez apenas nesta composição. \r\nEm sua parte, Mano Brown, dirigindo-se aos poderosos, admite: “Seus carro é bonito/ e eu não sei fazer Internet, vídeo-cassete, uns carro louco/ Atrasado eu tô um pouco sim”. Por outro lado, afirma: “seu jogo é sujo/ e eu não me encaixo”, para afirmar no fim a sua grandeza: “Eu vim da selva/ sou leão/ sou demais pro seu quintal”. Os Racionais vieram da “selva”, agora estão em outro lugar e, embora também se apeguem firmemente à sua origem (“o dinheiro tira um homem da miséria/ mas não pode arrancar de dentro dele a favela”), sabem que na verdade estão em todo lugar, mesmo que não saibam fazer internet, através dela e de outros meios, habitam um espaço muito maior. “Inacreditável, mas seu filho me imita/ no meio de vocês ele é o mais esperto”, canta Mano Brown, “entrei pelo seu rádio/ tomei/ você nem viu”. O que indica também uma mudança siginificativa na postura do grupo dos discos anteriores pra cá. Os Racionais agora sabem que não participam da vida apenas dos 50 mil manos de que falam em “Sobrevivendo no inferno”. O arremate da estrofe é revelador: “Seu filho quer ser preto/ Ah! Que ironia”.\r\nEm contrapartida ao imobilismo, os Racionais põe em cena um ativismo nômade, ele migra não só através do espaço, mas através das diferentes mídias, das consciências de incontáveis pessoas. Mano Brown sabe que nada é fácil, que é aquele “que não pode errar/ aquele que você odeia”. Mas percebe também que o rap – mas não só o rap – encontrou um outro caminho, através da inquietação e da fúria, e que é nesse caminho que se criam as bifurcações para outros sentimentos e outras ações. No final, Brown pode dizer: “E de onde vem os diamantes? Da lama!”\r\n\r\n*Publicado originalmente na Revista Global, número 2, maio/junho/julho/2004\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (43, 1, 'A Fama versus os Normais: ajuste social no mundo das celebridades', 'Marta Porto \r\n\r\n\r\n Foto:Ierê Ferreira\r\n\r\nEm 1998 cheguei no Rio de Janeiro durante o processo de privatização das telecomunicações, marcado pela ausência de consensos entre governo, sindicatos e sociedade civil e pelos leilões imersos em críticas públicas e pressões sociais. Em frente às antigas estatais – Embratel, Telerj, Vale do Rio Doce – pude constatar o poder de representação pública e de formação de opinião do Rio de Janeiro, acompanhando por dentro e por fora o micro-universo das privatizações, que em alguns poucos anos ajudaram a impulsionar mudanças no perfil do mercado de trabalho no Estado. As passeatas, as greves, o poder simbólico das empresas e entidades públicas aqui presentes, desde as imponentes edificações culturais do período do Império até aquelas que representavam o poderio do estado no período amargo da ditadura militar eram dados nacionais importantes, facilmente assumidos por todos os brasileiros e não apenas pelos cariocas da gema, ou aqueles que como eu adotaram o Rio como segunda cidadania.\r\n\r\n Palco privilegiado das contradições e dos contrastes nacionais, o Rio de Janeiro assume um de seus mais importantes capitais sociais: o poder de transformar acontecimentos locais em temas de debate nacional. Vitrine e caixa de ressonância do país, este saudável poder retórico do Rio (no sentido aristotélico, de convencimento) age no movimento interno da cidade promovendo com rapidez alucinante pessoas, fatos e mais recentemente, projetos sociais antes desconhecidos do público leigo. Desta forma amplia, no campo do simbólico, as representações sociais. E é exatamente aí que o bicho pega. \r\n\r\nNos últimos 10 anos, com destaque para os últimos cinco, a fábrica de celebridades incorporou aos poucos, jovens empreendedores das “zonas opacas”, organizados em grupos musicais, de teatro, de percussão, de tribos de grafiteiros. Alçados ao panteão dos que deram certo, contra toda a lógica de uma sociedade desigual e discriminatória, a categoria dos empreendedores comunitários que transitam invariavelmente nos circuitos sócio-culturais mais importantes da cidade, oxigena a cultura da produção da fama em que todos vivemos. Absorvidos como celebridades, os meninos e meninas pobres, invariavelmente negros, moradores de espaços tipificados na mídia como violentos e vazios de produção de significados reconhecidos pela elite econômica e social, passam a representar não mais o próprio talento (que independe de origem) ou o capital cultural latente nas comunidades onde vivem, e sim símbolos redentores de uma sociedade desigual que opera pela lógica dos vencedores, dos mais talentosos, dos que por esforço ou virtuose conseguem subverter a lógica de um destino de poucas oportunidades. Nada de mais, se olharmos pelo viés do indivíduo ou do grupo, mas preocupante se a bem sucedida ação de alguns poucos for lida simbolicamente pela sociedade como suficiente para reduzir a desigualdade estrutural dos muitos “normais”, medianos, menos talentosos, que aumentam as estatísticas sociais negativas do país e dessa cidade. Ou se alimentar a tendência que registramos nos mais variados setores do Rio de Janeiro, de que o investimento em projetos sócio-culturais realizados com sucesso nas comunidades da cidade supera a necessidade de ações para todos, para o conjunto feio e desigual que talvez queira uma escola pública de qualidade, um posto de saúde decente para o atendimento dos filhos, uma oportunidade em setores mais tradicionais do mercado de trabalho, longe dos holofotes dos campos de futebol ou dos palcos de teatro. \r\n\r\nAo incluir no panteão da fama estes jovens, sim surpreendentes e maravilhosos, sem no entanto refletir sobre o que eles de fato representam ou propõem modificar, a sociedade substitui a necessária revisão das políticas em curso, com destaque para as de cultura, esvaziando assim o seu potencial transformador, pelo ato da celebração. É como se um anúncio publicitário permanente, formado pela imagem de várias experiências culturais de destaque, redimisse a culpa de todos por não conseguir abrir mão de mais nada, ou melhor, do mais importante que é a democratização real da esfera pública, das oportunidades educacionais, de emprego, de renda, de moradia, de serviços estatais de qualidade, de cultura também. \r\n\r\nAssim como se naturaliza a desigualdade, vai se naturalizando a idéia de que projetos substituem processos, de que os mais talentosos representam ou redimem os invisíveis, os que engrossam os indicadores das instituições “sócio-educativas”, dos que morrem no abandono da presença do Estado. Nunca se associou tanto o talento artístico de origem comunitária a idéia de transformação social. Há uma verdade óbvia nesta visão se associarmos produção e acesso a arte e a cultura com um capital cultural relevante no insumo de políticas públicas de enfrentamento a desigualdade. Disso depende estratégias complexas de atuação do Estado e da sociedade de reduzir a concentração de ativos educacionais e de conhecimento, de fortalecer as instâncias de participação legítima dos setores comunitários nas decisões públicas, no entrelaçamento das políticas sociais, na democratização dos espaços e serviços públicos estatais ou não, na abertura de espaços concretos e simbólicos de representação civil e social das diferenças e contradições que são produzidas no cotidiano das grandes cidades. Um tratamento que ainda estamos longe de conquistar, mas que qualifica o capital cultural como uma chave importante para o desenvolvimento e a consolidação de um estado de direitos, já apontado por autores como Francis Fukuyama e Bernardo Kliksberg. \r\n\r\nO aperfeiçoamento do processo democrático no Rio de Janeiro, e em todo o país que fique claro, inevitavelmente deve caminhar nesta direção, daí a importância de se relativizar o culto a celebração dos novos famosos ou de esgotar as alternativas de combate as nossas mazelas a promoção de projetos isolados, por mais bem sucedidos que sejam e são. O Rio de Janeiro que nesta última década soube assumir o seu papel de dar visibilidade e reconhecimento a diversas práticas culturais antes desconhecidas, chamando atenção do resto do país de sementes importantes originadas nas favelas, nos subúrbios e nas periferias, deve ser capaz de nos próximos 10 anos garantir que este espaço seja o lócus privilegiado de mudanças sociais estruturais, de divulgar os vazios, os ausentes, os que não tem voz e chance. Na briga entre a fama e os normais, ou no equilíbrio entre estes dois lugares, deve prevalecer a ética do ajuste social, daquilo que não podemos mais negociar, ou escamotear, ou esconder: temos urgência de uma cultura política que forje a abertura de espaços de qualidade, que assegure direito sociais e econômicos, independente de lugares de moradia ,de origem social, ou de talentos específicos. Direito é direito e não benefício.\r\n\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller \r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (44, 1, 'Organizações feitas para durar', 'Pessoas e instituições, aparentemente, são feitas para durar.\r\nHoje, em nosso país, as pessoas duram, em média, 68 anos. Homens morrem mais cedo do que as mulheres.\r\n\r\nEm estudo divulgado em 2001 na Europa, após pesquisa conduzida durante 3 anos nos EUA, na Europa e na Ásia, no ano 2000, de 100 empresas fundadas a partir da segunda metade do século XIX naqueles três continentes, somente 3 sobreviviam... Então, assim como as pessoas, diferente do que escrevi lá em cima, as pessoas e as empresas não foram feitas para durar... já que os números, aqui, não mentem.\r\n\r\nEntão, qual o segredo do sucesso, porque algumas empresas não morrem? Explicar esse fenômeno em poucas linhas é difícil, mas são conhecidas algumas maneiras de fazê-las perdurar por pelo menos uns 100 anos, o que não é tão desprezível assim.\r\n\r\nComo injetar, então, o elixir da juventude nas empresas?\r\n\r\nLá vai uma receitinha tirada dos compêndios dos curandeiros empresariais, alguns deles muito em voga nos fóruns econômicos:\r\n\r\nv Tenha sempre pessoas que pensam à frente, ou seja, dê liberdade para aquele(s) insatisfeito(s), que às vezes sente(m)-se aprisionado(s) e está(ão) prestes a chutar o balde...\r\n\r\nv Preste atenção naquele que cumpre metas, tem iniciativa, gosta de trabalhar em equipe, tem espírito empreendedor, é disciplinado (não precisa ser muito), é assertivo (mantém suas convicções, fala e não costuma se dobrar aos argumentos da autoridade), é analítico (gosta de refletir, tem idéias novas sobre o seu trabalho), e quase sempre mantém o bom humor. Esse tipo de gente não suporta trabalhar muito tempo na mesma atividade, 2 ou 3 anos no máximo na mesma função é o suficiente para que ele procure novos desafios. Então, promova-o, para o lado ou para o alto. Promoção não é apenas para cima. Essa pessoa é muito importante para o sucesso e longevidade da empresa. Lamentavelmente, ela é um gênero escasso na prateleira de ofertas... quando descobrir uma, trate-a com atenção e carinho, preserve-a! A sua empresa vai gostar de ter essa mercadoria bem estocada. \r\n\r\n\r\nAgora vamos ao contrário do exemplo acima descrito. Pessoas acomodadas, desestimuladas, incompreendidas, rebeldes, negligentes, também rondam por aí, assombrando as organizações. Como agir?\r\n\r\nPrimeiro, dê mais uma última chance. Só uma. Atenção, aqui não pode se falar só com o coração. Tenha razão. As ONGs, como registra a história, tendem a agir com paixão, com muita emoção, não só para fora, já que sua missão tem sempre uma grande dose de compaixão e generosidade pelo ser humano.\r\nPara dentro, com o público interno, sem desprezar esses valores, cuide também para que a razão prevaleça e mesmo se a pessoa for aquela amiga, que tanto tempo te acompanha, mas que hoje já não rende o tanto quanto antes, o dilema aparece, e a sua energia tem que pensar no futuro da organização e dispensar, nesse caso, um tratamento adequado: converse, avise, e dê um prazo de dois meses para aplicar o que ensinam os gurus antes mencionados... chegou a hora da despedida. É difícil? É. É doloroso pra você? É. É necessário? É. Então, está esperando o quê?\r\n\r\nPorém, antes de tomar a decisão sobre a dispensa dessa pessoa, que não rende no trabalho, você também já deve estar também pensando em quem poderá substituí-la, não é? Pode ser aquele que está ansioso por uma promoção, um novo desafio, ou, se não existir alguém assim nos quadros da sua ONG, quem sabe aquela pessoa que você conhece - entre tantas outras que certamente fazem parte da rede de seus relacionamentos - não aceitaria o convite para trabalhar na sua organização?\r\n\r\nCom este procedimento, quero dizer que você não nunca deve demitir alguém, sem antes saber quem poderá ocupar aquela função. Essa possibilidade só se admite em caso extremo, por algum desvio em que a ética e a boa moral ficaram comprometidas por alguma ação do funcionário em questão. Mesmo assim, você deve preencher o cargo no máximo em 24 horas, ainda que provisoriamente. Mas a substituição definitiva terá que ser feita em no máximo em 5 dias.\r\n\r\nE você, está se sentindo culpado pela demissão do amigo? No fundo, no fundo, talvez você tenha culpa mesmo. Sabe por quê? Não! Nem imagina?\r\n\r\nÉ bem provável que você aqui tenha cometido um erro, não tão grande assim você diria, mas um erro imenso para o futuro da sua organização. Sabe qual? O cargo, o cargo, meu amigo. Acho que você esqueceu de descrevê-lo, e achou que o seu amigo saberia o que fazer e ele também ficou perdidão, por falta de uma bússola que o orientasse em suas atividades diárias.\r\n\r\nEntão, é isso, o cargo dele não estava descrito, ele próprio não sabia qual a sua rotina, as suas obrigações, as suas metas, os seus prazos... como estava indo... e você também esqueceu de cobrar de um jeito formal, que subentende a avaliação da performance, do rendimento, de seu, quem sabe? agora ex-amigo.\r\nViu, viu bem, você também teve culpa! Cargos não descritos não podem ser avaliados. E tudo que não é avaliado também não pode ser bem gerenciado. \r\n\r\nBem, aí está uma estorinha, curta e grossa, mas que, se bem aplicada, pode que sirva para o futuro certo de uma empresa e, que pena, para o incerto futuro de um ex-futuro-nunca-jamais amigo.\r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae.. ');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (45, 1, 'Uma noite no Rival (entre o samba e o funk)', 'Foto: Arlindo Cruz e Lekão, do Afro Samba, no Teatro Rival, agosto de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira\r\n\r\nEm uma segunda-feira quente para um dia de inverno, ainda em junho deste ano de 2004, fui com Jonas Michel e Alexander, dois jovens do Afro Samba (o grupo aqui do Afro Reggae que coordeno), e o professor do grupo, Ricardinho, assistir ao Pagode do Arlindo, no Rival. A casa estava cheia e o público parecia bastante animado. Antes de a apresentação do Arlindo começar, o grupo do Jongo da Serrinha fez uma apresentação de músicas populares (maracatu, dança afro, etc.). Eu não sabia ainda que a noite reservava outras boas surpresas.\r\n\r\nUm dos aspectos interessantes dos shows do Arlindo é a diversidade do seu público. Acho que ele faz parte de um grupo de sambistas – de que participa também o Zeca Pagodinho – que faz o seu samba traçando uma linha transversal entre o samba chamado de “raiz” e aquele mais conhecido como “pagode comercial”. Ouvi-lo significa fazer um passeio pela história do samba, desde os tempos anteriores à Candeia aos atuais, ignorando qualquer fronteira mais rígida entre uns e outros.\r\n\r\nJá colecionei alguns desentendimentos porque implico com esta terminologia: “samba de raiz”. Sempre que ouço o termo reafirmo minha crença de que ele atende a uma questão mais política que estética. Algumas formas de samba são tratadas como reservas de pureza, como monumentos tombados pelo “patrimônio histórico”. Portanto, são intocáveis, inquestionáveis e afirmadas como o padrão para qualquer discussão sobre o que é autêntico e o que não é. O restante é ruim, inautêntico, em resumo: simplesmente não é samba de verdade. Daí a idéia de “preservação”, ou de “salvação” da cultura nacional, que Caetano Veloso ironiza na canção “A voz do morto”: “Ninguém me salva/ ninguém me engana/ eu sou alegre/ eu sou contente/ eu sou cigana/ eu sou terrível/ eu sou o samba”.\r\n\r\nNo entanto, as possibilidades de trocas culturais são muito mais dinâmicas e poderosas que as visões preconceituosas que se alimentam de uma idéia ortodoxa demais de tradição. Um dos maiores sambistas da história, Zé Ketti, cantava: “Eu sou o samba, a voz do morro sou eu mesmo sim senhor”. Isso é verdade, é legítimo e bonito, mas não é, ou não deveria ser, a única via. O morro – e as favelas planas – são polifônicas: elas se expressam de múltiplas formas, dançam diferentes ritmos, protestam sobre diversificadas bases – desde o partido de Xangô da Mangueira, ao jongo da Serrinha e à mistura eclética de ritmos do AfroReggae. Como diria outro grande mestre, “ninguém faz samba só porque prefere”. Nem rap, funk, xote, maracatu, xaxado e baião... Talvez, uma das forças da criação esteja no fato de se encontrar a melhor forma para expressar os conteúdos que se deseja. Quando Cidinho e Doca quiseram manifestar seu desejo felicidade – “andar tranqüilamente na favela onde eu nasci” – o fizeram num funk. \r\n\r\nQuando Nêga Gizza quis falar da prostituição – “sou puta sim, vou vivendo do meu jeito, prostituta atacante, vou driblando o preconceito” –, o fez através de um rap. Como se vê, força nehuma interfere no poder de criação. Nem a força dos que insistem na história da autenticidade, legitimidade, radicalidade (de raiz) do samba. Uma insistência que, às vezes, deriva em fundamentalismo, preconceito e mesmo discriminação.\r\nVoltando ao Rival.\r\n\r\nNum momento da sua apresentação, Arlindo anunciou a presença de um artista “de outra área”, mas também ligado à música e à voz do morro. Ato contínuo, chamou o funqueiro Mr. Catra ao palco. Acompanhado pela banda de Arlindo, Catra cantou uma música de sua autoria – originalmente um funk, mas já regravado pelo Revelação em ritmo de pagode – intitulada “O simpático”: “Ele vive na sombra do patrão/ agradar vagabundo é sua profissão/ confunde ganância e ambição/ simpatia, comédia e vacilação/ Ô simpático, pára de formar caô”. Depois, cantou uma música de Candeia: “deixe-me ir, preciso andar/ vou por aí, a procurar, rir pra não chorar/ quero assistir ao sol nascer/ ver as águas dos rios correr/ ouvir os pássaros cantar...”. \r\n\r\nA interpretação de Catra foi diferente, informada desde o início pelo seu dna funqueiro. Mesmo assim, ou antes, por isso mesmo, foi bonito. Havia uma emoção que partia do palco, partia do público, e se encontrava em algum outro lugar. Um lugar onde a emoção, os sentimentos e a potência da música popular negra, notadamente a feita a partir do imaginário das favelas, ocupava um lugar maior que as idéias racionalizadas de origem, autenticidade, raiz. Ambos, o sambista e o funqueiro, naquele momento estavam sendo livres, sendo eles mesmos e daí advinha a beleza do acontecimento, da manifestação da força da cultura e da música negra.\r\n\r\nNão precisamos ir muito longe para localizar pontos de contato entre o samba e o funk. Um elemento rítmico-estrutural específico trabalha igualmente nas duas vertentes: a síncopa. Embora presente em várias manifestações musicais, é especialmente na música popular negra que ela desempenha um papel destacado, inclusive motivando a mobilização do corpo, motivando a dança. Com isso quero dizer que a síncopa implica uma quebra de princípios. Significa a busca e o exercício da liberdade, pela musicalidade negra, contrariamente às amarras impostas pelas regras clássicas do padrão musical. Sugiro ainda que ela, ainda que metaforicamente, representa o desejo de liberdade também na vida social, na qual os negros são continuamente estigmatizados por conta da cor da pele e outros traços fenotípicos, como se fossem prisioneiros da própria negritude.\r\n\r\nO encontro de Mr. Catra e Arlindo Cruz mostrou uma aliança possível, e bela, entre diferentes, unidos pela síncopa, insubordinados inclusive às imposições que dividem e hierarquizam os nossos ritmos. Era como se distantes gerações da música popular negra se encontrassem, ou reencontrassem, no palco do Rival. Teatro cujo nome remete à idéia de competição. Segundo o dicionário Houaiss, rival é “aquele que disputa com outro o amor de uma mesma pessoa”, “competidor, concorrente”. Mas pode ser também, entre outras coisas, “que ou aquele que se equivale a outro em merecimento”. Eu diria que naquela noite, a palavra rival teve muito mais essa conotação. Dois equivalentes, mestres de diferentes artes, que se juntaram em nome da música e da beleza, menos preocupados com as margens que se opõem que com o rio que flui.\r\n\r\nTodavia, não raro investimos num caminho de rivalidade, no sentido competitivo mesmo, como quem diz: samba é samba, funk é funk e o hip-hop não é o tal. Basta ver a letra de “Goiabada cascão” – por sinal de autoria de outro mestre, Nei Lopes, que não disfarça sua opinião sobre esses temas – para verificar essa opção: “Samba de partido alto com a faca no prato e batido com a mão/ já não tem na praça mas como era bom/ hoje só tem pop rock, só tem hip hop, só imitação/ já não tem mais caixa de goiabada cascão”. No meio desse desencontro todo, só mesmo Candeia para iluminar essas nossas questões: “Se alguém perguntar por mim, diga que só vou voltar, quando eu me encontrar”.\r\n\r\n** Obs: Devido ao falecimendo do pai de Arlindo Cruz, o show que o músico faria nesta segunda-feira, 27 de setembro de 2004, no Teatro Rival (Rio de Janeiro) foi cancelado. O Afro Samba faria uma participação especial nesse show.\r\n\r\nEcio de Salles coordena o Programa de Educação do Grupo Cultural Afro Reggae, núcleo responsável pela elaboração e coordenação de projetos ligados ao campo da Educação, além da participação na produção de eventos realizados pelo grupo. Também coordena um dos SubGrupos formados pelo Afro Reggae em Vigário Geral, o Afro Samba. Em 2002, concluiu o mestrado em Literatura Brasileira na Universidade Federal Fluminense – UFF, e o tema de sua dissertação abordou a produção textual da cultura hip-hop no Brasil.\r\n\r\n');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (46, 1, 'Bernardinho é o cara, esse sabe liderar pessoas', 'Um ícone que ainda está martelando em minha cabeça...\r\n\r\nVocês viram aquela imagem raivosa do Bernardinho, querendo engolir a bola, quando nosso time teimava em errar nos saques, durante um dos jogos da seleção de vôlei do Brasil nas Olimpíadas de Atenas?\r\n\r\nAquela foto do excelente treinador estampada em vários jornais, mostrando a sua bocarra, os seus olhos esbugalhados, aquele carão qual um assassino, nos indicava exatamente a sua grande vontade de ganhar o jogo. E aquele gesto também revelava a sua bronca quanto às falhas cometidas pelo nosso time.\r\nNo fundo, no fundo de sua alma, ele visava estimular os seus competentes atletas...\r\n\r\nBem, esse excepcional administrador de pessoas de alto desempenho merece ter seus exemplos interpretados, sob o foco dos programas de gestão de pessoas.\r\n\r\nÉ isso que vou tentar agora, pedindo ao Bernardinho que não me engula, caso eu erre alguns passes nesse jogo da gestão empresarial.\r\n\r\nO que vou escrevendo aqui tanto serve para as atividades das ONGs que criam valor social, como para as empresas que criam valor econômico.\r\n\r\n1 - Bernardinho sabe o que um líder deve fazer para manter uma equipe coesa, bem treinada e motivada para conquistar e ultrapassar as suas metas. Então, o que ele fez com o nosso time de vôlei?\r\n\r\n2 - Ele sabe que para liderar deve... meter a mão na massa, ou seja, seus atletas confiam na sua capacidade, pois ele, junto com todo o time, faz previsões de cenários dos próximos jogos, cria estratégias, e além de tudo faz questão de conhecer e analisar a concorrência. Bons estrategistas vêem o mundo através dos olhos dos competidores. \r\n\r\n3 - Bernardinho escuta seus atletas, que se sentem motivados quando suas idéias são consideradas. Quem não gosta de ter suas idéias ouvidas e até mesmo implementadas?\r\n\r\n4 - Ele também sabe recompensar os esforços de sua equipe, pois imagina que a falta de reconhecimento gera desmotivação, comprometendo a busca por resultados cada vez melhores.\r\n\r\n5 - O nosso líder sabe o que motiva uma pessoas pode desmotivar a outra. Assim, ele não padroniza suas relações com o grupo. Ele faz questão de conhecer os pontos fortes e fracos de cada um, até mesmo a sua preferência por uma determinada atividade. Além de conversar, ele sabe observar muito bem a sua equipe.\r\n\r\n6 - Bernardinho festeja suas vitórias, mesmo as menores, pois agindo assim ele sabe que cria um ambiente positivo, que é uma poderosa forma de reconhecimento coletivo.\r\n\r\nEntão, isso que ele faz não é compreender as pessoas, buscar os melhores resultados, o melhor desempenho de cada um? A grande lição que Bernardinho nos mostra é que ele sabe muito bem converter a complexidade e a especialização em grande desempenho. \r\n\r\nDepois de aprender o que o Bernardinho nos ensinou, vou apagar da minha memória a medonha imagem do cara querendo comer a bola...\r\n\r\nViram a foto do homem tranquilão, ao lado de sua mulher, também excepcional jogadora de vôlei, Fernanda Venturini, radiante com a conquista da medalha de ouro para o Brasil?\r\n\r\nEssa é a cara do cara... Bernardinho é o cara!\r\nBernardinho para Presidente do Brasil, já! \r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae. ');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (47, 1, 'Relatório da 2ª Etapa do Projeto Juventude e Polícia', 'Semana de 13 a 17 de setembro – 34º BPM e 22º BPM – Belo Horizonte\r\n\r\n** Foto:Ierê Ferreira\r\n\r\n“Ontem, depois da oficina de percussão, eu saí daqui pensando e percebi que o efeito em mim, em todos nós, é que nós soltamos e liberamos a juventude que tem dentro de nós. O projeto está fazendo a gente vivenciar na pele, no coração e por dentro, ser jovem de novo... e eu lembrei que na minha adolescência eu metia o pau na polícia”. (Ten. Cel Luciene, comandante do 34º BPM - PMMG)\r\n\r\n“Primeiro eu falei: não participo dessa oficinas de jeito nenhum. Eu fui lá ver, acabei entrando... hoje eu não tô me segurando de vontade de fazer oficina. Eu acho que é um dom que você tem, da música, que estava bem escondidinho e que você nem sabia, mas estava lá”. (Cabo - 34º BPM)\r\n\r\n“Ontem, no show dentro da batalhão eu disse: gente, se eu visse um jovem desses na favela eu acho que eu ia abordar... É uma quebra de paradigma muito grande. São muitos anos de afastamento da sociedade. Hoje já é mais fácil entrar no quartel. Eu disse para minha mãe: mãe, você não imagina, o Toni Garrido dançando no meio do quartel de polícia!” (Tenente Danúbia – 34º BPM - PMMG)\r\n\r\nA gente tem que ter humildade para entender que a maioria das vezes que eles falam mal da gente (O Rappa, o AfroReggae e Os Racionais), eles não estão errados. Mas quando você começa a falar a língua deles, com respeito, isso muda (Capitão Gonzaga 22º BPM – PMMG)\r\n\r\n“Nossa, aquele show... sinceramente, abriu muitas portas. Em primeiro lugar abriu as portas do batalhão e um monte de gente que não é policial entrou”. (Sargento Roseana – 22º. BPM – PMMG)\r\n\r\n“O sofrimento que tivemos com a polícia, essas recordações ruins, tudo isso foi uma grande barreira, não só profissional, mas pessoal. Confesso que primeiro tive que quebrar essa coisa de anti-policial que era muito forte em nós. Depois, quando vi os instrumentos de percussão, a parada que salvou as nossas vidas, nas mãos daqueles policiais, eles tocando com a maior alegria, empolgados, dançando, aumentando a auto-estima deles... eu me emocionei”. (LG - músico da Banda Afro Reggae e instrutor de oficinas)\r\n\r\nNos dias 13 a 17 de setembro o Afro Reggae e o CESeC deram continuidade ao Projeto Juventude e Polícia. O projeto é uma parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais através de Secretaria de Defesa Social e tem por objetivo estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura jovem e diminuir as barreiras entre esses dois grupos através de apresentações musicais e oficinas culturais. A experiência pretende criar um modelo que possa ser desenvolvido em outros locais. \r\n\r\nDesta vez, a semana de intervenção se realizou simultaneamente em dois Batalhões: um grande show de abertura e oficinas de percussão e circo no 34º BPM e a continuação das oficinas de teatro e vídeo no 22º BPM, onde estivemos no mês de agosto. Entre todas as oficinas, mais de 90 policiais participaram diretamente das atividades, durante duas horas a cada dia. \r\n\r\nChegamos nos Batalhões com 48 pessoas ligadas ao projeto, entre coordenadores, instrutores, convidados e artistas. A intensa participação de policiais de todas as patentes e a integração entre jovens do AfroReggae com oficiais e praças confirmaram as expectativas da primeira etapa e demonstraram a possibilidade de replicar o modelo do projeto em um novo batalhão. Além disso, a semana foi marcada por surpresas e imagens inesquecíveis. \r\n\r\nPara começar, a apresentação dos policias do 22º BPM (treinados em agosto) no show do 34º foi um dos momentos mais emocionantes do projeto e estampou uma espécie de carimbo da experiência: policiais fardados, se apresentando num grupo de percussão e, depois, um a um, no grande palco, para outros policiais, comandantes, autoridades, artistas, imprensa e jovens de favelas de BH. A cena lembrou uma das marcas do projeto e uma das “patentes” do Afro Reggae: o fortalecimento da identidade de grupo (policiais militares) e, ao mesmo tempo, a valorização da individualidade, mostrando cada um como um policial/músico/pessoa diferente. Após a apresentação, numa espécie de “batismo”, todos os policiais do grupo de percussão colocaram por cima da farda as camisas do Afro Reggae, entregues pelo “maestro” Altair, ao lado de Santonne Lobato, do Tambolelê.\r\n\r\nOutro momento inesperado foi a abertura das oficinas no 34º. Quando mais de 50 policiais reunidos esperavam a apresentação do Afro Circo, entrou o palhaço Anderson de Oliveira (Tiquinho) e provocou o riso nervoso, o constrangimento dos longos silêncios e o encanto do personagem fora do lugar e fora da hora. O batalhão ficou suspenso por uns instantes. Momento que sublinhou a expectativa, a ansiedade e a novidade do que iria acontecer na semana. A comandante Luciene lembrou que quando foi divulgada a oficina de circo, muita gente disse que “não queria ser palhaço”, mas que talvez estivéssemos ali para aprender não só com os jovens de Vigário Geral, do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho, mas até com os palhaços. Realmente, Pap, Maxwel e Tiquinho tiveram que se virar ao longo da semana para arrumar equipamentos para 24 policiais, o dobro da lotação prevista. \r\n\r\nA semana teve a presença de Elizabeth Leeds, pesquisadora da Universidade de Nova York, ex-assessora da Fundação Ford, que veio especialmente para visitar o projeto que ela estimulou e apoiou quando poucas pessoas acreditavam que poderia dar certo. Liz Leeds gravou uma entrevista emocionada em que afirmou que essa experiência piloto poderia fazer a diferença entre as iniciativas de democratização da polícia no Brasil e que era um projeto que merecia ser acompanhado e avaliado do ponto de vista internacional. \r\n\r\nUm outro ponto alto foi a visita e as várias horas de gravação, dirigidas por Estevão Ciavatta, com policiais do GPAR (Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais), no morro da Pedreira, comunidade considerada a mais violenta de BH. Lá, os índices de violência despencaram desde a criação do policiamento comunitário e o início de uma trégua entre grupos rivais que há anos estavam em guerra. \r\n\r\nSimultaneamente às oficinas nos Batalhões, fizemos oficinas para jovens e lideranças do Projeto Fica Vivo. Reunidos no Centro Cultural de Belo Horizonte, Anderson, Dinho, LG e Samuka apresentaram vídeos, fizeram palestras e discutiram com 30 jovens durante duas tardes. Nessas oficinas Samuka fez depoimentos impressionantes, sobre como entrou para o crime, como passou 6 anos na prisão e como saiu e tornou-se educador e músico. \r\n\r\nO show de abertura\r\n\r\nO show ocorreu na noite de segunda feira, no interior do 34º BPM, onde foi montado um grande palco. A produção local de Renata Canabrava foi um diferencial desta segunda semana, onde tudo foi planejado com eficiência, inteligência e sensibilidade. Após a apresentação do grupo de percussão do 22º BPM, entrou o NUC (Negros da Unidade Consciente), um grupo de hip hop do Alto Vera Cruz que mandou tão bem que foi convidado por Júnior, o coordenador do Afro Reggae, para participar do Conexões Urbanas, no Rio de Janeiro. Em seguida, o Tambolelê arrasou e a Banda AfroReggae já entrou tão quente que era difícil ver alguém parado no chão do batalhão. O Afro Circo se apresentou com números de tecido e acrobacias. \r\n\r\nToni Garrido entrou e aprontou. Fez mais de 10 músicas, cantou antigos sucessos, tocou sozinho, foi acompanhado pelo Afro Reggae e, inesperadamente, pulou da altura do palco, atravessou a platéia de cabo a rabo e ficou dançando e cantando no meio do batalhão. \r\n\r\nAs oficinas\r\n\r\nDurante os cinco dias da semana ocorreram 20 oficinas (de percussão, circo, teatro e vídeo). Nas oficinas de percussão e teatro no 22º BPM reencontramos policiais que conhecemos em agosto. Ao longo da semana, os dois grupos do 22º prepararam um número completo de teatro, música e percussão para o encerramento.\r\n\r\nAs oficinas de percussão e de circo do 34º BPM ocorreram durante os cinco dias. Mais uma vez, a lotação das duas oficinas se esgotou do terceiro dia em diante. Santonne Lobato trouxe mais instrumentos e, durante as tardes, mais de 35 policiais, entre eles a comandante do batalhão, olhavam fixamente para Paulo Negueba, que deu um show de “pedagogia do tambor” e promoveu uma batida que se ouvia da rua. Segundo Negueba, os policiais do 34º “têm futuro”. No circo, as atividades foram rapel, tiroleza, solos (pirâmide e acrobacias) e aéreos (tecido). Tudo isso sob a supervisão geral de Silvana Moreira.\r\n\r\nNo 22º BPM, Marcelo Guru comandou as oficinas de vídeo e, no último dia, levou os policiais do 22º para serem “repórteres por um dia” no 34º, com direito a uma equipe completa de gravação.\r\n\r\nA oficina de encerramento\r\n\r\nJúnior teve a idéia de fazer um encerramento conjunto dos dois BPMs, o que acabou produzindo o grande momento da semana. Estavam presentes o Subsecretário de Defesa Social, Luiz Flávio Sapori, o Comandante do Estado Maior, Cel. Júnior, os Comandantes do 22º e do 34º (Ten. Cel. Josué e Ten. Cel. Luciene) e mais de 80 policiais e familiares.\r\n\r\nAlém do grupo de percussão e das demonstrações de circo do 34º, os policiais do 22º apresentaram um número integrado de teatro, música e percussão dirigido por Johayne Ildefonso, que recorreu à Biblioteca da PM para achar textos escritos por policiais que servissem de base para o espetáculo. Depois da abertura, com o piston do Ten. Tavares, um grupo saiu do meio da platéia e cantou, em ritmo de rap, "No meio do Nada," de autoria do Cabo Gláuber. A percussão entrou e mais dois textos foram teatralizados.\r\n\r\nNo final, a percussão dos dois BPMs tocaram juntas. Luiz Flávio Sapori, Cel. Júnior e Ten. Cel Luciene falaram, avaliando a semana, assegurando o interesse e o entusiasmo da Secretaria com o projeto, reafirmando a abertura da PM e o apoio integral à experiência. O Ten. Cel. Josué concluiu que “até no 34º BPM, o 22º BPM dá show”.\r\n\r\nO 34º BPM\r\n\r\nO 34º BPM é o mais novo batalhão da PMMG, tendo apenas 4 anos de existência. Há aproximadamente seis meses é comandado por uma policial militar feminina (PFEM), a Tenente Coronel Luciene. O batalhão está situado no bairro de Caiçaras e abrange uma região de aproximadamente 600 mil habitantes, contando com um efetivo de 800 policiais. A circunscrição do 34º compreende bairros de classe média, classe alta (como a Pampulha) e várias favelas. Além da Pedreira Pedro Lopes (PPL), onde atua o GPAR, o BPM atende as comunidades de São José, Sumaré e outras. A “declinação de gênero” do BPM é sentida na presença das mulheres, em procedimentos e em rotinas. A liderança da Cel Luciene aparece em cada entrevista com policiais das quatro Cias. do BPM, além da destacada visibilidade na mídia.\r\n\r\nA despeito de o BPM não contar com mais de 36 PFEMs, alguns postos-chave do 34º são ocupados por mulheres, o que provoca a impressão de uma forte presença feminina. Um exemplo do estilo feminino de comandar? Para citar um, a comandante do BPM, em vez de “convencer” policiais a fazerem as oficinas, se inscreveu, ela mesma, na oficina de percussão. Mas não deixou de dar uma passadinha na oficina de circo para fazer rapel, junto com soldados, cabos e sargentos. A participação de outra(o)s oficiais em todas as atividades acabou promovendo um clima único que favoreceu a integração entre policiais e a equipe do projeto. \r\n\r\nRegistros\r\n\r\nAs ações de documentação do projeto seguiram sendo coordenadas por Estevão Ciavatta e Marcelo Guru, da Pindorama. Estevão já tinha observado, nos workshops preparatórios da Candido Mendes, que “polícia é imagem”: a imagem da farda, da arma, da viatura, a imagem “da polícia”. Além disso, definiu uma estratégia de buscar “personagens” entre os policiais, para dar uma cara mais real e mais humana ao projeto. Assim como o Afro Reggae trabalha com “histórias de vida” e “trajetórias”, o documentário vai mostrar vidas reais que se encontram no projeto: a do Capitão Gonzaga com a do Altair, a do Anderson, do LG, do Cabo Pinheiro e outros. Mais uma vez apoiados por profissionais da Cara de Cão, de BH, foram gravadas 24 horas de registros, entre os quais um sobrevôo de helicóptero na área do batalhão. Também foram gravadas em áudio 15 entrevistas semi estruturadas (baseadas em roteiros previamente definidos) que apoiarão o trabalho de avaliação do projeto pelo CESeC.\r\n\r\nParticipantes da 2ª Etapa – 34º e 22º BPM\r\n\r\nAfro Reggae (coordenadores e instrutores): José Júnior, Johayne Ildefonso, Silvana Moreira, Altair Martins, Paulo Neguéba, Antônio Carlos Pap, Maxwel, Anderson de Oliveira (Tiquinho), Luiz Gustavo (LG), Anderson, Dinho \r\n\r\nParticipação Especial: Samuka Artista Convidado: Toni Garrido\r\n\r\nCESeC: Silvia Ramos \r\n\r\nFundação Ford: Elizabeth Leeds, Universidade de Nova York, ex-assessora da Fundação Ford\r\n\r\nProdução em BH: Renata Canabrava e equipe da Retina\r\n\r\nDocumentário:\r\n\r\nDireção: \r\n\r\nPindorama: Marcelo Guru e Estevão Ciavatta\r\n\r\nEquipe em BH: Cara de Cão: Beto, Cupim, Pablo, Rogério\r\n\r\nFotografia: Ierê Ferreira\r\n\r\nAssessoria de Imprensa: Fabiana Rodrigues (Kaco)\r\n\r\nBanda AfroReggae: Jairo, Cosme, Hermano, Dada, Joel, Juninho, Magic Júlio.\r\nAlex e Thiago (Roadies da Banda AfroReggae), Celso (iluminador), André e Romero (operadores de som), Chico Júnior (diretor de palco)\r\n\r\nProdutor da Banda AfroReggae: André Cozta\r\n\r\nApresentador: Marcelo Redbull\r\n \r\nAfro Circo: Andressa, Carlos Eduardo, Bruno, Jonathan, Karine, Lucilene, Flávia\r\n\r\nAssistência: Cristiane de Assis \r\n\r\nTambolelê: Santonne Lobato\r\n\r\nEste projeto conta com o apoio da Fundação Ford e da Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais\r\n\r\nA Professora Sílvia Ramos é uma das coordenadoras do CESeC e do Projeto Juventude e Polícia');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (48, 1, 'Iá mi, agô!', 'Gênero e Política nas culturas africanas \r\n\r\nEduardo Henrique Pereira de Oliveira\r\n\r\nFoto: Reprodução: homw.wanadoo.nl - Quatro gerações: bisavó e bisneta\r\n\r\nExiste uma grande oposição entre o “lugar” reservado às mulheres na sociedade, dita, ocidental e a herança cultural da população afrodescendente. Embora não reste dúvidas de que muito ainda se há de lutar para que a mulher negra tenha cidadania plena e não mais figure na base de todos os indicadores sociais brasileiros, é mais do que certo afirmar que só há herança cultural de matriz africana no Brasil graças ao zeloso empenho de milhões de mulheres negras. Nada daquilo que nos remete à tradição cultural de matriz africana, principalmente a tradição religiosa, existiria com a riqueza que existe hoje não fosse a enorme tarefa desempenhada pelas mulheres negras na preservação e transmissão de um tipo de conhecimento que foi capaz de moldar as bases da cultura brasileira.\r\n\r\nAinda que muitos persistam em crer que somos um povo sem história, a complexidade das relações de gênero nas diferentes sociedades africanas permite-nos perceber que as mulheres sempre tiveram protagonismo social. Séculos antes de Joana D\'Arc escandalizar o chamado “mundo civilizado” comandando tropas francesas na luta contra os ingleses, batalhões inteiros formados por mulheres defendiam interesses de diferentes cidades-estado em distintas regiões da África.\r\n\r\nOutro elemento que atesta o lugar singular que as mulheres ocuparam é a organização política. Apesar de terem sido apontadas como sociedades patriarcais quando os primeiros analistas europeus se dedicaram a estudar a diversidade cultural do continente africano, novos estudos mostram que a história era muito mais complexa do que o olhar ocidental foi capaz de observar. Primeiro, fica-nos claro que faltou uma boa base de história das sociedades africanas. Assim, raramente foi aventada a influência que algumas civilizações do período clássico (embora a África pareça não “existir” neste período) tiveram nas culturas subseqüentes.\r\n\r\nUm bom exemplo do protagonismo político da mulher no período clássico nos foi revelado recentemente no enredo da peça teatral “ Candaces”, encenada pela Cia. dos Comuns, exclusivamente com atores negros. A peça utiliza a história do reino das Candaces - nome genérico da rainha na Etiópia antiga, para refletir sobre os dramas contemporâneos dos negros brasileiros. Naquele reino etíope, como o nome revela, as mulheres assumiram o controle político cerca de 500 anos antes do início da era cristã. Quatro destas rainhas, Shanakdakete, Amanirenas, Amanishakete e Amanitere, foram responsáveis por sucessivas derrotas impostas aos romanos, que já haviam conquistado o Egito.\r\n\r\nMuitos séculos depois, podemos encontrar instituições políticas muito similares na África Ocidental, de onde foram seqüestrados a maioria dos escravizados no “Novo Mundo”. No país Iorubá e no reino do Daomé, as mulheres exerceram um papel político muito diferente daquele relatado nos estudos de muitos antropólogos que se dedicaram a relatar as sociedades da região. Felizmente, porém, a própria antropologia pode fornecer instrumental para que uma geração inteira de intelectuais nativos pudesse participar do debate. Assim, já é possível perceber que a história local está cheia de detalhes que passaram desapercebidos, em muitos casos, por razões lingüísticas.\r\n\r\nPara ficarmos em um curto exemplo, creio que podemos usar a maneira como o mito da criação do mundo foi interpretado. Assim, após apontados os erros de interpretação, poderemos perceber como que, se comparado com o mito cristão, o lugar singular das mulheres nunca esteve hierarquicamente distante como na cultura ocidental - se é que esta existe.\r\n\r\nA Criação\r\n\r\nResumidamente, no começo de tudo, quando nada, nem a Terra, existia, só havia o além - que é chamado pelos iorubás de Òrun. O além era habitado pelo deus supremo Olódùmaré, também chamado de Olóòrun - o dono do além.\r\n\r\nQuando ele resolveu criar o mundo desligado do além, decidiu que este precisava ser governado e supervisionado por forças autônomas de sua confiança. Para isso, decidiu criar os Orixás.\r\n\r\nOxalá, o grande orixá, foi o primeiro a ser criado. Ele foi encarregado pelo deus supremo de criar o mundo e todas as coisas dele. Para sua missão, Oxalá recebeu de Olódùmaré o “saco da criação”, com os elementos necessários para criar o mundo. Oxalá, porém, por sua posição, sempre teve um caráter muito altivo. Sabedor que era de sua importância, sempre teve muita dificuldade em seguir certas regras e obrigações. Por isso, inúmeras vezes ele e Exú tiveram problemas. Exú cuida da comunicação entre os dois mundos, é o mensageiro e zela pelas regras do culto.\r\n\r\nQuando Oxalá ia deixar o Além para dar forma ao mundo, apoiado em seu cajado de estanho, encontrou na porta do além (à boca de um poço) Exú. Este lhe informou que oferendas deveria fazer para deixar o além. Oxalá não se submeteu à obrigação e ultrapassou o portal do além. Como penalidade, Exú o fez sentir uma enorme sede. Quando não suportava mais sua sede, Oxalá usou seu cajado para furar o tronco de um dendezeiro, bebendo o líquido que saiu.\r\n\r\nMas acontece que o líquido era vinho de palma, e Oxalá bebeu tanto que ficou bêbado e adormeceu. Então, Odùduà, seu irmão mais jovem e grande rival, vendo que ele dormia, robou-lhe o “saco da criação” e foi até Olódùmaré contar-lhe em que estado seu irmão se encontrava. O deus supremo ordenou que fosse ele, Odùduà, criar o mundo.\r\n\r\nAo deixar o Além, Odùduà deparou-se com uma enorme extensão de água e deixou cair sobre ela a terra que tinha no “saco da criação”. Logo formou-se um monte de terra onde Odùduà colocou uma galinha de cinco dedos. Ciscando sobre o monte, a galinha espalhou mais a terra sobre a água, fazendo-a se alargar cada vez mais, o que na língua dos iorubás se diz Ilè Nfè, nome que batizou a cidade de Ilê Ifé, onde Odùduà e os outros Orixás foram morar. Odùduà tornou-se, então, o primeiro rei da Terra.\r\n\r\nQuando Oxalá acordou, não encontrou o “saco da criação” e foi até Olódùmarè reclamar do que havia acontecido. Aí, o deus supremo lhe proibiu, como castigo, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Como consolo, porém, deu-lhe a tarefa de modelar em barro o corpo dos seres humanos, que receberiam de Olódùmarè o sopro da vida.\r\n\r\nMuitas coisas nos são reveladas através deste mito fundante da cultura iorubá. Infelizmente, porém, muitos pré-conceitos ocidentais acabaram também sendo inseridos ao mito. Como os primeiros ocidentais que o coletaram eram, invariavelmente, padres e sacerdotes cristãos, temos recorrentemente uma espécie de sincretismo com a tríade cristã. Além disso, o mito gira exclusivamente em torno de figuras masculinas, sugeridas como o gênero do deus supremo, do grande orixá, de Exú e de Odùduà.\r\n\r\nEste é, aliás, o pecado original dos cristãos. O mesmo acontece quando da transmutação do mito da Criação dos judeus em mito cristão. Não cabem distinção de gênero nem pronomes próprios na versão original. Nesta, dado que o idioma hebraico é formado por raízes ideográficas e sílabas, a palavra que os cristãos traduziram para o grego como sendo Adão – o primeiro humano do gênero masculino está longe de significar uma pessoa. No original, a palavra deriva da junção do radical DAM (sangue ou barro) com o prefixo A (alef), a primeira letra do alfabeto e também o número 1. Assim, ADAM seria melhor traduzido como “aquilo que é feito de sangue” ou, ainda, “o que deriva de sangue”. Isto tudo querendo significar VIDA. Da mesma forma, EVAH nada mais é do que o complemento da vida.\r\n\r\nAo traduzir-se vida como sendo sinônimo de homem e seu complemento, que aliás já aparece para os cristãos como sendo hierarquicamente inferior e dependente do primeiro (a Eva cristã teria sido feita de uma costela de Adão), criou-se a justificativa religiosa e ideológica para a dominação e submissão feminina. É certo, contudo, que a religião judaica tem seus problemas de eqüidade entre os gêneros, mas suas raízes estão em fenômenos mais históricos que bíblicos.\r\n\r\nVoltando ao mito iorubá, o olhar cristão não se poupou em ver uma ação exclusivamente masculina na criação do mundo pelos orixás. Como todos sabemos, porém, não há criação e não há vida, até então, pelo menos, sem a interação dos dois sexos. É isso que está por trás do conceito de vida e de seu complemento, no mito judaico. Será isso que iremos encontrar em todos os mitos criacionistas, mesmo no cristão. A diferença sempre estará na moral da história.\r\n\r\nA moral do mito iorubá, quero crer, aponta para um equilíbrio de forças. Seja este equilíbrio de gênero, entre os elementos ativos na criação; seja político, entre as forças políticas simbolizadas na história.\r\n\r\nPara seguirmos, porém, é necessário que a justiça seja feita com a eliminação da exclusividade masculina. Isto porque há uma controvérsia sobre a descrição masculina de Odùduà. Além disso, mesmo sendo descrito como o primeiro rei de Ilé Ifé, Odùduà aparece no panteão dos orixás cultuados nos dois lados do Atlântico. Para tornar ainda mais complexo, não se tem notícia de pessoas que sejam devotas deste orixá.\r\n\r\nPierre Verger, no clássico “Orixás”, participa deste debate questionando a suposta masculinidade deste personagem e nos lembrando que tudo indica uma metáfora sobre a necessidade da forma masculina e feminina, agindo em conjunto, para a constituição da vida. Assim, o sono de Oxalá e a suposta disputa de Odùduà mostram que houve interação para que a vida ganhasse forma. Ainda, Verger nos coloca a estranha “androginia em que Oxalá foi posto, à medida em que é o único orixá, aparentemente masculino, que recebe oferendas femininas”. Como Odùduà não recebe oferendas e não é cultuada, Oxalá acabou por resumir em si os aspectos masculinos e femininos da criação.\r\n\r\nO professor nigeriano E. Boladi Ijowu, da Universidade de Ibadan, no livro Olódùmarè – God in Yorubá Belief, sinaliza com um outro problema: a dificuldade apontada pelo idioma e a ausência de textos escritos acabou por permitir uma grande confusão entre os eventos históricos e os míticos. Com isso, parece que poucos se perguntaram se Odùduà orixá e Odùduà rei de Ilé Ifè seriam um mesmo personagem ou se o rei não foi algum devoto da Orixá do mito.\r\n\r\nSe concordarmos com o caráter feminino de Odùduà, parece claro que o mito iorubano aponta para um equilíbrio entre os gêneros. O que foi mais importante, a criação do Mundo ou da Vida? Existiria um sem o outro?\r\n\r\nPoliticamente, ainda, o mito aponta para uma constante característica das instituições políticas de boa parte da África: uma certa proteção anti-absolutista imposta aos monarcas. E aqui, mais uma vez, a presença feminina (juntamente com a do sacerdote) é singular e muito forte.\r\n\r\nNo mito de criação, Oxalá (monarca) não realiza sua tarefa principal por ter sofrido uma punição imposta pelo zelador do ritual (sacerdote), Exú. Sua tarefa, então, acaba por ser realizada por Odùduà (aspecto feminino da criação e co-monarca).\r\n\r\nEste triângulo político estará presente nas mais diferentes sociedades africanas. Entre os povos iorubá, por exemplo, o rei constantemente tinha que se reportar ao chefe dos sacerdotes e a uma co-monarca, geralmente mais velha e primeira esposa do rei precedente. A própria mitologia deste povo nos oferece a história de Xangô que, a despeito de ter sido um de seus maiores reis, recebeu ovos de papagaio do sacerdote-chefe. Isto significava que o monarca tinha duas opções entre o suicídio e o exílio, que se eqüivaliam.\r\n\r\nOutros mitos falam, abertamente, da disputa de poder entre homens e mulheres. Oxúm aparece em um deles como líder de uma revolta feminina pelo direito ao sacerdócio. Disputa essa onde a única saída foi a negociação e o meio termo. Este é o contexto mítico da fundação das sociedades Gélédés, que conspiraram contra o poder masculino e têm Oxúm como matrona. Iá mi, agô!(Com sua permissão, minha mãe!).\r\n\r\nNossa dívida com as mulheres negras está longe de poder ser contabilizada. Justiça, contudo, iniciaríamos reconhecendo o patrimônio cultural e moral do qual elas têm sido fiéis guardiãs e que têm disponibilizado à sociedade brasileira. Todas as vezes que visito minhas amigas de Geledés – Instituto da Mulher Negra, em São Paulo, fico ansioso por rever um quadro preso na sala do programa de educação. Nele, uma tradução de um texto de Robert Whitman, poeta americano do século XIX, diz: “Antes mesmo de tomar consciência de si, é dentro de uma mulher que um homem ganha forma”.\r\n\r\n\r\n** Eduardo Henrique Pereira de Oliveira é sociólogo e coordenador executivo de AFIRMA Comunicação e Pesquisa . Trabalhou no IBASE e no departamento de Governo e Política da Universidade de Maryland, como pesquisador visitante');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_lang_tb` VALUES (49, 1, 'A Cadeira do Ministro', 'João Madeira\r\n\r\n“a tartaruga só progride quando coloca o pescoço para fora”\r\n\r\n\r\n\r\nDeu na primeira página de um grande jornal carioca: “o cantor, compositor, político e ministro agora é design.”\r\n\r\nCaramba!, fiquei surpreso, como é que o cara pode? Onde esse sessentão, gente boa, tão atarefado, encontra tempo e imaginação para produzir tanto, e vem com mais uma novidade, completamente fora das atividades que ele habitualmente desenvolve?\r\n\r\nContinuando com a inusitada notícia: “a rede de lojas inglesas Habitat, espalhadas pelo mundo, vai vender a cadeira para tocar violão, assinada pelo nosso Ministro da Cultura, Gilberto Gil”.\r\n\r\nE assim, ficamos sabendo que o ministro Gil foi uma das 40 celebridades, entre atores, bailarinos, atletas que são recordistas mundiais, escolhidas pela Habitat para criar um objeto que fosse útil para o dia-a-dia das pessoas e que tivesse um design arrojado.\r\n\r\nE o Gil deu a idéia de como deveria ser um banquinho para tocar violão, mas que fosse confortável, funcional e arrojado. E, desta maneira, a equipe formulou a proposta da cadeira inventada pelo nosso ministro da cultura.\r\nBem ao lado da notícia sobre mais essa espetacular façanha do nosso caro Gil, eis que leio: “celebridades são a nova força motora da indústria, qualquer que seja a indústria”.\r\n\r\nA nota referia-se a uma outra cadeia de lojas inglesas, chamada Alders, que convidou celebridades da moda para criar coleções exclusivas de objetos para casa. Entre os chamados, está um casal de estilistas do mundo da moda, ele brasileiro, Inácio Ribeiro, ela inglesa, Suzanne Clements, que são conhecidos através da grife Clements Ribeiro.\r\n\r\nEntão, o que isso significa, celebridades ocupando outros campos de atuação? Os caras já são ótimos no que fazem, como o nosso cantor e compositor Gilberto Gil, e ainda partem para outra, com o mesmo fogo e paixão, criando objetos que irão agradar meio mundo?\r\n\r\nBem, meus caros leitores, é assim que a banda agora toca...\r\n\r\nComo assim?\r\n\r\nDesta maneira: na sociedade do conhecimento, como agora somos identificados neste novo século, as idéias estão se sobrepondo aos produtos. Ou seja, é preciso inovar, criar valor, pois a inovação e as novas idéias serão os mais poderosos impulsionadores do crescimento econômico no século XXI !\r\nPrecisaremos, pois, pensar além dos modelos mentais comuns que ainda conformam a maneira como vemos o mundo que já ficou para trás, no século passado...\r\nTemos que perceber que clientes não compram produtos. Clientes compram a satisfação de necessidades particulares. Isso porque o que o cliente compra costuma ser diferente do que o produtor imagina que vende. Não foi à toa que um inteligente vendedor disse, eu não vendo cosmético, eu vendo “esperança engarrafada”. \r\n\r\nHoje, até uma indústria poderosa como é a automobilística é mais influenciada pela economia das idéias do que pela economia da produção física. Viram o anúncio de um carro que é todo “forrado” por um estilista brasileiro? Como se o carro valesse mais porque tem a mão, a assinatura de um estilista de moda?\r\nÉ isso meu caro, você que tem uma grande idéia pode vendê-la para uma área que não seja propriamente a área em que você tradicionalmente atua. Basta que você tenha reconhecimento, tenha talento de sobra, no campo em que você já atua. Ou seja, com a globalização parece que o mundo cresceu mais ainda, e assim como a grande extensão geografica do planeta Terra a sua imaginação também é impelida a não ter limites...\r\n\r\nPrecisamos, pois, inovar, criar valor em tudo que fazemos. \r\n\r\nJoão Madeira é formado em Letras e Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Trabalhou em várias empresas privadas, na área de comunicação e cultura. Atualmente, é professor voluntário do Grupo Nós do Morro, no Vidigal, e colaborador do Grupo Cultural AfroReggae.\r\n\r\n * Foto: O ministro da Cultura Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo" em Brasília, dezembro de 2003, por Ierê Ferreira.\r\n\r\n*Atualização do Site: Christine Keller ');
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INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (26, 2, '2003-01-28', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (27, 2, '2002-12-03', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (28, 2, '2002-11-13', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (29, 2, '2002-11-28', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (30, 2, '2004-02-02', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (31, 2, '2004-08-19', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (32, 2, '2004-08-23', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (33, 3, '2004-01-16', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (34, 2, '2003-12-02', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (35, 5, '2003-03-28', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (36, 6, '2003-02-10', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (37, 6, '2003-01-10', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (38, 6, '2004-08-19', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (39, 7, '2002-11-12', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (40, 3, '2004-09-06', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (41, 2, '2004-08-30', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (42, 3, '2004-09-02', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (43, 11, '2004-09-09', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (44, 14, '2004-09-13', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (45, 3, '2004-09-27', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (46, 14, '2004-09-20', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (47, 15, '2004-09-28', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (48, 0, '2004-09-30', '1');
INSERT INTO `colunistas_1_textos_tb` VALUES (49, 0, '2004-10-05', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_cifra_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_cifra_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_cifra_tb` (
`id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_obra` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0',
`descricao` tinytext NOT NULL,
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_cifra_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_discos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_discos_lang_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_discos_lang_tb` (
`id_disco` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`ficha` text NOT NULL,
`obs` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_disco`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_lang_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_discos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Uma produção Universal Music\r\nDirigida por Dudu Marote\r\nDireção musical: Caetano Veloso\r\nDireção artística: Max Pierre\r\nGerência artítica: Ricardo Moreira\r\nGravado no estúdio: CIA dos Técnicos (Rio de Janeiro) por William Junior e Flávio Senna\r\nAssistentes: Rodrigo Conrad, Diogo Bortoluzzi, Wilson Jacoud e Sandro Rangel\r\nGravado no estúdio: Dr. DD Eletromúsica – Vila Madalena (São Paulo) por Rogério Pereira\r\nAssistentes: Carlos Blau e Erik Caramelo\r\nConsultor de bateria: James Muller\r\nMixado no estúdio Dr. DD Eletromúsica por Rogério Pereira\r\nExceto as faixas \\"Hunidade\\" e \\"Hino do Abadá\\" - mixadas no estúdio Castle Oaks (Los Angeles) por Antonio \\"Moogie\\" Canázio\r\nMasterizado no Magic Master (RJ) por Ricardo Garcia\r\nConcepção: José Junior\r\nCoordenação executiva: Chico Junior e José Junior (AfroReggae) e Simone Ruótolo (Dudinka)\r\nDireção de arte: Guto Lins\r\nDesign: Guto Lins / Manifesto\r\nAssistente: Paula Cardoso e Allan Gordon\r\nFotos: Severino Silva (capa / contracapa) e Ierê Ferreira (fotos internas)\r\nIlustrações: Márcio \\"Braga\\" (Shiva) e Mathieu Lamprom (banda)\r\nCoordenação gráfica: Gê Alves Pinto', '');
INSERT INTO `discografia_1_discos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', '');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_discos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_discos_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_discos_tb` (
`id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_gravadora` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_selo` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_formato` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_type` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`titulo` tinytext NOT NULL,
`ano` year(4) NOT NULL default '0000',
`assinatura` varchar(255) NOT NULL default '',
`url` varchar(255) NOT NULL default '',
`ext_capa_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`ext_capa_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_discos_tb` VALUES (1, 1, 1, 1, 1, 0, 'Nova Cara', '0000', 'AfroReggae', '', 2, 2, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_discos_type_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_discos_type_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_discos_type_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`type` varchar(50) NOT NULL default '',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_discos_type_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_discos_type_tb` VALUES (1, 'Carreira');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_editora_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_editora_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_editora_tb` (
`id` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment,
`editora` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_editora_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_editora_tb` VALUES (1, 'Natasha', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_faixa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_faixa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_faixa_tb` (
`id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_disco` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0',
`numero` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`duracao` time NOT NULL default '00:00:00',
`cod_gra` varchar(25) NOT NULL default '',
`audio` set('0','1') NOT NULL default '0',
`video` set('0','1') NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`,`id_disco`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=14 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_faixa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (1, 1, 1, '00:05:37', '70609563 / BRMCA0000628', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (2, 1, 2, '00:04:50', '70609575 / BRMCA0000629', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (3, 1, 3, '00:03:12', '70609551 / BRMCA0000627', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (4, 1, 4, '00:04:49', '70609587 / BRMCA0000630', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (5, 1, 5, '00:03:28', '70491520 / BRMCA0000566', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (6, 1, 6, '00:00:27', '70604940 / BRMCA0000638', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (7, 1, 7, '00:02:21', '70609611 / BRMCA0000633', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (8, 1, 8, '00:04:24', '70604938 / BRMCA0000637', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (9, 1, 9, '00:05:00', '70614914 / BRMCA0000635', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (10, 1, 10, '00:05:06', '70609623 / BRMCA0000634', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (11, 1, 11, '00:05:18', '70609600 / BRMCA0000632', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (12, 1, 12, '00:04:00', '70609599 / BRMCA0000631', '1', '0', '1');
INSERT INTO `discografia_1_faixa_tb` VALUES (13, 1, 13, '00:05:16', '70604926 / BRMCA0000636', '1', '0', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_formato_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_formato_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_formato_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`formato` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_formato_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_formato_tb` VALUES (1, 'CD', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_funcao_faixa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_funcao_faixa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_funcao_faixa_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`funcao_faixa` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=48 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_funcao_faixa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (1, 'afoxé e caixas de folia', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 'voz', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 'coro', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (4, 'backing vocal', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (5, 'guitarra', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (6, 'baixo', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (8, 'bateria', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (9, 'timbau', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 'timbau, conga e cowbell', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (11, 'tamborim', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (12, 'triângulo e timbau', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 'repinique', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 'bloco sonoro', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 'caixas de folia', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 'tamborim, agogô, ovinho e zabumba', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (17, 'triângulo', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (18, 'zabumba', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (19, 'timbau, conga, tampa de latão, cowbell e agogô', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 'timbau e conga', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (21, 'congas e tantã', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (22, 'congas', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (23, 'congas e zabumba', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (24, 'ro-ton-ton e congas', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (25, 'tantã', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (26, 'surdo de virada, djembê, caixa de guerra e panela', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (27, 'tamborim e tambor de folia', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 'galão de plástico', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 'surdo de marcação', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (30, 'afoxé', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 'panderola', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 'bloco sonoro, zabumba e timbau', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 'chocalho e afoxé', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 'bateria e afoxé', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (35, 'berimbau e reco-reco', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (36, 'edições digitais', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (37, 'flauta', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (38, 'voz e apito', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (39, 'voz, repinique e aro de carro', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (40, 'edições digitais e teclado', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (41, 'baixo e teclado', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (42, 'edições digitais, teclado e voz', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (43, 'batidas, minimoog e teclado', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (44, 'mellotron', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (45, 'clavinete', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (46, 'scratches e colagens', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_faixa_tb` VALUES (47, 'participação especial', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_funcao_obra_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_funcao_obra_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_funcao_obra_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`funcao_obra` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=4 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_funcao_obra_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (1, 'letra e música', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (2, 'letra', '1');
INSERT INTO `discografia_1_funcao_obra_tb` VALUES (3, 'música', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_gravadora_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_gravadora_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_gravadora_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`gravadora` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_gravadora_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_gravadora_tb` VALUES (1, 'Universal Music', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_obra_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_obra_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_obra_tb` (
`id` mediumint(8) unsigned NOT NULL auto_increment,
`titulo` text NOT NULL,
`letra` text NOT NULL,
`ano_letra` year(4) NOT NULL default '0000',
`ano_musica` year(4) NOT NULL default '0000',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=14 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_obra_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (1, 'Som de V.G', 'Tinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário Geral\r\ntinha um som que imperava em Vigário \r\nexplica o som que imperava em Vigário Geral\r\n\r\no som que imperava em Vigário \r\nera o som de tiro cumpádi\r\n\r\nquando os fogueteiros soltavam os morteiros\r\ntodo mundo saía voado gritando assim mesmo:\r\nvaza, vaza mané, sujô, é os homi\r\n\r\ntiroteio pra tudo quanto é lado entre policiais\r\ne traficantes e quem era o mais atingido?\r\n\r\nas crianças, principalmente o trabalhador \r\nessas eram as pessoas mais atingidas \r\nnesses conflitos babacas, hoje o som que impera\r\nem Vigário não é mais aquele que massacrou \r\ncentenas de pessoas, o som que impera\r\nem Vigário é esse que eu vou mostrar pra você\r\nentão se liga no som de V.G.\r\n\r\npow, pow, pow, pow \r\n\r\né de Vigário Geral\r\naqui não tem mais esse som \r\npode crê meu irmão\r\na favela tá tranqüila\r\nnão tem mais o barulho\r\nde ar-15 e fuzil\r\nmetralhadora alemã\r\npistol-uzi, robocop\r\na casa do volt\r\ne o paulo paulada\r\n\r\na jubiraca\r\nVigário pede a paz \r\né a cultural da favela\r\nque é mostrada aqui por nós\r\nninguém melhor para mostrar\r\npois fazemos parte dela\r\nesta é a nova cara \r\nde Vigário Geral\r\nsou negro mesmo e daí\r\n\r\nnão tem mais o barulho \r\nde ar-15 e fuzil\r\nmetralhadora alemã\r\npistol-uzi, caça andróide\r\na casa do volt\r\na bomba caseira\r\nexplodindo na mão\r\nsó traçante na cara \r\nde mais um vacilão\r\na carroça da morte\r\nVigário só quer a paz\r\n\r\n29 de agosto, 1993, 21 pessoas\r\nassassinadas pelo ódio e pela violência\r\nde policiais vingadores, o pior é que era\r\na nossa gente, mas tá tranqüilo\r\no que é deles tá guardado, pois tem\r\nalguém lá em cima que tá olhando \r\npor nós, pode crê\r\n\r\nDe um jeito ou de outro a justiça\r\nainda será feita, pois ela tarda mas\r\nnão falha, e através da música e da cultura\r\nestá aqui mais um movimento \r\nque luta em prol da paz, pode crê\r\n\r\nPow, pow, pow, pow', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (2, 'Poesia orgânica', 'Parceiro...\r\n\r\neu sinto que você está presente\r\nem todos os cantos a saudade\r\nque os brothers sentem de você\r\né muito maior do que tudo e todos\r\nna hora do "vamo vê"\r\neu ainda sou muito mais eu e você\r\ne por isso a minha mente parece\r\nestar ligada à sua\r\nsó que hoje você está distante\r\ne mais maduro, pode crê\r\n\r\ncoincidência ou não você\r\nse foi no dia 21, justamente 21\r\nquando eu me lembro que este\r\nmesmo número significou\r\na perda de inocentes cidadãos,\r\namigos, vizinhos, parentes\r\nque nada fizeram e foram massacrados\r\npelo ódio e pela violência\r\n\r\nde quem é a culpa?\r\né do sistema, da polícia ou do apartheid\r\nprovocado por esta sociedade\r\nde quem é a culpa?\r\ndo imbecil que mora em copa\r\nque não pode ver um garoto negro\r\ncorrendo que grita "pega ladrão"\r\nde quem é a culpa?\r\nde um tal de João que foi\r\nexpulso do seu país\r\ne veio aqui pro meu só para roubar\r\npilantra safado\r\n\r\nChega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\nchega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\ntá na hora de mudar\r\n\r\nolha aqui pra mim pro negão da percussão\r\nvê se eu tenho cara de ladrão!\r\nantigamente estes mesmos colonizadores\r\nvinham pelo mar agora vêm em naves espaciais\r\ncom suas roupas de astronauta achando que\r\nnós somos um povo sem identidade e aculturado\r\ne é por isso que o Zé está sempre estressado\r\no meu papel não é o do denunciador e sim o do relator\r\neu tô vivendo, eu tô sentindo, eu tô agindo\r\nnão pense que eu sou um produto descartável\r\npois quando vocês entraram aqui e mataram\r\na minha gente não imaginam o quanto me\r\nfortaleceram, de mente em mente\r\naí vai um recado telepaticamente\r\n\r\nvaleu vigário, valeu seu Barroso, eu tô saindo\r\nvou ali desenrolar cum moleque que tá\r\nseguindo um caminho sem volta\r\nmas com certeza eu vou trazer ele de volta\r\n\r\nChega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\nchega de blá, blá, blá\r\ntá na hora, tá na hora\r\ntá na hora de mudar', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (3, 'Tô bolado', 'Eu tô bolado...\r\n\r\nem vigário geral só morreu trabalhador\r\n29 de agosto mataram a minha gente\r\n\r\nEu tô bolado...\r\n\r\n21 moradores assassinados\r\npelo ódio e a violência de policiais vingadores\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nessa crueldade aconteceu porque\r\nno dia anterior traficantes mataram 4 policiais\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\no caminho certo é o caminho da sorte\r\no caminho errado pode te levar a morte\r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nsou de vigário disso me orgulho \r\namo minha comunidade \r\n\r\neu tô bolado...\r\n\r\nnão entendo este mundo me disseram\r\nque a polícia é um órgão existente a proteger\r\no cidadão mas o que já foi relatado é\r\no contrário, a proteção aqui não houve\r\nhouve sim a covardia, burrice, deslealdade,\r\ninsolência e falta de caráter e não existem\r\npalavras no mundo para esta atitude imbecil\r\n\r\neu tô bolado...', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (4, 'Conflitos urbanos', 'Alô LG\r\nfala Ando\r\nmanda o recado da galera\r\nde V.G meu "cumpádi"\r\n\r\né comigo mesmo\r\nentão manda\r\n\r\nhoje eu tô mudado me formaram\r\nme capacitaram\r\nmas não me civilizaram\r\n\r\nirracional, marginal, animal\r\nsou um produto da violência e do descaso\r\n\r\narrá rá qual é a parada \r\njá chegou a hora da gente se rebelar\r\nvamos arrebentar os grilhões que\r\ncastram nossa criatividade e dignidade\r\nfavelado não é sinônimo de alienado\r\nfavelado é mal informado\r\n\r\nIrracional, marginal, animal\r\n\r\ntem irmão matando irmão briga de poder\r\ntudo aquilo que eles querem\r\njogando um contra o outro\r\nnos obrigando a criar\r\náreas demarcadas onde vivemos\r\nem um eterno conflito com toques de recolher\r\ncomo se estivéssemos num campo de concentração\r\n\r\nmais que pôrra de país é esse?!\r\n\r\nDe um povo heróico um brado retumbante\r\n(parte do hino nacional)\r\n\r\nincubador de repressões há mais de 20 anos\r\ngerou o pior dos filhos de satã\r\narmodemus!\r\nfilhote bestial travestido pela\r\nalva pureza da pobreza\r\ncristalizada pelos becos da clandestinidade\r\nno submundo, no sofrimento da marginalidade\r\n\r\nuso, abuso, fome, miséria, violência\r\ndeformaram a vida da mulecada\r\nsofrimento dor e paixão\r\nsão elementos que fazem parte\r\nde um processo de degradação\r\n\r\nIrracional, marginal, animal\r\n\r\neu não suporto mais historinhas no meu ouvido\r\ndo tipo se te baterem de um lado da sua cara\r\noferecer a outro, eu não sou Jesus Cristo\r\nvou logo avisar se me baterem de um lado\r\neu vou encher de porrada pois minha sina é bateu levou\r\nsou uma fusão de Ogum com Xangô\r\n\r\nmano a mano é liberado!\r\n\r\né isso aí mesmo\r\npode me chamar do que vocês quiserem\r\nesse discurso neo-babaca de amiguinho\r\nnão tá com pôrra nenhuma\r\nmeus inimigos não são vocês\r\nmas sim esse sistema corrupto, covarde e escroto\r\n\r\nkâo kabiecili\r\n\r\nchega de rótulos, de estereótipos\r\nvamos lutar pela dignidade\r\nnão siga o destino que os porcos boçais\r\ntraçaram pra você\r\nlute, você não está sozinho\r\n\r\nestamos na mesma corrente\r\nvai ser ruim de alguém quebrar esta vibração\r\n\r\nIrracional, marginal, animal', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (5, 'Capa de revista', 'Capa de revista\r\nfolha de jornal\r\no terror do Rio\r\nVigário Geral\r\n\r\nbandi na parada\r\nporrada na rua\r\nbaile dos amigos\r\nmulherzinha nua\r\n\r\nbruxo na favela\r\ntiro e correria\r\npresunto no valão\r\nentre Vigário e Caxias\r\n\r\ntoc, toc, toc\r\nmartelo na mão\r\nlápis no ouvido\r\nde mais um vacilão\r\n\r\na explosão do Rio\r\nchegou pra ficar\r\nessa é a nova cara\r\ntudo vai mudar\r\n\r\ncapa de revista\r\nfolha de jornal somos\r\nAfro Reggae de Vigário Geral\r\n\r\nessa é a nova era\r\nesse é o novo estilo\r\nde uma galera\r\nque ninguém segura\r\n\r\ndança, capoeira\r\ntambores em fúria\r\nfunk, hip-hop, samba e percussão\r\ndread e adrenalina\r\npagode na esquina\r\n\r\nwww ponto emoção\r\ntudo aqui é brother\r\ntudo é sangue bom\r\n\r\nshiva na favela\r\ntocando nas vielas\r\nmostrando a sua força\r\ncomo aqui se espera\r\n\r\na explosão do rio\r\nchegou pra ficar\r\nessa é a nova cara\r\ntudo vai mudar, vai mudar,\r\nvai mudar...\r\n\r\ncapa de revista\r\nfolha de jornal\r\nsomos Afro Reggae de Vigário Geral\r\n\r\nvaleu!', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (6, 'Explosão do Rio', 'Valeu\r\no terror do Rio\r\nva, va, va, va, valeu\r\no terror do Rio\r\nva, va, valeu', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (7, 'Hunidade', 'Pensava que era Átila,\r\npois cavalgando com\r\nsua horda de hunos cujos\r\ncavalos por onde os cascos pisavam\r\ngrama nenhuma crescia\r\nao invés de espada carregava\r\numa AR-15 com lança-granadas\r\nque berrava geralmente de dia\r\n\r\norava suava e ria\r\ndizendo que nunca morreria\r\ne mandava benzer até a água que bebia\r\n\r\nvenerado, ovacionado, destemido\r\ncombatia lutava e se enegrecia,\r\nsua negritude foi descoberta ao\r\ndecidir realmente o que queria\r\nmudar, lutar, revolucionar\r\ntudo aquilo que Marley pregava e fazia\r\n\r\nherói, diabo ou mito\r\nestava vivendo um eterno conflito\r\nBósnia, Ruanda, Paquistão, Rio de Janeiro\r\n\r\nÁtila, Átila, Átila\r\ninimigo público número um\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nressuscitado, incomodado e magoado\r\n\r\na Canudos de Átila durou\r\nmais tempo que devia\r\nse organizou, se modernizou\r\ninvestiu em educação, saúde e habitação\r\nliderou a maior revolta social da atualidade\r\n\r\n\r\na idéia de Átila se proliferou\r\nmais de 600 favelas foram às ruas\r\nse organizou se modernizou\r\n\r\nabandonaram suas armas para-militares\r\ne criaram uma milícia pensante e atuante\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\n\r\nÁtila, Átila, Átila\r\ninimigo público número um\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nvenerado, ovacionado e destemido\r\nÁtila, Átila, Átila\r\nressuscitado, incomodado e magoado\r\n\r\npára, pára, pára\r\ntá preocupado?\r\npode ficar tranqüilo, é tudo ficção\r\npelo menos por enquanto\r\nabre o olho meu irmão!', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (8, 'Hino do Abadá / Tem que ter moral', 'Vou lhe dizer o que me alegra numa\r\nRoda-de-capoeira quando começo a jogar\r\n3 berimbaus, gunga médio e uma viola\r\num atabaque e o pandeiro\r\ne dois cabras pra jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nDe segunda a sexta-feira tem roda do Humaitá\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nCapoeira, capoeira, eu não me canso de jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nEssa é a capoeira\r\nQue não tá de bobeira\r\nMeia-lua, armada\r\nA ponteira e a rasteira\r\n\r\nCanto um corrido, um coro bem respondido\r\numa energia imensa que parado não vai dar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSe você é capoeira, continue a jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSeu Camisa e o Apache, eles que vão me ensinar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira brasileira, eu não me canso de jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nUm jogo duro, uma armada, uma ponteira\r\nmeia-lua e rasteira, eu continuo a jogar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nDe segunda a sexta-feira tem roda do Humaitá\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\ncapoeira dia e noite, noite e dia sem parar\r\n\r\nCapoeira Abadá…\r\nSeu Camisa e o Apache, eles que vão me ensinar\r\n\r\nCapoeira abadá…\r\n\r\ntem que ter moral\r\ntem que ter moral \r\npra morar em Vigário Geral', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (9, 'Iguais sobrepondo iguais', 'Eu vou chegando\r\nsustentados e pagos pela população\r\nque inocentemente paga pela\r\nprópria execução\r\na eutanásia no Brasil \r\nhá muito tempo já está legalizada\r\no fim é abreviado\r\neu ouço o choro dos inocentes\r\npor todos os lados\r\nmas o que mais me dói é perceber\r\nque esses algozes são a nossa\r\nprópria semelhança\r\nsão iguais sobrepondo iguais\r\n\r\na sede por uma lasca de poder é tanta\r\ntanta ignorância, embriagados\r\nmuitos estão pela impunidade\r\numa carteira funcional entorpece\r\ncomo entorpece, não é verdade\r\na pior prisão já diz é aquela que se veste\r\ndos atos covardes ninguém se esquece\r\npois a síndrome do poder\r\né igual ao pior psicotrópico\r\nalterados eles seguem à risca\r\nos mandamentos daqueles\r\nque estão no topo\r\n\r\nsegurança realmente é para poucos\r\neu quero os meus direitos\r\nquero justiça do jeito que está não dá mais\r\nnão agüento ver iguais sobrepondo iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos de paz\r\n\r\ndo outro lado a situação não é diferente\r\num armamento pesado traz coragem\r\na muita gente, é o segredo do sucesso\r\nmulher poder dinheiro pra gastar\r\nmas tudo baba se as normas\r\nnão forem seguidas\r\nmas o relógio da vida funciona\r\nem velocidade impressionante\r\nolhem para os lados vejam se\r\ntudo está como antes\r\no elenco muda a toda hora\r\nminutos a mais são a gloria\r\nos aditivos levam a degeneração\r\nquer você queira ou não\r\na política do Robin Hood\r\njá está defasada os grandes\r\nmandatários estão felizes\r\nlonge das crises\r\ntalvez passeando no Caribe\r\nou então patrocinando ou se\r\ncandidatando a algum cargo eletivo\r\neles fazem o que for preciso\r\nvejam a mão-de-obra é temporária\r\ntalvez por isso seja bem paga\r\na necessidade leva alguns\r\npro reino da fantasia\r\nmas inferno é aqui sim\r\nquem diria, quem diria que o céu\r\nestá cheio de vaga-lumes\r\n\r\né estranho como eles\r\nnão alcançam os que estão\r\nno cume, só voam rasante\r\nsão raros os momentos de paz\r\nmais uma vez os iguais sobrepõem iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos de paz\r\n\r\npor que não vivemos em paz?\r\npreferimos agir como o pior dos animais\r\nmas nem os animais são assim\r\nas bestas ferem fluem entre\r\nnós naturalmente\r\ne entre esses dois lados\r\nficamos acuados e sufocados\r\nambos não se tocam que são\r\nrobôs programados pelas mesmas pessoas\r\nque estão no alto a salvo\r\no mar do rio é rubro e não está calmo\r\nestá bastante revolto\r\na resistência a isso, observem\r\né feita por alguns poucos\r\nmas esse número irá crescer\r\nlivres estaremos, pode crê, pode apostar\r\n\r\na cultura é o principal instrumento\r\nda mudança mas forte do que nunca\r\nesta a nossa esperança\r\nrespeito ao próximo e não mais\r\niguais sobrepondo iguais\r\n\r\nNão agüento mais\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo\r\nsão iguais sobrepondo os iguais\r\n\r\nNão aguento mais\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos\r\nsão raros os momentos...\r\n\r\nNão aguento mais\r\nnão aguento mais\r\nsão iguais soprepondo os iguais', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (10, 'Mesmo assim', 'AfroReggae negritude é de Vigário Geral\r\nConjuntura atual vivo deste mal\r\nque assola o meu seio achatando\r\no meu salário recortando meu futuro\r\ne mesmo assim\r\n\r\nE mesmo assim: sou AfroReggae\r\n\r\ncontrovérsias são constantes\r\ndepreciam nosso povo\r\naliados sempre estamos\r\nneste modo de viver\r\nfora o sistema, fora o sistema\r\nfora o sistema, fora\r\n\r\nE mesmo assim: sou AfroReggae\r\n\r\nresultado só pra eles e nós\r\nvem geral suingando pra Vigário Geral\r\nConsciência meu Brasil…', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (11, 'Me espere', 'Essa é história de quem está lá dentro\r\nSerá que ela vai me esperar?\r\n\r\nna hora eu pensei em fugir\r\nquando eu vi era tarde demais\r\na ambição me trouxe aqui\r\ne agora não dá pra voltar atrás\r\nmas de repente a sua imagem\r\napareceu num rápido reflexo\r\ne hoje viver pra mim\r\njá não tem mais nexo\r\n\r\ne agora não tenho saída\r\nsó o tempo irá trazer você de volta\r\nem minha vida o que faço\r\nse tudo que queria era estar ao seu lado\r\nestar contigo nesse momento\r\npra mim seria o ideal\r\nmas não quero que você me veja assim\r\npois aqui não é um lugar legal\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nquantas coisas tenho feito\r\npra enganar a solidão\r\nmas continuo vivendo\r\nnesse mundo de ilusão\r\ndetonaria tudo isso\r\nse tivesse uma bomba\r\nmas a minha paixão\r\nme faz segurar a onda\r\nsete anos é o tempo que terei\r\npra ficar longe de tudo\r\n\r\n\r\nenjaulado e arquivado nesse submundo\r\nsinto o tempo, estou longe de você\r\nporque eu sei que aqui dentro\r\nnunca mais vou te esquecer\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nnão precisava fazer o que fiz\r\nagora sofro as consequências\r\nde estar vivendo a sua ausência\r\nqueria acordar com seus beijos e carinhos\r\npor causa de um erro banal\r\nagora estou sozinho\r\nno dia que achei que iria te perder\r\no mundo acabou me levando\r\npra bem longe de você\r\nme machuquei sim\r\nnão consigo me defender\r\ncontra o amor que me flechou\r\nsem eu saber, sem eu saber\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera\r\n\r\nas horas, o tempo, os muros\r\nsão somente o que nos separa agora\r\neu aqui dentro e você aí fora\r\nsó de pensar que já estivemos tão perto\r\ne hoje estamos tão longe\r\nmas um dia tudo isso vai acabar\r\na dor e a tristeza farão parte do passado\r\ne aí então, nunca mais ficaremos separados.\r\n\r\nMe espere\r\nnão se desespere\r\nquando se ama tudo se supera', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (12, 'Pegajoso', 'Oh iéh\r\nse liga meu amigo que eu vou\r\nfalar é na moral vou falar dos\r\npegajosos lá de Vigário Geral\r\npreste atenção que eu vou\r\ndizer como é que é\r\npegajoso é o cara que não pode ver mulher\r\nquando ele vê chega juntinho\r\ntentando mostrar esse seu jeitinho\r\nataca geral qualquer gatinha\r\npreta, loira e até moreninha\r\npreste atenção fique de olhos abertos\r\nporque o pegajoso pode estar aqui por perto\r\npra todo mundo ele diz ser gostoso\r\nmas lá na área é bicho pegajoso\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\nAndo e LG aqui no microfone\r\natacam as gatinhas sem nem pedir o nome\r\naqui nessa guitarra, no baixo, na bateria a galera\r\nda pesada que ataca todo dia\r\ntem Paulo Negueba o fera da percussão\r\nsó no sapatinho vai pegando de montão\r\nfique esperto e não de bobeira\r\ntem pegajoso até na capoeira\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\nHermano como estás?\r\nmuito bem lobrigado!\r\n\r\neu já rodei o mundo e fiquei abismado\r\ntem bicho pegajoso atacando em todo lado\r\nseja na Alemanha, na Inglaterra ou na Holanda\r\nshow de punk-rock ou lá no samba\r\ntem sempre aquele "um" que chega junto\r\ne dá um blá, nem se liga se o amigo\r\ncom a gata quer ficar \r\ncomigo aconteceu só que foi lá em Berlim \r\no "pega" atacou a mina que eu tava a fim\r\na viagem foi rolando e quando foi lá em Paris\r\no cara me roubou a francesa que eu quis\r\npor isso eu avisei antes de ir pra Amsterdã\r\nse tu chegar junto eu vou pegar a tua irmã\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso\r\n\r\npé na cova na moral\r\nsolta o outro instrumental\r\n\r\nOso, oso, oso é o bicho pegajoso\r\noso, oso, ele tem marra de gostoso\r\no que que ele é? bicho pegajoso\r\no que que ele tem? marra de gostoso', '1969', '1969', '1');
INSERT INTO `discografia_1_obra_tb` VALUES (13, 'Meus telefonemas', 'Atenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\nestamos tão longe\r\nmas a distância acabou\r\nnos aproximando\r\ntodos os dias, todas as horas\r\npenso tanto em você\r\n\r\nme sinto tão só\r\ngrito dentro de mim\r\nmilhares de vezes\r\npelo teu nome mesmo\r\ntendo ficado contigo uma única vez\r\n\r\nAtenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\npare de fugir\r\npare de dizer que não\r\nsente nada por mim\r\neu sei que ainda falta um tempo\r\npra gente se encontrar\r\na sua imagem é constante\r\nem meu pensamento\r\neu não sei se vou ser capaz\r\nde suportar essa dor\r\nesse meu sofrimento\r\n\r\nAtenda os meus telefonemas\r\neu preciso ouvir a sua voz\r\nacredite eu sei o que é sofrer de amor\r\n\r\nas estradas, o céu, os palcos\r\na minha vida ritmada pelas\r\nbatidas do seu coração\r\nmas o calor do seu corpo\r\nainda esquenta as minhas mãos\r\nas minhas mãos\r\n\r\nos momentos que eu sinto\r\nvocê perto de mim são os melhores\r\né verdade!\r\ntudo isso é por você, é por você...', '1969', '1969', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_pessoa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_pessoa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_pessoa_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`pessoa` varchar(255) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=42 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_pessoa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (1, 'Afro Reggae', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (2, 'Ando', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (3, 'LG', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (4, 'Ales', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (5, 'José Junior', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (6, 'Cb Jorge', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (7, 'Cleber', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (8, 'Altair Martins', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (9, 'Cláudio Radikal', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (10, 'Dinho', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (11, 'Demétrius', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (12, 'Magic Julio', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (13, 'Juninho', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (14, 'Hermano', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (15, 'Paulo Negueba', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (16, 'Ricardo Pinda', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (17, 'Baianinho', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (18, 'Largatão', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (19, 'Def Yuri', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (20, 'DJ Magic Julio', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (21, 'Plácido Pascoal', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (22, 'Moredison Cordeiro', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (23, 'Michele Costa', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (24, 'Nelson Meirelles', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (25, 'Caetano Veloso', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (26, 'Jairo J.', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (27, 'Jairo Cliff', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (28, 'Altair Golfinho', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (29, 'Cláudio Menezes', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (30, 'Émerson Villani', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (31, 'Serginho Carvalho', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (32, 'Dudu Marote', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (33, 'Cléber Sena', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (34, 'Cabo Jorge', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (35, 'James Muller', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (36, 'Teco Cardoso', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (37, 'Apollo 9', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (38, 'Jairzinho Oliveira', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (39, 'Manteiga', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (40, 'Mestre Jorjão', '1');
INSERT INTO `discografia_1_pessoa_tb` VALUES (41, 'Marcos Suzano', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` (
`id_disco` mediumint(8) unsigned NOT NULL default '0',
`id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_disco`,`id_pessoa`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_rel_discos_pessoa_tb` VALUES (1, 1);
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` (
`id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_funcao_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_pessoa`,`id_funcao_faixa`,`id_faixa`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (2, 2, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 2, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 38, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (3, 39, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (5, 3, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (6, 3, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 2, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 4, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 15, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 17, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 25, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (10, 31, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 15, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 15, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 32, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (13, 33, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 4, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 15, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 15, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 29, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 29, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (14, 30, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 3, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 9, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 13, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 18, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 19, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 20, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 21, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 22, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 22, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 23, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 24, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (15, 25, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 36, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 40, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 41, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (16, 42, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (20, 46, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (25, 2, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (27, 3, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (27, 4, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 15, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 16, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 26, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 27, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (28, 28, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (29, 5, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (30, 5, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (31, 6, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 7, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 36, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 40, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (32, 43, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 8, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (33, 34, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 9, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 10, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 11, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 11, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (34, 14, 5);
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INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (35, 35, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (36, 37, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (37, 44, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (37, 45, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (38, 47, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (39, 47, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (40, 47, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_faixa_pessoa_funcao_faixa_tb` VALUES (41, 47, 9);
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_rel_obra_faixa_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_obra_faixa_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` (
`id_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_faixa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` tinyint(4) NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_obra`,`id_faixa`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_obra_faixa_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (1, 1, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (2, 2, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (3, 3, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (4, 4, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (5, 5, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (6, 6, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (7, 7, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (8, 8, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (9, 9, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (10, 10, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (11, 11, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (12, 12, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_faixa_tb` VALUES (13, 13, 1);
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` (
`id_pessoa` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_funcao_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_editora` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_obra` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_pessoa`,`id_funcao_obra`,`id_obra`,`id_editora`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 1, 1, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (2, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 1, 1, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (3, 3, 1, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (4, 2, 1, 1);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 1, 1, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (5, 2, 1, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 1, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 2, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 3, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (6, 3, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (7, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (8, 3, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 2);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 7);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (9, 3, 1, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 1, 1, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 1, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 2, 1, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (10, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 3);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (11, 3, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (12, 3, 1, 4);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 1, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 1, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (13, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (14, 3, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (15, 3, 1, 5);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (15, 3, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (16, 1, 1, 6);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (17, 1, 1, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (18, 1, 1, 8);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (19, 2, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (20, 3, 1, 9);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (21, 1, 1, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (22, 3, 1, 10);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (23, 2, 1, 11);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (24, 2, 1, 12);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (25, 3, 1, 13);
INSERT INTO `discografia_1_rel_obra_pessoa_editora_funcao_obra_tb` VALUES (26, 3, 1, 13);
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_selo_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_selo_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_selo_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`selo` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_selo_tb`
#
INSERT INTO `discografia_1_selo_tb` VALUES (1, 'sem selo', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_textos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_lang_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_textos_lang_tb` (
`id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`titulo` tinytext NOT NULL,
`texto` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_texto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_lang_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_textos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_textos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_disco` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_type` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`autor` varchar(50) NOT NULL default '',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`,`id_disco`,`id_type`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `discografia_1_textos_type_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `discografia_1_textos_type_tb`;
CREATE TABLE `discografia_1_textos_type_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`type` varchar(50) NOT NULL default '',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
#
# Extraindo dados da tabela `discografia_1_textos_type_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `forum_1_forum_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `forum_1_forum_tb`;
CREATE TABLE `forum_1_forum_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_topic` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`topic` set('0','1') NOT NULL default '1',
`data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00',
`titulo` text NOT NULL,
`mensagem` text NOT NULL,
`nome` varchar(50) NOT NULL default '',
`email` varchar(50) NOT NULL default '',
`show_email` set('0','1') NOT NULL default '0',
`cidade` varchar(50) NOT NULL default '',
`estado` char(2) NOT NULL default '',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=23 ;
#
# Extraindo dados da tabela `forum_1_forum_tb`
#
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (19, 0, 8, '0', '2004-10-04 18:51:00', '', ' Créditos grátis é fria, pois paguei no portal falagratis.cjb.net e o programa não funciona. O cara nem responde quando peço informação. Total falta de consideração. Só podia ser golpe mesmo e lá se foram meus R$ 25,00, que ele prometia devolver se não funcionasse. ', 'gerson rivadavia de medeiros', 'gersonrbs@bol.com.br', '1', 'v.velha', 'es');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (16, 15, 2, '0', '2004-10-03 03:52:04', '', 'Quero um gerador de creditos', 'Carlos', 'rogerio-csilva@bol.com.br', '0', 'Franca', 'sp');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (17, 0, 7, '0', '2004-10-03 13:44:35', '', 'por favor podem me mandar esse gerador de senha?', 'Bruno', 'bsnferreira@yahoo.com.br', '1', 'paraiba do sul', 'rj');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (18, 8, 2, '0', '2004-10-04 10:43:48', '', 'Inclusão digital\r\n\r\n\r\nO computador é, de certo, o meio (transferência de idéias, entretenimento e conhecimento) que torna a comunicação humana mais veloz e abrangente, entretanto o acesso a esta ferramenta é para pouco em função da desigualdade social, a má distribuição de renda e o descaso das autoridades para com o sistema educacional do nosso país.\r\nCreio que se não existir, por parte dos governantes, uma política voltada para a inclusão digital, subsidiando projetos ou incrementando suas próprias obrigações, às comunidades mais carentes ficarão excluídas, pois o alto custo do computador não permite que estas camadas sociais se alinhem às camadas privilegiadas.\r\nMas não é de se estranhar que cada dia que passa, surge uma ONG e uma OSCIP aplacando o sofrimento humano e levantando a auto-estima de quem um dia se viu perdido na teia da sociedade.\r\n\r\nTalvani\r\n', 'José Talvani dos Santos', 'jose.talvani@afroreggae.org.br', '0', 'Rio de Janeiro', 'RJ');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (20, 8, 3, '0', '2004-10-05 13:20:48', '', 'Olá, Talvani!\r\n\r\nConcordo com você. Infelizmente a maioria dos governantes se esquecem de "incluir" todas as regiões das grandes (e porque não, também das pequenas!) cidades nos projetos destinadosa prover cada comunidade, cada bairro, de locais com acesso à internet e aos outros benefícios da computação. Mas, se outras necessidades básicas são esquecidas como a saúde, o transporte, educação, lazer.... Claro que não podemos generalizar e em alguns lugares a realidade já está mudando. Talvez muito mais pelo trabalho ou, até pelo exemplo, de Ongs e Ocips, como vc bem citou, do que por iniciaitivas governamentais. Mas, não podemos cruzar os braços. Uma vez que no Brasil somos obrigados a votar, também temos o direito e dever de cobrar, de exigir, fiscalizar e fazermos nossa parte. O que não dá é para ficarmos de braços cruzados. Tudo bem, falar é fácil, mas mesmo com as dificuldades temos que lutar. O pior que pode haver é o inconformismo e a acomodação. Christine Keller', 'Christine Keller', 'christine_keller@uol.com.br', '0', 'Rio de Janeiro', 'RJ');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (21, 16, 2, '0', '2004-06-30 15:58:48', '', 'sadasd', 'Lucas Roxo Mundim', 'el_mariel@uol.com.br', '1', 'Rio de Janeiro', 'RJ');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (22, 17, 2, '0', '2004-07-01 19:00:45', '', 'testando', 'n', 'nelci@refazenda.com', '1', 'rj', 'rj');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (14, 0, 6, '0', '2004-09-29 23:13:48', '', 'por favor me mande um destes geradores de creditos, ah e parabens pela home, esta nota 1000.\r\nvaleu? fui!!!!!', 'leonardo lobo', 'leonardolobo2000@yahoo.com.br', '1', 'duque de caxias', 'rj');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (12, 0, 4, '0', '2004-09-28 10:38:56', '', 'gostaria que alguem me mandade-se um programa de gerador de creditos para celular', 'Danubio', 'danubiod2@bol.com.br', '1', 'juazeiro do norte', 'ce');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (13, 0, 5, '0', '2004-09-29 13:04:05', '', '', '', '', '0', '', '');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (11, 0, 3, '0', '2004-09-25 20:11:16', '', 'preciso de um gerador de creditos para celular,tenho programas para gerar esn e manutenção de celular,fasso troca,é só me mandar o gerador que eu mando o programa', 'nivaldo cardoso', 'bravocardoso@bol.com.br', '1', 'são paulo', 'sp');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (9, 0, 1, '0', '2004-09-24 00:20:02', '', 'queria receber o gerador de creditos para celulares', 'ivan', 'ivanzinho89@bol.com.br', '1', 'salvador', 'ba');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (10, 0, 2, '0', '2004-09-25 02:20:14', '', 'Olá, por favor me mandem o gerador de creditos.', 'João Carlos Cavalcante', 'cavalcante61@hotmail.com', '1', 'Codó', 'MA');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (8, 8, 1, '1', '2004-09-22 13:24:00', 'INCLUSÃO DIGITAL', 'O tema do nosso primeiro Fórum é Inclusão Digital. Deixe sua opinião. Esse espaço é feito para debates. Participe e convide seus amigos a participarem também!', 'Afro Reggae', 'comunicacao@afroreggae.org.br', '1', 'Rio de Janeiro', 'RJ');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (6, 5, 2, '0', '2004-09-14 13:17:39', '', 'Saudações a todos os que contribueem para este lindo e exemplar trabalho de inserção e resgate social. Fico muito feliz com a atuação deste projeto verdadeiro exemplo de protagonismo social. Um grande abraço e muito axé!!!!', 'Paulo Cesar Cardoso', 'paulinho_cardoso@ig.com.br', '1', 'Barra do Pirai', 'RJ');
INSERT INTO `forum_1_forum_tb` VALUES (7, 2, 2, '0', '2004-09-16 19:50:10', '', 'queria receber o programa de gerar creditos....obrigado', 'Mário Antônio', 'majussiani@hotmail.com', '0', 'itambaracá', 'pr');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_lang_tb`;
CREATE TABLE `fotos_1_fotos_lang_tb` (
`id_foto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(6) unsigned NOT NULL default '0',
`legenda` tinytext NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`),
FULLTEXT KEY `legenda` (`legenda`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_lang_tb`
#
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur e MV BIll, numa das edições do Conexões Urbanas, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (1, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (2, 2, '');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (3, 2, '');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (6, 2, '');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (28, 2, '');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (29, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (30, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (31, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (32, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (33, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (34, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (35, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (36, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (37, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (38, 1, '');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (39, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (40, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (41, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (42, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (43, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (44, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (45, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (46, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (47, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, 1, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (48, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, 1, 'Apresentação do Triol Sol (Afro Circo) do Cantagalo no Conexões Urbanas de Vila Vintém, julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (49, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (50, 1, 'Apresentação do Trio Sol (Afro Circo) no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (50, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (51, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (51, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (52, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (52, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (53, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas, na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ) em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (53, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (54, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro -RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (54, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (55, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro -RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (56, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas em Vila Vintém, julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (57, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (58, 1, 'Apresentação do Afro Circo no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (59, 1, 'Trupe Levantando a Lona na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (66, 1, 'Daniela Mercury no Conexões Urbanas em Bangu (2002). Fotógrafo: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (67, 1, 'Ando,vocalista da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Cidade de Deus (Rio de Janeiro - RJ). 2003 - Fotógrafo: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (68, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur e MV Bill numa edição do Conexões Urbanas. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (69, 1, 'Crianças nos brinquedos, no Conexões Urbanas na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (70, 1, 'Público assistindo a um dos shows do Conexões Urbanas na Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (71, 1, 'Afro Samba se apresentando no Conexões Urbanas da Kelson (Rio de Janeiro - RJ), junho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (74, 1, 'Dinho, um dos vocalistas da Banda AfroReggae e Ivo Meirelles, no Conexões de Acari, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (75, 1, 'As atrizes Janaina Lince e Izabel Fillardis se divertindo no Conexões Urbanas de Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (76, 1, 'MV Bill e Camilla no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (77, 1, 'LG, um dos vocalistas da Banda AfroReggae e Marcelo Yuka, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (78, 1, 'Samuca, Junior e Nanko no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (79, 1, 'Mucato e Lekão, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas, em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (80, 1, 'Gilberto Gil e Caetano Veloso se preparando para se apresentarem no Conexões Urbanas da Palmeirinha, 2003. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (81, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal em visita à Recicloteca, no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (82, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal na aula de artes plásticas, 2004. Fotógrafa: Elisângela Calado.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (83, 1, 'Crianças do Projeto Criança Legal na aula de artes plásticas, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (84, 1, 'Uniforme novo do Criança Legal, que tem patrocínio do Instituto Desiderata, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (86, 1, 'Criança assistida pelo Projeto Criança Legal fazendo participação especial no Batizado e Troca de Cordas da Capoeira Abadá/Afro Reggae, do Prof. Apache, junho de 2004.Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (89, 1, 'Comemoração do dia do Índio, Criança Legal, abril de 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (90, 1, 'Aniversariantes do mês, Criança Legal, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (92, 1, 'Participação especial das crianças do Projeto Criança Legal no Batizado e Troca de Cordas da Capoeira Abadá/Afro Reggae, 2004. Fotógrafa: Elisangela Calado');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (93, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), agosto de 2004: Fotógrafo: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (94, 1, 'Afro Samba se apresentando no pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (95, 1, 'Afro Samba se apresentando no Conexões Urbanas da Kelson (Rio de Janeiro - RJ), junho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (96, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro - RJ), 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (97, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, Canecão (Rio de Janeiro), 2004. Fotógfrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (98, 1, 'Afro Samba fazendo participação especial na festa de comemoração dos 11 anos do Afro Reggae (Canecão - Rio de Janeiro - RJ), janeiro de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (99, 1, 'Afro Samba se apresentando na festa de 11 anos do Afro Reggae no Canecão (Rio de Janeiro - RJ), janeiro de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (100, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (101, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (102, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (103, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (104, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (105, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (106, 1, 'José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, participando da corrida da Tocha Olímpica de Atenas, no Rio, 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (107, 1, 'Waly Salomão era um dos diretores do Grupo Cultural Afro Reggae. Era não, é... Na foto a irreverência de Waly passeando pela Uruguaiana (Centro do Rio). Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (108, 1, 'Waly Salomão era poeta, escritor e compositor. Na foto: José Júnior, Omar Salomão (filho de Waly), Waly Salomão e Bernardo Vilhena. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\n');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (109, 1, 'Waly Salomão sempre esteve muito envolvido com tudo o que o Afro Reggae faz, desde o começo da instituição. Foto de 1993, com alguns meninos do GCAR, hoje rapazes. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (110, 1, 'Assim como Waly sempre esteve presente nos eventos do Afro Reggae, a parceria sempre foi recíproca. Foto: Márcia Florêncio, Waly e Papai Urso, Lançamento do Livro Algaravias. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (111, 1, 'Difícil era ver Waly sem sorrir. Sua irreverência e alegria sempre estiveram presentes. Na foto: Junior, Waly, Lenine e Ecio Salles: Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (112, 1, 'Waly Salomão num evento em Vigário Geral, em frente ao antigo Centro Cultural, na foto com Marcia Florêncio, Altair Martins e a galera do Rappa. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (113, 1, 'Waly nos deixou no dia 05 de maio de 2003, mas seu sorriso, sua obra e a parceria com o Afro Reggae serão eternos... Na foto Waly, Gilberto Gil e Plácido Paschoal. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (114, 1, 'Mucato e Lekão, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas, em Bangu, 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (115, 1, 'Altair Martins, percussionista da Banda AfroReggae e a atriz Janaina Lince, no Conexões Urbanas em Bangu (RJ), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (116, 1, 'Junior, da Banda Kitôto, na apresentação do grupo no Conexões Urbanas em Bangu (RJ), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (117, 1, 'Público se divertindo com as brincadeiras do Tio Carlos no Conexões em Vila Vintém, 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (118, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da RioTur e o animador Tio Carlos no Conexões Urbanas na Vila Vintém, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (119, 1, 'Balão do Grupo Cultural Afro Reggae. Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (120, 1, 'Gilberto Gil passando o som e se preparando para se apresentar no Conexões Urbanas da Maré (Rio de Janeiro), 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (121, 1, 'Backing vocal que acompanha Nega Gizza, Conexões da Kelson, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (122, 1, 'Gabriel o Pensador e Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Acari, 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (123, 1, 'Ivo Meirelles no Conexões Urbanas em Acari (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (124, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas em Acari, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (125, 1, 'Lekão, durante a apresentação da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (126, 1, 'Lekão, durante a apresentação da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (127, 1, 'Mucato, da Banda Kitôto, se apresentando no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (128, 1, 'Mucato, da Banda Kitôto, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (129, 1, 'MV Bill e seu sobrinho no Conexões Urbanas Bateu Mouche (Rio de Janeiro), 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (130, 1, 'Herbert Vianna, numa apresentação dos Paralamas do Sucesso em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (131, 1, 'Elba Ramalho no Conexões Urbanas em Nova Holanda (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (132, 1, 'Lekão, Ricardinho e Eriberto do Afro Samba em apresentação no Rival\r\nFoto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (133, 1, 'Afro Samba no Rival. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (134, 1, 'Afro Samba no Rival. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (135, 1, 'Raquel, em apresentação do Afro Samba no Rival, 2004. Foto Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (136, 1, 'Luizinho, em apresentação do Afro Samba, Teatro Rival, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (137, 1, 'Lekão, Luizinho e Raquel na apresentação do Afro Samba, 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (138, 1, 'Afro Samba. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (139, 1, 'Afro Samba no Pagode do Arlindo, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (140, 1, 'Galera do Afro Reggae na M. W. Barroso, no início da Ong. Foto: José Renato.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (141, 1, 'Galera do Afro Reggae no início da Ong, numa visita à M. W Barroso. Foto: José Renato.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (141, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (142, 1, 'Ensaio em Vigário Geral. 1995. Foto: José Renato');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (143, 1, 'Caetano Veloso e Regina Casé no batizado da Banda AfroReggae em Vigário Geral, 1995. Eles são os padrinhos da Banda. Foto: José Renato');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (143, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (144, 1, 'Crianças na época do início da Ong em Vigário Geral. Foto: José Renato.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (144, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (145, 1, 'Juninho mandando ver na percussão. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (146, 1, 'Histórica6');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (146, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (147, 1, 'Distribuição de Material Escolar em Vigário Geral. Na foto, Márcia Florêncio. Fotógrafo: Jaime Silva');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (147, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (148, 1, 'Waly Salomão em um dos eventos do Afro Reggae. Ele sempre esteve presente em tudo, como um peixe do cardume, como ele gostava de dizer... Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (149, 1, 'Birinha no avião. Foto: José Renato.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (149, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (150, 1, 'Workshop com o Rappa. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (150, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (151, 1, 'Waly Salomão e o Rappa junto com a galera do Afro Reggae, na inauguração do Centro Cultural Vigário Legal, em Vigário Geral, julho de 1997. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (152, 1, 'Banda AfroReggae (primeira formação) se apresentando em frente à M.W. Barroso. 1994. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (154, 1, 'Altair Martins e Anderson Sá na Casa Branca (Washington - EUA), 2000. Foto: José Junior');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (156, 1, 'João Costa, José Marmo, Ivanir dos Santos, Arcélio Faria, Plácido Pascoal e José Junior na festa do Odô-Ya, 1994. Foto: José Renato.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (157, 1, 'LG e Anderson (vocalistas da Banda AfroReggae) contruindo intrumento na Usina Musical em Vigário Geral. Foto: José Renato.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (158, 1, 'Distribuição de merenda em Vigário Geral, 1995. Foto: José Renato');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (159, 1, 'Show de Lançamento do CD Nova Cara, 2000. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (160, 1, 'Workshop de música em Vigário Geral, 1995. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (161, 1, 'A galera presente no projeto Juventude e Polícia conferiu shows da Banda AfroReggae e de Jota Quest. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (162, 1, 'Manu Chao gravou no Estúdio Nas Nuvens com A Banda AfroReggae e depois deu uma canja, tocando seus maiores sucessos... Foto: José Junior');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (163, 1, 'Banda AfroReggae com a bandeira dos Jogos Panamericanos que acontecerão no Rio em 2007, durante a apresentação da banda no Carnegie Hall (NY), abril de 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (164, 1, 'A Banda AfroReggae se apresentou no Carnegie Hall, Nova York (EUA), em abril de 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (165, 1, 'Caetano Veloso, padrinho da Banda AfroReggae e José Junior, diretor artístico da Banda e Coordenador Executivo do GCAR, no Carnegie Hall (NY/EUA), abril 2004. Foto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (166, 1, 'AfroReggae se apresentando no Carnegie Hall (NY), abril de 2004. O padrinho Caetano Veloso deu até uma canja...\r\nFoto: Divulgação');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (167, 1, 'A Banda AfroReggae se apresentou no Rock in Rio in Lisboa, em maio de 2004. Foto: Divulgação.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (168, 1, 'Anderson Sá, um dos vocalistas da Banda Afro Reggae, no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (169, 1, 'Jairo Cliff (no baixo) e Dada (na caixa de folia). Apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas da Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (170, 1, 'LG, um dos vocalistas da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas da Vila Vintém, julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (171, 1, 'Cosme, baterista da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas de Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (173, 1, 'MV Bill está sempre em casa no Conexões Urbanas... Desta vez a comunidade que recebeu o Projeto, que é uma parceria do Afro Reggae e Prefeitura/RioTur foi Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (174, 1, 'Jairo Cliff manda ver no baixo, na apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (175, 1, 'Ando e Dinho, vocalistas da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (176, 1, 'Ando e LG, vocalistas da Banda AfroReggae, com as atrizes Janaina Lince (de boné preto) e Isabel Fillardis, no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (177, 1, 'DJ Magic Julio em ação, durante apresentação da Banda AfroReggae no Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (178, 1, 'Dada, Altair, Hermano e LG, no show do AfroReggae dentro do Conexões Urbanas em Bangu, 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (179, 1, 'Afro Lata na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca. Janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (180, 1, 'Afro Lata na festa de 10 anos do Afro Reggae no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (181, 1, 'Afro Lata em evento em homenagem a Waly Salomão no Rio de Janeiro. 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (183, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (184, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (185, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (187, 1, 'Grupo de Dança se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (189, 1, 'Grupo de Dança se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, janeiro de 2003, no Sesc Tijuca. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (190, 1, 'Grupo de Dança em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (191, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (192, 1, 'Lançamento do Livro "Algaravias", de Wally Salomão. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (193, 1, 'Lançamento do Livro "Algaravias", de Wally Salomão. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (194, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Na foto Junior e Chakal. Foto: Ierê Ferreira \r\n');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (195, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (196, 1, 'Ana Maria Maia, presidente da Riotur no Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (197, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (199, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (200, 1, 'Show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (vocalista da banda Jota Quest), no 22º Batalhão de Polícia Militar de MG. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (201, 1, 'Show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (vocalista da banda Jota Quest), no 22º Batalhão de Polícia Militar de MG. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (202, 1, 'Altair Martins, da Banda AfroReggae ajustando o talabarte do surdo do comandante da PM, na oficina de percussão. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (203, 1, 'Policiais Militares participando de oficina de percussão no Projeto "Juventude e Polícia", em Belo Horizonte, 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (204, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (205, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (206, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (207, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (208, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (209, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (210, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (211, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (212, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (213, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (214, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (215, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (216, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (217, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (218, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (219, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (220, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (221, 1, 'Johayne Ildefonso fazendo a abertura da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Johayne foi o diretor do espetáculo. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (222, 1, 'Público presente no Cantagalo para assistir a peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (223, 1, 'Cena da peça "Que São Genésio abençõe essa bagunça", encenada no Cantagalo em 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (224, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (225, 1, 'Makala em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (226, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (227, 1, 'Makala ensaiando em um estúdio australiano. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (228, 1, 'Makala em Vigário Geral (RJ). Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (229, 1, 'Makala em Vigário Geral (RJ). Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (230, 1, 'Makala chegando na Austrália. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004. Foto: Divulgação Afro Reggae');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (231, 1, 'Makala mostrando tudo o que sabe em percussão para os amigos de vários países, na Austrália. Os meninos da banda foram convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, na Austrália, em Julho de 2004.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (232, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (233, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Foto. Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (234, 1, 'Tribo Negra se apresentando na festa de 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (235, 1, 'Tribo Negra se apresentando na festa de 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), no Sesc Tijuca, janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (236, 1, 'Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte. Frente do palco onde aconteceu o show da Banda AfroReggae e Rogério Flausino (Vocalista da Banda Jota Quest), agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (237, 1, 'Altair Martins, da Banda AfroReggae, ministrando Workshop de percussão no Projeto Juventude e Polícia (BH), agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (238, 1, 'Galera que participou do Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (239, 1, 'Oficina de Grafite no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (240, 1, 'Paulo Negueba ministrando oficina de percussão no Projeto Juventude e Polícia em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (241, 1, 'Crianças no workshop de percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (242, 1, 'Professoras Julita Lengruber e Silvia Ramos (Ambas do CESEC) e José Junior, coordenador executivo do Afro Reggae, agosto de 2004, Belo Horizonte. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (243, 1, 'Pausa para uma tour pela cidade de Belo Horizonte... Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (244, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (245, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (245, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (246, 1, 'Policial Militar participando de Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (247, 1, 'Policiais militares de Belo Horizonte participando de oficinas de percussão no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (248, 1, 'Policial Militar escolhendo um intrumento para ter aula de percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (248, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (249, 1, 'Oficina de Grafite no Projeto Juventude e Polícia, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (249, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (250, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (250, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (251, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (251, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (252, 1, 'Policial Militar na Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (252, 2, '');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (253, 1, 'Tony Garrido e Banda AfroReggae fazendo show no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (254, 1, 'Show do Tambolelê no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (255, 1, 'Policial Militar fazendo Oficina de Rapel no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (256, 1, 'José Junior, coordenador executivo do GCAR participando de Debate do Fica Vivo, no Projeto Juventude e Polícia, BH, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (257, 1, 'Policial Militar discursando no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (258, 1, 'Ando, vocalista da Banda AfroReggae no show apresentado no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, Setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (259, 1, 'Policiais militares na Oficina de Percussão no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (260, 1, 'Santonne Lobato, do Tambolelê, em show no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (261, 1, 'Samuca, José Junior e LG participando do debate do Fica Vivo no Projeto Juventude e Polícia, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (262, 1, 'Policial Militar participando da Oficina de Tiroleza no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (263, 1, 'Policiais Militares na Oficina de Circo no Projeto Juventude e Polícia, Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (264, 1, 'Tony Garrido no meio do público. Show que aconteceu no Projeto Juventude e Polícia, em Belo Horizonte, setembro de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (265, 1, 'José Junior, coordenador do Grupo Cultural Afro Reggae e um dos fundadores da ONG apresentando seu livro Da Favela para o Mundo. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (266, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (267, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (268, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (269, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Kelson (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (270, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes (Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (271, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes(Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (272, 1, 'Afro Circo se apresentando no Conexões Urbanas na Furquim Mendes(Rio de Janeiro), 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (273, 1, 'Público presente no lançamento do Livro "Da Favela para o Mundo", setembro de 2003, Sesc Flamengo (RJ). Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (274, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", Sesc Flamengo (RJ), 2003. José Junior, Omar Salomão (filho de Waly Salomão) e um amigo. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (275, 1, 'A galera do Afonjah também prestigiou o lançamento do livro no Rio. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (276, 1, 'A empresária Flora Gil também prestigiou o lançamento do livro "Da Favela Para o Mundo", no Sesc Flamengo, setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (277, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (278, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (279, 1, 'Afro Lata se apresentando no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (280, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira. \r\n');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (287, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro de Waly Salomão, Rio, 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (281, 1, 'Afro Lata no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (282, 1, 'Afro Lata se apresentando no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (283, 1, 'Afro Lata e Gilberto Gil no lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, em Brasília, dezembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (284, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, Rio de Janeiro, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (285, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, agosto de 2004.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (286, 1, 'Afro Lata em Vigário Geral, Rio de Janeiro, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_lang_tb` VALUES (288, 1, 'Gilberto Gil falando sobre o Afro Lata (ao fundo), do lado direito´, ao fundo, José Junior, coordenador executivo do Afro Reggae. Lançamento do livro em Brasilia, 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
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# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_tb`;
CREATE TABLE `fotos_1_fotos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_type` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`data` date NOT NULL default '0000-00-00',
`fotografo` varchar(50) NOT NULL default '',
`email_fotografo` varchar(50) NOT NULL default '',
`arquivo` varchar(50) NOT NULL default '',
`ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1',
`ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '1',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`),
KEY `ordem` (`ordem`),
KEY `data` (`data`),
KEY `ext_p` (`ext_p`),
KEY `ext_g` (`ext_g`),
KEY `id_type` (`id_type`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=289 ;
#
# Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_tb`
#
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (1, 10, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '0');
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INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (238, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (239, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '0');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (240, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '0');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (241, 28, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '0');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (242, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (243, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê', '', '', 2, 2, '0');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (244, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (245, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (246, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (247, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (248, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (249, 28, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (250, 32, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (251, 32, 2, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (252, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (253, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (254, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (255, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (256, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (257, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (258, 32, 0, '0000-00-00', '', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (259, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (260, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (261, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (262, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (263, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (264, 32, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (265, 30, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (266, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (267, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (268, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (269, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (270, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (271, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (272, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (273, 30, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (274, 30, 5, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (275, 30, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (276, 30, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (277, 20, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (278, 20, 2, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (279, 20, 3, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (280, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (287, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (281, 20, 6, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (282, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (283, 20, 7, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (284, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (285, 20, 50, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (286, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_tb` VALUES (288, 20, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', '', '', 2, 2, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `fotos_1_fotos_type_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `fotos_1_fotos_type_tb`;
CREATE TABLE `fotos_1_fotos_type_tb` (
`id` tinyint(3) unsigned NOT NULL auto_increment,
`type` varchar(50) NOT NULL default '',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM PACK_KEYS=0 AUTO_INCREMENT=33 ;
#
# Extraindo dados da tabela `fotos_1_fotos_type_tb`
#
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (1, 'Banda AfroReggae');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (3, 'Banda AfroLata');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (4, 'Congressos e eventos');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (5, 'Oficinas e workshops');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (2, 'Solenidades');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (7, 'Vigário Geral');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (8, 'Crianças');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (9, 'Afro Circo');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (10, 'Conexões Urbanas - Galeria 2');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (29, 'Levantando a Lona');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (11, 'Criança Legal');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (12, 'Banda AfroReggae');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (13, 'Banda AfroReggae no Faustão');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (14, 'Afro Samba');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (15, 'Tocha Olímpica - Atenas 2004');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (16, 'Homenagem à Waly Salomão');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (17, 'Kitôto');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (18, 'Conexões Urbanas - Galeria 1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (19, 'Parada Geral');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (20, 'Afro Lata');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (21, 'Grupo de Dança');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (22, 'Trupe de Teatro do Afro Reggae');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (23, 'Afro Mangue');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (24, 'Tribo Negra');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (25, 'Banda de Meninas');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (26, 'Fotos Históricas 1');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (27, 'Fotos Históricas 2');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (28, 'Projeto Juventude e Polícia (BH) - Agosto/2004');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (30, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo" - Rio');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (31, 'Makala');
INSERT INTO `fotos_1_fotos_type_tb` VALUES (32, 'Projeto Juventude e Polícia (BH) - Setembro/2004');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_arquivos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_arquivos_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_arquivos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_projeto` smallint(6) NOT NULL default '0',
`arquivo` tinytext NOT NULL,
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_arquivos_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_fotos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_fotos_lang_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_fotos_lang_tb` (
`id_foto` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`legenda` tinytext NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=15 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_fotos_lang_tb`
#
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Tribo Negra em Vigário Geral. Agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (3, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Apresentação do Trio Sol (Afro Circo) no Conexões Urbanas em Vila Vintém (Rio de Janeiro - RJ), em julho de 2004. Fotógrafo: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (4, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Afro Lata se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca (Rio de Janeiro), janeiro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (5, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'Afro Mangue se apresentando na festa de 10 anos do Afro Reggae, no Sesc Tijuca, Rio de Janeiro, 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (6, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'Afro Samba se apresentando no Pagode do Arlindo Cruz, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (7, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (8, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Na foto Junior e Chakal. Foto: Ierê Ferreira ');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (9, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira ');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (10, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", de José Junior, no Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ), setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira ');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (11, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Lançamento do livro "Da Favela para o Mundo", no Sesc Flamengo (RJ). Junior e sua esposa, Alessandra Lins. Foto: Ierê Ferreira');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (12, 2, '');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (14, 1, ' José Junior autografa o livro "Da Favela para o Mundo" para o amigo André Porto, Sesc Flamengo (Rio de Janeiro - RJ),setembro de 2003. Foto: Ierê Ferreira.');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_lang_tb` VALUES (14, 2, '');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_fotos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_fotos_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_fotos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_projeto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`ordem` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`data` date NOT NULL default '0000-00-00',
`fotografo` varchar(50) NOT NULL default '',
`ext_g` tinyint(4) NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=15 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_fotos_tb`
#
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (3, 9, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (4, 24, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (5, 5, 0, '0000-00-00', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (6, 8, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (7, 6, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (8, 26, 1, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (9, 26, 2, '0000-00-00', 'Ierê Ferreoira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (10, 26, 3, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (11, 26, 5, '0000-00-00', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (12, 26, 4, '0000-00-00', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_fotos_tb` VALUES (14, 26, 0, '0000-00-00', 'Ierê Ferreira', 2, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_patrocinadores_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_patrocinadores_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_patrocinadores_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`nome` varchar(100) NOT NULL default '',
`site` varchar(100) NOT NULL default '',
`ext_logo` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=19 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_patrocinadores_tb`
#
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (2, 'AVINA', 'http://www.avina.com/web/avinawebfinal3.nsf/LK_GCMask2/0~0~0~1?Open&LANG=Port', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (3, 'Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)', 'http://www.bndes.gov.br/desenvolvimento/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (4, 'Care Brasil', 'http://www.care.org.br/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (5, 'Embaixada da Itália', 'http://www.conrio.org.br/ConrioPortugues/Conrio.htm', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (6, 'Embaixada do Canadá/ Fundo Canadá', 'http://www.dfait-maeci.gc.ca/brazil/menu-pt.asp', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (7, 'Fundação Ford', 'http://www.fordfound.org/global/office/index.cfm?office=Rio+de+Janeiro&language=native', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (8, 'Fundação Kellog', 'http://www.wkkf-lac.org/Default.aspx', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (9, 'Instituto Ary de Carvalho', 'http://odia.ig.com.br/sites/iac/musicalizando.htm', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (10, 'Instituto Brasileiro de Inovação em Saúde Social (IBISS)', 'http://www.ibiss.com.br/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (12, 'Instituto Desiderata', 'www.desiderata.org.br', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (13, 'Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur', 'http://www.rio.rj.gov.br/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (14, 'Rede Globo', 'http://redeglobo3.globo.com/home/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (15, 'Serviço Social do Comércio (SESC - RJ)', 'http://www.sescrj.com.br/', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (16, 'Defesa Social do Governo do Estado de Minas Gerais', 'http://www.mg.gov.br/portalmg/do/home?op=insertForm', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (17, 'HP', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_patrocinadores_tb` VALUES (18, 'Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS)', '', 2, '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_projetos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_projetos_lang_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_projetos_lang_tb` (
`id_projeto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`descricao` text NOT NULL,
`equipe` text NOT NULL,
`obs` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_projeto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_projetos_lang_tb`
#
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (1, 1, 'Depois de viajar pelas ondas da FM, o programa AfroRitmia invadiu a Rádio Viva Rio. Agora, o programa já consagrado nas tardes de sábado na FM 94 do Rio, das 14h às 16h, está na Rádio Viva Rio, pelos 1180 AM, em dois programas semanais, às segundas e terças-feiras, das 15h às 16h.\r\n\r\nA mesma vibração e energia do programa que era feito na FM está presente nas duas edições na Rádio Viva Rio, trazendo muita música negra de qualidade, incluindo o Reggae, o Hip Hop, a Soul Music, o Ragga, o Rhythm and blues, o Calypso, o Rapso, e, é claro, o melhor dos grupos e artistas brasileiros que passeiam nessas praias, além de outros sons vindos da África e Caribe.\r\n\r\nComo já é tradição no AfroRitmia, a música negra de qualidade e alternativa, que quase não tem espaço em outras rádios, tem presença garantida na programação feita pelo Djah Tekko Rastafari. A apresentação do programa fica a cargo de Jairo Cliff, baixista da Banda AfroReggae e de Christine Keller, Coordenadora de Comunicação do Grupo Cultural Afro Reggae. Na direção geral do programa, José Junior, Coordenador Executivo do Grupo Cultural Afro Reggae.\r\n\r\nAlém disso, muita informação, dicas culturais e convidados que são colocados no Miolo respondendo as perguntas que o ouvinte gostaria de fazer.\r\n\r\nEntão você já sabe, é só sintonizar na Rádio Viva Rio e curtir o AfroRitmia, todas as segundas e terças, das 15h ás 16h. E se você está fora do Rio, entre no site: http://www.radiovivario.com.br/ e ouça o programa AfroRitmia de qualquer parte do planeta.', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (1, 2, '', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (2, 1, 'Muito reggae, hip hop, R&B, charme, soul music e, claro, MPB. Tudo isto temperado com notícias sobre saúde, serviços, cidadania e dicas culturais. Esta é a receita do programa de rádio Baticum, uma produção do Grupo Cultural Afro Reggae em parceria com o Centro de Tecnologia Educacional (CTE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ), para oferecer aos ouvintes uma alternativa de cultura e entretenimento.\r\n\r\nNa programação musical, o DJah Tekko Rastafari está sempre atento aos lançamentos, principalmente dos novos talentos que produzem o seu trabalho de forma independente e ainda não caíram nas graças do mercado fonográfico, mas que no Baticum encontram espaço para divulgar suas músicas.\r\n\r\nCom mais de 50% da sua programação voltada para a música brasileira, o programa é uma vitrine para aqueles que fazem um trabalho autoral de qualidade, sem perder o groove que contagia o público. Sendo assim, pode ser considerado um oásis para os ouvintes que estão cansados das rádios comandadas pelos jabás das gravadoras e procuram melhor paragem para seus ouvidos.\r\n\r\nA locução e a produção ficam a cargo de Gisele Sobral, que começou no programa em 1996, como estagiária. O Baticum vai ao ar às terças-feiras das 21h às 23h, na Rádio Viva Rio AM – 1.180 KHZ.e é também transmitido pela internet através do site: \r\nhttp://www.radiovivario.com.br/\r\n\r\nMaiores informações pelo fone: (5521)2532.0171 com o DJ Tekko Rastafari\r\n\r\nEMAIL DO PROGRAMA\r\nbaticum@afroreggae.org.br', 'D´Jah Tekko Rastafari - Programação Musical, Operação de Áudio e Pesquisa\r\n\r\nGisele Sobral - Locução, Produção, Redação e Pesquisa\r\n\r\nGustavo Coelho - Estagiário', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (2, 2, '', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (3, 1, 'Através do correio eletrônico mantemos uma mala direta via Internet, através da qual enviamos informações, com regularidade quase diária, sobre as nossas atividades. Temos cadastrados formadores de opinião, a mídia em geral, universidades, pesquisadores, artistas, ONGs, empresas e o cidadão comum que deseja estar informado sobre o que está acontecendo no GCAR e no universo em que circulamos (favela, meio artístico, cultura e movimento social). \r\n\r\nDevido ao envio dessas informações é normal recebermos, semanalmente, a visita de equipes de televisão, agências de notícia internacionais, cineastas, produtores de vídeo, pesquisadores, turistas, etc. Em paralelo a tudo isso, também conseguimos articular a captação de recursos, viagens internacionais e parcerias com outras organizações.\r\n\r\n\r\nKACO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: www.kaco.com.br; email: kaco@kaco.com.br; telefones: (0xx21) 2512-8610 e (21) 9989-8267 - Aline Kaneco e Fabiana Rodrigues.\r\nSite: www.kaco.com.br\r\n\r\nComunicação do GCAR: (0xx21) 2532.0171 - Christine Keller', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (4, 1, 'Makala - Quando a Banda AfroReggae iniciou o seu processo de profissionalização, a usina musical de Vigário engendrou a Banda AfroReggae II, hoje Banda Makala. No ano de 2002, a Makala foi convidada a se apresentar na Holanda, onde, entre outras dezenas de shows, tocou para duzentas mil pessoas no Festival Mundial. O nome Makala vem do vocábulo que significa carvão e foi capturado do quimbundo, língua de uma das muitas etnias africanas. Em julho de 2004, a Makala foi para Sidney (Austrália), a convite do Oxfam International Youth Parliament (IYP), para um encontro com jovens do mundo inteiro. A banda tocou dois dias num teatro local, NIDA, onde se apresentam artistas como Mel Gibson.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (21, 1, 'Banda AfroReggae – Primeiro SubGrupo da instituição a se profissionalizar, gravou seu primeiro CD, Nova Cara, em 2000, pela Gravadora Universal. Um dado importante é o fato de essa ter sido a primeira vez no Brasil que uma banda, oriunda de um projeto social desenvolvido na favela, conseguiu produzir o seu primeiro disco por uma grande gravadora.\r\n\r\nDepois de algumas turnês internacionais (Europa), a Banda AfroReggae foi convidada por seu padrinho, Caetano Veloso, a fazer um concerto no Carnegie Hall (dia 14 de abril de 2004). Em \r\njunho do mesmo ano ainda a banda foi para Portugal para participar do “Rock in Rio in Lisboa”. \r\n \r\nNo momento, o AfroReggae tem feito muitos shows pelo Brasil e está preparando seu novoCD, que deverá ser gravado ainda este semestre.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (22, 1, 'Banda de Meninas – O grupo é formado por garotas entre 13 e 23 anos que tocam instrumentos de percussão como surdo de virada e de marcação, repinique, caixa e timbau. A banda ainda não tem um nome definido mas suas componentes têm feito aulas de canto e percussão e ensaiam algumas músicas dos outros SubGrupos do Afro Reggae, visando um aprimoramento para que possam muito em breve cair na estrada e ter suas próprias composições. Outra particularidade é que o grupo é dirigido também por uma mulher, Mary Santos, percussionista, que já participou da Banda AfroReggae no início.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (23, 1, 'O trabalho desenvolvido pelo GCAR, principalmente de ação direta com as crianças e adolescentes que residem em áreas de risco vem sendo reconhecidos como alternativa de desenvolvimento humano e social frente à ausência de serviços públicos, de políticas de ação social coerentes e à própria falta de organização local.\r\n\r\nA proposta de trabalho baseada inicialmente na mobilização através da expressão cultural, levou o GCAR, no decorrer destes anos, a ampliar o universo de intervenção. Como os participantes das oficinas traziam outras demandas (a situação familiar, a dificuldade escolar, os problemas de saúde e as questões pessoais presentes no universo do adolescente, tornando-o muitas vezes vulnerável ao assédio do tráfico de drogas local), buscamos criar, através da organização de programas e projetos específicos, uma rede de ações cujo objetivo é desviar os jovens do narcotráfico e do subemprego, acompanhando seu processo participativo e integrando-os aos demais projetos do GCAR, que apresentamos a seguir.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (32, 1, 'Núcleo Base do GCAR nas favelas do Rio e referência do Programa Social, tem como sede o Centro Cultural Vigário Legal. O Centro Cultural nesse momento resolveu priorizar os SubGrupos, devido à obra de ampliação que está sendo realizada neste momento, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Social.\r\n\r\nTemporariamente suspendemos boa parte das oficinas livres, exceto as de dança, capoeira e percussão. \r\n\r\n** Para saber mais sobre os Projetos e SubGrupos de Vigário Geral, visite as seções Projetos e SubGrupos de nosso site.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'Afro Lata - Depois de assistir aos ensaios da Makala, alguns garotos, moradores de Brasília, a parte mais pobre de Vigário Geral, ficaram instigados a tocar o mesmo som que ouviam. Usando a criatividade e determinação, os garotos transformaram pedaços de cabos de vassoura, latões de óleo, tonéis, baldes de plástico, e outros objetos que estavam espalhados como lixo pela ruas, em instrumentos de batucada.\r\n\r\nEm junho de 2000, o Afro Lata de apresentou no Festival Mundial da Criança, na Holanda, e, em janeiro de 2003, participou da festa de 10 anos do GCAR, no Sesc da Tijuca. \r\n\r\nAtualmente o Afro Lata tem feito dezenas de shows pelo estado do Rio.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'O Afro Samba – criado a partir dos projetos desenvolvidos pelo Grupo Cultural Afro Reggae em Vigário Geral – surgiu de um desejo de jovens moradores dessa favela, o de se expressar na linguagem do ritmo que é uma marca da identidade negra no Brasil e cuja força, superando os preconceitos e as interdições que sofreu ao longo da história, fez com que se tornasse o ritmo nacional por excelência.\r\n\r\nO grupo atua em um campo em que se torna evidente o sentido histórico e comunitário do samba, o seu papel como resistência, a afirmação de uma identidade e a sua importância como herança negra para a cultura brasileira.\r\n\r\nCom isso, o Afro Samba construiu um repertório que passeia por clássicos do samba antigos e atuais, traçando uma linha que vai de João da Bahiana a Zeca Pagodinho, interpretando canções de Candeia, Wilson Moreira, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Arlindo Cruz, Luís Carlos da Vila... Sem falar nos sambas de autoria do próprio grupo.\r\n\r\nEm fevereiro de 2004, no aniversário de 11 anos do Afro Reggae, no Canecão, o Afro Samba foi um dos destaques da noite, apresentando-se ao lado dos seus padrinhos – Arlindo Cruz e Dorina – e Almir Guineto.\r\n\r\nDepois, no evento Conexões Urbanas, promovido pelo Afro Reggae e RioTur, mais uma vez ao lado dos padrinhos, o Afro Samba colocou toda a comunidade Marcílio Dias para dançar.\r\n\r\nEm julho de 2004, o Afro Samba participou do já tradicional Pagode do Arlindo, no Teatro Rival.\r\nO grupo fez a abertura do evento comandado pelo padrinho Arlindo Cruz, que contou ainda com a participação de grandes partideiros cariocas, como Renatinho e Xande de Pilares.\r\n\r\nNo dia 3 de agosto de 2004, o Afro Samba subiu ao palco do Canecão, como grupo convidado para participar do show de lançamento do CD do Pur´Amizade.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (19, 1, 'Parada de Lucas e Vigário Geral, dois mundos divididos por uma fronteira imaginária, onde se ergueu um CIEP, ao qual se deu o nome Mestre Cartola, um dos maiores poetas do samba, e que viveu em um tempo de livre trânsito de idéias, músicas e amizades entre as favelas do Rio. \r\n\r\nEssa foi uma época de integração, trocas recíprocas e muita criatividade. Depois, "a força da grana que ergue e destrói coisas belas" trouxe as disputas do tráfico e o divórcio das favelas entre si.\r\n\r\nAgora é aquele espírito que renasce e mobiliza o projeto Parada Geral. Visando criar no espaço que separa e une as comunidades de Parada de Lucas e de Vigário Geral um território livre para o intercâmbio de idéias, a prática do reconhecimento mútuo, a criação de arte, o contato das culturas, a transformação da realidade.\r\n\r\nEssa é uma iniciativa que reúne diversas instituições, como o Grupo Cultural Afro Reggae, a Prefeitura do Rio de Janeiro, o People´s Palace e da Rede Globo, entre outras, mas que parte da percepção dos próprios habitantes de Vigário e de Lucas da necessidade de espaços dedicados ao exercício da cidadania, da arte, do esporte ou lazer. \r\n\r\nEspaços comuns, não interditados por interesses outros que não os do desejo das pessoas. E como elas desejam viver e buscar a felicidade, mesmo em face da pobreza e todo tipo de dificuldade, não há espaço melhor que este.\r\n\r\nA fronteira é, em qualquer lugar, ambígua. É o terreno do conflito, mas pode ser o da negociação; é a linha que separa, mas pode ser a que une; é a faixa onde se faz a guerra, mas pode ser aquela onde se declara a paz. O Parada Geral, que traz no nome a fusão das duas favelas, se organiza no sentido de realizar essas segundas opções: negociar o uso livre e criativo da fronteira pelos moradores de ambas comunidades; unir os dois lados em nome da convivência e da tolerância; finalmente, deslanchar um processo de integração que traga a paz, mas, como lembrava Marcelo Yuka, libere a voz popular, sua força e sua potência.\r\n\r\nPor isso, naquele espaço – que já foi conhecido como a Faixa de Gaza – está nascendo um corredor cultural, com peças de teatro (inclusive, a estréia foi com um texto de Shakespeare e a presença de atores e atrizes da Rede Globo), oficinas de percussão e capoeira, ensaio de alguns dos SubGrupos do Afro Reggae, filmes e muito mais. \r\n\r\nParada Geral é isso. Como cantava o Mestre Cartola, "Finda a tempestade, o sol nascerá".', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'O Criança Legal é um projeto do Grupo Cultural Afro Reggae que visa introduzir crianças em fase pré-escolar ao processo de socialização, através do contato com a educação de forma lúdica, interdisciplinar e prazerosa. Levando em consideração a realidade da comunidade de Vigário Geral em que residem, objetiva promover em longo prazo, uma mudança de comportamento e no cenário desta comunidade, que ainda hoje apresenta um alto índice de jovens com escolaridade incompleta. O público alvo é formado de crianças entre 4 e 6 anos, que ainda não tenham freqüentado a escola ou qualquer outro ambiente escolar e suas famílias.\r\n\r\nO projeto funciona das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. A proposta é que a criança se integre ao projeto por dois anos. O primeiro ano está voltado para a estimulação dos sentidos, da criatividade, com forte investimento na socialização e na participação familiar junto ao projeto no seu cotidiano e não somente nas atividades recreativas e de festas. No segundo ano, a proposta se expande para o refinamento do conteúdo, com atenção para a alfabetização e composição psico-motora. Passeios, visitas domiciliares e ações de intercâmbio completam o cronograma. \r\n\r\nParalelamente ao cotidiano das 30 crianças previstas para o projeto em 2004, a família é mais uma vez, peça fundamental para o desenvolvimento da criança e o próprio aperfeiçoamento da proposta do projeto. Acreditamos que a implicação do conjunto familiar no processo de educação dos filhos propicia o aumento das condições de permanência da criança por maior tempo matriculado e freqüentando a escola regular.\r\n\r\nFinanciador: Instituto Desiderata\r\n\r\nApoio: Comitê CARJ de Solidariedade e Cidadania\r\n', 'Equipe: \r\n\r\nCoordenadora: Elisangela Calado \r\n\r\nPedagoga: Maria Gusmão \r\n\r\nEducadoras: Fabiane Paes e Vanessa Sá\r\n\r\nEstagiários: Téo Cordeiro e Waleska Santos\r\n\r\nInstrutor de Capoeira: Willians da Silva Marques (Apache)\r\n\r\nInstrutor de Dança: Raphael Siqueira Rodriguez\r\n \r\nInstrutora de Teatro: Cecília Alves \r\n\r\nInstrutor de Percussão: Paulo Negueba \r\n\r\nProfessor de Música: João Paulo F. F. Gomes (João Grilo)', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (20, 1, 'A Trupe de Teatro do Afro Reggae, formada por adolescentes da favela de Vigário Geral, teve início como uma Trupe da Saúde, que utilizava a linguagem lúdica para abordar assuntos polêmicos como AIDS e Câncer, com o auxílio de música, dança, técnicas circenses e teatro de rua. Com a experiência adquirida, a trupe se transformou num grupo de teatro e fez sua primeira peça “Que Genésio abençoe esta bagunça”, de autores brasileiros, que estreou em novembro de 2003, na Associação de Moradores de Vigário Geral e ficou um mês em cartaz. O público pediu bis e a Trupe de Teatro estreou nova temporada de um mês, no Espaço Benjamim de Oliveira, no início de 2004, no Cantagalo. No momento a Trupe ensaia uma peça de Nelson Rodrigues.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919\r\n', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'Afro Mangue - A primeira apresentação do grupo foi no Sesc da Tijuca, em janeiro de 2003, nos 10 anos do GCAR. O Afro Mangue é uma herança do trabalho desenvolvido pelo Afro Lata. Oriundos da mesma região de Vigário Geral, Brasília, os jovens dessa banda começaram ensaiando por conta própria, num local muito próximo ao mangue. Assim como o SubGrupo que os inspirou, o Afro Mangue toca em instrumentos não convencionais, reciclados do lixo - latas, galões, pedaços de cabo de vassoura - e seus integrantes têm a idade que os do Afro Lata tinham no início, entre nove e dez anos. Atualmente o Afro Mangue tem feitos diversos eventos pela cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (9, 1, 'A Tribo Negra mostra que a usina musical de Vigário Geral não pára de funcionar. Este SubGrupo surgiu nas oficinas de percussão, nas atividades de Vigário Geral, na época em que o Centro Cultural Vigário Legal foi demolido para o início da construção do novo Centro Cultural de Vigário Geral. \r\n\r\nSua estréia foi em janeiro de 2003, no Sesc da Tijuca, na festa dos 10 anos do GCAR. A Tribo traz uma mistura forte, baseada no funk e no samba-reggae e ingredientes de maracatu, reggae e baião, tocados em instrumentos percussivos de peso como surdos, repiniques, timbaus e caixas de guerra, acompanhados por dança e capoeira. Atualmente a Tribo Negra tem feito uma série de shows pela cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919\r\n \r\n ', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (10, 1, 'Kitôto - Banda de reggae formada por jovens de Vigário Geral. Os integrantes do grupo, alguns dos quais com experiência musical zero, começaram a ensaiar na metade de 2002, começando a dar forma à banda. Naturalmente, muitas dificuldades surgiram, mas com a vontade dos jovens e a dedicação de todos, o trabalho se consolidou. Passados poucos meses, a banda Kitôto - assim batizada em homenagem a uma cidade da Tanzânia - se tornou realidade e fez sua participação na comemoração dos 10 Anos do GCAR. Em maio de 2004, o Kitôto abriu um show do Cidade Negra, na Praia de Copacabana, no evento “Pão Music”. O grupo também tem participado de algumas edições do Conexões Urbanas.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (11, 1, 'Grupo de Dança – Este SubGrupo foi idealizado na metade de 2002 e reúne jovens de Vigário Geral, que executam um projeto artístico focado na dança afro contemporânea e procuram mostrar que, apesar do corpo ser o instrumento de trabalho, não é necessário ter um perfil de um bailarino para dançar. O Grupo também desfaz o mito de que morador de comunidade só dança funk ou axé. Ainda que suas performances tenham elementos desses estilos, o forte é a dança afro contemporânea e o jazz.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (12, 1, 'Na comunidade do Cantagalo, a opção foi utilizar o circo como a linguagem capaz de despertar o interesse dos jovens pelo projeto. A atividade circense exige um esforço técnico e físico muito maior que outras atividades sócio-pedagógicas, como música e até mesmo o esporte.\r\n\r\nNo circo os jovens envolvidos têm que aprender a superar os seus medos e traumas. A busca pelo aperfeiçoamento, tanto nas atividades de aéreos (trapézio, corda, etc.), quanto na parte mais comunicativa com o público (palhaço), traz profundas transformações na vida dos envolvidos.\r\n\r\nAqui, estamos investindo numa trupe circense profissional, que atingirá grandes patamares artísticos e sociais. Se por um lado estamos buscando o aperfeiçoamento profissional, por outro queremos criar esquetes e espetáculos interativos que possibilitem às pessoas refletir sobre problemas sociais. Essa fusão entre arte e conscientização – sem cair no que algumas pessoas definem como “chatice do social” – será um dos elementos principais desse grupo.O investimento na formação artística, paralelamente à formação escolar de cada jovem envolvido, poderá ser um elemento alternativo na estruturação de novos cidadãos\r\n\r\nEm 2002 o bom desempenho dos jovens artistas foi contemplado com a criação de um grande espetáculo de circo, com patrocínio da Petroquisa, que estreou no dia doze de outubro.\r\n\r\nO desenvolvimento deste projeto conta com a direção de Beth Martins, Vanda Jacques e Alice Viveiros de Castro e as colaborações da Intrépida Trupe. O objetivo é criar um espetáculo em que venham à tona elementos da história da formação das favelas no Rio de Janeiro e da figura do palhaço Benjamim de Oliveira, que foi um dos primeiros palhaços negros do Brasil, talvez do mundo, e teve grande importância artística e cultural no início do século XX.\r\n\r\nO GCAR utiliza, para o desenvolvimento desse projeto, a estrutura física do anfiteatro do Complexo Escolar Municipal Presidente João Goulart (CIEP Ipanema).\r\n\r\nOficinas:\r\na) Malabares;\r\nb) Acrobacia;\r\nc) Equilibrismo;\r\nd) Clown;\r\ne) Aéreos.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (13, 1, 'O Grupo Cultural Afro Reggae iniciou seu projeto de Oficina de Vídeo em fevereiro de 2002 com jovens de 15 a 21 anos das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Com financiamento do Instituto Credicard e fazendo parte do "Programa Jovens \r\nEscolhas em Rede com o Futuro", o curso iniciou focado no propósito de trabalhar questões ligadas aos temas Educação, Trabalho e Juventude.\r\n\r\nDurante o primeiro ano do curso os alunos tiveram aulas de prática de câmera, técnicas de reportagem, roteiro e criação de pautas, iluminação e produziram seus primeiros trabalhos em vídeo.\r\n\r\nNo primeiro semestre, motivados pelo programa gravado pelo CECIP (Centro de Criação de Imagem Popular), onde adolescentes de Nova Iguaçu falavam de seu cotidiano e mostravam sua comunidade, os jovens da oficina realizaram uma "vídeo-carta" para os jovens amigos do CECIP mostrando um pouco da comunidade onde vivem e falando \r\nsobre a sua identificação com os jovens da Baixada. Apesar de morarem na Zona Sul, eles também sofrem exclusão e preconceitos quando procuram emprego ou namoram alguém do asfalto, e são discriminados por serem moradores de favela.\r\n\r\nNo segundo semestre da oficina, dando continuidade as atividades, os jovens elaboraram um projeto intitulado "Redescobrindo a comunidade", que tem como \r\npropósito pesquisar o passado e o presente da comunidade para \r\nresgatar as histórias do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo.\r\n\r\nOs vídeos produzidos tiveram como eixo central questões do cotidiano como sexualidade, empreendorismo e \r\npreconceito racial.\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n Vídeos da Oficina de Vídeo:\r\n\r\nRoda de Saia - Reportagem com depoimentos no formato "povo fala" e imagens na comunidade durante a campanha de prevenção das DSTs/AIDS realizada no dia 02/12/2002, procuram alertar sobre a necessidade do uso de reservativos no combate das doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.\r\n\r\nPreto no Branco - O vídeo mostra o preconceito racial entre \r\nbrancos\r\ne negros no mundo atual. Com entrevistas e depoimentos de \r\npessoas que sofreram preconceitos com sua cor: negros e \r\nbrancos.\r\n\r\nUm Novo Olhar - Este vídeo é um documentário sobre jovens que \r\nfazem trabalhos para mudar a nossa comunidade Pavão-\r\nPavãozinho e Cantagalo. São entrevistados jovens \r\nuniversitários sobre a origem da comunidade, e vários outros depoimentos de jovens moradores compõem o vídeo.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (14, 1, 'Uma fronteira não é o ponto onde algo termina. Ao contrário, como diria o filósofo Heidegger, a fronteira é onde algo começa a se fazer presente. No mundo atual, contudo, as fronteiras têm sido usadas como argumentos para a guerra, como barreiras para separar as pessoas e como limitações de acesso à riqueza humana. Não se trata apenas das fronteiras entre países.\r\n\r\nAs fronteiras entre as favelas, entre estas e a cidade, entre pobres e ricos, entre negros e brancos são fronteiras criadas pra deixar o de cima em cima e o de baixo embaixo, como cantava Chico Science. A fronteira entre Parada de Lucas e Vigário Geral, por exemplo, é marcada por uma guerra que remonta a 1983, fazendo com que essas comunidades tenham se tornado territórios inimigos.\r\n\r\nPor isso é necessário romper as fronteiras. Desde aquelas que mantêm vizinhos e irmãos separados até as que negam para alguns o acesso ao conforto, aos benefícios e à tecnologia que a cidade proporciona. É preciso romper as fronteiras que mantêm milhões de pessoas apartadas da modernidade, sem passaporte e sem visto de entrada no reino da felicidade.\r\n\r\n \r\nÉ com essa expectativa que o Grupo Cultural Afro Reggae e a Associação de Moradores de Parada de Lucas vem desenvolvendo o projeto Rompendo Fronteiras, na comunidade de Parada de Lucas.\r\n\r\nEm parceria com o Centro para a Democratização da Informática e o apoio da Fundação Ford, o Rompendo Fronteiras está sendo realizado na Associação de Moradores, oferecendo cursos de informática à comunidade. E esse é só o começo. Com a consolidação do projeto a idéia é que mais projetos venham a ser desenvolvidos. Quem sabe, em breve, a fronteira entre Vigário e Lucas, que hoje é marcada pela hostilidade, não venha a ser o ponto onde algo de bom comece a se fazer presente?\r\n\r\nEm breve o Rompendo Fronteiras ganhará um moderno Centro Multimídia, dentro da Comunidade de Parada de Lucas. A obra do Centro Multimídia está sendo finalizada e promete novos caminhos e experimentações para a comunidade local, dentro do Projeto do Afro Reggae em Parada de Lucas.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (15, 1, 'O Grupo Cultural Afro Reggae desenvolve em Cidade de Deus um projeto em parceria com a Casa Santa Ana. Trata-se de um coral composto por idosos da comunidade, que freqüentam o Centro de Convivência-Dia da Casa de Santa Ana, acompanhados pela percussão dos meninos da Banda Afro Lata. A Casa Santa Ana é um projeto pioneiro dentro de favela, pois ela trabalha atendendo pessoas idosas, funcionando como uma casa que oferece atividades diurnas aos idosos que não têm onde ficar durante o dia enquanto seus familiares trabalham.\r\nA casa de Santa Ana surgiu em 1987 através de amigos moradores de Jacarepaguá, apoiados pela paróquia Eterno e São José, que decidiram comprar o imóvel para iniciar um trabalho solidário destinado a idosos na Cidade de Deus. Foram 4 anos de apoio nutricional e religiosos para 17 idosos. Devido a poucos recursos humanos e materiais a Casa teve que fechar suas portas no final de 1990, mas no ano seguinte a instituição voltou a funcionar por iniciativa da assistente social Maria de Lourdes Braz. \r\n\r\n\r\n A “equipe” composta por duas voluntárias (Lourdes e Nancy) e alguns idosos, mesmo enfrentando inúmeras limitações, voltou a atender ao grupo e permanece funcionando ininterruptamente há 11 anos com uma proposta participativa e inovadora através do CENTRO DE CONVIVÊNCIA e o CENTRO DIA - que atuam na promoção da saúde, na integração familiar, social e comunitária, prevenção do asilamento, reabilitação física e cognitiva. \r\nA Casa de Santa Ana através de seu Centro de Convivência e do Centro-Dia criou opções para os idosos que não tinham com quem ficar durante o dia, enquanto seus familiares trabalham. Muito mais do que apenas um Centro de Convivência, A Casa de Santa Ana criou um elo entre os idosos, dando a eles uma nova perspectiva de vida através das diversas atividades desenvolvidas. Um exemplo disso é o Coral de Idosos. Além de todos os benefícios já citados, a convivência na Casa teve mais uma atitude positiva. Os filhos e outros familiares dos idosos acabaram cultivando um ciúme benéfico deles com relação à Casa e a presença dos garotos da banda Afro Lata e começaram a se aproximar mais dos seus pais e avós que participam do projeto.', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (15, 2, '', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (16, 1, 'Formada por adolescentes da favela de Vigário Geral, a Trupe da Saúde vem se destacando como um grupo que utiliza a linguagem lúdica para abordar assuntos polêmicos como AIDS e Câncer. \r\nCom o auxílio de música, dança, técnicas circenses e teatro de rua, utilizando textos provocativos e humor, a Trupe da Saúde aparece cantando, dançando e tocando, para falar dos cuidados que todos devemos ter em relação ao corpo, ao meio ambiente e dando noções de cidadania. \r\n\r\nA finalidade das intervenções desenvolvidas pela Trupe é sensibilizar o maior número possível de jovens e adultos, com o objetivo de levá-los a uma reflexão sobre as situações do cotidiano que prejudicam a construção de um ambiente necessário para uma vida saudável, não só no que diz respeito à saúde física, mas também ao que chamamos de saúde social".\r\n\r\nNos últimos dois anos, a Trupe de Saúde vem se apresentando em eventos de grande porte, como o "Fórum Social Mundial de \r\n2001" e o "Canada in Rio", por ocasião do Congresso Mundial de Petróleo, em 2002.Também neste último ano cumpriu uma agenda de 17 apresentações em diversas unidades do SESC, dentro e fora da cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nDesde dezembro de 1997, data em que foi lançado o projeto, este grupo de adolescentes já fez, em media, mais de 300 apresentações, tanto em teatros e eventos, como em favelas, escolas públicas, terminais rodoviários, hospitais, postos de saúde e praças públicas, mas sempre com um unico objetivo: CONSCIENTIZAR. Acreditamos que desta forma, podemos auxiliar na melhoria da qualidade de vida a população de nossa cidade e formar cidadãos.\r\n\r\n\r\n\r\n DSTs/AIDS \r\n\r\n"Você sabe o que é sexo seguro? Você usa camisinha? Você sabe o que são doenças sexualmente transmissíveis? Como se pega AIDS? As doenças sexualmente transmissíveis têm cura? Quais são os principais sintomas?"\r\n\r\nNo texto sobre DSTs/AIDS a Trupe da Saúde simula, de forma muito bem humorada e literalmente colorida, uma aula de educação sexual, utilizando-se do teatro, da música, da dança e de técnicas circenses.\r\n\r\nTotalmente interativo, o texto, que é todo pontuado por percussão, ensina como fazer sexo seguro, evitando as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS.\r\n\r\nDa mesma forma, a "professora" e seu atrapalhado assistente orientam sobre a prevenção, demonstram o uso correto do preservativo, ensinam a reconhecer os sintomas e, principalmente, a conhecer as formas de contágio da doença.\r\n\r\nPor um outro lado, também alertam para as atitudes que não oferecem nenhum risco de contaminação e que ainda são tabus para muita gente.\r\n\r\n\r\n"Zumbi dos Palmares: a história que não foi contada"\r\n\r\nEm "Zumbi dos Palmares: a história que não foi contada", a Trupe da Saúde conta, através do teatro, da música, da\r\ncapoeira e da expressão corporal, a história de Zumbi dos Palmares, um herói negro-brasileiro que lutou a favor dos direitos humanos e da cidadania, através da luta contra o racismo e a desigualdade social.\r\n\r\nPara contar a história da Zumbi, portanto, precisamos fazer uma breve passagem pela História do Brasil. Desta forma podemos mostrar que este homem se tornou um grande herói\r\nnegro brasileiro por causa da escravidão imposta, primeiramente aos índios e, posteriormente aos negros\r\nafricanos.\r\n\r\nHoje, no Brasil, a data de morte de Zumbi dos Palmares - 20 de novembro -, é comemorada como o Dia Nacional da Consciência Negra, porque Zumbi tinha consciência da importância e do valor do povo negro. E lutava por esse valor e por seus direitos. Zumbi dos Palmares, hoje, é considerado um orgulho e um exemplo para o nosso país.\r\n\r\n"Zumbi dos Palmares: a história que não foi contada" foi apresentada, pela primeira vez, no dia 20 de novembro de\r\n2001, em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, no\r\nCentro Cultural de Vigário Geral.', 'ELENCO:\r\nCecília Alves\r\nDaiane Santos\r\nFlávia Soares\r\nJorge Luis Rosa\r\nLívia Gaspar\r\nRaphael Siqueira\r\nRony Lopes\r\nRosali Moreira\r\n\r\nFICHA TÉCNICA\r\n\r\nConcepção do Projeto "Trupe da Saúde": José Marmo da Silva\r\nCoordenador da Trupe da Saúde: Johayne Ildefonso\r\nDireção Artística e Preparação Corporal: Johayne Ildefonso\r\nConsultoria em Saúde: Dr. Carlos Gomes e Programa de Saúde do Grupo Cultural Afro Reggae\r\n\r\nRepertório do Grupo:\r\n\r\n"DSTs/AIDS"\r\nTexto: José Marmo\r\nFigurinos: Johayne Ildefonso\r\nAssistente de Direção Artística: Thérréze Bellido\r\n\r\n"Zumbi dos Palmares, a história que não foi contada »\r\nTexto : José Marmo e Marco Antônio Guimarães\r\nFigurino: Johayne Ildefonso Assistente de Direção Artisitca: Thérréze Bellido\r\n\r\n"Câncer de Mama"\r\nTexto : Thérréze Bellido\r\nFigurinos : Filomena Mancuso\r\nCenário : Marcia Marques e Zé Maranhão\r\nCoreografias : Raphael Siqueira e Johayne Ildefonso\r\nDireção de Texto : Thérréze Bellido', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (16, 2, '', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (17, 1, 'Projeto desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA). A Barraca fica armada em três pontos fixos da cidade: Central, Morro do Cantagalo e na Lapa. Há uma quarta Barraca, que é itinerante (participa de vários eventos, seminários, etc.). Este projeto tem como objetivo principal a distribuição de informativos, folhetos, preservativos e materiais educativos sobre DSTs/AIDS.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (18, 1, 'Informativo do Programa de Saúde que assessora os projetos citados acima. Além de bastante conteúdo nos seus artigos e matérias, o Kizumba também tem um forte apelo visual, tornando a sua leitura mais prazerosa. \r\n\r\nNa língua banto, de nossos ancestrais africanos, Kizumba significa confusão, briga. Esse termo nos pareceu apropriado para provocar diálogos e lutas que levem a mudanças concretas no quadro da saúde pública brasileira.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (33, 1, 'O Complexo Cantagalo-Pavão-Pavãozinho é um conjunto de favelas situado bem no coração da Zona Sul carioca, entre os bairros de Ipanema e Copacabana. Nessas comunidades, o Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), a partir de 1996, começou a desenvolver uma tendência cultural que, até aquele momento, não fazia parte da sua realidade: o circo.\r\n\r\nA atividade circense exige um esforço técnico e físico muito maior que outras atividades sócio-pedagógicas, como música ou até mesmo o esporte. No circo os jovens envolvidos têm que aprender a superar os seus medos e traumas. A busca pelo aperfeiçoamento, tanto nas atividades de aéreos (trapézio, corda, etc), quanto na parte mais comunicativa com o público, (clown, palhaço), traz profundas modificações nas vidas dos envolvidos. \r\n\r\nNesse contexto, busca-se, por um lado, o aperfeiçoamento profissional; por outro a criação de esquetes e espetáculos interativos que possibilitem às pessoas refletirem sobre problemas sociais. Essa fusão entre arte e conscientização, sem recair no que poderíamos definir como “chatice do discurso social”, é um dos elementos principais desse núcleo.\r\n\r\nO investimento na formação artística paralelamente à formação escolar de cada jovem envolvido, torna-se então um elemento alternativo da maior importância na estruturação de novos cidadãos.\r\n\r\nO espaço de ensaio, que atende tanto à Trupe Levantando a Lona quanto os jovens e crianças que acabam de ingressar no projeto, é o Anfiteatro Benjamin de Oliveira, um dos primeiros palhaços negros do Brasil, talvez do mundo, que teve grande importância artística e cultural no início do século XX. \r\n\r\nLocalizado no interior do CIEP João Goulart, esse anfiteatro também será um palco privilegiado para a realização de espetáculos circenses e teatrais, não apenas dos SubGrupos do Afro Reggae, mas também de outras instituições. O trabalho nesse espaço teve como resultado a criação de duas trupes: Trupe Levantando a Lona e Afro Circo.\r\n\r\n ** Para saber mais sobre a Trupe Levantando a Lona e o Afro Circo, visite a seção de SubGrupos do nosso site.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (34, 1, 'A fronteira entre Parada de Lucas e Vigário Geral é marcada por uma guerra que remonta a 1983, fazendo com que essas comunidades tenham se tornado territórios inimigos. Por isso, o espírito desse projeto é justamente o de romper as fronteiras. Desde aquelas que mantêm vizinhos e irmãos separados até as que negam para alguns o acesso ao conforto, aos benefícios e à tecnologia que a cidade proporciona.\r\n\r\nÉ preciso romper as fronteiras que mantêm milhões de pessoas apartadas da modernidade, sem passaporte e sem visto de entrada no reino da felicidade. É com essa expectativa que o Grupo Cultural Afro Reggae vem desenvolvendo o Projeto Rompendo Fronteiras, em Parada de Lucas.\r\n\r\nInicialmente executado em parceria com o Centro para Democratização da Informática (CDI) e o apoio da Fundação Ford, o Rompendo Fronteiras está preparando um salto de qualidade a partir do qual, além de oferecer cursos de informática à comunidade, irá se configurar como um centro multimídia, onde haverá computadores de primeira linha, conexão rápida à Internet, entre outros benefícios do universo tecnológico. \r\n\r\nQuem sabe assim, em breve, a fronteira entre Vigário e Lucas, que hoje é marcada pela hostilidade, não venha a ser o ponto onde algo de bom comece a se fazer presente?\r\n\r\nContato: (0xx21) 3137.3903, com Evandro ou Cirléia', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (24, 1, 'A Trupe do Afro Circo surgiu a partir de uma vontade de resgatar a arte circense, a mesma que já antes de Cristo encantava e reunia grande público na Grécia e Roma. Sua criação e aperfeiçoamento são infindáveis, pois espetáculos e novas invenções de números artísticos continuam surpreendendo platéias em curto espaço de tempo.\r\n\r\nE esses são os ideais do Afro Circo, que procura no seu trabalho diário ministrar oficinas observando as crianças e jovens do grupo, que a cada dia se envolvem e comemoram os seus primeiros acertos, de forma tal, que estes passam a se encantar e se identificar com a arte, interessando-se em aprendê-la, comprovando, dessa forma, que ela é gigantesca, bela e imortal. \r\n\r\nA tentativa da renovação do Circo é o fio condutor de todo o nosso processo de criação e foi a partir da vontade de expansão dessa arte, que é ao mesmo tempo tão milenar e tão contemporânea, que chegamos a este projeto.\r\n\r\nAcreditamos que a experiência de vida de cada pessoa, aliada a técnicas já conhecidas e difundidas, seja a mola propulsora para a descoberta de uma nova linguagem circense.\r\n\r\nMais do que, transmitir conhecimento artístico, visamos produzir esse conhecimento, desenvolvendo, o curso, uma função laboratorial. Capacitando, assim, profissionais que possam trabalhar com a arte.\r\n\r\nO Afro Circo se apresentou na festa de 11 anos do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) em janeiro de 2004, no Canecão (Rio de Janeiro) e tem feito diversos números em cada edição do Projeto Conexões Urbanas. Uma outra participação especialíssima do Afro Circo, foi em junho de 2004, numa apresentação do “Circo Imperial da China”, no Claro Hall (Rio de Janeiro), à convite dos produtores e patrocinadores do evento. \r\n\r\nContatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\n Tel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919\r\n ', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (25, 1, 'O Grupo Cultural Afro Reggae, ao longo de sua história, desenvolveu com reconhecido êxito projetos em diferentes áreas de atividades, abrangendo diferentes comunidades da cidade do Rio de Janeiro, como Vigário Geral, Parada de Lucas e Morro do Cantagalo. Entre as várias realizações do Afro Reggae, há os grupos musicais formados em Vigário Geral, que hoje representam não apenas importantes formas de expressão artística, mas também a demonstração de caminhos possíveis para o processo de transformação social e desenvolvimento pessoal voltado para jovens moradores de favelas.\r\n\r\nO Instituto Ary de Carvalho, por sua vez, é uma instituição sem fins lucrativos criada pelo Jornal O DIA para gerar, desenvolver e executar programas e projetos que atendam às demandas sociais, educativas e culturais da população como um todo.\r\n\r\nNo campo social, o Instituto desenvolve projetos que beneficiam a comunidade do Arará, em Benfica, onde está localizado o parque gráfico do Jornal O DIA.\r\n\r\nAgora, o Afro Reggae e o Instituto Ary de Carvalho se unem para oferecer a possibilidade de formação musical aos jovens moradores do Arará e de outras comunidades próximas. São aulas de violão, cavaquinho e percussão, realizadas no espaço do Parque Gráfico do Jornal O Dia por profissionais do Grupo Cultural Afro Reggae.\r\n\r\nObjetivo\r\n\r\nEste projeto visa ao estabelecimento de uma parceria entre Grupo Cultural Afro Reggae-GCAR e o Instituto Ary de Carvalho, através do qual se viabiliza o ensino de música, voltada preferentemente para os ritmos brasileiros tradicionais, para os jovens incluídos nos projetos do Instituto Ary de Carvalho.\r\n\r\nUma das conseqüências desse trabalho será a criação de um grupo musical, integrado por alunos que tenham se destacado no decorrer do processo, que interpretará diferentes ritmos da cultura brasileira, como jongo, maracatu, samba, coco, entre outros.\r\n\r\nEquipe\r\n\r\nA equipe do GCAR que desenvolve o trabalho musical junto aos jovens que integram o projeto do Instituto Ary de Carvalho é formada por dois profissionais. Um deles é um professor que atua no ensino de técnicas musicais baseadas em instrumentos de corda, notadamente cavaquinho, e também responsável pela harmonia e arranjos das músicas interpretadas pelo grupo.\r\n\r\nO outro profissional do projeto é um instrutor de percussão, que atua no ensino de ritmos relativos à cada manifestação musical investida pelo grupo.\r\n\r\nMetodologia\r\n\r\nO trabalho segue a metodologia que já deu bons resultados em todos os projetos desenvolvidos pelo GCAR desde 1993 até hoje, ressaltando que este trabalho foi principalmente desenvolvido em favelas, voltado para jovens destas comunidades.\r\n\r\nAs aulas acontecem a partir de uma linguagem que faz parte da vida dos alunos, permitindo a interação entre as partes e a evolução do trabalho proposto.\r\n\r\nA equipe, naturalmente, conta com todo o suporte e apoio do GCAR para a realização de suas tarefas.\r\n\r\nAs aulas do "Projeto Música no Arará" são gratuitas e acontecem todas as segundas e quartas-feiras. Às segundas, das 14 às 16 horas e às quartas, das 12 às 14 horas, no Parque Gráfico do Jornal O Dia, na Av. Dom Hélder Câmara, 164, em Benfica (Rio de Janeiro/RJ).\r\n\r\nQuem quiser se inscrever, basta se dirigir até o parque gráfico do jornal.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (26, 1, 'Autor do Livro: José Junior\r\n\r\nPor Marta Porto, Rio, 13 de agosto de 2003.\r\n\r\n\r\n“Ao entrar na fila de imigração, logo vi que a coisa não ia ser tão fácil. Mandaram-me direto para o “departamento investigativo”. Lá um agente chamado Javier me perguntou algo assim: “Onde tu compraste este passaporte?”.\r\n\r\nDetido em 2002 no aeroporto de Miami a caminho de Trinidad & Tobago para uma conferência sobre jovens patrocinada pela UNICEF, José Junior, coordenador do Grupo Cultural Afro Reggae, reage com tranqüilidade. Diante dos dois jovens adolescentes de Vigário Geral que viajavam pela primeira vez ao exterior para falar do sucesso do GCAR nas favelas cariocas, apavorados com a violência dos policiais da alfândega americana, Júnior lê trechos do livro de Che Guevara, mantém a calma, chama os policiais à razão.\r\n\r\n Trecho que a primeira vista parece pouco contundente diante de tantos fatos da realidade carioca descritos com coragem por José Junior em seu livro “Da Favela para o Mundo” (Editora Aeroplano, 216 páginas, 2003), este chama a atenção pela ironia com que resume a importância e os desafios do trabalho realizado pelo Afro Reggae, desde 1993, com jovens das favelas do Rio de Janeiro que se tornou referência internacional. Na favela ou no mundo, a dignidade é sempre o melhor antídoto contra a irracionalidade dos preconceitos, das humilhações, das alienações.\r\n\r\n“Da Favela para o Mundo” é a história da dignidade que se sobrepõe à violência, a exclusão, a discriminação para propor a liberdade e a lucidez não só para a maioria dos jovens atendidos pelos diversos projetos mantidos pelo GCAR no Rio de Janeiro, mas principalmente para os “donos do poder”, os burocratas sociais, os secretários de governos, os diretores de escolas, a “galera geral”. Talvez este espírito de altivez aliado a coragem e a muito trabalho com “originalidade dos métodos”, explique esta história de superação que se torna referência apesar das dificuldades do cenário cotidiano das grandes cidades brasileiras. Das dificuldades dos vários tipos de tráficos: das drogas, das armas, de poder e das influências.\r\n\r\nO livro, narrado velozmente em clima de contador de estórias, repleto de referências místico-religiosas, de letras musicais, de poemas, de fotos surpreendentes (como a da página 111 tirada no gabinete do Betinho no Ibase, com ele apadrinhando uma oficina de capoeira) dá a dimensão da fratura social em que estamos todos submersos. E prova que as saídas estão aí, nas centenas de jovens que preferem as bandas, as rodas de capoeira, as oficinas de percussão e de samba, os núcleos de trabalho do Afro Reggae, a um destino banal, porém previsível diante do abandono e do descaso da sociedade com quem vive do outro lado do túnel. Ou do outro lado da rua.\r\n\r\nZuenir Ventura, Waly Salomão (a quem Junior dedica o livro em homenagem póstuma), Caetano Veloso, Regina Casé, Lorenzo Zanetti, os meninos e meninas assassinados pela crueza dessa cidade e dessa época, os outros tantos vencedores do “fio da navalha”, como lembra Zuenir em seu comovente prefácio, participam do livro de José Junior como personagens reais que impulsionaram a favela para o mundo.\r\n\r\nDo projeto gráfico primoroso à narrativa e às indicações visuais e históricas, o livro é um convite à reflexão sobre os últimos 10 anos do Rio de Janeiro, e certamente uma inspiração para inúmeros jovens que nesta mesma hora estão reunidos em seus quartos, como José Junior em 1993, buscando desenhar um destino melhor, suspendendo a previsibilidade do ódio pela ternura da dignidade que liberta.\r\n\r\n\r\n\r\n\r\nO livro "Da Favela para o Mundo" foi lançado no ano de 2003 em diversas capitais do Brasil e pode ser encontrado nas livrarias de todo o país.\r\n\r\nConfira as datas e locais em que ele foi lançado:\r\n\r\n- Rio de Janeiro – dia 9/09/03 – Sesc Flamengo\r\n\r\n- Salvador – dia 23/10/03 - MAM\r\n\r\n- Porto Alegre – dia 11/11/03 - XXXXIXª Feira do Livro de Porto Alegre (Pça da Alfândega)\r\n\r\n- São Paulo – dia 18/11/03 – Sesc Pompéia – SP\r\n\r\n- Brasília – dia 09/12/03 – Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio - Ecco\r\n\r\n\r\n**Atualização do site: Christine Keller', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (27, 1, 'As origens da favela como forma de organização social estão diretamente ligadas à exclusão de grandes contingentes de negros e escravos, expulsos do centro da cidade ainda no começo do século XX. Curiosamente, um dos fatores que mais contribuiu para esse processo foi um ato da prefeitura. Em 1903 o então prefeito Pereira Passos iniciou uma série de obras visando à modernização da cidade, para o quê foi necessária a demolição dos antigos casarões onde viviam os negros. Eram tantos e tão culturalmente ativos que aquela região era denominada Pequena África do Rio de Janeiro. Ali, sob as bênçãos de Tia Ciata e dos primeiros sambistas, criou-se um dos berços mais fecundos da cultura brasileira.\r\n\r\n\r\nDespejada e empurrada para os morros, a comunidade negra não se abateu. Aproveitando a experiência dos recém-chegados negros baianos, que haviam habitado em Canudos – até a derrota de Antônio Conselheiro – o alto dos morros onde predominava o arbusto chamado faveleiro, subiu pelas encostas, abrindo caminho em meio ao matagal, montou os seus barracos, tocou a vida e assim surgiram as primeiras favelas, cujo nome é influência do arbusto mencionado acima.\r\n\r\n\r\nMuitos anos depois, o aumento da população, o declínio da economia e o avanço da tecnologia iriam tornar a favela uma das principais vítimas da exclusão social, incluída apenas na rotina policial de batidas, invasões e operações de guerra contra o crime, sobretudo o narcotráfico. Havia, é claro, o agravante de a polícia raramente distinguir o criminoso do cidadão trabalhador.\r\n\r\n\r\nAo mesmo tempo em que a favela era cada vez mais negligenciada pelo poder público, nos bairros nobres incrementavam-se esquemas de segurança. Muros altos, vigias nos portões, alarmes, cães de guarda foram acrescidos à paisagem de casarões e prédios de luxo. A proliferação dos condomínios fechados só fez agravar a situação, dando origem ao que Zuenir Ventura chamou de Cidade Partida, dado o isolamento de algumas áreas da cidade umas das outras. Mesmo que a cidade não seja partida em dois, e sim multifacetada, a favela continua como um local à parte, como uma ferida aberta.\r\n\r\n\r\nFoi nesse contexto que surgiu o projeto Conexões Urbanas. O Grupo Cultural Afro Reggae pensou em um projeto que pudesse levar entretenimento, lazer, cultura e exemplos artístico-sociais que possam ser utilizados como modelos nos locais onde acontecerão os eventos. Acabou sendo mais que isso: contribuiu para começar a romper as fronteiras invisíveis que mantém a favela apartada do conforto e possibilidades de cultura e lazer que a cidade proporciona.\r\n\r\n\r\nÉ interessante notar que, quase um século depois do Bota-abaixo, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro volta a cumprir um papel importante na história da favela. Desta vez, de maneira simbolicamente inversa: incluindo a favela na pauta de prioridades do governo através da ação decisiva da Assessoria Especial de Eventos. Em virtude disso, surgiu o Conexões Urbanas. Trata-se de um circuito de shows em favelas da cidade do Rio de Janeiro, realizado pelo GCAR e pela citada Assessoria, cuja principal característica é o padrão de qualidade de todos os ítens necessários para a execução de um evento de ponta. Além dos realizadores, são fundamentais para o sucesso desse empreendimento os parceiros sempre presentes, como a CUFA–Central Única das Favelas e a Rádio FM O Dia.\r\n\r\n\r\nO som, luz e palco do Conexões Urbanas são do mesmo naipe dos utilizados, por exemplo, nos mega-eventos realizados nas praias da zona sul carioca. Esse é um viés importante do projeto: o respeito pela favela impõe que a infra-estrutura dos shows feitos em cada comunidade seja idêntica àquela voltada para o público dos bairros nobres.\r\n\r\nO palco Orbit, da , é seguramente um dos melhores, se não for o melhor, do país para apresentações de bandas profissionais. O palco, de tão impressionante, chega a reunir inúmeros moradores, nas comunidades onde já aconteceu uma edição do Conexões, para assistir à sua montagem: Na semana anterior ao evento o palco se torna mais uma atração.\r\n\r\n\r\nA iluminação, a cargo da B. Light, dispõe de material de primeira linha: movie lights, lâmpadas par, canhões seguidores, máquina de Fumaça... tudo controlado por mesa digital. Ela completa o show com beleza e luz sobre os artistas, sobre o público e sobre a paisagem transformada da favela quando é dia de Conexões.\r\n\r\nO som da Vip Sound também é de primeira categoria, tanto no aparato técnico quanto na atuação de pessoal especializado em grandes eventos, trazendo qualidade e eficiência em equipamentos de ponta bem como no trabalho de técnicos altamente capacitados e acostumados a atuarem em mega-shows. \r\n\r\n\r\nE quanto às atrações, estas falam por si. Em todas as edições há a participação da Banda AfroReggae e do rapper MV Bill, que hoje são verdadeiros ícones da cultura contemporânea vindos da favela. No final, uma atração de forte apelo popular, cujo discurso tenha a ver com o critério sociocultural que singulariza o Conexões Urbanas, encerra em grande estilo o evento.\r\n\r\n\r\nUm outro aspecto do Conexões Urbanas que não pode ser esquecido é que o projeto não se restringe ao espetáculo. Em cada comunidade, em função de uma edição do Conexões, a prefeitura se compromete a realizar melhorias estruturais. Assim, na Formiga, a Prefeitura inaugurou oficialmente a quadra construída por ela no projeto Favela Bairro. Na Vila Cruzeiro foi discutido um apoio para o fortalecimento do posto de saúde criado pela associação local. Na Canitá não foi diferente, a Prefeitura gradeou a quadra onde aconteceu o show, limpou a área e a iluminou para atividades noturnas. Na Vila Vintém o processo está em fase de negociação, com avaliações sobre as necessidades da comunidade. Vale ressaltar que todas as comunidades onde aconteceu o Conexões Urbanas, e mais as de Vigário Geral, Parada de Lucas e Grota (Complexo do Alemão), receberam, no início de janeiro de 2002, doações de cestas básicas proporcionadas pela Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAssim, essas mesmas comunidades, que eram relegadas preferencialmente às páginas policiais dos jornais, passam a ser exibidas ostensivamente pelos cadernos de cultura no período de divulgação dos shows.\r\n\r\nA partir da vigésima quinta edição do projeto, o Conexões Urbanas veio com uma novidade. O parceiro do Afro Reggae agora é a Riotur! Ana Maria Maia, ex-assessora Especial de Eventos da Prefeitura, agora é a presidente da Riotur. Ao contrário de todos os seus antecessores, uma das suas prioridades será a de incluir as comunidades de baixa renda e o subúrbio carioca no roteito dos grandes eventos da cidade.\r\n\r\n\r\n\r\nVeja quais os shows que já rolaram e em quais comunidades do Rio:\r\n\r\n1ª Edição - Formiga (Tijuca) - Pé de Pano, Bonde do Vinho, Furacão 2000, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu\r\n\r\n2ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto\r\n\r\n3ª Edição - Canitá (Inhaúma) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae, Titãs\r\n\r\n4ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Gabriel O Pensador e Cidade Negra\r\n\r\n5ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae, Caetano Veloso, Gabriel O Pensador e Fernanda Abreu \r\n\r\n6ª Edição - Furquim Mendes (Járdim América) - MV Bill, AfroReggae, Gabriel o Pensador e Racionais MC´s\r\n\r\n7ª Edição - Vila Kennedy (Vila Kennedy) - MV Bill, AfroReggae, Cidade Negra, O Rappa\r\n\r\n8ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, MV Bill, AfroReggae, Skank\r\n\r\n9ª Edição - Vila Moreti (Vila Aliança) - MV Bill, AfroReggae com participação especial de Caetano Veloso e Daniella Mercury\r\n\r\n10ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - GRES Imperatriz Leopoldinense, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n11ª Edição - Conjunto Liberdade (Santa Cruz)- GRES Acadêmicos de Santa Cruz, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n12ª Edição - Bateau Mouche (Jacarepaguá) - MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n13ª Edição - Vila Palmeirinha (Honório Gurgel)- Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n14ª Edição - Jardim Bela Vista (Campo Grande) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lulu Santos\r\n\r\n15ª Edição - Cocotá (Ilha do Governador) - Big Mix com DJ Marlboro, Totonho & Os Cabras, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu \r\n\r\n16ª Edição - Vila dos Pinheiros (Complexo da Maré) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n17ª Edição - Beira-Rio (Jardim América) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae com participação especial de Fernanda Abreu, Caetano Veloso com participação especial de Adriana Calcanhoto, Frejat e Gilberto Gil\r\n\r\n18ª Edição - Itaquê (Santíssimo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Fernanda Abreu\r\n\r\n19ª Edição - Cidade de Deus (Jacarepaguá) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n20ª Edição - Vila Vintém (Realengo) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n21ª Edição - Vila Cruzeiro (Penha) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Gilberto Gil\r\n\r\n22ª Edição - Antares (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Lenine\r\n\r\n23ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Nando Reis\r\n\r\n24ª Edição - Furquim Mendes (Vigário Geral) - Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n25ª Edição - Canitá (Inhaúma) - Apresentador Luciano Huck, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e O Rappa\r\n\r\n26ª Edição - Dom Jaime Câmara (Bangu) - Apresentadora Isabel Fillardis, Big Mix com DJ Marlboro, MV Bill, AfroReggae e Paralamas do Sucesso\r\n\r\n27ª Edição - Rubens Vaz (Nova Holanda) - Apresentador Luciano Huck, Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Elba Ramalho\r\n\r\n28ª Edição - Kelson (Penha Circular) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Afro Samba com participação especial de Dorina e Arlindo Cruz, MV Bill e O Rappa\r\n\r\n29ª Edição - Campo do Relâmpago (Acari) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Nega Gizza, AfroReggae e Gabriel O Pensador\r\n\r\n30ª Edição - Vila Vintém (Padre Miguel) - Afro Circo, Big Mix com DJ Marlboro, Leoni, MV Bill, AfroReggae e Los Hermanos\r\n\r\n31ª Edição - Cesarão (Santa Cruz) - Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur\' Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\n32ª Edição - Furquim Mendes (Jardim América) - Afro Circo, Nega Gizza, Afro Samba (com a participação especial de Dorina), Arlindo Cruz, AfroReggae e Dudu Nobre\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller\r\n', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (29, 1, '“Com quantos gigabytes se faz uma jangada, um barco que veleje nesse infomar?” A questão lançada por Gilberto Gil em sua canção é boa, mas o que importa mesmo é que o barco veleje, que comunique, una os pontos diferentes do planeta em sua missão de informar, interagir, trocar idéias com pessoas diferentes que deixam de estar distante, uma vez que o mar virtual agora pode unir, em vez de separar.\r\n\r\nNo ar desde 1999, a página do Grupo Cultural Afro Reggae procura manter-se continuamente atualizada, acompanhando a velocidade da evolução tecnológica moderna. \r\n\r\nNo mês de agosto de 2004, o Grupo Cultural Afro Reggae estreou a nova versão de sua página (este no qual você navega agora!). Com um projeto moderno, design arrojado e facilidade de navegação, a nova página do Afro Reggae busca aliar conteúdo e beleza, arrojo visual e agilidade, valorizando o trabalho que o grupo desenvolve e aspectos da cultura afro-brasileira em geral, de modo a caracterizar este sítio praticamente como um portal sobre o tema.\r\n\r\nA proposta é manter uma parte fixa sobre os programas do GCAR – os Projetos , programas e SubGrupos – que possa contar a nossa história e a fase atual da instituição. Além disso, disponibiliza outras seções como Galeria de Fotos sobre os projetos, SubGrupos e eventos, além de Agenda sobre todas as atividades do GCAR, como shows, apresentações e outros eventos. \r\n\r\nNa seção de Recados , o internauta pode interagir deixando sua mensagem, assim como pode participar do nosso Fórum que trará sempre um tema de discussão da atualidade. Na seção Contato, o internauta fala diretamente com a instituição. Ainda temos a seção Colunistas , que trará textos de pessoas atuantes e ou voltadas para a causa social (artistas, empreendedores culturais, jornalistas, músicos, coordenadores de projetos ou Ongs, etc.).\r\n\r\nNa seção Quem somos , você fica sabendo quem trabalha no Afro Reggae, em qual setor e ainda pode mandar um e-mail diretamente para as pessoas da instituição.\r\nEm Notícias , disponibiliza-se informações sobre eventos que vão acontecer (do Afro Reggae, de instituições parceiras ou indicações de espetáculos, dicas especiais da galera do Afro Reggae e outras mais), sobre o que já rolou ou deixou de rolar. Enfim, tudo para você ficar bem informado, não apenas sobre o Afro Reggae mas também sobre a cultura da diáspora africana de modo geral; temas sobre cidadania; lutas contra o racismo, preconceito e discriminação e ainda discussões sobre políticas afirmativas.\r\n\r\nÉ isso então: esta página é nossa, participe, opine, interfira, informe e informe-se. Como o Gil queria, a gente também quer entrar na rede pra contactar os lares no Gabão, os amigos do Japão, quem sabe as casas de Alagados, Trenchtown, Favela da Maré, navegar num barco “que aproveite a vazante da Infomaré”.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (31, 1, 'As relações entre a polícia e os jovens, sobretudo a dos jovens das favelas e das periferias das grandes cidades, quase sempre são baseadas em estereótipos, de parte a parte. Falar de polícia chega a ser um tema tabu para alguns jovens. Da mesma forma, raramente policiais têm a oportunidade de conhecer e se relacionar com jovens fora do contexto criminal. O objetivo do Projeto Juventude e Polícia é diminuir estas barreiras. Através de apresentações musicais e oficinas culturais de percussão, vídeo, circo e teatro, a iniciativa pretende estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura dos jovens.\r\n \r\nUma experiência pioneira no Brasil, o projeto é coordenado pelo Grupo Cultural Afro Reggae e pelo CESeC, em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais e o Programa Fica Vivo, através da Secretaria de Defesa Social.\r\n\r\nA ação, que começa com um piloto de quatro etapas em batalhões de Belo Horizonte, vai resultar em um documentário, uma exposição de fotos e um livro, que poderão servir de modelo para iniciativas semelhantes.\r\n\r\nCom o Projeto Juventude e Polícia esperamos motivar uma discussão nacional sobre o tema e estimular lideranças culturais e policiais de outras regiões do país a desenvolverem novas experiências.\r\n\r\nO Parceiros - Quem são:\r\n\r\nGrupo Cultural Afro Reggae (GCAR)\r\n\r\nO Grupo Cultural Afro Reggae é uma organização fundada no Rio de Janeiro, em 1993, que tem como missão oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas de modo que eles construam suas cidadanias e escapem do caminho do narcotráfico e do subemprego. O Afro Reggae criou, ao longo de sua existência, uma banda profissional e grupos de música, teatro, circo e dança, além de uma escola de informática. Através da arte e da cultura o grupo desenvolveu uma larga experiência em trabalhar com jovens e crianças de baixa renda e uma linguagem que atinge jovens de diversas classes sociais.\r\n\r\nCESeC\r\n\r\nO Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes desenvolve projetos e pesquisas aplicadas sobre polícia, justiça e sistema penitenciário. O CESeC tem como missão contribuir para a modernização e a democratização do sistema de justiça criminal brasileiro e acredita que é necessário despertar e convocar segmentos da sociedade para participar desse processo. \r\n\r\nFica Vivo!\r\n\r\nO Programa de Controle de Homicídios Fica Vivo! tem por objetivo enfrentar o fenômeno da mortalidade associada à violência que faz vítimas principalmente entre os jovens das grandes cidades brasileiras. Atuando como um projeto-piloto em regiões de Belo Horizonte, o Fica Vivo! tem como base a Intervenção Estratégica e a Proteção Social. A mobilização social, o suporte comunitário e a criação de núcleos de referência fazem parte das estratégias que tornaram o Fica Vivo uma experiência modelo no país.\r\n\r\nPMMG\r\n\r\nA Polícia Militar de Minas Gerais é vanguarda, no Brasil, na adoção de estratégias e técnicas de modernização do trabalho de polícia. A PMMG também é pioneira no estabelecimento de parcerias com universidades, centros de pesquisa e entidades da sociedade civil. \r\n\r\nA Polícia Militar de Minas mantém, neste momento, diversas atividades e iniciativas voltadas para a integração polícia-comunidade.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (30, 1, 'As relações entre a polícia e os jovens, sobretudo a dos jovens das favelas e das periferias das grandes cidades, quase sempre são baseadas em estereótipos, de parte a parte. Falar de polícia chega a ser um tema tabu para alguns jovens. Da mesma forma, raramente policiais têm a oportunidade de conhecer e se relacionar com jovens fora do contexto criminal. O objetivo do Projeto Juventude e Polícia é diminuir estas barreiras. Através de apresentações musicais e oficinas culturais de percussão, vídeo, circo e teatro, a iniciativa pretende estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura dos jovens. \r\nUma experiência pioneira no Brasil, o projeto é coordenado pelo Grupo Cultural Afro Reggae e pelo CESeC, em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais e o Programa Fica Vivo, através da Secretaria de Defesa Social.\r\n \r\nA ação, que começa com um piloto de quatro etapas em batalhões de Belo Horizonte, vai resultar em um documentário, uma exposição de fotos e um livro, que poderão servir de modelo para iniciativas semelhantes. Com o Projeto Juventude e Polícia, esperamos motivar uma discussão nacional sobre o tema e estimular lideranças culturais e policiais de outras regiões do país a desenvolverem novas experiências.\r\n\r\nO Parceiros - Quem são:\r\n\r\nAfro Reggae\r\n\r\nO Grupo Cultural Afro Reggae é uma organização fundada no Rio de Janeiro, em 1993, que tem como missão oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas de modo que eles construam suas cidadanias e escapem do caminho do narcotráfico e do subemprego. O Afro Reggae criou, ao longo de sua existência, uma banda profissional e grupos de música, teatro, circo e dança, além de uma escola de informática. Através da arte e da cultura o grupo desenvolveu uma larga experiência em trabalhar com jovens e crianças de baixa renda e uma linguagem que atinge jovens de diversas classes sociais.\r\n\r\nCESeC\r\n\r\nO Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes desenvolve projetos e pesquisas aplicadas sobre polícia, justiça e sistema penitenciário. O CESeC tem como missão contribuir para a modernização e a democratização do sistema de justiça criminal brasileiro e acredita que é necessário despertar e convocar segmentos da sociedade para participar desse processo. \r\n\r\nFica Vivo!\r\n\r\nO Programa de Controle de Homicídios Fica Vivo! tem por objetivo enfrentar o fenômeno da mortalidade associada à violência que faz vítimas principalmente entre os jovens das grandes cidades brasileiras. Atuando como um projeto-piloto em regiões de Belo Horizonte, o Fica Vivo! tem como base a Intervenção Estratégica e a Proteção Social. A mobilização social, o suporte comunitário e a criação de núcleos de referência fazem parte das estratégias que tornaram o Fica Vivo uma experiência modelo no país.\r\n\r\nPMMG\r\n\r\nA Polícia Militar de Minas Gerais é vanguarda, no Brasil, na adoção de estratégias e técnicas de modernização do trabalho de polícia. A PMMG também é pioneira no estabelecimento de parcerias com universidades, centros de pesquisa e entidades da sociedade civil. A Polícia Militar de Minas mantém, neste momento, diversas atividades e iniciativas voltadas para a integração polícia-comunidade.\r\n', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (35, 1, ' APRESENTAÇÃO\r\n\r\nA proposta do programa social do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) se estrutura a partir das raízes dos primeiros onze anos de trabalho. Neste tempo, longe de um olhar assistencialista, procuramos investir no resgate de valores às vezes desconsiderados na organização democrática de grupos. \r\n\r\nNada contra os projetos assistencialistas. Acontece que, nas estatísticas, o público-alvo do GCAR aparece nos 20% da primeira faixa da pirâmide social: os excluídos, marginalizados, ou qualquer outra denominação citada nos documentos para identificar os seres humanos que vivem em situação de pobreza ou de miséria, aqueles com possibilidade quase zero de mudança na escala social. Neste grupo estão negros e nordestinos, cuja composição familiar se baseia no modelo matrifocal: a mulher tem o seu papel social multiplicado, sendo a responsável pelo sustento familiar e criação dos filhos, mesmo quando divide o espaço de moradia com outros parentes.\r\n\r\nSe considerarmos a família como base do crescimento humano, não podemos desconsiderar as condições que cercam o desenvolvimento da população negra e mestiça, que tem na exclusão social a única noção de pertencimento que vivenciam. Distantes dos bens e serviços da cidade, vivem em habitações precárias, onde as relações familiares são estressantes, e a violência (física e psicológica) serve de elemento mediador das relações intrafamiliares. Em resumo: um ambiente vulnerável e hostil às necessidades de sua real participação, crescimento e inclusão social.\r\n\r\nOlhando para os grupos com os quais estamos interagindo, verificamos que a maior parte dos adultos tem escolaridade vulnerável (em média quatro anos de estudo), está desempregado ou trabalhando em bicos, morando em locais de alto risco e \r\ninsalubres. Valoriza pouco os cuidados com a saúde (pessoal e dos demais familiares), desconsidera a escola, a cultura e o lazer como elementos fundamentais na formação infanto-juvenil. Com isso, tem a auto-estima comprometida, inclusive por não reconhecer outros atores, e renega a identidade negra.\r\nConsiderando a total falta de política inclusiva, o acesso à informação e aos setores de tomada de decisões para estes grupos fica inviabilizado, restando lhes o acúmulo de fragilidades, reforçadas de geração a geração. \r\nNaturalmente, é esse processo que os mantêm afastados de um processo de integração familiar, comunitário, enfim, de autonomia e participação no contexto político e social.\r\n\r\nEm face das questões assinaladas acima, o GCAR, agora com a credibilidade consolidada, investe no processo de continuidade das ações focadas na promoção familiar, na reconstrução da identidade étnica e racial, no resgate da auto-estima, da cultura (arte, educação, saúde etc.) e de mecanismos institucionais/sociais de expressão e protagonismo dos grupos com os quais trabalhamos. Por esse caminho, constrói-se uma política social localizada no primeiro momento, mas com a intenção explícita de replicação, garantida pela idéia de ação contínua e integrada a outros setores e serviços.\r\n\r\nJUSTIFICATIVA\r\n\r\nO trabalho realizado pelo GCAR no primeiro Núcleo Comunitário de Cultura (a matriz dos Núcleos), a comunidade de Vigário Geral, possibilitou uma vivência de situações capaz de provocar em cada um de nós o desejo de que nenhum jovem ficasse à mercê do destino e das coincidências. O nosso desafio hoje é manter o trabalho e criar atrativos para os jovens mais vulneráveis, sensibilizando famílias, escolas, representações comunitárias e comunidades nas quais estamos inseridos: Vigário Geral, Cantagalo-Pavão-Pavãozinho e Parada de Lucas.\r\n\r\nFoi exatamente nesta ordem que chegamos a estas comunidades. As três com um quadro semelhante, em que a violência, o tráfico de drogas, a ausência de serviços e conseqüentemente a baixa qualidade de vida e o sentimento de medo, tudo isso faz parte do cotidiano dos moradores. Por caminhos variados, chegamos a estas comunidades com a proposta de, através de uma linguagem popular, mobilizar os grupos a fim de que participassem das atividades, principalmente os jovens, em prol da organização local.\r\n\r\nAs duas primeiras comunidades pertencem a maior facção do narcotráfico do Brasil, o Comando Vermelho. Já na comunidade de Parada de Lucas, o controle está com a facção rival Terceiro Comando Puro. A disputa por pontos de vendas de drogas nas favelas do Rio de Janeiro traz a sensação de vivermos numa guerrilha urbana. Boa parte dos soldados do tráfico são jovens, na grande maioria com idade entre 11 e 25 anos. \r\n\r\nVárias questões nos fazem refletir sobre o que realmente leva grande parte desses meninos a enveredarem para a criminalidade. Não existe um único motivo, mas um conjunto de fatores: miséria, má qualidade da educação, falta de emprego, carência de habitação, ociosidade, entre outros.\r\n\r\nAs avaliações permanentes do trabalho nos levaram a definir novas estratégias de intervenção nos três núcleos, considerando as particularidades de cada comunidade. As novas estratégias do Programa Social, definidas durante um processo de avaliação interna, resultou em um modelo de Redes Cíclicas (circuito de ações interrelacionadas), gerando mobilidade entre os programas/projetos institucionais.\r\n\r\nSendo assim, na proposta geral, três redes servirão como eixo principal: a REDE PEDAGÓGICA, a REDE PSICOLÓGICA e a REDE DE SERVIÇO SOCIAL.\r\n\r\nCom a intenção de alcançar as metas traçadas, o Programa Social estará diretamente ligado à Coordenação Executiva e a coordenação de cada núcleo do GCAR (Vigário Geral , Cantagalo-Pavão-Pavãozinho e Parada de Lucas). Além disso, o Programa Social também investirá na articulação com instituições locais, rede de serviços públicos, escolas etc. \r\n\r\nMETODOLOGIA DE TRABALHO\r\n\r\nA Rede Pedagógica trabalhará baseada em cinco eixos:\r\n\r\n1º - Olhar para os jovens.\r\n\r\n2º - Oficinas sócio-culturais.\r\n\r\n3º - Projetos específicos.\r\n\r\n4º - Demanda cotidiana.\r\n\r\n METAS\r\n\r\n* Encaminhar todos os participantes do projeto para as escolas.\r\n\r\n* Reduzir os índices de evasão, repetência e baixo desempenho escolar através do acompanhamento da situação escolar.\r\n\r\n* Aumentar o índice de aprovação e de desempenho escolar.\r\n\r\n* Criar um calendário institucional de atividades formativas para a equipe.\r\n\r\n* Sensibilizar os participantes através de atividades nas salas de leitura e de criação, no sentido de criar o hábito de estudar.\r\n\r\n* Investir na articulação com as secretarias de educação (município e estado).', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (36, 1, 'A primeira sede do Afro Reggae em Vigário Geral foi um casebre, pequeno, mal comportava o material de que dispunhamos na época. Depois, em 1997, inaguramos, no mesmo espaço o Centro Cultural Afro Reggae Vigário Legal. Com um espaço maior e melhor estruturado, a instituição cresceu, o número de projetos aumentou e a freqüência ao local também. Logo, vimos a necessidade de mais uma vez ampliá-lo.\r\n\r\nPor isso, neste momento estamos empenhados numa obra, financiada pelo BNDES, para construir um grande Centro Cultural, inteiramente remodelado e modernizado, disponibilizando salas de aula, estúdio de ensaio e gravação, quadra de esportes, salas para atendimento social e psicológico, sala de recursos audiovisuais e de acesso à Internet, etc. Em meio à realização das obras, perdemos um grande aliado, o poeta Waly Salomão, que faleceu a 1º de maio de 2003. Em sua homenagem, o espaço, quando pronto, se chamará Centro Cultural Waly Salomão.\r\n\r\nAssim como pensava Waly, o Centro Cultural procurará não compactuar com “um mundo constituído e anti-poético”, seu objetivo será o de “abrir brechas, miscigenar”. Por isso o Centro funcionará de forma a criar caminhos criativos para a integração da cidade como um todo, funcionando 24 horas, dedicando o seu tempo a gerar arte, cultura, conhecimento, combater a violência, a exclusão social, digital, etc.\r\n\r\nEnquanto não inauguramos o Centro Cultural Waly Salomão, estamos realizando nossas atividades em diferentes espaços da comunidade. No segundo andar da Associação de Moradores de Vigário funcionam a administração e as oficinas de dança, capoeira, percussão, educação (Oficina Outras Palavras), além dos ensaios da Trupe de Teatro e alguns dos outros SubGrupos. No estúdio, acontecem os ensaios das bandas “plugados”: Banda AfroReggae, Makala, Afro Samba e Kitôto. No espaço cedido pela Igreja Católica local funciona o projeto Criança Legal. Por último, há um quarto espaço, onde abrigamos os materiais, figurinos e instrumentos da instituição.', '', '');
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (37, 1, 'Criado em 2000, para a celebração dos sete anos de existência do Grupo Cultural Afro Reggae, o Orilaxé vem se consolidando como uma importante premiação por parte dos movimentos sociais. A cada ano, sempre acompanhando o evento comemorativo dos aniversários do grupo (cuja data oficial é 21 de janeiro), o Prêmio contempla pessoas ou grupos distribuídos por treze categorias: “Jornalismo”, “Veículo de Comunicação”; “Fotografia”; “Cantor”; “Cantora”; “Grupo Musical”; “Tradição Afro-Brasileira”; “Cultura Popular”; “Afro Reggae”; Responsabilidade Social”; “Empreendedor Social”; “Direitos Humanos” e “Projeto Social”.\r\n\r\nNa linguagem dos povos iorubás, nossos ancestrais africanos, orilaxé quer dizer “a cabeça tem o poder de realização”. A cabeça não tem uma tarefa fácil pois muitas das vezes terá que estar preparada para lidar com situações de conflito, onde a ética e a criatividade deverão ter papéis fundamentais nas soluções a serem tomadas. Portanto, Orilaxé não é apenas uma premiação, é mais que isso. É o reconhecimento de que cada um de nós tem a responsabilidade e a possibilidade de mudar a realidade que nos cerca, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e do nosso planeta', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (37, 2, '', '', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (38, 1, 'O departamento de Parcerias Institucionais foi criado a partir do Projeto “Fortalecendo as Bases” com financiamento da Fundação AVINA. Para compor a equipe do projeto foi convidado Celso Schvartzer que assumiu coordenadoria do departamento em parceria com João Madeira. Raquel Diniz foi contratada como assessora para executar as atividades planejadas pela equipe. \r\n\r\nA princípio, o departamento foi pensado para captar recursos para o GCAR, porém, logo no início das atividades, ficou claro que a missão do departamento não seria apenas uma mera captação. Para que aumentássemos as possibilidades de obtenção de novos financiamentos, para que as parcerias institucionais fossem ampliadas e fortalecidas e conseqüentemente gerassem mais receitas para a instituição, vimos que outras atividades seriam necessárias para que nosso desempenho fosse eficiente e eficaz.\r\n\r\nDesta forma, elegemos como o objetivo geral de nosso departamento: “Desenvolver parcerias com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, com a causa social do AfroReggae, através de planos e projetos que visem a sustentabilidade (financeira e de resultados) da instituição”. Para alcançá-lo desenvolvemos 4 objetivos específicos, que guiam o dia a dia de nossas ações:\r\n \r\nA) Captação de Recursos – através da participação de concursos de projetos de empresas privadas ou instituições de financiamento; projetos especiais; produtos de merchandising e de parcerias com empresas privadas (licenciamento de marcas e marketing relacionado a causa)\r\n\r\nB) Planejamento de Gestão – Elaboração de um planejamento estratégico para 2005 com a coordenação do GCAR e colaborar para a capacitação sobre métodos de gestão de colaboradores do GCAR.\r\n \r\nC) Potencialização do uso da marca – através de projetos de merchandising, licenciamento da marca, dentre outros. \r\n\r\nD) Avaliação e Monitoramento – Criar e implementar metodologia de avaliação e monitoramento para projetos institucionais. \r\n\r\nCom base em um plano de ações as atividades são monitoradas e redirecionadas, na medida do necessário, no intuito de alcançar os resultados previstos. O plano de ações é revisto a cada quinze dias.', 'Coordenador de Parcerias Institucionais: Celso Schvartzer\r\n Assessoria: João Madeira\r\nAssessora: Raquel Diniz', '');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_lang_tb` VALUES (38, 2, '', '', '');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_projetos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_projetos_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_projetos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`id_type` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
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PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=39 ;
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# Extraindo dados da tabela `projetos_2_projetos_tb`
#
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (1, 1, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'AfroRitmia', '', 'www.radiovivario.com.br', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (2, 1, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Baticum', '', 'www.radiovivario.com.br', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (3, 1, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Assessoria de imprensa', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (4, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Makala', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (21, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'AfroReggae', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (22, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Banda de Meninas', 'Vigário Geral', '', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (23, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Metas dos Núcleos', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (32, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo de Vigário Geral', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (5, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Afro Lata', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (6, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Afro Samba', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (19, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Parada Geral', 'Vigário Geral e Parada de Lucas (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (7, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo de Vigário Geral - Criança Legal', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (20, 4, 0, 0, '2004-07-23', '0000-00-00', 'Trupe de Teatro do Afro Reggae', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (8, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Afro Mangue', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (9, 4, 0, 0, '2004-07-23', '0000-00-00', 'Tribo Negra', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (10, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Kitôto', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (11, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo de Vigário Geral - Grupo de Dança', 'Vigário Geral (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (12, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Levantando a Lona', 'Morro do Cantagalo (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (13, 2, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Projeto Oficina de Vídeo', 'Morro do Cantagalo', '', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (14, 5, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Rompendo Fronteiras', 'Parada de Lucas', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (15, 2, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Casa de Santa Ana', 'Cidade de Deus', '', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (16, 3, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Trupe da Saúde', 'Vigário Geral', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (17, 3, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Barraca da Saúde', 'Central, Morro do Cantagalo e Lapa', '', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (18, 3, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Kizumba', '', '', 2, '0');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (33, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo do Cantagalo', 'Morro do Cantagalo (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (34, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo de Parada de Lucas', 'Parada de Lucas (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (24, 4, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Afro Circo', 'Morro do Cantagalo (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (25, 6, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Projeto Música no Arará', 'Benfica (RJ - RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (26, 1, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Livro: Da Favela para o Mundo', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (27, 7, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Um breve resumo do que já foi conectado', 'Rio de Janeiro (RJ)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (29, 1, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Site Afro Reggae', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (31, 9, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'O que é', 'Belo Horizonte (MG)', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (30, 8, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', '', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (35, 6, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Triângulo Social', 'Rio de Janeiro - RJ', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (36, 10, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Núcleo de Vigário Geral - Centro Cultural Waly Salomão', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (37, 12, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'A Cabeça tem o Poder da Transformação...', '', '', 2, '1');
INSERT INTO `projetos_2_projetos_tb` VALUES (38, 14, 0, 0, '0000-00-00', '0000-00-00', 'Departamento de Parcerias Institucionais', 'Rio de Janeiro', '', 2, '1');
# --------------------------------------------------------
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# Estrutura da tabela `projetos_2_projetos_type_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_projetos_type_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_projetos_type_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`type` varchar(50) NOT NULL default '',
`descricao` text NOT NULL,
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=15 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_projetos_type_tb`
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INSERT INTO `projetos_2_projetos_type_tb` VALUES (14, 'Parcerias Institucionais', '', '1');
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_rel_projetos_patrocinadores_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_rel_projetos_patrocinadores_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_rel_projetos_patrocinadores_tb` (
`id_projeto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_patrocinador` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_projeto`,`id_patrocinador`)
) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_rel_projetos_patrocinadores_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `projetos_2_situacao_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `projetos_2_situacao_tb`;
CREATE TABLE `projetos_2_situacao_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`situacao` varchar(50) NOT NULL default '',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
#
# Extraindo dados da tabela `projetos_2_situacao_tb`
#
# --------------------------------------------------------
#
# Estrutura da tabela `recados_1_recados_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `recados_1_recados_tb`;
CREATE TABLE `recados_1_recados_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`ip` varchar(15) NOT NULL default '',
`data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00',
`cidade` varchar(50) NOT NULL default '',
`estado` char(2) NOT NULL default '',
`nome` varchar(50) NOT NULL default '',
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`mensagem` text NOT NULL,
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`resp_estado` char(2) NOT NULL default '',
`resp_mensagem` text NOT NULL,
`resp_data` datetime NOT NULL default '0000-00-00 00:00:00',
`resp_type` set('0','1') NOT NULL default '1',
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`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=38 ;
#
# Extraindo dados da tabela `recados_1_recados_tb`
#
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (1, '192.168.0.185', '2004-06-30 16:35:34', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Refazenda', 'contato@refazenda.com', 'Bem-vindos!\r\n\r\n\r\n Resposta:. Obrigada por todo o apoio e pela mensagem de boas vindas!\r\n\r\nAbs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (3, '200.175.73.103', '2004-08-28 01:05:00', 'Porto Alegre', 'Rs', 'Fernanda Bassani', 'nandabassani@bol.com.br', 'Sou psicológa e especialista em projetos sociais e culturais. Atualmente estou começando a montar projetos sociais e culturais junto a uma escola de samba da cidade, que é do Grupo Especial e de uma vila que possui uma memória musical muito interessante. A comunidade tem cerca 20.000 habitantes, muitos talentos e idéias. Só precismos de dicas quanto a captação de recursos, para podermos colocá-las em prática. Seria ótimo se pudessemos conversar a respeito.\r\nUm abraço e parabéns.\r\n\r\nResposta: Olá Fernanda! Obrigada pelo contato! Estaremos encaminhando sua mensagem ao setor responsável. Abs do Afro Reggae', '', '', 'Resposta: Olá Fernanda!\r\n\r\nObrigada pelo contato! Estaremos encaminhando sua mensagem ao setor responsável. \r\n\r\nAbs do Afro Reggae', '2004-08-31 19:30:13', '0', '1', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (4, '201.8.26.97', '2004-08-30 17:26:51', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Claudia', 'asbemq@hotmail.com', 'Adorei a participação do Afrocirco no Conexões no Cesarão. Os rapazes foram ótimos!', '', '', 'Resposta: Que bom que vc pode conferir o Conexões e gostou do trabalho do Afro Circo. Agradecemos pela sua presença no evento! Sempre que puder não deixe de ir!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '2004-08-31 19:23:12', '1', '1', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (5, '200.140.156.232', '2004-08-30 19:11:05', 'Goiânia', 'Go', 'Pollyana Manfredini', 'xay@aluno.alfa.br', 'Preciso muito da ajuda de vcs para fazer um trabalho da escola. Vcs têm alguma pesquisa sobre a participação dos jovens na política institucional? Não achei nenhum site. Não conheço nenhum, vcs podem me indicar? Me ajudem por favor,é muito importante. Beijos e continuem a lutar por seus direitos, sem é claro, esquecer dos deveres.\r\n\r\nResposta: Obrigada pelo carinho Pollyana. Pesquisa mesmo sobre esse tema ainda não temos. Mas qualquer novidade que possa ajudá-la em sua pesquisa, pode deixar que a gente te avisa.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', 'Resposta: Obrigada pelo carinho Pollyana. Pesquisa mesmo sobre esse tema ainda não temos. Mas qualquer novidade que possa ajudá-la em sua pesquisa, pode deixar que a gente te avisa.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '2004-08-31 19:25:41', '0', '1', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (7, '200.216.239.2', '2004-09-01 15:43:11', 'luz', 'mg', 'mateus pacheco', 'mateuspacheco@terra.com.br', 'C É FODA, d+++++++++...minas gerais vibra ao som afro d vc...\r\n\r\nResposta Mateus, obrigada pelo carinho. O Afro Reggae estará ai em BH entre 13 e 17 de setembro de 2004, no Projeto Juventude e Polícia. Mais detalhes vc encontra nas seções Agenda e Notícias do nosso site.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (8, '200.157.153.163', '2004-09-03 12:09:21', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Fernanda Lima', 'fernandinhalds-rj@bol.com.br', 'Sou estudante de Ed. Física e escolhi o Afroreggae para fazer um trabalho da Facul, sobre ONGs. Pela seriedade e qualidade dos projetos. Desejamos conhecer um pouco mais sobre projetos relacionados à Ed.Física (dança,circo,esportes)fazendo visitas,tirando fotos...etc. Se possível,respondam, por favor. Um abraço,obrigado pela atenção e parabéns pelas grandes conquistas.Espero que continuem evoluindo, sempre.\r\n\r\nResposta: Cara Fernanda, obrigada por sua mensagem e pelo carinho. Vou retransmitir sua mensagem aos coordenadores dos grupos para que vejamos se é possível agendar uma visita sua a um dos núcleos do Afro Reggae.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (9, '200.171.78.95', '2004-09-03 13:55:09', 'são paulo', 'sp', 'Raquel', 'terezaraquel_1@hotmail.com', 'a vida é baseada na base do baseado!\r\nquando eu morre todos vão chorar,todos vão sofrer.Mas um louco fazendeiro me transformará em um lindo pé de maconha passará por mim me plantará me colhera e verá que mesmo depoi de morta continuo fazendo a CABEÇA!!!', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '0');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (10, '200.41.118.155', '2004-09-08 13:22:19', 'caracas/venezuela', 'df', 'tito', 'ytito@hotmail.com', 'donde compro el disco en venezuela \r\n\r\nResposta: Puedes comprar direto por telefono 55- código de Brasil, 21, código de Rio, teléfono: 2532.0171 con Tekko Rastafari o por email: rastekko@hotmail.com. Ello te lo envia las informaciones.\r\n\r\nSaludos de Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (11, '201.8.12.161', '2004-09-08 15:16:52', 'São Gonçalo', 'RJ', 'José Perazzo', 'joseperazzo@bol.com.br', 'Prezada Diretoria:\r\n\r\n Gostaria de manter contato permanente, comigo, radialista e nossa Rádio Evidência FM, que já estiveram visitando, creio, e preciso do telefone de vocês para breve. Queremos notícias e uma nova entrevista com vocês.\r\n\r\n Meus contatos são : 8709-7161, Rádio 2701-1025(10 às 12 horas, José Perazzo) e casa(0xx21-3638-1025).\r\nDesde já, obrigado.\r\n\r\nResposta: Caro José, obrigada pelo contato. Vou retransmitir seu contato para o pessoal. \r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (12, '198.135.204.156', '2004-09-08 16:49:50', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Deyler', 'dddeyler@hotmail.com', 'Fala Galera blz?, Sou de Vigário Geral, mais no momento estou morando em New Orleans, nos Estados Unidos. Jogo basquete e ganhei uma bolsa de estudos e vim pra cá para ter minha formação. E aproveitando para divulgar o som de voces aqui na universidade, eu costumo dizer sempre pra minha noiva que ficou no Brasil: "me espere não se desespere, quando se ama tudo se supera". A dois anos atrás, eu quase perdi a minha perna por causa de uma cirurgia mal sucedida, mais gracas a Deus hoje jogo basquete novamnete e aqui estou nos Estados Unidos estudando. Muito axé para vocês e que Oxalá os protejam de todos e tudo. E que o sucesso de vocês aumente dia após dia.\r\n\r\nResposta: Caro Dayler\r\n\r\nObrigada por sua mensagem! Muito maneiro saber que vc está ai nos Estados Unidos estudando, jogando basquete e representando o Brasil. Muito legal mesmo! Vou retransmitir sua mensagem para toda a galera do Afro Reggae. \r\n\r\nabs do Afro Reggae\r\n', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (13, '200.140.156.232', '2004-09-08 17:08:41', 'GoiÂnia', 'Go', 'Pollyana Manfredini', 'xay@aluno.alfa.br', 'Muito bacana vcs terem se preocupado em responder meu email,quando eu pedi por ajuda. Muito obrigado. Foi muito importante pra mim saber que existo pra vcs e que de alguma forma eu faço parte. milhares de beijos e abraços cainhosos a toda familia Afroreggae\r\n\r\nResposta: Cara Pollyana, obrigada pelo carinho. Tenha certeza de que sempre responderemos suas mensagens e de todas as pessoas que nos escrevem. Ás vezes demora um pouquinho por causa da correria, mas tenha certeza de que ninguém fica sem resposta. Obrigada por sua mensagem e tudo de bom pra vc!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (15, '200.157.153.163', '2004-09-09 10:34:43', 'Rio de Janeiro', 'Rj', 'FERNANDA LIMA', 'fernandinhalds-rj@bol.com.br', ' Obrigada por responderem minha msg,mas naum se esqçam de manter contato para q possamos visitar um dos núcleos.(Esse trabalho será a nossa prova). Valeu pela atenção,Fernandinha e grupo.\r\n\r\nResposta: Fernanda, agradecemos pelo carinho. Vamos ver se é possível vc visitar um dos nossos núcleos. No próximo sábado, dia 18 de setembro temos mais um Conexões Urbanas, na Furquim Mendes. Se vcs quiserem ir para conhecer, temos certeza de que vão gostar muito do evento.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (16, '81.172.100.45', '2004-09-10 17:15:51', 'soria', 'es', 'malu', 'j_malu@hotmail.com', 'Bom dia a todos. Afroreggae, fiquei muito feliz de leer a sua pagina. Sou uma brasileira que vive na Espanha. Montamos uma asociacion brasileira aqui na espanha para mostra a nossa cultura. brasileira cultura danza artesania,e esperamos que deus nos ajude a subir essa asociacion para recaudar fundo para invertir em nosso pais temos muitos progetos esperamos que siga. no dia 25 de setembro vomos celebrar uma festa de sao cosme e damiao. para todas crianças da minha cidade, para ois espanhois e ois imigrantes. saludos a todos. e depois vamos fazer uma festa com contores brasileiros e capoerista e uma danza folclore para recaudar fundo . muitos beijos a todos.\r\n\r\nResposta: Cara Malu:\r\n\r\nObrigada pelo carinho. Bacana saber que vc está tão longe (Espanha) mas não só não se esqueceu do nosso Brasil, como está levando nossa cultura para a Europa. Nós do Afro Reggae desejamos muito boa sorte nos seus projetos e agradecemos pela mensagem!\r\n\r\nabs do Afro Reggae\r\n', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (17, '201.8.24.129', '2004-09-14 11:58:13', 'Rio de Janeiro', 'RJ', ' SIDNEY SILVA', 'corpomovimentorio@yahoo.com.br', 'Gostaria de parabenizar o Ecio Salles pela excelente Rebelião Escrava no Brasil,como tb as pesquisas sobre os quilombos na zona sul carioca.\r\n\r\nMUITO AXÉ.\r\n\r\nResposta: Caro Sidney:\r\n\r\nObrigada pela mensagem. Estou retransmitindo ao Ecio\r\n\r\nabs do Afro Reggae\r\n\r\nSIDNEY TARTARUGA', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (18, '201.9.138.54', '2004-09-14 22:15:43', 'Recife', 'PE', 'Heitor Dias', 'spzzz@msn.com', 'Gostaria muito que os AfroReggae viessem aqui em Recife - PE Seria um prazer... vê-los tocar aqui em minha cidade.\r\n\r\nObrigado.\r\n100% Reggae\r\n\r\nResposta: Caro Heitor:\r\nObrigada por sua mensagem. Por enquanto não tem nenhum show da Banda AfroReggae programado para Recife, mas... estou transmitindo sua mensagem ao pessoal da produção. Vá cruzando os dedos, quem sabe a banda não faz um show ai em Recife?\r\n\r\nAbs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (19, '150.164.255.201', '2004-09-16 14:37:24', 'Belo Horizonte', 'MG', 'Aline Simões', 'line_axe@yahoo.com.br', 'Nossa,quem viu ñ esquecerá!!!\r\n\r\nAmamos o show feito em BH, com participação do Tony Garrido no dia 13/09/2004,nós do Grupo de percussão e dança Meninos do Morro, da Pedreira Prado Lopes, que participamos do projeto Fica Vivo, agradecemos e parabenizamos todos do Grupo Afro Reggae!!\r\n\r\nResposta: Cara Aline e toda a galera do do Grupo de percussão e dança Meninos do Morro, da Pedreira Prado Lopes, agradecemos o carinho de vcs e também pela participação no Projeto. Que bom que vcs gostaram.\r\n\r\nAbs da galera do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (20, '201.8.52.192', '2004-09-17 16:13:23', 'RIO DE JANEIRO', 'RJ', 'julio cesar dos santos amorim', 'jcesargcar@hotmail.com', 'Gostei muito desse site novo, não desfazendo do outro. Fique com Deus todos do Afro Reggae. Não deixe de colocar as foto da Tribo Negra e outros grupos.\r\n\r\nResposta: Julio, que bom que vc gostou do site. Na verdade ainda estaremos colocando um monte de fotos, dos grupos, dos projetos, dos eventos... Tem muita coisa maneira que ainda estaremos colocando no ar...\r\n\r\nAbs do Afro Reggae para vc e todos da Tribo Negra.\r\n\r\nOB: Julio é estagiário da Comunicação do Afro Reggae e percussionista da banda Tribo Negra.', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (21, '200.157.28.147', '2004-09-18 20:56:22', 'rio de janeiro', 'rj', 'sergio', 'baracuxi@yahoo.com.br', 'Temos orgulho de ter o Conexões Urbanas junto da gente, por isso, gostaria de pedir a modificação da localizacao da sexta e décima setima edição. As comunidades ficam no bairro do Jardim America. abraços.\r\n\r\nResposta: Caro Sérgio \r\nObrigada por sua mensagem. Vc está correto. Pedimos desculpas, já corrigimos o nome do bairro.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (23, '201.8.60.231', '2004-09-20 18:25:25', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Luiz Fernando', 'luizfernandovg20@yahoo.com.br', 'Olá galeria, sou também do Bairro de VG. Moro nos conjuntos aonde fica a Academia A.C.P e gostaria de dizer que desde 2000 que admiro o trabalho de vocês, quando comecei a me informar sobre este Projeto. Gostaria de participar também de alguma forma, pois me sentiria honrado em participar deste projeto. Porém não seria no principio totalmente assíduo, pois estou com um projeto de vida de ser militar. Iste se resolverá se eu passar nesta próxima prova. Enfim fica feito meu auto-convite para participar deste projeto 100 Black. Sucesso e boa sorte a todos!\r\n\r\nLuiz Fernando de VG\r\n\r\nResposta: Luiz Fernando:\r\n\r\nObrigada pela mensagem. Estou encaminhando seu email para a galera do Afro Reggae.\r\n\r\nabs de todo o Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (24, '201.8.128.142', '2004-09-21 21:04:40', 'Belo Horizonte', 'MG', 'Daniele', 'danicrizz@ig.com.br', ' O trabalho de vocês é muito bom e o SHOW em BH foi excelente! Vocês são\r\n" MIL GRAU " na Favela valeu ....\r\n\r\nResposta: Daniela, muito obrigada pelo carinho. Estarei encmainhando suas mensagens para o pessoal que trabalhou nesse projeto.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (25, '200.199.33.246', '2004-09-22 03:02:06', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'Marcial Marques', 'martiale@bol.com.br', 'Saudações Afrodescendentes.\r\n\r\nGostaria de saber se vocês fazem palestras para grupos, pois trabalho com um grupo de adolescentes na Cidade de Deus e seria legal se eles pudessem saber alguma coisa de vocês.\r\n\r\nResposta: Marcial, saudações AfroReggeanas! Obrigada pela mensagem. Estarei encaminhando sua mensagem para nossos coordenadores.\r\n\r\nAbs do Afro Reggae ', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (26, '200.214.201.129', '2004-09-23 11:50:17', 'rio de janeiro', 'rj', 'ana carla', 'kaykinha@bol.com.br', 'Curto muito o trabalho de vcs. Parabéns!!!!!!!!\r\n\r\nResposta: O Afro Reggae agradece sua mensagem Ana Carla!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (27, '200.203.160.98', '2004-09-23 13:57:05', 'Pato Branco', 'PR', 'Indy', 'natascha21@bol.com.br', 'Curto pra caramba o som de vocês, principalmente {me espere}. Curti esse som em toda minha gravidez...\r\n\r\nResposta: Natascha, que bom que vc está curtindo o som do AfroReggae. Fique sempre ligada no site, que tem novidade chegando...\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (28, '200.41.122.97', '2004-09-25 12:10:08', 'buenos aires.Argentina', 'bs', 'nestor lopez', 'pitocalanes@hotmaail.com', 'Hola los felicito por su trabajo. Yo trabajo en un proyecto artistico comunitario en Bs. As. Quisiera saber si como puedo resibir informacion de su proyeto y ademas como puedo hacer para conseguir su CD.Desde ya gracias. Sigan asi!\r\n\r\nRespuesta: Hola Nestor! Muchísimas gracias por su mensaje. Las informaciones de nuestros proyectos puedes buscar en nuestro sitio. Estamos todos los días ponendo nuevas informaciones en el aire. Bueno el disco, lastimo decir que no está a venta en Bs. As. pero puedes comprar aca. Te parece?\r\n\r\nSaludos desde Brasil del Afro Reggae!', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (29, '200.191.170.143', '2004-09-25 14:43:31', 'SJM', 'RJ', 'Jonas', 'jonasjjj@ig.com.br', 'Acho o trabalho de vcs muito bom. E acho que todos deveriam agir assim como vcs, lutando para transformação social e má distribuição de renda. Valeu! Esse site é muito bom! Continue com esse trabalho.\r\n\r\nResposta: Caro Jonas, agradecemos sua mensagem e seus elogios, mas não fazemos mais nada do que nossa obrigação. Só podemos mudar o mundo se cada um de nós fizer nossa parte. Que bom que vc está gostando do site, mas saiba que ele ainda terá muitas novidades. Aguarde!\r\n\r\nAbs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (34, '200.159.212.47', '2004-09-29 20:45:03', 'Belo Horizonte', 'MG', 'Sheila Mendes', 'shendes@hotmail.com', 'Tive a oportunidade de participar do projeto "Juventude e Polícia", realizado em BH. Foi o primeiro contato que tive com o Grupo AfroReggae (conhecia muito pouco a respeito do Grupo), e como policial militar, posso dizer que a proposta foi ousada, mas que vimos e temos visto os frutos desse encontro! Um grande abraço a todos do AfroReggae, espero vcs em outubro!!\r\n\r\nSd Sheila - 22º BPM\r\n\r\nOlá Sd Sheila:\r\n\r\nObrigada por sua mensagem. Estou encaminhando a mesma para os coordenadores do projeto.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (30, '200.152.213.227', '2004-09-27 17:11:24', 'RJ', 'RJ', 'Fabiana Rodrigues', 'fabiana@kaco.com.br', 'Ficou lindo o novo site! Parabéns!\r\n\r\nResposta: Oi Fabiana! Obrigada pela mensagem. Estamos procurando fazer cada dia um site mais atualizado e completo, mas ainda teremos muitas novidades. Ele ainda terá uma versão em inglês e espanhol por exemplo... Mas isso ainda leva um tempinho. Aguarde mais novidades!!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (31, '200.217.142.114', '2004-09-27 17:18:00', 'Rio de Janeiro', 'RJ', 'PRISCILA MATOS', 'priscila.matos@afroreggae.org.br', 'O site está lindo!!! Parabéns.\r\n\r\nResposta: Priscila, agradecemos sua mensagem. Ainda teremos muitas novidades!! Aguarde!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (32, '200.217.142.114', '2004-09-27 17:37:26', 'Niterói', 'RJ', 'Daniel Lage', 'daniel.lage@afroreggae.org.br', '"... essa é a nova cara..." É isso ai o site ficou bem bonito e de fácil navegação. Gostei bastante.\r\nEsqueci de uma coisinha. Concordo com a Priscila. Hahahahaha.\r\n\r\nResposta: Oi Daniel!! Obrigada por sua mensagem! Realmente o site está bem mais fácil de navegar, menos pesado, o que é muito importante para que as pessoas possam navegar mais tranquilamente. E ainda teremos outras novidades! Aguarde!\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (33, '200.244.83.133', '2004-09-28 18:17:10', 'Arraial do Cabo', 'RJ', 'Marcelo (VG)', 'marcelotgs@arraialweb.com.br', 'E aí galera! Espero que esteja tudo bem com geral.\r\nSinto falta dos shows e da rapaziada depois que me mudei pra cá, mas me mandem noticias pra eu não ficar boiando. Sempre força, um abraço.\r\n\r\nResposta: Oi Marcelo! Por aqui tudo na paz! Que legal que mesmo longe você não deixa de curtir o trabalho do Afro Reggae... Vou retransmitir seu recado a galera do nosso núcleo em Vigário Geral.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (35, '200.161.112.72', '2004-09-30 12:36:34', 'sao paulo', 'sp', 'Daniela Gonzalez', 'daniela_gonzalez6@hotmail.co', 'Fiquei sabendo que iria rolar o show do The Waller no Credicard\r\nHall. Gostaria de saber se e verdade e quando este evento vai acontecer.\r\n\r\nResposta: Oi Daniela:\r\n\r\nObrigada pelo contato. Realmente não estou a par se vai rolar esse show em SP, até porque estamos no Rio. O ideal é vc descobrir o telefone do Credicard Hall e ligar para saber ou olhar sempre nos jornais locais, ouvir as rádios, etc, que eles costumam divulgar.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (36, '200.155.40.66', '2004-09-30 12:42:43', 'LONDRINA', 'Pr', 'LOURYENNE', 'LOURY_VIDA@yahoo.com.br', 'OLá..... TENHO ACOMPANHADO HÁ ALGUM TEMPO O TRABALHO DE VCS. TRABALHO COM UMA O.N.G CULTURAL VOLTADA À CRIANÇAS E ADOLECENTES, JÁ HÁ 2 ANOS. GOSTARIA DE SABER SE VCS TÊM ALGUM CURSO DE CAPACITAÇÃO NA ÁREA DE ARTE E EDUCAÇÃO E TB TENHO VONTADE DE CONHECER O PROJETO PESSOALMENTO ESPERO ANSIOSA PELA RESPOSTA.\r\n\r\nResposta: Olá Louryenne:\r\n\r\nObrigada pelo contato! Bom saber que vc também trabalha com projetos sociais. No momento não temos nenhum curso ou capacitação voltados especificamente para educação. O que temos no momento são as oficinas de capoeira, quadrinhos, dança e percussão que desenvolvemos nas comunidades nos quais temos projetos. Qualquer novidade nesse sentido, a gente entra em contato. Quando estiver no Rio é só entrar em contato para que vc possa visitar nossos núcleos.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '0', '1');
INSERT INTO `recados_1_recados_tb` VALUES (37, '201.8.130.208', '2004-10-06 16:03:20', 'Belo Horizonte', 'MG', 'Elden grupo s/ sucesso bh.', 'ticotyler@ig.com.br', 'No fim do ano ou carnaval, nós do SS vamos visitar a sua comunidade. Esperamos ser bem tratados e ficaremos muito felizes se fizermos muitas trocas de experiência. Só para vc`s ñ se esquecerem, somos do Alto Vera Cruz(BH). Desejamos boa sorte, pois ficamos sabendo da invasão da comunidade alheia.\r\n\r\n\r\nResposta: Olá Elden e toda galerda do Grupo:\r\n\r\nObrigada pela mensagem. Com certeza teremos prazer de mostrarmos alguns trabalhos do Afro Reggae aqui no Rio. Obrigada pelo apoio.\r\n\r\nabs do Afro Reggae', '', '', '', '0000-00-00 00:00:00', '1', '0', '1', '1');
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PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
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# Estrutura da tabela `subgrupos_1_fotos_tb`
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`ext_p` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`ext_g` tinyint(3) unsigned NOT NULL default '0',
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=1 ;
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# Extraindo dados da tabela `subgrupos_1_fotos_tb`
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# Estrutura da tabela `subgrupos_1_rel_subgrupos_discos_tb`
#
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`id_subgrupo` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_disco` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
PRIMARY KEY (`id_subgrupo`,`id_disco`)
) TYPE=MyISAM;
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# Extraindo dados da tabela `subgrupos_1_rel_subgrupos_discos_tb`
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# Estrutura da tabela `subgrupos_1_subgrupos_lang_tb`
#
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`id_subgrupo` smallint(6) NOT NULL default '0',
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`descricao` text NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_subgrupo`,`id_lang`)
) TYPE=MyISAM;
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# Extraindo dados da tabela `subgrupos_1_subgrupos_lang_tb`
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# Estrutura da tabela `subgrupos_1_subgrupos_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `subgrupos_1_subgrupos_tb`;
CREATE TABLE `subgrupos_1_subgrupos_tb` (
`id` smallint(5) unsigned NOT NULL auto_increment,
`nome` varchar(50) NOT NULL default '',
`local` varchar(50) NOT NULL default '',
`equipe` text NOT NULL,
`status` set('0','1') NOT NULL default '1',
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=MyISAM AUTO_INCREMENT=2 ;
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# Extraindo dados da tabela `subgrupos_1_subgrupos_tb`
#
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# Estrutura da tabela `textos_1_fotos_lang_tb`
#
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CREATE TABLE `textos_1_fotos_lang_tb` (
`id_foto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
`id_lang` smallint(6) unsigned NOT NULL default '0',
`legenda` tinytext NOT NULL,
PRIMARY KEY (`id_foto`,`id_lang`),
FULLTEXT KEY `legenda` (`legenda`)
) TYPE=MyISAM;
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# Extraindo dados da tabela `textos_1_fotos_lang_tb`
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# Estrutura da tabela `textos_1_fotos_tb`
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# Extraindo dados da tabela `textos_1_fotos_tb`
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#
# Estrutura da tabela `textos_1_textos_lang_tb`
#
DROP TABLE IF EXISTS `textos_1_textos_lang_tb`;
CREATE TABLE `textos_1_textos_lang_tb` (
`id_texto` smallint(5) unsigned NOT NULL default '0',
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`texto` text NOT NULL,
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) TYPE=MyISAM;
#
# Extraindo dados da tabela `textos_1_textos_lang_tb`
#
INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (5, 1, 'PARADA GERAL TRAZ OFICINAS DE PERCUSSÃO EM VIGÁRIO GERAL E PARADA DE LUCAS', 'Depois do "Arrastão Sem Fronteiras" que aconteceu no dia 29 de junho nas comunidades de Parada de Lucas e Vigário Geral, com todos os percussionistas do Afro Reggae, agora é a vez das Oficinas de Percussão em Vigário Geral e Parada de Lucas. O Arrastão foi um sucesso. Altair Martins, percussionista da Banda AfroReggae e coordenador das oficinas de percussão nos conta sobre o evento:\r\n\r\n"Dia 29 de junho de 2004 fizemos mais uma atividade do Projeto PARADA GERAL. Desta vez, ligamos as duas comunidades, Vigário Geral e Parada de Lucas, com som sons e ritmos de mais de 50 instrumentos, acompanhados dos percussionistas de todos os SubGrupos percussivos do GCAR. Tocando e dançando, arrastamos centenas de pessoas, saindo de Vigário Geral, passando pela fronteira e seguindo até o Núcleo do Grupo Cultural Afro Reggae: " Rompendo as Fronteiras", em Parada de Lucas, parando em alguns pontos da comunidade. Eram notórias a satisfação e a felicidade das pessoas que acompanhavam o Arrastão. Arrebentamos e a comunidade nos recebeu como já se era de esperar, de braços abertos!! Hoje a primeira oficina de Percussão lá em Parada de Lucas (na Rua) foi um Sucesso total!!! " - Altair Martins \r\n\r\n \r\nO Arrastão que rolou em Parada de Lucas e Vigário Geral e as oficinas de percussão que estarão acontecendo nas duas comunidades fazem parte do Projeto Parada Geral, que como você já sabe, é um corredor multicultural entre Vigário Geral e Parada de Lucas, levando sempre arte, esportes como a capoeira, por exemplo, teatro, cinema e muito mais.\r\n\r\nAs oficinas são abertas a quem quiser participar e aprender um pouco mais da arte da percussão. As aulas são gratuitas.\r\n\r\n\r\nQuer saber como participar? Então se liga nessa:\r\n\r\nOficinas de Percussão do Afro Reggae:\r\n\r\nVigário Geral/Campo de Futebol - Terças-feiras das 13:00 às 15:00 horas\r\n \r\nParada de Lucas/Praça em frente a Igreja Universal - Quintas-feiras, das 13:00 às 15:00 horas\r\n \r\nFronteira entre Vigário Geral e Parada de Lucas/Em frente ao CIEP Mestre Cartola, aos Sábados, das 11:00 às 13:00 horas.\r\n \r\nEntão, o que você está esperando? Junte-se a nós!\r\n \r\n \r\nA realização do Projeto Parada Geral é do Grupo Cultural Afro Reggae, Prefeitura do Rio/Riotur, People´s Palace e Rede Globo.\r\n \r\nTexto/Atualização do site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (6, 1, 'JOSÉ JÚNIOR ESTÁ NAS MANHÃS DA GLOBO AM TODAS AS QUINTAS-FEIRAS', 'Todas as quintas-feiras o coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, José Junior, estará participando do programa “Manhã da Globo”, no quadro "Debates Populares". A estréia foi no dia 18 de março de 2004. O programa “Manhã da Globo”, vai ao ar de segunda a sábado, a partir das 10 da manhã pela Rádio Globo Rio AM (1220 khz) com a apresentação do comunicador Loureiro Neto. Misturando informação, serviço e entretenimento, o “Manhã da Globo” é líder de audiência no Rio de Janeiro.\r\n\r\nO programa conta com quadros como “Deu na Globo”, onde o ouvinte testa seus conhecimentos, “Cidadão Globo” destinado a dúvidas e reclamações, “Cuidando de Você” sempre com uma entrevista médica, “Papo com artista” com uma personalidade em destaque, “A Receita do Dia” onde a ouvinte tem todos os dias uma receita prática e deliciosa e mais: o “Amarelinho da Globo” com a repórter Silvana Maciel pelas ruas da cidade e o Jornalismo da Globo em cima da notícia.\r\n \r\nE de segunda a sexta, ao meio dia, vai ao ar Debates Populares, onde representantes dos mais variados setores da comunidade dão sua opinião sobre os assuntos mais importantes do dia. Entre os convidados, advogados, professores, publicitários e artistas. Aos sábados, a Manhã da Globo AM fica uma cara um pouco diferente e traz um cantor de sucesso para falar da sua carreira e seus novos trabalhos. Não é à toa que a cada mês cada vez mais pessoas ouvem a Manhã da Globo AM!\r\n\r\nAtualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (7, 1, 'Uma estória para Calibã', 'Tony Fashion e Neguinho, do Afro Reggae, participam da peça "Uma estória para Calibã" que tem no elenco os atores Heitor Martinez e Juliana Martins.\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (8, 1, 'TODA TERÇA TEM BATICUM NA RÁDIO VIVA RIO AM !!! OUÇA, TELEFONE E PARTICIPE DAS PROMOÇÕES!!!!', 'É isso aí, se liga que nesta, e em todas as terça-feiras, das 21 às 23 horas pela Rádio AM Viva Rio 1180 KHZ rola o programa BATICUM. Se você estiver fora do Rio ou preferir ouvir pela internet, é só acessar o site no horário do programa e conferir: www.radiovivario.com.br\r\n\r\nO melhor da Black Music: Reggae, Rap, Soul Music, R&B Charme, Música Preta Brasileira e muitas dicas culturais e informações. E se você telefonar, pedir sua música, deixar seu recado, pode ainda participar da promoção. Tá esperando o que???\r\n\r\nEntão se liga nessa!\r\n\r\n** Atualização da Agenda, texto e tratamento de foto: Christine Keller\r\n ');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (69, 1, 'UM BREVE RESUMO DO QUE JÁ FOI CONECTADO', 'Um breve resumo do que já foi “conectado”\r\n\r\nAs origens da favela como forma de organização social estão diretamente ligadas à exclusão de grandes contingentes de negros e escravos, expulsos do centro da cidade ainda no começo do século XX. Curiosamente, um dos fatores que mais contribuiu para esse processo foi um ato da prefeitura. Em 1903 o então prefeito Pereira Passos iniciou uma série de obras visando à modernização da cidade, para o quê foi necessária a demolição dos antigos casarões onde viviam os negros. Eram tantos e tão culturalmente ativos que aquela região era denominada Pequena África do Rio de Janeiro. Ali, sob as bênçãos de Tia Ciata e dos primeiros sambistas, criou-se um dos berços mais fecundos da cultura brasileira.\r\n\r\n\r\nDespejada e empurrada para os morros, a comunidade negra não se abateu. Aproveitando a experiência dos recém-chegados negros baianos, que haviam habitado em Canudos – até a derrota de Antônio Conselheiro – o alto dos morros onde predominava o arbusto chamado faveleiro, subiu pelas encostas, abrindo caminho em meio ao matagal, montou os seus barracos, tocou a vida e assim surgiram as primeiras favelas, cujo nome é influência do arbusto mencionado acima.\r\n\r\n\r\nMuitos anos depois, o aumento da população, o declínio da economia e o avanço da tecnologia iriam tornar a favela uma das principais vítimas da exclusão social, incluída apenas na rotina policial de batidas, invasões e operações de guerra contra o crime, sobretudo o narcotráfico. Havia, é claro, o agravante de a polícia raramente distinguir o criminoso do cidadão trabalhador.\r\n\r\n\r\nAo mesmo tempo em que a favela era cada vez mais negligenciada pelo poder público, nos bairros nobres incrementavam-se esquemas de segurança. Muros altos, vigias nos portões, alarmes, cães de guarda foram acrescidos à paisagem de casarões e prédios de luxo. A proliferação dos condomínios fechados só fez agravar a situação, dando origem ao que Zuenir Ventura chamou de Cidade Partida, dado o isolamento de algumas áreas da cidade umas das outras. Mesmo que a cidade não seja partida em dois, e sim multifacetada, a favela continua como um local à parte, como uma ferida aberta.\r\n\r\n\r\nFoi nesse contexto que surgiu o projeto Conexões Urbanas. O Grupo Cultural Afro Reggae pensou em um projeto que pudesse levar entretenimento, lazer, cultura e exemplos artístico-sociais que possam ser utilizados como modelos nos locais onde acontecerão os eventos. Acabou sendo mais que isso: contribuiu para começar a romper as fronteiras invisíveis que mantém a favela apartada do conforto e possibilidades de cultura e lazer que a cidade proporciona.\r\n\r\n\r\nÉ interessante notar que, quase um século depois do Bota-abaixo, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro volta a cumprir um papel importante na história da favela. Desta vez, de maneira simbolicamente inversa: incluindo a favela na pauta de prioridades do governo através da ação decisiva da Assessoria Especial de Eventos. Em virtude disso, surgiu o Conexões Urbanas. Trata-se de um circuito de shows em favelas da cidade do Rio de Janeiro, realizado pelo GCAR e pela citada Assessoria, cuja principal característica é o padrão de qualidade de todos os ítens necessários para a execução de um evento de ponta. Além dos realizadores, são fundamentais para o sucesso desse empreendimento os parceiros sempre presentes, como a CUFA–Central Única das Favelas e a Rádio FM O Dia.\r\n\r\n\r\nO palco Orbit, da Mills, é seguramente um dos melhores, se não for o melhor, do país para apresentações de bandas profissionais. O palco, de tão impressionante, chega a reunir inúmeros moradores, nas comunidades onde já aconteceu uma edição do Conexões, para assistir à sua montagem: Na semana anterior ao evento o palco se torna mais uma atração.\r\n\r\n\r\nA iluminação, a cargo da B. Light, dispõe de material de primeira linha: movie lights, lâmpadas par, canhões seguidores, máquina de Fumaça... tudo controlado por mesa digital. Ela completa o show com beleza e luz sobre os artistas, sobre o público e sobre a paisagem transformada da favela quando é dia de Conexões.\r\n\r\n\r\nO som, luz e palco utilizados no Conexões Urbanas são do mesmo naipe dos utilizados, por exemplo, nos mega-eventos realizados nas praias da zona sul carioca. Esse é um viés importante do projeto: o respeito pela favela impõe que a infra-estrutura dos shows realizados em cada comunidade seja idêntica àquela voltada para o público dos bairros nobres.\r\n\r\n\r\nE quanto às atrações, estas falam por si. Em todas as edições há a participação da Banda AfroReggae e do rapper MV Bill, que hoje são verdadeiros ícones da cultura contemporânea vindos da favela. Também nas últimas edições do Conexões Urbanas o DJ Marlboro e a equipe Big Mix têm estado presentes para sacudir o público. Além disso, sempre que possível, a Escola de Samba da comunidade ou um grupo representativo do local é convidado para abrir o espetáculo. No final, uma atração de forte apelo popular, cujo discurso tenha a ver com o critério sociocultural que singulariza o Conexões Urbanas, encerra em grande estilo o evento.\r\n\r\n\r\nUm outro aspecto do Conexões Urbanas que não pode ser esquecido é que o projeto não se restringe ao espetáculo. Em cada comunidade, em função de uma edição do Conexões, a prefeitura se compromete a realizar melhorias estruturais. Assim, na Formiga, a Prefeitura inaugurou oficialmente a quadra construída por ela no projeto Favela Bairro. Na Vila Cruzeiro foi discutido um apoio para o fortalecimento do posto de saúde criado pela associação local. Na Canitá não foi diferente, a Prefeitura gradeou a quadra onde aconteceu o show, limpou a área e a iluminou para atividades noturnas. Na Vila Vintém o processo está em fase de negociação, com avaliações sobre as necessidades da comunidade. Vale ressaltar que todas as comunidades onde aconteceu o Conexões Urbanas, e mais as de Vigário Geral, Parada de Lucas e Grota (Complexo do Alemão), receberam, no início de janeiro de 2002, doações de cestas básicas proporcionadas pela Prefeitura do Rio.\r\n\r\n\r\nAssim, essas mesmas comunidades, que eram relegadas preferencialmente às páginas policiais dos jornais, passam a ser exibidas ostensivamente pelos cadernos de cultura no período de divulgação dos shows.\r\n\r\nA partir da vigésima quinta edição do projeto, o Conexões Urbanas veio com uma novidade. O parceiro do Afro Reggae agora é a Riotur! Ana Maria Maia, ex-assessora Especial de Eventos da Prefeitura, agora é a presidente da Riotur. Ao contrário de todos os seus antecessores, uma das suas prioridades será a de incluir as comunidades de baixa renda e o subúrbio carioca no roteito dos grandes eventos da cidade.\r\n\r\nQuem está com força total nas ações paralelas ao show é a Secretária Municipal de Desenvolvimento Social com o fortalecimento das ações comunitárias já existentes nos locais e a implementação de outras ações sociais.\r\n\r\nO local escolhido para receber o primeiro show dessa nova edição do circuito foi o Complexo do Alemão, em janeiro de 2004. Além da comunidade parceira do projeto (desde a realização da terceira edição, que aconteceu nesse mesmo local, em outubro de 2001), havia ainda o interesse do Rappa, como parte do planejamento para o lançamento do seu novo CD, em tocar dentro do Complexo - " ... era um desejo antigo ...", afirma Falcão, vocalista do grupo.\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (18, 1, 'MAKALA CONQUISTA A AUSTRÁLIA', 'A banda Makala, um dos projetos do Grupo Cultural Afro Reggae, esteve em Sydney, na Austrália. O grupo se apresentou nos dias 06 e 07 de julho de 2004 no teatro NIDA, lugar onde artistas famosos como Mel Gibson, já se apresentaram. Os shows do Makala fazem parte do OXFAM INTERNATIONAL YOUTH PARLIAMENT (IYP), um encontro de jovens do mundo inteiro.\r\n\r\nAgora, o mais legal de toda essa história, é que os meninos do Makala conquistaram os fãs australianos. Explica-se: em um dos intervalos dos ensaios, eles decidiram conhecer a cidade e foram almoçar no restaurante \'Wanderes on Kent\'.\r\n\r\nConversa vai, conversa vem, o dono do lugar ficou encantado com o trabalho dos meninos de Vigário Geral, o que acabou rendendo um convite para uma apresentação no restaurante, no domingo, dia 27/06.\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (18, 2, '', '');
INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (58, 1, 'PROJETO FAVELA RIO DE JANEIRO', 'De 12 a 24 de julho/2004 \r\n\r\n· No mês de julho de 2004, um grupo de 46 crianças, entre meninos e meninas, com idades entre 10 e 13 anos, da escola Inglesa The Dragon School, situada em Oxford, esteve visitando as favelas do Rio de Janeiro para um intercâmbio sócio-cultural com as crianças apoiadas por ONGs locais, com o intuito de aprimorar a qualidade de vida desses jovens que encontram-se sob o risco da pobreza, drogas e armas de fogo.\r\n\r\n· Elas estiveram acompanhadas por oito instrutores da escola, por seus irmãos e irmãs, com idade entre 4 e 19 anos, além dos pais de 15 dessas crianças, num total de 86 pessoas\r\n\r\n· Nossa meta foi integrar as crianças em um número de projetos colaborativos para que elas possam descobrir as possibilidades de exceder as barreiras culturais e da linguagem.\r\n\r\n· Essa não é primeira vez que o projeto é colocado em prática, tendo como Soweto, na África do Sul e Calcutá, na Índia os locais pioneiros, onde as ligações entre a Escola e as Organizações locais envolvidas existem há mais de 10 anos.\r\n\r\n· Nosso trabalho teve a parceria de três diferentes organizações brasileiras e uma inglesa. Essas organizações usam métodos variados para encorajar as crianças a seguir em busca de sua educação e a dizer NÃO às drogas e a violência.\r\n\r\n· Esportes, música, lazer, arte e dança, esses são alguns dos programas que têm tido maior sucesso, atingindo todos os objetivos dessas organizações .\r\n\r\n· Entre as atividades praticadas nesse intercâmbio, podemos citar o futebol, que foi criado pelos ingleses e aprimorado pelos brasileiros, o voleibol, onde o time brasileiro ocupa o topo do ranking e é o atual Campeão Mundial, e ainda o basquetebol; performance musical, atividades circenses e capoeira, pintura e restauração de murais, arte em grafite e introdução à animação com tecnologia de ponta e ainda dança em grupo.\r\n\r\n\r\n \r\nAS ORGANIZAÇÕES & INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS NO PROJETO \r\n\r\n· Grupo Cultural Afro Reggae – A ONG mantém duas bases de trabalho cultural nas favelas de Vigário Geral e Cantagalo, onde tem como principal objetivo o desvio de jovens do narcotráfico e subemprego.\r\nwww.afroreggae.org.br\r\n\r\n· Fundação Gol de Letra - Localizado em Niterói, RJ, essa organização partiu de uma parceria entre os tetra campeões mundiais Leonardo e Raí, que vislumbraram a possibilidade de oferecer oportunidades de acesso à educação e à cultura para crianças de baixa renda.\r\ncezarmarques@goldeletra.org.br\r\nwww.goldeletra.org.br\r\n\r\n· Kabum - Localizado nas proximidades da Rodoviária da Grande Rio, essa organização tem como objetivo dar oportunidades a jovens do Rio, onde há baixo índice de desenvolvimento social, através desse núcleo de Arte e Tecnologia, com o aval do designer Gringo Cardia, da diretora de teatro Lúcia Coelho e da atriz Mariza Orth.\r\n\r\n· Task Brasil The Abandoned Street Kids of Brazil Trust - A Casa Jimmy, principal representante da Task Brasil, está situada em Santa Teresa, onde abriga menores abandonados e adolescentes gestantes. Essa organização está engajada na campanha Fome-Zero, projeto desenvolvido pelo governo do atual Presidente da República, Luís Inácio “Lula” da Silva. A Task Brasil tem sua base principal em Londres e foi fundada por Lígia Ferreira da Silva e, no Brasil, recebem o suporte do legendário Jimmy Page e sua esposa Ximena.\r\n\r\ninfo@taskbrasil.org.uk\r\n\r\nwww.taskbrasil.org.uk\r\n \r\n \r\nINFORMAÇÕES ADICIONAIS\r\n \r\n\r\n· O grupo escolar The Dragon School esteve recepcionando convidados para uma Festa de Confraternização, com a participação de alguns artistas nacionais que estiveram se apresentando para os convidados\r\n\r\n· O Canal Futura, através de André Luís Loureiro, esteve cobrindo parte da estada do Grupo no Brasil e também produzindo o programa “Cartas ao Vento”, com as crianças da Dragon School e Fundação Gol de Letra.\r\n\r\nandre@futura.org.br \r\n\r\npaula.lobato@futura.org.br\r\n\r\n· Esse projeto tem o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro através do Prefeito César Maia, e do Consulado Geral Britânico.\r\nContato consular: nadia.nightingale@fco.gov.uk\r\n\r\nA viagem dos jovens da Dragon School incluiu no itinerário, visitas a ONGs, além de palestras sociais. Confira abaixo como foi o cronograma da visita do Dragon School ao Brasil : \r\n \r\n \r\nCRONOGRAMA\r\n\r\n13/ 07 – Terça Feira\r\n17h – Palestra com Cônsul Britânico no Sheraton.\r\n\r\n14/07 – Quarta Feira\r\n10h – Visita a Fundação “Gol de letra” (apresentações de capoeira e dança, atividades físicas, apresentação musical).\r\n\r\n15/07 – Quinta Feira\r\n09:30h – Visita ao Cantagalo (apresentação Afro Circo e Tribo Negra).\r\n\r\n16/07 – Sexta feira\r\n10h – Visita ao SESC Nova Iguaçu (partida de Futebol, esportes variados).\r\n\r\n17/07 – Sábado\r\n08:30h – Visita a Vigário Geral (visita às oficinas de percussão, apresentações dos grupos Afro Lata e Afro Mangue).\r\n\r\n18/07 – Domingo\r\n20h – Conexões Urbanas (Shows MV Bill, Leoni, AfroReggae e Los Hermanos).\r\n\r\n19/07 – Segunda Feira\r\n08h – Palestra com instrutores de CFZ (Clube de Futebol do Zico).\r\n\r\n20/07 – Terça feira\r\n22h – Festa Vila Riso com Show do Los Hermanos e participações especiais de Frejat, Herbert Viana e Leoni.\r\n \r\n \r\nCONTATOS \r\n\r\nQuizumba Kappamaki Produções Artísticas\r\n\r\nTel: (21) 2439-2772 ou pelos e-mails listados abaixo:\r\nMaurício Flores - mauricioflores@quizumba.com.br\r\nMarcelo Reis - marceloreis@quizumba.com.br\r\nSimon Fuller - simon@quizumba.com.br\r\nDaniel Gill - DJMG@dragonschool.org\r\n\r\nAssessoria de Imprensa Grupo Cultural Afro Reggae:\r\nKACO Assessoria de Comunicação\r\n\r\nTels.: (21) 2512-8610 e (21) 3205-4556\r\n\r\nkaco@kaco.com.br \r\n \r\n \r\n \r\nTels: (21) 2512-8610\r\n(21) 3205-4556\r\nFax: (21) 2511-0257\r\n\r\nEmail: kaco@kaco.com.br\r\n \r\nwww.kaco.com.br \r\n\r\nAtualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (42, 1, 'MENSAGENS PARABENIZANDO O AFRO REGGAE', 'O Grupo Cultural Afro Reggae tem recebido inúmeras mensagens parabenizando a instituição pelos 10 anos. Agradecemos a todos que nos escreveram. Seguem algumas: \r\n\r\nA toda a equipe técnica, artística e administrativa do GCAR e, especialmente, a todos os jovens que constróem o trabalho prático e a história de sucesso desse coletivo sócio-cultural: PARABÉNS!\r\nBárbara Santos\r\nCTO-Rio\r\n\r\n\r\nDepois da semana de comemorações pelos 10 anos, fazemos questão de registrar o nosso PARABÉNS por escrito. A São Martinho deseja Força e Coragem ao Afro Reggae para continuar com o seu grande trabalho pelo tempo que for necessário!\r\nUm grande abraço a todos,\r\nMauro\r\nMauro Gaspar FilhoComunicação\r\n\r\n\r\n\r\nAssociação Beneficente São MartinhoNúcleo de Relações Institucionais\r\nRua Morais e Vale, 111 / 5º andar - Lapa\r\n20021-260 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil\r\nTel.: (55 21) 2252.7049 / 2242.2238 Fax: (55 21) 2252.5359\r\nwww.saomartinho.org.br\r\nsaomartinho@saomartinho.org.br \r\n\r\n \r\n\r\n\r\n\r\nDe novo, mil vezes Parabéns meninos queridos.\r\nBeijos a todos e todas\r\nSueli Carneiro\r\n\r\n\r\n\r\n \r\nNão sei como foi para os outros, mas para mim a chuva permitiu que eu lavasse a alma. Lavasse a dor de tantos que perdem tudo... Lavasse o sangue que convivo diariamente lá no morro. Eu pulei, dancei, ri, beijei e abracei igual as minhas ancestrais bruxas faziam em seus rituais... Acredito que a luz tenha acabado por que todas as pessoas que estavam na Lapa ou tentaram, desesperadamente, chegar lá, foram recarregadas. Depois do show da Lapa ficou comigo a certeza de que é possível tanto que vou substituir o discurso da busca da felicidade por É POSSÍVEL..... Agradeço de coração o convite e a possibilidade de ter descoberto que É POSSÍVEL! Beijos\r\nMajor Mirian - MG\r\n\r\n\r\nParabéns Afroregggaes!!!!!!\r\nUm mundo melhor se faz a cada dia. Imaginem só o quanto vocês fizeram para humanidade em 3560 dias.\r\nUm grande abraço\r\nLúcia Xavier\r\n\r\n\r\n \r\n\r\n\r\nAmigos! Certamente um Projeto se torna tão consistente pelas pessoas envolvidas e se estabelece quando a causa é o bem. Parabéns pelo SUCESSO! Saibam que torcemos por vocês e nos sentimos felizes com suas conquistas.\r\nUm forte e carinhoso abraço,\r\nFlávia Francisco Coordenadora Executiva ONG-Parceiros Voluntários Cachoeirinha\r\n\r\n\r\n \r\n\r\n\r\nQue maravilha. "A Luta Continua "\r\nQue o Afro Reggae continue por muitos anos este trabalho tão importante desenvolvido até agora.\r\nAbraços\r\nAndréa Leblon\r\n\r\n\r\n \r\n\r\nDesejo a vocês mais sucesso e parabéns na feliz iniciativa em dar voz e vez aos excluídos. Sou negra e me orgulho disso, de ver negros como eu mostrando\r\nque somos capazes sim!!!!\r\nParabéns!!!!!\r\nFlávia M. Chaves\r\n\r\n\r\n \r\n\r\n\r\n \r\n\r\nCaros(as) amigos(as)\r\nGostaríamos de parabenizar o Grupo Cultural Afroreggae pelos 10 anos de luta a favor da cidadania.\r\nÉ uma honra e um prazer para nós poder chamá-los de parceiros. Vida longa ao GCAR!\r\nSolidariamente.\r\n\r\n\r\nEquipe da ABIA Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA\r\nRua da Candelária, 79/10º andar - Centro - Rio de Janeiro\r\nTel. (21) 2223 1040\r\nSite: www.abiaids.org.br\r\n\r\nO projeto de vocês é muito legal, sigam sempre com essa força.\r\nDeus iluminará a vida de voces.\r\nRobson Oliveira\r\n\r\n\r\n\r\nParabéns 10 Anos GCAR\r\nAinda mais sucesso no futuro!\r\nAbraços e muitos beijos\r\nMonique e todos da fundação Nova Cara.\r\n\r\n\r\n\r\nParabéns pelo trabalho magnífico que vocês têm realizado. Meu coração carioca suburbano, criado ali em Vista Alegre, pertinho de Vigário Geral, bate feliz. Um beijo enorme.\r\nNeila Mendes\r\n\r\n** Atualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (43, 1, 'NEONAZISTAS ATACAM MESTRE DE CAPOEIRA EM BERLIM', 'Neonazistas atacam Mestre de Capoeira em Berlin Na madrugada de sexta para sábado da semana passada, no bairro de Teptrow, um grupo de neonazistas profissionais atacou e tentou matar o Mestre de Capoeira Leo Goncalves e sua companheira Birgitt. O casal saia de uma reunião na casa de amigos, quando teve seu carro interceptado na saída do prédio por um automóvel conduzindo o grupo que impediu a passagem do carro dirigido por Birgitt e avançou sobre os dois.\r\n\r\nÁgil, o baiano Leo saiu do carro e comecou a se atracar com o grupo, que apesar de ser em número de 4 nao conseguia segurar o Mestre. Enquanto a luta se travava na rua, com Leo correndo e se defendendo, Birgitt chamava por socorro e ajuda dos amigos que moram no segundo andar do prédio. A luta demorou uns 10 minutos até que apareceram os amigos de Leo, que armados de pistolas automáticas atiraram nos Neonazistas que fugiram apressados.\r\n\r\nO que mais revoltou aos meus amigos Leo e Birgitt foi a indiferença de pessoas que passavam na hora, das pessoas no ponto de ônibus em frente ao ocorrido e as pessoas num bar-restaurante onde o capoeirista tentou se refugiar e foi expulso lá de dentro e rapidamente as portas fechadas.\r\n\r\n\r\nO que salvou a vida de Mestre Léo foi a sua destreza como capoeirista e sua habilidade em não deixar que os neonazistas o agarrassem. Que é a tática de imobilizacao que eles usam para destruir, esfaquear ou mesmo atirar na vítima indefesa. Léo, nascido em Salvador, está em Berlin há mais de 12 anos. É figura importante na cena artística, cultural, política e social da capital e participa ativamente dos movimentos anti-racistas, anti-nazistase e de proteção aos estrangeiros.\r\n\r\n\r\nCriou a Academia Capitães de Areia onde atrai há vários anos criancas e jovens de todas as nacionalidades para seus projetos de divulgação das artes brasileiras e seus projetos educacionais contra a violência no meio da juventude.\r\n\r\n\r\nSeu Bloco Capitães-de-Areia é um dos destaques do Karneval der Kulturen (Carnaval das Culturas) que faz parte do calendário cultural e artístico do verão berlinense. Seu trabalho é reconhecido por autoridades e por agentes do governo (Senado da Cultura, Senado da Juventude e Esportes, etc) e tem participado com sua Capoeira, seus jovens alunos de importantes eventos oficiais da capital alemã. A última foi a grande festa oficial de fim de ano.\r\n\r\n\r\nNas últimas eleições, em setembro de 2002, o partido NPD (neonazista) pulou de 1% para 4 %. Sendo esse acontecimento escamoteado pelo governo, mas sendo denunciado constantemente pelas organizações que monitoram as atividades e os avanços dos neonazistas na Alemanha. Até um ano atrás rolou uma polêmica no Parlamento, pois grupos e políticos anti-violência da extrema direita estavam entrando com pedido de banimento do NPD.\r\n\r\n\r\nCom os acontecimentos de 11 de setembro nos Estados Unidos, o lance foi habilmente abafado pelo governo e o terrorismo e o islã passaram a ser a "prioridade". Houve manifestações anti-racistas e anti-nazistas posteriormente cobrando o banimento do NPD, cujo slogam era "NEONAZISMO TAMBÉM É TERRORISMO". \r\n\r\n\r\nAté agora a pauta nao voltou ao Parlamento.Com o aumento do desemprego, que fechou o ano com um índice assutador por aqui e com a galopante inflacao que está começando a comer solta, prevê-se novos e constantes ataques de Neonazistas a estrangeiros, principalmente a africanos e negros descendentes.\r\n\r\n\r\nOs grupos monitores-autônomos acusam um aumento de manifestações neonazistas em várias partes do país, nos últimos três meses do ano passado. A serpente venenosa começa novamente a botar a cabeca fora do ovo e tentou morder nosso amigo Mestre Leo e sua companheira Birgitt. Por isso, para nós que estamos aqui, toda atençâo é pouca e devemos ficar super-ligados quando estivermos passando pelas madrugadas de Berlin.\r\n\r\n** Notícia recebida por email para divulgação por Ras Adauto\r\n\r\nRas Adautoras.adauto@berlin.de\r\n\r\n** Atualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (44, 1, 'MATÉRIA DE CAPA DA REVISTA PROGRAMA DO JB', 'Uma batucada social\r\n\r\nLenine, Caetano e MV Bill na festa do Afro Reggae\r\n\r\n\r\nO Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) comemora seus 10 anos com convidados de luxo: Tony Garrido, Fernanda Abreu, Lenine, Caetano Veloso, Falcão, Nega Gizza e MV Bill são alguns dos artistas chamados para animar a festa - que terá shows nos Arcos da Lapa e em Santíssimo, premiação no Teatro João Caetano e debates e eventos no Sesc Tijuca.\r\n\r\n\r\nCriado em 1993, com seu primeiro núcleo implantado em Vigário Geral, o Grupo Cultural Afro Reggae é uma organização não governamental empenhada em dar oportunidades na vida a jovens já envolvidos com o tráfico de drogas ou que estejam muito próximos dele.\r\n\r\n\r\nAtuando sempre em comunidades pobres, o GCAR procura atrair esses adolescentes oferecendo atividades como circo, teatro, dança, esporte e, principalmente, música. Foi de dentro de seus quadros que surgiu a banda que acabou ganhando o nome da instituição, o AfroReggae - que lançou o CD Nova cara em 2001, com faixas como Capa de revista e Iguais sobrepondo iguais. Também participou do Rock in Rio 3, abrindo o festival ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira e fazendo shows numa das tendas do evento. Em sua cola, foram criados no GCAR outros grupos musicais, como o Makala, o Afro Lata e o Afro Samba.\r\n\r\n\r\nApoiado por outras entidades que também desenvolvem ações de cidadania, como o Movimento Viva Rio, pelo prefeitura e por instituições estrangeiras, como a Fundação Ford, o Afro Reggae nasceu do esforço voluntário de pessoas de origem simples, que carregam histórias de vida muito parecidas com as dos próprios meninos e meninas que agora buscam ajudar.\r\n\r\n\r\nHoje em dia, o GCAR mantém quatro núcleos comunitários (em Vigário Geral, Cantagalo, Cidade de Deus e Parada de Lucas) e 13 subgrupos em atividade: oito bandas (entre elas as recém-criadas Afro Mangue e Kitôto, de Vigário), duas trupes de circo, uma de saúde, um coral e um grupo de dança. Existem ainda outros projetos ligados à área da saúde (como a Barraca da Saúde e o informativo Kizumba) e dois programas de rádio (o Afroritmia e o Baticum, ambos na Rádio Viva Rio AM).\r\n\r\n\r\nUma vez por mês, o GCAR promove o Conexões urbanas, evento que tem por anfitriões a banda AfroReggae e o rapper MV Bill, que vem levando às favelas cariocas, há quase dois anos, shows de artistas consagrados da MPB, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Fernanda Abreu, Adriana Calcanhotto e os grupos Skank, Cidade Negra e O Rappa - em apresentações sempre vinculadas a ações sociais para a melhoria de qualidade de vida nas comunidades.\r\n\r\n\r\nDentro das comemorações de 10 anos do grupo, um dos principais eventos é a entrega do prêmio Orilaxé, na próxima terça-feira, no Teatro João Caetano. Personalidades como João Jorge Rodrigues, presidente do grupo cultural Olodum, da Bahia, e artistas como a rapper Nega Gizza serão homenageados. O sociólogo Luiz Eduardo Soares, secretário de Segurança Pública do governo Lula, receberá um prêmio por ter se destacado na área de direitos humanos - e receberá seu troféu das mãos de duas vítimas da violência, o baterista Marcelo Yuka e o percussionista Paulo Negueba.\r\n\r\n\r\nNum show da banda AfroReggae (o nome da banda é escrito numa palavra só; o nome da ONG é que separa o Afro do Reggae) acontece de tudo: há lances de teatro, performances de capoeira, acrobacias, daí vai. No show da próxima sexta-feira, dia 24, vai ter tudo isso e ainda a presença de um convidado de honra, o cantor e compositor Caetano Veloso, que é padrinho da banda (a atriz Regina Casé é a madrinha e o poeta Waly Salomão, recém-empossado secretário nacional do Livro, um dos maiores incentivadores).\r\n\r\n\r\nQuem fundou a trupe foi José Junior, um carioca de 34 anos que no início dos anos 90 produzia festas de reggae e editava um jornalzinho sobre a cultura negra. Desde 1993 Junior está à frente da ONG. Ele conta que a caminhada não foi nada fácil. No começo, a sede do grupo era o seu quarto de dormir. Eles tinham pouco ou nenhum recurso financeiro. Mesmo assim, sempre foram rígidos em suas regras - nunca participaram, por exemplo, de eventos ligados a empresas que comercializam tabaco ou álcool. \'\'Não seria um bom exemplo, já que queremos tirar as drogas da vida dos jovens das favelas\'\', diz Junior.\r\n\r\n\r\nA programação da festa aos 10 anos\r\n\r\n\r\nDia 21, terça-feira - No Teatro João Caetano (Praça Tiradentes, s/nº, Centro, tel.: 2221-0305), a partir das 18h, exposição fotográfica Da favela para o mundo. Às 19h30, lançamento do clipe Me espere, da banda AfroReggae. Às 19h45, espetáculo Circo etéreo. Às 20h10, início da cerimônia do prêmio Orilaxé 2003, com a apresentação dos cantores Tony Garrido (do Cidade Negra) e Fernanda Abreu. Os premiados com o troféu serão: grupo Abayomi (cultura popular); Jongo da Serrinha (tradição afro-brasileira); Nem Pintinha (Afro Reggae); Hip-hop da Gema, da Central Única das Favelas (veículo de comunicação); Zuenir Ventura (jornalismo); Banco de Imagens da Maré/Eliana de Souza (fotografia); Casa de Santa Ana (projeto social); João Jorge Rodrigues, do Olodum (empreendedor social); BNDES/Beatriz Azeredo (responsabilidade social); Luiz Eduardo Soares (direitos humanos); Berimbrown (grupo musical); Nega Gizza (melhor cantora); e Falcão, do Rappa (melhor cantor).\r\n\r\n\r\nDia 22, quarta-feira – Às 15h, no Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca, tel.: 2238-4566), debate O papel dos projetos sociais na transformação da sociedade brasileira, com expositores como Márcia Florêncio (do Grupo Cultural Afro Reggae) e Rubem César Fernandes, do Viva Rio). Às 18h, apresentação de grupos de dança. Às 18h15, performance da Trupe da Saúde, do Afro Reggae. Às 18h35, show da banda Afro Lata.\r\n\r\n\r\nDia 23, quinta-feira – Às 15h, no Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca, tel.: 2238-4566), debate Favela, quilombo do século 21, com expositores como o rapper MV Bill, Écio de Salles (do Grupo Cultural Afro Reggae), Ricardo Henriques (secretário executivo do Ministério da Promoção Social) e Lúcia Petersen (do projeto Célula Urbana, da prefeitura do Rio). Às 18h15, apresentação do coral de idosos da Casa de Santa Ana (Cidade de Deus). Às 18h35, show do Afro Mangue. Às 18h55, performance da Tribo Negra. Às 19h30, show da banda Kitôto. Às 19h50, show do Afro Samba.\r\n\r\n\r\nDia 24, sexta-feira –Às 21h, nos Arcos da Lapa, som ao cargo do DJ Marcelinho da Lua e apresentação geral de Márcio Libar. Às 21h40, show da banda Makala, com participação especial do cantor Lenine. Às 22h30, show da banda AfroReggae, com participação especial de MV Bill. Às 23h45, show de Caetano Veloso (voz e violão).\r\n\r\n\r\nDia 26, domingo – Projeto Conexões urbanas, no campo do Itaquê, na Rua Itaquê, s/nº, em Santíssimo (próximo da Estrada da Posse). Às 9h, animação infantil com Tio Carlos. Às 18h, Big Mix, com o DJ Marlboro. Às 19h30, show de MV Bill. Às 20h30, show da banda AfroReggae. Às 21h30, show de Fernanda Abreu.\r\n\r\n\r\nTexto: Redação da Revista Programa (JB) ');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (45, 1, 'O SHOW DOS ARCOS DA LAPA', 'São 1:19 da manhã de uma quarta-feira em que a chuva castiga bastante a cidade, e quem sabe o estado ou o país. Começo a ficar preocupado, pois na próxima sexta-feira teremos mais um Conexões Urbanas, numa comunidade ansiosa chamada Itaquê. O show seria no domingo passado, mas essa mesma chuva, que não pára de cair, impediu a realização do evento.\r\n\r\nChuva que no dia 21 deste mês, data exata dos 10 Anos do Afro Reggae, caiu de maneira avassaladora na cidade. Nesse dia realizamos a exposição fotográfica dos 10 Anos do GCAR, onde um feliz Ierê (Ferreira) não parava de sorrir, uma vez que há muitos anos ele vem insistindo em montar uma exposição sobre o nosso trabalho. (Taí Ierê, você agora é curador).\r\n \r\nVimos nesse mesmo dia a despedida de 3 garotos do projeto Levantando a Lona. Não poderia ter sido uma despedida melhor. Ratinho, Tiquinho e Maxwell foram contratados, pelo período de um ano, pelo circo americano Universoul. Naquele dia, no Teatro João Caetano, eles fizeram a sua última participação no espetáculo Circo Etéreo. E ainda havia outros 4 jovens, que também fazem parte do Levantando a Lona, e foram indicados pela Vandinha, da Intrépida Trupe, pra fazerem parte do elenco da peça teatral Alice no País das Maravilhas. A peça irá estrear no dia 01/02 nesse mesmo palco.\r\n\r\nAlém de tudo, deu pra perceber que rolava uma certa intimidade dessa molecada com o palco. Os MC´s Tony Garrido e Fernanda Abreu, dois amigos, aliados e parceiros de longa data, foram os apresentadores da quarta edição do Prêmio Orilaxé. Vê-los ali era como dizer: "Quem diria, dois ícones da MPB apresentando o evento de um grupo de loucos e sei lá o quê", isso me remetendo a dez anos atrás.\r\n\r\nHoje, com 34 anos, ainda me sinto com os 23, 24, quando tudo começou – pra falar a verdade, me sinto ainda com 18. Tive o prazer de ficar uma parte do evento deitado atrás do palco, olhando tudo de numa posição desprivilegiada, vendo os nossos erros, o nervosismo e curtindo os momentos anteriores ao embarque dos 3 meninos do Levantando a Lona. Muita gente ficou surpresa, já que em vez de uma das nossas bandas, colocamos o nosso grupo de circo. Por que motivo? Porque as pessoas, quando pensam no Afro Reggae, pensam em batucada? Que bom ter batucada, mas também é muito bom ter o circo, ter o Zuenir arrancando o choro do Altair na entrada do prêmio (na categoria Jornalismo), ou mesmo o Marcelo Yuka, que chegou atrasado por causa da chuva e perdeu o discurso emocionado do Falcão (que recebeu o prêmio na categoria cantor).\r\n\r\nYuka nos presenteou com a sua presença e com a entrega do prêmio, na categoria Direitos Humanos, ao mestre Luiz Eduardo Soares. Yuka me lembra o tempo que tínhamos que saltar do ônibus pela porta de trás pra entrevistar alguma estrela do reggae que estava de passagem pelo Brasil. Ficávamos horas aguardando até conseguirmos algum depoimento para o Afro Reggae Noticias. Passávamos o dia sustentados por uma dieta rotineira de um pastel e um caldo de cana (um pra cada, pra que mais!).\r\n\r\nOs outros dias no SESC Tijuca foram, talvez, os momentos mais importantes dos 10 Anos, uma vez que tivemos vários SubGrupos estreando. Eram 3 bandas e um SubGrupo de Dança mostrando o que as favelas têm como contraponto a todo rótulo que ela sofreu ao longo desses 30 anos de narco-cultura, ou narco-ditadura, ou narco-descaso. Um desses SubGrupos, o Tribo Negra, fez um show que parecia o show da vida deles, e na verdade era. Os meninos tinham uma força tão poderosa, que me remeteram ao início de tudo, quando Vigário só era conhecida pelo terror. A violência com que eles tocavam os seus instrumentos tinha muito a ver com os primeiros gritos de sobrevivência que ecoavam dos instrumentos do Tafaraogi, emprestados para a oficina de percussão do Afro Reggae em Vigário. Altair, Paulo, Cleber, Jacson, Tota, Ninho, Birinha, Coquinho, Luiz, João, Bruno, Eduardo e Bonitinho – eles estavam representados ali.\r\n\r\nSó que os rostos e o sorriso estavam diferentes, eles não tinham o "nosso medo", pois a cultura do pânico fora substituída pela cultura da cultura, pela cultura de verdade, ou da verdade. A nova safra já não tem tantas dúvidas, já chega com uma cara e um visual "meio de artista". Antigamente eu sabia o nome de cada um que dizia fazer parte do Afro Reggae. Agora eu não sei o nome da maioria. Vocês podem não acreditar, mas eu sofro muito com isso.\r\n\r\nTô olhando pela minha janela e percebi que a chuva parou, são 01:52. Ela também parou nos dois dias em que fizemos os eventos no SESC. Nesses dois dias arriscamos a organizar debates, coisa que nunca tínhamos feito. Só chamamos amigos, Titio Rubem, Marcelo Garcia, André Urani, Lu Petersen, Major Miriam, Bill, Ricardo Henriques, Sílvia Ramos, Rosana Heringer e dois peixes do cardume, a Márcia e o Écio.\r\n\r\nNo último dia de comemoração, abriu o maior solzão. Que tranqüilidade! A espaçonave que lembrava o Conexões estava armada, pronta pra decolar com os shows da Makala, AfroReggae, Caetano e as participações de Lenine, MV Bill, Pedro Luis & a Parede, Sandra de Sá, Frejat, Jorge Mautner e Nando Reis. A noite veio chegando e aquele som de terremoto também. As seis e pouco da tarde caiu uma chuva gostosa – “Ih demorou. Logo, logo passa!” Passou mesmo, daqui a pouco a Lapa começa a lotar e chega a hora do Márcio (Libar - apresentador do evento) fazer a sua performance. Ao som de "Assim Falou Zaratrusta" ele entra em cena roubando o palco (pois tudo que ele faz, acaba tomando de assalto, é da personalidade dele).\r\n\r\nChama o Makala, era a quinta estréia desses 10 Anos. No meio do show, o meu celular não pára de tocar. Algumas ligações eu não tinha como atender, até que resolvi atender uma: era o Gerald Thomas me dizendo que em Ipanema estava chovendo muito. Ele me perguntou se iria rolar o show assim mesmo. Eu respondi que sim, pois na Lapa tava tudo tranqüilo e já tinha chovido.\r\n\r\nQuando acabou o show do Makala e entrou a Banda AfroReggae, o som de "terra tremida" abre o bocão e começa a despejar a sua saliva por mais de 4 horas, parando a cidade e trazendo o caos. Essa história começou a rolar por volta de 11 horas da noite. Eu e todos que estavam em cima do palco pensamos: "Já era, acabou o evento". O público resistiu bravamente. Os balões (blinps) dos parceiros rodopiavam, com a força do vento, num balé assustador, pois tinha hora em que os balões davam a impressão de que se chocariam contra o público. Como diz o Jairo Cliff, “o negócio foi punk”.\r\n\r\nA banda AfroReggae incorporou o espírito do lançamento do espetáculo Nova Cara, ocorrido nesta mesma Lapa, em 1998, num evento em que tudo havia dado certo. A chuva, que parecia ter vindo caprichosamente pra atrapalhar, acabou consolidando. Segundo o Márcio Libar, as pessoas que foram embora eram aquelas que fizeram alisamento japonês e chapinha e não queriam desmanchar o penteado, mas o verdadeiro público da Lapa tinha ficado. E ficou mesmo! Ver aquelas pessoas "dançando na chuva", transformando a batucada sagrada em festa, em ritual – e mais uma vez não saindo nenhuma confusão nos nossos eventos – era um momento nirvânico.\r\n\r\nO inacreditável estava acontecendo ali. Parte da cidade sem luz, alagada e as pessoas comemorando e dançando. O penúltimo telefonema que eu recebi foi de uma Paula (Lavigne) e de um Caetano desesperados, não por causa da chuva em si, mas pelo que ela causou. Ele estava preso e não conseguia chegar à Lapa. Estava tudo dando tão certo em vez desse fato ter gerado problema, uma vez que ele era o artista que encerraria a noite, o que aconteceu foi que o público assimilou bem e aplaudiu a ousadia dele em tentar chegar de qualquer forma. Mas, fazer o quê? Olha, que há quatro anos que a gente tenta trazê-lo para as nossas festas de aniversário e, finalmente quando o homem decide vir, acontece um negócio desses. Ou não era pra ele vir ou é pra ele tocar na festa dos onze anos, não sei. Como nem tudo é perfeito, o último telefonema da noite foi da Etiene - aquela menina que tá sempre filmando o Afro Reggae em tudo. Ela estava desesperada porque havia esquecido a câmera dela dentro do táxi, com todas as fitas do show. Vamos torcer pra câmera dela aparecer e as fitas também.\r\n\r\nQueria agradecer de coração a ARTPLAN (Beto, Cristina, Juliana, Roberto e a Roberta Medina), Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio (Ana Maria Maia e o Brunão), Coca Cola (Celso Schavtzer), Conspiração Filmes (Andrucha, Carolina Jabour e ao Tim Maia), Fundação Ford (Denise Dora, Elizabeth Leeds e Sonia Mattos), MPB FM (Meinha), O GLOBO (Mário Rigon), IBISS (Nanko e Alberto), Rede Globo (aos "Luíses" Roberto e Erlanger), Secretaria Municipal de Trabalho e Renda da Prefeitura do Rio (Marcelo Garcia) e o SESC - RJ (Bruno, Dionino, Maria José e a Simone). Gente, até o mês que vem! Dez Anos do Afro Reggae será o ano inteiro.\r\n\r\n\r\nJosé Junior');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (46, 1, 'LENINE FOI NO AFRORITMIA', '** Foto: Divulgação\r\n\r\nCantor, compositor, arranjador, músico e produtor. Essa polivalência atende pelo nome de Lenine. Ele esteve ao vivo no programa AfroRitmia no dia 11 de fevereiro, na rádio Viva Rio, AM 1180 KHZ, conversando sobre sua carreira e muito mais.\r\n\r\n\r\nLenine, que lançou seu último CD em 2002, "Falange Canibal", simultaneamente em dez países, contou um pouco sobre sua carreira, sobre a "Falange Canibal" , que teve participações especiais de diversos artistas brasileiros e estrangeiros de variadas vertentes musicais e ainda tocou duas músicas ao vivo!\r\n\r\n\r\nAproveite para ouvir todas as segundas e terças-feiras, das 15h às 16 horas o programa AfroRitmia. Em breve novos convidados serão entrevistados no programa. Não perca!!\r\n\r\n\r\n\r\nPara mais informações, visite o site oficial de Lenine\r\n\r\nhttp://www.lenine.com.br/ \r\n\r\n** O programa AfroRitmia foi apresentando durante o ano de 2002 na Rádio FM 94 e durante os meses de janeiro até julho de 2003 na Rádio AM Viva Rio (ambas rádios do Rio de Janeiro - RJ)\r\n \r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Foto): Christine Keller ');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (47, 1, 'AFROREGGAE COMEMOROU 10 ANOS', 'José Junior\r\n\r\nFinal da tarde de terça-feira, muita agitação na sede do Grupo Cultural Afro Reggae e no interior do Teatro João Caetano. Em poucos minutos teria início a festa em comemoração aos 10 Anos do grupo. Como acontece desde 2000, o Afro Reggae aproveita a oportunidade para premiar personalidades que de algum modo cumpriram um papel importante – seja através da militância política, artística, social etc. – para a transformação social do país.\r\n\r\nA chuva chegou primeiro e sem convite, mas não conseguiu zoar a festa. Quando os vídeos programados iluminaram a tela – o institucional do grupo e o da música “Me espere”, da Banda AfroReggae, que teve a direção de Sérgio Bernardes e que estava sendo lançado no dia – o teatro já estava cheio. Esse vídeo-clipe foi gravado na Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, durante o Conexões Urbanas que aconteceu lá. Também foram apresentados os vídeos AfroReggae com a Orquestra Sinfônica, tema do Criança Esperança e o filme promocional dos 10 Anos de Afro Reggae, criado pela Artplan (Roberto Vilhena) e dirigido pela Conspiração Filmes (Andrucha Wadington e Carolina Jabour). \r\n\r\nE a galera que encheu o teatro encontrou, já na entrada, a exposição fotográfica “Da favela para o mundo”, contando através de imagens a história do GCAR ao longo dos 10 anos.\r\n\r\nDepois dos vídeos, a Trupe do Levantando a Lona, do projeto do Afro Reggae no Cantagalo, entrou em cena, trazendo trechos do seu recente espetáculo, “Circo Etéreo”, das diretoras Beth Martins, Vanda Jacques (Intrépida Trupe) e Alice Viveiros de Castro. Logo a seguir, Tony Garrido e Fernanda Abreu, apresentadores do evento nesse dia, dão início à premiação, chamando ao palco os agraciados com o Orilaxé 2003 em cada categoria: Cooperativa Abayomi (Cultura Popular); Grupo Cultural Jongo da Serrinha (Tradição Afro-brasileira); Nem Pintinha (Afro Reggae); Hip-Hop da Gema (Veículo de Comunicação); Zuenir Ventura (Jornalismo); Banco de Imagens da Maré (Fotografia); Casa Santa Ana (Projeto Social); Berimbrown (Grupo Musical); Nega Gizza (Cantora); Falcão, d´O Rappa (Cantor); BNDES (Responsabilidade Social); João Jorge, do Olodum (Empreendedor Social); Luiz Eduardo Soares (Direitos Humanos). Para cada premiado, um integrante do Afro Reggae foi responsável pela entrega do prêmio, a não ser no caso de Luiz Eduardo Soares, em que Marcelo Yuca subiu ao palco para fazer a homenagem.\r\n\r\nNo final, todos os integrantes do Afro Reggae foram chamados ao palco, para uma espécie de “parabéns pra você”, junto com público presente. Uma festa completa. Durante o buffet que se seguiu à comemoração, já se comentava a programação dos dias seguintes.\r\n\r\nNa quarta e quinta-feira, as comemorações dos 10 Anos do Afro Reggae aconteceram no Sesc Tijuca. O início do evento nos dois dias foi as 15 horas. Na quarta, com o debate “O papel dos projetos sociais na transformação da sociedade brasileira”. A mesa foi composta por Márcia Florêncio (do Afro Reggae), Rubem César Fernandes (do Viva Rio), André Urani (do Iets) e Léa Silveira Silva (Ceasm); a mediação foi de Rosana Heringer, da Cepia e do Centro de Estudos Afro-Brasileiros/UCAM). A partir das 18 horas, tinha início as apresentações de alguns dos SubGrupos do GCAR.\r\n\r\nPrimeiro, Jairo Cliff e Marcelo Redbull, apresentadores do evento, chamaram o Grupo de Dança do Afro Reggae, formado em Vigário Geral. O grupo ainda não tem um nome definido, mas desde meados de 2002 vem desenvolvendo um trabalho artístico focado na dança afro contemporânea. \r\n\r\nEm seguida, o Afro Lata desceu a mão sobre os seus instrumentos reciclados do que para muitos não passaria de lixo: latões e galões velhos, botijões de gás e até extintores de incêndio. Contudo, nem esses foram capazes de diminuir a temperatura no teatro do Sesc, afinal quem já viu o Afro Lata sabe que, como diz a galera na favela, “o bagulho é doido”. Encerrando este dia, ainda teríamos a estréia do mais novo esquete realizado pela Trupe da Saúde. Iniciando o espetáculo no palco escuro, apenas dois fachos de luz apontados na direção da platéia. Aos poucos, percebe-se que se trata de dois seios enormes. Depois, desfile de moda, dança, músicas populares: a idéia é trabalhar a prevenção ao câncer de mama bem no clima da trupe: com criatividade, descontração, humor e conteúdo, muito conteúdo.\r\n\r\nNa quinta-feira, dia 23, o debate trouxe o tema “Favela: Quilombo do século XXI”. A mesa, formada por Ecio de Salles (GCAR), Lu Petersen (Projeto Célula Urbana Prefeitura do Rio de Janeiro), Major Míriam (PM de Minas), Ricardo Henriques (Iets) e Sílvia Ramos (Cesec/UCAM) como mediadora, não deixou nada a dever ao dia anterior. Além disso, na platéia estavam rappers, presidentes de Associações de Moradores de favelas, dirigentes de ONGs, representantes de fundações internacionais, intelectuais etc. etc. Um público abrangente que participou ativamente do debate, quase invadindo o horário seguinte, que traria outros SubGrupos do Afro Reggae. \r\n\r\nO Coral de Idosos da Casa Santa Ana/Afro Lata abriu os trabalhos com o astral lá em cima; depois, pela primeira vez se apresentando em público, vieram Afro Mangue e Tribo Negra, dois dos mais novos SubGrupos do Afro Reggae em Vigário Geral.\r\n\r\nPela vibração, pela alegria e pela força da performance e do som que tiraram, esse foi o show da vida das caras, realmente contagiante, além de trazer à lembrança os primeiros momentos do trabalho artístico desenvolvido pelo grupo, uma vez que as coreografias do Afro Mangue se inspiraram nas da primeira formação da Banda AfroReggae. Depois, a banda Kitôto trouxe o reggae para a festa.\r\n\r\nFinalmente, o Afro Samba encerra o terceiro dia de comemoração com muito samba no pé. No dia seguinte, na Lapa, teríamos o encerramento da comemoração. Uma coadjuvante inesperada, que parecia querer estragar o espetáculo desde o primeiro dia, acabou consolidando-o ainda mais: a chuva.');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (48, 1, 'AFRO SAMBA NO AFRORITMIA', 'Você gosta de samba? Já imaginou ouvir uma galera jovem tocando o velho e bom samba? Pois é, neste dia 24 de março de 2003, o grupo do Afro Reggae que toca e canta partido alto esteve no AfroRitmia. É o Afro Samba, que marcou presença no programa Afro Ritmia, na Rádio Viva Rio.\r\n\r\nA rapaziada está ensaiando muito e mostrou algumas pérolas do partido alto e também um jongo, já que o grupo também está se especializando neste ritmo tão importante.\r\n\r\n\r\n** O programa AfroRitmia foi apresentando durante o ano de 2002 na Rádio FM 94 e durante os meses de janeiro até julho de 2003 na Rádio AM Viva Rio (ambas rádios do Rio de Janeiro - RJ)\r\n \r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Foto): Christine Keller \r\n\r\n* Assessoria de Imprensa: Aline Kaneco - Tel: (0xx21) 2512-8610');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (49, 1, 'BANDA AFRO REGGAE TOCOU NO TRIO ELÉTRICO EXPRESSO 2222 DE GILBERTO GIL EM SALVADOR', 'A Banda AfroReggae foi convidada pelo cantor, compositor, e Ministro da Cultura, Gilberto Gil, para tocar no carnaval de Salvador, em cima do Trio Elétrico Expresso 2222. A apresentação aconteceu no dia primeiro de março de 2003, sábado de carnaval. \r\n\r\nA Banda AfroReggae fez todo o Circuito Barra/Ondina. O AfroReggae tocou durante quase cinco horas músicas do grupo e de outros artistas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Claudinho e Buchecha, entre muitos outros sucessos. Não faltaram também sambas de escolas como Mangueira e Salgueiro. Por todo o circuito a Banda Afro Reggae foi acompanhada pelo público que cantava e dançava empolgado.\r\n\r\n \r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller \r\n* Assessoria de Imprensa: Aline Kaneco - Tel: (0xx21) 2512-8610 ');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (50, 1, 'AFRO MANGUE SE APRESENTOU NO PROGRAMA DA XUXA', ' Foto: Blad Meneghel\r\n\r\n\r\nO Afro Mangue, um dos subgrupos do Afro Reggae esteve no programa "Xuxa no Mundo da Imaginação", apresentado por Xuxa Meneghel. A galerinha mostrou seu trabalho no programa que foi ao ar na segunda-feira de carnaval, dia 03 de março de 2003. \r\n\r\nA primeira primeira apresentação do Afro Mangue foi no Sesc da Tijuca, no dia 22 de janeiro de 2003, por ocasião de um dos eventos que comemorou os 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae. O Afro Mangue é uma herança do trabalho desenvolvido pelo Afro Lata. Oriundos da mesma região - o trecho da comunidade conhecido como Brasília - os jovens dessa banda começaram ensaiando por conta própria, nos finais de tarde após a aula na escola, primeira primeira apresentação do Afro Mangue foi no Sesc da Tijuca, no dia 22 de janeiro de 2003, por ocasião de um dos eventos que comemorou os 10 anos do Grupo Cultural Afro Reggae.\r\n\r\n\r\nO Afro Mangue é uma herança do trabalho desenvolvido pelo Afro Lata. Oriundos da mesma região - o trecho da comunidade conhecido como Brasília - os jovens dessa banda começaram ensaiando por conta própria, nos finais de tarde após a aula na escola, num local muito próximo ao mangue e ao viaduto que dá acesso/saída a Vigário Geral. Logo a banda se integrou ao projeto do Afro Reggae, possibilitando a sua formatação atual. Assim como o SubGrupo que os inspirou, o Afro Mangue toca em instrumentos não convencionais, reciclados do lixo - latas, galões, pedaços de cabo de vassoura - e seus integrantes têm a idade que os da Afro Lata tinham no início, entre nove e dez anos.\r\n\r\n\r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller \r\n\r\n* Assessoria de Imprensa: Aline Kaneco - Tel: (0xx21) 2512-8610 \r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (51, 1, 'SKANK E AFROREGGAE JUNTOS EM BELO HORIZONTE', '* Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nForça, coragem, determinação. É exatamente nessa trilogia que a banda AfroReggae encontra inspiração para seguir em frente, levantando a bandeira branca pela paz mundial. Com esse lema em punho, o grupo continua sua batalha social e vem conquistando, cada dia mais, vários admiradores de seu trabalho e de sua música. Entre eles, está o grupo mineiro Skank, um dos nomes mais expressivos da música pop nacional. E para celebrar essa admiração mútua, o Skank convidou o AfroReggae para se apresentar no show de encerramento da turnê do CD ao vivo dos mineiros. A apresentação foi um sucesso. \r\n\r\nO show aconteceu no dia 9 de abril, às 20h, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. O AfroReggae levou sua Nova Cara para Minas Gerais. Toda a renda do evento foi revertida em prol do projeto mineiro Cidadãos Planetários do Taquaril, região pobre, social e economicamente, de Belo Horizonte. O projeto nasceu inspirado em jovens empreendedores da favela de Vigário Geral, no Rio de Janeiro. \r\n\r\nNo repertório do show, o grupo de Vigário Geral mostrou uma mistura de sons multiregionais, hip hop, samba, funk, reggae e muito mais... Numa performance ímpar, o AfroReggae agitou o público mineiro com muitas acrobacias, capoeira, dança e, é claro, as batidas marcadas de sua percussão. Músicas do CD Nova Cara como “Me Espere”, “To Bolado”, “Som de VG”, entre outras, com certeza, traduziram toda a emoção, talento e carisma desse grupo - criado pela ONG de mesmo nome, que esse ano completa 10 anos de existência -, e que se tornou um dos maiores exemplos na luta contra a violência. \r\n\r\nO pontapé inicial do projeto foi dado quando o grupo Skank comemorou seus 10 anos no Centro Cultural Afro Reggae, em Vigário Geral, em 2001 e, no ano seguinte, participou da oitava edição do projeto Conexões Urbanas, na favela Vila Vintém, em Padre Miguel, que visa levar a integração social e cultural às favelas cariocas tidas como as mais violentas. O Conexões Urbanas é uma realização do Grupo Cultural Afro Reggae em parceria com a Assessoria Especial de Eventos da Prefeitura do Rio de Janeiro. Inspirados pelo retorno positivo do Conexões por parte da comunidade, e apoiado pela Major Mírian, foi criado, então, o projeto Cidadãos Planetários do Taquaril. O objetivo é construir um Centro de Apoio e Oportunidades para capacitar e educar jovens dessa região.\r\n\r\n\r\n** Atualização Agenda / Tratamento fotos: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (52, 1, 'BANDA AFROREGGAE VISITOU RECIFE', 'No final de novembro de 2002, alguns integrantes da Banda Afro Reggae estiveram em Recife, Pernambuco, para conhecer mais a fundo a riqueza cultural daquele estado que se expressa por diversas vertentes musicais como o maracatu, o frevo, coco, embolada e o Mangue-Beat, entre outros ritmos.\r\n\r\nAndo, vocalista, Altair, percussionista, e José Júnior, diretor artístico da Banda AfroReggae e coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae, estiveram na capital pernambucana pesquisando a fundo os ritmos da terra, já pensando no próximo CD da banda.\r\n\r\nVem novidade por aí. Aguarde!\r\n\r\n* Fotos: Afro Reggae\r\n\r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Fotos): Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (53, 1, 'HOMENAGEM A WALY SALOMÃO', '** Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nOntem (dia 05.05.2003) o Brasil perdeu um de seus maiores poetas. Waly Salomão agora habita a mesma dimensão que outros poetas como Vinícius de Moraes, Tom Jobim e Cazuza. Cazuza aliás, foi um dos parceiros de composições de Waly, assim como Jards Macalé, Lulu Santos, João Bosco, Caetano Veloso, Gilberto Gil e muitos outros que tiveram o privilégio de conviver com o bom humor e alto astral de Waly.\r\n\r\nAlém de poeta, compositor e escritor, ultimamente Waly era Secretário Nacional do Livro e da Leitura, nomeado pelo Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Waly foi um dos diretores do Grupo Cultural Afro Reggae, além de um grande amigo, que sempre participou de inúmeras atividades, inclusive nas comunidades, como Vigário Geral, por exemplo.\r\n\r\nMas, como Waly, não era tristeza, o melhor para relembrar o poeta é rever algumas fotos onde o bom humor e o alto astral dele estão sempre presentes:\r\n \r\n\r\nHomenagem do Fotógrafo Ierê Ferreira a Waly:\r\n\r\nEnquanto escrevia meu relatório, ouvi no rádio o anúncio da morte de um dos maiores poetas e, sem dúvida, o artista mais amigo do nosso grupo: Waly Salomão. Um homem verdadeiro, que nunca guardou seus sentimentos explosivos, seus risos suas loucuras lúcidas, um homem que mudava e não esquecia jamais suas origens, explicitadas em suas escritas.\r\n\r\nPoeta vá em paz e não te esqueceremos nunca, jamais...\r\n\r\nIerê Ferreira \r\n\r\nRio, dia 05 de maio de 2003. \r\n\r\n \r\n* Atualização Agenda e texto: Christine Keller \r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (54, 1, 'BATERISTA DO AFROREGGAE DE CASA NOVA', 'Fernanda Abreu e Cleber no Conexões - Foto: Ierê Ferreira \r\n\r\n\r\n"Mais um músico da banda AfroReggae é contratado para tocar com o grupo O Rappa. Depois de Paulo Negueba, agora é a vez de Cleber Sena, de 19 anos. O baterista do AfroReggae, fã confesso de Marcelo Yuka, é o mais novo integrante do O Rappa e já está na estrada fazendo shows ao lado da banda.\r\n\r\nApesar da pouca idade, Clebinho, como é carinhosamente chamado pelos amigos, é considerado um músico de muito talento e dedicação. Afinal de contas, nomes de peso como Caetano Veloso, Robertinho Silva e o próprio Marcelo Yuka assinam embaixo e apostam que Cleber Sena é um dos mais promissores músicos de sua geração" \r\n\r\n\r\n* Atualização da Agenda: Christine Keller \r\n\r\n* Texto/Assessoria de Imprensa: Kaco Comunicação');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (55, 1, 'CANDELÁRIA 10 ANOS', 'Eles poderiam ter sido tantas coisas... Poderiam mas não foram. Esses oito meninos foram assassinados no vergonhoso episódio da Chacina da Candelária...\r\n** Texto: CEDUS - Centro de Educação Sexual\r\n\r\nVisite o Site: http://www.geocities.com/CollegePark/Field/5602/cedus2.html\r\n\r\n* Atualização Agenda (Texto / Tratamento Foto): Christine Keller\r\n\r\n** Texto e Banner enviados pelo CEDUS para divulgação');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (56, 1, 'MAKALA NA ISTOÉ CIDADANIA', 'Matéria da Revista IstoÉ Cidadania sobre a ida da Makala para a Austrália\r\n\r\nArte\r\n\r\nBatida brasileira \r\n\r\nDois grupos musicais de projetos sociais do Rio de Janeiro e da Bahia estão fazendo australianos, franceses e italianos caírem na dança. Um deles é a banda carioca Makala, do Grupo Cultural Afro Reggae, de Vigário Geral. Convidados a tocar no Fórum Mundial de Juventude, realizado na Austrália no início do mês, os meninos do Makala fizeram bonito e, agora, aguardam confirmação de novos shows no Canadá e na Inglaterra. O outro é a Bandaxé, formada por adolescentes do Projeto Axé, de Salvador, que foram à Europa a convite do governo italiano. Durante um mês, os 35 músicos e dançarinos vão mostrar sua arte na Itália e França\r\n\r\n \r\nFoto: Arquivo Afro Reggae\r\n\r\nTexto: Redação da IstoÉ Cidadania\r\n\r\nAtualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (57, 1, 'BANDA AFROREGGAE NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO', 'A banda AfroReggae será uma das atrações do próximo Domingão do Faustão (01/08). O grupo de Vigário Geral vai tocar duas músicas: \'Conflitos Urbanos\', do álbum Nova Cara, e \'Haiti\', de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Dois grandes sucessos em todos os shows da banda.\r\n \r\nFique ligado, neste domingo, no Domingão do Faustão, após a rodada do Brasileirão.\r\n\r\n** Foto: Ierê Ferreira\r\n \r\n** Atualização da Agenda/Tratamento Foto: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (59, 1, 'JORNADAS CULTURAIS NO CANTAGALO', 'O mês de agosto vai ser agitado no Cantagalo! É que nos dias 6, 7, 13 e 14 vão rolar diversos shows no Espaço Benjamin de Oliveira. E a entrada é franca. Anote aí na sua agenda:\r\n\r\n- Dias 06 e 07 de agosto, às 20 horas, o espetáculo teatral "Na Boca do Morro", com abertura do BAC - Balet Afro Contemporâneo.\r\n\r\n- Dias 13 e 14 de agosto, às 20 horas, show com a Banda "Lado Negro", abertura do Grupo Maculele, Ipiranga de Pastinha.\r\n\r\nComo chegar: Você pode pegar uma Kombi na Rua Sá Ferreira, ao lado do Hotel Ducasse ou na Rua Jangadeiro, 37, ao lado do Colégio Marilia de Dirceu. Ou, chegando na Rua Alberto de Campos, número 12, em Ipanema, é só subir pelo elevador do Espaço Criança Esperança. O Espaço Benjamin de Oliveira fica dentro do Espaço Criança Esperança.\r\n \r\n\r\n* Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (60, 1, 'PROJETO TEMPO LIVRE', '** Foto Divulgação Afro Reggae: Grafiti By Nação Crew e oficineiros das cidades \r\n\r\nO Projeto “Tempo Livre” é uma co-realização do Grupo Cultural Afro Reggae e da UFRJ, com realização do SESC-RJ. A primeira etapa rolou entre os dias 18 e 20 de junho de 2004, nas cidades de Itaguaí e Mangaratiba, estado do Rio, trazendo ambientação de grafite, oficinas de teatro, dança e percussão ministradas pelo Afro Reggae.\r\n\r\nJá o SESC-RJ tem se encarregado das oficinas de folclore e esportes. As oficinas de dança são ministradas uma semana pelo Afro Reggae e outra pela UFRJ. O Projeto Tempo Livre vai passar ainda por diversas cidades do estado do Rio.\r\n \r\nConfira as datas e locais das próximas oficinas:\r\n\r\n\r\nRelação das Oficinas por Grupo de Municípios:\r\n \r\n\r\nCachoeiras de Macacu: 03-04-05/09/04: \r\n\r\nDia 04 : OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO - 09:00 e 14:00. \r\n\r\nDia 05 : OFICINAS DE PERCUSSÃO E TEATRO - 09:00 \r\n\r\n \r\nSão José de Ubá 10-11-12/09/04\r\n\r\nPercussão/Dança(GCAR)/Esporte/Saúde/Voluntário\r\n\r\n \r\nNilópolis/São João de Meriti 17-18-19/09/04\r\n\r\nNilópolis – Esporte/Saúde\r\n\r\nSão João de Meriti – Percussão/Voluntário/ Dança(GCAR)/Grafite\r\n\r\nMiracema 24-25-26/09/04\r\n\r\nPercussão/Dança(GCAR)/Folclore/Esporte/ Voluntário/Saúde/Grafite\r\n\r\nPorciúncula 22-23-24/10/04\r\n\r\nPercussão/Dança(UFRJ)/Teatro/Folclore/Voluntariado/Saúde/Esporte/Grafite.\r\n\r\nParaíba do Sul 26-27-28/11/04 \r\n\r\nPercussão/Dança(GCAR)/Esporte/Saúde/Voluntário Teatro \r\n\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (61, 1, 'SEMINÁRIO NACIONAL DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA', 'A SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA: AÇÕES AFIRMATIVAS PARA AVANÇAR NA EQÜIDADE\r\n\r\nBRASÍLIA – 18 A 20 DE AGOSTO DE 2004 \r\n\r\nRealização: Ministério da Saúde – MS\r\n\r\nSecretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR/PR\r\n\r\nParcerias:\r\n\r\nConselho Nacional de Saúde\r\nConselho Nacional de Secretários de Saúde – CONASS\r\nConselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde – CONASEMS\r\n\r\nApoios institucionais:\r\n\r\nMinistério de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido – DFID/UK\r\nOrganização Pan-Americana de Saúde – OPAS\r\nONU – UNIFEM \r\n\r\nJustificativa:\r\n \r\nO avanço inegável da instituição da saúde como direito de todos(as) e dever do Estado, inscrito no art. 196 da Constituição Federal, que garante o acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde, não tem assegurado o mesmo nível, qualidade de atenção e perfil de saúde quando se considera o recorte racial, em detrimento da população negra. \r\n\r\nA forte associação entre a pobreza e população negra está expressa em diversos indicadores, sejam estes econômicos, educacionais ou de saúde, que atestam as desigualdades raciais nestas áreas. A tese, amplamente difundida, de que a eliminação da pobreza resolve também a iniqüidade relacionada à população negra, vem sendo paulatinamente derrubada por pesquisas recentes, posto que desconsidera o racismo enquanto fator estruturante das relações sociais no Brasil; é mister se agregar ao princípio da universalidade o de eqüidade, conforme instituído pelo Sistema Único de Saúde.\r\n\r\nA instituição do campo saúde da população negra se faz a partir da constatação de que as relações sociais no Brasil são marcadas pelo racismo, fato encoberto pela ideologia da democracia racial, mas, cabalmente, demonstrado pelos indicadores de saúde que retratam de forma expressiva as desigualdades raciais em saúde, quer se trate do modo como se lidam com as doenças associadas a determinantes raciais/étnicos; da discriminação na assistência ou do perfil epidemiológico marcado pela precocidade dos óbitos. Qualquer que seja o ângulo de aproximação com a realidade, as desigualdades são nítidas e gritantes.\r\nEm que pese a inexistência de uma política de pesquisa e de informação para conhecimento, avaliação e monitoramento/acompanhamento das especificidades em saúde da população negra, nos últimos anos, vários estudos sobre realidades locais ou regionais, ou baseados em dados secundários, vêm sinalizando a persistência das iniqüidades na situação de saúde dessa população. Alguns exemplos significativos servem para fundamentar a necessidade de uma vigorosa política de atenção à saúde para a população negra: \r\n\r\n· A pesquisadora Estela Cunha (Jornal da Rede, RedeSaúde, março 2001) apontou que, entre 1980 e 2000 a diferença relativa entre os níveis de mortalidade infantil de negros e brancos menores de um ano, passou de 21% para 40%, praticamente dobrando a disparidade.\r\n\r\n· Em 2000 a taxa de mortalidade das mulheres pretas de 10 a 49 anos, por complicações da gravidez, parto e puerpério foi 2,9 vezes maior que a apresentada para as mulheres brancas. Estudo de Alaerte Martins (Jornal da Rede, Rede Saúde, março 2001) mostrou que, no estado do Paraná, o risco relativo de morte materna é 7,4 vezes maior para as pretas. É urgente que se façam pesquisas similares nos demais estados. \r\n\r\n· Mulheres negras têm menos chances de passar por consultas ginecológicas completas, consultas de pré-natal e de fazer exames ginecológicos no período pós-parto. Pesquisa da Fiocruz e da Prefeitura do Rio de Janeiro (divulgada na Folha de São Paulo, 26/5/2003) evidenciou que naquele município 5,1% das gestantes brancas atendidas em maternidades públicas no período de 1999-2001 não receberam anestesia no parto normal, para as negras isto ocorreu em 11,1% dos casos. Enquanto 30% das gestantes brancas não foram informadas sobre os sinais de parto, entre as negras essa percentagem foi de 37,5%. \r\n\r\n· Pesquisa de Doutorado de Maria Inês Barbosa (USP,1998) verificou que 69,5% dos óbitos dos homens negros ocorrem até 54 anos, para uma proporção de 45,1% entre os homens brancos.\r\n\r\n· Em 2000 a taxa de mortalidade dos homens pretos de 10 a 64 anos por causas externas foi 2 vezes maior que a apresentada para os homens brancos, conforme apontou pesquisa de doutorado de Luis E. Batista (UNESP, 2002).\r\nA 12a Conferência Nacional de Saúde, realizada em dezembro de 2003, debruçou-se sobre a questão da desigualdade social – geradora dos fortes índices de pobreza e exclusão – e apontou, de modo claro e inequívoco, entre outros fatores de manutenção dessa situação de iniqüidade, as desigualdades de origem étnico-raciais. Em razão disso, aprovou várias deliberações visando a inclusão do recorte raça-cor na operacionalização da política nacional de saúde. \r\n\r\nAlém disso, coerente com a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial proposta pelo Governo Lula (Decreto n. 4886, 20/11/2003), o Ministério da Saúde, ao desenhar o Plano Nacional de Saúde, considerou o recorte raça-cor. Para isso, a parceria com a Secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), além de contribuir ativamente nas discussões e organizações do trabalho, também agregou a consultoria de pesquisadoras e pesquisadores em saúde da população negra. \r\n\r\nPartindo da premissa de que há necessidade de ações dirigidas à população negra, em obediência ao art. 7º da Lei 8080/90, e ao princípio VII que preconiza a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, alocação de recursos e orientação programática, e coerente com as orientações definidas pela 12a Conferência Nacional de Saúde, o Plano Nacional de Saúde (PNS) estabelece diretrizes e metas específicas e diferenciadas para a população negra, buscando reduzir ou eliminar as desigualdades impostas pelo racismo no campo da saúde.\r\n\r\nA realização do Seminário Nacional de Saúde da População Negra tem um papel estratégico na inserção do componente raça-cor como instrumento de identificação de prioridades de ações, programas e políticas públicas para a população negra. \r\n\r\nNeste sentido, debater a inclusão do recorte racial na política de saúde, nos aspectos relacionados a organização e desenvolvimento institucional e suas variantes nos programas do MS, das SES e SMS, deve ser o principal objeto deste seminário.\r\n\r\nObjetivo geral:\r\n\r\n\r\nPropor e sistematizar estratégias de gestão e atenção para implementação e acompanhamento das questões relativas à saúde da população negra no PNS, visando a promoção da equidade racial.\r\n\r\nObjetivos específicos:\r\n\r\n1. Articular e sensibilizar os gestores das três esferas do SUS para a importância da incorporação do quesito raça/cor em todos os componentes da política de saúde; \r\n\r\n2. Apresentar um balanço das experiências de governo, pontuando os desafios a superar para a implantação e implementação do recorte racial na política de saúde;\r\n\r\n3. Socializar experiências da sociedade civil organizada relativas à saúde da população negra, que subsidiem a operacionalização das diretrizes do PNS;\r\n\r\n4. Debater e propor estratégias para implementar e monitorar as metas previstas no PNS, visando a promoção da equidade racial. \r\n\r\nPúblico:\r\n\r\nCerca de 250 pessoas convidadas, sendo 2/3 delas técnicos e gestores de saúde (das três esferas de governo), e cerca de 1/3 composto por pessoas vinculadas à pesquisa sobre saúde da população negra, entidades representativas, outros organismos de governo e da sociedade civil. \r\n\r\nMetodologia do Seminário: \r\n\r\nVisando garantir os objetivos propostos para o Seminário, serão combinados vários métodos, tais como painéis, salas de conversa, discussões em grupo e sessão de posteres.\r\n\r\nOs painéis servirão para a apresentação de subsídios técnico-políticos, repassando de forma organizada informações necessárias ao debate, que se dará principalmente nas discussões em grupo, momento em que os participantes serão instigados a contribuir com sugestões e propostas para a implementação do recorte raça-cor no Plano Nacional de Saúde.\r\n\r\nTambém para aportar novos conhecimentos e propiciar intercâmbio entre os participantes, haverá a sessão chamada salas de conversa, em que entidades previamente convidadas (do governo e da sociedade civil) apresentarão suas experiências de atuação em tópicos relacionados à saúde da população negra. \r\nPara complementar as informações sobre as ações de governo na saúde, que incidem sobre a população negra, está prevista a elaboração de posteres.\r\n\r\nAlém disso, está prevista uma sessão solene, com a participação dos principais gestores responsáveis pela implementação da política nacional de saúde, na qual buscaremos estabelecer compromissos claros com a saúde da população negra.\r\n\r\n \r\nProgramação Proposta: \r\n\r\nDia 18/08 (quarta)\r\n\r\n08h30 – 10h00 – Momento inicial\r\n\r\n- Recepção e Boas Vindas aos participantes – Dra Maria Inês Barbosa (SEPPIR – Secretária Adjunta) e Dr. Valcler Rangel Fernandes (MS – Subsecretário de Planejamento e Orçamento)\r\n\r\n- Apresentação do Programa de trabalho e informações básicas de funcionamento – Dr. José Marmo da Silva (Secretário Executivo do Seminário)\r\n\r\n- Dinâmica de apresentação e integração dos participantes – Dr. Paulo Sergio de Carvalho (MS – Assessor do Secretário Executivo)\r\n\r\n10h00 – 10h15 – Intervalo – café\r\n\r\n10h15 – 12h00 – Primeiro Painel: Referências para o avanço da eqüidade na atenção à saúde da população negra\r\n\r\n- A Promoção da Igualdade Racial como Prioridade de Governo – Dra. Maria Inês Barbosa (SEPPIR – Secretária-Adjunta)\r\n\r\n- Breve retrospectiva (1995-2004) da atuação do MS na Saúde da População Negra – Dr. Paulo Sergio de Carvalho (MS – Coordenador do Comitê Técnico de Saúde da Pop. Negra)\r\n\r\n- A elaboração da Política Nacional de Saúde na perspectiva da promoção de igualdade racial – Dr. Valcler Rangel Fernandes (MS – Subsecretário de Planejamento e Orçamento)\r\n\r\n12h00 – 12h30 – Atividade Cultural\r\n\r\n12h30 – 14h00 – Almoço\r\n\r\n14h00 – 16h00 – Segundo Painel: As informações sobre a saúde da população negra e a necessidade de novas estratégias na política nacional de saúde \r\n\r\n- Evidências apontadas pelo Projeto “Situação de Saúde da População Negra Brasileira e Recomendações para Políticas, Ações e Programas” – Dr. Deo Costa Ramos (FUNASA – CTSPN) e Dra. Fernanda Lopes (Coordenadora da Pesquisa)\r\n\r\n- Situação atual e perspectivas da produção de informações e conhecimentos sobre a saúde da população negra – Dr. Nilo Bretas (DATASUS – Coordenador de Gestão e Informação) e Dra. Elisabeth Carmen Duarte (SVS – Diretora do Departamento de Análise Situação da Saúde)\r\n\r\n16h00 – 17h00 – Sessão de Abertura dos Posteres: Ações de governo na Saúde que incidem sobre a saúde da população negra\r\n\r\n17h00 – 17h30 – Intervalo com lanche\r\n\r\n17h30 – 19h00 – Solenidade de Compromissos – falas de autoridades\r\n\r\n- Compromissos do CONASEMS – Dr. Luiz Odorico Monteiro de Andrade \r\n\r\n- Compromissos do CONASS – Dr. Gilson Cantarino O´Dwyer \r\n\r\n- Compromissos do Conselho Nacional de Saúde – Representante do CNS \r\n\r\n- A PNPIR – Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial – Ministra Matilde Ribeiro \r\n\r\n- A 12a Conferência Nacional de Saúde e a Saúde da População Negra – Ministro Humberto Costa\r\n\r\n- Posse da Comissão Técnica de Saúde da População Negra\r\n\r\n18h30 – 20h30 – Atividade cultural: Show musical \r\n\r\nDia 19/08 (quinta)\r\n\r\n8h30 – 10h30 – Quarto Painel: O recorte raça-cor no Plano Nacional de Saúde e as ações de governo já definidas\r\n\r\n- Os marcos orientadores para a elaboração do Plano Nacional de Saúde e as formulações já elaboradas – Dr. Luiz Antonio Nolasco de Freitas (MS – Subsecretário de Planejamento e Orçamento Adjunto)\r\n\r\n- As ações de governo na saúde que mais incidem na saúde da população negra – Dr. Gastão Wagner (MS – Secretário Executivo) \r\n\r\n10h30 – 11h45 – Salas de Conversa: Experiências relevantes em Saúde da População Negra \r\nSala 1 – Tema: Anemia Falciforme\r\n\r\n- Representante da SES/RJ\r\n\r\n- Associação de Anemia Falciforme de São Paulo\r\nSala 2 – Tema: Implantação do Quesito Cor nas Políticas Públicas\r\n\r\n- Representante da SMS/São Paulo\r\n\r\n- Representante da SES/SP-Coordenação de DST/Aids\r\n\r\n- CEERT\r\n\r\nSala 3 – Tema: Saúde e Religiões de Matriz Africana\r\n\r\n- Projeto Ato Ire/Centro de Cultura Negra do Maranhão\r\n\r\n- Projeto Candomblé, Saúde Axé – Oséas Santana/BA \r\n\r\nSala 4 – Tema: Saúde da Mulher Negra\r\n\r\n- Projeto Mulheres Multiplicadoras/ ACMUN – Porto Alegre)\r\n\r\n- Grupo Criola\r\n\r\n11h45 – 13h00 – Salas de Conversa: Experiências relevantes em Saúde da População Negra \r\n\r\nSala 5 – Tema: Violência e sistema prisional\r\n\r\n- Rede Gandhi de Cultura da Paz - CONASEMS\r\n\r\n- Experiência do atendimento na saúde prisional de São Paulo\r\n\r\n- Coordenação de Saúde da População Prisional - MS\r\n\r\nSala 6 – Tema: População Quilombola\r\n\r\n- Ação da FUNASA\r\n\r\n- Ação da FIOCRUZ \r\n\r\n- UFG/CEROF – Saúde oftalmológica dos Kalungas\r\n\r\n- CONAQ\r\n\r\nSala 7 – Tema: Saúde Mental\r\n\r\n- Amma Psiquê e Negritude(Maria Lucia/SP) \r\n\r\n- Instituto Ori-Aperê(Marco Antonio Guimarães/RJ)\r\n\r\n13h00 – 14h30 – Almoço\r\n\r\n14h30 – 16h30 – Grupos de trabalho\r\n\r\n16h30 – 17h00 – Intervalo com lanche\r\n\r\n17h00 – 19h00 – Grupos de trabalho\r\n\r\n19h00 – 20h00 – Atividade cultural \r\n\r\nDia 20/08 (sexta-feira)\r\n\r\n9h00 – 11h00 – Grupos de trabalho (síntese)\r\n\r\n11h00 – 12h30 – Sistematização dos relatórios (pelos coordenadores e relatores de grupo) + \r\n \r\nSessão de Posteres (As políticas do MS)\r\n\r\n12h30 – 14h00 – Almoço\r\n\r\n14h00 – 16h00 – Plenária final \r\n\r\n- Apresentação de um relatório-síntese do trabalho dos grupos\r\n\r\n- Leitura da Agenda de Compromissos com a Saúde da População Negra\r\n\r\n- Encerramento\r\n\r\n** Informações: E-mail: seminariosaudepopnegra@saude.gov.br / Fax: (61) 315-3207\r\nPara mais informações e esclarecimentos, falar com José Marmo: (61) 315-2782 – marmo@saude.gov.br\r\n\r\n** Texto enviado por José Marmo para divulgação');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (62, 1, 'PROJETO FAVELA RIO DE JANEIRO', 'De 12 a 24 de julho/2004\r\n\r\n· No mês de julho de 2004, um grupo de 46 crianças, entre meninos e meninas, com idades entre 10 e 13 anos, da escola Inglesa The Dragon School, situada em Oxford, esteve visitando as favelas do Rio de Janeiro para um intercâmbio sócio-cultural com as crianças apoiadas por ONGs locais, com o intuito de aprimorar a qualidade de vida desses jovens que encontram-se sob o risco da pobreza, drogas e armas de fogo.\r\n\r\n· Elas estiveram acompanhadas por oito instrutores da escola, por seus irmãos e irmãs, com idade entre 4 e 19 anos, além dos pais de 15 dessas crianças, num total de 86 pessoas\r\n\r\n· Nossa meta foi a de integrar as crianças em um número de projetos colaborativos para que elas pudessem descobrir as possibilidades de exceder as barreiras culturais e da linguagem.\r\n\r\n· Essa não é primeira vez que o projeto é colocado em prática, tendo como Soweto, na África do Sul e Calcutá, na Índia os locais pioneiros, onde as ligações entre a Escola e as Organizações locais envolvidas existem há mais de 10 anos.\r\n\r\n· Nosso trabalho teve a parceria de três diferentes organizações brasileiras e uma inglesa. Essas organizações usam métodos variados para encorajar as crianças a seguir em busca de sua educação e a dizer NÃO às drogas e a violência.\r\n\r\n· Esportes, música, lazer, arte e dança, esses são alguns dos programas que têm tido maior sucesso, atingindo todos os objetivos dessas organizações .\r\n\r\n· Entre as atividades praticadas nesse intercâmbio, podemos citar o futebol, que foi criado pelos ingleses e aprimorado pelos brasileiros, o voleibol, onde o time brasileiro ocupa o topo do ranking e é o atual Campeão Mundial, e ainda o basquetebol; performance musical, atividades circenses e capoeira, pintura e restauração de murais, arte em grafite e introdução à animação com tecnologia de ponta e ainda dança em grupo.\r\n\r\n \r\nAS ORGANIZAÇÕES & INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS NO PROJETO\r\n\r\n· Grupo Cultural Afro Reggae – A ONG mantém duas bases de trabalho cultural nas favelas de Vigário Geral e Cantagalo, onde tem como principal objetivo o desvio de jovens do narcotráfico e subemprego.\r\nwww.afroreggae.org.br\r\n\r\n· Fundação Gol de Letra - Localizado em Niterói, RJ, essa organização partiu de uma parceria entre os tetra campeões mundiais Leonardo e Raí, que vislumbraram a possibilidade de oferecer oportunidades de acesso à educação e à cultura para crianças de baixa renda.\r\ncezarmarques@goldeletra.org.br\r\nwww.goldeletra.org.br\r\n\r\n· Kabum - Localizado nas proximidades da Rodoviária da Grande Rio, essa organização tem como objetivo dar oportunidades a jovens do Rio, onde há baixo índice de desenvolvimento social, através desse núcleo de Arte e Tecnologia, com o aval do designer Gringo Cardia, da diretora de teatro Lúcia Coelho e da atriz Mariza Orth.\r\n\r\n· Task Brasil The Abandoned Street Kids of Brazil Trust - A Casa Jimmy, principal representante da Task Brasil, está situada em Santa Teresa, onde abriga menores abandonados e adolescentes gestantes. Essa organização está engajada na campanha Fome-Zero, projeto desenvolvido pelo governo do atual Presidente da República, Luís Inácio “Lula” da Silva. A Task Brasil tem sua base principal em Londres e foi fundada por Lígia Ferreira da Silva e, no Brasil, recebem o suporte do legendário Jimmy Page e sua esposa Ximena.\r\ninfo@taskbrasil.org.uk\r\nwww.taskbrasil.org.uk\r\n \r\n \r\nINFORMAÇÕES ADICIONAIS \r\n \r\n\r\n· O grupo escolar The Dragon School esteve recepcionando convidados para uma Festa de Confraternização, com a participação de alguns artistas nacionais que estiveramo se apresentando para os convidados\r\n\r\n· O Canal Futura, através de André Luís Loureiro, esteve cobrindo parte da estada do Grupo no Brasil e também produzindo o programa “Cartas ao Vento”, com as crianças da Dragon School e Fundação Gol de Letra.\r\nandre@futura.org.br \r\npaula.lobato@futura.org.br\r\n\r\n· Esse projeto tem o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro através do Prefeito César Maia, e do Consulado Geral Britânico.\r\nContato consular: nadia.nightingale@fco.gov.uk\r\n\r\nA viagem dos jovens da Dragon School inclui no itinerário, visitas a ONGs, além de palestras sociais. Confira abaixo: \r\n \r\n \r\nCRONOGRAMA \r\n\r\n13/ 07 – Terça Feira\r\n17h – Palestra com Cônsul Britânico no Sheraton.\r\n\r\n14/07 – Quarta Feira\r\n10h – Visita a Fundação “Gol de letra” (apresentações de capoeira e dança, atividades físicas, apresentação musical).\r\n\r\n15/07 – Quinta Feira\r\n09:30h – Visita ao Cantagalo (apresentação Afro Circo e Tribo Negra).\r\n\r\n16/07 – Sexta feira\r\n10h – Visita ao SESC Nova Iguaçu (partida de Futebol, esportes variados).\r\n\r\n17/07 – Sábado\r\n08:30h – Visita a Vigário Geral (visita às oficinas de percussão, apresentações dos grupos Afro Lata e Afro Mangue).\r\n\r\n18/07 – Domingo\r\n20h – Conexões Urbanas (Shows MV Bill, Leoni, AfroReggae e Los Hermanos).\r\n\r\n19/07 – Segunda Feira\r\n08h – Palestra com instrutores de CFZ (Clube de Futebol do Zico).\r\n\r\n20/07 – Terça feira\r\n22h – Festa Vila Riso com Show do Los Hermanos e participações especiais de Frejat, Herbert Viana e Leoni.\r\n \r\n \r\nCONTATOS \r\n\r\nQuizumba Kappamaki Produções Artísticas\r\nTel: (21) 2439-2772 ou pelos e-mails listados abaixo:\r\nMaurício Flores - mauricioflores@quizumba.com.br\r\nMarcelo Reis - marceloreis@quizumba.com.br\r\nSimon Fuller - simon@quizumba.com.br\r\nDaniel Gill - DJMG@dragonschool.org\r\n\r\nAssessoria de Imprensa Grupo Cultural Afro Reggae:\r\nKACO Assessoria de Comunicação\r\nTels.: (21) 2512-8610 e (21) 3205-4556\r\nkaco@kaco.com.br \r\n \r\n \r\n \r\n Tels: (21) 2512-8610\r\n(21) 3205-4556\r\nFax: (21) 2511-0257\r\nEmail: kaco@kaco.com.br\r\n \r\n www.kaco.com.br \r\nAtualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (63, 1, 'ESPECIAL TVE - GAIAKU LUIZA - FORÇA E MAGIA DOS VODUNS', 'ESPECIAL TVE\r\n\r\nTodos os sábados e domingos, às 19 horas\r\n\r\nGaiaku Luiza - Força e Magia dos Voduns');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (64, 1, 'KITOTO ABRIU O SHOW DO CIDADE NEGRA...', 'No dia 08 de maio de 2004, a banda de reggae Kitôto – um dos projetos do Grupo Cultural Afro Reggae -, esquentou as areias de Copacabana no projeto Pão Music. O grupo, nascido em Vigário Geral é formado por jovens da comunidade, e abriu o show do Cidade Negra. \r\n\r\n \r\n\r\nNo repertório da apresentação, o Kitôto, formado por Lecão (vocais e guitarra); Mucato (contra baixo); Luciano Barbosa (bateria); Luciano da Silva (percussão) e Junior (percussão) colocou todo mundo para dançar ao som de temas instrumentais, composições próprias como “Reggae Kitôto” e “Ser Feliz”, além de homenagear grandes artistas da nossa música como Gilberto Gil e o grupo Paralamas do Sucesso.\r\n\r\n \r\n\r\n“Nós ensaiamos praticamente todos os dias. Apesar da responsabilidade de abrir para o Cidade, ficamos felizes e seguros de que iria ser bem bacana”, afirmou Lecão. O show do Kitôto contou, ainda, com as participações especiais de LG, Jairo Cliff e Joel Ribeiro, vocalista, baixista e guitarrista da banda AfroReggae, respectivamente.\r\n\r\n \r\n\r\nSe liga: o som reggaeano do Kitôto ainda vai dar o que falar...\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (65, 1, 'O POETA INVADIU AS ESTRELAS...', 'Há exatamente uma ano, no dia 5 de maio de 2003, o Brasil perdia um de seus maiores poetas. Waly Salomão passava a habitar a mesma dimensão que outros poetas como Vinícius de Moraes, Tom Jobim e Cazuza. Cazuza aliás, foi um dos parceiros de composições de Waly, assim como Jards Macalé, Lulu Santos, João Bosco, Caetano Veloso, Gilberto Gil e muitos outros que tiveram o privilégio de conviver com o bom humor e alto astral de Waly.\r\n\r\nAlém de poeta, compositor e escritor, Waly teve como um de seus últimos cargos, o de Secretário Nacional do Livro e da Leitura, nomeado pelo Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Waly foi um dos diretores do Grupo Cultural Afro Reggae, além de um grande amigo, que sempre participou de inúmeras atividades, inclusive nas comunidades, como Vigário Geral, por exemplo.\r\n\r\nSua obra permanece, cada vez mais viva e lúcida, retratando seu jeito irreverente e muito pessoal de ver o mundo em que vivemos. Enquanto isso, o poeta está a brincar com as palavras em outras dimensões, por certo alegrando e enchendo de luz cada canto por onde passa, com seus versos, seu sorriso e seu jeito alegre de ser...\r\n\r\n\r\n** Texto - Atualização Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (66, 1, 'JOSE JUNIOR AUTOGRAFOU', 'Depois de lançar o livro "Da Favela para o Mundo" no Rio, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e Brasília, José Junior autografou a obra no dia 03 de março de 2004, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.\r\n\r\n"Da Favela para o Mundo" conta a trajetória do Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR), mostrando como surgiu a Ong, os projetos e algumas histórias, focalizando os momentos vividos por pessoas que passaram e das que ainda estão no Afro Reggae. Diversas fotos ilustram a obra escrita po José Junior, coordenador executivo da instituição e um dos fundadores do GCAR.\r\n\r\nÀ tarde, José Junior e a galera da Banda AfroReggae levaram um papo com as comunidades do Alto Vera Cruz.\r\n\r\n ** Atualização do Site: Christine Keller \r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (67, 1, 'O PALHAÇO EM CAMPANHA', ' Foto: Divulgação do Teatro de Anônimo\r\n\r\nComo você já sabe, agora em agosto, o Grupo Cultural Afro Reggae e o Teatro de Anônimo estão dando início a uma longa parceria que está levando mais cultura, emoção e muito riso a comunidades carentes, espaços independentes voltados à cultura, e a praças públicas da cidade.\r\n\r\nO início desta parceria está sendo com a apresentação de ‘O Pregoeiro’, interpretado por Márcio Libar, onde o artista tenta consolidar a idéia do palhaço como instaurador do mundo com uma visão ímpar, como aquele que diz as verdades, que faz rir, da sua própria condição de estupidez e pieguice. Aquele que provoca, que comove, que faz a festa. Um espetáculo que fala de ser famoso e anônimo, da perda, do amor, da solidariedade, e da fé na transformação, e aproveita para homenagear a todos aqueles que serviram de referência. \r\n\r\nAs próximas apresentações de ‘O Pregoeiro’ rolam nos dias 4 e 5 de setembro no Cantagalo (Rio de Janeiro).\r\n\r\nAinda em setembro, para comemorar o Dia da Independência, acontecerá a Parada da Lapa, que vai comemorar a data com um grande desfile de artistas, banda e tudo mais que for de direito, na Rua do Lavradio, na Lapa.\r\n\r\nTodas as quintas e sextas feiras dos meses de setembro e outubro, as apresentações de ‘O Pregoeiro’ acontecerão no Teatro do Anônimo, na Fundição Progresso.\r\n\r\nOs espetáculos do Teatro do Anônimo sempre estiveram ligados ao espírito das festas, brincadeiras e jogos populares. Surgiu no início dos anos 80, no auge de uma generosa revolução que criou artistas sociais. O que o Teatro do Anônimo transmite é uma – digamos - desconcertante sinceridade. Sinceridade esta, que dá sentido a carreira que se explica na evolução da própria linguagem dos espetáculos, e cujo repertório compõe um discurso de muita clareza e autenticidade.\r\n\r\nTambém em outubro, dando continuidade a parceria, acontecerão as Noites de Gala, onde espetáculos internacionais, precedidos sempre de atrações e números nacionais, serão realizados em teatros independentes. Serão duas noites: na primeira, haverá uma apresentação de teatro, com os melhores e mais importantes grupos e companhias. Na segunda noite, os chamados Mestres do Riso (artistas como Chico Anísio e Agildo Ribeiro, entre outros), vão falar da arte de fazer rir.\r\n\r\nE para finalizar o circuito, pelo menos por enquanto, haverá a quarta edição do projeto Anjos do Picadeiro, um encontro internacional de Palhaços que reúne artistas de circo e rua, e se realiza, bienalmente, no Brasil, sendo considerado um dos mais importantes do gênero na América Latina. Atentos para as vertentes políticas, artísticas e sociais, os ‘anjos’ irão promover um Fórum Internacional dos Trabalhadores das Artes Circences e Itinerantes, nos dias 6 e 7 de dezembro, falando de segmentos políticos. Entre os dias 8 e 12 de dezembro o tema será sobre os segmentos sociais (a ser realizado nas favelas), e artísticos (na Fundição Progresso).\r\n\r\nLembre-se: artistas que se articulam formando uma rede de solidariedade, apoiados nas suas verdades fundamentais, atingem seus objetivos e realizam seus sonhos através da arte de fazer rir.\r\n\r\n\r\nPalhaço em Campanha\r\n\r\nTEMPORADA ‘O PREGOEIRO’\r\n\r\n04 e 05 de setembro – Cantagalo – Anfiteatro Benjamim de Oliveira – 20h\r\nC\r\n\r\n10, 16, 17, 23, 24 e 30 de setembro – Fundição Progresso.\r\n\r\n01, 07, 08, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de outubro – Fundição Progresso.\r\n\r\n\r\nPARADA DA LAPA\r\n\r\n07 de setembro – Rua do Lavradio – Lapa – Horário ainda a definir, aguarde mais informações nesse site ou consulte a Assessoria de Imprensa.\r\n\r\nPara mais informações sobre estes eventos, ligue para:\r\n\r\nKaco Assessoria de Comunicação\r\nTels: (21) 2512-8610/ 3205-4556\r\nFax: 2511-0257 \r\nAline Kaneco - Cel: (21) 9989-8267\r\nFabiana Rodrigues - Cel: (21) 8133-2042\r\nFernando Amorim - Cel: (21) 9388-5636\r\nEmail: kaco@kaco.com.br\r\nSite: www.kaco.com.br\r\n\r\n SITE DO TEATRO DE ANÔNIMO : http://www.teatrodeanonimo.com.br/espetaculos/pregoeiro.asp\r\n\r\n** Atualização do Site/Tratamento Foto: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (70, 1, 'MILITAR NA RUA NÃO DÁ CERTO, DIZ LÍDER DE ONG', 'José Júnior, do Afro Reggae: para ele, o problema da segurança exige união entre poder público, sociedade civil, empresas e mídia. Foto: Divulgação\r\n\r\nMATÉRIA DO JORNAL FOLHA DE S.PAULO DE 02.05.2004\r\n\r\n\r\nCIDADANIA\r\n\r\nJosé Júnior, coordenador do Grupo Cultural Afro Reggae, afirma que emprego é a melhor arma contra o tráfico\r\n \r\n\r\n\r\nLUIZ FERNANDO VIANNA\r\nDA SUCURSAL DO RIO\r\n\r\nPor trás de grande parte das intervenções socioculturais feitas em favelas cariocas está o Grupo Cultural Afro Reggae. E por trás da ONG (organização não-governamental) criada há 11 anos está José Júnior, 36.\r\n\r\nEmpreendedor compulsivo, que projeta na fala rápida sua ansiedade, Júnior não precisou de diploma para se afirmar como uma das lideranças dos movimentos sociais do Rio. Tem trânsito com políticos de todas as tendências, artistas idem e socialites. Seu maior orgulho é ter conseguido evitar que centenas de jovens se rendessem ao tráfico de drogas.\r\n\r\nCentralizador assumido, supervisiona todas as atividades da ONG. A mais famosa delas é a banda AfroReggae, que, acompanhada pelo padrinho Caetano Veloso, tocou neste mês no Carnegie Hall, em Nova York.\r\n\r\nNo exterior, o nome Afro Reggae está cada vez mais conhecido. Em julho, por exemplo, chega ao Rio um grupo de 80 jovens da Dragon School, da elite britânica, para conhecer o trabalho da ONG nas favelas cariocas. Na entrevista a seguir, ele comenta a guerra na Rocinha (favela em São Conrado, na zona sul), critica a volta do Exército às ruas e elogia Anthony Garotinho, secretário de Segurança Pública do Estado do Rio e ex-governador.\r\n\r\n \r\n\r\nFolha - Como você viu a volta da violência à Rocinha, com a guerra pelo controle do tráfico?\r\n\r\nJosé Júnior - A Rocinha tinha o tráfico mais bem armado, mas não tinha cultura de guerra. Foi por isso que a facção rival conseguiu entrar e fazer aquele estrago. Segundo o que eu sei, morreu até mais gente do que foi dito.\r\nTalvez a Rocinha tenha sido a última favela romântica, da extinta Falange Vermelha. No sentido de que tinha uma ação assistencialista, bandidos amados. Não existe mais bandido amado. Nós fizemos um trabalho lá durante um ano, em 2001, e vimos que era uma favela atípica. Foi a primeira favela a ter banco. Até agora, era a menos conturbada das favelas.\r\n\r\nFolha - Como enfrentar o tráfico sem ser pela repressão policial?\r\n\r\nJosé Júnior - O problema é que ninguém gera mais emprego que o tráfico em subúrbios e favelas. Tem sempre vaga, porque há muitas mortes e prisões.\r\nDesde que a gente criou o Afro Reggae, há 11 anos, eu ouço que o que resolve é educação. Mas hoje eu acho que o que resolve é emprego. Não posso chegar para um cara de 38 anos e dizer que ele precisa voltar a estudar para trabalhar. A educação, infelizmente, ficou em segundo plano.\r\nMuita gente vai para o tráfico porque tem fome. Há uma ilusão de que os caras do tráfico ganham muito. Mas tem muita gente ganhando R$ 100, R$ 150. É um grande erro chamar esses caras de traficantes. Eles são só vendedores de drogas. Já teve gerente de boca-de-fumo pedindo emprego para mim por R$ 450.\r\n\r\n\r\nFolha - O Exército deverá novamente atuar nas ruas do Rio. É uma boa medida?\r\n\r\nJosé Júnior - A Operação Rio, que aconteceu há dez anos, é a prova de que não dá certo. Quem vai para a rua é o recruta, o praça, o soldado. Esses garotos não estão preparados para isso. E, para piorar, eles moram todos em comunidades. Ou seja, ainda ficam em situação de risco.\r\n\r\n\r\nFolha - Ofertas de emprego dependem de crescimento econômico. Não há ações de emergência?\r\n\r\nJosé Júnior - Eu só vejo geração de renda. O que leva o indivíduo para a criminalidade é a falta de perspectiva. Quando aparece um negro na TV, ou um nordestino, ou um mestiço, o que você vê? Ele está preso, chorando, reclamando que o barraco desabou.\r\nMas já quando você vê o Jonathan Haagensen [do filme "Cidade de Deus"]) é outra coisa. Ele é modelo, desfilou em Paris, e é negro e oriundo do Vidigal. Quando você vê o Heraldo Pereira apresentando o "Jornal Nacional", é importante. O MV Bill, quando fica 40 minutos no "Faustão" sem prostituir sua ideologia, é muito importante. Essa entrada na mídia é fundamental. No país todo, quando encontro gente do tráfico, pergunto quais são os ídolos deles, e a resposta é: Elias Maluco, Fernandinho Beira-Mar, Osama Bin Laden.\r\n\r\n\r\nFolha - Você apóia as ações que a polícia tem feito nas favelas? O que achou da imagem de um corpo sendo carregando num carrinho de mão pela Rocinha?\r\n\r\nJosé Júnior - Diante de arbitrariedades que a polícia normalmente comete no Brasil, como mostramos no clipe da música "Tô Bolado", o carrinho não é nada. Mataram um cara, o cara está com o corpo duro, desceram no carrinho. É uma foto de impacto, claro, mas tem coisas piores.\r\nMuita gente não vai concordar comigo, mas a polícia tem melhorado com o Garotinho. Eu acho que, hoje, o policial tem medo. Pode ser populismo, mas ele bate muito na polícia. Eu nunca tinha visto um secretário fazer isso. Nunca se exonerou tanto nem se contratou tanto. Só que o governo não vai resolver o problema só focando em segurança pública. O que é necessária é a união das quatro esferas de poder: o poder público, a sociedade civil, as empresas privadas e a mídia. O Viva Rio [ONG] é um produto desses quatro poderes.\r\n\r\n\r\nFolha - Excetuando o poder público, o que as outras esferas que você citou podem fazer?\r\n\r\nJosé Júnior - Por que os empresários não abrem mão de um pouquinho do que ganham? Será que a classe artística não poderia dar 1% de seus cachês? A Firjan [Federação das Indústrias do Rio de Janeiro] criou o Núcleo de Responsabilidade Social, está com vontade de dialogar. A Fecomércio [Federação do Comércio do Rio de Janeiro], idem. Quem imaginaria há 15 anos que a Rede Globo daria R$ 10 milhões em mídia para o Afro Reggae? Ou teria uma negra protagonizando uma novela? As coisas estão mudando. Se a moda é construir muros, nós temos que construir pontes.\r\n\r\nAtualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (71, 1, 'CONEXÕES URBANAS XXXI TRAZ CIDADE NEGRA', 'A última sexta-feira do mês de agosto promete ser um agito só. Afinal de contas, a 31ª edição do projeto Conexões Urbanas, uma parceria do Grupo Cultural Afro Reggae e da Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur, vai rolar no dia 27, em Santa Cruz. A diversão está garantida com a apresentação da trupe do Afro Circo, shows do Kitôto, Tambolêle, Pur’Amizade, MV Bill, AfroReggae e do convidado da noite, o grupo Cidade Negra.\r\n \r\n\r\nA diversão começa cedo, às 16:30h, com as brincadeiras e atividades do Tio Carlos. A banda Kitôto (nascida em Vigário Geral e um dos projetos musicais do Grupo Cultural Afro Reggae) entra em cena para fazer todo mundo dançar ao som de musícas como “Cidade Tropical”, “Ser Feliz” e “Vamos Fugir”, entre outras. Na seqüência, diretamente de BH, sobe ao palco o grupo percussivo Tambolêle com seus ritmos afro-mineiros, para apresentar canções de seu mais recente CD, Kianda. Para quem curte um bom pagode, vem chegando no pedaço o grupo Pur’Amizade, da Rocinha, com canções de seu CD homônimo como “Tô na Boa”, “Dor e Ilusão” e “Contos de Amor”. Em seguida, o rapper MV Bill mais uma vez pede passagem para levantar a bandeira da paz ao som de sucessos de seu CD Declaração de Guerra. \r\n \r\n\r\nMisturando dança, teatro, percussão e uma energia ímpar, a banda AfroReggae chega para elevar, ainda mais, a adrenalina do público. A performance do grupo é de tirar o fôlego e vai fazer todo mundo pular e cantar ao som de “Capa de Revista”, “Tô Bolado”, “Me Espere” e das versões de “Que País é Este?” (Legião Urbana), “Haiti” (Caetano Veloso e Gilberto Gil) e “Mosca na Sopa” (Raul Seixas). \r\n\r\n \r\nNuma noite como essa, cheia de muita música boa, o final da festa tinha que ser com muita vibração positiva. E ninguém melhor do que o Cidade Negra para isso. O grupo chega para cantar sucessos de carreira e também músicas do CD Acústico MTV como “Firmamento” e “O Erê”.\r\n\r\n \r\nFala sério!!!! O Conexões Urbanas XXXI abusou do direito de ser irado!! Portanto, se você está a fim de muita energia, prepare-se para encarar uma noite e tanto. \r\n\r\n\r\nO projeto Conexões Urbanas é uma realização do Grupo Cultural Afro Reggae em parceira com a Prefeitura do Rio/Riotur.\r\n\r\nApoio: Baticum, Centro de Apoio Comunitário do Cesarão, CUFA (Central Única das Favelas) \r\n\r\nPromoção: FM O Dia e MPB FM.\r\n\r\nO projeto Conexões Urbanas teve início em 2001 e já levou música, atividades recreativas e cultura para as comunidades do Morro da Formiga, Vila Cruzeiro, Complexo do Alemão, Vila Vintém, Cidade de Deus, Furquim Mendes, Vila Kennedy, Vila Aliança, Conjunto Liberdade/Santa Cruz, Bateau Mouche/Jacarepaguá, Palmerinha/Honório Gurgel, Jardim Campo Belo/Campo Grande, Praça do Cocotá/Ilha do Governador, Vila dos Pinheiros/Complexo da Maré, Campo do Vera/Jardim América, Campo do Itaquê/Santíssimo, Cidade de Deus, Campo do Cícero/Vila Vintém, Campo do Ordem/ Vila Cruzeiro, Campo do Bandeirantes/Antares, Campo do Vira-Copo/Cesarão, Campo do Sargento/Complexo do Alemão, Praça do INSS/Bangu, Campo Rubens Vaz/Nova Holanda, Comunidade Marcílio Dias/ Kelson e Campo do Relâmpago/ Acari. \r\n\r\nCONEXÕES URBANAS XXXI\r\nDia 27 de agosto (sexta-feira), a partir das 16:30h, com Tio Carlos\r\n\r\nShows com Afro Circo, Kitôto, Tambolêle, Pur’Amizade, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\nLocal: Campo do Vira-Copo, Conjunto Cesarão (Avenida Cesário de Mello, na altura do no. 13.855) – Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ\r\n\r\nEntrada Franca\r\n \r\nAssessoria de Imprensa: Kaco Assessoria de Comunicação\r\n\r\nAtualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (72, 1, 'ESSE SÁBADO TEM AFRO LATA NO CENTRAL DO SOM', 'Nesse sábado, dia 21 de agosto, você confere mais uma edição do evento "Central do Som", com muita música urbana, brasileira, carioca... Você já sabe, a Central do Som rola todos os sábados no "Dito & Feito".\r\n\r\nE nesse sábado quem vai agitar a parada é o Afro Lata, DJ Plínio Profeta e DJ Mosca.\r\n\r\nEntão, se liga nessa!! Anote aí:\r\n\r\nLOCAL: DITO & FEITO\r\nENDEREÇO: Rua do Mercado, 21 - Pça XV - Rio de Janeiro - RJ\r\nHORÁRIO: 23 horas\r\nINFORMAÇÕES: (0XX21) 2509.1407\r\n\r\n Assessoria de Imprensa: Kaco Assessoria de Comunicação\r\nAtualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (76, 1, 'AFROREGGAE NO BAÚ DO RAUL', '** Foto: Ierê Ferreira. Na foto Jairo Cliff e Ando, respectivamente baixista e vocalista da Banda AfroReggae.\r\n\r\n\r\nNa próxima terça-feira, dia 31 de agosto de 2004, a Banda AfroReggae vai participar do "Baú do Raul", na Fundição Progresso. O projeto é uma homenagem ao eterno compositor e cantor Raul Seixas. A Banda AfroReggae, especialmente convidada para participar dessa empreitada, irá mostrar uma releitura da música "Mosca na Sopa", de Raulzito (como o artista é carinhosamente chamado no meio musical e por seus fãs). O AfroReggae fez um arranjo especial para relembrar o "Maluco Beleza".\r\n\r\nE ai, quer conferir? Então dê uma passadinha na Fundição Progresso, no dia 31 de agosto, a partir das 21 horas. O endereço da Fundição Progresso é Rua dos Arcos da Lapa, nº 24 - Lapa, Rio de Janeiro.\r\n\r\nPara mais informações sobre este evento, ligue para:\r\n\r\nKaco Assessoria de Comunicação\r\nTels: (21) 2512-8610/ 3205-4556\r\nFax: 2511-0257 \r\nAline Kaneco - Cel: (21) 9989-8267\r\nFabiana Rodrigues - Cel: (21) 8133-2042\r\nFernando Amorim - Cel: (21) 9388-5636\r\nEmail: kaco@kaco.com.br\r\nSite: www.kaco.com.br\r\n\r\n\r\n** Atualização do Site (Texto/Foto): Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (77, 1, 'PROJETO JUVENTUDE E POLÍCIA', 'Na foto, Tony Garrido (Cidade Negra) e Jairo Cliff (baixista do AfroReggae), no Conexões Urbanas do Cesarão, agosto de 2004. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nDATA: 13 a 17 de SETEMBRO DE 2004\r\n\r\nSEGUNDA-FEIRA – 13 DE SETEMBRO\r\n\r\n34º BATALHÃO \r\n\r\n14:00 – APRESENTAÇÃO DO AFRO CIRCO\r\n14:40 AS 16:40 – OFICINA DE CIRCO\r\n\r\nSHOW \r\n\r\n19:00 – APRESENTADOR \r\n19:10 – OFICINA DE PERCUSSÃO DO 22 BPM\r\n19:15 – NUC\r\n19:45 – TAMBOLÊLE\r\n20:15 – AFROREGGAE COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE TONI GARRIDO\r\n\r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 - OFICINA DE PERCUSSÃO PARA POLICIAIS NO 22º BATALHÃO\r\n14:00 AS 16:00 - OFICINA DE IMAGEM /TV- PARA POLICIAIS NO 22º BATALHÃO\r\n\r\n\r\nTERÇA-FEIRA – 14 DE SETEMBRO\r\n\r\n34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE CIRCO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE IMAGEM /TV\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE TEATRO\r\n16:15 AS 18:15 - OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n\r\nQUARTA-FEIRA – 15 DE SETEMBRO\r\n\r\n34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE CIRCO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE IMAGEM E TV\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE TEATRO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n\r\nQUINTA-FEIRA – 16 DE SETEMBRO\r\n\r\n34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE IMAGEM E TV\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE IMAGEM E TV\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE TEATRO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n\r\nSEXTA-FEIRA – 17 DE SETEMBRO\r\n\r\n34º BATALHÃO\r\n\r\n10:30 - APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DA SEMANA. \r\n\r\nOFICINA DE CIRCO\r\nOFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n15:00 - APRESENTAÇÃO INTEGRANDO AS OFICINAS DE TEATRO E \r\nPERCUSSÃO – ESQUETE CONJUNTO');
INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (77, 2, '', '');
INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (79, 1, 'MENSAGEM DA FASE - AJUDA', 'Recebemos esta mensagem através da FASE e gostaríamos de divulgá-la. \r\n\r\n\r\nPrezados amigos e amigas,\r\n\r\n\r\nDesde o último sábado, o Projeto Final vem passando uma situação muito dificil. Parte da obra que estava sendo executada no projeto desabou sobre a casa de duas famílias. Felizmente, não houve nenhum ferido com gravidade mas as famílias ficaram sem suas residências e estão sendo acolhidas pelo próprio projeto. Além de abrigá-los o Projeto Final Feliz também está cuidando da alimentação das duas famílias. A situação é bem difícil e o principal desafio é devolver as famílias as suas moradas.\r\n\r\nPedimos a solidariedade de todos e de todas para a mobilização de pessoas que se disponham a contribuir de alguma forma, eles estão precisando de:\r\n\r\n- roupas\r\n- alimentos\r\n- roupa de cama\r\n- mobiliários\r\n- tijolos\r\n- cimento\r\n\r\nQuem tiver como ajudar pode entrar em contato direto com o projeto pelo número (0XX-21)30120984, falar com Ricardo e/ou Moreno.\r\n\r\nObrigada,\r\n\r\n\r\nCleia - Fase ');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (81, 1, 'AFRO REGGAE PRESENTE NO SPA JOÃO CURVO', ' Foto: Afro Lata, por Ierê Ferreira.\r\n\r\nNo próximo dia 08 de setembro o Afro Reggae fará diversas atividades no SPA do Dr. João Curvo. Você poderá conferir toda a programação no Hotel Hotel Porto Bello, em Mangaratiba, estado do Rio. \r\n\r\nA partir das 15:30 rola uma aula de Dança Afro com Raphael Rodriguez. Às 17 horas é a vez do Afro Lata esquentar a galera, mostrando o som que eles são capazes de tirar em "instrumentos" feitos de latas e outros materiais recicláveis.\r\n\r\nE se depois da apresentação do Afro Lata, você ficar instigado a aprender um pouco da arte percussiva, então aproveite para entrar na Oficina de Ritmo, às 17:30. \r\n\r\nO Hotel Portobello fica em Mangaratiba, cerca de 105 Km da cidade do Rio de Janeiro, entre as praias da Ilha Grande, as enseadas da Baía de Angra dos Reis e as montanhas da Serra do Mar.\r\n\r\nPara saber mais sobre o trabalho e o SPA do Dr. João Curvo, visite o site:\r\n\r\nhttp://www.spashop.com.br/spas/rj/joaocurvo.htm\r\n\r\n\r\n** Texto/ tratamento fotos: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (83, 1, 'IKO PORAN NO SUPER TUDO', 'Neste Sábado (04.09.2004) às 19:00 horas na TV Educativa (Cultura) será exibida uma matéria sobre IKO PORAN no programa Super Tudo. A matéria foi filmada enquanto conduzimos um “Community Tour” para um casal de Ingleses e quatro voluntárias internacionais. É uma ótima oportunidade para se comprovar como os visitantes interagem e mudam a percepção da cidade. \r\n\r\nNão percam!!! Super Tudo - Sábado às 19:00 horas - TV Educativa \r\n\r\n \r\n- Veja fotos de Jocelyn Kern, voluntária Americana, ensinando Hip-Hop na organização parceira "Grupo Cultural Afro Reggae"\r\n\r\n\r\n\r\n- Tour Comunitário Iko Poran é noticia de capa do Jornal Panrotas, o maior jornal turístico do país. Leia a matéria\r\n\r\n\r\n\r\n- Tour Comunitário Iko Poran é notícia na Revista do Turismo do mês de Julho. Leia o artigo em:\r\n\r\n\r\nWebsite\r\n\r\n\r\nRevista\r\n\r\n\r\nPara conhecer mais sobre a Iko Poran, visite o site da Iko Poran\r\n\r\n O texto é parte do Boletim 6 da Iko Poran e nos foi enviado pela Instituição por email para divulgação\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (84, 1, 'MORRE EM LOS ANGELES O PRODUTOR TOM CAPONE', 'Na última quinta-feira, dia 2 de setembro de 2004, o produtor e músico Tom Capone faleceu em Los Angeles, Estados Unidos, vítima de um acidente de moto. O produtor dirigia uma Harley Davidson Fatboy que alugou para dar uma volta na cidade, que colidiu contra um carro Dodge Néon. Na direção estava uma jovem de 23 anos. O acidente aconteceu num cruzamento de Ventura Boulevard, avenida no bairro de Van Nuys, em Los Angeles. A polícia norte-americana investiga as causas do acidente.\r\n\r\nCapone viajou aos EUA para participar da festa de premiação do Grammy Latino. O produtor concorreu em cinco indicações para a quinta edição do Grammy Latino, sendo a pessoa com o maior número de indicações em 2004 e também o brasileiro que obteve o maior número de indicações na história do prêmio da edição latina do Grammy. \r\n\r\nNa festa que aconteceu em Los Angeles na quarta-feira, dia primeiro de setembro, no Shrine Auditorium, dois discos produzidos por ele: "Maria Rita" e "Cosmotron", do Skank, ganharam prêmios. Tom Capone era diretor artístico da gravadora Warner no Brasil. Capone era casado com a cantora e tecladista Constança Scofield, e deixa um filho de um mês chamado Bento.\r\n\r\n** Atualização do site');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (85, 1, 'ESPETÁCULO "O PREGOEIRO" SERÁ ADIADO', ' Foto: Divulgação do Teatro de Anônimo\r\n\r\nAs sessões do espetáculo "O Pregoeiro", que aconteceriam no Anfiteatro Benjamin de Oliveira, no Morro do Cantagalo, nos dias 4 e 5 de setembro de 2004 foram adiadas. O motivo é ocupação da Polícia Militar nos principais acessos aos morros do Cantagalo, em Ipanema, e do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana. \r\n\r\nA ocupação acontece porque na madrugada desta sexta-feira (3 de setembro), alguns traficantes, de uma facção rival a que domina o Complexo do Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, tentaram invadir o morro. A partir dessa tentativa aconteceu um intenso tiroteio durante toda a madrugada. Algumas ruas de Ipanema como a Barão da Torre, Teixeira de Melo, Jangadeiros e Nascimento e Silva, chegaram a ficar fechadas. \r\n\r\n\r\nPor conta destes acontecimentos, o Grupo Cultural Afro Reggae decidiu suspender as atividades que desenvolve no núcleo do Cantagalo duurante toda a sexta-feira, dia 3, e adiar as apresentações de "O Pregoeiro", que aconteceriam no final de semana.\r\n\r\nAssim que a situação se normalizar, o espetáculo será encenado e estaremos disponibilizando aqui no site as novas datas para que você possa conferir "O Pregoeiro".\r\n \r\nPara mais informações sobre estes eventos, ligue para:\r\n\r\nKaco Assessoria de Comunicação\r\nTels: (21) 2512-8610/ 3205-4556\r\nFax: 2511-0257 \r\nAline Kaneco - Cel: (21) 9989-8267\r\nFabiana Rodrigues - Cel: (21) 8133-2042\r\nFernando Amorim - Cel: (21) 9388-5636\r\nEmail: kaco@kaco.com.br\r\nSite: www.kaco.com.br\r\n\r\n Conheça o site do Teatro de Anônimo\r\n \r\n\r\n** Atualização do Site/Texto e Tratamento Foto: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (86, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE: GILBERTO GIL LEVA SHOW ELETRACÚSTICO PARA O CANECÃO', 'Depois do grande sucesso em São Paulo, no próximo final de semana Gilberto Gil traz seu show Eletracústico para o Rio. \r\n\r\nNesse novo trabalho, Gil vem com um "trabalho fortemente marcado pelo diálogo entre percussão acústica (surdo, pandeiro, timbau e berimbau) e percussão eletrônica (máquina de ritmo, samplers e osciladores). A cozinha, a base - pela conversa entre violão, banjo, bandolim, acordeão, teclado e vozes, com seus sons naturais ou processados por midi eletrônico. No centro, o violão eletro-acústico de Gil, seu canto ferino, seu canto felino e um repertório histórico", descreve a assessoria de imprensa de Gil.\r\n\r\nAnote aí:\r\n\r\nGILBERTO GIL ELETRO-ACÚSTICO\r\nLOCAL: Canecão\r\nDATAS: 10, 11 e 12 de setembro de 2004\r\nEndereço:Av. Wenceslau Bras, s/nº - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ\r\n\r\n** Na foto Gilberto Gil no Conexões Urbanas da Maré - 2003 - Foto de Ierê Ferreira\r\n\r\n Atualização Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (88, 1, 'PROJETO JUVENTUDE E POLÍCIA', '**Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nA relação entre a polícia e os jovens, sobretudo os jovens das favelas e das periferias das grandes cidades, quase sempre são baseadas em estereótipos, de parte a parte. Falar de polícia chega a ser um tema tabu para alguns jovens. Da mesma forma, raramente policiais têm a oportunidade de conhecer e se relacionar com jovens fora do contexto criminal. O objetivo do Projeto Juventude e Polícia, que vem acontecendo desde o início de agosto em Belo Horizonte, é exatamente diminuir estas barreiras, através de apresentações musicais e oficinas culturais de percussão, vídeo, circo e teatro. A iniciativa pretende estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura dos jovens. \r\n\r\nUma experiência pioneira no Brasil, o projeto é coordenado pelo Grupo Cultural Afro Reggae e pelo CESeC, em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais e o Programa Fica Vivo, através da Secretaria de Defesa Social. \r\n\r\nPara comemorar o sucesso do Projeto Juventude e Polícia, no próximo dia 13 de setembro será realizado um show com as bandas Tambolelê e AfroReggae, que vai contar com participação especial de Toni Garrido, do grupo de reggae Cidade Negra, a partir das 19:30h no 34° Batalhão da Polícia Militar de Belo Horizonte. \r\n\r\nA ação, que começou com um piloto de quatro etapas em batalhões de Belo Horizonte, vai resultar em um documentário, uma exposição de fotos e um livro, que poderão servir de modelo para iniciativas semelhantes. Juventude e Polícia pretende motivar uma discussão nacional sobre o tema, e estimular lideranças culturais e policiais de outras regiões do país a desenvolverem novas experiências.\r\n\r\nConfira abaixo a programação da última semana do projeto:\r\n\r\n\r\nSEGUNDA-FEIRA – 13 DE SETEMBRO - 34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 – APRESENTAÇÃO DO AFRO CIRCO\r\n14:40 AS 16:40 – OFICINA DE CIRCO\r\n\r\n\r\nSHOW\r\n\r\n19:00 – APRESENTADOR\r\n\r\n19:10 – OFICINA DE PERCUSSÃO DO 22° BPM\r\n\r\n19:15 – NUC\r\n\r\n19:45 – TAMBOLÊLE\r\n\r\n20:15 – AFROREGGAE COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE TONI GARRIDO\r\n\r\n \r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 - OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n16:00 ÀS 18:00 – OFICINA DE VÍDEO\r\n14:00 AS 16:00 - OFICINA DE TEATRO\r\nTERÇA-FEIRA – 14 DE SETEMBRO - 34º BATALHÃO\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE CIRCO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n \r\n\r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n10:00 ÀS 13:00 – RESULTADO DA OFICINA DE IMAGEM DO MÊS ANTERIOR\r\n\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE TEATRO\r\n16:00 ÀS 18:00 – OFICINA DE VIDEO\r\n16:15 AS 18:15 – MONTAGEM DE UM NUMERO JUNTANDO AS 2 OFICINAS\r\n \r\n\r\nQUARTA-FEIRA – 15 DE SETEMBRO - 34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE CIRCO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n \r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE TEATRO\r\n16:00 AS 18:00 - OFICINA DE VIDEO\r\n16:15 AS 18:15 – MONTAGEM DE UM NÚMERO JUNTANDO AS DUAS OFICINAS\r\n \r\n\r\nQUINTA-FEIRA – 16 DE SETEMBRO - 34º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE CIRCO\r\n16:15 AS 18:15 – OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n \r\n22º BATALHÃO\r\n\r\n14:00 ÀS 16:00 - OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n14:00 AS 16:00 – OFICINA DE TEATRO\r\n16:15 AS 18:15 – MONTAGEM DE UM NUMERO JUNTANDO AS DUAS OFICINAS\r\n \r\n\r\nSEXTA-FEIRA – 17 DE SETEMBRO - 34º BATALHÃO\r\n\r\n10:30 - APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DA SEMANA\r\n- OFICINA DE CIRCO\r\n- OFICINA DE PERCUSSÃO\r\n\r\n Quem são nossos parceiros:\r\n\r\nAfro Reggae\r\n\r\nO Grupo Cultural Afro Reggae é uma organização fundada no Rio de Janeiro, em 1993, que tem como missão oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas de modo que eles construam suas cidadanias e escapem do caminho do narcotráfico e do subemprego. O Afro Reggae criou, ao longo de sua existência, uma banda profissional e grupos de música, teatro, circo e dança, além de uma escola de informática. Através da arte e da cultura o grupo desenvolveu uma larga experiência em trabalhar com jovens e crianças de baixa renda e uma linguagem que atinge jovens de diversas classes sociais.\r\n\r\n \r\nCESeC\r\n\r\nO Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes desenvolve projetos e pesquisas aplicadas sobre polícia, justiça e sistema penitenciário. O CESeC tem como missão contribuir para a modernização e a democratização do sistema de justiça criminal brasileiro e acredita que é necessário despertar e convocar segmentos da sociedade para participar desse processo. \r\n\r\n \r\nFica Vivo!\r\n\r\nO Programa de Controle de Homicídios Fica Vivo! tem por objetivo enfrentar o fenômeno da mortalidade associada à violência que faz vítimas principalmente entre os jovens das grandes cidades brasileiras. Atuando como um projeto-piloto em regiões de Belo Horizonte, o Fica Vivo! tem como base a Intervenção Estratégica e a Proteção Social. A mobilização social, o suporte comunitário e a criação de núcleos de referência fazem parte das estratégias que tornaram o Fica Vivo uma experiência modelo no país.\r\n\r\n \r\nPMMG\r\n\r\nA Polícia Militar de Minas Gerais é vanguarda, no Brasil, na adoção de estratégias e técnicas de modernização do trabalho de polícia. A PMMG também é pioneira no estabelecimento de parcerias com universidades, centros de pesquisa e entidades da sociedade civil. A Polícia Militar de Minas mantém, neste momento, diversas atividades e iniciativas voltadas para a integração polícia-comunidade.\r\n\r\n\r\n22° BPM\r\n\r\nLocal: Avenida Artur Bernardes, 1337\r\n\r\nBairro Santa Lúcia – Barragem Santa Lúcia - Belo Horizonte (MG)\r\n\r\n \r\n\r\n34° BPM\r\n\r\nAvenida Américo Vespúcio, 34 - Caiçara - Belo Horizonte (MG)\r\n\r\n\r\n** Texto: Kaco Assessoria de Imprensa\r\n\r\n** Atualização do Site - Christine Keller\r\n\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (89, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE : FESTA DE JONGO NO QUILOMBO SÃO JOSÉ - VALENÇA', '** A Foto de Divulgação é de propriedade do Jongo da Serrinha\r\n\r\nData : 18 de setembro de 2004, Sábado\r\nHorário : à partir das 10 horas da manhã\r\n\r\nO Quilombo São José é uma comunidade de 150 negros que preservam o jongo, dança considerada uma das origens do samba trazida de Angola para a região sudeste do Brasil Colônia pelos escravos.\r\n\r\nEssa comunidade permanece no mesmo lugar desde a escravidão mantendo ricas tradições como o jongo, a umbanda, a agricultura familiar de subsistência entre outras.\r\n\r\nAté 1 ano atrás a comunidade não possuía luz elétrica. O candeeiro, o ferro à brasa, o fogão de lenha, as casas de barro com telhado de palha ainda fazem parte do cotidiano.\r\n\r\nNo dia 18 de setembro os moradores do Quilombo farão uma grande festa para relembrar as suas tradições.\r\n\r\nReserve já a sua vaga no ônibus, que sairá às 8:00 h da manhã de sábado, da Fundição Progresso (Lapa - RJ), pelos telefones 2507.4460, 3825-0053 ou 9649-3823.\r\n\r\n\r\nProgramação:\r\n\r\n10 horas - Missa afro ao ar livre\r\n12:30 horas - Almoço em beneficio da comunidade (R$5,00 - feijoada)\r\n15:00 horas - Apresentação de Capoeira angola, Maculele e Samba de Roda\r\n16:00 horas - Jongo do Quilombo São José\r\n17:00 horas - Jongo da Serrinha\r\n18 horas - Confraternização entre os grupos\r\n19 horas - Benção da fogueira pela matriarca da comunidade Mãe Terezinha\r\n19:30 horas - Início da Roda de Jongo na beira da fogueira com a participação de todos os presentes\r\n\r\n21 horas às 7 horas da manhã - Início do Baile de Calango com a Dança do Calango Rodado intercalado com Roda de Jongo na fogueira até o sol raiar (durante toda noite barraquinhas venderão comidas típicas e artesanatos do local e serão assadas batatas-doces na fogueira)\r\n\r\n23 horas - Show da cantora Luciane Menezes e grupo Pau da Braúna\r\n\r\n8:00 horas - Café da manhã\r\n9:00 horas - Jogo de futebol\r\n12:00 horas - Almoço Comunitário e encerramento da festa\r\n\r\nComo chegar:\r\n\r\nDe ônibus: A organização do evento alugou dois ônibus que levarão os visitantes saindo às 8 horas da manhã em ponto da Fundição Progresso (Lapa) retornando no mesmo dia às 21horas. A passagem unitária é R$ 30,00.\r\n(favor reservar com antecedência pois as vagas são limitadas)\r\n\r\nQuem quiser ficar para a festa de madrugada pode pegar um onibus comum no dia seguinte (domingo) por conta própria.\r\n\r\nDe carro: O Quilombo da Fazenda São José fica a duas horas e meia de carro do centro do Rio de Janeiro.\r\n\r\nSeguir pela estrada Rio - SP (Dutra) entrar na saída para Pirai - Barra do Pirai e atravessar Barra do Pirai em direção a Valença. Após o trevo, seguir em direção a cidade de Conservatória (entrar a esquerda para Conservatória e não a direita para Valença). Atravessar a cidade de Conservatória e subir a Serra da Beleza (estrada de barro). Após a 4º ponte, no 18º Km da estrada de barro virar a esquerda na entrada da Fazenda São José, seguir mais 6 km por essa estrada de barro secundária atravessando 3 porteiras e você chegou ao Quilombo da Fazenda São José da Serra !\r\n\r\nReservas e informações ligar para: Tel: (0xx21) 2507.4460 / 3852.0053 /\r\n9649.3823 \r\n\r\nEmail: quilombosaojose@yahoo.com.br\r\n\r\nRealização:\r\nAssociação de Moradores do Quilombo da Fazenda São José da Serra e Associação Brasil Mestiço\r\n\r\nApoio:\r\n\r\nSESC - Rio de Janeiro\r\nSecretaria de Turismo e Cultura de Valença\r\nGrupo Cultural Jongo da Serrinha\r\n\r\ncontato@jongodaserrinha.org.br\r\n\r\n** O texto é de propriedade dos promotores do evento e nos foi enviado por email para divulgação\r\n\r\n\r\nVisite o site: http://www.jongodaserrinha.org.br/');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (90, 1, 'DUDU NOBRE NO CONEXÕES URBANAS XXXII - BATIZADO DO AFRO SAMBA', ' Na foto o Afro Samba em participação especial no Pagode do Arlindo, no Teatro Rival (RJ), em julho de 2004. Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nQue sábado é sinônimo de diversão, isso todo mundo já sabe... Mas se você está a fim de curtir ainda mais, nada melhor do que reservar o dia 18/09 para o Conexões Urbanas XXXII. O projeto, uma parceria do Grupo Cultural Afro Reggae e da Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur, baixa no Campo do Gigantão, na Furquim Mendes, em Vigário Geral (não confundir com a favela de Vigário Geral) com atrações de altíssima qualidade. No palco, a trupe do Afro Circo, Nega Gizza, Afro Samba, Arlindo Cruz, AfroReggae e, para encerrar a festa, Dudu Nobre. \r\n\r\n \r\nO evento começa a partir das 16h com Tio Carlos, que promete fazer a criançada pular e brincar com atividades e recreações desenvolvidas especialmente para a data. A trupe do Afro Circo entra em cena para tirar o fôlego do público com suas acrobacias e malabarismos. De mansinho, Nega Gizza vem chegando para cantar o melhor do rap nacional como “Prostituta”, “A Verdade que Liberta” e “Depressão”, faixas de seu CD Na Humildade. \r\n\r\n \r\n\r\nEm seguida, o Afro Samba, que traz a participação especial de Dorina, apresenta muito samba de raiz com clássicos que passeiam pelo repertório de João da Bahiana a Zeca Pagodinho, além de interpretar canções de Candeia, Wilson Moreira, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Arlindo Cruz, Luís Carlos da Vila... Sem falar nos sambas de autoria do próprio grupo. E falando em Afro Samba, o padrinho do grupo, Arlindo Cruz, também reservou espaço na agenda para participar da 32ª edição do Conexões Urbanas e, todo orgulhoso, ao lado da madrinha Dorina, batiza o afilhado Afro Samba, com toda a pompa, marcando a consagração da banda. \r\n \r\n\r\nMisturando dança, teatro, percussão e uma energia ímpar, a banda AfroReggae chega para elevar, ainda mais, a adrenalina do público. A performance do grupo é de tirar o fôlego e vai fazer todo mundo pular e cantar ao som de “Capa de Revista”, “Tô Bolado”, “Me Espere” e das versões de “Que País é Este?” (Legião Urbana), “Haiti” (Caetano Veloso e Gilberto Gil) e “Mosca na Sopa” (Raul Seixas). \r\n\r\nE para encerrar o Conexões Urbanas XXXII, nada mais nada menos, que Dudu Nobre. O cantor leva para a Furquim Mendes, sucessos de seu CD ao vivo como “Goiabada Cascão”, “Agua da Minha Sede” e “Vou Botar Teu Nome na Macumba”, entre outros. \r\n\r\n\r\nFala sério! Energia é o que não vai faltar no próximo dia 18/09. Portanto, prepare-se para uma verdadeira maratona musical!\r\n\r\nO projeto Conexões Urbanas é uma realização do Grupo Cultural Afro Reggae em parceira com a Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur. \r\n\r\nApoio: Baticum, CUFA (Central Única das Favelas) \r\n\r\nPromoção: FM O Dia e MPB FM\r\n\r\nO projeto Conexões Urbanas teve início em 2001 e já levou música, atividades recreativas e cultura para as comunidades do Morro da Formiga, Vila Cruzeiro, Complexo do Alemão, Vila Vintém, Cidade de Deus, Furquim Mendes, Vila Kennedy, Vila Aliança, Conjunto Liberdade/Santa Cruz, Bateau Mouche/Jacarepaguá, Palmerinha/Honório Gurgel, Jardim Campo Belo/Campo Grande, Praça do Cocotá/Ilha do Governador, Vila dos Pinheiros/Complexo da Maré, Campo do Vera/Jardim América, Campo do Itaquê/Santíssimo, Cidade de Deus, Campo do Cícero/Vila Vintém, Campo do Ordem/ Vila Cruzeiro, Campo do Bandeirantes/Antares, Campo do Vira-Copo/Cesarão, Campo do Sargento/Complexo do Alemão, Praça do INSS/Bangu, Campo Rubens Vaz/Nova Holanda, Comunidade Marcílio Dias/ Kelson e Campo do Relâmpago/ Acari.\r\n\r\nCONEXÕES URBANAS XXXII\r\n\r\nDia 18 de setembro (sábado), a partir das 16h, com Tio Carlos\r\n\r\nShows com Afro Circo, Nega Gizza, Afro Samba (c/ a participação especial de Dorina), Arlindo Cruz, AfroReggae e Dudu Nobre\r\n\r\nLocal: Campo do Gigantão, na Furquim Mendes, em Vigário Geral \r\n\r\nEntrada Franca\r\n\r\nAssessoria de Imprensa: Kaco Assessoria de Comunicação\r\n\r\nAtualização da Agenda: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (92, 1, 'OUÇA O BATICUM E PARTICIPE DA PROMOÇÃO', 'Você já sabe que todas as terça-feiras, das 21 às 23 horas, pela Rádio AM Viva Rio 1180 KHZ rola o programa BATICUM.\r\n\r\nQue o Baticum tem o melhor da Black Music: Reggae, Rap, Soul Music, R&B Charme, Música Preta Brasileira e muitas dicas culturais e informações, você também está cansado de saber né?\r\n\r\nE também sabe que você pode telefonar, pedir sua música, deixar seu recado e ainda participar de uma promoção maneira? Tá esperando o que???\r\n\r\nEntão se liga nessa!\r\n\r\nPara participar da promoção basta você mandar um email com o nome de 3 músicas do CD de Vell Rangel, "A Luta Continua", seu nome, endereço e telefone de contato para Email Baticum, ou mandar uma carta com essas informações para : RÁDIO VIVA RIO AM, Ladeira da Glória, nº 67 - Glória - RJ - RJ, CEP: 22.211-120. Não se esqueça de escrever no envelope: PROMOÇÃO BATICUM. \r\n\r\nSe você estiver fora do Rio pode ouvir o programa pelo site: www.vivario.com.br\r\n\r\n\r\nEquipe do Programa\r\n\r\nD´Jah Tekko Rastafari - Programação Musical, Operação de Áudio e Pesquisa\r\n\r\nGisele Sobral - Locução, Produção, Redação e Pesquisa\r\n\r\nGustavo Coelho - Estagiário\r\n\r\n** Atualização da Agenda, texto e tratamento de foto: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (113, 1, 'AFRO REGGAE RECEBE PRÊMIO QUALIDADE BRASIL', 'Nesta quarta-feira, 6 de outubro de 2004, o Grupo Cultural Afro Reggae estará recebendo o Prêmio Qualidade Brasil no Claro Hall, a partir das 22 horas. O Prêmio é concedido pela International Quality Service. Para receber o Prêmio, representando a instituição, André Cozta, produtor da Banda AfroReggae,Márcia Florêncio, coordenadora social da instituição e dois integrantes da Banda AfroReggae, Dada Santos, percussionista e Jairo Cliff, baixista.\r\n\r\nNo Brasil a International Quality Service atua desde 1977, quando realizou em São Paulo a primeira edição do Prêmio Qualidade Brasil, cujos objetivos eram incentivar a qualidade em todos os níveis, premiando empresas com destaque na Gestão de Qualidade e resultado final junto ao mercado consumidor.\r\n\r\nPara a definição dos prêmios atribuídos a empresas, são realizadas análises através de questionários submetidos a profissionais qualificados para avaliar a qualidade de produtos e serviços oferecidos.\r\n\r\n\r\nA Premiação Artística Cultural\r\n\r\n\r\nAlguns anos após a realização da primeira edição do Prêmio Qualidade no Brasil, a IQS introduziu em São Paulo algumas homenagens a Artistas e Esportistas como forma de reconhecer e incentivar a qualidade da produção cultural brasileira.\r\n\r\nEm 1999 a premiação artística cultural passou por uma completa reformulação. Foram definidos novos critérios e adotadas novas categorias ao mesmo tempo em que foi introduzida a atual forma de escolha dos indicados e ganhadores do prêmio, onde representantes da imprensa, artistas premiados em outras edições e não concorrentes no ano em questão, críticos e formadores de opinião, são convidados para indicarem as melhores produções e profissionais do período em diversas áreas, sendo que os mais votados nessa pesquisa inicial são listados numa votação final com a participação do público via internet.\r\n\r\nPara maiores informações sobre o prêmio ou sobre a IQS e o resultado da votação desse ano podem acessar o Site\r\n\r\n** O texto nos foi enviado por email pelos produtores do evento para divulgação. A imagem é do troféu do prêmio e foi reproduzida do site da International Quality.\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (93, 1, 'TALENTOS MPB', 'Foto: Banda AfroReggae, por Ierê Ferreira\r\n \r\nNo próximo dia 9 de outubro, o projeto Talentos MPB vai acontecer no Morro da Formiga, na Tijuca, com shows do Movimento na Rua, AfroReggae e Revelação.\r\n \r\n\r\nA noite promete ser inesquecível! A banda Movimento na Rua, da Vila Aliança, recém-chegada da sua primeira turnê internacional vem com um repertório próprio como "Periferia de Jah" e "Soldados Nunca Mais". A banda também tem releituras como "Admirável Gado Novo" e "Que Pais é Este". \r\n\r\n \r\nDepois é a vez da Banda AfroReggae, de Vigário Geral, subir ao palco para cantar sucessos do espetáculo Nova Cara, como “Capa de Revista”, “Me Espere” e “Tô Bolado”, entre outras. \r\n \r\n\r\nVindo diretamente da Vila da Penha pra fechar a noite um dos maiores fenômenos do samba dos últimos tempos, o Grupo Revelação. Com os hits "Shortinho Saint-Tropez", "Eu te Devoro", "Bagaço da Laranja" e "Quando Eu Contar" fizeram do Revelação um dos grupos mais prestigiados e antenados com o melhor do mundo do samba. Não é por acaso o sucesso do ultimo cd Ao Vivo – Na Palma da Mão. Como também não é por acaso que o projeto TALENTOS MPB juntou esses três grupos vindos de comunidades diferentes no Morro da Formiga.\r\n \r\n\r\nPortanto, se você estava procurando um programa para o dia 9 de outubro, não existe melhor opção do que Talentos MPB, no Morro da Formiga, na Tijuca.\r\n\r\n\r\nTalentos MPB com shows do Movimento na Rua, AfroReggae e Revelação\r\n\r\nDATA: 9/10/2004\r\n\r\nHorário: 22h\r\n\r\nLocal: Rua Medeiros Passos na Quadra Da Hui\r\n\r\nEntrada Franca\r\n\r\n** Assessoria de Imprensa: Kaco\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (95, 1, 'AFRO LATA TOCA NA SEMANA DE ARTE DE MIGUEL PEREIRA', '* Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nNo próximo dia 23 de setembro, a Banda Afro Lata faz uma participação especial na Semana de Arte, que acontece na cidade de Miguel Pereira, estado do Rio.\r\n\r\nNo show, o Afro Lata vai mostrar tudo o que sabe, tirando sons de "instrumentos" nada convencionais... A apresentação acontece em dois horários, às 9:30 e às 15 horas, ao lado da Prefeitura de Miguel Pereira.\r\n\r\n\r\nSabe como surgiu o Afro Lata? Depois de assistir a muitos ensaios da Makala, um outro SubGrupo do Grupo Cultural Afro Reggae, alguns garotos, moradores de Brasília, a parte da favela de Vigário Geral mais pobre, onde as casas ainda são todas de madeira, ficaram instigados a tocar o mesmo som que ouviam. \r\n\r\nSem instrumentos, nem professor que os ensinasse, a criatividade falou mais alto e com muita determinação, transformaram pedaços de cabos de vassoura, latões de óleo, tonéis, baldes de plástico, e outros objetos que estavam espalhados como lixo pela ruas, em instrumentos de batucada.\r\n\r\nEntão anote na sua agenda:\r\n\r\nSHOWS DA BANDA AFRO LATA\r\n\r\nDIA: 23/09/2004\r\n\r\nHORÁRIOS: 9:30 e 15:00 horas\r\n\r\nLOCAL: Ao lado da Prefeitura de Miguel Pereira\r\nEnd. Rua Prefeito Manoel Guilherme Barbosa, nº 375 – Centro – Miguel Pereira – RJ\r\n\r\nINFORMAÇÕES: (0xx24) 2484-1234 (telefone da Prefeitura de Miguel Pereira)\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (96, 1, 'MOVIMENTO D´ RUA AGITA VIGÁRIO GERAL', '* Foto: Dughettu - Divulgação Dughettu\r\n\r\nBanda Dughettu, Grupo Cultural Afro Reggae e LUB - Liga Urbana de Basquete movimentam a cena misturando música, dança, arte e esporte. Os objetivos principais do Movimento D´Rua são: fomentar a prática de esporte, promover a auto-estima, desenvolver o sentimento comunitário e criar uma plataforma de visibilidade positiva aos talentos oriundos da cultura urbana, ou seja, cultura de rua.\r\n\r\n\r\nNesta 2ª edição, a veia social do Grupo Cultural Afro Reggae, o espírito esportivo da LUB e a energia sonora da Banda Dughettu estarão se fundindo dando sentido ao conceito desse movimento, que na prática, esta formando parcerias , viabilizando atividades sociais, educacionais e esportivas e mostrando a força da comunidade. \r\n\r\n\r\nDATA: Domingo, dia 26 de setembro de 2004\r\nHORÁRIO: à partir das 13h \r\nLOCAL: Quadra Nahildo Ferreira na Comunidade de Vigário Geral.\r\nPONTO DE REFERÊNCIA: (Em frente à ponte verde, próximo a Associação de Moradores de Vigário Geral)\r\n\r\n** Texto: Dughettu\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (99, 1, 'HOJE NO BATICUM', 'Foto da Banda Produto Nacional: Divulgação\r\n\r\n\r\nNesta terça-feira, das 9 às 11 da noite você confere mais uma edição do programa Baticum pela Rádio Viva Rio AM 1180 KHZ, ou pelo site da rádio: www.radiovivario.com.br.\r\n\r\nConfira o que vai rolar na Agenda do Baticum desta terça-feira:\r\n\r\nVENTRE LIVRE = MÃE PRETA,\r\n\r\nHOJE 28 DE SETEMBRO, QUANDO NO ANO DE 1871, ATRAVÉS DO DECRETO Nº 2040, DENOMINADO LEI DO VENTRE LIVRE, QUE DECLARAVA LIVRE OS FILHOS DE MULHER ESCRAVA QUE NASCESSEM A PARTIR DAQUELA DATA (1871). A LEI CONTINHA UMA SÉRIE DE DISPOSIÇÕES QUE RESTRIGIAM BASTANTE A LIBERDADE DOS FILHOS DE ESCRAVOS, QUE FICARIAM “EM PODER E SOB AUTORIDADE DOS SENHORES DE SUAS MÃES”, OS QUAIS TERIAM A OBRIGAÇÃO DE CRIÁ-LOS E TRATÁ-LOS ATÉ OS 8 ANOS DE IDADE COMPLETOS. PORÉM OS SENHORES ERAM BENEFICIADOS, E PODERIAM OPTAR EM RECEBER DO ESTADO.UMA INDENIZAÇÃO, OU DE UTILIZAR-SE DOS SERVIÇOS DO MENOR ATÉ A IDADE DE 21 ANOS COMPLETOS. \r\n\r\nO QUE NA REALIDADE NUNCA FORAM LIVRES, DA EXPLORAÇÃO DOS SENHORES. POR ISSO SE COMPARA A ESTA DATA, O DIA DA MÃE PRETA, QUE NUNCA SÃO ENSINADOS NAS NOSSAS ESCOLAS PRIMÁRIAS. PORÉM ESTA LEI DE GRATIDÃO A MÃE PRETA FOI APROVADA EM 28 DE SETEMBRO DE 1965.\r\n\r\n\r\nLEI DO SEXAGENÁRIO \r\n\r\nA LEI DE Nº 3.270, DENOMINADA LEI DO SEXAGENÁRIO, REGULA A “EXTINÇÃO GRADUAL DO ELEMENTO SERVIL” (1885). PURA DEMAGOGIA QUE BENEFICIOU UMA MINORIA DE ESCRAVOS, POIS, NAQUELA ÉPOCA, A ESTIMATIVA DE VIDA MÉDIA DE UM HOMEM LIVRE NÃO ALCANÇAVA OS SESSENTA ANOS. ALÉM DO MAIS OS ESCRAVOS EMPREGADOS NOS SERVIÇOS MAIS RUDES, NÃO CONSEGUIAM ATINGIR A ESTA IDADE, POIS JÁ ESTAVAM PRATICAMENTE INUTILIZADOS PARA PODEREM SER OCUPADOS A DESEMPENHAR TAREFAS QUE DEMANDASSEM ACENTUADO ESFORÇO FÍSICO.\r\n\r\n13 ANOS SEM MILES DAVIS\r\n\r\nNESTA MESMA DATA, EXATAMENTE EM 1991, MORRIA AOS 65 ANOS DE IDADE, EM LOS ANGELES (EUA), O TROMPETISTA QUE INFLUENCIOU GERAÇÕES JAZZISTAS, MILES DAVIS.\r\n\r\nPRODUTO NACIONAL NO BATICUM, HOJE \r\n\r\n\r\n\r\nHOJE NO PROGRAMA BATICUM DIRETAMENTE DE PORTO ALEGRE, A BANDA DE REGGAE PRODUTO NACIONAL, FARÁ UMA ENTREVISTA AO VIVO, E FALARÁ SOBRE O SEU MAIS NOVO TRABALHO. ÀS 21 H. RÁDIO VIVA RIO – AM – 1.180.\r\n\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (100, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE: CONCURSO ´EXPERIÊNCIAS EM INOVAÇÃO SOCIAL´', 'Um dos parceiros do Grupo Cultural Afro Reggae, a Fundação Kellog, está lançando o concurso Experiências em Inovação Social, juntamente com a Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe e a CEPAL.\r\n\r\nTrata-se de um prêmio anual para projetos da América Latina e do Caribe que apresentem, em suas práticas ou resultados, contribuições inovadoras à área social. O objetivo da iniciativa é, além de reconhecer as boas experiências da área, criar condições para que elas sejam replicadas em outros países e comunidades da região. \r\n\r\nA iniciativa de lançar este concurso foi uma das formas escolhidas para marcar os 75 anos da Fundação Kellogg, que serão comemorados no ano que vem. A premiação desse primeiro ciclo será realizada em novembro de 2005 e as inscrições já estão abertas. Podem ser feitas até 12 de novembro por e-mail, por fax ou por correio. \r\n\r\nTodas as informações sobre o regulamento e os critérios de seleção do concurso estão no Site da Fundação Kellog e o formulário de inscrição está disponível aqui.\r\n\r\nOs organizadores do concurso gostariam muitíssimo de contar com a sua colaboração, seja divulgando esta iniciativa para outras pessoas e instituições, ou estimulando algum projeto inovador que você conheça a que se inscreva. Isto será muito importante para o sucesso do prêmio. \r\n\r\n\r\nAs informações e o texto nos foram enviadas por email pelo Sr. Francisco Tancredi, Diretor da Programação da Fundação Kellogg para a América Latina e o Caribe para divulgação.');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (101, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE: DUGHETTU NESTA QUINTA NA MELT', 'Foto: Divulgação Dughettu\r\n\r\nNesta quinta-feira, dia 30 de setembro de 2004, rola mais uma edição da Festa Carioca na MELT.\r\n\r\nNa edição passada, o Catete 448 subiu ao palco com o Farofa Carioca sacudindo a galera presente no evento.\r\n\r\nEssa semana é a vez da banda de Rap Dughettu receber no palco da MELT o tempero do cantor Zé Ricardo, a suingadíssima cantora e compositora Valéria Sattamini e o atual campeão da Liga de Mc´s, o MC Papo Reto, para uma noite surpreendente. Você poderá conferir a reconstrução de clássicos da MPB numa fusão com o Rap, Soul, e "Samba Blim", que darão o tom "brazuka", numa noite de muito groove.\r\n\r\nNo repertório, as inéditas "Deixa Brilhar" e "De Repente" já embalam a galera bem como as releituras de "Boa Noite" (Djavan) e “Condição” (Lulu Santos).\r\n\r\nEsperamos vocês lá!\r\n\r\nAnotem ai o endereço:\r\n\r\nMELT\r\n\r\nRua:Rita Ludolf, nº 47 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ \r\n\r\nMaiores informações: (0xx21) 9891-2853');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (102, 1, 'TRIBO NEGRA TOCA NO INSTITUTO ARY DE CARVALHO', 'Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nNesta quinta-feira, 30 de setembro de 2004, o grupo Tribo Negra estará se apresentando no Instituto Ary de Carvalho, a partir das 13 horas.\r\n\r\nA Tribo Negra mostra que a usina musical de Vigário Geral não pára de funcionar. Este SubGrupo surgiu nas oficinas de percussão, nas atividades de Vigário Geral, na época em que o Centro Cultural Vigário Legal foi demolido para o início da construção do novo Centro Cultural de Vigário Geral. \r\n\r\nSua estréia foi em janeiro de 2003, no Sesc da Tijuca, na festa dos 10 anos do GCAR. A Tribo traz uma mistura forte, baseada no funk e no samba-reggae e ingredientes de maracatu, reggae e baião, tocados em instrumentos percussivos de peso como surdos, repiniques, timbaus e caixas de guerra, acompanhados por dança e capoeira. Atualmente a Tribo Negra tem feito uma série de shows pela cidade do Rio de Janeiro.\r\n\r\nAnote aí:\r\n\r\n Show da Tribo Negra \r\n\r\nLocal: Instituto Ary de Carvalho\r\n\r\nRua do Riachuelo, nº 359 - 8º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller\r\n\r\n** Contatos e Informações sobre apresentações:\r\n\r\nAndré Cozta ou Izabel Roizen\r\nTel: (0xx21) 2532.0171/ 2532.0180 / 8153.4919');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (104, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE: Coro Madrigale canta a premiada Missa Afro-Brasileira', 'O Coro Madrigale apresenta no próximo dia 10 de outubro, domingo, às 11h, na Sala Sérgio Magnani da Fundação de Educação Artística, Rua Gonçalves Dias nº 320, a “Missa Afro-Brasileira”. O concerto será em homenagem ao compositor Carlos Alberto Pinto Fonseca, abrindo a temporada nacional da série “Compositores Brasileiros” que objetiva a valorização e divulgação dos artistas nacionais.\r\n\r\nO Maestro e compositor Carlos Alberto Pinto Fonseca é um dos maiores regentes de coro do Brasil. Desenvolveu, desde de 1970, um intenso trabalho coral à frente do coral da Universidade Federal de minas gerais, tendo vencido, à frente deste coro, vários concursos nacionais e internacionais, o que o projetou no cenário internacional. \r\n\r\nA “Missa Afro-Brasileira” é uma das obras mais significativas do repertório do Compositor Carlos Aberto Pinto Fonseca. Segundo o próprio compositor, “uma tentativa, de se colocar na forma máxima da liturgia católica, algo desse espírito brasileiro”.\r\n\r\nNa estréia da peça, há quase 30 anos atrás, o compositor revelou sua intenção de “estabelecer um elo entre o espírito de nossa música popular, no que tem de força rítmica, nostalgia e expressividade melódica, com o espírito religioso de nosso povo”.\r\n\r\nA Missa Afro-Brasileira é composta das cinco partes tradicionais da forma missa: Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus e Agnus Dei, subdivididas em partes onde o texto é cantado em latim e português. Carlos Alberto explica que “a superposição do latim com o português, veio de uma necessidade fonética: a clareza de articulação das sílabas latinas ajusta-se perfeitamente aos efeitos de percussão, enquanto que a doce pronúncia de nossa língua se adapta á expressividade das melodias populares”.\r\n\r\nEm 1976, o compositor recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte o prêmio de Melhor Obra Coral do ano pela composição da Missa Afro-brasileira. Em 1977, registrou em vinil a única gravação da Missa-Afro. Sua última apresentação pública foi em maio de 2001, na cidade de São Paulo, quando o próprio compositor regeu o coro da Osesp.\r\n\r\nPara a apresentação do próximo dia 10 de outubro, o regente do Coro Madrigale, Arnon Sávio Reis de Oliveira, tem o prazer de convidar o próprio compositor para estar à frente do Coro Madrigale, para trazer de volta a um palco mineiro essa singular composição.\r\n\r\nQuando as 30 vozes do Coro Madrigale e seus solistas emitirem o primeiro acorde, na sala Sérgio Magnani, neste domingo 10 de outubro, o público presente sentirá a energia e o encantamento produzido pelas harmonias e os ritmos “misturados no caldeirão” da genialidade do compositor.\r\n\r\nAnote aí:\r\n\r\nMissa Afro-Brasileira\r\n\r\ndomingo, 10 de outubro, 11h. \r\n\r\nFundação de Educação Artística - Belo Horizonte (MG)\r\n\r\nCoro Madrigale \r\n\r\nRegência – Carlos Alberto Pinto Fonseca\r\n\r\nDireção Musical – Arnon Sávio Reis de Oliveira\r\n \r\n\r\nInformações:\r\n\r\nJoubert Oliveira - (0xx31) 9114-4345 / 3330-2123\r\n\r\nArnon Sávio - (0xx31)3498-5352 / 9141-7803\r\n\r\n** Texto e foto: Divulgação do Coro Madrigale. Ambos nos foram enviados por email para divulgação do evento.\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller\r\n\r\n');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (106, 1, 'Conexões Urbanas XXXIII', 'Foto: Ierê Ferreira\r\n\r\nUm dos mais bem sucedidos projetos sociais e artísticos do Rio de Janeiro, já tem data e local confirmados. A 33ª edição do Conexões Urbanas, uma parceria do Grupo Cultural Afro Reggae e da Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur, vai acontecer no próximo dia 17/10/04 (domingo), na Vila Aliança, em Bangu. O evento - que conta com a apresentação de Marcello Red Bull, da banda Dughettu -, promete ser um agito só com a trupe do Afro Circo e shows da banda Movimento na Rua, do rapper MV Bill, AfroReggae e, como convidado especial da festa, a banda de reggae Cidade Negra.\r\n\r\nO Conexões Urbanas XXXIII começa às 16h, com muita brincadeira e diversão para a criançada, ao lado do Tio Carlos. A trupe do Afro Circo entra em cena para tirar o fôlego do público com suas acrobacias e malabarismos. Em seguida, sobe ao palco, a banda Movimento na Rua, nascida na Nova Aliança e que acaba de chegar de uma turnê pela Holanda. No repertório do show, músicas do primeiro CD do grupo, previsto para ser lançado no início de 2005, como “Periferia de Jah”, “Ser Humano”, “Criminalidade” e “Soldados Nunca Mais”, além de releituras como “”Admirável Gado Novo” (Zé Ramalho) e “O Calibre” (Paralamas do Sucesso).\r\n\r\nO rapperMV Bill vem chegando para cantar a paz através de músicas de seu CD Declaração de Guerra. Em seguida, a banda AfroReggae sobe ao palco para balançar a estrutura da galera com muita dança, teatro e percussão. A performance do grupo é ímpar, e vai fazer todo mundo pular e cantar ao som de “Capa de Revista”, “Tô Bolado”, “Me Espere” e das versões de “Haiti” (Caetano Veloso e Gilberto Gil) e “Mosca na Sopa” (Raul Seixas). \r\n\r\nFechando o Conexões Urbanas XXXIII, o Cidade Negra canta sucessos de carreira como “Firmamento” e “O Erê, entre outras, além de músicas de seu mais recente CD, Perto de Deus, como “Se Alguém Jah Amou”, “Sinais” e “Retratos”.\r\n\r\nEntão, anote na sua agenda:\r\n\r\nDia 17/10/04, a diversão é garantida no Conexões Urbanas XXXIII, na Vila Aliança.\r\n\r\n\r\n** O projeto Conexões Urbanas é uma realização do Grupo Cultural Afro Reggae em parceira com a Prefeitura do Rio de Janeiro/Riotur. \r\n \r\n** Apoio: Associação dos Moradores do Conjunto do Taquaral, Baticum, CUFA (Central Única das Favelas) \r\n \r\n** Promoção: FM O Dia e MPB FM\r\n\r\nO projeto Conexões Urbanas teve início em 2001 e já levou música, atividades recreativas e cultura para as comunidades do Morro da Formiga, Vila Cruzeiro, Complexo do Alemão, Vila Vintém, Cidade de Deus, Furquim Mendes, Vila Kennedy, Vila Aliança, Conjunto Liberdade/Santa Cruz, Bateau Mouche/Jacarepaguá, Palmerinha/Honório Gurgel, Jardim Campo Belo/Campo Grande, Praça do Cocotá/Ilha do Governador, Vila dos Pinheiros/Complexo da Maré, Campo do Vera/Jardim América, Campo do Itaquê/Santíssimo, Cidade de Deus, Campo do Cícero/Vila Vintém, Campo do Ordem/ Vila Cruzeiro, Campo do Bandeirantes/Antares, Campo do Vira-Copo/Cesarão, Campo do Sargento/Complexo do Alemão, Praça do INSS/Bangu, Campo Rubens Vaz/Nova Holanda, Comunidade Marcílio Dias/ Kelson e Campo do Relâmpago/Acari.\r\n\r\nCONEXÕES URBANAS XXXIII\r\n\r\nDia 17 de outubro de 2004 (domingo), a partir das 16h, com Tio Carlos\r\n\r\nShows com Afro Circo, Movimento de Rua, MV Bill, AfroReggae e Cidade Negra\r\n\r\nLocal: Campo do Taquaral (Conjunto Taquaral)\r\n\r\nEndereço: Estrada do Taquaral, s/nº – Vila Aliança - Bangu\r\n\r\nEntrada Franca.\r\n\r\n** Assessoria de Imprensa: Kaco Assessoria de Comunicação');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (109, 1, 'Seminário Sexualidade, Violência e Justiça nos Espaços Populares do Rio de Janeiro: Problemas e Alternativas', 'Foto: Afro Lata, por Ierê Ferreira\r\n\r\nNo dia 20 de outubro de 2004 acontece o Seminário "Sexualidade, Violência e Justiça nos Espaços Populares do Rio de Janeiro: Problemas e Alternativas". A abertura do evento é às 9 horas da manhã com uma Mesa de Debates com Jaílson de Souza e Silva, do Observatório de Favelas, Sérgio Carrara, do CLAM/UERJ e Sílvia Ramos, do CESeC/UCAM. Em seguida, você participa de uma conferência com Helena de Oliveira Silva, Oficial de Programas do Unicef. \r\n\r\nO Afro Reggae estará muito bem representado. Silvana Moreira estará participando da Mesa de Debate “Experiências no Campo da Sexualidade, Violência e Justiça” e a Banda Afro Lata estará fechando o evento com um super show.\r\n\r\n\r\nConfira a programação do Seminário:\r\n\r\n9:00 - Mesa de Abertura\r\n\r\nCom Jaílson de Souza e Silva, do Observatório de Favelas, Sérgio Carrara, do CLAM/UERJ e Sílvia Ramos, do CESeC/UCAM\r\n\r\nConferência com Helena de Oliveira Silva, Oficial de Programas do Unicef\r\n\r\n10:00 - Apresentação de Orquestra de Flautas\r\n Programa de Criança Petrobras - CEASM\r\n\r\n10:30 - Mesa 1 - O Amor em Tempos de Guerra\r\n Fátima Regina Cecchetto - UERJ\r\n Laura Moutinho - IMS/UERJ\r\n Nega Gizza – CUFA\r\n\r\nMediadora: Ana Paula Uziel - CLAM/UERJ\r\n\r\n14:00 – Exibição do Filme: “Mina de Fé” \r\n\r\nMesa 2 – Experiências no Campo da Sexualidade, Violência e Justiça\r\n Luciana Bezerra - Nós do Morro – Diretora do Filme\r\n Rosimarie Soares – Representante da ONG Fio D´Alma\r\n Janaína da Silveira – Agente de Saúde da ONG Fio D´Alma\r\n Silvana Moreira – Afro Reggae\r\n\r\n\r\n Mediador: Jaílson de Souza e Silva - Observatório de Favelas\r\n\r\n16:00 – Início das Oficinas\r\n\r\n Fala Sexo. Fala Sério! Projeto Adolescentro CEASM/ Secretaria Municipal \r\n de Saúde \r\n \r\n Hip Hop Programa de Criança - Petrobras – CEASM\r\n\r\n Teatro CUFA\r\n\r\n 17:30 – Apresentação das Oficinas\r\n\r\n 18:00 – Encerramento\r\n\r\n Afro Lata \r\n\r\n Corpo de Dança da Maré\r\n\r\n\r\nO Evento acontece na Casa de Cultura da Maré\r\n\r\nEndereço: Av. Guilherme Maxwell, 26 - Maré - Rio de Janeiro - RJ\r\n\r\nTel: (0xx21) 3388-3220\r\n\r\n** As informações nos foram enviadas pelo Observatório de Favelas para divulgação.\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (110, 1, 'DICA DO AFRO REGGAE: Hip Hop com texto', 'A Fnac, em parceria com a banda Dughettu, realizam o Hip Hop Com Texto. O Evento visa promover discussões sobre o movimento e o mercado, abordando temas específicos como Mercado Fonográfico, Festas e Eventos, Mídia e Responsabilidade Social.\r\n \r\nA cada dia, exposição de telas grafite, exibição de filme, debate com convidados, performances djs, mcs e Pocket Shows trarão a cultura urbana para dentro do Barra Shopping.\r\n \r\n\r\nEsperamos você!\r\n\r\n\r\nProgramação:\r\n\r\nDia 05 - Mercado Fonográfico\r\n\r\n\r\n15h Exibição de Filme - 8 Mile Rua das Ilusões\r\n\r\n17h Debate: Zé Ricardo - Músico e Produtor Musical\r\n Nehemias Gueiros - Advogado Especializado em Direito Autoral\r\n Show Bussines e Internet\r\n\r\n Mediador: Marcello Red \r\n\r\n19:30h - Dj Pachu\r\n\r\n20:00h - Pocket – Show e Performances: Dughettu / Mc Papo Reto / Slow / B. Boys do Grupo IQ\r\n\r\nExposição Grafite: Nação\r\n\r\n\r\nDia 6 - Festa e Eventos \r\n\r\n\r\n15h Exibição de Filme - Episódios Cidade dos Homens\r\n17h Debate: Adriana Milagres - Empresária e produtora Nega Produções\r\n Débora Pill – Eventos da Red Bull\r\n Verônica Nascimento - Produtora da Liga de Mcs \r\n Wanderson Eller - Produtor Musical e Empresário\r\n \r\n Mediador: Marcello Red \r\n\r\n19:30h - Dj Juan\r\n\r\n20h - Pocket - Show e Performances: Dughettu/ Mc Papo Reto/ Loco / B.Boys Grupo GBCR\r\n \r\n\r\nDia 7 – Mídia\r\n\r\n15h Exibição de Filme – Fala Tu\r\n\r\n17h Sala de Bate Papo - Marcos Roza - Pesquisador e Roteirista\r\n Silvia Ramos - Pesquisadora e Coordenadora CESeC(Centro \r\n de Estudos de Segurança e Cidadania)\r\n\r\n Rapper Thogun – Protagonista do Filme – Fala Tu e \r\n Representante da MH2O – RJ (Movimento Hip Hop \r\n Organizado)\r\n Gustavo Vianna - Consultor de Marketing\r\n Chris Lima – Design e Produtora (Evolutiva)\r\n\r\n Mediador: Marcello Red \r\n\r\n19:30h Dj: Jefferson \r\n\r\n20h Pocket – Show: Dughettu / Mc Papo Reto / Lapidi / B. Boys Grupo IQ\r\n\r\nGrafite: Aira Ocrespo (Nação)\r\n\r\n\r\nDia 8 - Responsabilidade Social\r\n\r\n\r\n15h Exibição de Filme: Uma Onda no Ar!\r\n17h Debates - Ecio Salles - Afro Reggae\r\n Airá Ocrespo - Produtor do Projeto Rabisco sem Risco\r\n Alexandre Moreno - Ator do filme Uma Onda no Ar\r\n Gringo Cárdia - Diretor e Cenógrafo\r\n \r\n Mediador : Marcello Red \r\n\r\n19:30h DJ: A\r\n\r\n20h Pocket - Show: Banda Dughettu / Mc Papo Reto / Legionário /B. Boys:Grupo IQ\r\n\r\nExposição Grafite: Grupo Nação\r\n\r\n\r\n** Texto: Dughettu\r\n\r\n* Foto: Divulgação Dughettu\r\n\r\n** Atualização do Site: Christine Keller');
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INSERT INTO `textos_1_textos_lang_tb` VALUES (112, 1, 'Nesta terça tem Limusine Negra no Baticum', 'Nesta terça-feira, das 9 às 11 da noite você confere mais uma edição do programa Baticum pela Rádio Viva Rio AM 1180 KHZ, ou pelo Rádio Viva Rio:\r\n\r\nNesta terça-feira você vai conferir uma entrevista com a galera do Limusine Negra. O Limusine mescla soul, reggae, rap e muito balanço de MPB Black.\r\nPara saber mais sobre o Limusine, acesse o Site da Banda.\r\n\r\n** Foto: Divulgação Limusine negra\r\n\r\n** Texto/Atualização do Site: Christine Keller');
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# Estrutura da tabela `textos_1_textos_tb`
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DROP TABLE IF EXISTS `textos_1_textos_tb`;
CREATE TABLE `textos_1_textos_tb` (
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KEY `id_type` (`id_type`,`data`)
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# Extraindo dados da tabela `textos_1_textos_tb`
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# Estrutura da tabela `textos_1_textos_type_tb`
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# Extraindo dados da tabela `textos_1_textos_type_tb`
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